Empresas do Ibovespa não têm mulheres no comando

Sem Graça Foster na Petrobrás e Dilma Pena na Sabesp, todas as companhias do principal índice da Bolsa brasileira passaram a ser lideradas por homens (via Economia Estadão)

Empresas do Ibovespa não têm mulheres no comando

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10 aplicativos que te ajudam a manter a dieta e emagrecer

zhora.co|Por Revista Donna

 

Florianópolis cria ‘Samu’ para socorrer animais acidentados

Com informações do G1 e Folha de São Paulo Santa Catarina sempre parte na frente quando o assunto é proteger animais indefesos. Depois da cidade de...

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Caixa Econômica dá uma ajuda para Eike Batista pagar sua dívida bilionária

Segundo a coluna de Lauro Jardim, da Veja, o banco entrou sem necessidade no caso da dívida da OSX e deixará o empresário pagar em quarenta anos

infomoney.com.br|Por Rodrigo Tolotti Umpieres

 

José Fortunati

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A torcida mista deu um espetáculo fora de campo e mostrou que sim, é possível ter rivalidade e conviver juntos.

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Estadao

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E se o banheiro público fosse limpo de forma automática, você o usaria sem receios? oesta.do/1AQP6zO pic.twitter.com/b4COX9Ljoi

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Leonardo DiCaprio viverá 24 personagens em um mesmo filme

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Alô, EPTC, tem gato no TRI? http://wp.me/pl9z0-fX1

Alô, EPTC, tem gato no TRI?

Boa tarde Juremir, O que vou te relatar pode implicar numa investigação da EPTC ou no mínimo do sistema informatizado implantado por eles e a Prefeitura de Porto Alegre. Você provavelmente tem os dados corretos sobre a data em que foi implantado o sistema de débito nos cartões TRI da EPTC, por isso não vou me ater a estas informações que certamente são essenciais.

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Receita de Torta de liquidificador facil - Show de Receitas

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Pesquisa: fazer sexo com amigo fortalece a amizade

 
O cinema já discutiu o tema algumas vezes: é possível fazer sexo com um(a) amigo(a) e manter o vínculo de amizade? Para Heidi Reeder (foto ao...
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Homem dá golpe de jiu-jítsu, mata ladrão e vai responder por homicídio em SP

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Governo Dilma Rousseff quer mudar cálculo para concessão de aposentadoria - Informação Já

Governo Dilma Rousseff quer mudar cálculo para concessão de aposentadoria.....Saiba mais.

informacaoja.com.br

 

"Desse tipo ! :) kkkkkk"

 

Confira a lista atualizada dos trechos onde há manifestações

Caminhoneiros protestam em 44 pontos no RS

zhora.co

 

#‎PesquisaComProfessores‬: pesquisa realizada pela Fundação Lemann e Instituto Paulo Montenegro/Ibope, traz os principais temas que, na opinião dos professores do EF, dificultam o trabalho em sala de aula, entre eles, a indisciplina. Confira na matéria do Fantástico (TV Globo): http://glo.bo/1E84AR5. Em sua coluna de hoje no jornal O Globo, Antônio Gois traz informações sobre estudo que aborda possíveis soluções para a indisciplina. Confira: http://goo.gl/fYBujA . Os destaques da pesquisa podem ser encontrados aqui: http://goo.gl/YgzxUm

Campeão de indisciplina

Entre 33 países, o Brasil é, disparado, onde os professores mais relatam a presença de alunos com problemas de comportamento

oglobo.globo.com

 

 

Eike vai pagar R$ 1 bilhão parcelado em 40 anos.

Caixa Econômica dá uma ajuda para Eike Batista pagar sua dívida bilionária

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infomoney.com.br|Por Rodrigo Tolotti Umpieres

 

O que vocês acham da ideia?

Vereador propõe proibição de selfies em locais públicos

zhora.co

 

Você acredita na possibilidade de Dilma Rousseff não terminar seu mandato?

Veja 5 razões pelas quais impeachment de Dilma é improvável

Falta de interesse da oposição e de provas de envolvimento no escândalo da Petrobras são alguns dos motivos apontados pelos especialistas

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Tudo que é de bandido odeia mortalmente essa Revista Veja.
Se eles pudessem já tinham fechado essa Revista. Como fizeram com a mídia na Argentina, Venezuela e Bolívia.

As novas denúncias de VEJA – O Ministro da Justiça no fundo do poço

Por Diário da Corte Oficial**: Como diria Barão de Itararé: “Não há nada tão ruim que não possa piorar”. A revista VEJA traz, hoje, mais um escândalo: o Ministro...

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Desoneração menor da folha de pagamento pode gerar desemprego, diz Fiesp

