Orem pelo Presidente Bolsonaro - Vídeo de Jeffrey Chiquini

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1412154786823633&_rdc=1&_rdr#

🚀 Chrome Lento? Conheça o "Chromin", o Pequeno Programa que Salva sua Memória RAM

 


Se você trabalha com marketing digital, SEO ou simplesmente é do tipo que acumula dezenas de abas abertas, sabe que o Google Chrome é um "devorador" de memória. Em 2026, com a crise global de semicondutores e o boom da IA elevando o preço de 32 GB de RAM para quase 500 euros (R$ 3 mil), economizar cada megabyte virou questão de sobrevivência digital.

O redator Fabrício Mainenti (baseado na experiência de Florian Franck) testou uma solução que parece mágica, mas é pura engenharia de software: o Chromin.


🛠️ O que é o Chromin e como ele funciona?

O Chromin é um software gratuito e de código aberto (licença GNU) extremamente leve. Sua função é única: reduzir continuamente o uso de RAM do navegador.

  • A Mágica Técnica: Ele utiliza o comando do Windows EmptyWorkingSet. Na prática, ele identifica a memória que o Chrome está "segurando" e a transfere para o arquivo de paginação (memória virtual no seu SSD).

  • Configuração Personalizada: Você pode definir, por exemplo, para o programa agir a cada 500 milissegundos sempre que o Chrome ultrapassar 300 MB de uso.


📊 Resultados Impressionantes

Nos testes realizados, o cenário mudou drasticamente:

  • Sem Chromin: O Chrome atingia facilmente 3 GB de uso logo na primeira hora de trabalho com 20 abas.

  • Com Chromin: O consumo caiu para apenas algumas centenas de MB, sem que as abas travassem ou o navegador fechasse.

"Abri 30 abas simultaneamente e, para minha surpresa, tudo carregou sem quedas de desempenho perceptíveis." — Florian Franck.


⚖️ Vale a pena? Prós e Contras

VantagensDesvantagens
Redução drástica e real do uso de RAM.Latência mínima (quase imperceptível) ao clicar em abas.
Gratuito e de código aberto.Necessidade de instalar mais um programa no PC.
Melhora a fluidez em PCs com menos memória.Depende da velocidade do seu SSD (memória virtual).

🌐 Alternativas para outros navegadores

Se você não usa o Chrome, o desenvolvedor oferece "irmãos" do Chromin para outros motores:

  • Firemin: Para Firefox.

  • Edgemin: Para Microsoft Edge.

  • Watermin: Para o navegador Waterfox.

Não nos representa

 Por Ali Klemt



Imagina se a Comissão de Agricultura fosse presidida por alguém que nunca pisou em uma lavoura. Se a Comissão de Saúde fosse liderada por alguém que rejeita a própria existência da biologia. Ou se a Comissão de Direitos da Criança fosse presidida por alguém que nunca reconheceu a infância como uma fase específica da vida.

Soaria estranho, certo?

Pois bem. No Brasil de 2026, aparentemente, não há problema algum em algo ainda mais curioso: a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados ser presidida por alguém que nunca viveu a experiência biológica de ser mulher. Sim, a deputada federal Erika Hilton, a trans mais famosa do país, assumiu o cargo essa semana.

E antes que tentem reduzir a discussão a caricaturas previsíveis…não, isso não é um ataque pessoal. É uma pergunta institucional mesmo. Uma pergunta que, aliás, está sendo feita por muitas mulheres de diferentes espectros políticos (inclusive mulheres de esquerda, viu?) que olham para a situação e sentem o desconforto inescapável: como a pauta feminina acabou sendo conduzida por alguém que jamais viveu as condições fisiológicas que moldam a vida das mulheres?

Antes de entrar no mérito do porquê isso é absolutamente indignante, vale explicar como isso aconteceu.

