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Temer sanciona prorrogação do Mais Médicos por mais três anos

636505353- (2)O presidente Michel Temer sancionou a lei que prorroga a dispensa de diploma para médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior. A legislação foi aprovada no fim de agosto na Câmara dos Deputados e no Senado, e estende por mais três anos o prazo no âmbito do programa Mais Médicos.

Com o texto, profissionais intercambistas que participam do programa continuarão dispensados da validação dos diplomas de medicina e também vão continuar com direito ao visto temporário. Com a sanção, a nova lei será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (13).

A prorrogação provém de uma medida provisória enviada ao Congresso em abril pelo governo federal.

 

Agência Brasil

 

Para brasileiros, consumo consciente é responsabilidade do consumidor

por PATRICIA PAMPLONA

Economia de energia elétrica, planejamento do orçamento familiar e realizar trabalhos voluntários estão entre as práticas de consumo consciente mais citadas pelos brasileiros. A percepção de 92% dos consumidores é que essas e outras atitudes são de sua responsabilidade.
Foi o que apontou a terceira edição da pesquisa "O Consumo Consciente no Brasil", obtida com exclusividade pela Folha, que mapeou como o consumidor enxerga o seu papel e as práticas adotadas pela empresa em três âmbitos: ambiental, econômico e social.
Para Stella Susskind, presidente da Shopper Experience, organização que realizou o levantamento, o brasileiro entende o que é o consumo consciente.
"Todo mundo está com água no pescoço por causa da crise e as pessoas começaram a se conscientizar sobre o que vai consumir e quanto." Segundo ela, a população também está mais atuante em causas sociais e mais informada se empresas se envolvem em escândalos.
Além de perceber que tem um papel importante, boa parte dos consumidores (88%) também acredita que a consciência também é responsabilidade de empresas e governos. Stella, no entanto, não vê uma forte atuação desses dois atores.
"Falta comunicação por parte das empresas, para mostrar não só o que fazem, mas o resultado disso e o benefício para o consumidor e para o planeta." Já o governo, ela acredita, precisa fazer campanhas mais agressivas.
ECONOMIA EM CASA
A partir dos resultados da pesquisa, a presidente da Shopper Experience vê ser necessário um grande trabalho no âmbito econômico. "Os brasileiros destacam mais o não acúmulo de dívidas", destaca. "Mas caiu bastante o índice dos que conseguem poupar parte dos ganhos."
Por isso, os itens mais citados no consumo com relação à questão econômica são planejamento do orçamento familiar (97%), uso consciente do crédito (94%), acúmulo e controle de dívidas (90%) e poupar parte dos ganhos (89%).
No contexto de crise, a doação a instituições de caridade também aparece entre os destaques, mas como um dos itens com menor citação. Para 72% dos entrevistados, essa é uma das práticas ligada ao consumo consciente no âmbito social, atrás de realizar trabalhos voluntários (89%) e evitar comprar produtos em empresas que fazem testes em animais (79%).
O levantamento ouviu consumidores entre 21 e 65 anos, das classes A, B e C e moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS).
Fonte: Folha Online - 12/09/2016 e Endividado

 

 

 

Número de consumidores inadimplentes cai pelo terceiro mês consecutivo, diz CNDL

Segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), o total de pessoas com débitos em atraso no Brasil atingiu 58,8 milhões
O número de consumidores com o CPF negativado por dívidas caiu pelo terceiro mês consecutivo em agosto. Segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), no mês passado, o total de pessoas com débitos em atraso no Brasil atingiu 58,8 milhões. A quantidade vem caindo desde maio, quando era 59,3 milhões.
Entre maio e junho, o número de devedores negativados recuou 0,33%, para 59,1 milhões. Em julho houve nova queda, de 0,34%, e o total chegou a 58,9 milhões. Finalmente, entre julho e agosto, a contração foi de 0,17%. A CNDL considera, contudo, prematuro comemorar a queda, que pode não ser necessariamente positiva.
No relatório com os dados, a entidade avalia que dois movimentos podem ter impactado a inadimplência. “Por um lado, há a recessão, que conta com aumento do desemprego, queda na renda e inflação elevada, o que restringe o poder de compra da população, afetando negativamente sua capacidade de pagamento. O outro movimento consiste na maior restrição de crédito”, afirma o documento.
“As pessoas estão muito preocupadas em arcar com compromissos futuros. Elas estão preocupadas em se endividar no presente, receosas de não conseguir honrar os compromissos depois. Há uma decisão do consumidor de reter mais suas compras. Esse é um comportamento estrutural, que emerge a partir de recessão”, analisa Everton Correia, superintendente da CNDL.
Na visão da entidade, portanto, a queda na inadimplência pode estar associada ao temor ou impossibilidade de contrair novas dívidas e não à melhora nas condições dos devedores de honrar seus compromissos. Outros números do relatório parecem indicar que o consumidor está mais cauteloso.
A quantidade de dívidas em atraso na base do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)* recuou 0,76% entre agosto de 2015 e o mesmo mês deste ano. A queda foi puxada principalmente pelas dívidas com comunicação, que abrangem serviços de telefonia e internet, com recuo de 6,8%. As dívidas com bancos também caíram, 0,54%. Por outro lado, cresceram as dívidas com água e luz (2,34%) e comércio (0,55%).
Everton Correia acredita que o brasileiro pode se tornar mais maduro, passado o período de incertezas da crise. “A decisão de poupar, de ser mais comedido, muda após uma recessão. As pessoas poupam menos do que deveriam e o nível de consumo emocional ainda é muito grande no Brasil”, opina.
Banco Central
Os dados mais recentes do Banco Central também apontam uma redução no endividamento dos brasileiros. O indicador que mede o endividamento das famílias, divulgado com defasagem de dois meses, mostra que o estoque da dívida em relação à renda familiar nos últimos 12 meses ficou em 43,7% em junho, o menor patamar desde 2012. O percentual teve cinco quedas consecutivas desde janeiro.
O economista Gilberto Braga, professor da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec-RJ, explica que há uma tendência à queda no endividamento com o avanço da crise. “Em um primeiro momento da crise, as pessoas ficam mais endividadas, porque mantêm o ritmo de consumo e a renda não acompanha. Com o tempo, elas tendem a ser mais cautelosas em suas decisões de consumo”, afirma.
Segundo ele, embora ainda não haja elementos para associar diretamente a redução do endividamento à recessão, é interessante observar que ela ocorre ao mesmo tempo em que os brasileiros retiram recursos da poupança. “O endividamento está caindo e as pessoas estão utilizando as suas reservas para complementar renda. O brasileiro está raspando a poupança”, observa.
*Esse indicador leva em conta apenas as regiões Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste. O Sudeste não entra, devido a uma lei em São Paulo que tornou mais difícil a notificação dos consumidores
Fonte: IG Notícias - 12/09/2016 e Endividado

