PT e PMDB brigam por setor energético

Ministro Edison Lobão avisou a parentes e aliados que deixará o cargo
Lobão deve deixar Ministério de Minas e Energia | Foto: Valter Campanato / ABr / CP
Lobão deve deixar Ministério de Minas e Energia | Foto: Valter Campanato / ABr / CP
Integrantes do PMDB e do PT abriram a disputa pelo controle do setor energético no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. Peemedebistas do Senado querem manter o Ministério de Minas e Energia, que comandam desde 2005. O atual ministro, Edison Lobão, avisou a parentes e aliados que deixará o cargo para retomar, a partir de janeiro de 2015, seu mandato de senador pelo Maranhão. O PT defende a saída de Lobão, especialmente após o nome do ministro aparecer na delação premiada à Justiça Federal feita pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Além disso, querem que o ministério, ao qual estão subordinadas a Petrobras e a Eletrobras, componha um “núcleo duro” da Esplanada com diálogo direto com os responsáveis pela formulação da política econômica.

O argumento dos petistas é que o ministério ganhou peso estratégico devido à crise hídrica que tem afetado o nível dos reservatórios, a geração de energia e os problemas de caixa das distribuidoras. Também as denúncias de corrupção na Petrobras assumiram um alto grau de importância. O partido acredita que retirar o PMDB do comando do ajudaria a transmitir a imagem de que o governo está interessado em apurar as denúncias de corrupção na Petrobras. Dessa forma, a Pasta precisaria estar mais próxima do Palácio do Planalto, atuando em sintonia com os futuros titulares da Fazenda e da Casa Civil.

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que, no próximo governo, a Pasta não pode ser vista como um “ministério qualquer”. “Precisa fazer parte do núcleo mais importante do governo”, argumentou. Não por acaso, um dos nomes cotados pelo partido para assumir o posto hoje ocupado por Lobão, afilhado político de José Sarney (PMDB-AP), é o do governador da Bahia, Jaques Wagner. Próximo à Dilma e fortalecido no PT por ter eleito seu candidato ao governo estadual ainda no primeiro turno, Wagner deverá ter papel de destaque no próximo mandato. O chefe de gabinete de Dilma, Giles Azevedo, que foi secretário de Minas e Metalurgia quando a petista comandou o ministério, é outro cotado.

O PMDB, no entanto, está decidido a lutar pelo ministério. O principal argumento é o de que Dilma precisará do partido, caso queira garantir o mesmo apoio político que teve no Senado em seu primeiro mandato.

Apoio é moeda de troca no Senado

A partir do próximo ano, com uma oposição mais forte no Senado, com a presença dos tucanos Aécio Neves (MG), José Serra (SP) e Tasso Jereissati (CE) e de Ronaldo Caiado (Dem-GO), o governo precisa garantir apoio na Casa. Como as condições da economia em 2015 não são das melhores, o respaldo no Senado para aprovação de medidas previstas pelo Executivo, algumas impopulares, é fundamental. O PMDB do Senado precisa ser bem tratado pelo governo.

Entre os nomes que o PMDB quer ver no ministério de Minas e Energia estão o líder do partido no Senado, Eunício Oliveira (CE), e o líder do governo na Casa, Eduardo Braga (AM), que é engenheiro elétrico. A bancada dos senadores quer manter os três ministérios da sua “cota” além de Minas e Energia, a Previdência e o Turismo, esse último cota do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Os deputados da sigla, por sua vez, controlam a Agricultura. O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, é indicação pessoal do vice de Dilma, Michel Temer.

Desde o início do governo Dilma, o PMDB se ressente da perda de espaço na área. A petista foi a primeira ministra de Minas e Energia de Lula e responsável pelo modelo de gestão do setor. No final do governo Lula, o partido chegou a ter praticamente uma “porteira fechada” no setor. Contudo, tão logo assumiu, Dilma acabou com o monopólio e indicou pessoas de sua confiança para uma gestão compartilhada de PT e PMDB. 

O PMDB do Senado até toparia perder Minas e Energia, desde que a compensação viesse em uma pasta de igual “envergadura”, como Cidades, Transportes ou Integração Nacional. 