Na Câmara dos Deputados, as comissões permanentes são distribuídas entre os partidos conforme o tamanho de suas bancadas. Cada partido, quando recebe o comando de uma comissão, indica um nome, e os próprios membros daquele colegiado realizam a eleição. Neste ano, o acordo político entre as lideranças parlamentares definiu que a Comissão da Mulher ficaria com o PSOL. O partido indicou a deputada Erika Hilton, e a votação terminou com 11 votos favoráveis e 10 votos em branco. Em outras palavras: não houve consenso nem dentro da própria Comissão da Mulher.

Veja, são 21 parlamentares da comissão. Como havia apenas uma chapa, quem discordava não tinha alternativa real além de votar em branco. E foi exatamente isso que aconteceu. De 21 parlamentares presentes, quase metade preferiu registrar protesto no painel. Embora o voto seja secreto (POR QUE SECRETO, GENTE?), ainda assim, é possível identificar quem estava presente e participou da votação. Deputadas como Chris Tonietto (PL-RJ), Julia Zanatta (PL-SC), Rosana Valle (PL-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE) criticaram publicamente a eleição. Logo, supõe-se que essas são as dissonantes e votaram em branco.

Daí você me pergunta: mas por que raios o comando acabou nas mãos do partido mais ideologicamente alinhado à agenda de identidade de gênero no Congresso? Estrategie, baby. O PSOL tem uma presença parlamentar pequena, mas costuma disputar comissões com forte valor simbólico. E poucas comissões têm impacto político e cultural tão grande quanto a Comissão da Mulher, justamente porque ali passam debates sobre violência doméstica, saúde feminina, maternidade, direitos reprodutivos e políticas públicas voltadas especificamente ao sexo feminino. Controlar esse espaço significa também controlar a narrativa política sobre o que significa ser mulher no Brasil contemporâneo.

E é justamente aí que o debate deixa de ser burocrático. Afinal, ser mulher não é apenas uma identidade discursiva. É também uma realidade biológica ÓBVIA. Mulheres possuem, em regra, cromossomos XX. Isso não é só um detalhe acadêmico. Essa diferença genética desencadeia uma cascata de processos fisiológicos: produção hormonal específica, ciclo menstrual, fertilidade, gestação, parto, puerpério e padrões distintos de vulnerabilidade física e mental.

Tais diferenças, como toda mulher sabe – ou melhor, como SÓ a mulher sabe – moldam a vida feminina de maneiras muito concretas.

Pesquisas mostram, por exemplo, que mulheres apresentam taxas significativamente maiores de transtorno depressivo maior do que homens — quase o dobro! A diferença aparece na puberdade e se mantém ao longo da vida adulta. Outro exemplo evidente é o ciclo menstrual. Uma meta-análise internacional estimou que quase metade das mulheres em idade reprodutiva apresenta sintomas de síndrome pré-menstrual. Em alguns casos, a condição evolui para o transtorno disfórico pré-menstrual, que envolve alterações intensas de humor, ansiedade e sofrimento psicológico.

E existe ainda a experiência corporal da maternidade. Gestar, parir e enfrentar o puerpério não são metáforas culturais. São processos fisiológicos extremos. A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 13% das mulheres desenvolvem transtornos mentais após o parto, principalmente depressão pós-parto. Estamos falando de alterações hormonais profundas, privação de sono, vulnerabilidade emocional e uma reorganização completa do corpo feminino.

Vou ainda mais longe: existe, também, a experiência de não gestar. De ter que viver o dilema de escolher ou não ter filhos. De lidar com o julgamento velado da sociedade. Ou, pior: tentar engravidar e não conseguir. Tais circunstâncias abalam o emocional e abrem debates essenciais à vida feminina e ao atual lugar da mulher no mundo.

Estamos falando de algo que simplesmente não pode ser simulado por identidade, linguagem ou discurso. Em síntese: Erika Hilton não tem lugar de fala – para usar um jargão que foi tão, mas tão difundido pela esquerda.

O que está em jogo não é a presença de uma pessoa trans na política — isso é parte da democracia e, “de boa”, eu acho isso sensacional (mesmo achando a Erika, especificamente, uma pessoa mal educada, histérica, hipócrita e raivosa, e isso independe de sexo, cor, tamanho ou seja lá mais o que que usam para nos dividir).

