Flamengo tem quatro desfalques para encarar o Grêmio

 Delegação do Rubro-Negro carioca chegou a Porto Alegre nesta sexta-feira


Já em Porto Alegre, após a confusão na Colômbia que culminou com cancelamento do jogo contra o Independiente Medellín pela Libertadores, o Flamengo iniciou, nesta sexta-feira, a sua preparação para enfrentar o Grêmio. Para esse duelo, o técnico Leonardo Jardim não poderá contar com quatro jogadores: Arrascaeta, Pulgar e Paquetá (lesionados) e Alex Sandro (suspenso).


“O Grêmio preza pela organização. Temos que respeitar. Vamos fazer o nosso melhor, e jogar dentro daquilo que é a nossa ideia, procurar os três pontos, que é o que fazemos em todos os jogos. Vai ser um grande duelo”, projetou Jardim, em entrevista coletiva na capital gaúcha.


Apesar das ausências, o Rubro-Negro carioca chega forte para o duelo deste domingo, às 19h30min, na Arena, pela 15ª rodada do Brasileirão. Na vice-liderança, com 27 pontos, o Flamengo busca voltar a vencer na competição nacional, após empatar com o Vasco por 2 a 2, no Maracanã, no último domingo.


A provável escalação dos cariocas tem: Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Evertton Araújo, Jorginho e Carrascal; Luiz Araújo, Samuel Lino e Pedro.


Correio do Povo

Taylor Swift responde após ser alvo de processo por “The Life of a Showgirl”

 Maren Flagg afirma haver uma semelhança com sua marca, “Confessions of a Showgirl”



Taylor Swift foi processada pelo nome de seu álbum “The Life Of A Showgirl”. Maren Flagg - cujo nome verdadeiro é Maren Wade - está movendo uma ação contra a artista, afirmando haver uma semelhança com sua marca, “Confessions of a Showgirl”. Agora, os representantes da cantora de “The Fate Of Ophelia” responderam ao processo na Justiça.


Wade pede uma liminar que, caso aprovada, fará com que Swift seja impedida de utilizar-se do nome do álbum durante o processo. Segundo o E! News, a equipe da cantora teria afirmado em documentos que a moção e o processo seriam a "mais recente tentativa de Wade de usar o nome e a propriedade intelectual de Taylor Swift para impulsionar sua marca".


Ainda de acordo com o portal, a equipe da artista também teria dito que Wade se utilizou do álbum de Swift para promover a si mesma. A defesa ainda afirma que, pelo fato de "as tentativas da Autora de explorar a propriedade intelectual" não terem surtido efeito, ela decidiu mover a ação.


"Primeiro, ‘The Life of a Showgirl’ é um álbum musical, não um espetáculo teatral de cabaré ao vivo. E embora a Sra. Swift não tenha apresentado músicas do álbum até o momento desta apresentação, historicamente suas performances são shows musicais em estádios lotados com milhares de espectadores, não em resorts de golfe ou casas de espetáculos no estilo cabaré", afirma o documento.

Resposta

A equipe de Wade enviou um comunicado ao portal em resposta: "Analisamos os documentos dos réus. O Escritório Federal de Marcas e Patentes negou o registro da marca dos réus e, em vez de contestar essa decisão, os réus argumentam sobre praticamente qualquer outra coisa".


A marca “Confessions of a Showgirl” já havia sido registrada por Wade em 2015. Segundo o processo inicial, "a marca alcançou status incontestável".

"A designação foi afixada em bens de consumo, estampada em rótulos, etiquetas e embalagens, e utilizada como identificador de origem em todos os canais de varejo, tudo direcionado ao mesmo público que a autora passou anos cultivando", diz o processo.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 45 milhões

 Próximo concurso acontece no sábado



Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.005 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 45 milhões para o próximo sorteio.


Os números sorteados são: 17 - 23 - 29 - 30 - 48 - 50


25 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 70.003,53 cada

2.594 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.112,08 cada

Apostas


Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Agência Brasil e Correio do Povo

A bolsa brasileira fechou em forte queda em meio às incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio

 


A bolsa brasileira fechou em forte queda em meio às incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio. Segundo Denise Campos de Toledo, investidores reagiram ao aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, além de preocupações com inadimplência e oscilações no preço do petróleo.#JornalJovemPan

Vídeo de Jovem Pan News

Fonte: https://web.facebook.com/reel/2328873280937520

Vídeo - Líder do governo no Congresso, Paulo Pimenta apresenta projeto para proibir "jogo do tigrinho"

 




Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/05/lider-do-governo-no-congresso-paulo.html

JORNAL JOVEM PAN - 07/05/2026

 



Fonte: https://web.facebook.com/share/v/1BDMR9MbL6/

Ensino domiciliar (homeschooling) não configura crime de abandono intelectual

 




Por isso tenho um Projeto de lei que prevê a inclusão no CP que ensino domiciliar (homeschooling) não configura crime de abandono intelectual. É preciso proteger os pais e as crianças da sanha persecutória de quem usa as instituições para impor ideologia.