Prêmio Jovens Insipiradores entrevista Bel Pesce: É fundamental aprender com seus erros

Publicado em 30/10/2014

Bel Pesce, de 26 anos, é um fenômeno. A menina do vale formou-se em cinco faculdades pelo MIT, já trabalhou no Google, na Microsoft e tem dois livros publicados. Em entrevista exclusiva ao Prêmio Jovens Inspiradores, ela conta sua trajetória e dá dicas para futuros empreendedores sociais.

 

Armadilha à espera de Lula

Publicado em 30/10/2014

Se Aécio Neves precisa vencer as eleições em Minas para ser candidato outra vez, Lula só voltará ao Planalto caso consiga ressuscitar o PT em São Paulo.

 

Mediadores internacionais pedem transição civil em Burkina Faso

Enviado da ONU afirmou que entidade quer evitar aplicação de sanções ao país

Mediadores internacionais pedem transição civil em Burkina Faso | Foto: Issouf Sanogo / AFP / CP

Mediadores internacionais pedem transição civil em Burkina Faso | Foto: Issouf Sanogo / AFP / CP

Os mediadores internacionais em Burkina Faso, em plena crise política após a queda nessa sexta-feira do presidente Blaise Compaoré, pediram neste domingo a adoção de um regime de transição liderado por um civil e de acordo com a ordem constitucional, sob pena de sanções.
"Queremos evitar a aplicação de sanções a Burkina Faso", declarou o enviado da ONU para a África Ocidental, Mohamed Ibn Chambas, em uma entrevista coletiva em nome da missão formada pelas Nações Unidas, a União Africana e a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental.
No sábado, o exército do país designou o tenente-coronel Isaac Zida para dirigir a transição. A Constituição do país determina que o presidente da Assembleia Nacional é a pessoa que deve assumir o poder interino. Os partidos de oposição e as organizações da sociedade civil rejeitaram a nomeação e convocaram a população para um protesto neste domingo na capital, Uagadugu.
Compaoré se viu obrigado a renunciar na sexta-feira. Um dia antes, o exército assumiu o controle do país, depois de uma revolta popular contra a vontade do presidente de permanecer no poder, que ele havia tomado em um golpe de Estado em 1987. Segundo testemunhas, Compaoré está com a família na Costa do Marfim.

 

AFP e Correio do Povo

Se Dilma for reeleita, o presidente do Brasil acabará sendo Michel Temer

Blog

Reinaldo Azevedo

Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

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24/10/2014

às 6:19

A CAPA DE VEJA – Ou: Se Dilma for reeleita, o presidente do Brasil acabará sendo Michel Temer. Ou: Além de dizer que a governanta sabia da roubalheira na Petrobras, doleiro diz que pode ajudar polícia a identificar contas secretas do PT no exterior. Parece que a casa caiu!

PÁGINA DUPLA VEA

O governo segurou dados negativos sobre o Ideb, a miséria e a arrecadação, entre outros, porque teme que eles possam prejudicar a votação da candidata do PT à reeleição. Já é um escândalo porque o estado brasileiro não pertence ao partido. Ao jornalismo não cabe nem retardar nem apressar a publicação de uma reportagem em razão do calendário eleitoral. A boa imprensa se interessa por fatos e disputa, quando muito, leitores, ouvintes, internautas, telespectadores. Na terça-feira passada — há três dias, portanto —, o doleiro Alberto Youssef, preso pela Operação Lava Jato, deu um depoimento estarrecedor à Polícia Federal e ao Ministério Público. A revista VEJA sabe o que ele disse e cumpre a sua missão: dividir a informação com os leitores. Se, em razão disso, pessoas mudarão de voto ou se tornarão ainda mais convictas do que antes de sua opção, eis uma questão que não diz respeito à revista — afinal, ela não disputa o poder. E o que disse Youssef, como revela VEJA, numa reportagem de oito páginas? Que Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff sabiam da roubalheira que havia na Petrobras.

Mais: Youssef se prontificou a ajudar a Polícia a chegar a contas secretas do PT no exterior. Segundo as pesquisas, Dilma poderá ser reeleita presidente no domingo. Se isso acontecer e se Youssef fornecer elementos que provem que a presidente tinha conhecimento das falcatruas, é certo como a luz do dia que ela será deposta por um processo de impeachment. Não é assim porque eu quero. É o que estabelece a Lei 1.079, com base na qual a Câmara acatou o processo de impeachment contra Collor e que acabou resultando na sua renúncia. O petrolão já é o maior escândalo da história brasileira e supera o mensalão.