por MARIANA BARBOSA

Para o presidente da Fiesp (Federação das Indústria do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, a Medida Provisória 669, publicada nesta sexta-feira (27) e que eleva as alíquotas de contribuição para a Previdência das empresas poderá gerar perda de empregos.
"Se a desoneração lá atrás gerou emprego, agora corre-se o risco de perdermos empregos", disse ele. Para o presidente da Fiesp, a medida é um retrocesso por representa aumento de imposto e de custo para as empresas, contribuindo para diminuir "ainda mais a competitividade da indústria".
Para a Fiesp, a nova MP acaba, na prática, com os ganhos da desoneração da folha de pagamento, instituído pelo governo a partir de 2011 como o intuito de preservar empregos.
"Quando o governo fez a desoneração, não era para ter esse tributo sobre a receita bruta. Fomos contra pois sabíamos que correríamos o risco de ver essa alíquota subir, e foi o que aconteceu", disse Skaf. "É lamentável que o ajuste não seja feito com base na redução de despesa mas sim no aumenta da receita por meio de mais impostos."
Pelas novas regras, as empresas que com a desoneração passaram a recolher 1% sobre a receita bruta deverão agora agora recolher 2,5%. E os setores que tinham alíquota de 2% pagarão 4,5%. No entanto, as empresas agora têm a opção de recolher pelas novas alíquotas voltar ao sistema anterior -com a alíquota de 20% sobre a folha de salários.
Skaf acredita que muitas industrias deverão voltar para o sistema antigo, anulando os efeitos da desoneração. "Sem dúvida, aquelas que não são mão de obra muito intensiva, voltarão ao sistema antigo."
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) vê a medida "com muita preocupação" e diz que ela poderá acelerar o processo de redução do emprego. "A gente reconhece que o governo tem que fazer o ajuste fiscal, mas se ele quer evitar os efeitos negativos, é preciso andar na agenda da competitividade", afirma Renato da Fonseca, gerente de pesquisa e competitividade da CNI.
Na sua avaliação, a medida terá "aumento significativo para a indústria, justamente em um momento em que as margens já estão baixas. "Vai aumentar a dificuldade de manutenção da produção e do emprego."
Ele ressalta ainda o fato de que mudanças nas regras adicionam ainda mais incertezas num momento em que a confiança do empresariado já está em baixa. "A desoneração começou como provisória e faz seis meses o governo anunciou como permanente. E agora, na prática, acabou, não tem mais desoneração." Assim como a Fiesp, a CNI acredita que muitas indústria vão voltar ao modelo anterior, de contribuição de 20% sobre a folha de pagamentos.
Para a CNI, o governo poderia contribuir para aumentar a competitividade da indústria com medidas que não afetem os gastos públicos. "É possível fazer ajuste fiscal e ao mesmo tempo caminhar na agenda da competitividade, reduzindo burocracias e realizando mais concessões de infra-estrutura."
OPÇÃO
Para o assessor econômico da FecomercioSP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), Noboru Takarabe, a MP tem uma única vantagem: que é permitir que o empresário possa optar pelo pagamento da contribuição previdenciária sobre a folha de salário ou sobre receita bruta. "O negativo é esse aumento brutal de 150% na alíquota. Mas é importante ter essa opção de escolha. Quando o governo fez a desoneração, ela foi ruim para empresas com maior produtividade e menos intensivas de mão de obra."
Ele espera que o Congresso mantenha a redação do texto da MP e não retire essa opção. "Sempre pode voltar ao que era antes. Mas espero que mantenham a opção."

CONSTRUÇÃO CIVIL

Para Rosilene Santos, advogada do Sinduscon-SP (sindicato da construção), uma das maiores vantagens para o setor é que a MP prevê que a empresa opte pela desoneração em folha para cada obra, o que aumenta as opções das empresas. "Elas podem simular essas várias situações e optar pelo que for mais vantajoso."
O advogado tributarista Thiago Brasileiro lembra que a desoneração anterior também foi pensada como um estímulo para a formalização do emprego. "O aumento do tributo impacta no interesse das empresas em contratar funcionários e isso se dá em um momento delicado para o setor de construção."
Segundo o Sinduscon, apenas 8% das empresas do setor não trabalham com terceirizados.
Fonte: Folha Online - 27/02/2015 e Endividado

Levy diz que desoneração da folha era ′grosseira′ e não protegeu emprego

por EDUARDO CUCOLO e GUSTAVO PATU

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta sexta-feira (27) que a desoneração da folha de pagamento, que está sendo revista pelo governo, não tem criado nem protegido empregos.
"Você aplicou um negócio que era muito grosseiro. Essa brincadeira nos custa R$ 25 bilhões por ano, e estudos mostram que ela não tem criado nem protegido empregos", afirmou.
Segundo Levy, o governo tem gasto cerca de R$ 100 mil para manter cada emprego nesses setores, o que "não vale a pena."
"É por isso que a gente está reduzindo, pela relativa ineficiência dela. Ela não tem alcançado os objetivos para que foi desenhada. É saber ajustar quando uma coisa não está dando resultado. A intenção era boa, a execução foi a melhor possível, mas temos que pegar as coisas que são menos eficiente e reduzir.
A desoneração custa hoje R$ 25 bilhões por ano. Com as novas regras, que começam a valer em 1º de junho, haverá uma economia de R$ 5,35 bilhões neste ano e de R$ 13 bilhões por ano a partir de 2016.
Hoje, a troca da tributação sobre a folha de pagamento pela cobrança sobre o faturamento é obrigatória para todas as empresas dos setores beneficiados. Agora, será opcional. O governo estima que 37 mil empresas estavam no sistema apenas por obrigação e que elas voltarão à sistemática normal.
Com isso, segundo o ministro, o número de empregos que potencialmente continuarão a se beneficiar dessa desoneração permanece "muito significativo".
O governo também anunciou que fixou em 1% a alíquota do programa de incentivo à exportação Reintegra. A lei permite elevar o percentual para até 3%, o que geraria impacto de R$ 6 bilhões neste ano. Com a alíquota menor, a desoneração cai para R$ 4,2 bilhões (uma economia de R$ 1,8 bilhão).
Fonte: Folha Online - 27/02/2015 e Endividado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Governo reduz benefício fiscal sobre a folha de pagamento; veja por setores