O que está em jogo é outra coisa: a possibilidade de a própria experiência feminina ser dissolvida em uma abstração ideológica.

A filósofa Hannah Arendt escreveu, ao analisar os regimes totalitários do século XX, que um dos sinais mais perigosos de uma sociedade ocorre quando a realidade concreta passa a ser substituída por construções ideológicas que exigem aceitação mesmo quando contradizem a experiência vivida. Quando isso acontece, dizia Arendt, quem insiste nos fatos passa a ser tratado como problema.

Algo parecido começa a acontecer quando mulheres dizem algo extremamente simples: existem experiências que pertencem exclusivamente ao corpo feminino.

Como se não bastasse, o episódio ganhou contornos ainda mais irônicos. Em vídeos que circularam amplamente nas redes sociais, Erika Hilton reagiu às críticas de mulheres chamando-as de “imbecis” — em um trocadilho com “cis” — e dizendo que poderiam “latir como cachorras”. Oi? A cena é reveladora, não é não? Porque, no exato momento em que muitas mulheres tentavam expressar uma preocupação legítima sobre representação feminina, foram tratadas com deboche. Taí a presidente da comissão da mulher sendo super democrática (sim, contém ironia).

Durante décadas, o discurso feminista insistiu que era preciso ouvir as vivências das mulheres. E eu concordo! Agora, quando mulheres falam sobre a própria realidade biológica, são mandadas latir. É difícil imaginar um símbolo mais claro da inversão que estamos vivendo.

Resta saber, portanto: se até a Comissão da Mulher já pode prescindir da própria experiência de ser mulher, o que exatamente ainda significa ser mulher no debate público brasileiro?

Inclusão que exige o desaparecimento da mulher não é inclusão: é substituição. É apagamento da nossa relevância social. E a última coisa que uma mulher deveria aceitar, em nome da modernidade, é desaparecer politicamente da própria pauta.

Que fique muito claro: a mulher não é uma identidade emprestada. A mulher é uma realidade — e realidade não se apaga por decreto ideológico.

Ali Kemt

@ali.klemt

O Sul

🇺🇸 A Guerra de Independência dos EUA: O Nascimento de uma Nação (1775–1783)

 


A Guerra de Independência dos Estados Unidos foi o conflito armado em que as Treze Colônias norte-americanas derrotaram o Reino da Grã-Bretanha, transformando-se em uma nação soberana. O conflito não foi apenas uma disputa territorial, mas uma revolução baseada em novos ideais políticos que ecoariam por todo o mundo.


⚖️ As Causas: "Tributação sem Representação"

Após a Guerra dos Sete Anos (1763), a Grã-Bretanha emergiu como a maior potência global, mas com os cofres vazios. Para sanar as dívidas, o Parlamento de Londres impôs uma série de taxas às colônias:

  • Lei do Selo (1765): Taxação sobre documentos e jornais.

  • Tarifas Townshend (1767): Impostos sobre bens importados (vidro, papel, chá).

  • Leis Intoleráveis (1774): Medidas punitivas severas após a Festa do Chá de Boston, onde colonos destruíram carregamentos de chá em protesto contra o monopólio britânico.

O lema dos colonos era claro: "No taxation without representation" (Sem tributação sem representação). Eles alegavam que, como não tinham deputados no Parlamento Inglês, as leis impostas eram ilegais.


⚔️ O Início das Hostilidades (1775–1776)

O primeiro tiro foi disparado em abril de 1775, nas batalhas de Lexington e Concord, quando tropas britânicas tentaram confiscar armas de milícias coloniais.

  • Bunker Hill: Uma vitória britânica extremamente custosa, que provou que os colonos podiam lutar de igual para igual.

  • 4 de Julho de 1776: Com a guerra já em curso, o Congresso Continental ratificou a Declaração de Independência, formalizando a ruptura.

  • George Washington: O fazendeiro da Virgínia foi nomeado comandante do recém-formado Exército Continental, enfrentando o desafio de transformar milicianos em soldados profissionais.


