Impostos pagos por brasileiros chegam a R$ 1,9 trilhão este ano



No ano passado, o valor foi registrado 6 dias depois.
ACSP estima que 2015 feche com recorde de mais de R$ 2 trilhões.


O valor pago pelos brasileiros neste ano em impostos alcançou R$ 1,9 trilhão neste domingo (6), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

No ano passado, o mesmo valor foi alcançado 6 dias depois – o que aponta aumento da carga tributária, que tem gerado mais custos a empresas e cidadãos, segundo a ACSP. Em 2014, o painel ultrapassou a marca de R$ 1,9 trilhão no dia 12 de dezembro.

“O Impostômetro está se aproximando de um recorde de R$ 2 trilhões, que representa a tributação sobre o bolso do cidadão brasileiro”, disse em nota Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo.

"Além de afetar a área política, a discussão do impeachment deve deixar em segundo plano todas as reformas e ajustes da economia de que o Brasil tanto precisa”.

A marca de R$ 1,9 trilhão equivale ao montante pago em impostos, taxas e contribuições no país desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios.

A previsão da ACSP é de que, no fim de 2015, o Impostômetro bata recorde e ultrapasse R$ 2 trilhões.
O Impostômetro completou uma década neste ano. O painel eletrônico que calcula a arrecadação em tempo real está instalado na sede da associação, na Rua Boa Vista, região central da capital paulista.
O objetivo da ferramenta é conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade.

Pelo portal www.impostometro.com.br, é possível descobrir o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado. Por exemplo, quantas cestas básicas é possível fornecer, quantos postos de saúde podem ser construídos. No portal também é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município brasileiro pagaram em tributos.
Fonte: G1 - 06/12/2015 e Endividado


Steven Seagal, de 63 anos, é mestre em Aikido e foi à Rússia no início deste ano dar uma “masterclass” na arte marcial japonesa Há negociações entre o gove
NOSSOPORTUGAL.PT



Economistas não previram desastre de 2015

por RAQUEL LANDIM


Faltam poucas semanas para o fim de 2015 e o ano termina com uma recessão profunda, que surpreendeu analistas. As projeções dos economistas estão sujeitas a erros, mas ninguém imaginava o desastre que estava por vir.

O boletim Focus, do Banco Central, mostra que, na primeira medição do ano, a média dos analistas esperava alta de 0,5% do PIB. Os mais pessimistas, queda de 1%.

O levantamento mais recente, fechado no dia 27, apontava para recuo de 3,19% do PIB. Mas, com o péssimo resultado da economia no terceiro trimestre, divulgado na terça (1º), as projeções já se aproximam de queda de 4%.

Para os economistas, a recessão está grave por causa da incapacidade do governo de arrumar as contas públicas e da forte crise política, que culminou na abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os dois fatores paralisaram a economia.

"O grande choque que tivemos foi a inoperância política. Sabíamos que a presidente tinha dificuldade política, mas não se imaginava que entrasse num clima de isolamento tão grande", afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

Um dos setores que mais sofrem com a retração é a indústria. A previsão inicial de alta de 1% na produção neste ano virou tombo de 7,5%.

A inflação, que no início do ano se imaginava que chegaria ao topo da meta, a 6,56%, deve fechar 2015 em 10,38%.

Segundo Thaís Zara, economista-chefe da Rosemberg & Associados, os preços da energia elétrica subiram mais do que o esperado, porque o represamento feito pelo governo no ano passado foi maior que o projetado.

"É a mesma situação da área fiscal. As pedaladas do governo foram muito maiores em todos os sentidos."

Para segurar os preços, o Banco Central subiu a taxa de juros. A Selic, que tinha previsão de fechar em 12,50%, está em 14,25%.

O câmbio foi outra imensa surpresa. No início do ano, as projeções indicavam dólar a
R$ 2,80. Hoje, apontam para R$ 3,95. No longo prazo, o câmbio desvalorizado estimula as exportações, mas, no curto prazo, reduz o consumo e eleva a inflação.

A fuga de capitais foi mais intensa por causa da perda do selo de bom pagador da agência Standard& Poor′s.

"O governo errou a política econômica de novo e perdemos o grau de investimento. Foi um desastre", diz Zeina Latif, economista-chefe da XP.

O único indicador que deve vir melhor que o esperado é o saldo da balança comercial, mas pelos motivos errados. Com a recessão, as importações caíram mais que as exportações, e o superavit deve chegar a US$ 15 bilhões, mais que os US$ 5 bilhões esperados inicialmente.

Para 2016, os analistas falam em queda do PIB de 2%. Mas a situação está imprevisível. Dependendo da instabilidade provocada pelo processo de impeachment, podem errar de novo. E para pior.
Fonte: Folha Online - 06/12/2015 e Endividado

Bancos demitem 5,8 mil no ano

Os bancos que operam no país fecharam 5.864 postos de trabalho nos primeiros sete meses do ano. Diz a Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), divulgada ontem pela Contraf-CUT. Itaú, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil foram os principais responsáveis pelo saldo negativo, eliminando 3.715 empregos. Já a Caixa cortou 2.180 postos


Fonte: Correio do Povo, página 4 de 26 de agosto de 2015.


Bancos voltam com longas filas


Após 21 dias de greve, os bancos públicos e privados retomaram ontem o atendimento de clientes em Porto Alegre. As agências das ruas Sete de Setembro e Andradas e da avenida Borges de Medeiros registraram longas filas. A movimentação também foi intensa na agência central do Banrisul, localizada na Praça da Alfândega.
Os bancários aceitaram proposta de aumento salarial de 10% e refeição. A compensação dos dias parados será feita até o dia 15 de setembro.

Fonte: Correio do Povo, página 8 de 28 de outubro de 2015.