Após determinar limites de gastos para cada ministério com custeio e investimento até abril, o governo Dilma Rousseff publicou nesta sexta-feira (27) medida provisória reduzindo o benefício fiscal da desoneração da folha de pagamento, conforme antecipou a Folha.
Com a medida provisória desta sexta, os setores que pagavam 2% passarão a pagar 4,5% (um aumento de 125%) sobre o faturamento. Os que pagavam 1%, passarão a pagar 2,5% (alta de 150%). A mudança vem mesmo com o aumento da taxa de desemprego de 4,8% para 5,3% em janeiro de 2015 comparado com o de 2014.
A redução do benefício, que custou aos cofres públicos R$ 21,6 bilhões no ano passado, é parte da política da atual equipe econômica de apertar ainda mais o controle de gastos neste ano difícil para a economia.
Dados divulgados nesta quarta (25) mostram que, prejudicada pela queda do movimento na indústria e no comércio, a arrecadação de tributos federais caiu pelo quarto mês consecutivo, o que ameaça as metas para a recuperação das contas públicas neste ano.
Eles apontam que a receita com impostos, taxas e contribuições atingiu R$ 125,3 bilhões em janeiro, numa queda de 5,4% em relação ao período correspondente de 2014, descontada a inflação.
A política de desoneração da folha de pagamentos foi iniciada em 2011 e ampliada para 56 setores em 2014 de forma definitiva, com o intuito de ajudar o fluxo de caixa das empresas e tentar manter postos de trabalho.
Os setores atendidos pela desoneração deixaram de pagar 20% de contribuição previdenciária sobre a folha de salários e passaram a arcar com uma alíquota de 1% ou 2% sobre o faturamento bruto anual, descontada a receita de exportação.
O aumento do imposto passa a valer a partir de 1º de junho.
NOVA REGRA É OPCIONAL
O texto da medida provisória indica que as empresas não serão obrigadas a pagar a contribuição previdenciária sobre a receita bruta.
Pela redação da MP, as empresas "poderão contribuir" por essa sistemática (a redação anterior usa "contribuirão"). Ou seja, a partir de junho, elas poderão optar por uma ou por outra sistemática.
Segundo o advogado Fernando Grasseschi Machado Mourão, do escritório Braga & Moreno Consultores e Advogados, "antes as empresas eram obrigadas a seguir a regra e pagar a contribuição ao INSS com base na receita bruta. Agora, essa obrigatoriedade deixa de existir, porque a MP diz que elas "poderão contribuir".
Assim, segundo o entendimento do advogado, a empresa "poderá" usar como base de cálculo a folha de salários (20%) ou a receita bruta (2,5% ou 4,5%, conforme o caso), a que for mais vantajosa.
Mourão também ressalta outro aspecto da MP: uma empresa que esteja simultaneamente recolhendo as contribuições de 1% e de 2% (por ter atividade mista) "deverá optar por apenas por uma das duas sistemáticas" (ou sobre a receita bruta ou sobre a folha de pagamento). Essa opção deverá ser feita em junho deste ano (recolhimento em julho).

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: Folha Online - 27/02/2015 e Endividado

 

 

Coreia do Norte dispara mísseis no início de manobras EUA-Coreia do Sul

A Coreia do Norte disparou hoje (2) dois mísseis em direção ao mar e prometeu "ataques impiedosos" contra os Estados Unidos e a Coreia do Sul, no início de oito semanas de exercícios militares conjuntos dos dois aliados.
Os disparos foram acompanhados por um aviso do Exército Popular da Coreia do Norte (KPA). "A situação da península coreana está, mais uma vez, a dois dedos do início de uma guerra", afirmou a agência oficial norte-coreana KCNA, que cita um porta-voz do KPA.
"Os únicos meios de resposta à agressão dos imperialistas americanos e aliados não são nem o diálogo, nem a paz. Só podemos responder com ataques impiedosos", acrescentou.
O Exército sul-coreano informou que os dois mísseis norte-coreanos, com alcance de cerca de 500 quilômetros, foram disparados da cidade portuária ocidental Nampo e caíram no mar, ao largo da costa oriental.
Em declaração, Washington e Seul disseram que os disparos de mísseis são "uma provocação".
Para Pyongyang (a capital), os exercícios militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul são ensaios para uma invasão do seu território. Os dois aliados afirmam tratar-se de manobras puramente defensivas.
A Coreia do Norte ameaça repetidamente atacar, com meios nucleares, os Estados Unidos. Embora o programa nuclear norte-coreano não seja conhecido, peritos norte-americanos estimam que Pyongyang tenha entre dez e 16 armas nucleares. A Coreia do Norte fez, até agora, três ensaios nucleares, em 2006, 2009 e 2013.
Os exercícios militares conjuntos, chamados Foal Eagle, vão durar oito semanas em manobras de treino aéreas, terrestres e marítimas, para as quais foram mobilizados cerca de 200 mil soldados sul-coreanos e 3,7 mil norte-americanos. Começa também hoje um exercício conjunto de simulações – Key Resolve – durante uma semana.
Em janeiro, Pyongyang propôs a suspensão de ensaios nucleares se as manobras militares conjuntas deste ano fossem canceladas. Washington rejeitou a proposta, a qual considerou uma "ameaça implícita" de uma quarta explosão atômica.
As relações entre os dois vizinhos deterioraram-se desde 2010, ano marcado por dois incidentes graves: o bombardeio em março de uma corveta sul-coreana, atribuído a Pyongyang por um inquérito internacional (46 mortos), e o bombardeio de uma ilha sul-coreana pelo Norte em novembro (quatro mortos).
As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito de 1950-53 terminou com a assinatura de um armistício e não de um tratado de paz.

Agência Lusa e Agência Brasil

Brasil fecha 81,8 mil postos de trabalho em janeiro

Com o consumo das famílias e as vendas em queda, o comércio puxou as demissões de trabalhadores formais no país em janeiro.
Na largada do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o Brasil fechou 81,8 mil vagas com carteira assinada. Em janeiro de 2014, o país havia criado 62,4 mil vagas.

O saldo de vagas de janeiro é o pior para o mês desde 2009, auge da crise econômica.

No comércio, houve uma redução de 97,9 mil postos de trabalho. Segundo o ministro Manoel Dias, que comentou o resultado por meio de nota, os setores que tradicionalmente demitem nessa época, por questões como o fim do período de férias, foram os que mais contribuíram para a contração.

Na construção civil, houve uma uma redução de 9.700 postos de trabalho, em relação a dezembro.

A área de serviços demitiu 7.100 trabalhadores. Houve perdas principalmente no setor de transportes, alimentação (bares, hotéis e restaurantes) e no de hospedagem.

