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Doris Day, cantora e atriz. Saiba mais sobre ela e veja as suas fotos

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Doris Day

Foto publicitária de 1957

Nome completo
Doris Mary Ann Kappelhoff

Nascimento
03 de abril de 1922 (94 anos)
Cincinnati, Ohio

Nacionalidade
Estados Unidos norte-americana

Ocupação
Atriz, cantora

Atividade
1939–presente
1948–1973 (atuando)

Cônjuge
Al Jorden (1941-43)
George W. Weidler (1946–49)
Martin Melcher (1951–68)
Barry Comden (1976–81)

Globos de Ouro

Prémio Cecil B. DeMille
1989- Prémio Honorário

Página oficial
IMDb: (inglês)

Atriz no filme Midnight Lace (1960).

Doris Mary Ann von Kappelhoff, conhecida como Doris Day (Cincinnati, 3 de abril de 1922), é uma cantora e atriz americana das mais populares nas décadas de 1950 e 1960. Como atriz e cantora brilhou em Ardida como Pimenta (BR) (em inglêsCalamity Jane), no qual além de interpretar a personagem do Velho Oeste Jane Calamidade cantou Secret Love (que recebeu um Oscar de melhor canção).

Outro sucesso foi Que sera, sera, tema de O Homem que sabia demais (BR) com James Stewart. Mas no filme Ama-me ou Esquece-me, que fez com James Cagney em 1955, teve a oportunidade de cantar um extenso rol de canções românticas, ao interpretar uma cantora da vida real. Nos anos 60 faria sucesso em comédias românticas co-estreladas por Rock Hudson.

Seu papel mais frequente era a da sexy ingênua, que vivia assediada por homens que usavam de várias artimanhas para conquistá-la. Esse tipo levou Groucho Marx a proferir uma de suas mais célebres frases: "Conheci Doris Day quando ela ainda não era virgem".

Foi casada quatro vezes e teve um filho, Terry Melcher, que faleceu em 2004. Desde a morte dele, Doris leva uma vida reclusa e solitária, dedicando-se exclusivamente à proteção de animais na Doris Day Pet Foundation, trabalho que vem realizando há várias décadas.

Filmografia

Prêmios

  • Na categoria de Melhor Atriz, recebeu uma indicação ao Oscar por sua atuação em "Confidências à Meia-Noite" (1959).
  • Em 1989 - Ganhou o Prêmio Cecil B. deMille.

Ligações externas

Wikiquote

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Doris Day

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ve

Prémio Cecil B. DeMille

 

Wikipédia

 

 

 

 

Saiba mais:

Doris Day - Legendary Actress and Singer
Doris Day – VAGALUME
Aos 90 anos, Doris Day faz aparição pública para promover proteção ...
Doris Day – AdoroCinema
Doris Day - E-Biografias
Doris Day – LETRAS.MUS.BR
BBC Brasil - Notícias - Lucas Mendes: A virgem de Hollywood
Música - Doris Day - Kboing Músicas Para Você Ouvir
Doris Day reveals her secrets to longevity as she reaches 92 | Daily ...

Leila Diniz

Leila-Diniz-5a-atriz-leila-diniz-morta-em-1972-1337373260286_615x470leila_diniz_3_-_divulgacao_imprensa_oficial_do_estado_do_rio_de_janeiro31 (2)leila-dinizleila-diniz2LeilaDiniz-foto2Betty Faria beija Leila Diniz na praia em foto de 1969 Foto Antônio Guerreiroleila-diniz-1615ago1971---leila-diniz-1386169150266_300x420o-LEILA-DINIZ-facebookleila-diniz-04-thumb-800x1212-136707Leila Diniz, 1971David Drew ZinggRealidade 61Leila Diniz 4SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES -  120312 - LEILA DINIZ 01

Leila Diniz

Nome completo
Leila Roque Diniz

Nascimento
25 de março de 1945
Niterói, RJ

Morte
14 de junho de 1972 (27 anos)
Nova Délhi, Índia

Ocupação
Atriz

Cônjuge
Domingos de Oliveira (1962-1965)
Ruy Guerra (1965-1971)

IMDb: (inglês)

Procurar imagens disponíveis

Leila Roque Diniz (Niterói, 25 de março de 1945Nova Délhi, Índia, 14 de junho de 1972) foi uma atriz brasileira.