O diálogo que expõe a bomba capaz de mandar boa parte do petismo pelos ares é este:

— O Planalto sabia de tudo!

— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.

— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.

Youssef diz ter elementos para provar o que diz — e, em seu próprio benefício, é bom que tenha, ou não contará com as vantagens da delação premiada e ainda poderá ter a sua pena agravada. A sua lista de políticos implicados no esquema já saltou, atenção, de 30 para 50. Agora, aparece de forma clara, explícita, em seu depoimento, a atuação de José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras durante o califado de Lula e em parte do governo Dilma. Entre outros mimos, ele revela que Gabrielli o chamou para pagar um cala-boca de R$ 1 milhão a uma agência de publicidade que participava do pagamento ilegal a políticos. Nota: Youssef já contou à PF que pagava pensão mensal a membros da base aliada, a pedido do PT, que variavam de R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Pessoas que conhecem as denúncias de Youssef asseguram que João Vaccari Neto — conselheiro de Itaipu, tesoureiro do PT e um dos coordenadores da campanha de Dilma — será fulminado pelas denúncias. O doleiro afirma dispor de provas das transações com Vaccari. Elas compõem o seu formidável arquivo de mais de 10 mil notas fiscais, que servem para rastrear as transações criminosas.

Contas no exterior

É nesse arquivo de Youssef que se encontram, segundo ele, os elementos para que a Polícia Federal possa localizar contas secretas do PT em bancos estrangeiros, que o partido sempre negou ter, é claro. Até porque é proibido. A propósito: o papel de um doleiro é justamente fazer chegar, em dólar, ao exterior os recursos roubados, no Brasil, repatriando-os depois quando necessário.

Por que VEJA não revelou isso antes? Porque Youssef só depôs na terça-feira. A revista antecipou a edição só para criar um fato eleitoral? É uma acusação feita por pistoleiros: VEJA publicou uma edição na sexta-feira anterior ao primeiro turno e já tinha planejada e anunciada uma edição na sexta-feira anterior ao segundo turno. Mas que se note: ainda que o tivesse feito, a decisão seria justificada. Ou existe alguém com disposição para defender a tese de que vota melhor quem vota no escuro?

Quanto ao risco de impeachment caso Dilma seja reeleita, vamos ser claros: trata-se apenas da legislação vigente no Brasil desde 10 de abril de 1950, que é a data da Lei 1.079, que define os crimes de responsabilidade e estabelece a forma do processo. Valia para Collor. Vale para Dilma. Se Youssef estiver falando a verdade — num processo de delação premiada — e se Dilma for reeleita, ela será deposta. Se a denúncia alcançar também seu vice, Michel Temer, realizam-se novas eleições diretas 90 dias depois do último impedimento se não tiver transcorrido ainda metade do mandato. Se os impedimentos ocorrerem nos dois anos finais, aí o Congresso tem 90 dias para eleger o titular do Executivo que concluirá o período.

Informado, o eleitor certamente decide melhor. A VEJA já está nas bancas.

Texto publicado originalmente às 4h25

Por Reinaldo Azevedo

Tags: Eleições 2014

Classificação do Brasil de Pelotas tem batalha campal e goleiro preso

Eduardo Martini deu chute em preparador de goleiros do Londrina

O Brasil de Pelotas arrancou um empate em 2 a 2 com o Londrina, na noite deste sábado, no Estádio do Café, e garantiu a classificação para a decisão da Série D. Porém, sua inédita decisão na competição ficou marcada por cenas lamentáveis de uma briga generalizada, que culminou na prisão de uma pessoa: o goleiro xavante Eduardo Martini.
A confusão teve início aos 24 minutos do segundo tempo, quando Diogo Roque e Silvio já tinham feito o Londrina igualar o marcador, após Nena abrir uma vantagem de 2 a 0 para os gaúchos. O técnico do Brasil de Pelotas se dirigia ao vestiário quando se desentendeu com torcedores do clube paranaense. Os ânimos, que já estavam acirrados desde o primeiro tempo, quando os jogadores do LEC questionavam a cera adversária e partiram para cima dos jogadores no intervalo.
Jogadores e integrantes da comissão técnica de ambos os times iniciaram uma verdadeira batalha campal. O goleiro Eduardo Martini, do Brasil de Pelotas, aproveitou que o preparador de goleiros do Londrina, Chimbica, estava caído e lhe deu um chute. Além de ser expulso, o camisa 1 saiu do estádio preso. O funcionário do Tubarão foi atendido no gramado e levado para um hospital, onde passará a noite em observação.
Após 26 minutos de paralisação, a partida foi reiniciada. O Brasil ainda teve a chance de vencer, mas Nena cobrou um pênalti nas mãos do goleiro Vitor. Mesmo com o empate em 2 a 2, a equipe xavante garantiu sua vaga e esperará o vencedor de Tombense e Confiança. Como venceu o primeiro jogo por 1 a 0, o clube mineiro terá a vantagem do empate no duelo do Presidente Médici.