 

Cresce uso de pontos para pagar as contas

por Malena Oliveira

Programas de fidelidade são mais usados para abastecer veículo e quitar faturas; com queda nas transações, relevância é questionada
SÃO PAULO - Com o avanço do dólar e a redução do uso do cartão de crédito no último ano, menos pontos foram emitidos em programas de fidelidade, apesar do aumento do número de usuários. Muito usadas em passagens aéreas, as conversões passaram a contemplar mais o pagamento de contas, o crédito em postos de gasolina e a troca por vale-presente.
“O consumo com cartão de crédito cresceu pouco e o câmbio, que é usado na conversão de pontos em milhas, subiu. Isso reduziu o volume de pontos emitidos”, diz Roberto Medeiros, diretor presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf).
Segundo a entidade, o número de usuários desses programas cresceu 17% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior. Enquanto isso, o volume de pontos emitidos caiu quase 8% e o de pontos resgatados recuou 5%.
“Os consumidores têm usado mais os pontos para pagar suas contas”, diz Emerson Moreira, presidente executivo do Grupo LTM, cujos programas fornecidos para outras empresas permitem quitar faturas de água, luz e telefone.
Presidente da Dotz, Roberto Chade percebe o mesmo movimento e afirma: “O consumidor está mais consciente e seletivo”. O executivo diz que os clientes da empresa, cuja emissão de pontos cresceu 19% este ano, usam mais seus pontos para trocas em supermercados.
Uma pesquisa da consultoria britânica Collinson Group divulgada em maio apontou que, nos últimos dois anos, o número de usuários de classe média-alta desses programas recuou em 10 países, incluindo o Brasil. Em relatório, a consultoria sugere que as empresas repensem a maneira como recompensam seus clientes e apostem em iniciativas mais personalizadas.
“As empresas de fidelidade precisam se tornar mais relevantes para seus clientes”, diz Silvio Laban, coordenador geral dos programas de MBA e professor do Insper. Para ele, esses programas vivem um momento de transformação que deve beneficiar o consumidor.
Companhias têm feito apostas nesse sentido. A Smiles, por exemplo, firmou no primeiro semestre parcerias com o Grupo Pão de Açúcar e a Shell. Presidente da empresa, Leonel Andrade afirma que o crescimento mais forte, no entanto, foi visto em passagens aéreas.
Voltada para clientes do Banco do Brasil e do Bradesco, a Livelo também investe no varejo. “Buscamos mais parcerias para oferecer produtos e serviços”, diz Alexandre Moshe, diretor-executivo da companhia.
Também aproveitando a brecha, aplicativos que recompensam usuários por ações como fazer downloads, responder enquetes ou assistir a vídeos brigam por espaço. Criadora do Mobonus e Qranio, a startup Mobocity registrou este ano seis milhões de downloads. No Mobonus, quem realiza açõesconsegue obter até R$ 30 por mês em crédito para celular. Já o Qranio permite converter a pontuação em desconto em lojas parceiras. “O usuário quer converter seus pontos em benefícios de maneira mais rápida”, diz Talita Lombardi, diretora geral da Mobocity.
Use melhor seus pontos
1. Como checar o saldo?
Confira o site ou o aplicativo de sua empresa de fidelidade. Esclareça dúvidas sobre o cálculo dos pontos e eventuais promoções. Os prazos de expiração variam de dois a cinco anos.
2. É possível transferir pontos para outra pessoa?
Cada administradora de cartão opta por uma maneira de fazer essa transação. Fique atento às condições.
3. Cuidado com o orçamento
Promoções podem oferecer bônus e melhores condições para a troca, mas avalie se a transação vale a pena e evite o endividamento apenas para o acúmulo de pontos. Na hora das compras com cartão, dê preferência a estabelecimentos parceiros.
4. Esqueci de pedir os pontos durante a viagem. Dá para recuperar?
Consulte a empresa e apresente o número da passagem. Informe-se também sobre pontos oferecidos pela avaliação de locais turísticos.
Fonte: Estadão - 12/09/2016 e Endividado

