Nadine Velazquez: de Chicago ao estrelato, a atriz que conquistou a televisão com My Name Is Earl

 


Nadine Velazquez é uma atriz e modelo americana, nascida em 20 de novembro de 1978, em Chicago, Illinois. Ela é mais conhecida por interpretar a personagem Catalina Aruca na série de comédia My Name Is Earl (2005–2009) e Sofia Ruxin na série The League (2009–2015).Início da vidaNadine Velazquez é descendente de porto-riquenhos. Formou-se na Notre Dame High School for Girls e, em 2001, concluiu o curso de Bacharelado em Marketing pela Columbia College Chicago.Vida pessoalEm 2005, Velazquez se casou com o agente de talentos Marc Provissiero. O casal se divorciou em 2011.CarreiraAntes de se dedicar integralmente à atuação, Velazquez trabalhou como modelo e chegou a atuar em comerciais. Sua carreira na televisão ganhou destaque em 2005, quando interpretou Catalina na série My Name Is Earl, papel que interpretou por 96 episódios e que a tornou conhecida do grande público.No cinema, participou de produções como Flight (2012), ao lado de Denzel Washington, Snitch (2013), Ride Along 2 (2016) e Aztec Warrior (2014).Na televisão, além de My Name Is Earl, teve papéis recorrentes em The League, Major Crimes (como a promotora Emma Rios) e participações em séries como Entourage, CSI: NY, Hawaii Five-0, Hart of Dixie e Arrested Development.Filmografia selecionadaCinema
  • Biker Boyz (2003)
  • Flight (2012)
  • Snitch (2013)
  • Ride Along 2 (2016)
Televisão
  • My Name Is Earl (2005–2009) – Catalina Aruca
  • The League (2009–2015) – Sofia Ruxin
  • Major Crimes (2013–2015) – D.D.A. Emma Rios
Nadine Velazquez continua atuando em produções para televisão e cinema, consolidando uma carreira versátil que transita entre comédia e drama.
Ligações externas

KIT COM 4 PARES DE BRINCOS SOLITÁRIOS FOLHEADOS A OURO COM STRASS




Kit contendo quatro pares de brincos solitários folheados a ouro com pedras de strass coloridas.

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Garantia: 1 ano após a data da compra

Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)

Dimensões aproximadas:
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Soraya Thronicke deixa o Podemos e se filia ao PSB para buscar reeleição ao Senado

 


Brasília, 6 de abril de 2026 — A senadora Soraya Thronicke (MS) formalizou na última sexta-feira (3) sua saída do Podemos e filiou-se ao PSB, de olho na reeleição ao Senado em 2026.O registro da mudança partidária foi feito no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um dia antes do encerramento da janela partidária. A migração contou com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin.No Mato Grosso do Sul, Thronicke deve compor chapa com o deputado federal Vander Loubet (PT), que disputará uma vaga no Senado pela primeira vez.Quarta troca de partido em menos de dez anosEsta é a quarta mudança de legenda de Soraya Thronicke desde que entrou na política. Eleita senadora em 2018 pelo PSL, ela migrou para o União Brasil em 2021 após a fusão do PSL com o DEM. Pelo União Brasil, foi candidata à Presidência da República em 2022, obtendo 0,51% dos votos válidos (quinto lugar). Em 2023, transferiu-se para o Podemos, onde ganhou espaço interno no Mato Grosso do Sul.Com mandato até 2027, a senadora agora busca a reeleição pelo PSB.

Empreendedora invisível: faturar sem aparecer nas redes sociais é possível e está em crescimento

 


Muitos empreendedores estão descobrindo que não é necessário estar constantemente nas redes sociais para ter sucesso nos negócios. É o que a colunista Lu Brito chama de “empreendedora invisível”: quem fatura de forma estratégica, priorizando a qualidade do produto, o atendimento e o relacionamento direto, em vez da exposição constante.Em sua coluna, Lu Brito destaca um movimento silencioso que vem ganhando força: pequenos negócios que dependem majoritariamente de indicações e de confiança construída pessoalmente, sem a pressão de produzir conteúdo diário para as redes.“Enquanto o discurso dominante diz ‘poste mais’, a prática mostra outra realidade”, afirma a colunista. Segundo dados citados por ela, mais de 70% dos pequenos negócios no Brasil ainda dependem principalmente de indicação e relacionamento direto para vender. Uma pesquisa da Nielsen reforça esse ponto: 88% das pessoas confiam mais em recomendações de conhecidos do que em qualquer tipo de publicidade online.Foco no que realmente importaEm vez de investir tempo e energia em aparecer, esses empreendedores “invisíveis” concentram esforços em:
  • Melhorar constantemente o produto ou serviço;
  • Estruturar um atendimento de excelência;
  • Criar canais de venda eficientes;
  • Construir uma rede sólida de indicações.
Lu Brito lembra que o Brasil tem mais de 15 milhões de MEIs ativos, muitos deles operando de forma local, com baixa presença digital, mas gerando renda consistente. “Quantos negócios deixam de crescer não por falta de qualidade, mas por medo de se expor?”, questiona.A colunista, que por anos atuou dessa forma, defende que o empreendedor invisível não é ausente: ele é estratégico. Usa o digital como ferramenta quando necessário, mas não como vitrine obrigatória.“No fim do dia, não é sobre aparecer, é sobre vender, sustentar e crescer. Talvez o futuro do empreendedorismo seja menos sobre quem fala mais e mais sobre quem entrega melhor”, conclui Lu Brito.

“Quem fala mal do Pix tem interesses que não são os da população brasileira”, diz diretor do Banco Central

 


Rio de Janeiro, 6 de abril de 2026 — O diretor de Política Econômica e Assuntos Internacionais do Banco Central, Paulo Picchetti, rebateu nesta segunda-feira as críticas ao Pix e afirmou que quem ataca o sistema de pagamentos instantâneo “tem interesses que não são os da população brasileira”.A declaração foi feita após participação no XII Seminário Anual de Política Monetária, promovido pelo Ibre/FGV, no Rio de Janeiro. Picchetti respondeu indiretamente às críticas recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao meio de pagamento brasileiro.Durante a palestra, o diretor também abordou a regulação de ativos virtuais e stablecoins, destacando as três resoluções aprovadas pelo BC em novembro do ano passado. Ele citou como exemplo a cobrança de IOF sobre remessas realizadas com stablecoins, equiparando-as às operações cambiais tradicionais.Comparação com criptomoedasPicchetti comparou o sucesso do Pix com o desenvolvimento dos ativos virtuais. “Muita gente achava que o bitcoin ia ser uma revolução, que todo mundo ia usar dali a seis meses. E hoje em dia é um negócio mais de curiosidade ou de especulação do que realidade. Ninguém paga café, carro, nada em bitcoin”, afirmou.Ele reconheceu que o mercado de ativos virtuais já é uma realidade, mas destacou o desafio de fazer os stablecoins coexistirem com o sistema financeiro tradicional de forma confiável e regulada. As novas regras dão prazo até outubro para que as empresas se adaptem.Desafios do DrexSobre o Drex, a plataforma de real digital do Banco Central, Picchetti admitiu que o desenvolvimento “não é um caminho linear” e enfrenta desafios tecnológicos globais, especialmente na conciliação entre privacidade e escalabilidade.“Se a gente imagina o Drex reproduzir o sucesso do Pix, você vai ter milhões de transações ali por dia e a coisa tem que funcionar como o Pix funciona”, ressaltou.O diretor informou que a fase piloto do Drex já foi concluída e uma nova etapa está em andamento.