Crise eleva casos de insônia e depressão entre executivos

por LUCAS VETTORAZZO


A crise econômica, que se agravou neste ano, aumentou os casos de problemas de saúde relacionados ao estresse, como depressão, insônia e ansiedade, entre executivos, gerentes e empresários.

Levantamento feito pela clínica Med-Rio Check Up, que realiza check-ups médicos em executivos e funcionários de alta gerência de grandes empresas do país, mostrou que houve elevação de 37,5% no número de pacientes com depressão no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado.



A clínica faz anualmente pesquisa com 5.000 pacientes, que pagam cerca de R$ 4.000 por uma bateria de exames laboratoriais e clínicos.

A pesquisa apontou mais ocorrências de casos de insônia (alta de 19%), ansiedade (60%) e estresse (27,7%).

O temor de perder o emprego e a dificuldade em resolver problemas de gestão fazem com que os funcionários estendam suas jornadas de trabalho e dediquem menos tempo à saúde.

O sócio-diretor de uma empresa de artigos infantis com 20 anos de mercado, no Rio, é um exemplo do quanto a crise pode fazer mal à saúde.

O empresário, que pediu que não fosse identificado, conta que desenvolveu depressão após ter de fechar 16 das suas 17 lojas em dois anos, por causa da crise.

Quando se viu inadimplente e na iminência de demitir seus últimos funcionários, teve uma crise nervosa, que evoluiu para depressão moderada. O empresário ganhou dez quilos e chegou a passar dias sem sair da cama.

"Não durmo direito há um ano. Meu casamento acabou, e a perspectiva da minha empresa é nenhuma", diz. Morador do Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro, ele tinha uma renda de R$ 20 mil. Hoje, os seus ganhos não superam R$ 5.000 mensais.

ESTRESSE

Psiquiatras ouvidos pela Folha explicam que, em momentos de crise, os problemas emocionais disparam.

"O estresse deixa a pessoa suscetível a enxaquecas, gastrites e até infartos. Mais comuns, porém, são casos de depressão, ansiedade e insônia", afirma o psiquiatra Antônio Nardi, do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Universidade Federal do Rio).

Segundo o coordenador dos ambulatórios do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Rodrigo Leite, estudos mostram que o uso de controladores de humor e antidepressivos disparou em países desenvolvidos durante a crise de 2008.

ANTIDEPRESSIVOS

Este ano, no Brasil, a venda ao varejo desses dois tipos de medicamento aumentou 11,6% no período de 12 meses encerrados em outubro deste ano, indica levantamento da consultoria IMS Health.

A empresária Simone Silva, 46, convive desde 2013 com uma depressão controlada por remédios, mas conta que passou a ter crises constantes recentemente.

Seu salão de beleza no centro do Rio teve queda de 40% no movimento nos últimos doze meses. Ela diz que chegou a passar três dias seguidos na cama.

"É difícil conviver com a possibilidade de ter de fechar as portas do meu negócio. E enfrento isso todo dia", diz.

Uma executiva de uma multinacional de logística, de 43 anos, conta que recorreu aos antidepressivos por não conseguir reverter o quadro ruim na empresa este ano.

Pesquisa da consultoria alemã GfK com 200 brasileiros indicou que as principais causas para o estresse são a exigência alta sobre si, a falta de sono e de tempo para fazer o que deseja, a quantidade insuficiente de dinheiro e a violência.
Fonte: Folha Online - 07/12/2015 e Endividado

Inadimplência já atinge 59 milhões e só deve cair em 2017


por CLAUDIA ROLLI



Com a recessão mais prolongada, a piora do desemprego e a contínua deterioração dos indicadores da economia, a inadimplência deve continuar em alta e só ceder a partir de 2017.

A tendência é apontada pela ANBC (Associação Nacional de Birôs de Créditos), entidade recém-criada e que reúne as maiores empresas desse segmento, e economistas de entidades do setor de crédito e financiamento.

São 59 milhões de consumidores (CPFs) impedidos de obter crédito até o fim de outubro deste ano, de acordo com estimativa da associação. Juntos, eles somam
R$ 255 bilhões em dívidas em atraso (30 a 60 dias) com bancos (financiamento de carros, imóveis etc.) ou contas de luz, água, telefonia, além de débitos com o varejo.

No final de agosto, eram 57,2 milhões de pessoas incluídas no cadastro de inadimplentes, com R$ 246 bilhões de dívidas.

O total de devedores em outubro foi projetado pela Serasa Experian, uma das empresas da ANBC. Ainda é uma estimativa porque desde setembro voltou a vigorar em São Paulo uma lei estadual que obriga o envio de carta registrada (AR, ou com aviso de recebimento) para o devedor, antes de incluir seu nome em cadastros de inadimplência (as listas sujas).

Como parte dos devedores se recusa a assinar a carta AR e parcela das empresas deixou de enviá-las (porque elas têm custo maior que as cartas simples), uma fração das dívidas não está sendo negativada (entrando no cadastro), segundo as empresas de proteção de crédito.

O assunto está sendo avaliado pela Justiça, após as empresas do segmento e a ANBC questionarem a lei, e deve ser julgado na quarta-feira (9).

DESCONTROLE

Luiz Rabi, economista-chefe da Serasa Experian, afirma que um dos fatores que vão manter a inadimplência em alta é o desemprego.

A perda do posto de trabalho é vista como a principal razão para o descontrole das dívidas, aponta pesquisa feita pela empresa com 8.288 consumidores. "Se a recessão estancar em 2016, as empresas ainda vão demorar para voltar a contratar. Na melhor das hipóteses, a inadimplência cede em 2017."

A taxa de desemprego subiu para 8,9% no terceiro trimestre deste ano, segundo dados do IBGE (Pnad contínua). No mesmo trimestre de 2014, foi de 6,8%.

Sinal da tendência de alta da inadimplência, diz Rabi, é que os cinco maiores bancos do país já aumentaram suas provisões para perdas com calotes (de pessoas físicas e jurídicas), segundo consta nos balanços divulgados.