🔄 A Virada: Saratoga e a Aliança Francesa

O momento decisivo ocorreu em outubro de 1777, na Batalha de Saratoga. A rendição do exército britânico sob o comando de John Burgoyne convenceu a França (e posteriormente a Espanha) de que os americanos tinham chances reais de vitória.

O apoio francês foi vital, trazendo:

  1. Recursos financeiros e suprimentos de pólvora.

  2. Apoio naval, desafiando o domínio britânico nos mares.

  3. Treinamento militar, ajudando Washington a profissionalizar suas tropas.


🏁 A Rendição em Yorktown e o Tratado de Paz

O conflito deslocou-se para o sul, onde os britânicos esperavam encontrar mais apoio de colonos leais à Coroa. Contudo, o general inglês Charles Cornwallis acabou cercado em Yorktown (1781) por uma força combinada de americanos e franceses, enquanto a marinha francesa bloqueava sua fuga pelo mar.

A rendição de Cornwallis encerrou as grandes operações militares. Em 3 de setembro de 1783, foi assinado o Tratado de Paris, no qual a Grã-Bretanha reconheceu formalmente a independência dos Estados Unidos.


🌍 Consequências e Legado

  • Primeira República Moderna: Os EUA tornaram-se o primeiro país a adotar uma constituição escrita e um sistema de equilíbrio entre três poderes.

  • Efeito Dominó: O sucesso americano inspirou a Revolução Francesa e os movimentos de independência na América Latina.

  • Crise Francesa: Embora vitoriosa, a França gastou tanto na guerra que sua economia entrou em colapso, acelerando sua própria revolução interna em 1789.

🗳️ Aliança de Direita: PP e PL realizam primeira reunião conjunta para traçar estratégias no RS

 


Após um período de tensões internas, as bancadas estadual e federal do PP e do PL deram um passo concreto rumo à unificação nesta segunda-feira (16). Em um almoço na capital gaúcha, os partidos discutiram a formação da chapa que terá o deputado Luciano Zucco (PL) como pré-candidato ao Palácio Piratini.

O objetivo central do PP é definir o nome do vice-governador antes do dia 11 de abril, data marcada para a visita do pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL), ao Rio Grande do Sul.


👥 Os Favoritos para a Vaga de Vice

Dois nomes de peso dentro do Progressistas despontam como os favoritos para compor a chapa com Zucco:

  • Luís Carlos Heinze (Senador): Movimentou-se nos bastidores enviando mensagens aos deputados reafirmando que sua indicação possui "respaldo real". Ele já havia sido convidado por Zucco ainda em 2025.

  • Silvana Covatti (Deputada Estadual): Conta com forte apoio da bancada feminina e é vista como um nome que pode equilibrar a chapa.


⚡ Cicatrizes Internas e Ausências Notáveis

Apesar do clima de união no almoço, o "racha" que marcou o PP recentemente ainda deixou marcas. A ala que defendia candidatura própria ou aliança com Gabriel Souza (MDB) demonstrou resistência através de ausências estratégicas no encontro:

  • Ernani Polo: O ex-secretário, que retirou sua pré-candidatura após a cúpula do partido decidir pelo apoio ao PL, não compareceu.

  • Aliados de Polo: Os deputados Frederico Antunes (líder do governo Leite) e Adolfo Brito também se ausentaram.

O presidente estadual do PP, Covatti Filho, adota um tom cauteloso para evitar inflamar os ânimos, buscando uma solução que pacifique as diferentes correntes da legenda.


🏛️ O Impasse do Senado

Além da vice-presidência, há um nó tático na coligação: as vagas ao Senado. Originalmente, a proposta do PL previa que o PP indicasse uma das duas cadeiras para a Câmara Alta. No entanto, a chapa de Zucco já se apresenta "fechada" com dois nomes fortes: Marcel van Hattem (Novo) e Sanderson (PL). Resolver esse espaço será crucial para manter a fidelidade do PP no projeto.

