Condições climáticas devem garantir abastecimento de energia em 2016, diz ONS

As condições hidrológicas e climáticas previstas para o ano que vem, com previsões de chuvas provocadas pelo fenômeno El Niño nas regiões Sul e Centro-Oeste, devem garantir o atendimento à demanda de energia do Brasil no próximo ano, disse o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. Segundo Chipp, a Usina de Itaipu e o Sistema Sul devem assegurar o abastecimento de energia no país em 2016.
Chipp informou que o excedente de energia de Itaipu será transferido para o Nordeste, pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), e não haverá problema nenhum no abastecimento. Além disso, a produção da hidrelétrica será fundamental para amenizar o estresse hídrico vivido pela bacia do São Francisco, na Região Nordeste.
Segundo o ONS, por causa das condições hidrológicas favoráveis, o reservatório de Itaipu está cheio, vertendo água desde o mês passado. “Itaipu foi o mais importante pivô do fornecimento de energia no Brasil e ainda bateu recorde sobre recorde diante da crise causada pela seca. Tanto é que usina, e mais a geração do Sistema Sul, foram quem sustentaram o atendimento do sistema nesses dois anos [2014 e 2015]”, disse Chipp.
Com 20 unidades geradoras e 14.000 megawatts (MW) de potência instalada, a Itaipu Binacional é responsável pelo abastecimento de cerca de 17% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 75% do Paraguai. Além de Itaipu, o Sistema Sul é composto por hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas, termelétricas, parques eólicos.


Paim recomenda fontes permanentes de financiamento para o Mais Educação

O senador Paulo Paim quer fontes permanentes para financiar o programa Mais EducaçãoMarcelo Camargo/Agência Brasil
O senador Paulo Paim (PT-RS) recomenda a adoção de fontes permanentes para financiar a educação em tempo integral nas escolas públicas brasileiras. Ele sugere que sejam destinados recursos das receitas do fundo social do pré-sal no Orçamento da União e que haja maior colaboração dos demais entes federados. A recomendação está em relatório que será apresentado hoje (8) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.
O relatório avalia o programa Mais Educação, instituído em 2007, como estratégia do Ministério da Educação (MEC) para ampliar a jornada escolar e a organização curricular na perspectiva da educação integral. As escolas das redes públicas de ensino estaduais, municipais e do Distrito Federal fazem a adesão ao programa e optam por desenvolver atividades em diversas áreas como educação ambiental; esporte e lazer, direitos humanos em educação e cultura e artes. Todas as escolas devem obrigatoriamente oferecer acompanhamento pedagógico.
Entre as recomendações, o relatório aponta a necessidade de "redimensionar a participação dos entes federados, pois está a cargo da União a maior parte do financiamento da implantação do programa, o que é, pela lógica interfederativa, inviável", diz o texto. "Muitos municípios ainda não participam com uma contrapartida, deixando a cargo da União todo o financiamento da implantação do programa em suas escolas", acrescenta.
O programa recebeu, até novembro de 2015, R$ 553,8 milhões, menor montante desde 2011, quando foram destinados R$ 528,8 milhões. A dotação orçamentária autorizada alcança R$ 630,5 milhões, valor inferior ao do ano passado, quando foi investido R$ 1,17 bilhão, e ao de 2013, com R$ 1,35 bilhão.
A redução nos repasses federais levou à suspensão do programa em algumas escolas. Em audiência pública para tratar do tema, que consta no relatório, o coordenador estadual do Comitê Territorial de Educação Integral do Estado de São Paulo, Anderson George de Assis, disse que aproximadamente 45% das escolas paulistas inscritas no programa tiveram suas atividades suspensas em 2015, em função da falta de repasse de recursos pelo governo federal, ou seja, 339.493 alunos foram dispensados das oficinas. Segundo Paim, é preciso assegurar outras fontes de financiamento com cronograma consistente, que permita às escolas trabalhar com segurança financeira.
No relatório, o senador reconhece que o programa é eficaz na “ampliação de repertório sociocultural de alunos, contribuindo para a redução das desigualdades", mas apresenta uma série de recomendações para aperfeiçoá-lo. Entre elas, está a recomendação de que a escola de tempo integral passe a ser o padrão oficial brasileiro. Para isso, o próprio modelo e a definição de escola integral devem ter melhor definição, para que o contraturno não se transforme em mero momento de “reforço escolar”, focado nas disciplinas tradicionais e na preparação para testes.
O relatório mostra também a falta de estudos específicos sobre o Mais Educação, relacionados ao rendimento dos estudantes, à realidade das escolas, ao nível de vulnerabilidade social dos alunos e do impacto do programa em seu desenvolvimento.
Ampliar a educação integral está em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), que estabele que em dez anos a educação em tempo integral seja ofertada em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, a 25% dos alunos da educação básica. Segundo dados do MEC que constam do relatório, apesar de 41,6% das escolas estarem no Programa Mais Educação, na prática apenas cerca de 12% dos estudantes brasileiros são atendidos.
O programa Mais Educação é uma das políticas públicas do governo federal que estão sendo avaliadas pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte este ano, assim como o Bolsa Atleta e o Programa Cultura Viva.