Cálculo do economista mostra que o percentual de provisão passou para 5,8% no terceiro trimestre, ante 5,1% em igual período de 2014. Ou seja: de todo o crédito emprestado pelas cinco instituições, 5,8% serão perdidos.

No crédito consignado, a inadimplência teve alta de 10% na comparação de dezembro de 2014 com outubro deste ano, entre os trabalhadores do setor privado que recorreram a esse tipo de empréstimo, segundo dados mais recentes do Banco Central. Nesse mesmo período, o volume de crédito dessa carteira aumentou 0,9% (passou de R$ 19,2 bilhões para
R$ 19,3 bilhões em outubro).

O economista Flávio Calife, da Boa Vista SCPC, estima que a taxa de inadimplência chegue a 6,5% no fim de 2016, com inflação, desemprego e juros em alta. "Deve fechar neste ano a 5,9%. No próximo, deve continuar subindo de formal lenta e gradual." Em janeiro, estava em 5,3%.

Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, chama a atenção para o endividamento no setor de serviços. "Bancos e comércio conseguem de uma forma mais rápida ajustar o crédito à situação da economia. Na área de serviços, não é assim."

Outro fator que ela destaca é a menor contratação de temporários neste fim de ano, que eleva a tendência de alta da inadimplência por causa da ausência de renda extra.

No ano passado, por exemplo, a inadimplência recuou em dezembro 0,9% ante novembro.

"Neste ano, nove em cada dez empresários não vão contratar temporários no varejo e em serviços. Além disso, o 13º salário será mais ′magrinho′ porque muita gente perdeu o emprego e receberá valor menor. A inadimplência não deve cair no final do ano."

José Cláudio Securato, presidente do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo), também prevê alta da inadimplência. "Até as mudanças nas regras do seguro-desemprego devem contribuir para a alta. Mas muita gente vai deixar de acessá-lo com as novas regras."

Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi, diz que a inadimplência não deve crescer somente entre as pessoas físicas mas também entre as empresas.

"O fechamento de micro e pequena empresas tem sido enorme. Quem falava no país crescer 1% em 2016 já fala em queda de 3%. Sem investimento e com setores paralisados na economia, como óleo e gás, construção pesada, construção civil, as empresas estão em dificuldade para honrar compromissos."

FINANÇAS SOB CONTROLE
Veja dicas para renegociar suas dívidas

1) Faça as contas
Entenda seus ganhos líquidos e despesas fixas e variáveis e o quanto pode ser disponibilizado para quitar a dívida atrasada

Existe renda extra (bens ou bonificação salarial) que permita fazer uma proposta à vista para quitar a dívida?

2) Proposta
Negocie diretamente
com o credor, sem contratar intermediários, que cobram taxas adicionais pelo serviço

Se não estiver de acordo com a proposta do credor, faça uma contraproposta, considerando as contas feitas previamente. Não assuma um compromisso que não será cumprido

3) Pós-negociação
Evite assumir uma nova despesa com a qual você
não poderá arcar

Tenha certeza de que pode contar com dinheiro de terceiros ou com a venda de bens ainda não comercializados

Cumpra os novos prazos
de pagamento até o final
Fonte: Folha Online - 07/12/2015 e Endividado


Chiquinho Scarpa faz saldão de objetos e põe a casa à venda por R$ 80 milhões

por CHICO FELITTI e MARINA ESTARQUE


O número 9 da praça Nicolau Scarpa, no Jardim América, pode em breve deixar de ser habitado por pessoas com o mesmo sobrenome do logradouro: depois de fazer um saldão de móveis e bricabraques em esquema "família vende tudo", até o domingo passado, Chiquinho Scarpa já tem interessados em pagar R$ 80 milhões pela mansão.

A propriedade, com 8 salas, 24 vagas para carros, 4 dormitórios (sendo 3 deles suítes) e 10 banheiros, está à venda pela internet.

O anúncio mostra dezenas de fotos do local, piscina, campo de futebol e até do quarto do conde Scarpa, 64.

Procurado, ele confirmou o anúncio, mas disse que não comentaria a proposta. Imobiliárias travam uma disputa para ver quem consegue vender a casa e levar a comissão, de cerca de 10% do valor.

"Já tem um interessado. Não posso falar, mas afirmo que eu vou vender essa casa", diz Charles Hanry Calfat Salem, dono de uma corretora de luxo e filho de um dos melhores amigos de Chiquinho. O imóvel é onde Chiquinho fez a famosa ação de marketing do enterro do Bentley.

No ano passado, Chiquinho apareceu em um programa da TV francesa mostrando sua casa e anunciando que ela estaria à venda por US$ 100 milhões (à época, R$ 266 milhões). Procurado pela Folha, ele disse: "Não está à venda no mercado. É só se houver uma proposta".

Não houve. O valor baixou para um terço do inicial e a família começou a se desfazer dos pertences. O bazar ofereceu artigos como lençóis, uniforme de empregados, vasos e até uma TV, vendida por R$ 100. Toalhas saíram por R$ 5. "Comprei um jogo de lençóis de linho com as iniciais dele bordadas só para fazer foto para o Instagram", diz o publicitário Ricardo Marn, fã de Chiquinho.

Já itens de luxo da decoração, como um lustre de cristal, estão à venda há dois anos pelo antiquarista Luiz Mello.

"O objetivo era esvaziar a casa. Havia um quarto com 231 vasos", diz Chiquinho.

Ele diz que não sabe o valor arrecadado, porque o dinheiro foi para as irmãs, mas considera que deva ser entre R$ 200 mil e R$ 300 mil. "Ah, foi porcaria, pouca coisa."