Índice

Biografia

Formou-se em magistério e foi ser professora do jardim de infância no subúrbio carioca. Aos dezessete anos, conheceu seu primeiro marido, o cineasta Domingos de Oliveira e casou-se com ele. O relacionamento durou apenas três anos. Foi nesse momento que surgiu a oportunidade de trabalhar como atriz. Primeiro estreou no teatro e logo depois passou a trabalhar na TV Globo, atuando em telenovelas. Mais tarde, casou-se com o cineasta moçambicano Ruy Guerra, com quem teve uma filha, Janaína. Participou, ao todo, de quatorze filmes, doze telenovelas e várias peças teatrais.

Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil, escandalizou ao exibir a sua gravidez de biquini[1] na praia, e chocou o país inteiro ao proferir a frase: Transo de manhã, de tarde e de noite. Considerada uma mulher à frente de seu tempo, ousada e que detestava convenções.[2] Foi invejada e criticada pela sociedade conservadora das décadas de 1960 e 1970 e pelas feministas pois consideravam que ela estava a serviço dos homens [3] .

Leila falava de sua vida pessoal sem nenhum tipo de vergonha ou constrangimento. Concedeu diversas entrevistas marcantes à imprensa, mas a que causou um grande furor no país foi a entrevista que deu ao jornal O Pasquim em 1969. Nessa entrevista, ela, a cada trecho, falava palavrões que eram substituídos por asteriscos, e ainda disse: Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo.

O exemplar mais vendido do jornal foi justamente esse no qual foi publicada a entrevista da atriz fluminense. E foi também depois dessa publicação que foi instaurada a censuraprévia à imprensa, mais conhecida como Decreto Leila Diniz. Perseguida pela polícia política, Leila se esconde no sítio do colega de trabalho Flávio Cavalcanti, tornando-se em seguida jurada do programa do apresentador, no momento em que é acusada de ter ajudado militantes de esquerda. Alegando razões morais, a TV Globo do Rio de Janeiro não renova o contrato de atriz. De acordo com Janete Clair, não haveria papel de prostituta nas próximas telenovelas da emissora.[2]

Meses depois, Leila reabilita o teatro de revista, e começa uma curta e bem sucedida carreira de vedete. Estrelando a peça tropicalista Tem banana na banda, improvisando a partir dos textos escritos por Millôr Fernandes, Luiz Carlos Maciel, José Wilker e Oduvaldo Viana Filho. Recebe de Virgínia Lane o título de Rainha das Vedetes. No carnaval de1971, é eleita Rainha da Banda de Ipanema por Albino Pinheiro e seus companheiros.

Morreu num acidente aéreo, voo JAL471, da Japan Airlines, no dia 14 de junho de 1972, aos 27 anos, no auge da fama, quando voltava de uma viagem à Austrália.

A atriz Marieta Severo e o compositor e cantor Chico Buarque de Holanda, seus amigos, cuidaram da filha de Leila Diniz e Ruy Guerra, durante muito tempo, até o pai ter condições de assumir a filha, Janaína Diniz Guerra.

Um cunhado advogado se dirigiu a Nova Délhi, na Índia, local do desastre, para tratar dos restos mortais da atriz. Acabou encontrando um diário que continha diversas anotações e uma última frase, que provavelmente estava se referindo ao acidente: Está acontecendo alguma coisa muito es....

Leila Diniz, A Mulher de Ipanema, defensora do amor livre e do prazer sexual, é sempre lembrada como símbolo da revolução feminina, que rompeu conceitos e tabus por meio de suas ideias e atitudes.

