Temer sanciona prorrogação do Mais Médicos por mais três anos

636505353- (2)O presidente Michel Temer sancionou a lei que prorroga a dispensa de diploma para médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior. A legislação foi aprovada no fim de agosto na Câmara dos Deputados e no Senado, e estende por mais três anos o prazo no âmbito do programa Mais Médicos.

Com o texto, profissionais intercambistas que participam do programa continuarão dispensados da validação dos diplomas de medicina e também vão continuar com direito ao visto temporário. Com a sanção, a nova lei será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (13).

A prorrogação provém de uma medida provisória enviada ao Congresso em abril pelo governo federal.

 

Agência Brasil

 

Para brasileiros, consumo consciente é responsabilidade do consumidor

por PATRICIA PAMPLONA

Economia de energia elétrica, planejamento do orçamento familiar e realizar trabalhos voluntários estão entre as práticas de consumo consciente mais citadas pelos brasileiros. A percepção de 92% dos consumidores é que essas e outras atitudes são de sua responsabilidade.
Foi o que apontou a terceira edição da pesquisa "O Consumo Consciente no Brasil", obtida com exclusividade pela Folha, que mapeou como o consumidor enxerga o seu papel e as práticas adotadas pela empresa em três âmbitos: ambiental, econômico e social.
Para Stella Susskind, presidente da Shopper Experience, organização que realizou o levantamento, o brasileiro entende o que é o consumo consciente.
"Todo mundo está com água no pescoço por causa da crise e as pessoas começaram a se conscientizar sobre o que vai consumir e quanto." Segundo ela, a população também está mais atuante em causas sociais e mais informada se empresas se envolvem em escândalos.
Além de perceber que tem um papel importante, boa parte dos consumidores (88%) também acredita que a consciência também é responsabilidade de empresas e governos. Stella, no entanto, não vê uma forte atuação desses dois atores.
"Falta comunicação por parte das empresas, para mostrar não só o que fazem, mas o resultado disso e o benefício para o consumidor e para o planeta." Já o governo, ela acredita, precisa fazer campanhas mais agressivas.
ECONOMIA EM CASA
A partir dos resultados da pesquisa, a presidente da Shopper Experience vê ser necessário um grande trabalho no âmbito econômico. "Os brasileiros destacam mais o não acúmulo de dívidas", destaca. "Mas caiu bastante o índice dos que conseguem poupar parte dos ganhos."
Por isso, os itens mais citados no consumo com relação à questão econômica são planejamento do orçamento familiar (97%), uso consciente do crédito (94%), acúmulo e controle de dívidas (90%) e poupar parte dos ganhos (89%).
No contexto de crise, a doação a instituições de caridade também aparece entre os destaques, mas como um dos itens com menor citação. Para 72% dos entrevistados, essa é uma das práticas ligada ao consumo consciente no âmbito social, atrás de realizar trabalhos voluntários (89%) e evitar comprar produtos em empresas que fazem testes em animais (79%).
O levantamento ouviu consumidores entre 21 e 65 anos, das classes A, B e C e moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS).
Fonte: Folha Online - 12/09/2016 e Endividado

 

 

 