SOBRENOME FALIDO

"Pooobre, pobre ele nunca vai ser", diz um empresário que frequenta a casa, "mas foram-se os tempos de conseguir manter um estilo de vida nababesco. Sobrenomes vão à falência." O avô de Chiquinho, que nomeia a praça, foi dono de diversos casarões na avenida Paulista e um dos maiores acionistas do Grupo Votorantim. Amigos do conde relatam que, dos imóveis, só restaram alguns andares do prédio que leva o nome da família, na Paulista, e a casa que agora está à venda.

O conde minimiza os boatos de que estaria mal das pernas. "Eu estou bem, obrigado. O que me preocupa é a situação do país", diz o economista por formação, que comemora nas redes sociais o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Após a venda, Chiquinho se mudaria para poucos quarteirões de distância. Iria morar no apartamento de 500 m² de Marlene Nicolau, 50, uma das donas da rede de escolas Microcamp -os dois estão noivos há mais de um ano.

Irmã de Chiquinho e coproprietária do imóvel, Renata McClelland Scarpa, 56, afirma desconhecer a venda da casa. "Por favor, coloque que não tenho nada a ver com isso. Nenhum de nós está sabendo nada disso."

Terceirizaram a liquidação de bens da família? "Sim, terceirizamos."
Fonte: Folha Online - 06/12/2015 e Endividado


Banco fecha e atrapalha cliente

Primeiro dia de paralisação recebeu adesão de 70% da categoria, diz o comando do SindBancários


O primeiro dia de greve nacional dos bancários prejudicou ontem o atendimento de clientes nas agências de Porto Alegre e da Região Metropolitana, onde a adesão superou os 70%, segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (SindBancários), Everton Gilmenis. A paralisação fez com que as pessoas procurassem o setor de autoatendimento, formando longas filas. A greve teve adesão em 20 estados e no Distrito Federal. A reivindicação dos bancários é de 16% de reajuste salarial, enquanto a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) oferece 5,5%.
Para marcar o início da paralisação, os bancários realizaram um ato público na Praça da Alfândega, no Centro. A categoria promoveu um “salsipão” para quem aderiu ao movimento.
Nas agências do Banco do Brasil, Santander e Banrisul na rua Sete de Setembro e da Caixa Econômica Federal localizada na Rua dos Andradas, formaram-se longas filas de clientes tentando pagar contas ou sacar dinheiro nos caixas eletrônicos.
As agências do Santander da avenida Borges de Medeiros, Itaú da Praça da Alfândega, Banrisul da avenida João Pessoa e Caixa da Praça da Alfândega ficaram fechadas. Na entrada dos prédios, funcionários informavam aos clientes sobre a paralisação da categoria.
A proposta patronal inclui além do reajuste (5,5%), vales e um abono de R$ 2,5 mil, não incorporado ao salário. Entretanto, entre outras reivindicações os bancários pedem reajuste salarial de 16%, o que significa reposição da inflação e mais 5,7% de aumento real. Conforme analisou Gimenis, 'a proposta da Fenaban é indecente e vai servir de combustível para a mobilização”. A categoria deverá realizar amanhã uma assembleia de avaliação do movimento no Clube do Comércio, na Praça da Alfândega, na Capital.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 7 de outubro de 2015.

Banco Mundial apoia projetos gaúchos


Um conjunto de editais voltados aos setores de inovação e desenvolvimento no valor de R$ 14 milhões, foi anunciado ontem no Palácio Piratini. Os recursos são do Banco Mundial (Bird) e destinados e apoiar projetos de parques e polos tecnológicos, incubadoras e indústria criativa.
Durante a cerimônia, foi formalizada a consolidação do Polo de Inovação Tecnológica Metropolitana Delta do Jacuí. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Blanco, afirmou que aposta no modelo de descentralização do desenvolvimento tecnológico do Estado. Serão destinados R$ 8 milhões para projetos dos parques tecnológicos. O RS Incubadoras foi contemplado com R$ 850 mil; a indústria criativa terá R$ 850 mil; polos tecnológicos R$ 5,335 mil. As entidades têm prazo de até 45 dias para se qualificar aos projetos.




Fonte: Correio do Povo, página 4 de 18 de setembro de 2015.


Professora renegocia dívida de R$ 1,1 milhão

por CLAUDIA ROLLI


Uma dívida de R$ 1,1 milhão levou a professora universitária Maria (o nome é fictício, a pedido da consumidora) ao núcleo de tratamento do superendividamento da Fundação Procon-SP.

Os superendividados são consumidores com prestações maiores do que o seu salário (comprometeram muito mais do que os 30% da renda, percentual recomendado pelos especialistas). Eles conseguem ajuda gratuita dos técnicos do órgão para renegociar débitos e colocar o orçamento em dia.

O pedido de ajuda de Maria foi feito em maio deste ano ao órgão após ver a dívida de cerca de R$ 300 mil saltar para o patamar de milhão.

Os gastos foram feitos desde 2013, logo após perder o marido, em 2012, ocasião em que montou um pequeno negócio de varejo alimentar.

Mas despesas extraordinárias começaram a entrar no orçamento da professora, com a doença de um familiar. "Foram demandas com internações, R$ 25 mil em medicamentos, muitos gastos", diz.

Com três fontes de renda garantidas, a professora afirma que era "fácil" conseguir aportes do gerente.

"Nunca deixei de pagar o banco em que tomei o empréstimo. Mas fiz uma coisa muito errada. Pegava dinheiro mais caro, com linhas para clientes especiais de alta renda, em troca de ganhar tempo para pagar ao banco. Mas eles nunca quiseram renegociar nada porque eu pagava em dia. Fazia empréstimos no crédito pessoal, no consignado, em tudo."