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"Sem discurso nem requerimento, Leila Diniz soltou as mulheres de vinte anos presas ao tronco de uma especial escravidão."
Cquote2.svg

Carlos Drummond de Andrade [1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Na televisão[editar | editar código-fonte]
No cinema[editar | editar código-fonte]

Na música

Referências

  1. Ir para cima↑ Evolução do Biquini - 1970 Terra
  2. Ir para:a b Publifolha. «Leila Diniz - Joaquim Ferreira dos Santos». Consultado em 06/03/2010.
  3. Ir para cima↑ http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_297.html
  4. Ir para cima↑ Cinemateca Brasileira Mineirinho, Vivo ou Morto [em linha]
  5. Ir para cima↑ Cinemateca Brasileira Todas as Mulheres do Mundo [em linha]

Ligações externas

Wikiquote

O Wikiquote possui citações de ou sobre: Leila Diniz

*JBlog Hoje na HIstoria: 14 de junho de 1972 - Morre Leila Diniz

 

Wikipédia

 

Saiba mais:

 

Leila Diniz – Terra
Betty Faria beija a boca de Leila Diniz na praia, em foto feita há 50 ...
Leila Diniz, que queria ser uma explosão aos 100, faria 70 anos hoje ...
Biografia de Leila Diniz – AdoroCinema
O Martelo - A entrevista de Leila Diniz para o Pasquim.
Leila Diniz - Biografia - UOL Educação
toda mulher é meio leila diniz – Obvious
Nem santa nem vagabunda, Leila Diniz renasce em biografia ...

 

1972 - Desastre aéreo que vitimou atriz Leila Diniz

 

Enviado em 6 de set de 2009

 

