DADOS OFICIAIS MANIPULADOS

 ESTATÍSTICAS NADA CONFIÁVEIS

Mais do que sabido, nos países COMUNISTAS OU SOCIALISTAS, tipo -China, Cuba, Coreia do Norte-, por exemplo, as ESTATÍSTICAS OFICIAIS sempre foram vistas com grande DESCONFIANÇA mundo afora. Como tal são bastante questionadas pelas instituições internacionais, que, gostem ou não, entendem que os DADOS OFICIAIS dos países -COMUNISTAS são PRODUZIDOS com o propósito de serem utilizados em PROPAGANDAS POLÍTICAS ou para VALIDAR O CUMPRIMENTO DE METAS PLANEJADAS PELO ESTADO.


BRASIL COMUNISTA

Como o presidente LULA, em inúmeras oportunidades afirmou, alto e bom som, que ser chamado de COMUNISTA é MOTIVO DE ORGULHO, isto é mais do que bastante para admitir que a sua GRANDE E MAIOR INTENÇÃO é FAZER DO BRASIL UM PAÍS COMUNISTA, como de resto sempre disse e se comprometeu -abertamente- nos encontros anuais promovidos pelo FORO DE SÃO PAULO, organização que foi criada em 1990 por Lula e Fidel Castro e que reúne diversos países da região da América Latina e Caribe.


IBGE

A partir dessas INCONTESTÁVEIS INFORMAÇÕES, não pode ser visto com SURPRESA o FATO do presidente LULA ter escolhido, em agosto de 2023, o -COMUNISTA- Márcio Pochmann para presidir o IBGE- INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, tido e havido como INSTITUIÇÃO PROVEDORA DE DADOS OFICIAIS DO BRASIL. Pois, desde então o -Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatística- percebeu  que o papel de Pochmann tinha tudo a ver com a MANIPULAÇÃO DE DADOS OFICIAIS. E mais recentemente, em NOTA TÉCNICA o sindicato cita inconsistências em relação a referências internacionais, como os -Princípios Fundamentais das Estatísticas Oficiais da ONU-. Mais: reafirmou a defesa do IBGE como órgão de Estado (e não de governo), com autonomia técnica e rigor científico, e anunciou que seguirá denunciando tentativas de esvaziamento institucional.

MANIPULAÇÕES ESTATÍSTICAS

Como se vê, pelas mãos e mentes de Lula, Pochmann e a esquerdalha em geral, o BRASIL já aparece entre os países COMUNISTAS cujas ESTATÍSTICAS OFICIAIS estão sendo VISTAS E/OU PERCEBIDAS COM -DESCONFIANÇA-. Aliás, basta ver o cálculo da TAXA DE DESEMPREGO DO PAÍS, onde o contingente enorme de brasileiros que recebem o BOLSA FAMÍLIA ficam fora da lista de DESEMPREGADOS. Que tal?

Pontocritico.com

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Pegaram Xandão fumando charuto na mansão do Vorcaro e Lula abandona STF!

 

Vídeo - OS CONSELHEIROS DOS CRIMES

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/os-conselheiros-dos-crimes.html

Carol Rosito: Voz da política na CNN Brasil

 


Carol Rosito é uma jornalista brasileira com mais de 10 anos de experiência, atualmente repórter da CNN Brasil em Brasília, especializada na cobertura política dos três Poderes. Ela já atuou em veículos como a RedeTV! e acompanhou momentos históricos, como o impeachment de Dilma Rousseff em 2016 e eleições presidenciais.

Formação e trajetória

  • Educação: Pós-graduada em Revisão de Texto pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB).

  • Experiência inicial: Trabalhou como repórter na RedeTV!, tanto em Brasília quanto em São Paulo.

  • Coberturas marcantes:

    • Impeachment da presidente Dilma Rousseff (2016).

    • Duas eleições presidenciais brasileiras.

    • Diversos fatos políticos e institucionais de grande relevância nacional.

Atuação na CNN Brasil

  • Função atual: Repórter de política, cobrindo o cotidiano do Congresso Nacional, do Executivo e do Judiciário.