 

 

 

Cursos Online

 

Cursos Online: a melhor opção para quem deseja aprimorar o currículo profissional e conseguir um bom emprego. O ensino a distância EAD tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Segundo o CENSO EAD, no ano passado, mais de 3 milhões de brasileiros se graduaram através dessa modalidade de cursos. Em sua maioria, tais cursos online são livres, ou seja, cursos de atualização e capacitação profissional de educação básica. Os cursos livres disponíveis na rede tem […]

 

Cassado, Cunha se diz vítima de "vingança" e promete livro sobre impeachment. Foto: Dida Sampaio, Estadão Conteúdo

Cunha é cassado e fica inelegível até o início de 2027
Foram 450 votos favoráveis à perda dos direitos políticos do peemedebista, acusado de mentir em CPI ao negar ter contas no Exterior. Veja como votou cada deputado.
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Justiça reajusta benefício do INSS em mais de 60%

por Martha Imenes

Decisão a favor da desaposentação saiu em tempo recorde: apenas 5 dias
Rio - Mais uma aposentada do Rio conseguiu na Justiça o direito troca de benefício, a chamada desaposentação, com base na tutela de evidência. A decisão da Justiça Federal contra o INSS saiu em tempo recorde: o processo foi ajuizado em 1º de setembro e a sentença proferida cinco dias depois. A aposentadoria será corrigida em 66,5%.
A aposentadoria foi concedida em 2012, quando a segurada tinha 50 anos de idade, mas ela continuou trabalhando com carteira assinada por mais oito anos. A sentença, que ainda não foi publicada, manda o instituto revisar o valor considerando contribuições feitas após a concessão.
O Juizado Especial Federal do Rio garantiu o direito de receber nova aposentadoria, devido ao mecanismo jurídico — a tutela de evidência — previsto no novo Código de Processo Civil (CPC), em vigor desde março. Com a decisão do tribunal, o valor da aposentadoria, que era de R$ 2.996,38 passará a R$ 4.991,62.
Neste caso, Margareth Conceição Campos de Carvalho se aposentou em 2012, com 31 anos de contribuição para o INSS e 50 anos de idade. “A aposentada retornou ao mercado de trabalho e contribuiu por oito anos para o INSS”, explica o advogado Murilo Aith, especialista em Direito Previdenciário.
Com os recolhimentos posteriores à aposentadoria, a segurada passou a contabilizar 39 anos e três meses contribuição para o INSS, o que a enquadrou na Fórmula 85/95, que soma a idade e o tempo de pagamento, sendo 85 pontos para mulheres e 95 para homens.
“Pedimos novo benefício por meio da desaposentação com base na nova regra (Fórmula 85/95) e a Justiça reconheceu o direito à correção do benefício”, informou o especialista.
Supremo Tribunal Federal
O tema desaposentação espera decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF). O processo parou em 2014 devido a pedido de vista da ministra Rosa Weber. Relator do recurso no STF, o ministro Luis Barroso declarou em outubro daquele ano voto favorável à revisão sem que o segurado tenha que devolver o que já recebeu. A votação está empatada. E ainda não há data para novo julgamento na pauta do Supremo.
Outras decisões
Agosto

Benefício de segurada do INSS do Rio de Janeiro passou de R$4.427,47 para R$5.189,82, alta de 18%. O INSS teve 20 dias para fazer a correção do benefício concedido em 2004.
Julho
Segurado do INSS de São Paulo que retornou ao mercado de trabalho com carteira assinada garantiu reajuste de 42% sobre seu benefício e passará a receber o teto da Previdência. O benefício passou de R$ 3.662,68 para R$ 5.189,82.
Junho
Outro aposentado do INSS em São Paulo, que retornou ao mercado de trabalho com carteira assinada, garantiu o direito a reajuste de 69% sobre o benefício. O valor da aposentadoria passou de R$ 2.889,91 para R$4.884,54.
Maio
A Justiça Federal considerou as contribuições feitas após a concessão do benefício original de um aposentado do Rio. O benefício foi corrigido em 77% e passou de R$ 2.786,40 para R$ 4.929,70.
Mais uma de maio
Em decisão recente, publicada pela Coluna do Aposentado do DIA, o TRF-2 garantiu uma correção de 56,9% a um segurado no Rio, que resultou em atrasados de mais de R$70 mil.
Abril
Segurada, também do Rio, com base na tutela de evidência, teve garantida correção de 77%. O benefício subiu de R$2.726,83 para R$4.826,20.
Fonte: O Dia Online - 12/09/2016 e Endividado

Cunha responsabiliza governo Temer pela perda do mandato na Câmara

Após ter seu mandato cassado pela Câmara, o ex-deputado Eduardo Cunha (RJ) responsabilizou o governo do presidente Michel Temer pelo resultado da votação. O peemedebista negou ainda que tenha a intenção de fazer delação premiada, mas prometeu escrever um livro relatando todos os diálogos que teve durante o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

Para o ex-presidente da Câmara,  o governo Temer teve responsabilidade na cassação do seu mandato por ter apoiado a eleição do Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Casa, com apoio do PT.