Maduro convoca militantes do chavismo para debater “revés" eleitoral


Da Agência Lusa
Nicolás Maduro
O presidente da Venezuela, Nicolás MaduroFabio Pozzebom/Agência
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou, nessa segunda-feira (7), os militantes do chavismo (seguidores do ex-presidente Hugo Chávez) para uma “grande jornada de debate” e de diálogo, com o objetivo de analisar o “revés” nas eleições parlamentares de domingo (6).
Em pronunciamento no Palácio de Miraflores, sede do governo, Maduro falou de um “debate integral, para fortalecer a revolução e procurar soluções para as questões do país”, um debate para “fazer mais revolução”.
O chefe de Estado venezuelano fez o apelo, em companhia dos ministros e ex-candidatos às eleições parlamentares. Ele disse que o debate não é para o chavismo se “autoflagelar”, como “quer a embaixada gringa [norte-americana] e o imperialismo”, mas para “reconstruir nova maioria revolucionária”. Acrescentou que será feita “uma grande jornada de debate, de consulta e de elaboração da estratégia de ação” face à nova etapa que começa na revolução bolivariana.
“Vocês não sabem a dor que levamos no coração depois deste revés eleitoral, de como a burguesia fez danos ao povo, não apenas economicamente, mas também confundindo importantes setores de nossa sociedade, de nosso amado povo, ao qual dirigimos uma mensagem: Nós somos vocês”, disse Maduro. Segundo ele, “não há tempo para tristezas”, mas para “lutar” e procurar a união entre os chavistas.
O presidente anunciou que já tem pronto um “primeiro cronograma de debate, consulta e ação” e que nas próximas quinta e sexta-feira haverá uma jornada especial de trabalho, de avaliação e planejamento dos delegados do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), no poder.
Na quarta-feira, haverá reunião especial com os secretários-gerais dos partidos que integram a aliança que apoia o governo, chamada Grande Polo Patriótico “para unificar critérios e identificar assuntos”.
Os resultados preliminares das eleições parlamentares de domingo indicam que a aliança da oposição Mesa da Unidade Democrática (MUD) obteve 99 deputados, enquanto o chavismo conquistou 46.
A MUD assegurou, nessa segunda-feira, ter conseguido 112 deputados na Assembleia Nacional, resultado com o qual alcançaria dois terços do Parlamento, e que o chavismo elegeu 51.
Esta é a primeira vez em 16 anos que a oposição na Venezuela tem maioria no Parlamento.



Rosiana Carvalho
Crianças com necessidades especiais não são estranhas. 
Elas só querem o que todo mundo mais quer - ser aceito !!!! 
Posso fazer um pedido? Compartilhe este post em honra a todas as crianças feitas de uma forma única . 
Elas são especiais porque além de únicas, são lindas.




País já tem mais de 20 milhões de acessos em 4G 


O número de acessos em banda larga móvel pela tecnologia 4G chegou a 20,4 milhões em todo o país, de acordo com o levantamento do mês de outubro da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Nos últimos 12 meses, a banda larga 4G cresceu 308%, com a ativação de 15 milhões de novos acessos.
No entanto, considerando os resultados em 3G e 4G, o número de acessos em banda larga móvel se manteve estável, com 200,5 milhões. Segundo a entidade, as redes de 3G já estão instaladas em 4.295 municípios, que concentram 94% da população e o 4G está em 359 municípios, que concentram mais da metade da população brasileira (52%).
Na banda larga total, considerando fixa e móvel, o número também se manteve estável, em 225,9 milhões, apresentando um crescimento de 26% desde outubro de 2014. Nesse período, foram ativados 47 milhões de novos acessos. Do número total de banda larga, 25,4 milhões são de banda larga fixa, segmento que apresentou crescimento de 6,7% no período de 12 meses.


