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Charles Bronson

Charles Bronson

Charles Bronson, em 1987, no Festival de Cannes.

Nome completo
Charles Dennis Buchinsky

Outros nomes
Charles Buchinski
Chas. Buchinski
Charles Buchinsky

Nascimento
3 de novembro de 1921
Ehrenfeld, Pensilvânia
Estados Unidos

Morte
30 de agosto de 2003 (81 anos)
Los Angeles, Califórnia
Estados Unidos

Ocupação
ator

Atividade
(1949 - 1999)

Cônjuge
Harriet Tendler (1949 - 1967)
Jill Ireland (1968 - 1990)
Kim Weeks (1998 - 2003)

Globos de Ouro

Henrietta Award para World Film Favorite
1972

IMDb: (inglês)

Charles Bronson, nome artístico de Charles Dennis Buchinsky, (Ehrenfeld, 3 de novembro de 1921Los Angeles, 30 de agosto de 2003) foi um ator americano.

Índice

Biografia

Filho de um mineiro lituano (de ascendência tártara lipka), Bronson cresceu na Pensilvânia sem falar uma palavra de inglês. Apesar de ter completado o segundo grau, era esperado que ele se juntasse ao pai e seus irmãos no trabalho em minas decarvão. Porém, foi no cinema que ele se projetou e, apesar da longa carreira, que teve início nos anos 50, somente ganhou popularidade na década de 1970[1] . Nessa fase, ficou conhecido como "o homem de poucas palavras e muita ação", pelas características de seus personagens.

Antes mesmo de participar de qualquer filme, Bronson somente pôde conhecer o mundo, além do local onde cresceu, quando serviu no exército dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, quando foi artilheiro de cauda do bombardeiro B-29, ele voou 25 missões no teatro de operações do Oceano Pacífico, tendo recebido a medalha de condecoração militar Purple Heart, por ferimentos em combate.[2]

Bronson se casou com três mulheres: a primeira foi Harriet Tendler, com quem ficou casado de 1949 a 1967 e com quem teve dois filhos; a segunda foi a atriz Jill Ireland, de 5 de outubro de 1968 a 18 de maio de 1990, até a morte dela, e com quem teve uma filha; a terceira esposa foi Kim Weeks, e o casamento durou de 22 de dezembro de 1998 até a morte dele, em 2003. Também é importante mencionar que em seu retorno do exército, teve um breve romance com uma loira espanhola chamadaEsther, cuja história acabou quando ela voltou para seu país, deixando uma lembrança na memória do ator como ele disse certa vez, ter sido seu primeiro amor.

Bronson sofria do Mal de Alzheimer e morreu em consequência de uma pneumonia aos 81 anos. Encontra-se sepultado em Brownsville Cemetery, West Windsor, Condado de Windsor, Vermont nos Estados Unidos.[3]

Carreira no cinema

Bronson começou no cinema nos anos 1950, com filmes como You're in the Navy Now (1951), e The People Against O'Hara (1951), sem ter seu nome creditado. Ao passar a aparecer nos letreiros, usou ainda o nome de nascimento (Buchinsky). Começou a assinar Bronson em 1954, a partir do filme Drum Beat.

Iniciou a fase de sucesso nos anos 1960. Apesar da relativamente pequena participação no filme Sete homens e um destino, ficou conhecido quando esse western passou a ser considerado um dos melhores da década. Depois de atuar em filmes de aventura como Robur, o conquistador, de 1961, Fugindo do Inferno (1963) e Os doze condenados, de 1967, Bronson foi para a Europa em 1968, onde atores de filmes de ação estavam obtendo melhores oportunidades. Neste ano, ele filmou Os canhões de San Sebastian, Era uma vez no oeste e Adeus, amigo, este último com Alain Delon. Seguiram-se O Passageiro da Chuva, de 1969, Os visitantes da noite, de 1970, Sol vermelho, de 1971, novamente parceria com o francês Delon, e por fim O segredo da Cosa Nostra, de 1972, os três últimos dirigidos por Terence Young.

Estrela de Charles Bronson naCalçada da Fama.

Nos anos 1970, Bronson voltaria aos Estados Unidos e faria sucesso como o maior astro dos filmes de ação. Seu primeiro grande filme nesse nova fase foi 'The Mechanic', de 1972, no qual interpretou o assassino profissional Arthur Bishop, revivido por Jason Statham no filme homônimo em 2011.[4]

No filme Fuga audaciosa, de 1975, é mostrado um plano de fuga de uma prisão, utilizando-se um helicóptero que, pilotado por Bronson, pousa no pátio de um presídio e resgata o prisioneiro interpretado por Robert Duvall. A cena se tornou famosa no Brasil, pois teria inspirado a fuga do bandido Escadinha, que usou o mesmo estratagema para fugir do presídio carioca da Ilha Grande, em 1985.