Brasília - Eduardo Cunha faz sua defesa no plenário da Câmara dos Deputados antes de iniciar a votação de sua cassação (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Eduardo Cunha diz que não fará delação premiada e que escreverá um livro sobre o processo do impeachment Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Quem elegeu o presidente da Casa foi o governo, quem derrotou o candidato Rogério Rosso foi o governo. Todo mundo sabe que o governo hoje tem uma eminência parda e quem comanda o governo é o Moreira Franco, que é o sogro do presidente da casa [Rodrigo Maia]. Todo mundo sabe que o sogro do presidente da casa comandou uma articulação e fez com que fosse feita uma aliança com o PT e, consequentemente, com isso a minha cassação estava na pauta”, disse Cunha.

Perguntado se tinha a intenção de assinar delação premiada, já que é alvo da Operação Lava Jato, Cunha disse não ser criminoso para fazer delação. “Só faz delação quem é criminoso. Eu não sou criminoso, não tenho que fazer delação”. O peemedebista, contudo, disse que pretende escrever um livro sobre o impeachmentde Dilma Rousseff

“Vou contar tudo que aconteceu, diálogo com todos os personagens que participaram de diálogos comigo. Eles serão tornados públicos, na sua integralidade. Todo mundo que conversou comigo, todos, todos”, disse Cunha.

Apesar da promessa de escrever um livro de memórias, Cunha negou que faça ameaças. “Não sou pessoa de fazer qualquer tipo de ameaça, velada ou não. Não faço ameaça. O livro não é ameaça. Quero contar os fatos, contribuir para a história. A sociedade merece conhecer todos os detalhes. Até porque uns ficam falando que é golpe e hoje vão querer perpetuar esse discurso de golpe com a  minha cassação. Não tenho nada a revelar sobre ninguém. O dia que o tiver, eu o farei”.

Prisão

O ex-deputado, que é alvo de pedido de prisão feito pelo Ministério Público Federal e que aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal, disse não ter medo de ser preso e nem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos da Lava Jato na primeira instância.

“Não tenho que temer ninguém. Tenho que temer a Deus. Só temo a Deus. Vou me defender, como estou me defendendo. Não tenho preocupação com isso. Me sinto inocente e vou me defender”.

Arrependido

Depois de defender no plenário da Casa que sua cassação era resultado da atuação que teve no processo de impeachment, Cunha afirmou, após perder o mandato, que se arrepende de não ter aceitado antes a denúncia contra Dilma Rousseff. “Me arrependo de não ter feito antes, do dia que coloquei [a decisão sobre a abertura do processo do impeachment] na gaveta trancada, com medo de qualquer coisa e já não ter anunciado naquele momento”.

Cunha reconheceu que cometeu alguns erros, mas não o usado por seus adversários para cassá-lo. “Cometi muitos erros, eu sou um ser humano que errou muitas vezes, mas não foram os meus erros que me levaram à cassação. O que me levou à cassação é a política. Fui vítima de uma vingança política no meio do processo eleitoral”.

 

 

Agência Brasil

 

"Todo ser humano precisa de oportunidade", diz André Brasil

 

Akemi Nitahara - Repórter da Agência Brasil

O medalhista paralímpico da natação André Brasil destacou hoje (12) a importância de políticas afirmativas e inclusivas, como as leis de cotas. "O ser humano precisa de oportunidade", disse. "A palavra 'preconceito' é exaltada toda vez que a gente cria uma lei privilegiando alguém, toda vez que a gente fala alguma coisa sobre lei de cotas, quando a gente esquece que lá atrás a gente tem que criar oportunidades. Eu sempre disse isso, esporte não começa na escola. Saúde e educação são coisas que a gente tem que ter acima de tudo no nosso país. A gente cria ícones, referências, quando a gente sabe que, nesses momentos, não é pela medalha, mas é pela força de vontade de querer fazer".

Rio de Janeiro - Brasileiro Daniel Dias leva medalha de ouro nos 50m nado livre S5 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, no Estádio Aquático. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

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Daniel Dias disse que o grande legado que o atleta paralímpico pode deixar para o país, além de medalhas, é o respeito à pessoa com deficiênciaFernando Frazão/Agência Brasil

Daniel Dias, que levou mais um ouro para casa hoje nos 50m livre masculino S5, disse que o grande legado que o atleta paralímpico pode deixar para o país, além de medalhas, é o respeito à pessoa com deficiência. "Quem sabe a gente consiga conquistar o nosso espaço. Eu acredito que, muitas vezes, o próprio deficiente está desacreditado. E vendo nós através de vocês [imprensa], eles podem passar a acreditar mais no potencial deles e saber que nós podemos realizar nossos sonhos também".

A última medalhista do dia na natação brasileira, Joana Maria da Silva, considera que o respeito ao esporte paralímpico e à pessoa com deficiência tem aumentado no Brasil. "O esporte paralímpico tem mostrado que nós não somos coitados, somos atletas igual aos outros, lutamos pelo que queremos. O respeito com nós deficientes também tem melhorado bastante. Eu acho que hoje em dia a gente não anda tanto nas ruas com as pessoas com preconceito, 'coitado', 'a anã', ou alguma coisa assim. Eles têm um certo respeito, de tentar ajudar a gente a subir uma escada ou pegar algo que a gente não alcance. Acho super-bacana que os jogos foram no Brasil porque dá mais visibilidade. É muito bom".

