Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS - 13.3.2015

Concursos em diversos estados oferecem Salários de R$ 788,00 a R$ 8.344,64

Posted: 13 Mar 2015 02:44 AM PDT
Concurso 2015 - Confira abaixo alguns concursos em diversos estados que somam mais de 250 vagas. Campus Toledo da UTFPR abre vagas para Professores com mestrado e doutorado Vagas:  3 Nível: superior. Salários: R$ 5.736,27 e R$ 8.344,64. Inscrição: 12/03 e 15/04/2015 no site www.utfpr.edu.br. Prova: 24 de abril de 2015 Edital Prefeitura de Capinópolis - MG abre Processo Seletivo para
Posted: 13 Mar 2015 02:33 AM PDT
Concurso Detran MA 2015 - Estão abertas para todos aqueles que possuem formação de nível superior em qualquer área, as inscrições para o concurso Detran MA 2015. O Departamento Estadual de Trânsito do estado está com 70 vagas imediatas abertas para o cargo de Examinador de Trânsito, serão reservadas nove vagas para pessoas com necessidades especiais (PNEs). Cargo / Função / Profissão

Dilma defende ajuste para equilibrar contas e projeta crescimento no fim do ano

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (12), no Rio de Janeiro, que o crescimento econômico é uma “obsessão”. Ela voltou a reconhecer que o país passa por um momento de dificuldade e ressaltou que o ajuste fiscal é uma forma de melhorar as contas públicas, sem abrir mão de políticas sociais e de parcerias com o setor produtivo. Na estimativa da presidenta, com essas medidas o país voltará a crescer até o final deste ano.
 A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de entrega da primeira parte das obras de expansão do Porto do Rio de Janeiro(Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Dilma posa com operários na entrega da obras de expansão do Porto do Rio de Janeiro    Tânia Rêgo/Agência Brasil
Em discurso, na inauguração das obras de ampliação do terminal portuário do Rio, Dilma disse que o país esgotou todos os recursos para combater a crise econômica de 2009, sem repassar os custos, como o desemprego, para a população. Entre as medidas adotadas pelo governo, a presidenta destacou o crédito subsidiado e a desoneração fiscal, que evitaram a “redução violenta da taxa de crescimento”, como ocorreu em outros países.
“Trouxemos para as contas públicas os problemas que, de outra forma, recairiam sobre a sociedade, os trabalhadores”, afirmou Dilma, ao lembrar que, a partir de agora, outras medidas são necessárias. “Estamos fazendo o que todo mundo faz, quando se trata de algum problema em casa: reajustando nossas contas para prosseguir crescendo. Acreditamos que isso se dará nos próximos meses, chegando ao final do ano.”
 A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de entrega da primeira parte das obras de expansão do Porto do Rio de Janeiro(Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Presidenta  se  diz  confiante na volta do crescimento econômico ainda este ano Tânia Rêgo/Agência Brasil
Para alavancar investimentos, além do ajuste fiscal, Dilma falou sobre a necessidade de incentivar parcerias com o setor privado, “facilitando a viabilidade de investimentos”. Ela disse que já estão previstos 38 empreendimentos privados na área portuária, somando cerca de R$ 11 bilhões., e citou, como exemplo, a parceria para ampliação dos terminais do Rio.
“Uma das consequências mais importantes [desses investimentos] será o surgimento de um novo mapa logístico e a implantação de várias alternativas, racionalizando custos de transporte”, destacou,e prometeu também “um novo projeto de concessões” de aeroportos, hidrovias e rodovias, para resolver gargalos e reduzir o chamado custo Brasil.
Na saída do evento, Dilma confirmou ainda que adotará novas medidas de ajuste. Entre elas, a que prevê tributação escalonada de empresas que deixaram o Supersimples. “O empreendedor, em sua maioria, a empreendedora, está ali se esforçando para crescer. Sai do Supersimples e cai no lucro presumido [tributação], aí, tem um impacto imenso. Pensamos em construir uma rampa pela qual ele/ela possa crescer e incorporar o crescimento sem perder muito.”
Nas contas do governo, a maioria dos empregos no país é gerada por micros e pequenas empresas.