Nos anos 80 Bronson protagoniza diversos filmes de baixo orçamento e muita ação com a produtora Cannon Films de 1981 a 1994, boa parte deles dirigidos pelo Cineasta Inglês J. Lee Thompson, entre os de mais de destaque estão: Death Wish II, Death Wish III, 10 to Midnighte Kinjite: Jogos Proibidos.

Mas, o maior "empurrão" em sua carreira foi com o clássico Desejo de Matar, de 1974, que o consagrou na pele de "Paul Kersey", um pacatoarquiteto da cidade de Nova Iorque, que tem sua mulher morta e sua filha estuprada por três bandidos e passa a agir como um "vigilante", perseguindo os criminosos nas ruas à noite.

Desejo de matar teve mais quatro sequências: Desejo de Matar 2 (1982), Desejo de Matar 3 (1985), Desejo de Matar 4 - Operação Crackdown (1987) e Desejo de Matar 5: A Face da Morte (1994).

Charles Bronson foi dublado no Brasil pelo falecido dublador Garcia Neto (1931-1996) e por Antônio Moreno(1946).

Personagens mais conhecidos
Filmografia[editar | editar código-fonte]

Filmes para a televisão

  • Django O Assassino (1953)
  • The Meanest Men in the West (1967)
  • Raid On Entebbe (Resgate Fantástico) (1976)
  • Act of Vengeance (1986)
  • Yes Virginia, There Is a Santa Claus (1991)
  • The Sea Wolf (O Lobo do Mar) (1993)
  • Donato and Daughter (A Próxima Vítima) (1993)
  • Family of Cops (À Queima Roupa) (1995)
  • Family of Cops II (À Queima Roupa II) (1997)
  • Family of Cops III (À Queima Roupa III) (1999)

Referências

  1. Ir para cima↑ Bronson profile at Google! Página visitada em 30 de agosto de 2012.
  2. Ir para cima↑ «Biography of Charles Bronson» (em inglês). Charles Bronson. Consultado em 31 de Dezembro de 2013.
  3. Ir para cima↑ Charles Bronson (em inglês) no Find a Grave
  4. Ir para cima↑ «Jason Statham revive personagem de Charles Bronson». UOL Cinema. Consultado em 30 de Dezembro de 2013.

Ligações externas]

 

Wikipédia

 

 

Saiba mais:

 

Charles Bronson - Wikipedia, the free encyclopedia
Biografia de Charles Bronson. O justiceiro das telas.
Mini Biografia de Charles Bronson - Obituário da Fama
Filmografía de Charles Bronson – AdoroCinema
Charles Bronson – AdoroCinema
Morte do ator norte-americano Charles Bronson ... - Opera Mundi – Uol
Charles Bronson – IMDb
Os melhores filmes de: Charles Bronson , ator/atriz * Melhores Filmes

 

Justiça Selvagem - Filme Completo (VHSRip)

 

Publicado em 11 de jul de 2014

Assassino profissional (Charles Bronson) volta a ativa para investigar e vingar o assassinato brutal de um velho amigo - Titulo original: The Evil That Men Do (1984) - Direção: J. Lee Thompson.https://www.youtube.com/watch?v=oX3BH...

 

Dinastia ptolemaica

Antigo Egito
Faraós e dinastias

Período pré-dinástico

Período protodinástico

Época Tinita: I - II

Império Antigo: III IV V VI

1º Período Intermediário:

VII VIII IX X XI

Império Médio: XI XII

2º Período Intermediário:

XIII XIV XV XVI XVII

Império Novo: XVIII XIX XX

3º Período Intermediário:

XXI XXII XXIII XXIV XXV

Época Baixa: XXVI XXVII

XXVIII XXIX XXX XXXI

Período Greco-romano:

Dinastia macedónica

Dinastia ptolomaica

Período Romano

V·D·E

Reino de Ptolemeu I Sóter

Outros diádocos

Reino de Cassandro

Reino de Lisímaco

Reino de Seleuco I Nicator

Épiro

Outros

Cartago

Roma

Colónias gregas

A dinastia ptolemaica (ou ptolomaica) foi uma dinastia macedónia que governou o Egipto de305 a 30 a.C.. Recebe a designação devido ao facto dos seus soberanos terem assumido o nome Ptolemeu (ou Ptolomeu, do grego Ptolemaios). É também conhecida como dinastia lágida em função do nome do pai do fundador da dinastia. Ptolomeu foi um dos generais de Alexandre Magno.