Leia a íntegra da carta enviada pelo vice Michel Temer a Dilma

Ele lista episódios que demonstrariam 'desconfiança' da presidente com ele.
Assessoria do vice disse que ele se surpreendeu com divulgação da carta.


Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a "desconfiança" que o governo tem em relação a ele e ao PMDB.

A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada em "caráter pessoal" à chefe do Executivo e, nela, ele não "não propôs rompimento" com o governo ou entre partidos, mas defendeu a "reunificação do país".

Temer havia passado os últimos dias sem se pronunicar sobre o acolhimento pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de pedido de abertura de processo de impeachment. Nesta segunda-feira, ele participou de evento público em São Paulo, mas não se manifestou sobre o caso. Os PMDB, principal partido da base, está dividido em relação ao apoio ao processo de impeachement.
Num dos trechos da carta, Temer escreve que passou o primeiro mandato de Dilma como um "vice decorativo", que perdeu "todo protagonismo político" que teve no passado e que só era chamado "para resolver as votações do PMDB e as crises políticas". Depois, lista fatos envolvendo derrotas que sofreu com atos da presidente.

Na carta, ele cita inclusive o caso de Eliseu Padilha, ex-ministro da Aviação Civil que pediu demissão nesta segunda-feira após dias de especulação. Na coletiva de imprensa na qual explicou os motivos da saída do governo, Padilha mencionou, entre outros fatores, a indicação de um técnico para o comando da Agência Nacional de Aviação Civil, feita por ele e barrada pelo governo. Temer citou o caso na carta.
Leia abaixo a íntegra da carta obtida pela GloboNews:
São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.
Senhora Presidente,
"Verba volant, scripta manent" (As palavras voam, os escritos permanecem)
Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.
Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.
Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.
Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.
Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.
1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.
2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.
3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.
4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta "conspiração".
5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.
6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.
7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.
8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden - com quem construí boa amizade - sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da "espionagem" americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;
9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.
10. Até o programa "Uma Ponte para o Futuro", aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.
11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.
Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.
Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.
Respeitosamente,
\ L TEMER
A Sua Excelência a Senhora
Doutora DILMA ROUSSEFF
DO. Presidente da República do Brasil
Palácio do Planalto

Cunha adia eleição de integrantes da comissão do impeachment


A eleição da Comissão Especial que irá analisar o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff foi adiada para a sessão ordinária da Câmara de amanhã (8), que tem início às 14h. A decisão foi anunciada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em reunião com líderes da base governista e da oposição. A eleição da comissão estava prevista para às 18h de hoje (7).
Cunha disse que a votação nas chapas (com nomes dos candidatos a membros titulares e suplentes da comissão) será o primeiro item da pauta e deverá começar por volta das 17h. A comissão será composta por 65 deputados titulares e igual número de suplentes.
O prazo para a inscrição dos nomes que irão compor as chapas foi ampliado até as 14h de amanhã, quando começa a sessão. Inicialmente, a inscrição deveria ter encerrado às14h de hoje, mas foi prorrogada para as 18h em função da possibilidade de registro de uma chapa avulsa. 
Cunha informou, em entrevista à imprensa após a reunião com líderes, que com o surgimento da chapa avulsa, não haveria tempo hábil para atender a todos os requisitos da eleição. Além disso, o presidente informou que não há quórum nesta segunda-feira para eleição dos membros da comissão. Neste momento, há menos de 200 deputados na Casa. Para votação, são necessários, pelo menos, 257 presentes. 



