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Anne Francis foi uma atriz americana que marcou o cinema e a televisão entre as décadas de 1950 e 1970, lembrada principalmente por seu papel em Forbidden Planet (1956) e pela série Honey West (1965–1966), que lhe rendeu uma indicação ao Emmy. Sua carreira se estendeu por mais de cinco décadas, consolidando-a como uma das figuras icônicas da era dourada de Hollywood.
Nome completo: Anne Lloyd Francis
Nascimento: 16 de setembro de 1930, em Ossining, Nova Iorque.
Falecimento: 2 de janeiro de 2011, em Santa Bárbara, Califórnia, vítima de câncer pancreático, aos 80 anos.
Início artístico: Começou a atuar ainda criança, aparecendo em comerciais e peças de teatro.
Carreira ativa: Entre 1936 e 2006, participou de mais de 25 filmes e diversas séries de TV.
Forbidden Planet (1956): Interpretou Altaira Morbius, papel que a tornou mundialmente conhecida. O filme é considerado um clássico da ficção científica.
Bad Day at Black Rock (1955): Atuou ao lado de Spencer Tracy em um suspense premiado.
Funny Girl (1968): Participou do musical estrelado por Barbra Streisand.
Outros filmes notáveis: Dreamboat (1952), Lydia Bailey (1952), The Rack (1956).
Honey West (1965–1966): Protagonizou a série policial como uma investigadora independente e sofisticada. Foi uma das primeiras personagens femininas fortes da TV americana, rendendo-lhe uma indicação ao Primetime Emmy.
Participações em séries populares como Columbo, Dallas, Wonder Woman, As Panteras e Without a Trace.
Premiações: Indicada ao Emmy por Honey West e vencedora de dois prêmios durante sua carreira.
Impacto cultural: Foi uma das primeiras atrizes a interpretar uma protagonista feminina autônoma na televisão, abrindo espaço para futuras personagens fortes.
Versatilidade: Atuou em gêneros variados, do drama ao suspense, passando pela ficção científica e pelo musical.
Influência: Seu papel em Forbidden Planet é considerado um marco na representação feminina em filmes de ficção científica.
| Ano | Obra | Importância |
|---|---|---|
| 1955 | Bad Day at Black Rock | Reconhecimento em suspense premiado |
| 1956 | Forbidden Planet | Papel mais icônico, clássico da ficção científica |
| 1965–1966 | Honey West | Primeira protagonista feminina independente na TV |
| 1968 | Funny Girl | Participação em musical de sucesso |
| 1970–2000 | Séries diversas | Presença constante na TV americana |
📌 Em resumo: Anne Francis construiu uma carreira sólida e diversificada, sendo lembrada como pioneira na televisão com Honey West e como ícone da ficção científica em Forbidden Planet. Sua trajetória reflete a evolução das mulheres em Hollywood, conquistando espaço em papéis de protagonismo e relevância cultural.
Mercedes Masohn (também conhecida como Mercedes Mason) é uma atriz sueco-americana nascida em 3 de março de 1982 em Linköping, Suécia. Reconhecida por sua versatilidade, ela ganhou destaque em produções televisivas como Fear the Walking Dead e The Rookie, além de participações em filmes e outras séries populares.
Origem: Nascida na Suécia, filha de família com raízes iranianas.
Mudança para os EUA: Aos 12 anos, mudou-se com a família para Nova York e depois para Chicago.
Descoberta: Foi notada por um olheiro aos 13 anos, iniciando carreira como modelo antes de migrar para a atuação.
Nacionalidade: Naturalizou-se norte-americana, mantendo dupla identidade cultural.
Quarantine 2: Terminal (2011): papel de Jenny, em um suspense de terror que consolidou sua presença no cinema.
Three Veils (2011): interpretou Leila, em um drama independente sobre mulheres muçulmanas.
Sniper: Legacy (2014): atuou como Sanaa, em filme de ação militar.
Também participou de produções como Slightly Single in L.A. (2011) e General Education (2012).
One Life to Live (2005–2006): primeiros papéis recorrentes em novela americana.
Entourage (2008): participação especial.
The Finder (2012): papel de Isabel Zambada, agente federal, que lhe deu maior visibilidade.
Fear the Walking Dead (2016–2017): interpretou Ofelia Salazar, filha de Daniel Salazar, personagem central na trama. Esse papel foi um dos mais marcantes de sua carreira.
The Rookie (2018–2019): viveu Capitã Zoe Anderson, líder forte e carismática, cuja morte inesperada na série gerou grande repercussão entre fãs.