A dinastia insere-se no período helenístico, época que decorre entre a morte de Alexandre e a ascensão do Império Romano, durante a qual se assistiu à difusão da civilização grega pela bacia do mar Mediterrâneo, criando novas formas artísticas, religiosas e políticas. Embora tivesse uma origem estrangeira, a dinastia ptolemaica respeitou a cultura egípcia, revivendo alguns dos seus aspectos do passado e adoptando as suas divindades.

Os faraós desta dinastia foram responsáveis por várias construções, entre as quais se destacam a cidade de Alexandria (com o seu farol e biblioteca), o templo de Hórus em Edfu e o templo deÍsis em Filas.

Lista dos soberanos ptolemaicos

Nome
Consorte
Reinado
Comentários

Ptolemeu I Sóter, o Salvador
Berenice I
305 - 285
Foi um dos generais de Alexandre, o Grande, e foi a testemunha ocular que influenciou os relatos de Plutarco e Arriano, os historiadores mais confiáveis da Antiguidade sobre Alexandre.

Ptolemeu II Filadelfo, Que ama a irmã
Arsínoe I, Arsínoe II
285 - 246
Fundador do museu de Alexandria. Casou com a sua irmã, Arsínoe II.

Ptolemeu III Evérgeta I, o Benfeitor
Berenice II
246 - 221
Incorpora o reino de Cirene no Egipto. Auge do poder da dinastia ptolemaica.

Ptolemeu IV Filopator, o Amigo do pai
Arsínoe III
221 - 205
Cruel e fraco, dominado pelo seu ministro Sosíbio.

Ptolemeu V Epifânio, o Ilustre
Cleópatra I
205 - 180

Ptolemeu VI Filometor, o Amigo da mãe
Cleópatra II
180 - 145
Quando ascendeu ao trono tinha apenas cinco anos, pelo que a sua mãe Cleópatra I foi regente.

Ptolemeu VII Novo Filópator
145

Ptolemeu VIII Evérgeta II
Cleópatra II, Cleópatra III
170 - 116

Ptolemeu IX Sóter II (1º reinado)
Cleópatra IV, Cleópatra V Selene
116 - 107

Ptolemeu X Alexandre I
Berenice III
107 - 88

Ptolemeu IX Sóter II (2º reinado)
88 - 80

Ptolemeu XI Alexandre II
Berenice III
80

Ptolemeu XII
Cleópatra V
80 - 51

Cleópatra VII
51 - 30
Casou com o irmão Ptolomeu XIII com o qual reinou a partir de 51 a.C.. Retirada do poder, foi reposta em 46 a.C. graças à intervenção de Júlio César, seu amante. Após a morte de Ptolomeu XIII, casa com outro irmão, Ptolomeu XIV, mero rei fantoche. Com outro amante romano, Marco António tentou formar um império no Oriente, mas foi derrotada porOtaviano em 31 a.C.

Ptolemeu XIII
51 - 47

Ptolemeu XIV
47 - 40

Ptolemeu XV César, dito Cesarião ouCaesarion (pequeno César)
44 - 30
Filho de Cleópatra VII, foi declarado co-regente aos três anos em 44 a.C.. Foi assassinado por ordem de Otaviano em 30 a.C.

EgyptianPtolemies2.jpg

Categoria:

Wikipédia

Biblioteca de Alexandria

O interior da antiga biblioteca de Alexandria

A Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Floresceu sob o patrocínio da dinastia ptolemaica e existiu até a Idade Média, quando supostamente foi totalmente destruída por um incêndio cujas causas são controversas.

Alexandria, às margens do Mediterrâneo, reinou quase absoluta como centro da cultura mundial entre os séculos III a.C. e IV d.C.Sua famosa biblioteca continha praticamente todo o saber da Antiguidade, em cerca de 700 mil rolos de papiro e pergaminhos. Seu lema era “adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra”.