 

Lanceress e Correio do Povo

ELEIÇÕES E URNAS ELETRÔNICAS

Economista Marcos Coimbra

Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano.

O resultado das eleições de 26 de outubro agravou sobremodo a inquietação dos brasileiros comprometidos com a consecução dos Objetivos Nacionais Brasileiros: Integração Nacional, Integridade do Patrimônio Nacional, Democracia, Paz Social, Soberania e Progresso.

Infelizmente, a vitória apertada por pouco mais de 3.400.00 votos em um universo de cerca de 142 milhões de eleitores, com 21,09% de abstenções e cerca de 7.200.000 votos nulos e em branco (em torno de 36 milhões de eleitores praticaram o “não voto”) provoca a inevitável conclusão de que o país está dividido e com uma grande parcela de eleitores desinteressada em expressar sua vontade. É tarde para pregar a união, após a carnificina constatada nos dois turnos. Lideranças históricas do PMDB, o grande fiel da balança, foram duramente derrotadas e algumas até cruelmente traídas, como o líder do governo no Senado Eduardo Braga no Amazonas, o líder do PMDB no Senado Eunício Oliveira no Ceará e o Presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves no Rio Grande do Norte.

Em 11 de março escrevemos um artigo neste espaço sob o título “Cuidados com a Apuração Eletrônica”, em que realçamos a precariedade da forma de apuração eletrônica empregada na contagem dos votos nas eleições realizadas no país, devido principalmente à vulnerabilidade do sistema empregado, de primeira geração, bem como a impossibilidade na prática de haver a recontagem de votos, na forma abaixo.

A imprensa anunciou que, no dia 10.12.13, foi apresentado um caminho para fraudar o resultado das eleições para mais de 100 pessoas que lotaram o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), no decorrer do seminário "A urna eletrônica é confiável?". Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e do delegado Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel, mostrou como, através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.

"A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada", explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.

O depoimento do hacker foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica. Rangel, que está vivendo com proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que, através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi, alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Ocorre que estava previsto o retorno da impressão do voto eletrônico, a partir das eleições de 2014, porém no dia 6 de novembro de 2013, o Supremo Tribunal Federal aplicou um golpe mortal na incipiente democracia brasileira ao julgar inconstitucional o Artigo 5º da minirreforma eleitoral de 2009, que estabelecia o voto impresso nas eleições, acompanhando o voto da relatora ministra Cármen Lúcia. Por unanimidade dos presentes, os ministros entenderam que a norma viola o segredo do voto do eleitor. De acordo com a regra, a partir das eleições de 2014, após a confirmação final do voto pelo eleitor, a urna eletrônica imprimiria um número único de identificação do voto associado à sua própria assinatura digital. A ideia era que os votos impressos ajudassem nas auditorias sobre o funcionamento das urnas eletrônicas, uma vez que seriam um parâmetro de conferência para os boletins de urna.

O jornalista Osvaldo Maneschy declara que nossas urnas eletrônicas são "equipamentos ultrapassados de uso proibido nos Estados Unidos, na Holanda (onde foram inventadas), na Bélgica, na Alemanha e no resto do mundo - porque foram substituídas por modelos de 2ª geração, que imprimem o voto; ou de terceira geração, mais modernas ainda, que além de imprimirem o voto, registram digitalmente o mesmo voto, criando uma dupla proteção de que a vontade do eleitor - soberana - será respeitada".