⚖️ Defesa de Lulinha admite ao STF viagem paga por empresário preso na Operação "Sem Desconto"

 


Pela primeira vez em documento oficial, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, admitiu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ele aceitou uma viagem a Portugal custeada por Antônio Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". O empresário é apontado como líder de um esquema de desvios em aposentadorias.

A petição foi entregue ao ministro André Mendonça após o receio da defesa de que a quebra de sigilo bancário de Camilo revele novas frentes de investigação da Polícia Federal contra o filho do presidente.


✈️ A Versão de Lulinha: "Relação Social e Esporádica"

A defesa alega que Fábio Luís foi apresentado ao empresário em 2024 por uma amiga em comum, Roberta Luchsinger, sob a imagem de um "bem-sucedido empresário do setor farmacêutico".

  • O Motivo da Viagem: Segundo o documento, o interesse de Lulinha surgiu quando Camilo mencionou um projeto de produção de canabidiol medicinal. Fábio Luís teria se interessado pelo tema devido ao tratamento de uma sobrinha.

  • Custos em Portugal: Em novembro de 2024, Lulinha aceitou o convite para acompanhar Camilo em visitas a fornecedores em Portugal, com todas as despesas pagas pelo empresário.

  • Negativa de Negócios: A defesa enfatiza que Fábio Luís não investiu valores, não recebeu convite para sociedade e não participou de negociações comerciais, limitando-se a acompanhar as visitas.


🛡️ Estratégia Jurídica: Desconhecimento de Ilícitos

A defesa argumenta que, na época da viagem, ninguém suspeitava das atividades criminosas de Antônio Camilo, que só vieram à tona em abril de 2025 com a deflagração da Operação Sem Desconto.

"Fábio entendia o projeto como lícito e conhecia apenas a figura do 'empresário de sucesso'. Essa imagem pública somente veio a se alterar meses após a viagem", afirma a petição.

Os advogados sustentam ainda que, mesmo que tivessem firmado negócios na área farmacêutica, o ato em si não constituiria crime, reforçando que Lulinha foi "vítima" da imagem pública forjada pelo empresário.


📊 Contexto Político

A admissão ocorre em um momento de alta tensão na CPMI do INSS, onde a oposição tenta convocar o filho do presidente para depor, enquanto a base governista atua para blindá-lo. O ministro André Mendonça já autorizou a quebra de sigilo de Lulinha a pedido da PF, o que acelerou a entrega dessas explicações formais.

🚛 Logística em Alerta: Fetransul pressiona Governo do RS por redução no ICMS do Diesel

 


A Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no RS) enviou um ofício oficial ao Governo do Estado nesta segunda-feira (16), solicitando medidas urgentes para frear o impacto da alta do diesel. A entidade propõe uma redução temporária do ICMS para aliviar os custos que já acumulam alta de 30% devido à instabilidade internacional.

O setor é vital para a economia gaúcha, sendo responsável pela movimentação de 85% de toda a produção do estado.


📊 O Peso do Combustível no Transporte

De acordo com o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, o diesel não é apenas um insumo, mas o coração do custo logístico:

  • Custo Variável: O combustível representa cerca de 40% dos custos variáveis das transportadoras.

  • Inviabilidade de Absorção: Com altas repentinas na casa dos 25%, a entidade afirma que é impossível para o setor não repassar os custos para o frete, o que gera um efeito cascata na inflação de alimentos e produtos.

  • Risco de Desabastecimento: Caso não haja equilíbrio, a federação alerta para o risco de interrupções em segmentos específicos da cadeia logística.


⚖️ O Impasse Jurídico: Estado vs. União

Apesar da pressão, o Governo do Rio Grande do Sul respondeu com cautela. Em nota oficial, o Estado explicou que suas "mãos estão atadas" por questões legislativas federais:

  1. Alíquota Ad Rem: Desde a Lei Complementar nº 192/2022, o valor do ICMS sobre o diesel é fixo por litro e igual para todo o Brasil. Ou seja, o imposto não aumenta quando o preço sobe, mas o Estado também não pode baixá-lo sozinho.