  • Produção de conteúdo: Além das reportagens televisivas, Carol também escreve artigos e análises sobre temas políticos e econômicos.

  • Presença digital: Mantém participação em plataformas como YouTube e Flipboard, divulgando reportagens e conteúdos jornalísticos.

Estilo e reconhecimento

  • Carol é conhecida por sua linguagem clara e objetiva, além da capacidade de traduzir temas complexos da política para o público em geral.

  • Sua experiência como mestre de cerimônias e produtora de conteúdo amplia sua versatilidade dentro e fora da televisão.

Destaques recentes

  • Reportagens sobre debates legislativos, como o projeto de regulamentação do trabalho por aplicativos, que tramita na Câmara dos Deputados.

  • Participação em coberturas de pautas econômicas e institucionais que impactam diretamente o cenário político nacional.

📌 Resumo: Carol Rosito é uma repórter da CNN Brasil com sólida experiência em jornalismo político, tendo acompanhado eventos históricos como o impeachment de Dilma Rousseff e eleições presidenciais. Pós-graduada pelo UniCEUB, ela se destaca pela clareza na cobertura dos três Poderes e pela atuação em múltiplas plataformas de comunicação.


Cathy Lee Crosby: Da quadra de tênis às telas de Hollywood

 


Cathy Lee Crosby é uma atriz americana que também se destacou como tenista profissional antes de seguir carreira artística. Nascida em 1944, em Los Angeles, ela ficou conhecida por sua versatilidade na televisão e no cinema, além de ter sido uma das apresentadoras do programa de sucesso That’s Incredible! nos anos 1980.

Vida e formação

  • Nascimento: 2 de dezembro de 1944, em Los Angeles, Califórnia.

  • Família: Filha de Louis Clayton Crosby, roteirista e porta-voz comercial, e Linda Hayes, atriz contratada da RKO nos anos 1940.

  • Educação: Formou-se em Psicologia pela University of Southern California, onde também se destacou como tenista, chegando a competir profissionalmente antes de migrar para a atuação.

Carreira artística

Primeiros papéis

  • Iniciou sua carreira como atriz no final dos anos 1960 e início dos anos 1970, participando de séries e filmes para televisão.

  • Ficou marcada por interpretar a Mulher-Maravilha em um filme piloto de 1974, antes da versão consagrada com Lynda Carter.

Consolidação

  • Nos anos 1980, ganhou notoriedade como coapresentadora do programa That’s Incredible! (1980–1984), que misturava entretenimento e curiosidades, tornando-se um grande sucesso da TV americana.

  • Atuou em diversas produções de cinema e televisão, incluindo:

    • North and South (minissérie histórica)

    • The Player (1992)

    • Runaway Train (1985)

    • Participações em séries como Love Boat e Touched by an Angel.

Produção e direção

Além de atuar, Cathy Lee Crosby também se envolveu em produção e direção de documentários e programas de TV, ampliando sua atuação no meio artístico.

Momentos marcantes

  • 1974: Interpretou a primeira versão televisiva da Mulher-Maravilha.

  • 1980–1984: Tornou-se uma das apresentadoras mais conhecidas da TV americana com That’s Incredible!.

  • Décadas de 1980 e 1990: Participou de filmes e séries de destaque, consolidando sua imagem como atriz versátil.

  • Carreira paralela: Foi reconhecida também por sua trajetória esportiva como tenista profissional antes de se dedicar integralmente à atuação.

Legado

Cathy Lee Crosby é lembrada como uma artista multifacetada, que transitou entre o esporte e o entretenimento, e como uma das primeiras atrizes a dar vida à Mulher-Maravilha em uma adaptação televisiva. Sua carreira reflete a diversidade de papéis e projetos que marcaram a TV e o cinema americano entre as décadas de 1970 e 1990.

📌 Resumo: Cathy Lee Crosby é uma atriz americana que começou como tenista profissional e se destacou em produções como That’s Incredible! e no papel pioneiro da Mulher-Maravilha em 1974. Sua carreira inclui mais de 40 participações em filmes e séries, além de trabalhos como produtora e diretora.