INDÚSTRIA

Depois de oito meses demitindo, a indústria da transformação voltou a contratar no mês de janeiro, criando 27,4 mil postos de trabalho, informou o ministério.

Segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a indústria calçadista criou 7.600 novos empregos, a indústria mecânica, cerca de 4.000, a têxtil, 3.500, e a de borracha, 3.300. Na agricultura, houve a criação de 9.400 postos.

Duas regiões expandiram o nível de emprego: Sul, com a criação de 29,7 mil postos e Centro-Oeste, com 1.200 novas vagas.
No Sudeste, 70 mil vagas foram encerradas, sendo 40,6 mil só no Rio de Janeiro.

IBGE


Dados divulgados pelo IBGE na quinta-feira (26) mostram que o desemprego deverá assustar neste ano.

A taxa de desemprego das seis maiores regiões metropolitanas do país subiu em janeiro para 5,3%, acima do 4,3% em dezembro. Em janeiro de 2014, o percentual também havia sido menor: 4,8%.

A taxa de desemprego das seis maiores regiões metropolitanas do país subiu em janeiro para 5,3%, acima do 4,3% em dezembro. Em janeiro de 2014, o percentual também havia sido menor: 4,8%.
Fonte: Folha Online - 27/02/2015 e Endividado
 
 

BRASIL: ENERGIA ELÉTRICA 180% MAIS CARA QUE O CUSTO MUNDIAL!

(CRQ) 1. O Sistema FIRJAN divulgou recentemente o estudo "Quanto custará a energia elétrica para a indústria no Brasil?" que afirma o aumento do custo da energia elétrica para o setor. O valor poderá chegar a R$ 459,20 por MWh ao final de 2015 e R$ 493,50 por MWh no fim de 2016. Atualmente, o custo médio de consumo da indústria brasileira gira em torno de R$ 360,70 por MWh. Uma diferença maior de aproximadamente 180% em relação ao custo mundial da energia.

2. O estudo levou em conta a inserção de fontes mais baratas na matriz e a bandeira tarifária vermelha durante os dois próximos anos, em função tanto do alto despacho térmico quanto da recuperação do nível dos reservatórios somente em 2017. Além disso, o estudo mostra que o aumento do custo da energia poderá chegar a 27,3% em 2015 e que para 2016 já está previsto um aumento de 7,5%, podendo ser maior.
  
3. Em suma, o custo da energia brasileira, em apenas três anos, terá subido cerca de 90%. Este aumento deixa o país em sinal de alerta para que alguma coisa seja feita.
  
4. Desde janeiro de 2013, quando o governo federal concedeu desconto às distribuidoras, o custo da energia para a indústria aumentou quase 90%. Hoje, o custo é de R$ 360,70 por MWh e o Brasil ocupa a oitava posição no ranking de países com custos mais elevados. 

Ex-Blog do Cesar Maia





 

Avião movido a energia solar prepara volta ao mundo a partir de Abu Dhabi

O avião movido a energia solar Solar Impulse 2 fez hoje (2) com sucesso o terceiro voo de teste, na preparação para uma volta ao mundo com o objetivo de promover o uso dessa energia.
Os organizadores do evento dizem que a volta ao mundo pode começar no sábado, mas que não podem ainda garantir a data, já que o início da viagem depende das condições atmosféricas, mesmo que o avião parta do Golfo, uma região tradicionalmente sem nuvens e com boa exposição solar.
O voo de hoje, que durou uma hora, foi o terceiro feito pelo avião, que partiu do pequeno aeroporto de Al Batten, em Abu Dhabi, mas o primeiro para o presidente executivo da empresa Solar Impulse, o suíço Bertrand Piccard.
O projeto é resultado de 13 anos de investigação dos pilotos Piccard e Andre Borschberg, cuja ideia foi inicialmente ridicularizada pela indústria da aviação.
O avião é alimentado por mais de 17 mil células solares embutidas nas suas asas, que medem 72 metros, quase tão grandes como as do Superjumbo Airbus A380.
O avião sairá de Abu Dhabi, pousará em Muscat, capital de Omã, seguirá viagem para Myanmar, China, Havai e Nova York, devendo ainda fazer aterrissagens no centro dos Estados Unidos, no Sul da Europa ou no Norte de África, dependendo das condições atmosféricas.

Agência Lusa e Agência Brasil

Câmara pode na semana que vem discutir política de reajuste do mínimo

por MÁRCIO FALCÃO

O Palácio do Planalto pode ter que enfrentar na próxima semana um debate sobre a política de valorização do salário mínimo.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), colocou na pauta de votações da Casa um projeto que estabelece diretrizes para o reajuste anual do benefício.

O texto mantém, para a partir de 2015, o mecanismo de atualização do mínimo: calculado com a correção da inflação, medida pelo INPC do ano anterior, mais a variação do PIB de dois anos antes.

A norma atual perde validade no fim do ano. Em discussão desde 2012 na Câmara, a proposta que preserva as diretrizes estabelecidas pelo governo ganhou pontos incômodos para a equipe econômica.

A principal mudança é a extensão da "regra para igualmente para todos os benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social", o que implicaria, por exemplo, no reajuste dos aposentados.

Hoje, essas aposentadorias são reajustadas com base apenas na inflação do ano anterior.

A votação da proposta foi solicitada pelo PCdoB, partido aliado ao Planalto.

No início do ano, o ministro Nelson Barbosa (Planejamento), logo após assumir o cargo, chegou a afirmar que o governo iria enviar uma nova regra de reajuste do salário mínimo ao Congresso. A presidente Dilma Rousseff leu pelos jornais a declaração, ficou irritada, e determinou que Barbosa informasse que as regras seriam mantidas em 2016.

A presidente quis evitar maiores atritos com as centrais sindicais, que já não gostaram das mudanças no seguro-desemprego, no abono salarial e no auxílio-doença, que tornaram mais rígidas as regras para a concessão.