Número de consumidores inadimplentes cai pelo terceiro mês consecutivo, diz CNDL

Segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), o total de pessoas com débitos em atraso no Brasil atingiu 58,8 milhões
O número de consumidores com o CPF negativado por dívidas caiu pelo terceiro mês consecutivo em agosto. Segundo dados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), no mês passado, o total de pessoas com débitos em atraso no Brasil atingiu 58,8 milhões. A quantidade vem caindo desde maio, quando era 59,3 milhões.
Entre maio e junho, o número de devedores negativados recuou 0,33%, para 59,1 milhões. Em julho houve nova queda, de 0,34%, e o total chegou a 58,9 milhões. Finalmente, entre julho e agosto, a contração foi de 0,17%. A CNDL considera, contudo, prematuro comemorar a queda, que pode não ser necessariamente positiva.
No relatório com os dados, a entidade avalia que dois movimentos podem ter impactado a inadimplência. “Por um lado, há a recessão, que conta com aumento do desemprego, queda na renda e inflação elevada, o que restringe o poder de compra da população, afetando negativamente sua capacidade de pagamento. O outro movimento consiste na maior restrição de crédito”, afirma o documento.
“As pessoas estão muito preocupadas em arcar com compromissos futuros. Elas estão preocupadas em se endividar no presente, receosas de não conseguir honrar os compromissos depois. Há uma decisão do consumidor de reter mais suas compras. Esse é um comportamento estrutural, que emerge a partir de recessão”, analisa Everton Correia, superintendente da CNDL.
Na visão da entidade, portanto, a queda na inadimplência pode estar associada ao temor ou impossibilidade de contrair novas dívidas e não à melhora nas condições dos devedores de honrar seus compromissos. Outros números do relatório parecem indicar que o consumidor está mais cauteloso.
A quantidade de dívidas em atraso na base do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC)* recuou 0,76% entre agosto de 2015 e o mesmo mês deste ano. A queda foi puxada principalmente pelas dívidas com comunicação, que abrangem serviços de telefonia e internet, com recuo de 6,8%. As dívidas com bancos também caíram, 0,54%. Por outro lado, cresceram as dívidas com água e luz (2,34%) e comércio (0,55%).
Everton Correia acredita que o brasileiro pode se tornar mais maduro, passado o período de incertezas da crise. “A decisão de poupar, de ser mais comedido, muda após uma recessão. As pessoas poupam menos do que deveriam e o nível de consumo emocional ainda é muito grande no Brasil”, opina.
Banco Central
Os dados mais recentes do Banco Central também apontam uma redução no endividamento dos brasileiros. O indicador que mede o endividamento das famílias, divulgado com defasagem de dois meses, mostra que o estoque da dívida em relação à renda familiar nos últimos 12 meses ficou em 43,7% em junho, o menor patamar desde 2012. O percentual teve cinco quedas consecutivas desde janeiro.
O economista Gilberto Braga, professor da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec-RJ, explica que há uma tendência à queda no endividamento com o avanço da crise. “Em um primeiro momento da crise, as pessoas ficam mais endividadas, porque mantêm o ritmo de consumo e a renda não acompanha. Com o tempo, elas tendem a ser mais cautelosas em suas decisões de consumo”, afirma.
Segundo ele, embora ainda não haja elementos para associar diretamente a redução do endividamento à recessão, é interessante observar que ela ocorre ao mesmo tempo em que os brasileiros retiram recursos da poupança. “O endividamento está caindo e as pessoas estão utilizando as suas reservas para complementar renda. O brasileiro está raspando a poupança”, observa.
*Esse indicador leva em conta apenas as regiões Norte, Nordeste, Sul e Centro-Oeste. O Sudeste não entra, devido a uma lei em São Paulo que tornou mais difícil a notificação dos consumidores
Fonte: IG Notícias - 12/09/2016 e Endividado

 

Cresce uso de pontos para pagar as contas

por Malena Oliveira

Programas de fidelidade são mais usados para abastecer veículo e quitar faturas; com queda nas transações, relevância é questionada
SÃO PAULO - Com o avanço do dólar e a redução do uso do cartão de crédito no último ano, menos pontos foram emitidos em programas de fidelidade, apesar do aumento do número de usuários. Muito usadas em passagens aéreas, as conversões passaram a contemplar mais o pagamento de contas, o crédito em postos de gasolina e a troca por vale-presente.
“O consumo com cartão de crédito cresceu pouco e o câmbio, que é usado na conversão de pontos em milhas, subiu. Isso reduziu o volume de pontos emitidos”, diz Roberto Medeiros, diretor presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf).
Segundo a entidade, o número de usuários desses programas cresceu 17% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior. Enquanto isso, o volume de pontos emitidos caiu quase 8% e o de pontos resgatados recuou 5%.
“Os consumidores têm usado mais os pontos para pagar suas contas”, diz Emerson Moreira, presidente executivo do Grupo LTM, cujos programas fornecidos para outras empresas permitem quitar faturas de água, luz e telefone.
Presidente da Dotz, Roberto Chade percebe o mesmo movimento e afirma: “O consumidor está mais consciente e seletivo”. O executivo diz que os clientes da empresa, cuja emissão de pontos cresceu 19% este ano, usam mais seus pontos para trocas em supermercados.
Uma pesquisa da consultoria britânica Collinson Group divulgada em maio apontou que, nos últimos dois anos, o número de usuários de classe média-alta desses programas recuou em 10 países, incluindo o Brasil. Em relatório, a consultoria sugere que as empresas repensem a maneira como recompensam seus clientes e apostem em iniciativas mais personalizadas.
“As empresas de fidelidade precisam se tornar mais relevantes para seus clientes”, diz Silvio Laban, coordenador geral dos programas de MBA e professor do Insper. Para ele, esses programas vivem um momento de transformação que deve beneficiar o consumidor.
Companhias têm feito apostas nesse sentido. A Smiles, por exemplo, firmou no primeiro semestre parcerias com o Grupo Pão de Açúcar e a Shell. Presidente da empresa, Leonel Andrade afirma que o crescimento mais forte, no entanto, foi visto em passagens aéreas.
Voltada para clientes do Banco do Brasil e do Bradesco, a Livelo também investe no varejo. “Buscamos mais parcerias para oferecer produtos e serviços”, diz Alexandre Moshe, diretor-executivo da companhia.
Também aproveitando a brecha, aplicativos que recompensam usuários por ações como fazer downloads, responder enquetes ou assistir a vídeos brigam por espaço. Criadora do Mobonus e Qranio, a startup Mobocity registrou este ano seis milhões de downloads. No Mobonus, quem realiza açõesconsegue obter até R$ 30 por mês em crédito para celular. Já o Qranio permite converter a pontuação em desconto em lojas parceiras. “O usuário quer converter seus pontos em benefícios de maneira mais rápida”, diz Talita Lombardi, diretora geral da Mobocity.
Use melhor seus pontos
1. Como checar o saldo?
Confira o site ou o aplicativo de sua empresa de fidelidade. Esclareça dúvidas sobre o cálculo dos pontos e eventuais promoções. Os prazos de expiração variam de dois a cinco anos.
2. É possível transferir pontos para outra pessoa?
Cada administradora de cartão opta por uma maneira de fazer essa transação. Fique atento às condições.
3. Cuidado com o orçamento
Promoções podem oferecer bônus e melhores condições para a troca, mas avalie se a transação vale a pena e evite o endividamento apenas para o acúmulo de pontos. Na hora das compras com cartão, dê preferência a estabelecimentos parceiros.
4. Esqueci de pedir os pontos durante a viagem. Dá para recuperar?
Consulte a empresa e apresente o número da passagem. Informe-se também sobre pontos oferecidos pela avaliação de locais turísticos.
Fonte: Estadão - 12/09/2016 e Endividado