Mesmo sem conseguir uma medalha hoje, Clodoaldo Silva se disse "felizaço" com o resultado alcançado na prova dos 50m livre S5. "Não estou muito feliz pelo tempo, mas sétima colocação numa paralimpíada, poder chegar nessa arena e ver toda essa torcida gritando pelo Clodoaldo, pelo esporte paralímpico. O que me deixa mais feliz é que, se a gente for avaliar, de todas as categorias, um dos únicos paralisados cerebrais em finais sou eu. Isso me deixa muito feliz e sabedor do dever cumprido".

 

Agência Brasil

 

Nos 80 anos da Nacional, artistas pedem permanência da rádio no Edifício A Noite

 

Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

Os 80 anos da Rádio Nacional foram comemorados nesta segunda-feira (12) em um show na região portuária do Rio, com a presença de artistas contemporâneos e outros que fazem sucesso há muitas décadas. A apresentação do grupo Época de Ouro emocionou a todos, que puderam participar da comemoração, aberta ao público, no auditório da Casa Brasil, no Boulevard Olímpico.

Em comum, todos defenderam a permanência da Nacional em parte do prédio do Edifício A Noite, na Praça Mauá, 7, onde a rádio começou, em 1936. Pelos corredores, estúdios e, principalmente o auditório, passaram os maiores artistas, cantores, músicos e jornalistas do rádio brasileiro, muito antes da invenção da televisão e quando o Brasil era ligado, de ponta a ponta, pelas ondas radiofônicas. Em 2004, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva reinaugurou o auditório e os novos estúdios, no 21º andar, ao custo de R$ 1,7 milhão.

Para a jornalista e apresentadora Daisy Lúcidi, que comanda o seu Alô Daisy há mais de quatro décadas, é preciso manter a presença da Nacional no Edifício A Noite, que deverá ser vendido em breve para um grupo imobiliário, que ali poderá fazer um hotel, um prédio comercial ou até residencial. Atualmente, o edifício está desocupado desde 2012, pois precisa de reformas, mas, com a valorização do entorno depois das obras de revitalização da região portuária, o imóvel ganhou interesse da iniciativa privada. A Rádio Nacional, juntamente com a Agência Brasil, se mudaram para prédios da TV Brasil, na Lapa.

“O Edifício A Noite era a nossa casa. A gente tem muita saudade. É a minha vida que foi dedicada lá. A Nacional foi uma verdadeira universidade do rádio. Tudo que se fez foi lá: os grandes programas de radioteatro, que tinham mais de 100 artistas, as grandes orquestras, que nós tínhamos cinco, e os cantores todos estavam na Nacional. Foi uma fase áurea do rádio. Tem que manter lá. A Nacional é um patrimônio do Brasil. Tudo o que foi feito em rádio, as grandes transformações, aconteceram lá”, disse Daisy Lúcidi.

Radio Nacional comemora 80 anos

A apresentação do grupo Época de Ouro emocionou a todos nas comemorações dos 80 anos da Rádio Nacional do Rio de JaneiroVladimir Platonow/Agência Brasil

Referência

A cantora Ellen de Lima, que começou sua carreira na Nacional, em 1950, e depois emplacou grandes sucessos musicais, também fez uma defesa veemente da permanência da Nacional na Praça Mauá, considerada por ela um dos berços do rádio brasileiro.

“A Rádio Nacional ali naquele prédio é uma referência. Muita gente tem a vida ligada a grandes momentos que a Nacional proporcionou, com seus músicos e um elenco maravilhoso. A rádio, de jeito nenhum, pode sair dali. Um pertence ao outro. Quando se fala em Rádio Nacional, se lembra do Edifício A Noite, e vice-versa. É um marco da radiofonia brasileira. A história do rádio está ali na Rádio Nacional”, disse Ellen de Lima.

No grupo dos radioatores, figurou durante muitos anos Gerdal dos Santos, que atuou ao lado dos maiores nomes da época e ainda hoje continua na ativa, com seu programa Onde Canta o Sabiá, trazendo músicas de todos os tempos.

“Quando a Nacional foi inaugurada, em 12 de setembro de 1936, foi um momento grandioso para o rádio brasileiro. Às 21 h, o locutor Celso Guimarães entrou para dizer: 'Alô rádio ouvintes, alô Brasil, está no ar a Rádio Nacional do Rio de Janeiro.' Há uma necessidade histórica e educacional de se manter ali a Nacional, que, por ser pioneira, faz parte da história e da cultura do Rio de Janeiro e do Brasil”, disso Gerdal.

Licitação

Em nota, a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) informou que, juntamente com o Ministério do Planejamento e os coproprietários do prédio, está sendo feita a formatação da licitação para venda do edifício A Noite. Segundo a SPU, são coproprietários a União, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“O processo licitatório, previsto para ser lançado em novembro de 2016, será público e aberto a qualquer interessado. De acordo com o secretário do Patrimônio da União, Guilherme Estrada Rodrigues, todos aspectos tombados do Edifício A Noite deverão ser preservados e a licitação será realizada na modalidade permuta por área construída", destacou a nota.

De acordo com a SPU, o Edifício A Noite pertence à União. “Em 1986 foi firmado um contrato de cessão com o INPI, sob o regime de aforamento, contemplando do subsolo ao 18º andar do prédio. O restante do edifício – do 19º andar à cobertura – ainda está em nome da União, mas está em andamento o processo de aforamento desses andares em nome da EBC.

