Mulheres padres pregam igualdade na Colômbia.
Mesmo
não reconhecidas pelo Vaticano, quatro colombianas foram ordenadas
sacerdotes por um grupo de origem católica. As chamadas ‘mulheres
padres’ exigem igualdade de gênero religioso e são as primeiras do sexo
feminino a exercer esse tipo de função na América Latina.
Crédito: AFP
O
"Aqui entre Nós" faz uma homenagem aos 50 anos de carreira do
jornalista Ricardo Setti. Com depoimentos de Augusto Nunes, Reinaldo
Azevedo, José Roberto Guzzo e familiares, o programa especial traça a
brilhante trajetória do colunista de TVEJA.
Pedido se refere a nove de suas empresas, segundo comunicado.
Grupo diz que dificuldades começaram com investigações na Petrobras.
Investigado por suposto envolvimento em corrupção pela operação Lava
Jato, da Polícia Federal, o Grupo OAS apresentou nesta terça-feira (31),
à Justiça de São Paulo, pedido de recuperação judicial de nove de suas empresas, segundo comunicado divulgado pela própria companhia.
O pedido inclui a Construtora OAS, OAS S.A., OAS Imóveis S.A., SPE
Gestão e Exploração de Arenas Multiuso, OAS Empreendimentos S.A., OAS
Infraestrutura S.A., OAS Investments Ltd., OAS Investments GmbH e OAS
Finance Ltd.
"A iniciativa foi o melhor caminho encontrado pelo Grupo para
renegociar suas dívidas com credores e fornecedores diante da intensa
restrição de crédito verificada desde o final do ano passado. A OAS
decidiu também que concentrará esforços naquilo que é sua principal
vocação, a construção pesada", diz o grupo em nota.
No comunicado, Diego Barreto, diretor de Desenvolvimento Corporativo da
Construtora OAS, afirma que a construtora entrou com pedido de
recuperação não por falta de liquidez, mas por questões técnicas, uma
vez que é garantidora dos financiamentos do grupo.
A empresa diz que suas dificuldades começaram em novembro, a partir das
investigações sobre corrupção na Petrobras, "o que resultou na
interrupção das linhas de crédito". "Ao mesmo tempo, clientes
suspenderam momentaneamente seus pagamentos e novas contratações. Como
consequência, as agências de rating rebaixaram a nota da OAS, o que
levou ao vencimento antecipado de suas dívidas".
Em janeiro, as agências de avaliação de risco Fitch, Standard & Poor′s e Moody′s reduziram a nota de crédito da empresa após o não-pagamento de juros de dívidas.
Com o agravamento de sua situação, a OAS decidiu, ao final de 2014, suspender
temporariamente o pagamento das dívidas que venceriam a partir de janeiro.
Venda de ativos
Junto com o pedido de recuperação judicial, a OAS também informou que
vai colocar à venda suas participações na Invepar (24,44% do negócio), a
fatia no Estaleiro Enseada (17,5%), na OAS Empreendimentos (80%), na
OAS Soluções Ambientais (100%), na OAS Óleo e Gás (61%) e na OAS Defesa
(100%), além da Arena Fonte Nova (50%) e da Arena das Dunas (100%).
Segundo a empresa, após o deferimento do pedido de recuperação pela
Justiça, o grupo terá 60 dias para apresentar o plano de reestruturação
das dívidas aos credores e fornecedores,
que terão mais 120 dias para discutir e aprovar a proposta.
"As dívidas contraídas até a data de hoje (31 de março) serão
congeladas e renegociadas. Todas as que forem feitas a partir do mês de
abril serão integralmente cumpridas. Pagamentos de salários e
benefícios de colaboradores não serão afetados pelo processo de
Recuperação Judicial. De forma direta ou indireta, são mais de 100 mil
colaboradores envolvidos", afirma o texto.
Envolvimento na Lava Jato
Quatro executivos da OAS foram presos por conta da Lava Jato: o
presidente da empresa, José Adelmário Pinheiro Filho; o vice-presidente
do Conselho de Administração Mateus Coutinho de Sá Oliveira; o diretor
Agenor Franklin Magalhães Medeiros e o funcionário José Ricardo
Nogueira Breghirolli.
Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal negou um pedido de liberdade apresentado pelos quatro executivos.
Galvão Engenharia
No dia 25 de março, outra empresa investigadas pela Lava Jato, a Galvão Engenharia, informou
que entrou com pedido de recuperação judicial. Segundo comunicado
divulgado pela empresa, a decisão é resultado de sua “atual condição
financeira”, “agravada pela inadimplência de alguns de seus principais
clientes, dentre eles a Petrobras. A companhia estatal não honrou
pagamentos de serviços adicionais executados, por ela solicitados e
atestados”.
Legatti: refinaria de US$ 2,4 bi não existe, o que existe é a refinaria de US$ 13,3 biMarcelo Camargo/Agência Brasil O
ex-gerente-geral da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, Glauco
Legatti, negou hoje (31) superfaturamento na obra do empreendimento.
“Não teve superfaturamento na obra”, disse Leggati, em depoimento na
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. “Não existe na
refinaria um serviço sem ter contrapartida.”