Polícia estilo Trump

 


A crise em torno das operações do ICE levanta questões sobre os limites do uso da força do Estado entre outros assuntos

Por Jurandir Soares

A crise em torno das operações do U.S. Immigration and Customs Enforcement - ICE – com duas mortes de cidadãos americanos em menos de um mês e uma onda crescente de protestos – levanta questões profundas sobre os limites do uso da força pelo Estado, a proteção de direitos civis e a relação entre políticas federais e autonomia local. O debate nos EUA está longe de se acalmar, e a forma como esses casos serão investigados e julgados poderá moldar a política de imigração e a confiança pública nas instituições por muitos anos.


TENSÃO


Desde o início de 2026, as ações do ICE transformaram-se em um dos principais pontos de tensão política e social nos Estados Unidos. Sob a administração de Donald Trump, o ICE – tradicionalmente uma agência de fiscalização de imigração – foi ampliado e mobilizado em operações de grande escala em cidades como Minneapolis e Nova Iorque. Críticos afirmam que a agência deixou de ser apenas um instrumento de deportação e passou a atuar como uma força interna de ocupação, com milhares de agentes federais sendo deslocados para executar mandados, realizar prisões e, em casos extremos, confrontar manifestantes e moradores locais. Governadores e prefeitos, inclusive de estados e cidades com tradição progressista, reagiram com indignação à presença desses agentes em seus territórios. Eles pedem a retirada imediata das forças federais e apontam que o uso de soldados não treinados para policiamento urbano está exacerbando a violência – em vez de proteger a população.


ENFERMEIRO


No último sábado, 24, um novo capítulo trágico dessa crise se escreveu em Minneapolis com a morte de Alex Jeffrey Pretti, de 37 anos. Enfermeiro de UTI, cidadão americano e sem antecedentes criminais. Ele foi baleado por agentes federais durante uma operação do ICE, em meio a protestos contrários às ações de imigração na cidade.


Autoridades federais afirmaram inicialmente que Pretti teria se aproximado dos agentes armado com uma pistola e que a ação foi uma resposta em legítima defesa. Mas imagens amplamente divulgadas nas redes sociais e analisadas por veículos de imprensa mostram Pretti segurando um celular, sem qualquer demonstração de ameaça com arma de fogo no momento em que foi atingido. Testemunhas e familiares contestam firmemente a narrativa oficial, descrevendo a ação como uma execução desproporcional.


OBSERVADORA


A morte de Pretti ecoa dolorosamente outro caso recente em Minneapolis: o de Renée Nicole Good, também de 37 anos, morta em 7 de janeiro, por um agente do ICE durante uma operação federal que antecedeu o episódio com Pretti. Good era vista por apoiadores como uma observadora pacífica nos protestos e, segundo relatos e vídeos, não representava ameaça iminente quando foi baleada enquanto tentava dirigir seu carro. As autoridades afirmaram que ela teria tentado atropelar um agente, justificando o uso da força, mas imagens contraditórias e áudios levantam sérias dúvidas sobre a versão oficial.


A autópsia independente revelou que Good foi atingida por múltiplos disparos, e sua morte foi oficialmente classificada como homicídio por autoridades médicas. O episódio gerou protestos em várias cidades dos EUA e debates sobre os limites legais e morais da atuação federal em contextos civis.


DÓLARES


O impacto das ações do governo Trump no âmbito interno não se limita ao campo social e político. O clima de incerteza entre empresários e investidores nos EUA, alimentado pelas conflituosas políticas de imigração e pela resposta federal às manifestações, tem influenciado fluxos de capital. Temores de instabilidade e de uma política interna cada vez mais polarizada têm levado à fuga de dólares americanos para mercados considerados menos voláteis.


Esse movimento tem efeitos internacionais – por exemplo, no Brasil, onde a entrada de dólares impulsionou a valorização do real frente ao dólar, refletindo confiança momentânea em ativos denominados em moeda norte-americana. A valorização da moeda brasileira ilustra como choques políticos nos EUA podem reverberar em economias emergentes, aumentando a atratividade de capitais externos no curto prazo. Tanto as ações do ICE como a fuga de dólares são decorrência do estilo Trump de governar.