Após três meses de negociação com apoio do Procon, ela firmou um acordo. Sem revelar o valor, afirma que obteve prazo para pagar a conta em dez anos.
Fonte: Folha Online - 07/12/2015 e Endividado

Impeachment deve ser resolvido com celeridade


Em entrevista no Senado, nesta segunda-feira(7/12), o Líder da Oposição, senador Alvaro Dias, defendeu a consistência do processo de impeachment contra a presidente da República, e disse que o Congresso deve resolver com celeridade: “Nós já sabemos que a população brasileira que foi às ruas quer o impeachment. Não há motivos para prolongar essa discussão”, disse.‪#‎ADComunicação‬









Áustria retira barreiras de migrantes


Viena – O temor de que a pressão reprimida se traduza em violência por parte dos migrantes levou a Áustria a retirar as barreiras em um ponto lotado de pessoas querendo entrar no país. No entanto, qualquer alívio parece ser temporário – com milhares de refugiados em busca de proteção da guerra e do sofrimento.
A mudança veio um dia depois de alguns migrantes terem rompidos os obstáculos policiais na fronteira com a Eslovênia. Do outro lado, mais de mil pessoas estavam esperando para entrar na Áustria.


Fonte: Correio do Povo, página 8 de 23 de outubro de 2015.


Aumento de impostos: PSB ainda sem consenso

O PSB gaúcho, que detém três cadeiras na Assembleia Legislativa e integra a base de apoio do governador José Ivo Sartori (PMDB), ainda está longe do consenso a respeito do projeto que prevê o aumento de alíquotas de ICMS. Ontem, o vice-presidente da sigla no Estado, o deputado federal Heitor Schuch, participou da reunião de parte da bancada federal com o governador, na qual o Executivo tratou das propostas enviadas à Assembleia na quinta-feira. Schuch, contudo, saiu da reunião com a mesma posição que tinha ao entrar. “Estou redigindo um artigo orientando nossos companheiros a votarem contra o aumento do ICMS. A proposta é um paliativo, não resolve os problemas do Estado.”
A parte do PSB gaúcho que resiste em concordar com o aumento de impostos entende que a medida pode aumentar a sonegação. E prefere sugerir outras propostas para aumentar a arrecadação. Entre elas, planos para diminuir a sonegação e a evasão fiscal. O partido toma por base levantamentos de entidades ligadas à fiscalização de tributos que mostram dados alarmantes. Entre eles, o de que o contrabando de remédios, roupas, bebidas e cigarros vai movimentar R$ 500 bilhões este ano no país.
O PSB só vai “bater o martelo” a respeito de sua posição quanto ao aumento do ICMS em uma reunião do partido que ocorrerá no dia 31 de agosto. “Temos que ter cuidado para não bater o martelo nos dedos”, compara Schuch.


Fonte: Correio do Povo, página 3 de 22 de agosto de 2015.


Bancada gaúcha pede apoio para flagelados


Parlamentares da bancada gaúcha pediram providências emergenciais ao Ministério da Integração Nacional para os afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O ministro interino, Carlos Vieira, e o secretário nacional de Defesa Civil, Adriano Pereira Junior, garantiram aos senadores Lasier Martins e Ana Mélia Lemos que se o Estado apresentar, até amanhã, um plano de socorro para situações estruturantes nos municípios atingidos, o governo poderá atender.
Na reunião, que contou com a presença de sete deputados e dois senadores, houve a entrega de um relatório com dados parciais da situação emergencial do Estado em que constam 106 municípios. “Estamos vivendo uma situação jamais vista, uma emergência desesperadora. Alguma coisa tem que ser feita”, apelou Lasier. Carlos Vieira, que esteve no Rio Grande do Sul na última semana destacou que, inicialmente, o governo está adotando medidas emergenciais, como o envio de 16 mil kits de assistência humanitária.
Para Rio Pardo, onde houve duas mortes, Pereira Júnior garantiu o repasse de R$ 432,2 mil para compra de telhas. As obras devem ser executadas dentro de 180 dias. Outra preocupação envolve a R$ 115, bloqueada em razão de uma rachadura provocada pelas chuvas. A estrada é uma das ligações a Gramado, cidade turística que anualmente recebe milhões de visitantes. Por isso, ressaltou Vieira, é precisa agilizar a restauração do trecho bloqueado.
Já o deputado federal Carlos Gomes pediu atenção especial aos pescadores e às comunidades ribeirinhas. “O transbordamento dos rios posterga a possibilidade de reconstrução das casas. É preciso assistência emergencial e, paralelamente, calcular o montante necessário para reerguer o que o mau tempo derrubou”, defendeu.


Sábado de doações no súper


Atenta às necessidades da população atingida pelas fortes chuvas e enchentes nos últimos dias, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) pede que os supermercados se engajem em uma ação coletiva de socorro aos desabrigados. Em parceria com o Banco de Alimentos de Porto Alegre, a entidade deseja promover um grande “Sábado Solidário” no dia 24 de outubro.
A ideia, segundo o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, é que os supermercados sirvam como ponto de coleta dos donativos e doem mais 10% em produtos, além do que for arrecadado. “O objetivo é criar uma grande rede de compartilhamento de doações, sobretudo entre os supermercados da Região Metropolitana. Entendemos que cada região do Estado tem suas particularidades e problemas locais, mas entendemos aos demais municípios este convite”, pontua.
Após a arrecadação de alimentos, vestuário e produtos de limpeza, os supermercados deverão enviar os donativos ao Banco de Alimentos de Porto Alegre, que fará a distribuição dos mantimentos às famílias desabrigadas e atingidas pelas cheias, orientado pela Defesa Civil.


Fonte: Correio do Povo, página 14 de 22 de outubro de 2015.


Medo de dirigir
PRK: cirurgia refrativa ocular

Bancário decide manter a greve


São Paulo – Os bancários rejeitaram ontem uma proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste salarial de 7,5% e decidiram manter a greve. O aumento representaria uma parcela de 2,17%, quando descontada a inflação. Os bancários pedem reajuste salarial de 16% (reposição da inflação mais aumento rela de 5,6%), entre outros itens. A proposta inicial apresentada pelos bancos, rejeitada em assembleias da categoria, oferecia um reajuste salarial de 5,5%.
Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), as negociações devem ser retomadas na manhã de hoje, em São Paulo. A greve dos bancários, que entra hoje no 16º dia, fechou mais de 12 mil das 22.975 agências instaladas em todo o país.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 21 de outubro de 2015.