Segundo a secretaria, “o aforamento é um contrato por meio do qual a União atribui a outrem 83% do domínio útil de um imóvel da União e mantém a posse dos 17% restantes. Esse instrumento é utilizado nas situações em que coexistem a conveniência de destinar o imóvel e, ao mesmo tempo, manter o vínculo da propriedade”.

Entre as propostas dos que defendem a permanência da Nacional pelo menos no 21º andar, está a de tornar o local um centro cultural, integrado ao entorno da Praça Mauá, podendo realizar show musicais populares, pois o auditório principal comporta cerca de 200 pessoas, ou recitais menores, em um outro auditório menor, para 50 espectadores, dedicado mais à música instrumental e clássica.

 

Agência Brasil

 

 

Artistas brasileiros participam de festival de Arte Urbana em Portugal

 

Marieta Cazarré - Correspondente da Agência Brasil

O Painel "Pow! How!", pintado no Havaí em 2016, é mostrado no Festival de Arte Urbana em Portugal - Divulgação/Bicicleta sem Freio

O Painel Pow! How!, pintado no Havaí em 2016, é mostrado no Festival de Arte Urbana em Portugal - Divulgação/Bicicleta sem FreioDivulgação Bicicleta sem Freio

A pequena cidade portuguesa de Estarreja, na região central do país, recebe artistas nacionais e estrangeiros no festival Estarreja Arte Urbana (Estau), até o próximo domingo (18). Com mais de 30 atividades que integram a programação, o festival pretende levar arte urbana aos cerca de 7.500 habitantes da cidade, por meio de murais, instalações, exposições, workshops, filmes, visitas guiadas, música, dança e performances.

Uma das atrações do evento será o trio brasileiro “Bicicleta sem freio”, que promete ilustrar a maior parede com a sua assinatura, com mais de 660 metros quadrados.

Douglas, Victor e Renato se conheceram no curso de artes visuais da Universidade Federal de Goiás e viajam o mundo misturando, com cores vibrantes, psicodelia e humor.

Além do trio Bicicleta sem Freio, outros reconhecidos artistas urbanos internacionais participarão do festival. Entre eles estão o australiano Fintan Magee, que estreia em Portugal; a polonesa Nespoon; o argentino Bosoletti; o espanhol Isaac Cordal. Entre os artistas portugueses estão Kruella D'Enfer, Hazul, Samina e Add Fuel.

De acordo com a organização do festival, a ideia é transformar a cidade em um “museu ao ar livre”, criando um circuito de arte urbana. Com o evento, Estarreja vai ganhar sete murais artísticos, como forma de reabilitação do espaço urbano, sempre sob o olhar atento da população.

Também estão previstas exibições de filmes internacionais que têm como pano de fundo o tema da arte urbana, como Graffiti Grandmas (Noruega, 2016), Sky’s the Limit (França, 2016) e workshops de ilustração, performance em tecido e arte urbana para idosos.

 

Agência Brasil

 

 

 

Votação na Câmara dos Deputados

Antonio Cruz/Agência Brasil

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha disse que se votarem a favor da cassação do mandato dele, os deputados vão fortalecer a tese de que o impeachment foi um golpe contra a presidente Dilma Rousseff.
O peemedebista é acusado de mentir em depoimento à CPI da Petrobras quando afirmou que não tinha contas secretas fora do país. Leia mais

 

 

STF sob nova direção

Folhapress

A ministra Cármen Lúcia tomou posse da presidência do STF (Supremo Tribunal Federal) na tarde de hoje. Ela comandará a mais alta Corte da Justiça brasileira até 2018. Já o ministro Dias Toffoli assumiu o cargo de vice-presidente.
A cerimônia de posse contou com a presença de políticos e autoridades, como os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e José Sarney (PMDB) e o presidente Michel Temer (PMDB). O cantor e compositor Caetano Veloso cantou o hino nacional no início da cerimônia. Leia mais

 

 

Gastos do governo

Eduardo Anizelli/Folhapress

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o governo vai centrar os esforços na aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que limita os gastos públicos e na reforma da Previdência.
Os comentários do ministro ocorrem depois dos ruídos causados pela divulgação de propostas iniciais para a reforma trabalhista, também defendida pelo governo. Leia mais

 

 

Apertando o cinto

iStock

A taxa média de juros cobrada no cartão de crédito atingiu, em agosto, 451,44% ao ano, a maior em 21 anos. Os dados são da associação Anefac. Os juros médios no cheque especial também subiram, passando de 12,16% ao mês ou 296,33% ao ano. É o maior nível desde março de 1999.
As causas desses resultados são a inflação persistente, aumento de impostos e elevação dos índices de inadimplência. Com o risco maior de calote, os bancos acabam subindo as taxas para compensar perdas. Leia mais

 

Entra em vigor cessar-fogo de uma semana na Síria

 

Da Ansa Brasil

As Forças Armadas da Síria suspenderam suas atividades militares às 19h (13h em Brasília) desta segunda-feira (12), como resultado do acordo de cessar-fogo acertado entre Rússia e Estados Unidos na semana passada.

A trégua terminará às 23h59 (horário local) do próximo dia 18. Em comunicado, o Exército sírio ressaltou que "se reserva o direito de responder de maneira decidida contra qualquer grupo armado que viole o cessar-fogo".