O projeto de impressão do voto foi do senador Roberto Requião e culminou com a Lei 10.408/02 que, apesar das alterações, previa a necessária impressão. O maior especialista brasileiro no tema, Engenheiro Amilcar Brunazo Filho afirma que na citada Lei consta que “a máquina de identificar do eleitor não poderá ter nenhuma conexão com a urna eletrônica (que colhe e imprime o voto), então simplesmente será impossível para a urna imprimir a identidade (como nome, número, assinatura etc.) do eleitor no voto, inviabilizando qualquer identificação de quem votou, em oposição ao alegado".

Desta forma, será impossível a verdadeira auditagem do resultado das eleições, em caso de suspeita de fraude, como acontece hoje em dia, sujeitando-nos a uma verdadeira “caixa preta” na hora da apuração.

Estranhamente a “oposição” aceitou o resultado sem contestação. Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br

Página: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 28.10.14-MM).

 

Fronteiras aéreas de Burkina Faso são reabertas

Tenente-coronel Isaac Zida assumiu controle do país

População limpa ruas de Burkina Faso após confrontos | Foto: Issouf Sanogo / AFP / CP

População limpa ruas de Burkina Faso após confrontos | Foto: Issouf Sanogo / AFP / CP

O chefe do regime de transição de Burkina Faso, o tenente-coronel Isaac Zida, anunciou neste sábado em comunicado a reabertura das fronteiras aéreas do país, fechadas desde a sexta-feira. Os limites terrestres permanecem fechados, e o toque de recolher segue em vigor.
Ainda não era possível saber se o aeroporto de Uagadugu voltou a funcionar. Oexército nomeou neste sábado o tenente-coronel Zida para conduzir o regime de transição em Burkina Faso após a deposição do presidente Blaise Compaoré, após uma reunião de autoridades militares no Estado-maior de Uagadugu.
Na quinta-feira, o exército assumiu o controle do país, depois de uma insurreição popular contra a vontade do presidente de permanecer no poder, que ele assumira após um golpe de Estado em 1987.

 

AFP e Correio do Povo

 

Israel fecha duas passagens de fronteira com Gaza

Foguete lançado contra território israelense motivou medida

Israel fecha duas passagens de fronteira com Gaza | Foto: Mohamed Abed / AFP / CP

Israel fecha duas passagens de fronteira com Gaza | Foto: Mohamed Abed / AFP / CP

Israel fechou duas passagens de fronteira com a Faixa de Gaza até nova ordem, após o lançamento na sexta-feira de um foguete a partir desta localidade palestina contra o território israelense. "Os pontos de passagem para pessoas e mercadorias de Erez e de Kerem Shalom foram fechados até nova ordem, exceto para a ajuda humanitária", afirmou uma fonte militar.
A medida foi adotada depois que um foguete atingiu o sul de Israel na sexta-feira, sem provocar vítimas ou danos. O projétil foi o primeiro lançado contra o território de Israel desde 16 de setembro e o segundo desde o fim da operação Barreira Protetora, que o exército israelense realizou em julho e agosto contra o movimento islamista palestino Hamas em Gaza.
Hamas e Israel aceitaram em 26 de agosto um acordo de trégua, que acabou com 50 dias de uma guerra que matou mais de 2.140 palestinos, em sua maioria civis, e 73 israelenses, a maior parte militares.

 

AFP e Correio do Povo

Entrevista de Aécio Neves falando sobre a corrupção na Petrobras com aprovação do Conselho de Administração Dilma Rousseff

Aécio Neves

Acompanhem a entrevista realizada ontem, em Brasília.

Hacker diz ter fraudado eleições no Brasil sem invadir urna eletrônica

Folha Política: Hacker diz ter fraudado eleições no Brasil sem invadir urna eletrônica

FOLHAPOLITICA.ORG

 

Loja de roupas é arrombada em Santo Augusto (RS)

Ladrões quebraram vidraça do estabelecimento antes de levar peças e R$ 120

Uma loja de roupas foi arrombada, na madrugada deste domingo, no Centro de Santo Augusto, no Norte do Estado. De acordo com a Brigada Militar (BM), populares informaram pelo fone 190 que a vidraça do estabelecimento estava quebrada. Os bandidos levaram aproximadamente R$ 120, que estava no caixa, e roupas. A suspeita é que os criminosos tenham arremessado uma pedra para invadir o local. Ninguém foi preso.