Participou ainda de séries como NCIS: Los Angeles, Californication e Chuck.
| Ano | Produção | Papel | Importância |
|---|---|---|---|
| 2005–2006 | One Life to Live | Neely / Enfermeira | Primeiros papéis recorrentes na TV |
| 2011 | Quarantine 2: Terminal | Jenny | Reconhecimento no cinema de terror |
| 2012 | The Finder | Isabel Zambada | Papel de destaque em série da Fox |
| 2016–2017 | Fear the Walking Dead | Ofelia Salazar | Papel marcante em franquia mundial |
| 2018–2019 | The Rookie | Zoe Anderson | Personagem central cuja morte impactou fãs |
Versatilidade: Mercedes Masohn transita entre drama, ação e suspense, tanto em cinema quanto em TV.
Reconhecimento internacional: Seu trabalho em Fear the Walking Dead a consolidou como atriz de alcance global.
Impacto cultural: Representa diversidade em Hollywood, com raízes suecas e iranianas, e carreira construída nos EUA.
📌 Em resumo: Mercedes Masohn é uma atriz sueco-americana que se destacou em produções de grande alcance como Fear the Walking Dead e The Rookie, além de diversos filmes e participações televisivas. Sua carreira é marcada pela transição bem-sucedida de modelo para atriz e pela construção de personagens fortes e memoráveis.
A Falha de San Andreas é uma das mais famosas e perigosas falhas geológicas do mundo, localizada na Califórnia (EUA). Ela se estende por cerca de 1.300 km e marca o limite entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana. Por sua intensa atividade sísmica, é motivo de preocupação constante, especialmente em cidades como Los Angeles, San Diego e San Francisco.
Definição: É uma falha tectônica transformante, resultado do atrito entre duas placas: a Placa do Pacífico (que se move para o noroeste) e a Placa Norte-Americana (que se desloca para o sudeste).
Extensão: Aproximadamente 1.290–1.300 km, atravessando toda a Califórnia.
Formação: Criada por movimentos sísmicos naturais ao longo de milhões de anos.
Importância: É considerada uma das áreas mais instáveis do planeta, responsável por terremotos históricos.
A falha corta a Califórnia de norte a sul.
Passa por regiões densamente povoadas, incluindo San Francisco, Los Angeles e San Diego.
O mapa mostra claramente o traçado da falha e o movimento relativo das placas tectônicas.
Risco de grandes terremotos: A falha já provocou abalos devastadores, como o terremoto de San Francisco em 1906, que destruiu grande parte da cidade.
“Big One”: Cientistas alertam para a possibilidade de um terremoto de magnitude superior a 8, conhecido popularmente como “Big One”, que poderia causar danos catastróficos.
Impacto urbano: Como atravessa áreas altamente urbanizadas, qualquer grande evento sísmico teria consequências graves para milhões de pessoas.
Infraestrutura: Estradas, pontes, redes elétricas e sistemas de abastecimento de água estão em risco em caso de tremores intensos.
Crença popular: Há quem acredite que a Califórnia poderia se “dividir” ou se separar do continente em milhões de anos devido ao movimento das placas.
| Aspecto | Detalhe | Impacto |
|---|---|---|
| Terremotos históricos | Ex.: San Francisco (1906) | Destruição urbana e milhares de mortes |
| Possibilidade do “Big One” | Tremor acima de magnitude 8 | Risco catastrófico para cidades da Califórnia |
| Localização | Passa por áreas densamente povoadas | Milhões de pessoas expostas |
| Infraestrutura | Rodovias, energia, água | Colapso de serviços essenciais |
📌 Em resumo: a Falha de San Andreas é uma linha de instabilidade tectônica que atravessa a Califórnia e representa um dos maiores riscos sísmicos do mundo. O temor do “Big One” continua sendo uma das maiores preocupações para cientistas, autoridades e moradores da região.
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Luana Patten foi uma atriz americana que começou sua carreira ainda criança como estrela mirim da Disney nos anos 1940 e se destacou em filmes como Song of the South (1946) e So Dear to My Heart (1948). Ao longo das décadas seguintes, participou de produções de Hollywood e consolidou sua imagem como atriz versátil, embora tenha se afastado gradualmente da indústria.
Nascimento: 6 de julho de 1938, em Long Beach, Califórnia.
Falecimento: 1º de maio de 1996, em Long Beach, vítima de insuficiência respiratória, aos 57 anos.
Família: Filha de Harvey T. Patten e Alma Miller Patten. Teve três casamentos, incluindo com o ator John Smith. Não teve filhos.
Aos 3 anos, começou como modelo infantil.
Foi contratada pela Walt Disney e estreou no cinema em Song of the South (1946), contracenando com Bobby Driscoll.