Acredita-se que a biblioteca foi fundada no início do século III a.C., concebida e aberta durante o reinado do faraó Ptolemeu I Sóterou durante o de seu filho Ptolomeu II. Plutarco (41-120 d.C.) escreveu que, durante sua visita a Alexandria em 48 a.C., Júlio Césarqueimou acidentalmente a biblioteca quando ele incendiou seus próprios navios para frustrar a tentativa de Achillas de limitar a sua capacidade de comunicação por via marítima. De acordo com Plutarco, o incêndio se espalhou para as docas e daí à biblioteca.

No entanto, esta versão dos acontecimentos não é confirmada na contemporaneidade. Atualmente, tem sido estabelecido que a biblioteca, ou pelo menos segmentos de sua coleção, foram destruídos em várias ocasiões, antes e após o século I a.C.

Destinada como uma comemoração, homenagem e cópia da biblioteca original, a Bibliotheca Alexandrina foi inaugurada em 2002 próximo ao local da antiga biblioteca.[1]

Índice

 

História

Inscrição de Tiberius Claudius Balbilus confirmando a existência da biblioteca no século I a.C., tal como afirmam as fontes clássicas

Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Faleros sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2002 próximo ao sítio da antiga.

Conta-se que um dos incêndios da histórica biblioteca foi provocado por César. Em caçada a Pompeu, o seu inimigo de Triunvirato(formado por Pompeu, Crasso e ele), César deparou-se com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão deCleópatra.

Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e sua cabeça foi entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse fugir de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca.

A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.

De facto, existiram duas grandes Bibliotecas de Alexandria. A Biblioteca Mãe e a Filha. De início a Filha era usada apenas como complemento da primeira, mas com o incêndio acidental (por Júlio César), no século I, da Biblioteca Mãe, a Filha ganhou uma nova importância. Vinham sábios de todo o mundo para Alexandria e debatiam os mais variados temas. Em 272 d.C., durante a guerra entre o imperador Aureliano e a rainha Zenóbia, a Biblioteca Filha foi provavelmente destruída, quando as legiões de Aureliano tomaram a cidade de assalto.[2]

A lista dos grandes pensadores que frequentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria,trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta.

Os grandes nomes da Alexandria antiga

Fragmento daSeptuaginta, traduzida dohebraico para o grego koiné, entre os séculos III e I a.C. em Alexandria

  • Euclides: matemático do século IV a.C.. O pai da geometria e o pioneiro no estudo da óptica. Sua obra Os Elementos foi usada como padrão da geometria até ao século XIX.
  • Aristarco de Samos: astrônomo do século III a.C. O primeiro a presumir que os planetas giram em torno do Sol. Usou a trigonometria na tentativa de calcular a distância do Sol e da Lua, e o tamanho deles.
  • Arquimedes: matemático e inventor do século III a.C. Realizou diversas descobertas e fez os primeiros esforços científicos para determinar o valor do pi (π).
  • Calímaco (ca. 305–ca 240 a.C.): poeta e bibliotecário grego, compilou o primeiro catálogo da Biblioteca de Alexandria, um marco na história do controle bibliográfico, o que possibilitou a criação da relação oficial (cânon) da literatura grega clássica. Seu catálogo ocupava 120 rolos de papiro.
  • Eratóstenes: polímata (conhecedor de muitas ciências) e um dos primeiros bibliotecários de Alexandria, do século III a.C. Calculou a circunferência da Terra com razoável exatidão.
  • Galeno: médico do século II d.C. Seus 15 livros sobre a ciência da medicina tornaram-se padrão por mais de 12 séculos.
  • Hipátia: astrônoma, matemática e filósofa do século IV d.C. Uma das maiores matemáticas, diretora da Biblioteca de Alexandria; por ser pagã, foi assassinada durante um motim de cristãos.[3]
  • Herófilo: médico, considerado o fundador do método científico, o primeiro a sugerir que a inteligência e as emoções faziam parte do cérebro e não do coração.
  • Ptolomeu: astrônomo do século II d.C. Os escritos geográficos e astronômicos eram aceitos como padrão.
Destruição da biblioteca

Ver artigo principal: Destruição da Biblioteca de Alexandria

A destruição da biblioteca é um evento que divide os historiadores, pelo menos desde o século XVIII. A versão mais popular, pelo menos entre o grande público, é a de que a biblioteca foi destruída por ordem de Amr ibn al-As, governador provincial do Egito em nome do califa Rashidun Omar ibn al-Khattab, pouco depois da conquista do Egito comandada por Amr em 642, mas desde o século XVIII que diversos estudiosos questionam a veracidade dessa versão da história.