Bancários em greve a partir de terça-feira


Bancários de Porto Alegre e Região Metropolitana decidiram em assembleia geral, ontem à noite, no hotel embaixador, entrar em greve geral a partir de terça-feira. A paralisação atingirá bancos públicos e privados. A reivindicação salarial é de 16%, enquanto a oferta dos bancos é de 5,5%. Como a inflação dos últimos 12 meses, a contar de setembro, mês do dissídio da categoria, oscilou 9,88%, segundo o INPC, revela o SindBancários. No dia 5, a categoria fará assembleia no Clube do Comércio para organizar o movimento.



Fonte: Correio do Povo, página 4 de 1º de outubro de 2015.


Até aliados pressionam Cunha a deixar cargo

Peemedebista está cada vez mais isolado diante da acusação de que recebeu propina no Caso Petrobras

Líderes do PSDB, do Dem, do PPS, do Solidariedade e da Minoria na Câmara dos deputados pediram na tarde do sábado o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), do cargo. A decisão decorre, segundo a nota, das denúncias que pesam contra peemedebistas noticiadas na imprensa. Mais cedo, os deputados da oposição deram ultimato para que Cunha deixasse por conta própria o cargo. Mas ele avisou, em nota, que não fará isso. A situação contra ele se agravou nos últimos dias com documentos mostrando que ele e a sua mulher, Cláudia Cordeiro Cruz, usaram contas na Suíça para que supostamente receber recursos de propina.
Os líderes Carlos Sampaio, Arthur Maia, Fernando Bezerra Filho (PSB-PE), Mendonça Filho (DEM-PE), Rubens Bueno e Bruno Araújo, respectivamente do PSDB, Solidariedade, PSB, DEM, PPS e Minoria, entendem que ele deve afastar-se do cargo, até mesmo para que se possa exercer o direito constitucional à ampla defesa”, disse a nota.
Se o atual presidente da Câmara cair, no entanto, as dificuldades podem continuar. Segundo o levantamento feito pelo site do jornal El País, os deputados da mesa diretora que estão na linha sucessória de Cunha também enfrentam problemas: oito dos 11 integrantes respondem a processos no STF, na Justiça Eleitoral e do Trabalho ou têm condenações na Justiça.
Caso ocorra o afastamento do peemedebista da presidência da Casa, o 1º vice-presidente, Waldir Maranhão (PP), assume interinamente o cargo, com a missão de convocar novas eleições em cinco sessões, informa o El País. O parlamentar é um dos 32 deputados do PP investigados na Lava Jato e responde a dois outros processos no Supremo por lavagem de dinheiro.
O segundo na linha sucessão de Eduardo Cunha, caso Maranhão não possa assumir, é Fernando Giacobo (PR). Atualmente um inquérito contra ele por crimes contra a ordem tributária tramita no STF e ele já se livrou de outras ações penais que incluem crimes como sequestro e cárcere privado. Uma das acusações, pelo crime de falsidade ideológica e formação de quadrilha, prescreveu em 2011, o que motivou a absolvição. Em 2010, outro processo prescreveu sem que fosse julgado.


Fonte: Correio do Povo, página 3 de 12 de outubro de 2015.




Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo

Perdoar evita o estresse e economiza nossas energias


Assis Brasil: falta conservação de paradas

Usuários de ônibus reclamam da ação de vândalos, de coberturas danificadas e da sujeira


A manutenção nas paradas da avenida Assis Brasil preocupa os usuários de ônibus da zona Norte de Porto Alegre. A ação do tempo e de vândalos deixa as estruturas sem parte da cobertura, lixeiras furadas e pichações. O Terminal Triângulo é o mais danificado, sem telhado desde o temporal de dezembro e com elevadores desativados.
A designer Tatiele Trindade esperava o ônibus na proteção do se guarda-chuva no Triângulo. “Está cada vez pior e nunca vi manutenção. É a mesma coisa que não ter cobertura”, relatou ela, que frequenta o local há dois anos. A auxiliar de conservação Fabrícia Ferreira resistia aos pingos de chuva. “É sempre assim, fica tudo alagado.”
De acordo com a EPTC, um laudo técnico está sendo feito para avaliar se o temporal prejudicou também a estrutura do terminal, inaugurado em 2002. “A partir dessa análise será possível fazer um edital para contratação da empresa responsável pelos ajustes”, explicou o presidente Vanderlei Cappellari.
No decorrer da avenida, outras paradas têm problemas. Para Vanderlei da Silva, morador do bairro Cristo Redentor, o principal problema é a sujeira. “A lavagem ocorreu em março. O grande problema é o alto índice de vandalismo”, afirmou Cappellari. Anualmente, a empresa gasta R$ 1 milhão para repor objetos vandalizados, de uma verba de R$ 6 milhões.


Fonte: Correio do Povo, página 15 de 10 de outubro de 2015.


Atentados: violência cresce em Jerusalém


Jerusalém – A violência entre palestinos e israelenses alcançou um novo patamar nesta terça-feira com a morte de três israelenses em dois atentados em Jerusalém. Em um caso que relembra as Intifadas de 1987 e 2000, quando os transportes públicos eram os alvos privilegiados, dois palestinos abriram fogo em um ônibus de Jerusalém fazendo dois mortos.
Na Cisjordânia ocupada, os palestinos foram chamados “a um dia de cólera” e onde novos confrontos opuseram centenas de jovens armados com pedras e soldados israelenses em Bet El, perto de Ramallah, Qalandiya e Belém. Um palestino foi morto. Na Faixa de Gaza, cerca de mil jovens lançaram pedras e artefatos incendiários contra a passagem de Erez, espécie de fortaleza israelense que fecha o território palestino.
A violência que abala o território da Cisjordânia e cidade de Jerusalém há meses e que se amplificou com a morte de dois colonos na Cisjordânia em 1º de outubro já resultou na morte de sete israelenses e de quase 30 palestinos.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 14 de outubro de 2015.