Repetiu a parceria em So Dear to My Heart (1948), consolidando-se como uma das primeiras estrelas mirins da Disney.
| Ano | Obra | Importância |
|---|---|---|
| 1946 | Song of the South | Estreia no cinema, papel icônico como estrela mirim da Disney. |
| 1948 | So Dear to My Heart | Reforçou sua imagem como atriz infantil de destaque. |
| 1947 | Fun and Fancy Free | Participação em produção clássica da Disney. |
| 1960 | Home from the Hill | Papel adulto em drama de sucesso, ao lado de George Peppard e George Hamilton. |
| 1961 | Naked Youth (Nua no Mundo) | Mostrou versatilidade em produções independentes. |
Nos anos 1950 e 1960, Patten buscou se afastar da imagem de estrela infantil.
Atuou em dramas e filmes independentes, como Home from the Hill (1960), onde interpretou uma jovem envolvida em um quarteto romântico.
Também participou de Naked Youth (1961), mostrando sua capacidade de atuar em papéis mais ousados e complexos.
Luana Patten é lembrada como uma das primeiras atrizes mirins da Disney, ajudando a moldar o papel das crianças no cinema americano.
Sua carreira simboliza a transição difícil de estrelas infantis para papéis adultos, mas ela conseguiu marcar presença em produções relevantes.
Embora não tenha alcançado o estrelato duradouro de outras atrizes de sua geração, deixou uma contribuição importante para o cinema clássico norte-americano.
📌 Em resumo: Luana Patten brilhou como estrela infantil da Disney nos anos 1940 e conseguiu se reinventar em papéis adultos nos anos 1960, sendo lembrada por sua versatilidade e por marcar uma era de transição no cinema americano.
Margaret Hayes foi uma atriz americana que se destacou entre as décadas de 1930 e 1960, conhecida por sua versatilidade no cinema, teatro e televisão. Nascida em Baltimore em 5 de dezembro de 1916 (algumas fontes citam 1913), ela construiu uma carreira sólida em Hollywood, com papéis marcantes em filmes como Blackboard Jungle (1955). Faleceu em 26 de janeiro de 1977, em Miami Beach, aos 60 anos.
Nome de nascimento: Florette Regina Ottenheimer.
Educação: Estudou na Johns Hopkins University.
Início da carreira: Trabalhou como modelo antes de adotar o nome artístico Margaret Hayes e migrar para o cinema.
Família: Teve três casamentos, incluindo com o ator Leif Erickson e com Herbert B. Swope Jr., com quem teve três filhos.
Atuou em produções desde o final dos anos 1930, consolidando-se como atriz de apoio em Hollywood.
Participou de filmes como The Case of the Curious Bride (1935) e The Glass Menagerie (1950).
Blackboard Jungle (1955): Seu papel como Lois Hammond, esposa de um professor em uma escola marcada pela violência juvenil, é considerado o mais importante de sua carreira. O filme se tornou um clássico por retratar tensões sociais e pela trilha sonora que popularizou o rock and roll.
My Six Convicts (1952): Outro destaque, onde interpretou personagens complexos em dramas criminais.
Trabalhou também em Contrastes Humanos (1941), Um Sábado Violento (1955) e Clamor de Vingança (1962).
Além do cinema, Hayes teve participações em séries e peças teatrais, mostrando sua versatilidade.
Atuou em produções televisivas durante os anos 1950 e 1960, período em que a TV ganhava força nos EUA.
| Ano | Obra | Importância |
|---|---|---|
| 1935 | The Case of the Curious Bride | Primeiros papéis no cinema |
| 1941 | Contrastes Humanos | Reconhecimento inicial em Hollywood |
| 1950 | The Glass Menagerie | Adaptação de obra literária clássica |
| 1952 | My Six Convicts | Destaque em drama criminal |
| 1955 | Blackboard Jungle | Papel mais marcante, clássico do cinema |
| 1962 | Clamor de Vingança | Últimos trabalhos de relevância |
Margaret Hayes é lembrada como uma atriz que transitou entre diferentes gêneros, do drama ao suspense.
Sua atuação em Blackboard Jungle permanece como referência cultural, especialmente por abordar temas sociais relevantes da época.
Apesar de não ter alcançado status de estrela principal em Hollywood, construiu uma carreira respeitada e consistente.
📌 Em resumo: Margaret Hayes foi uma atriz americana que marcou presença em filmes clássicos como Blackboard Jungle, construiu carreira entre cinema, teatro e televisão, e deixou um legado de versatilidade e talento na era dourada de Hollywood.