Agência Brasil

 

STJ abre inquérito para investigar governadores do Rio e do Acre

O ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), abriu hoje (12) inquérito para investigar os governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Acre, Tião Viana (PT).
O pedido de abertura de investigação foi enviado ao tribunal pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base em depoimentos de delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, investigado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Eles são citados por Costa, por terem recebido, segundo o ex-diretor, pagamentos oriundos do esquema de desvios de recursos da Petrobras.
Também vão ser investigados o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e Regis Fichtner, ex-secretário da Casa Civil do governo fluminense. Em depoimento de delação premiada prestado no ano passado, Costa disse que atuou para arrecadar doações de caixa 2 para a campanha de Sérgio Cabral, em 2010, entre as empreiteiras que participaram das obras Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em um total de R$ 30 milhões.
O ex-diretor disse que fez contatos com as empresas e pediu que elas fizessem doações. A questão foi decidida em uma reunião entre Costa, Sérgio Cabral, então candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão, vice-governador, e Fishner, "para tratar de contribuições" à campanha.
Paulo Roberto Costa declarou que os pagamentos foram feitos pelas empresas Skanka, Alusa e Techint, além das empreiteiras que participavam do Consórcio Compar, responsável pela obra, que tinha ainda a OAS, Odebrecht e UTC. Segundo o ex-diretor, as empresas do Compar pagaram R$ 15 milhões, e o restante foi dividido entre as demais citadas.
Sobre o governador do Acre, Tião Viana (PT), Costa afirmou que ele recebeu R$ 300 mil para a campanha ao governo do estado em 2010. Segundo o ex-diretor, o valor foi pago pelo doleiro Alberto Youssef.
Costa relatou ainda que o repasse está registrado em uma agenda apreendida na sua casa, pela Polícia Federal, durante as diligências da Operação Lava Jato. Segundo ele, o pagamento foi declarado como "0,3 Tvian". De acordo com o delator, o valor foi contabilizado na “cota do PP”.
Todos os citados negam envolvimento com Paulo Roberto Costa e que tenham recebido pagamentos irregulares.
O ministro Luis Felipe Salomão também autorizou várias diligências solicitadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Com a decisão, a Polícia Federal foi autorizada a coletar imagens do circuito interno de vigilância do Hotel Caesar Park, no Rio, onde a suposta reunião entre Sérgio Cabral e Pezão teria ocorrido. Também foi autorizado o depoimento de Cabral, Fichtner, além dos representantes de empreiteiras que teriam feito os repasses. As contas eleitorais referentes à campanha eleitoral de 2010 também serão investigados.
No caso de Tião Viana, o governador deverá se manifestar em 20 dias, por escrito. As contas eleitorais também serão analisadas em 90 dias. Em nota, Viana negou qualquer envolvimento com o desvio de recursos da Petrobras ou o recebimento de dinheiro ilícito para sua campanha ao governo do estado em 2010. Ele disse que recebeu uma doação legal da empresa Iesa, que foi aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral. Segundo ele, a empresa nunca teve qualquer relação comercial ou institucional com o governo.
“A despeito de citação da minha pessoa com a tal Operação Lava Jato, eis a minha posição: estou muito longe dessa podridão; essa podridão está muito longe de mim”, disse o governador. A nota de Viana foi lida no plenário da Câmara pelo deputado Leo de Brito (PT-AC).
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse que está à disposição da Justiça e quer ser ouvido para contestar a declaração do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. Por meio de nota, Pezão negou que o encontro relatado por Costa tenha ocorrido. “Essa conversa nunca existiu. A acusação é falsa. Meu sigilo bancário está à disposição, só tenho uma conta. Minha declaração de bens é pública e também está disponível”.
O governador informou ainda que respeita a decisão da PGR de pedir abertura de inquérito no STJ para investigar a citação do seu nome nas declarações do ex-diretor da Petrobras. Para Pezão, o depoimento de Paulo Roberto Costa é "estapafúrdio". Ele acredita que a investigação vai comprovar que a acusação é falsa. Pezão também disse que até agora não foi notificado oficialmente sobre a investigação e que não constituiu advogado.

Agência Brasil

 

"Não basta gritar 'Fora Dilma'. A frase certa é 'A culpa é do Lula'", diz Jabor

"Não basta gritar 'Fora Dilma'. A frase certa é 'A culpa é do Lula'", diz Jabor. http://glo.bo/1cGjalr

Em vídeo, Rui Falcão recomenda que petistas não baixem a cabeça

 
Em vídeo, Rui Falcão recomenda que petistas não baixem a cabeça http://folha.com/no1602132 #notícias #poder

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MPF pede prisão preventiva do juiz do caso Eike Batista

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) pediu a prisão preventiva do juiz federal Flávio Roberto de Souza, titular da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, responsável pelo caso Eike Batista. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do órgão. O processo está sob sigilo de Justiça.
O Tribunal Regional Federal (TRF) do Rio de Janeiro não se manifestou oficialmente sobre o pedido de prisão, por causa do sigilo do processo administrativo.
Flávio Roberto de Souza está sendo investigado pela Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região, por causa de atos relacionados aos processos criminais que envolvem o empresário Eike Batista e outras ações judiciais.
O juiz foi flagrado dirigindo um dos carros apreendidos do empresário e também havia determinado que um piano de Eike ficasse sob a guarda de um vizinho seu. No último dia 26, a corregedora Nacional de Justiça, Nancy Andrighi, determinou o afastamento de Flávio Roberto de Souza de todos os processos que envolvam o empresário Eike Batista.
No dia 3 de março, o Tribunal Regional Federal da 2º Região declarou suspeição do juiz para o julgamento dos processos relativos a Eike. No dia 5, ele foi afastado do cargo. Para o relator do processo, desembargador federal Messod Azulay, Flávio Roberto de Souza violou o Artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional e feriu o princípio da imparcialidade do juiz.

Agência Brasil

Síria: 2014 foi o pior ano da guerra civil, informam agências humanitárias


Campo de Zaatari, na Jordânia, que abriga mais de 80 mil refugiados sírios
Campo de Zaatari (Jordânia) abriga mais de 80 mil refugiados sírios  Pablo Tosco/Oxfam-Todos Direitos Reservados
Em um relatório divulgado hoje (12), 20 agências humanitárias apresentaram levantamento que mostra 2014 como um ano difícil no conflito da Síria. O relatório Fracasso na Síria diz que a Organização das Nações Unidas (ONU) falhou na tentativa de aliviar o sofrimento dos civis no país.
“Houve mais mortes, mais bombardeios, mais pessoas foram desabrigadas; houve um aumento considerável no número de pessoas que precisam de ajuda humanitária”, disse Daniel Gorevan, assessor político da organização não governamental (ONG) britânica Oxfam.
Em fevereiro de 2014, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 2.139, que determinou que todas as partes envolvidas na guerra civil autorizassem, de imediato, o acesso da ajuda humanitária ao país. O documento pediu também o fim dos ataques a civis, incluindo o uso indiscriminado de armas em áreas urbanas, prisões arbitrárias, tortura e sequestros.
Em julho e dezembro do mesmo ano, outras duas resoluções foram aprovadas pelo conselho, a 2.165 e a 2.191, permitindo que equipes de apoio das Nações Unidas e de entidades parceiras entrassem na Síria por países vizinhos sem ter que pedir autorização ao governo local.
Para as agências humanitárias, as resoluções foram ignoradas não só pelas partes envolvidas no conflito, mas pelos próprios membros do Conselho de Segurança, que não se esforçaram para que fossem efetivamente implementadas. “Os documentos não geraram o efeito esperado na proteção de civis, no acesso humanitário à região, na ampliação das contribuições internacionais e na garantia de soluções políticas para o conflito”, diz o relatório.
Cerca de 220 mil pessoas foram mortas durante os quatro anos de guerra civil na Síria, 76 mil só no ano passado. Os recursos para o financiamento da ajuda humanitária caíram de 2013 para 2014: de 71% para 57% do total necessário para apoiar civis e refugiados em países vizinhos.
O relatório mostra que as necessidades humanitárias cresceram 30% em 2014, em comparação com o ano anterior. Mais de 11,6 milhões de pessoas necessitam urgentemente de água potável e cerca de 10 milhões não têm comida suficiente para sobreviver. Cerca de 4,8 milhões de pessoas estão vivendo em áreas inacessíveis, 2,3 milhões a mais do que em 2013. Aproximadamente 5,6 milhões de crianças precisam de ajuda, 31% mais do que há dois anos.
Apenas cinco das 34 barreiras de acesso existentes na região estão abertas para comboios humanitários, informaram as agências. No ano passado, 1,1 milhão de pessoas receberam ajuda dos comboios que chegaram a Damasco, capital síria, uma queda considerável em relação aos 2,9 milhões de civis alcançados pelas equipes humanitárias no ano anterior.
“Crianças estão perdendo a educação, pois não conseguimos alcançá-las. Muitas escolas foram destruídas e parentes não querem enviar as crianças às aulas por medo de que as escolas sejam atacadas”, disse o diretor da ONG Save the Children, Roger Hearn. “Enquanto heróis humanitários arriscam sua vida para oferecer ajuda essencial e serviços básicos, milhões de sírios continuam inacessíveis, não só por causa da guerra e da piora da situação, mas também por causa da falta de financiamento e das barreiras burocráticas.”
As agências humanitárias pediram uma ação concreta das potências internacionais para garantir o fim das violações aos direitos humanos, a retomada das conversações de paz e o fim do suprimento de armas às partes envolvidas no conflito.
“Está claro que muito mais pode ser feito pelos membros do Conselho de Segurança e seus aliados, para garantir que as resoluções não continuem a ser apenas palavras num pedaço de papel”, disse Daniel Gorevan.

Agência Brasil