IMPOSTO DE RENDA

Na próxima semana, o Congresso Nacional também deve se reunir para analisar vetos de Dilma.

A rejeição da correção da tabela de Imposto de Renda em 6,5% passa a bloquear a pauta nos próximos dias. O governo defende o índice de 4,5%.

Antes de analisar esse veto, os congressistas terão que analisar uma resolução que adotada votação eletrônica para essas matérias.
Fonte: Folha Online - 26/02/2015 e Endividado


 O RIO NÃO NASCEU NA REGIÃO PORTUÁRIA!
   
1. Num artigo na Folha de S.Paulo de domingo 01/03, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, escreve: "A região portuária, onde a cidade nasceu, passa por um processo de revitalização. O porto, aquele pedaço esquecido que, muito antes do Cristo Redentor, abria os braços para receber os nossos primeiros visitantes, renasce."
  
2. Provavelmente não foi o prefeito que escreveu este artigo, ou pelo menos não escreveu este parágrafo do artigo. Afinal, a dita região portuária é produto de um grande aterro realizado no início do século XX, para a construção do novo e atual porto. Antes, o mar beijava o morro do Providência.
  
3. O porto, até o século XIX, era frontal à Praça XV. O aterro viabilizou a transferência do porto para a atual área portuária. obra que só amadureceu após 1910. A Avenida Rio Branco nasceu como Central, ligando o novo porto ao centro e aos caminhos que se abriam em direção à Zona Sul através da construção da Avenida Beira Mar por Pereira Passos.
  
4. O Rio, como cidade formal, nasceu na Urca e após a expulsão dos franceses teve sua sede alocada no entorno do morro do Castelo. Expandiu-se entre os jesuítas e os beneditinos no entorno da Rua Direita, hoje Primeiro de Março, costeando a entrada pelo mar do porto da época, onde ficava a sede do governo, o Paço - colonial.
  
5. Talvez, quem escreveu o artigo para o prefeito tenha confundido a entrada de escravos na área que é hoje a Praça Mauá, com toda a tragédia que a cercou, simbolizada pelo cemitério dos Pretos Novos, ou seja, os que morriam ao chegar ao Rio, pela barbárie do tráfico desde a África. Isso mais de 200 anos depois da fundação do Rio.
  
6. A expressão “abria os braços para receber nossos primeiros visitantes” talvez se explique pela vontade de o autor exaltar as obras em curso. Pois, de outra forma, seria chamar os escravos de visitantes e o tráfico de turismo. 


Ex-Blog do Cesar Maia

 

 

Governo vai aumentar impostos do ′andar de cima′, diz ministro

O pacote fiscal preparado pelo governo para tampar o rombo das contas públicas conterá medidas que atingirão os contribuintes mais ricos, provavelmente com aumento de impostos. A afirmação foi feita pelo ministro Nelson Barbosa (Planejamento), na quarta-feira (25), em uma reunião no Planalto com a bancada do PT no Senado.

Os congressistas do partido têm cobrado que o governo faça ajustes também sobre as pessoas de renda mais alta, como forma de compensar as ações já anunciadas sobre os trabalhadores mais simples, base eleitoral do PT.

A senadora Gleisi Hoffmann (PR) confirmou à Folha que Barbosa disse que haverá ação sobre os mais ricos.

"Nós colocamos que essas medidas eram importantes, que achávamos que deviam ser feitas algumas adequações [nos ajustes já anunciados], mas que seria muito importante que tivéssemos também medidas que atingissem quem tem renda maior na sociedade, seja na área de impostos ou outras medidas."

"E ele [Barbosa] disse o seguinte: estamos estudando e vai haver medidas que vão atingir o andar de cima."

GRANDES FORTUNAS

A senadora disse que Barbosa não detalhou, contudo, quais medidas serão anunciadas. Segundo a Folha apurou, umas das iniciativas em estudo é a criação de um tributo sobre grandes fortunas.

"É claro que vai haver medidas que atingirão o andar de cima", disse a senadora.

Além de Barbosa, o Planalto escalou mais quatro ministros para conversar com os senadores petistas na reunião de quarta-feira: Carlos Gabas (Previdência), Pepe Vargas (Relações Institucionais), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência) e Manoel Dias (Trabalho).

O governo tem tido dificuldades para convencer os congressistas do PT e da base aliada sobre alguns pontos do pacote fiscal. A reação negativa se dá, sobretudo, em relação à revisão de algumas das regras para a concessão de direitos trabalhistas, como o seguro-desemprego e o abono salarial.
Fonte: Folha Online - 27/02/2015 e Endividado



Aluguel com aniversário em março vai ter reajuste de 3,86%

Os contratos de aluguel residencial com vencimento em março e correção pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), serão atualizados em 3,86%.

Por se tratar do primeiro índice a ser divulgado, ainda dentro do mês de referência, o IGP-M é utilizado para corrigir a maior parte dos contratos, incluindo os de locação.

Assim, a divulgação de variação mensal de 0,27% no mês de fevereiro fecha o comportamento de preços no período de 12 meses compreendido entre março de 2014 e fevereiro deste ano.

Para facilitar o cálculo do novo aluguel, o Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário) divulga mensalmente o fator de atualização, que agora será de 1,0386.