Em carta a Dilma, Temer aponta desconfiança do governo quanto a ele e ao PMDB


O vice-presidente da República, Michel Temer, enviou carta à presidenta Dilma Rousseff em que aponta “fatos reveladores” da desconfiança que o governo possui em relação a ele e ao PMDB.
De acordo com a assessoria de imprensa da Vice-Presidência, a decisão de Temer de escrever a carta foi tomada após a presidenta informar, durante entrevista coletiva à imprensa, na manhã desta segunda-feira, que o procuraria para conversar ainda hoje (7).
No documento, entregue no fim da tarde no Palácio do Planalto, Temer não propôs rompimento entre partidos ou com o governo, de acordo com a assessoria da Vice-Presidência: “Ele rememorou fatos ocorridos nestes últimos cinco anos, mas somente sob a ótica do debate da confiança que deve permear a relação entre agentes públicos responsáveis pelo país”.
Por meio do Twitter, a assessoria de Temer informou que a carta foi enviada em “caráter pessoal” a Dilma, e que o vice-presidente se surpreendeu com a divulgação do texto, “em face da confidencialidade”. Ainda segundo os assessores, o vice exortou à reunificação do país, “como já o tem feito em pronunciamentos anteriores”.
Pela manhã, Dilma disse não ver motivos para desconfiar de Temer, “um milímetro”. O encontro entre os dois, previsto por ela, não deve mais ocorrer hoje. Temer desembarcou em Brasília pouco antes das 21h, após passar o fim de semana em São Paulo, e está reunido no Palácio do Jaburu com lideranças do PMDB como o  presidente da Fundação Ulysses Guimarães (FUG), Moreira Franco, entidade acadêmica ligada ao partido.
Até o momento, a secretaria de imprensa da Presidência não confirma o recebimento da carta pelo gabinete de Dilma. Ainda de acordo com a assessoria da Vice-Presidência, Temer manterá “a discussão pessoal privada no campo privado”.



Ciro Gomes assina filiação ao PDT


O ex-ministro Ciro Gomes assinou ontem, em Brasília, a filiação ao PDT. Em ato na sede do PDT nacional, em Brasília, representantes do partido fizeram menções sobre uma possível candidatura à Presidência em 2018. Ciro nega o anúncio com três anos de antecedência de que pode ser candidato em 2018 e diz que chega ao partido para preparar o caminho da militância. “Não entro no PDT para ser candidato.”


Fonte: Correio do Povo, página 4 de 17 de setembro de 2015.


Ciro e Cid irão ingressar no PDT

O ex-ministro Ciro Gomes e o ex-governador do Ceará Cid Gomes, além do grupo político ligado a eles, fecharam acordo de migração dos PROS para filiação ao PDT, que deixa de contar com o governador do Mato Grosso, Pedro Taques, agora no PSDB. A filiação dos irmãos Gomes ao PDT fortalece a hipótese de candidatura própria da sigla à Presidência em 2018.


Fonte: Correio do Povo, página 3 de 19 de agosto de 2015.

Marginais quebraram a perna da vítima durante assalto em Porto Alegre, por Lúcio Machado Borges*

Vagabundos quebraram a perna de uma pessoa que foi assaltada agora no bairro Jardim Leopoldina. Esta pessoa teve, inclusive, fratura exposta em sua perna. Depois quando a polícia "esquenta a chapa" destes marginais, tem gente que reclama da truculência e ainda chama de "polícia opressora". Tudo cupa da "mídia amiga" ou se preferirem, da "imprensa chapa-branca", que infelizmente contribuiu muito para a lavagem cerebral do povo brasileiro.

*Editor do site RS Notícias

Conheça a rede social que está conquistando empreendedores

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Empreendedores ouvidos por EXAME.com contam os benefícios que a rede social Meetup traz para eles e seus projetos.
EXAME.ABRIL.COM.BR|POR MARIANA FONSECA





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Veja os pontos que segundo Temer provam a desconfiança de Dilma em relação a ele e ao PMDB
EXAME.ABRIL.COM.BR








Na crise, cresce preocupação com educação financeira de crianças e jovens

RIO - A formiga trabalhou de forma disciplinada no verão para garantir comida nos dias de inverno. Já a cigarra levou a vida a cantar e, quando o frio chegou, não tinha o que comer. Em tempos de crise, a formiguinha virou exemplo de boa conduta em finanças pessoais. Com a queda na renda, a alta da inflação e o fantasma do desemprego, cresce o interesse das famílias em educar crianças e adolescentes para consumir, poupar e investir de forma consciente e sustentável. E, por ora, com parcimônia.

— A crise afeta uma geração que, até aqui, nunca passou por experiências como alta da inflação, troca de moeda ou outras que mexessem no orçamento familiar — explica Cláudia Forte, superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil). — É uma oportunidade para que a educação financeira seja tratada de forma séria.

SUPERVISÃO DOS PAIS É FUNDAMENTAL
Não existe uma cartilha única sobre como educar crianças para a boa gestão financeira. Especialistas apontam o momento em que os pequenos dominam operações básicas de matemática — somar e subtrair — como hora de começar a lidar com o dinheiro. Mas o aprendizado começa antes.