A nova biblioteca

Ver artigo principal: Bibliotheca Alexandrina

O edifício da atual biblioteca de Alexandria

A Nova Biblioteca de Alexandria, além do salão principal, é composta de mais quatro bibliotecas especializadas, laboratórios, umplanetário, um museu de ciências e um de caligrafia e uma sala de congresso e de exposições. A instituição pretende ser um dos centros de conhecimento mais importantes do mundo assim como sua antecessora. Assim, foi dada prioridade à criação de uma biblioteca cibernética. No local estão ainda guardados dez mil livros raros, cem mil manuscritos, 300 mil títulos de publicações periódicas, 200 mil cassetes áudio e 50 mil vídeos[4] .

No total podem trabalhar na Biblioteca de Alexandria cerca de 3 500 investigadores, que têm ao dispor 200 salas de estudo. O projecto da biblioteca é da autoria de uma firma de arquitetos noruegueses, a Snohetta.

A construção demorou sete anos, mas a ideia nasceu em 1974. Concluída em 2002, custou 212 milhões de dólares, boa parte dos quais pagos pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Esse espaço abriga 4 milhões de livros, acervo bem inferior ao da Biblioteca do Congresso dos EUA (18 milhões) e da Biblioteca Nacional da França (12 milhões). No granito do frontispício da face sul, foram gravadas as letras de todos os alfabetos das civilizações antigas e modernas. Porém, mais do que o acervo e a suntuosidade, o soerguimento da nova Biblioteca enseja um extraordinário simbolismo histórico.

Ver também

Ver também: Lista de diretores da Biblioteca de Alexandria

Referências

  1. Ir para cima↑ «Bibliotheca Alexandrina - página oficial.».
  2. Ir para cima↑ Phillips, Heather A., "The Great Library of Alexandria?". Library Philosophy and Practice, August 2010
  3. Ir para cima↑ John Anthony McGuckin, Introduction to his translation of Cyril's On the Unity of Christ, Crestwood, NY: St. Vladimir's Seminary Press, 1995, p. 13-14.
  4. Ir para cima↑ A Nova Biblioteca de Alexandria, Jacir J. Venturi

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Escola de Alexandria

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Matemática grega

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Astronomia grega

 

Wikipédia

 

 

Saiba mais:

 

Seguindo os passos da História: A Biblioteca e o Museu de Alexandria

Imagens de museu de alexandria

Museu De Alexandria - Eumed.net
Biblioteca de Alexandria – InfoEscola
O projeto do Museu de Alexandria | United Nations Educational ...
A Biblioteca e Museu da Alexandria – Mesa-Redonda
Revista Galileu - NOTÍCIAS - Biblioteca de Alexandria acabou por ...
Hipertexto Pitágoras: notícias sobre a nova Biblioteca de Alexandria
O Museu de Alexandria

Garra de Arquimedes

Garra de Arquimedes (L ' grego : Ἁρπάγη), ou a mão de ferro, era uma arma antiga inventado por Arquimedes para defender os muros de Siracusa de ataques inimigos.

Descrição

Quadro de Giulio Parigirepresentante Garra de Arquimedes.

Apesar de sua natureza, não é claro, as histórias de historiadores antigos parecem descrevê-lo como uma espécie de guindaste armado com um gancho preso a uma corda capaz de levantar parcialmente os navios inimigos a partir da água, então ele virar ou cair.

Estas máquinas foram utilizados principalmente durante a Segunda Guerra Púnica , em 214 aC , quando a República Romana atacada Syracuse com uma frota de pelo menos 120 quinquerreme liderado por Marco Cláudio Marcelo . Quando a frota romana se aproximaram dos muros da cidade, aproveitando a escuridão, eles foram usados ​​nas máquinas, afundando muitos navios e espalhando confusão nos assaltantes. Historiadores como Políbios e Livy dar muitas perdas romanos para essas máquinas, em conjunto com a utilização decatapultas também inventado por Arquimedes.

A operação desta invenção foi testada em 1999 dentro de um programa da BBC , Secrets of the Ancients , e depois novamente em 2005pelo Discovery Channel em superarmas do Mundo Antigo , reunindo um grupo de engenheiros. Em sete dias, eles foram capazes de testar a sua criação. Eles foram capazes de levantar e afundar um navio romano. Embora isto não prova a garra existência, pelo menos demonstra a viabilidade.

Referências

Ligações externas

armamento Armas de portal

guerra Guerra portal

idade média portal Idade Média

 

Wikipédia