De acordo com
Legatti, mais de 90% dos contratos foram em reais e o projeto final foi
orçado em R$ 26 bilhões. Segundo ele, o valor de US$ 18 bilhões seria
resultado de uma contabilidade da variação da taxa de câmbio. “Ela foi
contratada por R$ 26 bi, em 2009, vim aqui [ao Congresso] e disse que a
refinaria custava próximo de 12 bilhões. Como é que a gente explica esse
negócio de US$ 13,3 que foi pra US$ 18,5 bilhões? A Petrobras converte
todos os seus investimentos para dólar, que na época era [cotado a] R$
2,438.”
Legatti
explicou que o total de US$ 2,4 bilhões, apontado como valor da Abreu e
Lima, referia-se a um projeto inicial e que a conta mais acertada do
custo da refinaria seria US$ 13,3 bilhões. “O primeiro projeto, de US$
2,4 bilhões foi feito em 2005, e foi só o projeto conceitual: 'quero uma
refinaria de 200 mil barris', e não se tinha mais nada [em termos de
projeto]. Esse primeiro número era para começar a fazer o projeto. No
segundo momento, ela [a Petrobras] faz um projeto e define as unidades."
Segundo
o ex-gerente da refinaria, a partir do aval da diretoria da empresa,
passa-se a produzir um projeto mais detalhado para a refinaria. “Nessa
segunda fase, o projeto vai para US$ 4,05 bilhões. Na Fase 3, a empresa
decide implantar de fato a refinaria. “A refinaria de US$ 2,4 bi não
existe, o que existe é a refinaria de US$ 13,3 bi.”
Legatti negou
ter tido conhecimento do esquema de cartelização investigado na Lava
Jato, afirmando que só tomou conhecimento das irregularidades quando
elas foram tornadas públicas com as investigações da operação. Sobre
irregularidades praticadas pelo ex-diretor de Serviços da estatal Renato
Duque e pelo ex-gerente Pedro Barusco, disse que não sabia. “Só temos
relacionamento profissional, nenhum pessoal”, afirmou Legatti a respeito
de Duque e Barusco.
Perguntado se tinha alguma relação com o
ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, Legatti
disse que o conhecia por ser contemporâneo de entrada na empresa, mas
que nunca trabalhou, nem teve contato com ele. “Nunca trabalhei com o
diretor Paulo Roberto Costa como subordinado ou em um grupo em que ele
tenha sido meu chefe nesse período. Eu trabalhava na área de engenharia e
ele, na de negócios”, afirmou Legatti. Ele negou também ter conhecido
ou ter se encontrado com o doleiro Alberto Youssef.
Youssef,
Barusco e Costa são delatores do esquema de desvio de recursos da
estatal perante a Justiça Federal e admitiram, em diversos depoimentos,
ter recebido propina de empresas contratadas pela Petrobras. Renato
Duque é acusado por eles de fazer o mesmo, mas nega qualquer
envolvimento.
Aos deputados, Legatti disse que desconhevce o
processo de cartelização denunciado pela Lava Jato e que todos os
projetos licitatórios ocorreram de forma transparente. “Nós não
contratamos nada fora da estimativa da Petrobras. O que se percebe é
que, dentro dos procedimentos da Petrobras, nós jamais desconfiamos
desse tipo de cartelização.”
Os empréstimos ao setor elétrico feitos em 2014 pelas distribuidoras de energia custarão ao consumidor R$ 37,4 bilhões.
Esse valor pode cair um pouco ainda, para R$ 34 bilhões, porque, para
conseguir a aprovação dos empréstimos com os bancos, o governo deu como
garantia R$ 3,4 bilhões.
Esse valor será pago pelo consumidor, mas devolvido posteriormente na forma de desconto sobre as tarifas.
Só com o pagamento dos juros da operação, a conta bilionária carrega R$ 12,8 bilhões.
Foram ao todo três operações de financiamento, somando R$ 21,176
bilhões. A primeira foi de R$ 11,2 bilhões, a segunda de R$ 6,578
bilhões e a última, que será paga nesta terça-feira (31), é de R$ 3,398
bilhões.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou os valores nesta terça durante sua reunião de diretoria.
Os valores serão pagos ao longo de quatro anos e meio e serão diluídos
na tarifa de energia na forma de aumentos anuais, no momento do reajuste
tarifário.
REPASSES
De acordo com estimativas da própria agência, os repasses devem representar um aumento médio anual na conta de luz de 6%.
Todos os reajustes ordinários feitos até o momento –que inclui todas as
cinco empresas do grupo CPFL, que atendem o interior paulista, além da
Energisa Borborema, do Paraná, e a Ampla, no Rio de Janeiro– serão
revistos.
Para essas empresas, o efeito da aprovação dos valores trará uma redução
na atual tarifa praticada. Isso ocorre porque a agência considerou nos
processos de reajuste um limite de dois anos para o pagamento dos
empréstimos, prazo original da operação. O governo, porém, alongou a
operação, como citado, para que seja paga em quatro anos e meio, o que
reduz o impacto anual.
A Aneel pretende rever as tarifas dessas empresas já na próxima terça-feira Fonte: Folha Online - 31/03/2015 e Endividado
(Globo, 01) Globo: Há muitos psicopatas no cotidiano?
RW: A psicopatia é um subgrupo da personalidade antissocial. Falta
empatia e não se consegue acessar a vulnerabilidade deles.
Estão em todos os lugares, e a ficção espelha isso.
“Babilônia”, atual novela das nove, está cheia de
psicopatas.