Correio do Povo

Caminhando com Nikolas

 


Com tudo que a natureza deu, um país com pobreza, ignorância e futuro que não chega. Injustiça, corrupção, mentira motivaram Nikolas ao primeiro passo, de Paracatu a Brasília, no coração do Brasil.

Por Alexandre Garcia

Eu não imaginaria Nikolas personagem, naquele 1967, quando eu meditava sobre os versos de Caetano Veloso em Alegria, Alegria: “Caminhando contra o vento/Sem lenço, sem documento/No sol de quase dezembro/Eu vou”… “Por entre fotos e nomes/Sem livros e sem fuzil/Sem fome sem telefone/No coração do Brasil.” Caetano tinha 25 anos e queria acordar o Brasil. Nesses versos vejo hoje Nikolas, 29 anos, caminhando para acordar o Brasil, abrindo caminho, como nos cantares do poeta espanhol Antonio Machado “Caminhante, não há caminho/ se faz o caminho ao andar”. Dois jovens, dois tempos, dois Brasis, mas hoje um país ainda “deitado em berço esplêndido”. Com tudo que a natureza deu, um país com pobreza, ignorância e futuro que não chega. Injustiça, corrupção, mentira motivaram Nikolas ao primeiro passo, de Paracatu a Brasília, no coração do Brasil.


Significativamente, o primeiro passo de Nikolas foi até o ponto mais alto da capital do Brasil, bem acima da Praça dos Três Poderes. A 1.173 metros acima do nível do mar, junto à cruz da primeira missa, vizinha de um lado, da Catedral da Paz, inaugurada pelo Papa; do outro lado, o Memorial que guarda os restos do fundador, Juscelino. Tornou-se domingo a praça do povo, a 6 km da praça dos poderes do estado. Um domingo cheio de significados; naquela manhã, era implodido um hotel chamado Torre, no mesmo Eixo Monumental onde está o Supremo, parecendo torre de marfim acima da Constituição. Torre essa sendo implodida em sua credibilidade por ação interna.


No início, em Paracatu, MG, era só Nikolas. Depois foram chegando outros, unidos no grito de Acorda Brasil! O verbo da caminhada foi acordar. O sujeito foi Brasil. Nenhum nome de pessoa. Apenas o coletivo que representa todos nós: Brasil. Nas margens da estrada, mais gente chegando; no asfalto, saudações em buzinas. Cristalina, Luziânia, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental; depois Santa Maria, Novo Gama… – gente afluindo de toda a parte, multidões, gente levando comida, água, energéticos, capas, tênis, chapéus, cama. O sol bronzeou a cara de Nikolas. A chuva frequente jogou sobre os romeiros um batismo como água do Jordão, pois havia um conteúdo espiritual que fortaleceu o corpo dos caminhantes.


Embora a maioria da mídia tradicional tivesse omitido a cobertura do fato político, as multidões por onde passavam Nikolas e companheiros mostraram a eficácia das redes sociais. Um raio do céu de Brasília interrompeu o boicote e tiveram que noticiar o acontecimento da história política. Na marcha não se falou em eleição e em candidaturas. Nikolas não tem idade para ser senador ou presidente. Mas reforçou a esperança no futuro. Foi capaz de mostrar a força da origem do poder, o povo, que antes estava anestesiado pelo medo desde a prisão coletiva e condenação dos manifestantes do 8 de janeiro. Não há democracia sem participação da origem do poder. Não há democracia quando servidores do povo esquecem regras da Constituição.


O caminhar removeu o medo que anestesiava. Símbolo áureo no final: sem medo da chuva torrencial, dos raios, dos ventos, o povo encheu a Praça do Cruzeiro e as imediações. A água do céu lavou o medo. Faz meditar em mais um verso, este de Eduardo Alves da Costa, sobre caminhar - “No Caminho, com Maiakovski”. … roubam uma flor/ do nosso jardim./ E não dizemos nada./Na segunda noite, já não se escondem:/pisam as flores,/matam nosso cão,/ e não dizemos nada./ Até que um dia,/o mais frágil deles/ entra sozinho em nossa casa,/ rouba-nos a luz, e,/ conhecendo nosso medo,/ arranca-nos a voz da garganta./ E já não podemos dizer nada.