A repórter esportiva Alinne Fanelli, que integra a equipe da Band desde 2018, recusou uma proposta da Globo para se juntar ao time de comentaristas do SporTV. O convite tinha como objetivo reforçar a cobertura da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. Apesar da oportunidade, a jornalista optou por permanecer na emissora paulista.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, Fanelli avaliou que teria melhores perspectivas de crescimento e visibilidade na Band nos próximos anos. Um dos fatores determinantes foi a cobertura da Copa do Mundo Masculina de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá. A repórter deve integrar a equipe enviada pela Band para acompanhar a seleção brasileira, em transmissões pelas rádios do grupo, o que lhe garantirá grande destaque profissional.
Outro ponto considerado foi a mudança de função. Na Globo, Fanelli assumiria imediatamente o papel de comentarista, mas ela acredita não estar pronta para abandonar a reportagem de campo, área em que consolidou sua carreira. Embora já tenha atuado como comentarista em algumas ocasiões, a jornalista prefere seguir como repórter por enquanto.
A Globo tem investido na diversificação de seu elenco de comentaristas, especialmente com a proximidade de grandes eventos femininos. No entanto, recentemente outra profissional também recusou proposta semelhante: Giovanna Kiill optou por renovar seu contrato com a TNT Sports em vez de migrar para o canal carioca.
📌 Em resumo: Alinne Fanelli decidiu permanecer na Band, priorizando oportunidades ligadas à cobertura da Copa do Mundo de 2026 e mantendo sua atuação como repórter, em vez de migrar para a função de comentarista na Globo.
O YouTube já oferece diversos atrativos para usuários do plano Premium, como a remoção de anúncios, mas pode estar preparando mais exclusividades. Um usuário do Reddit identificou que a plataforma está testando restringir a função de Velocidade de Reprodução apenas para assinantes.
Segundo o relato, ao acessar a página de assinaturas em um dos dispositivos, apareceu o aviso: “Assista em velocidades de reprodução mais rápidas com Premium”. Ao tentar usar o recurso, o usuário percebeu que a opção estava bloqueada, levando à conclusão de que o YouTube conduz um experimento com dois grupos:
um com acesso livre à função;
outro com a ferramenta restrita, para avaliar se isso incentiva a adesão ao Premium.
Se os testes mostrarem aumento significativo nas assinaturas, a função pode se tornar exclusiva do plano pago.
O Google não comentou oficialmente sobre o experimento, mas a medida já gera críticas. Para muitos, a limitação indica que a plataforma pode adotar estratégias semelhantes no futuro, restringindo recursos antes gratuitos para estimular a assinatura.
📌 Em resumo: o YouTube avalia transformar a velocidade de reprodução em recurso exclusivo do Premium, decisão que pode marcar uma mudança significativa na experiência dos usuários e aumentar a pressão para adesão ao plano pago.
Por Percival Puggina
Viver numa democracia é privilégio cada dia mais raro. Minha geração cresceu bebendo democracia à americana, de canudinho, como Coca-Cola ou saboreando à europeia, como barrinha de chocolate suíço. Europa Ocidental do pós-guerra e Estados Unidos eram as referências culturais e políticas. Hoje, o Ocidente oferece sua cultura, tradição, princípios, valores e convicções em sacrifício no altar do multiculturalismo, do globalismo e os EUA só não estão fazendo o mesmo porque Trump não está deixando. O balaio de renúncias descarta, igualmente, a Verdade e o Bem. Vá e veja. Informe-se e saiba.
Em 2019, ano que marcou o fim de uma era no Brasil, as poucas virtudes nacionais foram jogadas num corredor polonês como resíduos da “ultradireita”. Observe, nestes dias, a conduta de quantos – quantos! – racharam os dedos aplaudindo os excessos no uso do poder do Estado, mesmo quando aplicado com voluntariedade de causar arrepios à mais prosaica letra da mais corriqueira lei. O que antes era defendido com unhadas e dentadas retóricas em qualquer microfone ou mesa de bar, agora é afastado com fingido desprezo, que parece extraído de uma página de Esopo: “Não estou acompanhando”. Uvas maduras da hipocrisia...
A experiência da modernidade mostra que, fora dos controles, o poder age como o álcool sobre o alcoólatra de quem demanda doses crescentes do vício com o qual se perdeu. O título deste artigo reproduz o título de um livro importante, ao qual o autor acrescentou subtítulos que informam sobre o conteúdo abordado nessa contradição em termos do título principal: Natureza e origens; e Psicopatologia e Psicologia Social.
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Por isso, numa sociedade de massa, em que as misérias cultural, material e moral caminham lado a lado, aos tropeços, em meio à mistificação e autoritarismo, mais do que nunca, esclarecer é preciso. A marcha firme, corajosa e virtuosa de Nikolas Ferreira é um exemplo de quanto podem um homem e sua fé.
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