— Na educação financeira, o futuro começa quando a gente nasce. A estratégia passa tanto por incentivar a autonomia de crianças e jovens na tomada de decisão quanto a como gastar seu dinheiro — diz Cláudia.

O primeiro estágio da educação financeira, continua ela, tem elementos rotineiros ou lúdicos que mostram que o comportamento da criança no presente vai ter reflexos no futuro.

— Na fase em que a criança brinca de encaixar peças, pode ganhar um cofre. Ela vai aprender que pode juntar moedas, que pode abrir o cofre e perder essas moedas. Ou usá-las para comprar algo — explica o professor Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro.

Para o processo funcionar, afirmam especialistas, a participação dos pais é fundamental. Por volta dos 7 anos, tão logo consiga calcular o troco, a criança pode receber uma semanada:

— Ela começa a fazer pequenas compras, como lanches na escola. Depois dos 14 ou 15 anos, passa para a mesada, que deve funcionar realmente como um treinamento para a vida adulta, quando terá de administrar o uso de um salário de verdade — recomenda Calil.

O valor da mesada, alerta Gilberto Braga, professor de Finanças do IBMEC-RJ, deve ser definido e obedecido. E, se acabar, não pode ser reposto até o início do mês seguinte. Caso a criança gaste tudo, aprenderá que faltará dinheiro para outros gastos até o fim do mês:

— É uma ferramenta de ensino. Lidar com finanças é necessário para a vida.

Daniel Sousa, colega de Braga no IBMEC-RJ, lembra é preciso aprender que toda escolha tem consequências.

— É preciso aprender desde cedo que os recursos são escassos e finitos. A mesada deve estar sempre de acordo com o perfil financeiro de cada família. É um erro optar por aquela postura de dar tudo o que puder ou o que a criança quiser. Ela precisa aprender a fazer escolhas.

Os especialistas citam também o uso do cartão pré-pago, espécie de versão digital da mesada. Mas que deve ter monitoramento dos responsáveis.

A maior parte das lições em finanças para os pequenos vem de casa. As escolas, porém, já cuidam desse aprendizado em sala de aula.

— Entre os 12 e os 14 anos, os adolescentes devem aprender a ter organização e planejamento. O uso de uma planilha eletrônica ajuda a enxergar onde e como estão gastando dinheiro — conta Carlos Gaspar de Oliveira, professor de Finanças da Dínamis, em Botafogo.

O advogado Alexandre Malho, pai de Beatriz, de 5 anos, já conversa com a filha sobre a importância de poupar, ensinando que é necessário esforço para conquistar os objetivos:

— Faço ela juntar dinheiro no cofrinho dela até poder comprar o brinquedo. Quero que ela tenha essa conscientização de juntar dinheiro (para comprar algo) em vez de financiar, quando se paga juro. Quero que, mais à frente, ela aprenda a controlar o dinheiro e a ter economias — conta ele, que fez uma previdência privada para Beatriz quando ela nasceu.

O mercado está atento a estes pequenos poupadores. A Icatu Seguros, por exemplo, criou área especial no site para crianças com jogos on-line que ensinam os miúdos a poupar brincando.

SITE E HISTÓRIA EM QUADRINHOS

A criação da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), em 2010, colocou o aprendizado sobre como poupar, comprar e investir de forma consciente no centro das discussões. A AEF-Brasil, por exemplo, tem programas para a rede de ensino. Hoje, conta com 1.200 escolas no projeto, sendo 200 de ensino fundamental e outras mil de ensino médio.

— Estamos elaborando a proposta de inserção da educação financeira em todos os ciclos de ensino — diz Cláudia.

As grandes instituições do setor no país contam com programas específicos para crianças e jovens. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa), seguradoras e empresas mantêm programas de educação financeira com ações específicas para o público infantojuvenil.

— Em agosto de 2014, lançamos um curso de finanças pessoais, programa de ensino à distância, em parceria com a Veduca, plataforma on-line de ensino superior. No primeiro mês, tivemos 54,3 mil acessos. Até aqui, mais de 500 mil visualizações. Nos cursos presenciais, são 29 mil pessoas participando em um ano — diz Marita Bernhoeft, diretora de Comunicação, RH e Educação da BM&FBovespa.

A educação financeira para crianças e jovens será tema de seminário promovido pela Bovespa em parceria com a CVM nesta quarta-feira, no Rio.