Correio do Povo

Lula defende neutralidade do Canal do Panamá e reforça cooperação regional

 


Durante visita oficial ao Panamá nesta quinta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a neutralidade do Canal do Panamá, destacando que a medida garante um comércio internacional mais justo, equilibrado e baseado em regras multilaterais.

Neutralidade e soberania

Lula reafirmou o apoio do Brasil à soberania panamenha sobre o canal, alvo de pressões e ameaças de controle por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O presidente brasileiro lembrou que encaminhou ao Congresso Nacional a proposta de adesão formal ao Protocolo de Neutralidade, ressaltando que o Panamá administra a via há quase três décadas de forma eficiente e segura.

Na ocasião, Lula recebeu a Ordem Manuel Amador Guerrero, a mais alta honraria concedida pelo país.

Acordos bilaterais

Na quarta-feira (27), Brasil e Panamá assinaram acordos para ampliar o comércio, investimentos e cooperação em áreas como turismo e gestão portuária. Também foram discutidas:

  • Atualização do acordo de serviços aéreos, para maior segurança jurídica no transporte de cargas.

  • Preferências tarifárias, com base na adesão do Panamá como Estado Associado do Mercosul.

  • Procedimentos sanitários para importação de carne bovina, suína e de aves brasileiras.

Em 2025, o Panamá foi o maior parceiro comercial do Brasil na América Central, com trocas que somaram US$ 1,6 bilhão.

Fórum Econômico Internacional

Na abertura do Fórum Econômico Internacional – América Latina e Caribe 2026, Lula destacou que os países da região só superarão seus desafios se atuarem de forma conjunta. Ele apontou o potencial energético, de biodiversidade e recursos minerais das Américas como estratégicos para a transição digital e energética.

“Infraestruturas integradas geram benefícios econômicos para todos. Aumentar o comércio intrarregional fortalece cadeias produtivas e nos torna mais resilientes a choques externos”, afirmou.

O presidente também citou o combate ao crime organizado transnacional como desafio comum que exige cooperação internacional.

Reunião com Bolívia

Ainda no Panamá, Lula se reuniu com o presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, para tratar de integração física, investimentos e acesso a portos. Os líderes discutiram retomada de diálogos na área energética e ações conjuntas contra o crime organizado na Amazônia.

Lula convidou Paz para uma visita de Estado ao Brasil no primeiro semestre de 2026, que deverá incluir empresários dos dois países. Os ministros de Relações Exteriores foram encarregados de levantar projetos prioritários como preparação para o encontro.

📌 Resumo: Lula reforçou apoio à neutralidade do Canal do Panamá, assinou acordos bilaterais com o país e defendeu maior cooperação regional durante o Fórum Econômico Internacional. Também se reuniu com o presidente da Bolívia para discutir integração e investimentos.

Nikolas Ferreira pede punição a adolescentes acusados de matar cão em Florianópolis

 


O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu, nesta quarta-feira (28), a punição dos adolescentes acusados de matar o cão Orelha, que vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis (SC).

Em vídeo publicado no X (antigo Twitter), o parlamentar criticou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e afirmou que a legislação protege menores de idade de responder criminalmente.

“Com 16 anos, com autorização dos pais, eles podem casar, podem trabalhar, podem votar, decidir o futuro da nação, têm diversos direitos, mas responder pelos seus atos, não”, disse.

Nikolas também acusou a “esquerda” de historicamente se posicionar em defesa de menores, mesmo em casos de crimes, e de não apoiar punições severas.

O caso do cão Orelha gerou grande repercussão em Santa Catarina e mobilizou manifestações de moradores e ativistas em defesa de punições mais rígidas para os responsáveis.

📌 Resumo: Nikolas Ferreira pediu punição aos adolescentes acusados de matar o cão Orelha em Florianópolis e criticou o ECA e a esquerda por não defenderem responsabilização criminal de menores.



Postagem de Nikolas Ferreira

Fonte: https://x.com/nikolas_dm/status/2016653056612397462