 

 

 

Cursos Online

 

Cursos Online: a melhor opção para quem deseja aprimorar o currículo profissional e conseguir um bom emprego. O ensino a distância EAD tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Segundo o CENSO EAD, no ano passado, mais de 3 milhões de brasileiros se graduaram através dessa modalidade de cursos. Em sua maioria, tais cursos online são livres, ou seja, cursos de atualização e capacitação profissional de educação básica. Os cursos livres disponíveis na rede tem […]

 

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Justiça reajusta benefício do INSS em mais de 60%

por Martha Imenes

Decisão a favor da desaposentação saiu em tempo recorde: apenas 5 dias
Rio - Mais uma aposentada do Rio conseguiu na Justiça o direito troca de benefício, a chamada desaposentação, com base na tutela de evidência. A decisão da Justiça Federal contra o INSS saiu em tempo recorde: o processo foi ajuizado em 1º de setembro e a sentença proferida cinco dias depois. A aposentadoria será corrigida em 66,5%.
A aposentadoria foi concedida em 2012, quando a segurada tinha 50 anos de idade, mas ela continuou trabalhando com carteira assinada por mais oito anos. A sentença, que ainda não foi publicada, manda o instituto revisar o valor considerando contribuições feitas após a concessão.
O Juizado Especial Federal do Rio garantiu o direito de receber nova aposentadoria, devido ao mecanismo jurídico — a tutela de evidência — previsto no novo Código de Processo Civil (CPC), em vigor desde março. Com a decisão do tribunal, o valor da aposentadoria, que era de R$ 2.996,38 passará a R$ 4.991,62.
Neste caso, Margareth Conceição Campos de Carvalho se aposentou em 2012, com 31 anos de contribuição para o INSS e 50 anos de idade. “A aposentada retornou ao mercado de trabalho e contribuiu por oito anos para o INSS”, explica o advogado Murilo Aith, especialista em Direito Previdenciário.
Com os recolhimentos posteriores à aposentadoria, a segurada passou a contabilizar 39 anos e três meses contribuição para o INSS, o que a enquadrou na Fórmula 85/95, que soma a idade e o tempo de pagamento, sendo 85 pontos para mulheres e 95 para homens.
“Pedimos novo benefício por meio da desaposentação com base na nova regra (Fórmula 85/95) e a Justiça reconheceu o direito à correção do benefício”, informou o especialista.
Supremo Tribunal Federal
O tema desaposentação espera decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF). O processo parou em 2014 devido a pedido de vista da ministra Rosa Weber. Relator do recurso no STF, o ministro Luis Barroso declarou em outubro daquele ano voto favorável à revisão sem que o segurado tenha que devolver o que já recebeu. A votação está empatada. E ainda não há data para novo julgamento na pauta do Supremo.
Outras decisões
Agosto

Benefício de segurada do INSS do Rio de Janeiro passou de R$4.427,47 para R$5.189,82, alta de 18%. O INSS teve 20 dias para fazer a correção do benefício concedido em 2004.
Julho
Segurado do INSS de São Paulo que retornou ao mercado de trabalho com carteira assinada garantiu reajuste de 42% sobre seu benefício e passará a receber o teto da Previdência. O benefício passou de R$ 3.662,68 para R$ 5.189,82.
Junho
Outro aposentado do INSS em São Paulo, que retornou ao mercado de trabalho com carteira assinada, garantiu o direito a reajuste de 69% sobre o benefício. O valor da aposentadoria passou de R$ 2.889,91 para R$4.884,54.
Maio
A Justiça Federal considerou as contribuições feitas após a concessão do benefício original de um aposentado do Rio. O benefício foi corrigido em 77% e passou de R$ 2.786,40 para R$ 4.929,70.
Mais uma de maio
Em decisão recente, publicada pela Coluna do Aposentado do DIA, o TRF-2 garantiu uma correção de 56,9% a um segurado no Rio, que resultou em atrasados de mais de R$70 mil.
Abril
Segurada, também do Rio, com base na tutela de evidência, teve garantida correção de 77%. O benefício subiu de R$2.726,83 para R$4.826,20.
Fonte: O Dia Online - 12/09/2016 e Endividado

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