 

Rádio Guaíba e Correio do Povo

 

Delegado Protógenes, da Polícia Federal, denuncia fraude nas urnas eletrônicas<br />Saiba mais: http://www.folhapolitica.org/2014/11/delegado-protogenes-da-policia-federal.html

Movimento Contra Corrupção

Delegado Protógenes, da Polícia Federal, denuncia fraude nas urnas eletrônicas
Saiba mais: http://www.folhapolitica.org/2014/11/delegado-protogenes-da-policia-federal.html

 

Acidente deixa um morto e cinco feridos em rodovia de Gramado (RS)

Colisão lateral envolveu um Fiat Uno e um Siena na ERS 115

Um acidente envolvendo dois veículos deixou um morto e outros cinco feridos na tarde deste sábado no km 33, da ERS 115, em Gramado. A colisão lateral envolveu um Fiat Uno e um Siena, ambos com placas da cidade da Serra gaúcha.
O passageiro do Uno, identificado como Flávio Rafael da Silva, de 25 anos, morreu na hora. Outros três tripulantes do carro também ficaram feridos.
No outro veículo, outras duas pessoas sofreram lesões e foram levadas para o hospital. O trânsito está liberado no local.

 

Correio do Povo

O BRASIL DIVIDIDO SALOMONICAMENTE, por Valmir Fonseca Azevedo Pereira

A recente eleição presidencial sublinhou que a nação Brasil não existe.

Muitos historiadores pregaram no passado que o Brasil deveria ser dividido em duas ou até três regiões, e apresentavam as suas razões.

Graças ao Duque de Caxias, muitas tentativas de repartição do território fracassaram, inclusive a da gauchada, na célebre GUERRA DOS FARRAPOS.

Os séculos foram passando e, mesmo assim, sempre tivemos os adeptos de que o País deveria ser dividido, e muitos argumentavam que o Norte, em especial o Nordeste, sobrevivia graças ao desenvolvimento das outras regiões.

Apesar da veracidade daqueles nacionalistas, o País prosseguiu sempre em passos lentos pelo desgaste provocado pelo atraso e pela falta de desenvolvimento das regiões Norte - Nordeste.

A seca, diziam os “coronéis” nordestinos riquíssimos, era a causa do atraso. E assim, vivemos por muitas e muitas décadas.

Hoje, graças ao social - lulo - petismo, descaradamente, podemos dividir a nação em duas partes. O território dos “QUE PAGAM”, e o território dos “QUE SÓ RECEBEM”. Simples assim.

A divisão, basicamente, seria a do Sul e a do Norte, evidentemente, permitindo - se a transferência obrigatória dos “QUE SÓ RECEBEM” e que sobrevivem no Sul, para a sua verdadeira região, o Norte; e a transferência dos “QUE PAGAM” e vivem no Norte, para o Sul.

Desta forma, acreditamos que a melhor solução para este imenso território seria a sua divisão. Teríamos duas vastas regiões e duas novas nações, ambas com possibilidades de alcançar imensas glórias no cenário internacional, cada qual com a sua ideologia.

Uma, a democrática e progressista, e a outra como a gloriosa nação comunista do Hemisfério Sul.

Uma poderia ser a do Norte, como a terra de SANTA CRUZ. A do Sul poderia ser a do PINDORAMA.

A do Sul poderia ser democrática como a Coréia do Sul, e a do Norte, comunista como a Coréia do Norte.

Esta é a nossa proposta para a nova gestão do poste sem luz.

Seria criada no Norte uma nação coordenada com as suas co - irmãs, a Venezuela, o Equador e Cuba.

No sul, um país democrata, cuja principal preocupação seria evitar a vinda dos “QUE SÓ RECEBEM” do Norte para o Sul, pois, fatalmente, lá só existiriam os “QUE SÓ RECEBEM”, e como lá não tem quem pague, é provável que a discórdia imperasse naquela área.

Quanto ao Sul, é provável que a sua progressão seja espantosa, pois sem ter que distribuir os ganhos de seu povo para os “QUE SÓ RECEBEM”, muito em breve estaria alinhado entre as mais poderosas nações da terra.

Esta é uma simplória sugestão, que esperamos caia nas boas graças do atual desgoverno, que, assim, poderia mudar seu domicílio para o Norte, e lá implantar com facilidade a sua ideologia.

Além de deixar de explorar os que pagam impostos extorsivos e bolsas para os demais viventes.

Brasília, DF, 29 de outubro de 2014

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira