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Emissão de gases estufa aumenta no Brasil pela primeira vez desde 2005

Desmatamento da Amazônia e uso de termelétricas foi principal responsável

As emissões de dióxido de carbono (CO2) subiram no Brasil pela primeira vez desde 2005, devido, essencialmente, à intensificação do desmatamento na Amazônia, alertou nesta quarta-feira a ONG Observatório do Clima. "A alta das emissões de CO2 em 2013 (7,8% com relação a 2012) representa uma inversão da tendência registrada desde 2005, quando as emissões caíram de um ano a outro devido à redução do desflorestamente" na Amazônia, destacou a entidade.
O estudo mostra que o Brasil emitiu 1,5 bilhão de toneladas de dióxido de carbono e equivalentes em 2013. Os principais setores responsáveis por esta alta são uso do solo (aumento do desmatamento em 16,4%) e geração de energia (aumento de 7,3%), em razão de um grande uso de usinas termelétricas por causa da seca, assim como a produção de combustíveis com novas refinarias, explicou o diretor do Observatório, Carlos Rittl.
No curso dos últimos anos, o Brasil obteve uma redução significativa das emissões de gases de efeito estufa, atribuída à redução do desmatamento na Amazônia. Mas em 2013, o desmatamento teve um pico (aumento de 29%), após ter registrado um mínimo histórico em 2012. "Os dados deste informe nos servem de alerta, ao mostrar que o Brasil volta a aumentar suas emissões, mas também que uma baixa no desmatamento mascarou o fato de que os outros setores (agricultura, indústria, energia) aumentam as emissões", destacou Rittl.
Em 2009, o Brasil se comprometeu a reduzir entre 36% e 39% suas emissões até 2020, incluindo todos os setores econômicos, principalmente agricultura e energia, e em 80%, o desmatamento da floresta amazônica. Os dados de 2013 situam o Brasil entre o quinto e o sétimo principal emissor de gases de efeito estufa do planeta, à razão de 7,8 toneladas por habitante, acima da média mundial, de 7,2 toneladas.
O Brasil tem uma política nacional de combate às mudanças climáticas, mas deve ainda anunciar qual será "sua contribuição para o novo acordo climático" que os países do planeta devem celebrar em 2015, segundo responsáveis da ONG. De 2005 a 2012, o Brasil reduziu em 41% suas emissões de CO2 e equivalentes.

 

 

AFP e Correio do Povo

 

Sport estraga festa do novo estádio do Palmeiras

Pernambucanos venceram por 2 a 0 e deixaram ameaça do rebaixamento para o Verdão

Pernambucanos venceram por 2 a 0 e deixaram ameaça do rebaixamento para o Verdão | Foto: Ari Ferreira/Lancepress/CP

Pernambucanos venceram por 2 a 0 e deixaram ameaça do rebaixamento para o Verdão | Foto: Ari Ferreira/Lancepress/CP

O espetáculo da torcida foi bonito, mas o Sport estragou a inauguração do Allianz Parque, o novo estádio do Palmeiras. Os 36 mil pagantes amargaram a derrota do Verdão por 2 a 0, nesta quarta-feira, o que complicou a equipe no Brasileirão.
A distância para a zona de rebaixamento, restando três rodadas para o encerramento do torneio, é de três pontos. E pior: os concorrentes diretos se aproximaram dos 39 pontos que o Palmeiras teimou em manter. A nova casa, reformada, mas com a mesma presença fiel dos torcedores, estreou com o pé esquerdo em uma temporada marcada pela agonia. Faltam três jogos para o desespero acabar, ou sucumbir à série B.
Em campo, o Palmeiras mostrou atitude ofensiva, mas muita pressa para definir as jogadas e pouco capricho. Uma tabela entre Wesley e Henrique quase deixou Marcelo Oliveira em boas condições de marcar, mas a defesa pernambucana fez o desvio. Já o Sport apostava em Diego Souza.
No primeiro tempo, o Allianz Parque ainda conheceu sua primeira simulação, em jogada bizarra de Henrique, que caiu após Durval passar longe, o primeiro susto, quando Juninho errou dois passes à frente da área e obrigou Fernando Prass a trabalhar firme, e as primeiras vaias.
A segunda etapa foi pior, castigada por um ex-jogador do clube. Ananias, de passagem discreta pelo Verdão na Série B do ano passado, aparou desvio de Felipe Azevedo para bater no canto e abrir o placar.
Aí o Palmeiras se atirou para o ataque e acabou deixando a zaga desprotegida. Patric aproveitou contragolpe puxado por Diego Souza, driblou dois defensores e anotou 2 a 0. Golaço que deixa o Sport com 47 pontos, sem maiores ameaças de rebaixamento.

 

Lancepress e Correio do Povo

 

Carro tem quatro rodas furtadas em Porto Alegre

Veículo estava estacionado na rua Vieira de Castro

Carro estava estacionado na rua Vieira de Castro | Foto: André Ávila

Carro estava estacionado na rua Vieira de Castro | Foto: André Ávila

 

Um Astra amanheceu nesta quarta-feira sem os pneus e as quatro rodas no bairro Santana, em Porto Alegre. O veículo, com placas de São Leopoldo, estava estacionado na rua Vieira de Castro, entre a Venâncio Aires e a José Bonifácio. Junto ao carro estavam cinco lajes que foram usadas para sustentar o automóvel.
Esta não é a primeira vez que rodas de carro são furtadas na Capital. No dia 9 de outubro, foram levadas as quatro rodas de um Onix estacinado na rua Vicente da Fontoura. Na ocasião, a Brigada Militar informou que uma quadrilha seria a responsável por furtar rodas de carros em Porto Alegre. No dia seguinte, umEscort estacionado em frente à 17ª Delegacia de Polícia, na avenida Voluntários da Pátria, também teve as rodas furtadas. 

 

Correio do Povo

 

Taxista é baleado na zona Leste de Porto Alegre

Vítima fugiu do carro, após criminoso anuncia assalto, e foi atingido na perna

Um taxista foi baleado, na noite desta quarta-feira, durante tentativa de assalto no bairro Agronomia, em Porto Alegre. Ao ser ameaçado, o motorista fugiu de dentro do carro, na rua Jocelito da Silva Mangia, próximo do Cemitério Jardim da Paz.
De acordo com a Brigada Militar, o criminoso escapou após atirar na perna da vítima. O motorista foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro e passa bem.

 

Correio do Povo

 

Corinthians vence Goiás e ultrapassa dupla Gre-Nal no Brasileirão

Gol contra de Felipe Macedo deu a vitória e a vaga no G4 à equipe paulista

O Corinthians está de volta ao G4. Na noite desta quarta-feira, no estádio Mangueirão, em Belém, a equipe de Mano Menezes venceu o Goiás, por 1 a 0. O gol contra foi marcado pelo lateral Felipe Macedo. Com esse resultado, o time paulista retornou à terceira colocação do Brasileirão, ultrapassando Inter e Grêmio, que joga nesta quinta-feira, contra o Cruzeiro.
Apoiada pela torcida, que ocupou boa parte das arquibancadas do Mangueirão, os visitantes tomaram as ações do jogo, buscaram o gol e, praticamente, atuaram no campo do adversário. O lado direito, com Fagner e Elias, além da ajuda de Malcom, era o maior problema dos goianos, que marcavam e tentavam sair para o contra-ataque. O Corinthians perdeu algumas chances e chegou ao gol com ajuda do adversário. Aos 44 minutos do primeiro tempo, Malcom bateu escanteio e a bola desviou na perna de Felipe Macedo, entrando no gol do goleiro Renan.
No segundo tempo, com a vantagem no placar, a equipe apostou em contra-ataques, fazendo o tempo passar. Pouco criativo e sem grandes ambições, o Goiás não ameaçou a meta do goleiro Cássio, enquanto Renan evitava um resultado mais elástico.
Na próxima rodada o Corinthians recebe o Grêmio, domingo, às 19h30min, na Arena Corinthians. O Goiás, que não briga por mais nada na competição, visita o Cruzeiro, que pode carimbar o título, no mesmo dia, às 19h30min, no estádio Mineirão.

 

Lancepress e Correio do Povo

 

RS terá instabilidade, mas aberturas de sol nesta quinta-feira

Frente é pouca organizada com chance de chuva fraca no decorrer do dia

A atmosfera estará instável nesta quinta-feira no Rio Grande do Sul, o que trará maior quantidade de nuvens. Mesmo assim, o sol chega a aparecer na maioria das regiões no decorrer do dia, o que deve proporcionar aquecimento com sensação de abafamento. A instabilidade será pouco organizada.
Nuvens mais carregadas devem trazer chuva de caráter localizado para a maioria das áreas do Estado, sobretudo da tarde para a noite. Ante o caráter isolado da chuva, muitas cidades devem passar o dia sem registro algum de precipitação.
As mínimas serão amenas mesmo nos pontos altos, com 15°C em São José dos Ausentes. As máximas, por sua vez, devem chegar a 33°C em Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 20°C e 30°C.
Na sexta-feira, a chuva deve ser mais generalizada. O sábado também poderá começar com precipitação e tempo instável, mas apresentando melhoras no decorrer do período. A projeção para domingo é de sol.

 

MetSul Metereologia e Correio do Povo

 

 

Guido Mantega comemora o resultado do IPCA-15 em outubro

Ministro da Fazenda disse que índice de 0,38% representa que a inflação está crescendo menos

Ministro indicou que, talvez, com os últimos resultados, não seja preciso mais elevar os juros | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil

Ministro indicou que, talvez, com os últimos resultados, não seja preciso mais elevar os juros | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comemorou o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), que teve variação de 0,38% em novembro , abaixo das inflações de outubro e no mesmo mês do ano passado. O indicador foi divulgado nesta quarta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. No caso, é levado em conta dados coletados entre 14 de outubro e 12 de novembro.
“Significa que a inflação está crescendo menos e o que é uma boa notícia. Esta época do ano, a inflação estaria acelerando um pouco, mas não está. Outra notícia boa é o desemprego. Caiu mais ainda e está em 4,7%. Inflação para baixo e desemprego diminuindo, portanto emprego melhorando”, disse.
O ministro indicou que, "talvez, com os últimos resultados", não seja preciso mais elevar os juros para conter a inflação ou recalibrar a política de juros. Para ele, tudo dependerá da forma como será conduzida a política fiscal e do comportamento da inflação. “Com a inflação de hoje, mais moderada, significa que não é necessária nenhuma medida adicional. Isso é a minha opinião. Mas o Copom - Comitê de Política Monetária, do Banco Central (BC)- tem autonomia. O que posso dizer hoje é que a inflação está mais baixa”, avaliou.
Diante da insistência de um dos repórteres se o que tinha dito significava não subir mais os juros, Mantega respondeu: “Imagina. Sempre será necessário subir ou descer os juros. É uma permanente na política monetária. Ela tem que ser flexível. Agora, quando a inflação cai, bom, não sei. Você é quem resolve”, disse se dirigindo ao repórter.
Sobre o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), divulgado na última segunda-feira, que mostrou uma expansão de 0,59% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, o ministro avaliou que é um “bom número”. “Se for confirmado no PIB – Produto Interno Bruto, que é a soma dos bens e riquezas produzidos no país -, significa que não terá havido recessão porque um dos trimestres, que era negativo, vão ficar positivo”, ponderou.
O ministro comentou sobre as mudanças propostas ao Congresso Nacional para alterar o resultado primário do Governo Central. Mantega disse que a equipe econômica trabalha para ter um superavit em 2014, mas não quis comentar a mudança do relator Romero Jucá (PMDB-RR) no texto do projeto de lei, trocando o termo “meta de superávit primário” para “meta de resultado”.
De acordo com Mantega, a mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), proposta pelo governo, é que poderá haver um abatimento maior utilizando as desonerações que o governo concedeu para que o setor produtivo pudesse continuar a enfrentar a crise. Mantega não quis falar em números porque, segundo ele, o relatório de avaliação de receitas e despesas, esperado para sexta-feira, será discutido na tarde de hoje, na Casa Civil, durante o encontro da junta orçamentária. O ministro considerou possível um crescimento de 2% do resultado primário.
“Vamos avaliar ainda a partir desse crescimento da economia. Você sabe o que melhora do superávit primário e o crescimento maior da economia, que neste segundo semestre está mostrando, sim, um crescimento. Ajudará inclusive, no ano que vem pois poderemos entrar 2015 com uma taxa de crescimento maior e ajudará a fazer um primário em trono de 2% no próximo ano”.

 

Agência Brasil e Correio do Povo

 

Operação gera dúvidas na nova ponte do Guaíba

Empreiteira responsável pela obra é uma das citadas na Lava Jato

Operação gera dúvidas na nova ponte do Guaíba | Foto: Divulgação / CP

Operação gera dúvidas na nova ponte do Guaíba | Foto: Divulgação / CP

A Operação Lava Jato que nesta quarta-feira já mostrou impactos no Rio Grande do Sul, com a previsão da demissão de 1 mil funcionários da Iesa, em Charqueadas, suscita dúvidas em relação a obras da União no Estado. As empreiteiras investigadas pela Polícia Federal e que têm contratos na ordem de R$ 59 bilhões com a Petrobras são responsáveis por grandes obras de infraestrutura no país. Na Região Metropolitana de Porto Alegre, a Queiroz Galvão, uma das citadas pelo esquema de corrupção, é a responsável pela construção da segunda ponte do Guaíba, com custo estimado em R$ 649,6 milhões. A licitação foi homologada em março e obra iniciada em outubro.
Apesar de a obra da ponte do Guaíba não estar sob investigação na operação Lava Jato, que aponta para corrupções na Petrobras, a continuidade da obra passa a ser um ponto de interrogação. De acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), caso ocorra de a Queiroz Galvão e as demais empreiteiras serem declaradas inidôneas, a ilegalidade valerá, em princípio, para novos contratos. No entanto, o ministro da CGU Jorge Hage explicou na terça-feira, em um evento oficial, que o administrador de um contrato em vigência – neste caso da ponte, o Dnit – poderá avaliar a conveniência da respectiva rescisão. A CGU complementa que será necessário aos órgãos analisar, por exemplo, se o prejuízo de rescindir será, ou não, maior que o prejuízo em se manter o contrato. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) informou que não irá se manifestar sobre o assunto.
A Controladoria-Geral da União (CGU) acrescentou que, no caso de haver sobrepreço ou superfaturamento comprovado, a recomendação da CGU é de que seja feita a imediata repactuação do contrato em vigor. A segunda ponte do Guaíba é alvo de dois processos, ambos em andamento, no Tribunal de Contas da União (TCU). Um dos processos já possui uma deliberação, de maio de 2014. Este acórdão analisou o anteprojeto da obra e não evidenciou danos ao erário, mas recomendou uma série de ajustes ao Dnit. O acórdão do segundo processo ainda não está disponível.

 

Correio do Povo