O cálculo funciona assim: para atualizar um aluguel de R$ 1.500 que vigorou até fevereiro de 2015, multiplica-se R$1.500 por 1,0386, que resultará em R$ 1.557,90. Esse é o aluguel de março, a ser pago no final do mês de março ou início de abril.
Fonte: Folha Online - 28/02/2015 e Endividado
 
 

Inflação semanal acumula alta de 7,99% em 12 meses


Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou a última semana de fevereiro em alta de 0,97%, o que representa queda de 0,11 ponto percentual em relação ao registrado na semana anterior (1,08%). No acumulado do ano, a variação está em 2,71% e, nos últimos 12 meses, 7,99%.
Os dados referem-se à coleta de preços feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) , no período de 1º a 28 de fevereiro em comparação a todo o mês de janeiro. A redução na intensidade de aumento reflete, principalmente, a variação de preços no grupo alimentação, que passou de 0,95% para 0,77%. As refeições em restaurantes estão subindo mais devagar, e o índice passou de 1,32% para 1,1%.
Além dessas, mais quatro classes de despesas apresentaram decréscimos: habitação (de 1,11% para 0,90%); educação, leitura e recreação (de 0,58% para -0,02%); comunicação (de 0,32% para 0,27%) e despesas diversas (de 1,43% para 1,16%).
Nos demais grupos, ocorreram avanços: saúde e cuidados pessoais (de 0,37% para 0,63%), transportes (de 2,46% para 2,52%) e vestuário (de -0,02% para 0,11%).
Os itens que mais pressionaram a inflação no período foram: gasolina (8,35%); refeições em bares e restaurantes (1,1%); aluguel residencial (1,10%); etanol (5,28%) e automóvel novo (1,19%).
Já os que contribuíram para o decréscimo do IPC-S foram passagem aérea ( -19,76%), leite tipo longa vida (-3,82%), batata-inglesa (-7,36%), frango em pedaços (-1,58%) e protetores para a pele (-1,64%)

Agência Brasil


 

STJ destaca julgados sobre conflitos em compra de imóveis

Corte definiu casos sobre o financiamento ou a comissão de corretagem, atrasos na entrega da obra e rescisão contratual, entre outros.

O STJ divulgou matéria no qual reúne julgados em que a Corte decidiu diferentes litígios envolvendo a compra e venda de imóveis, como dúvidas sobre o financiamento ou a comissão de corretagem, atrasos na entrega da obra, rescisão contratual e falsas promessas da publicidade.

Os julgados são principalmente da 3ª e da 4ª turma do tribunal, especializadas em Direito Privado.

De acordo com a reportagem, uma das principais decisões do STJ nesse campo é a que considera o CDC aplicável aos contratos de compra e venda de imóveis, desde que o comprador seja o destinatário final do bem. É possível a aplicação do CDC, inclusive, em relação à corretora imobiliária responsável pela realização do negócio (REsp 1.087.225).

A 3ª turma entende que o CDC atinge os contratos nos quais a incorporadora se obriga a construir unidades imobiliárias mediante financiamento (AREsp 120.905). Incorporadora é aquela que planeja, vende e divulga o empreendimento, diferente da construtora, que muitas vezes apenas executa a obra.

De acordo com a lei 4.561/64, que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias, a atividade da incorporadora é promover e realizar a construção, para alienação total ou parcial, de edificações ou conjunto de edificações compostas de unidades autônomas.

O STJ entende que o contrato de incorporação, no que tem de específico, é regido por essa lei, mas sobre ele também incide o CDC, “que introduziu no sistema civil princípios gerais que realçam a justiça contratual, a equivalência das prestações e o princípio da boa-fé objetiva” (REsp 1.006.765).

Equivalência das prestações

O cidadão pode pedir a rescisão do contrato e a restituição dos valores pagos por não ter mais condições de suportar o pagamento das prestações acordadas. A extinção do negócio justifica a retenção, pelo vendedor, somente de parte das parcelas pagas, para compensar os custos operacionais da contratação (REsp 907.856).

No julgamento de um recurso, o tribunal admitiu que a retenção atingisse 25% do montante pago pelo adquirente, mas não o valor total, como desejava a incorporadora. A cláusula contratual que previa a retenção total foi julgada abusiva.

As formas e condições da restituição em caso de rescisão foram definidas pela 2ª seção do STJ em processo julgado nos termos do artigo 543-C do CPC (recurso repetitivo). De acordo com a seção, “é abusiva cláusula que determina a restituição dos valores devidos somente ao término da obra ou de forma parcelada, no caso de resolução de contrato de promessa de compra e venda, por culpa de quaisquer contratantes”.

A devolução dos valores somente após o término da obra retarda o direito do consumidor à restituição da quantia paga, em violação ao artigo 51, II, do CDC. Constitui ainda vantagem exagerada para o fornecedor, conforme o inciso IV do mesmo artigo.

Havendo resolução do contrato, segundo a seção, “deve ocorrer a imediata restituição das parcelas pagas pelo promitente comprador – integralmente, em caso de culpa exclusiva do promitente vendedor/construtor, ou parcialmente, caso tenha sido o comprador quem deu causa ao desfazimento” (REsp 1.300.418).

Publicidade enganosa


Para o STJ, a publicidade veiculada pelas construtoras faz parte do contrato, e suas promessas devem ser cumpridas. Um dos processos julgados na Corte tratava do caso em que várias pessoas compraram diversos imóveis sob a promessa de que seria constituído um pool hoteleiro. Entretanto, vendida a proposta de hotel, ocorreu interdição pela prefeitura em virtude de a licença ser apenas residencial.

A empresa vendedora adotou medidas para tentar superar a interdição, remodelando o projeto anunciado, o que não satisfez os compradores. O STJ entendeu que era cabível indenização por lucros cessantes e dano moral (REsp 1.188.442).

O tribunal já enfrentou inúmeras discussões envolvendo área de garagem. Uma dúvida comum é saber se integra ou não a unidade vendida. A conclusão dos ministros é que o anúncio deve informar claramente uma possível integração, de modo que os consumidores não tenham dúvida quanto ao tamanho real do apartamento – uma aplicação do princípio da transparência, previsto no CDC (REsp 1.139.285).

Indenização por atraso


Para o STJ, o atraso na obra gera direito a indenização. A construtora deve pagá-la nos termos do contrato assinado entre as partes, bem como deve suportar os danos materiais decorrentes, tal como o pagamento das custas de moradia do consumidor em outro local durante o período ou, então, do valor correspondente ao aluguel do imóvel.