Bancários: greve une 80% da categoria


Com mais de 80% de adesão, segundo o levantamento do SindBancários Porto Alegre, o terceiro dia de greve da categoria foi marcado ontem pela intensificação dos piquetes em frente às agências do Centro. À tarde, a categoria faz avaliação do movimento em reunião no Clube do Comércio. Conforme informou o presidente do SindiBancários, Everton Gimenis, 402 agências fecharam ontem na Região Metropolitana. No Rio Grande do Sul, apenas o autoatendimento funciona em 916 agências. No país havia 10 mil locais fechados, segundo a Contaf-CUT.
Na manhã de ontem, foi intenso o movimento de pagamento de contas, saques e retirada de talões de cheques no autoatendimento das agências das ruas Sete de Setembro, Andradas e ainda no Banrisul da Praça da Alfândega. Os bancários reivindicam aumento de 16% e o fim das demissões, além de se posicionarem contrários as terceirizações. Tramita no Senado o projeto de lei 30/15.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 9 de outubro de 2015.


Foto de GRÊMIO Foot-Ball.

Presidente se manifestou favorável à suspensão do recesso de fim de ano para que o Congresso…
POLITICA.ESTADAO.COM.BR

Entenda as principais causas e tratamentos para a microcefalia


Medo de dirigir
Entenda as principais causas e tratamentos para a microcefalia


Avós de Maio acham nova neta


Buenos Aires – O incansável trabalho das Avós da Praça de Maio continua rendendo frutos. A ONG argentina confirmou ontem a descoberta do neto número 117 (de um total de 500) – uma menina filha de presos políticos desaparecida durante a ditadura militar (1976-1983). Nascida num centro clandestino de torturas, ela foi entregue a uma família da província de Mendoza, onde vive até hoje.


Fonte:Correio do Povo, página 8 de 1º de setembro de 2015.

Azul estreia voo diário para Uruguaiana dia 27


A partir de 27 de outubro o município de Uruguaiana será atendido diariamente pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras. A aeronave a ser utilizada será um turboélice ATR 72-600, com 70 assentos. O voo partirá de Porto Alegre, de segunda a sexta-feira, ao meio-dia, com retorno às 14h.

Fonte: Correio do Povo, página 7 de 10 de outubro de 2015.


Baixa industrial


Segundo trimestre mostrou baixa mais acentuada da indústria, com retração de 9,1%.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 10 de setembro de 2015.


Balança: superávit atinge US$ 2,69 bi

Brasília – A balança comercial registrou superávit de 2,689 bilhões de dólares em agosto. A exportação somou 15,485 bilhões, enquanto a importação resultou em 12,796 bilhões. No acumulado do ano o superávit é de 7,297 bilhões de dólares, o que corresponde a 128, 347 bilhões em exportação e 212,05 bilhões em importação.
De acordo com os dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, na comparação com agosto do ano passado as vendas externas tiveram queda de 24,3% e as compras do Brasil no exterior recuaram 33,7%. No acumulado de 2015, no critério da média diária as vendas ao exterior recuaram 16,7% enquanto as importações mostraram retração de 21,3%. analistas estimam que o saldo da balança comercial em 2015 será de 8 bilhões de dólares.




Fonte: Correio do Povo, página 6 de 2 de setembro de 2015.


"Por que um cientista político precisa pertencer a uma corporação de ofício?"
Confira a resposta da ABCP ao blogueiro Reinaldo Azevedo a respeito das suas considerações sobre a nota emitida pela associação no dia 3 de dezembro.
Associação Brasileira de Ciência Política
CIENCIAPOLITICA.ORG.BR




Balança: superávit é de US$ 2,94 bi


Brasília – A balança comercial brasileira fechou o mês de setembro com superávit de 2,94bilhões de dólares, divulgou ontem o Ministério do Desenvolvimento. Foi o saldo mais forte para o mês desde 2011 (3,07bilhões). Essa melhora nos números do comércio exterior brasileiro se deve ao fato de as impostações caírem mais do que as exportações.
As vendas externas tiveram queda de 13,8% ante setembro de 2014, enquanto os gastos no exterior diminuíram 32,7%.



Fonte: Correio do Povo, página 6 de 2 de outubro de 2015.


Balança tem saldo de US$ 554 milhões


A balança comercial brasileira começou o mês no azul. As vendas externas superaram as importações, resultando em superávit de 554 milhões de dólares na primeira semana de setembro, informou ontem o Ministério do Desenvolvimento. Na parcial de 2015, até domingo, o saldo também é positivo em 7,85 bilhões de dólares, com exportações de 131,51 bilhões (queda de 16,5% sobre o mesmo período de 2014) e importações de 123,65 bilhões de dólares (queda de 21,7% ante igual período de 2014).





Fonte: Correio do Povo, 9 de setembro de 2015, página 9.


Ataque a ônibus na Vila Jardim em Porto Alegre


Um homem morreu, uma mulher foi presa e dois menores apreendidos em ação da Brigada Militar no fim da tarde de ontem na Vila Jardim, zona Leste de Porto Alegre. E, em represália, um ônibus da linha 429 – Protásio-Iguatemi foi incendiado às 22h, sem que ninguém ficasse ferido.
Lorran da Silva Rosa da Silva, de 40 anos, morreu no Hospital Cristo Redentor após ser baleado pela Brigada Militar ao resistir, armado, a a uma abordagem no bairro Vila Jardim. A vítima tinha antecedentes por homicídio e tráfico de entorpecentes. Com ele, os PMs apreenderam uma pistola calibre .40. Antes, PMs detiveram uma mulher e dois adolescentes, nas imediações durante patrulhamento no Beco da Paz. Com o trio, foram apreendidas duas pistolas, de calibres .40 e 9 mm, munição, 229 tabletes de maconha e dinheiro.
Mis tarde, dez homens encapuzados pararam um ônibus da linha 429 na Avenida dos Prazeres, tiraram os seis passageiros, o motorista e o cobrador do veículo para incendiá-lo. A VAP, do consórcio Unibus, recolheu os coletivos durante a noite.