Direitos Humanos, por Rômulo Bini Pereira*



O governo interino de Michel Temer enfrentará desafios em razão de uma das piores crises da história nacional, ocasionada por embaraços políticos, econômicos e sociais. Uma “herança maldita” oriunda dos governos petistas. Alguns de seus auxiliares – no afã de expressarem suas opiniões e ideias a respeito de sua missão e suas responsabilidades – se perderam em propostas e declarações consideradas politicamente incorretas.
Na área dos direitos humanos, a secretária nomeada, dra. Flávia Piovesan, recentemente obteve uma rápida presença na mídia. Tem um extenso e invejável currículo, livros publicados e um relacionamento internacional digno de nota.
Em programa transmitido pela Globo News (19/5/2016), apresentou temas que terão apreço e acompanhamento em sua gestão. Maioridade penal, direito de minorias, direitos da mulher, aborto, corrupção e outros temas importantes para a nossa sociedade. Deve-se reconhecer que a dra. Piovesan demonstrou inteligência e equilíbrio em sua exposição bem superiores aos de sua antecessora, a deputada Maria do Rosário, esta sempre com um posicionamento ideológico radical e uma visível incapacidade para atuar em debates que exigem equilíbrio e civilidade.
Essa diferença de intelecto e civilidade não impediu, entretanto, que seus programas de “lutas” fossem muito similares. Por sinal, as maiores críticas à nova secretária surgiram de seus atuais alunos, colegas de magistério e ativistas dos direitos humanos, que divulgaram uma carta aberta em que repudiavam sua nomeação e diziam que ela não deveria reconhecer a legitimidade do governo Temer.
Assim, a ilustre professora terá duas frentes de oposição, pois o tema é sensível e exigirá debates intensos e radicais, posições políticas e partidárias diversas, envolvendo até questões religiosas. Espera-se que ela ouça o povo brasileiro e que não se guie exclusivamente por padrões e dogmas de intelectuais nativos ou mesmo do Primeiro Mundo. Afinal, somos um país em que 60 mil pessoas são assassinadas anualmente e onde, em média, 2 mil outros crimes, tais como assaltos, sequestros e estupros, acontecem por dia. Uma nação onde os sagrados direitos de ir e vir e de propriedade são diariamente atingidos violentamente por organizações ditas sociais, muitas delas constituídas de anarquistas e baderneiros.
Contudo, não possuindo o intelecto para os temas que a professora apresentou, gostaria de expor o único que vivi intensamente como oficial do Exército e que ela chamou de “ditadura militar”, com destaque para a Guerrilha do Araguaia, a Lei da Anistia e a Comissão da Verdade. Um juízo que se contrapõe às opiniões da douta secretária.
A Lei da Anistia (28/8/1979) serviu claramente para pacificar e consolidar a democratização. Foi confirmada na Constituição de 1988 e em decisão plenária pelo STF em 2010. Sem a lei, os confrontos entre irmãos continuariam e o radicalismo crescente impediria qualquer ato de pacificação democrática. Causou, inclusive, espanto e preocupação a dra. Piovesan afirmar que o STF não é o mesmo de 2010 e que deverá haver revisão da citada lei. Uma verdadeira ofensa aos juízes daquela época. Esperamos que a doutora não se utilize de possíveis “embargos auriculares” com o objetivo de quaisquer revisionismos nesta sábia Lei da Anistia.
Quanto à Guerrilha do Araguaia, quando a dra. Piovesan ainda estava em tenra infância as Forças Armadas, em peso, foram voluntárias para combater no Araguaia. Na mais verdadeira acepção, sempre fomos soldados nacionalistas e democratas, e o Estado brasileiro estava ameaçado. É bom lembrar que não estávamos combatendo anjos e querubins, e muito menos “heróis” que defendiam a democracia. Nos dias atuais este perigo está latente, representado pelos “exércitos” de Lula, que preconizam abertamente a luta armada.
E sobre a Comissão da Verdade, seu “veredicto” feriu o princípio básico da Justiça: o contraditório. Tudo porque investigou apenas as violações dos agentes do Estado. Estabeleceu uma verdade unilateral, uma clara aberração jurídica que a desacreditou perante a opinião pública.
Recentemente, um fator novo se apresentou com a aprovação da Resolução sobre a Conjuntura pelo diretório central do Partido dos Trabalhadores (PT). Ficou claramente demonstrada a falácia de que defendiam uma “democracia”. Defendiam, sim, regimes como o cubano ou o albanês do PC do B, semelhantes aos bolivarianos do presente. Mentiram todos estes anos e, o pior, sabiam que a verdade era outra. Saber a verdade e mentir é atitude abjeta e denota falta de caráter.
Talvez a dra. Piovesan possa instituir uma Comissão da Verdade constituída, agora, de militares, para que ficassem claros os “currículos” de tantos codinomes, tais como Vanda, Jorge, Geraldo, Orlando e Valdir, e nomes de assassinos confessos, tais como Marighella e Lamarca. Assim, ficariam claros os crimes hediondos cometidos, como sequestros e justiçamentos que realizaram em nome de sua “democracia”.
As Forças Armadas são um exemplo de equilíbrio e de respeito aos preceitos constitucionais nestes anos da Nova República. Estão com seus olhos no porvir, e não em ações pretéritas que poderão vir a influenciar o atual projeto político.
No Império Romano, durante uma campanha em terras longínquas de Roma, um legionário, ao ser questionado por um centurião a respeito das sucessivas batalhas que enfrentavam, respondeu ironicamente: “Habemus saccum plenum!”. Uma referência à pesada mochila (saccus) e aos cruentos combates de que participavam. A expressão atravessou séculos e, em diversas culturas, deu origem ao popular “saco cheio”. Após quatro décadas da Lei da Anistia – que significa esquecimento –, o soldado brasileiro já está concordando com aquele legionário romano, pois está no limite da sua paciência em razão destas preconceituosas, revanchistas e constantes cobranças ideológicas.
*Rômulo Bini Pereira é general de Exército e foi chefe do estado-maior do Ministério da Defesa