A CVM mantém em seu site um portal infantil com histórias em quadrinhos. “Poupar é guardar uma parte do seu dinheiro para usar depois, no futuro, quando for necessário”, explica o personagem Seu Pereira à neta Lili.

— Sem poupança não há investimento. Com o ganho de renda da população dos últimos anos, e a nova classe média, milhares de brasileiros passaram a ter a oportunidade de se planejar, mas não necessariamente transformaram essa oportunidade em poupança — diz José Alexandre Vasco, Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da CVM.
Fonte: Extra - 07/12/2015 e Endividado




Foto de Super Tela.

6 pensamentos pobres que te impedem de ser rico

Pensamentos aparentemente inofensivos podem se revelar extremamente prejudiciais quando o objetivo é enriquecer
Crenças aparentemente inofensivas podem fazer toda a diferença quando o assunto é ganhar dinheiro. Saiba quais são elas
EXAME.ABRIL.COM.BR|POR MARÍLIA ALMEIDA

PRIMEIRAS LEITURAS
Este foi um dos tropeços no governo ontem no seu esforço para barrar o processo de impeachment. O outro foi a manobra de Eduardo Cunha de adiar a instalação da Comissão de Impeachment

Está no vermelho? Veja 5 passos para quitar suas dívidas

Uma pesquisa do aplicativo de controle financeiro GuiaBolso aponta que 35,5% dos usuários pagaram juros por uso do cheque especial. Embora o número seja menor do que o registrado em setembro, é 5% maior do que o visto em março, quando a pesquisa começou a ser feita.

Os juros do cheque especial são um dos mais altos do mercado, que chegam a 263,7% ao ano --o do crédito consignado, por exemplo, cobra 27,6% ao ano, segundo os dados do Banco Central de setembro. O único que consegue ter juros maior é o rotativo do cartão de crédito, que já ultrapassam os 414% anuais.

"Para quem está pendurado no cheque especial, o primeiro passo é trocar essa dívida por outra mais barata, ou seja, que cobre juros menores. Há diversas modalidades de crédito pessoal e todas são mais vantajosas do que o cheque especial", explica Thiago Alvarez, sócio fundador do GuiaBolso.

Depois de feito o pagamento da dívida cara, é hora de poupar aproximadamente 15% do salário para quitar o novo empréstimo.

Para que você não seja o próximo, confira cinco dicas do Guia Bolso para sair do vermelho:

1. Saiba para onde vai seu dinheiro

Identificar quais são os excessos é o primeiro passo. Separe quais são os gastos com cartões de crédito e débito e quais são os feitos em dinheiro e, então, organize todas as suas despesas em categorias – como supermercado, transporte, lazer, etc. Assim, fica mais fácil identificar quais são os gastos que não são essenciais e podem ser eliminados.

2. Trabalhe em um plano de ação

Após identificar o que você pode deixar de gastar, crie um planejamento que estabelece um limite de gastos para cada categoria – e, mais importante ainda, cumpra-os. Algo que pode ajudar é deixar os cartões de crédito de lado e não recorrer mais ao cheque especial ou rotativo. Dê sempre prioridade aos cartões de débito, pré-pago ou dinheiro.

3. Liste suas dívidas por prioridade

A prioridade deve ser estabelecida com base na taxa de juros, da maior para menor, e importância. Assim, as que tiverem juros mais altos e forem mais urgentes serão as primeiras quitadas.

4. Busque uma renda extra

Se mesmo reduzindo seus gastos e fazendo os passos acima você não consegue sair do vermelho, procure ter uma renda extra para ajudar na quitação de débitos mais rapidamente. Existem diversas maneiras de ter um dinheiro extra no orçamento, só depende de sua dedicação, tempo e força de vontade.

5. Mude seus hábitos de consumo

Quitar as dívidas antigas e continuar gastando na mesma proporção anterior – a que te levou a recorrer ao cheque especial – não é algo que vai livrá-lo dos juros. Um passo fundamental para não entrar mais no vermelho é a reeducação financeira.

A regra dos 50-15-35 é uma boa: seus gastos essenciais não devem ultrapassar 50% da sua renda; 15% do orçamento deve ser destinado a Prioridades Financeiras – investimentos e pagamento de dívidas; 35% devem ser usados para gastos como lazer, viagens, etc.
Fonte: Uol - 07/12/2015 e Endividado

"Nunca questionei por que isso está acontecendo comigo. Sempre coloco: por que não comigo?" Emoticon heart http://bit.ly/1QscP0s