O acordo entrou em vigor no mesmo dia em que o presidente da Síria, Bashar al Assad, disse que retomará todo o território que está nas mãos dos "terroristas". Se a trégua for respeitada, Estados Unidos e Rússia iniciarão uma colaboração militar para combater grupos jihadistas, como a Frente al Nusra e o Estado Islâmico.
Segundo os governos dos dois países, o objetivo final do acordo é criar condições para a retomada das negociações de paz entre os rebeldes e o regime de Assad e possibilitar a chegada de ajuda humanitária às áreas afetadas pelos bombardeios das forças aliadas à capital, Damasco.

 

Agência Brasil

 

Antes de trégua, Assad promete reconquistar "toda a Síria"

 

Da Agência Ansa

Assad promete reconquistar todo território sírio

Assad visita a cidade de Daraya e promete reconstruir a Síria Agência Lusa/Epa/Sana/Direitos Reservados

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, declarou hoje (12) que o governo de Damasco irá retomar todo o território das mãos dos "terroristas", como define grupos rebeldes que incluem até os jihadistas do Estado Islâmico. As informações são da Agência Ansa

Em rara aparição pública em Daraya, Sudoeste da capital, em ocasião da festa religiosa Eid al-Adha, Assad disse ainda que vai reconstruir a Síria. A escolha da cidade é simbólica, pois foi retomada recentemente das mãos de opositores.

"Viemos aqui para substituir a falsa liberdade pela verdadeira que começa com a volta da segurança, continua com a reconstrução e acaba com uma decisão nacional independente", afirmou Assad.

A declaração foi feita horas antes do início do cessar-fogo acordado entre Rússia e Estados Unidos, que terá início no anoitecer desta segunda-feira.

Histórico

Se a trégua for respeitada, Moscou e Washington iniciarão uma colaboração militar para combater grupos terroristas, como a Frente al Nusra e o Estado Islâmico.

Segundo os governos dos dois países, o objetivo final do acordo é criar condições para retomada das negociações de paz entre rebeldes e o regime de Assad e possibilitar a chegada de ajuda humanitária a áreas afetadas pelos bombardeios das forças aliadas a Damasco.

Trégua

Dezenas de pessoas morreram no último fm de semana em enfrentamentos, levando as partes envolvidas a duvidarem se a trégua realmente será respeitada.

A Síria sofre com uma guerra civil desde 2011, quando opositores ao regime de Assad iniciaram uma rebelião armada para tirar o ditador do poder, inspirados pela Primavera Árabe. Sem sucesso, o conflito continua até hoje e o grupo extremista Estado Islâmico domina grandes porções de terra do Norte do país. 

 

 

Agência Brasil

Doença de Hillary Clinton continua dominando a campanha eleitoral dos EUA


Hillary promete geração de empregos sem exclusão ao receber candidatura
Em campanha, Hillary promete geração de empregos sem exclusão Shawn Thew/Agência Lusa/EPA
A dois meses das eleições para presidente dos Estados Unidos, a doença da candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton, vem dominando a campanha eleitoral. Os noticiários da TV norte-americana fazem indagações sobre a capacidade de a candidata voltar a exibir, no período que resta de campanha, o mesmo ritmo de trabalho de antes e mostram a cada meia hora as imagens de Hillary saindo de forma inesperada antes do término de um evento domingo passado (11), em Nova York, em homenagem às vítimas do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. As imagens exibem o momento em que a candidata se desequilibra e só não cai porque é amparada por seguranças.

Não só a imprensa dos Estados Unidos, mas alguns representantes do próprio Partido Democrata vêm criticando a forma como o comitê de divulgação da campanha de Hillary Clinton manipulou as informações antes e depois de uma médica particular emitir comunicado tornando público que a candidata foi diagnosticada com pneumonia. Os jornais mencionam que o comitê atrasou mais de dois dias para levar à imprensa a informação sobre a doença. Quando decidiu tornar pública a informação, o comitê deixou de explicar detalhes importantes, o que só contribuiu para aumentar as especulações - se algo sobre a doença que ainda não foi divulgado.
Ao comentar as especulações, a campanha de Hillary reconheceu ontem (12) que falhou ao divulgar a informação sobre a pneumonia. Dirigindo-se a alguns representantes do Partido Democrata, que disseram estar decepcionados com a falta de transparência nos relatos sobre a saúde da candidata, a diretora de Comunicações da campanha, Jennifer Palmieri, admitiu que o trabalho da comunicação "poderia ter sido melhor".
Ontem (12) à noite, ao conversar por telefone com o jornalista Anderson Cooper, da CNN, que questionou porque o comitê da campanha não divulgou logo que a candidata estava com pneumonia, Hillary Clinton respondeu que não imaginava que a doença tivesse "essa importância toda". Pelo Twitter, ela enviou mensagem de agradecimento a todas as pessoas que enviaram votos de pronta recuperação. A mensagem diz: "Como todas as pessoas que ficam em casa, longe do trabalho, estou ansiosa para voltar. Verei vocês prontamente na caminhada".
Em entrevista ao programa Monday Night, da TV pública PBS, o ex-presidente Bill Clinton, marido de Hillary, procurou diminuir as especulações sobre a possibilidade de a campanha do Partido Democrata não estar sendo transparente sobre o estado de saúde da candidata. "Não há mais nada que não tenha sido dito" sobre o assunto, afirmou Clinton.
Donald Trump
O candidato do Partido Republicano, Donald Trump, está aproveitando a ausência temporária de Hillary Clinton na campanha para reforçar seu programa eleitoral. Embora nas últimas semanas Trump tenha feito alusões à falta de condições estáveis de saúde para que Hillary possa governar o país, ele se absteve de fazer qualquer comentário a respeito do assunto depois que foi tornado público que a candidata do Partido Democrata estava com pneumonia.
A campanha de Donald Trump, porém, quer mais. Pretende ocupar o espaço deixado provisoriamente por Hillary Clinton para tentar apagar a péssima imagem que tem em setores do eleitorado feminino e também entre negros e latinos. Segundo pesquisa publicada pela rede de TV ABC News, e pelo jornal Washington Post, Hillary Clinton tem vantagem de cinco pontos percentuais em relação ao candidato republicano entre mulheres e minorias.