Fonte: Correio do Povo, página 21 de 9 de outubro de 2015.


Medo de dirigir
Extração do siso: cirurgia dentária

Balanço de mortos em Meca chega a 1,2 mil


Dubai – Duas semanas após o pisoteamento ocorrido durante a peregrinação a Meca, o balanço de vítimas anunciado ontem chegava a 1.221 mortos, de acordo com números fornecidos por 28 países – muito mais que as 769 mortes oficialmente anunciadas pela Arábia Saudita. Segundo governos ou comissões nacionais do Hajj, centenas de peregrinos continuam desaparecidos desde o tumulto durante o ritual de apedrejamento simbólico de Satanás.

Fonte: Correio do Povo, página 13 de 9 de outubro de 2015.

Azul estreia voo diário para Uruguaiana dia 27


A partir de 27 de outubro o município de Uruguaiana será atendido diariamente pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras. A aeronave a ser utilizada será um turboélice ATR 72-600, com 70 assentos. O voo partirá de Porto Alegre, de segunda a sexta-feira, ao meio-dia, com retorno às 14h.

Fonte: Correio do Povo, página 7 de 10 de outubro de 2015.

Atentado do Estado Islâmico

29 pessoas ficaram feridas no Egito após um atentado do Estado Islâmico.

Fonte: Correio do Povo, página 12 de 21 de agosto de 2105.

Dengue e gripe: quais as diferenças e semelhanças?

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Aumento nos combustíveis: gasolina 6% e diesel 4%


A Petrobras anunciou ontem à noite que reajustará os preços da gasolina e do óleo diesel a partir de hoje. A gasolina terá um aumento nas refinarias de 6%, enquanto que o óleo diesel terá um reajuste de 4%. Os valores na bomba, para o consumidor, ainda não são conhecidos, mas é certo que o aumento terá impacto na inflação.
Ontem foi divulgado o IGP-M de setembro, que ficou em 0,95% em forte aceleração frente à taxa de 0,28% de agosto, segundo a Fundação Getulio Vargas. A taxa acumulada em 2015, até setembro, é de 6,34%. Com a disparada do câmbio, os preços dos dois combustíveis passaram a ficar mais elevados, apesar da forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional.




Fonte: Correio do Povo, capa da edição de 30 de setembro de 2015.

Avança a desaposentação


Brasília – O governo sofreu uma derrota importante ontem, na votação da medida provisória (MP) que trata da aposentadoria no Regime Geral da Previdência Social e que provocará impacto nas contas públicas. Ao apreciar um dos destaques à MP, o plenário acabou aprovando, por 174 votos a favor e 166 votos contra, emenda que permite a chamada “desaposentação”. A MP terá ainda que seguir à votação no plenário do Senado.
A emenda que prevê que o trabalhador que se aposentou, mas foi prejudicado pelo cálculo do fator previdenciário, se voltar a trabalhar e contribuir por pelo menos cinco anos, terá direito ao recálculo do valor de sua aposentadoria. Criado pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 2000, o fator previdenciário diminui o valor do benefício daqueles que deixam o trabalho antes dos 60 anos, no caso dos homens, e dos 55 anos, no caso das mulheres.
A desaposentação é alvo de mais de 130 mil ações na Justiça, e o Supremo Tribunal Federal (STF) já começou a julgar a questão. A emenda aprovada é de autoria do líder do PPS, Rubens Bueno (PR). O governo foi pego de surpresa com a aprovação da emenda. Na opinião de assessores do governo, além do quórum baixo, apenas 340 dos 513 deputados estavam em plenário, parte da base aliada foi infiel, apesar dos apelos da presidente Dilma Rousseff contra projetos que representem aumento de gastos. Dos 47 votos de peemedebistas, partido que deve ficar com sete ministérios na reforma feita por Dilma, 12 votaram contra o governo.
A Câmara também aprovou ontem o texto original da MP, que estabelece o fator 85/95, uma regra opcional ao fator previdenciário. Pelo fator 85/95, a aposentadoria se dá pela soma do tempo de contribuição com a idade – 85 para mulheres e 95 para homens. A MP original estabelecia o aumento anual do fator a 90/100 até 2022. O Congresso alongou esse prazo para 2026. Caberá ao trabalhador optar entre os dois fatores (previdenciário ou 85/95) na hora de se aposentar.
A MP é resultado da votação anterior do Congresso que criou uma alternativa mais generosa ao fator previdenciário. Dilma vetou o projeto e editou a MP após a negociação com sindicatos e entidades que representam os aposentados.



Fonte: Correio do Povo, página 4 de 1º de outubro de 2015.

Avanço da Web é tema de fórum


Será realizada hoje no Teatro do CIEE, em Porto Alegre, a 11ª edição do FIC – Fórum de Internet Corporativa 2015. O evento organizada pela Associação Brasileira dos Agentes Digitais (Abradi-RS), reúne empresas nacionais e internacionais que mostram como transformar dados em estratégias de marketing de sucesso.
O Fórum vai contar com palestrantes de empresas nacionais e internacionais, como IBM, Lojas Colombo, Arezzo, Wine Club, HubSpot, Locaweb e LG, que falarão sobre avanços de tecnologia e cases de sucesso. Mais informações pelo site www.internetcorporativa.com.br.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 8 de outubro de 2015.

Refluxo está relacionado a câncer de esôfago?