Postagem de Bia Kicis

Fonte: https://web.facebook.com/reel/1944185036223718

BANDNEWS FM 07/05/2026

 


BandNews FM Fortaleza - 101.7 FM
Apresentação de Nonato Albuquerque e Iury Costa. Participe da nossa programação no (85) 98154.3814
📅 De segunda a sexta-feira, a partir das 9h30
⏰ YouTube
📻 Sintonize também na rádio BandNews FM 101.7

Postagem de Jornal Jangadeiros

Fonte: https://web.facebook.com/jornaljangadeiro/videos/993982066518946/

Suprema arbitrariedade



 Luiz Felipe D’Avila

CIENTISTA POLÍTICO, AUTOR DO LIVRO ‘VIRE À DIREITA, SIGA EM FRENTE’, FOI CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
O Estado de S. Paulo.
29 de abr. de 2026
A missão mais urgente no momento é frear o poder arbitrário do Supremo Tribunal Federal (STF). Quando ministros do STF usurpam os limites do seu poder constitucional e encobrem atos imorais de seus pares, é imprescindível agir para conter os rompantes de arbitrariedade que ameaçam a liberdade e a democracia. O jurista Manoel Gonçalves Ferreira Filho definiu o regime que vigora no País como “juristocracia”. No Brasil da juristocracia, o poder da toga se sobrepõe à vontade dos governantes, invadindo competências dos Poderes Legislativo e Executivo e arvorando-se o poder de legislar e anular a implementação de políticas públicas.
As ameaças recentes dos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes de impedir candidaturas políticas que ousam criticar ministros do STF representam a arrogância e a arbitrariedade da casta dos “intocáveis”, como decretou o ex-governador Romeu Zema. As ameaças de Gilmar Mendes e Dias Toffoli comprometem a livre escolha dos eleitores no pleito de 2026. Não existe nenhum artigo na Constituição outorgando ao STF o poder de legislar, declarar estado de exceção e suspender a liberdade de expressão. Trata-se de uma evidente usurpação do poder. O problema é que o Senado, o Poder capaz de exercer os freios e contrapesos para conter a ala jacobina do STF, permanece omisso. Muitos senadores têm rabo preso e temem que ministros do STF reavivam processos que possam colocar em risco seus mandatos. O resultado é a inação e a conivência do Senado com os abusos dos jacobinos da Suprema Corte.
A saída está em o Senado criar uma comissão extraparlamentar de pessoas com notável saber jurídico e político, como ex-ministros do Supremo e renomados constitucionalistas, para elaborar um projeto de reforma capaz de enquadrar o STF no seu papel de Corte Constitucional. O Senado terá o poder de aprová-lo, mas não poderá apresentar emendas por um prazo mínimo de cinco anos.
Essa medida é vital para evitar que a pressão política dos jacobinos do STF leve senadores a apresentar emendas e modificações que deturpem o projeto de reforma.
Há pelo menos sete medidas imprescindíveis para restabelecer a credibilidade do STF.
1) Encerrar imediatamente o inquérito da fake news. Símbolo máximo do poder arbitrário e da perseguição de críticos das decisões dos ministros da Suprema Corte, o inquérito é um mecanismo perverso de censura e de intimidação, digno de um regime de exceção. É o símbolo supremo do arbítrio do STF;
2) Fim de decisões monocráticas. O STF deve se manifestar como colegiado. Não pode haver um mecanismo arbitrário capaz de invalidar leis e políticas públicas com uma canetada, livrar empresas corruptas e de corruptores confessos da cadeia e blindar colegas de Corte, suspeitos de envolvimento em escândalos, como é o caso do Banco Master;
3) Acabar com privilégios. O Brasil sustenta o Poder Judiciário mais caro do mundo. É inaceitável, vergonhoso e imoral que os guardiões da lei recebam salários e benefícios que violam o teto de remuneração determinado pela Constituição. A fonte de recursos para financiar esses privilégios é uma só: o bolso do brasileiro;
4) Aumentar para 60 anos a idade mínima de ministros indicados para o STF. A indicação tem de ser a coroação de uma carreira jurídica brilhante de “notável saber jurídico e reputação ilibada”. Grande parte da crise atual reflete o abastardamento das indicações do presidente da República de candidatos de raso conhecimento jurídico e grande afinidade política e ideológica. Os indicados contaram com a conivência de sabatinas frouxas e voracidade de barganhas políticas no Senado para chegar ao STF;
5) Acabar com o foro privilegiado. Numa democracia, não se justifica a existência de foro privilegiado. O papel da Suprema Corte é zelar pela Constituição, e não ser um tribunal vip para figurões da República. Apenas o presidente da República deve ser julgado no STF;
6) Proibir a nomeação de familiares para órgãos de controle, assim como vetar as atividades advocatícias nos tribunais superiores para parentes de membros do STF. Fica terminantemente proibida a indicação de parentes e familiares para os tribunais de contas, assim como vetado o exercício da advocacia em casos que tramitam nos tribunais superiores e no STF; e
7) Acabar com o monopólio do presidente do Senado de abrir investigação de ministros da Suprema Corte. A investigação se tornará obrigatória quando apoiada pela maioria do Senado. Num regime democrático, a transparência e a responsabilização dos servidores públicos não podem ser encobertas por sigilo e manobras políticas.
O bom funcionamento da democracia requer a existência de um Poder Judiciário capaz de garantir as liberdades individuais, limitar o poder do governo e zelar pela credibilidade do Estado de Direito. O Brasil não precisa de Robespierre, de tribunal de exceção e de jacobinos no STF para “salvar a democracia”. O País necessita de uma Corte Constitucional que limite o poder do Estado e garanta as regras do jogo, a ordem, a paz e a liberdade. •

Post de Renata Di Pierro

Fonte: https://web.facebook.com/story.php?story_fbid=27249746884617861&id=100000277508224&post_id=100000277508224_27249746884617861&notif_id=1778184036344149&notif_t=close_friend_activity&ref=notif&rdid=eSymTpiM3lZr46cV#

Vídeo - Imagens aéreas mostram estrago em Parque Eólico de Livramento

 




Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/05/imagens-aereas-mostram-estrago-em.html