Agência Brasil


Ataque com carro-bomba
DHA via AP
A explosão de um carro-bomba deixou 48 pessoas feridas no sudeste da Turquia. O local fica perto da sede do partido islamita AKP, na cidade de Van.

A região é habitada, principalmente, por curdos. Desde o ano passado, a cidade está em constante tensão por causa de operações do Exército turco contra o Partido dos Trabalhadores de Curdistão. Leia mais

Polêmica no Oscar
Reprodução
O drama Pequeno Segredo será o representante brasileiro na disputa por uma indicação ao Oscar 2017 de filme estrangeiro. Dirigido por David Schurmann e ainda inédito nos cinemas brasileiros, o longa desbancou Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, que era considerado favorito à vaga.

Segundo Bruno Barreto, presidente da comissão de eleição, os votantes optaram por escolher "um filme que dialogasse mais com os critérios da Academia". Leia mais


Pódios do Brasil
Zanone Fraissa/ Folhapress
Israel Stroh conquistou hoje a primeira medalha da história em competições individuais do tênis de mesa do Brasil, tanto nos Jogos Olímpicos quanto nos Paraolímpicos. Ele ficou com a prata ao perder na final para o britânico John Bayler, número um do ranking mundial, por 3 sets a 1.

E hoje também Fábio Bordignon venceu os 200 metros da classe T35 para pessoas com paralisia cerebral e levou a medalha de ouro.  Leia mais



Meirelles defende ajuste fiscal e PEC 241 contra recessão e desemprego

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (12), em São Paulo, disse que o maior problema do país é a recessão e o desemprego e voltou a afirmar que a solução para o problema é o ajuste fiscal e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que limita o teto de gastos das contas públicas, propostas que o governo espera aprovar no Congresso.
Meirelles fez a declaração durante o lançamento da 16ª edição do Anuário Valor 1000, na capital paulista. “São duas coisas que se reforçam mutuamente. Na medida em que a recessão aumenta o desemprego, o aumento do desemprego diminui o consumo e aumenta a recessão. Portanto, o que nós temos que fazer é tomar as medidas necessárias para que o país volte a crescer”, disse. “Para isso, é necessário o equilíbrio das contas públicas, que é o que está na raiz dessa situação que o Brasil está vivendo”, afirmou Meirelles.
De acordo com o ministro, quando o governo corta suas despesas, limitando o crescimento dos gastos públicos dos próximos anos, isso começa a criar uma expectativa positiva e o aumento da confiança dos empresários e dos consumidores, o que começaria a impulsionar a economia. A partir daí, segundo ele, crescem as vendas das empresas, cresce a arrecadação, o emprego e isso reforça o consumo.
O ministro disse que alguns setores mostram sinais de melhora: “Nós já temos setores específicos que mostram sinais de crescimento. O setor industrial vem crescendo há poucos meses. No último mês, teve uma adaptação, que é normal, uma acomodação, mas a expectativa é que volte a crescer”, disse.
Questionado sobre o um possível aumento de salários do dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Meirelles disse que “o importante é que o teto dos gastos seja mantido. Como alocar esse teto, é uma prerrogativa do Poder Legislativo, como temos mencionado. A fazenda não pretende substituir todos os poderes da República, o que a Fazenda está propondo é que o legislativo aprove uma limitação do crescimento dos gastos públicos, cumprindo a sua função de Ministério da Fazenda. A partir daí, a alocação disso é uma prerrogativa do Executivo e do Congresso Nacional”.




Aluguel caindo pelo Brasil
Danilo Verpa/Folha Imagem
O preço do aluguel diminuiu 2,2% em São Paulo em julho na comparação com o mesmo mês de 2015.

Apesar disso, é a menor retração entre as quatro maiores regiões metropolitanas do país. No Rio de Janeiro, os contratos foram 10,4% mais baratos que no ano passado. Em Porto Alegre, a baixa foi de 4,4%, e no Distrito Federal, de 2,5%. Leia mais


Mercado em movimento
Shin Shikuma/UOL
A Bovespa teve um dia instável, mas fechou em alta de 1,01%, com 58.586,11 pontos. O resultado foi puxado, principalmente, pelo desempenho positivo das ações da Vale, da Petrobras e dos bancos.

No mercado de câmbio, o dólar caiu 0,94% e agora está cotado em R$ 3,249. Leia mais


Acordo sobre o clima
Renato Costa/Framephoto/Estadão Conteúdo
Depois dos Estados Unidos e da China, o Brasil também ratificou o Acordo de Paris sobre o clima mundial. O país é o terceiro grande emissor de gases de efeito estufa a assinar o documento.

O acordo, que prevê limitar o aumento da temperatura do planeta em até 2°C, foi assinado por Michel Temer em cerimônia no Palácio do Planalto.
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