  2. Papel do Confaz: Qualquer alteração precisa ser aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne todos os estados e o Distrito Federal.

  3. Falta de Compensação: O governo gaúcho alega não possuir instrumentos financeiros (diferente da União) para abrir mão dessa receita sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

🇺🇸 Revolução Americana (1776): O Nascimento da Primeira República Moderna

 


A Revolução Americana, ocorrida entre 1765 e 1791, foi um movimento político e ideológico que culminou na independência das Treze Colônias britânicas e na fundação dos Estados Unidos da América. Mais do que uma guerra de separação, foi o primeiro evento histórico a aplicar os ideais iluministas de liberdade e divisão de poderes em uma constituição escrita.


🔍 As Causas: Do Tratado de Paris às "Leis Intoleráveis"

As raízes do conflito remontam ao fim da Guerra dos Sete Anos (1763). Embora vitoriosa contra a França, a Grã-Bretanha saiu do conflito com dívidas enormes e decidiu repassar a conta aos colonos americanos através de novos impostos e restrições:

  • Proibição de Expansão: Londres impediu que os colonos ocupassem novas terras ao oeste para evitar conflitos com indígenas.

  • Novas Taxas: Leis como a Lei do Selo (imposto sobre documentos) e a Lei do Chá (monopólio britânico) inflamaram os ânimos.

  • A "Festa do Chá" de Boston (1773): Colonos disfarçados de indígenas jogaram carregamentos de chá ao mar em protesto.

  • Leis Intoleráveis (1774): Como retaliação, a Coroa fechou o porto de Boston e restringiu as liberdades civis, o que uniu as colônias contra a metrópole.


⚔️ O Conflito e a Independência

A resistência organizada começou nos Congressos Continentais de Filadélfia. Em 4 de julho de 1776, foi promulgada a Declaração de Independência, redigida por Thomas Jefferson.

  • Comando Militar: O fazendeiro George Washington assumiu o exército colonial.

  • Vantagens e Desafios: Os britânicos lutavam longe de casa e com comunicação lenta. Já os colonos, apesar de menos organizados, usavam táticas de guerrilha e conheciam o terreno.

  • Apoio Externo: A vitória em Saratoga (1777) convenceu a França a entrar na guerra ao lado dos americanos, o que foi decisivo.

  • Rendição Final: Em 1781, após a batalha de Yorktown, os britânicos foram derrotados, reconhecendo a independência no Tratado de Paris de 1783.


👥 Protagonistas Invisíveis e Contradições

A história oficial foca nos "Pais Fundadores", mas a Revolução foi composta por diversos grupos subalternos:

  1. Povos Indígenas: Algumas tribos, como os Iroqueses, aliaram-se aos britânicos para tentar conter a expansão dos colonos; outros, como os Oneida, apoiaram os americanos por estratégia de sobrevivência.

  2. Mulheres: Foram essenciais nos boicotes econômicos e na logística da guerra. Figuras como Mercy Otis Warren e Phillis Wheatley (poeta afro-americana) usaram a literatura como arma política.

  3. População Escravizada: A Revolução trazia a contradição de pregar a "liberdade inalienável" enquanto mantinha a escravidão. Personagens como Mammy Kate destacaram-se por atos de heroísmo pessoal, conquistando alforria em meio ao caos da guerra.


🌍 Impacto Global e Legado

Os EUA foram o primeiro país a adotar uma República Federal com divisão tripartida de poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Esse sucesso inspirou:

  • Revolução Francesa (1789).

  • Independência do Haiti (1791), embora os EUA tenham demorado a reconhecer o Haiti por este ter abolido a escravidão imediatamente.

  • Inconfidência Mineira (1789) no Brasil, que buscou replicar o modelo republicano.


GARGANTILHA VENEZIANA FOLHEADA A PRATA E PINGENTE MENINA COM ZIRCÔNIAS



Gargantilha veneziana folheada a prata, contendo pingente em forma de uma menina, cravejado com cinco pedras de zircônias.