Atualmente, algumas decisões têm restringido a condenação por danos morais por entender que se trata de mero aborrecimento. O dano moral, para o STJ, não é presumido nessas situações. Depende de provas de que o fato gerou sofrimento psicológico.

Mas a jurisprudência predominante estabelece que, havendo atraso na entrega do imóvel, há possibilidade de cumulação da multa prevista em contrato com indenização por perdas e danos, inclusive lucros cessantes (AREsp 521.841).

“Juros no pé”

O STJ entendeu ainda que não é ilegal ou abusiva a cláusula constante de contrato de compra e venda de imóvel em construção que prevê a incidência de juros compensatórios sobre os valores de prestações anteriores à entrega das chaves. Trata-se dos chamados “juros no pé”, conforme jargão da área.

Como regra, na incorporação imobiliária, o pagamento pela compra de um imóvel deve ser à vista. No entanto, o incorporador pode oferecer prazo ao adquirente para pagamento, mediante parcelamento do preço, até que o imóvel seja entregue. Os juros compensatórios cobrados antes da entrega do imóvel é que são chamados “juros no pé”.

Os ministros da 2ª seção entenderam em 2012, por maioria de quatro votos a três, que, sendo facultada ao consumidor a aquisição do imóvel a prazo, é legítima a cobrança dos juros, desde que estabelecida no contrato. O objetivo é assegurar o equilíbrio financeiro, que deve ser marcado pela equivalência das prestações. (EREsp 670.117)

Comissão de corretagem

Abusos na cobrança de comissão de corretagem em contratos de compra e venda também provocam muitas demandas no Judiciário.

Segundo a jurisprudência do tribunal, o ônus da corretagem cabe à vendedora, salvo na hipótese de o consumidor contratar o corretor para pesquisar e intermediar a negociação. Em uma decisão, o STJ determinou a divisão solidária da comissão entre vendedor e comprador. "Em regra, a responsabilidade pelo pagamento da comissão é do vendedor; contudo, considerando os elementos dos autos, justifica-se a distribuição da obrigação." (Ag 1.119.920).

Para o STJ, é incabível a comissão quando o negócio não foi concluído por desistência das partes, não atingindo seu resultado útil (AREsp 390.656). Em decisão proferida em um recurso, a relatora, ministra Nancy Andrighi, explica que, após o CC, pela disposição contida no artigo 725, é possível a comissão em caso de arrependimento.

Pelo novo código, o julgador deve refletir sobre o que é resultado útil a partir do trabalho de mediação do corretor. A mera aproximação das partes para iniciar o processo de mediação da compra não justifica o pagamento de comissão.

A ministra Andrighi disse que é comum, após o pagamento de pequeno sinal, as partes pedirem certidões umas das outras a fim de verificar a conveniência de efetivamente levar o negócio adiante, tendo em vista os riscos de inadimplemento, de inadequação do imóvel ou mesmo de evicção.

Essas providências, segundo a ministra, encontram-se no campo das tratativas, e a não realização do negócio por força do conteúdo de uma dessas certidões implica mera desistência, não arrependimento, sendo, assim, inexigível a comissão por corretagem (REsp 1.183.324).



Fonte: migalhas.com.br - 01/03/2015 e Endividado





Mercado prevê Selic de 13% ao ano em 2015

Em semana de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), os investidores e analistas do mercado financeiro aumentaram a expectativa de fechamento da Selic, taxa básica de juros da economia, para 2015. O mercado espera que a Selic chegue a 13% ao ano, o que implica aumento até o fim do ano de 0,75 ponto percentual em relação ao patamar atual, de 12,25%. A projeção anterior era que a taxa encerraria os doze meses em 12,75% ao ano.
A estimativa para a Selic está no boletim Focus, pesquisa feita com instituições bancárias e divulgada semanalmente pelo BC. O Copom se reúne amanhã (3) e quarta-feira (4) com o objetivo de definir a taxa básica para os próximos 45 dias. Os analistas do mercado também voltaram a elevar, hoje (2), a projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 7,33% para 7,47%. O valor continua acima do teto da meta da equipe econômica para a inflação, que é 6,5%.
A previsão para os preços administrados, que são os regulados pelo governo, passou de 10,4% para 11%. Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos por um país), a projeção é que a economia tenha retração de 0,58% contra 0,5% anteriormente. No caso da produção industrial, é esperado recuo de 0,72%, contra 0,35% na semana passada.
A projeção de câmbio passou de R$ 2,90 para R$ 2,91. A estimativa da dívida líquida do setor saiu de 37,9% para 38,2% do PIB. A projeção do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, ficou em US$ 79,1 bilhões contra US$ 78,4 bilhões anteriormente. O saldo projetado para a balança comercial aumentou, passando de US$ 4,4 bilhões para US$ 5 bilhões. Os investimentos estrangeiros estimados permaneceram em US$ 60 bilhões.

Agência Brasil

Caixa suspende crédito para móveis e eletros no Minha Casa Minha Vida

por EDUARDO CUCOLO

A Caixa suspendeu na última sexta-feira (20) as contratações do Minha Casa Melhor, uma linha de crédito para beneficiários do Minha Casa Minha Vida comprarem móveis e eletrodomésticos.

A liberação do dinheiro é feita por meio de um cartão específico para este programa.

Em nota, o banco estatal informou que as novas contratações estão sendo discutidas no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida fase 3, sem data para sair do papel. Disse ainda que os cartões referentes a contratos já assinados continuam valendo.

O cartão do Minha Casa Melhor é uma linha de até R$ 5.000, que podem ser pagos em até 48 meses, com juros de 5% ao ano. Os varejistas cadastrados no programa são obrigados a dar, no mínimo, 5% de desconto sobre o preço à vista.

Lançado em junho de 2013 pelo Palácio do Planalto, o Minha Casa Melhor dividiu opiniões dentro do governo e tinha resistência por parte do banco estatal, devido ao seu impacto sobre as contas públicas e ao risco de inadimplência.