Código: G1839 P

Unid.: pç

Garantia: 1 ano após a data da compra

Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)

Dimensões aproximadas:
-comprimento do pingente: 1,7 cm
-largura do pingente: 1,1 cm
-comprimento da corrente (sem extensor): 44 cm
-comprimento da corrente (com extensor): 54 cm

🏟️ Grêmio segura empate em noite de recorde na Arena Condá e segue sem vencer fora

 


O Grêmio somou apenas um ponto em sua visita a Chapecó na noite desta segunda-feira (16). Diante de 19.307 torcedores — o segundo maior público da história da Arena Condá —, o Tricolor empatou em 1 a 1 com a Chapecoense pela sexta rodada do Brasileirão.

Apesar de subir para a 7ª colocação com 8 pontos, o desempenho gremista como visitante acende um alerta: em três jogos fora de casa, a equipe ainda não conheceu a vitória.


⚽ O Filme do Jogo

A partida foi decidida em lances de bola parada e falhas individuais:

  • O castigo: Aos 27 minutos do primeiro tempo, Walter Clar abriu o placar para os donos da casa em cobrança de pênalti.

  • A resposta: Já nos acréscimos (48 min), Pavón cobrou escanteio e contou com uma saída em falso do goleiro Léo Vieira. A bola sobrou para Nardoni, que não perdoou e selou o empate.


📊 Raio-X do Desempenho Tricolor

Os números do Grêmio neste início de campeonato revelam um desequilíbrio defensivo preocupante. O time levou gols em todas as seis partidas disputadas até agora.

  • Retrospecto como Visitante:

    • ❌ Fluminense 2 x 1 Grêmio

    • ❌ São Paulo 2 x 0 Grêmio

    • 🤝 Chapecoense 1 x 1 Grêmio

  • Equilíbrio de Gols: Foram 10 gols marcados e 10 gols sofridos. O ataque só passou em branco no Morumbi.

🇧🚀 Alerta contra os "Ex-Série B"

Uma curiosidade amarga para o futebol gaúcho neste Brasileirão é a dificuldade contra times que subiram da segunda divisão em 2025. Além do empate do Grêmio com a Chapecoense, o Internacional também tropeçou recentemente contra o Remo (empate fora) e o Athletico (derrota em casa).

🎙️ Luís Castro lamenta falta de "último passe" e crava meta do Grêmio: Vaga na Libertadores

 


Após o empate em 1 a 1 contra a Chapecoense na Arena Condá, o técnico Luís Castro não escondeu a frustração com o desempenho técnico do Grêmio. Apesar de enxergar um domínio tricolor durante a maior parte do confronto, o comandante português apontou a imprecisão nas finalizações e na construção das jogadas como o principal obstáculo para a vitória fora de casa.


📉 Diagnóstico do Treinador: Domínio sem Eficácia

Para Castro, o Grêmio conseguiu controlar o volume de jogo, mas falhou no momento decisivo. O treinador destacou que as mudanças feitas no segundo tempo visavam aumentar a pressão ofensiva, mas os erros técnicos impediram o gol da virada.

“Fomos dominadores do jogo, mas tivemos muitos erros técnicos ao longo da partida, principalmente no último passe para a finalização. Conseguíamos chegar à área, mas falhávamos no serviço final”, analisou o técnico em coletiva.


🏆 O Objetivo: Foco Total na Libertadores

Mesmo vindo de dois empates consecutivos que frearam a ascensão na tabela, Luís Castro reafirmou o compromisso com o planejamento estratégico do clube para 2026. A meta é clara e não sofreu alterações:

  • Foco no G-6: O Grêmio trabalha para garantir a classificação à Copa Libertadores de 2027 através da classificação final do Brasileirão.

  • Continuidade: O treinador garantiu que o elenco seguirá focado em corrigir as falhas ofensivas para atingir a pontuação necessária na tabela.


🗓️ Próximo Desafio

O Grêmio agora busca a reabilitação diante do seu torcedor. O Tricolor entra em campo na próxima quinta-feira (19), na Arena, para enfrentar o Vitória.