Se todos os beneficiários tomassem o crédito, seriam necessário R$ 18,8 bilhões, mas o Tesouro Nacional colocou à disposição da Caixa R$ 3 bilhões para serem emprestados.
Fonte: Folha Online - 27/02/2015 e Endividado



Começam hoje ajustes em tarifas de energia com aumentos de até 48%

por JULIA BORBA

A partir desta segunda-feira (2) passam a ser aplicados ajustes extraordinários sobre distribuidoras de energia de todo o país e um acréscimo para o sistema de bandeiras tarifárias aprovados pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na sexta-feira (27).

O efeito prático para o consumidor é um aumento de até 48% no preço da luz, considerando reajuste extraordinário e bandeira tarifária.

Na média, o aumento percebido pelos brasileiros em março será de 32%. Esse percentual considera tanto a média dos reajustes extraordinários no país (23,4%) quanto o efeito extra trazido pela aplicação da bandeira vermelha (8,5%), que vai valer durante todo mês como forma de repassar ao consumidor gastos extras devido ao uso de termelétricas.

A bandeira poder variar de mês para mês, mas é improvável, pelas condições climáticas e atual situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas, que a cor da bandeira possa voltar a ser verde no curto prazo (sem acréscimos para o consumidor), ou mesmo amarela (que indica gastos acima do padrão, mas não exorbitantes).

Mesmo ao desconsiderar o efeito da bandeira tarifária, o aumento médio que será aplicado sobre as tarifas, de forma permanente, será de 28,7% para Sul, Sudeste e Centro-Oeste e de 5,5% no Norte e Nordeste.

  Editoria de Arte/Folhapress  
 
ENTRE REGIÕES

A grande diferença entre os aumentos médios de uma região para outra se dá por dois motivos: o primeiro é a proteção legal das regiões Norte e Nordeste. A regra impede que haja uma divisão igualitária dos gastos anuais do setor elétrico, fazendo com que as duas regiões paguem menos.

Além disso, recaem sobre os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste os custos altos da compra da energia de Itaipu, que sofreu aumento de 46% a partir de janeiro. Como apenas essas regiões fazem uso dessa energia, só elas pagam por estes gastos maiores.

BANDEIRAS

O sistema de bandeiras tarifárias é o responsável por passar mensalmente o custo elevado das usinas térmicas para o consumidor. Além do risco hidrológico, que é o gasto extra das usinas que não conseguem entregar a quantidade de energia prevista em contrato.

Em decisão, também tomada nesta sexta-feira (27), o preço das bandeiras aumentou 83% no caso da vermelha e 66,7% no caso da amarela.

Pela regra, o acréscimo mensal passa de R$ 3 para R$ 5,50 a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos no caso do maior preço.

Para a bandeira tarifária amarela –quando gastos com usinas térmicas estão fora do padrão, mas não extremamente elevados–, o preço vai passar de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos para R$ 2,50.

Só não há elevação de preços quando a bandeira for verde, indicando poucos gastos extraordinários no setor.
Fonte: Folha Online - 02/03/2015 e Endividado
 
 

Receita começa hoje a receber declaração do Imposto de Renda 2015

Prazo vai até 30 de abril deste ano.
Quem perder paga multa de R$ 165,74.


A Receita Federal começa a receber nesta segunda-feira (2) as declarações de Imposto de Renda 2015. Os contribuintes têm até 30 de abril para entregar o documento ao fisco. Os programas para fazer a declaração estarão disponíveis para download na página da Receita na internet (http://idg.receita.fazenda.gov.br/) a partir das 8h.

Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, também recebem mais cedo as restituições do Imposto de Renda – caso tenham direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Os valores começam a ser pagos em junho de cada ano pelo governo e seguem até dezembro, geralmente em sete lotes.

Quem precisa declarar
Estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 em 2014 (ano-base para a declaração do IR deste ano).

Também devem declarar os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado.

A apresentação do IR é obrigatória, ainda, para quem obteve, em qualquer mês de 2014, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

Clique aqui para ver mais detalhes

MULTA

Se o contribuinte entregar depois do prazo ou se não declarar, caso seja obrigado, poderá ter de pagar multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido nela calculado, ainda que integralmente pago, ou uma multa mínima de R$ 165,74.

PROGRAMA DE DECLARAÇÃO

Os programas para fazer a declaração serão liberados a partir das 8h.

RASCUNHO

O contribuinte que usou a aplicação de rascunho poderá fazer a importação dos dados para o programa de declaração do Imposto de Renda. Mas quem não fez o rascunho até sábado já não poderá mais usar a aplicação.

FORMAS DE ENTREGA A declaração poderá ser entregue pela internet, com o programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), online (com certificado digital), na página do próprio Fisco, ou por meio do serviço "Fazer Declaração" – para tablet e smartphone, como já aconteceu no ano passado.

"O serviço ′Fazer Declaração′ é acessado por meio do aplicativo APP IRPF, disponível nas
lojas de aplicativos Google play, para o sistema operacional Android, ou App Store, para o sistema operacional iOS", informou a Receita Federal.

DECLARAÇÃO PRÉ-PREENCHIDA

Os contribuintes que possuem CPF eletrônico podem usar a declaração pré-preenchida, na qual os valores são apresentados para o contribuinte e ele apenas tem de confirmá-los.

IMPOSTO A PAGAR

Caso o contribuinte tenha imposto a pagar em sua declaração do IR, a Receita informou que isso poderá ser dividido em até oito cotas mensais, mas nenhuma delas pode ser inferior a R$ 50. Caso o imposto a pagar seja menor do que R$ 100, deverá ser quitado em cota única.

A primeira cota, ou a única, devem ser pagas até 30 de abril e as demais, até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros.
Fonte: G1 notícias - 02/03/2015 e Endividado