Alucinógenos são estudados para tratamento de dependências químicas

 



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Carros elétricos e híbridos na mobilidade urbana; como será o futuro com carros elétricos atuando na mobilidade das grandes metrópoles

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=226874953065521

China aposta em carros elétricos para ganhar mercado mundial

 #SociedadeDigital | China aposta em carros elétricos para ganhar mercado mundial; país aposta em produção de baterias e fornecimento de tecnologia para todas as montadoras




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Alexandre Guimarães, especialista em contabilidade e finanças, analisa situação do Grupo Americanas após divulgação de fraude fiscal e dívida de R$ 40 bilhões: "É uma crise de credibilidade […] É muito provável que a capacidade de julgamento dos auditores tenha falhado"

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1922118118155147

Desenvolvimento tecnológico de inteligência artificial auxilia cientistas e profissionais de medicina no diagnóstico e tratamento de patologias; Instituto Nacional do Câncer (INCA) projeta mais de 700 mil novos casos até 2025

 



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Homem surta em loja, 'quebra tudo' e agride funcionários

 #FlagranteJP | Homem surta em loja, 'quebra tudo' e agride funcionários; ação foi gravada por testemunhas e imagens viralizaram nas redes sociais





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Notebook Samsung Book Intel Celeron 4GB 256GB SSD - 15,6” Full HD Windows 11 NP550XDA-KP3BR

 


Contar com um bom notebook, certamente faz toda a diferença na hora de trabalhar, ou estudar, ou mesmo ter seus momentos de lazer não é? Por isso vale a pena conferir o Notebook NP550XDA-KP3BR da Samsung. Com processador Intel Celeron, ele possui 4GB de memória RAM. Ideal para executar as tarefas mais leve do dia a dia. Na hora de salvar seus arquivos com segurança e desempenho, um SSD de 256GB, oferecendo mais velocidade e dinamismo durante o uso do notebook, tudo isso em uma tela Full HD LED antirreflexiva de 15,6" com muitas cores vivas. Com sistema operacional Windows 11 Home, o Samsung Book possui uma arquitetura de última geração e design elegante para quem busca qualidade, desempenho e proteção do investimento. Esse note da Samsung conta com portas de acesso à memória e unidade de armazenamento, facilitando o upgrade e proporcionando mais longevidade ao sistema. Sem falar que ele atende aos mais diversos perfis de utilização, seja para estudo, trabalho ou uso geral.

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Com Bolsonaro na plateia, Trump critica Biden em congresso nos Estados Unidos

 

Mais de 60 países presentes na feira

 

Relator diz que PL das Fake News pode ser votado ainda neste semestre

 


Aposta de Orlando Silva é que ambiente político atual acelere debate

Em meio a muita polêmica, um dos desafios de deputados e senadores neste ano é avançar na discussão do Projeto de Lei das Fake News (PL 2.630). Depois de aprovado no Senado, em junho de 2020, o texto seguiu para Câmara dos Deputados, onde mudou quase completamente, e está parado desde abril do ano passado.

Na discussão com os deputados, ainda no ano passado, a proposta sofreu uma derrota importante. Por apenas 8 votos, a proposta não alcançou os 257 votos necessários para ter a tramitação acelerada e voltou ao estágio em que precisa transitar por comissões ou grupo de trabalho específico. Um novo pedido de urgência deve ser pautado pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

Entrevistado pelo programa Sem Censura, da TV Brasil, na última segunda-feira (27), o relator da proposta na Câmara, Orlando Silva (PCdoB-SP), falou sobre os principais pontos do texto, entre os quais estão a criminalização das fake news (notícias falsas), a exigência de que empresas de tecnologia tenham sede no Brasil e a proibição de disparos em massa nos aplicativos de mensagens.

O texto prevê prisão de um a três anos e multa para quem promover ou financiar a disseminação em massa de mensagens que contenham “fato que se sabe inverídico” e que possa comprometer a “higidez” do processo eleitoral ou causar dano à integridade física. Além disso, as plataformas terão de publicar regularmente relatórios semestrais de transparência com informações sobre a moderação de conteúdo falso.

Sobre a responsabilidade das plataformas que monetizam ou impulsionam a desinformação, Silva disse que o modelo de negócio dessas plataformas digitais, provedores de aplicativo e redes sociais está ancorado no extremismo, que gera mais engajamento.

Para o deputado, o caminho pode ser a responsabilização da plataforma, quando houver publicidade e impulsionamento. “Uma coisa é alguém publicar algo na rede social, uma ideia. Aí, as plataformas falam que é liberdade de expressão. Se não for conteúdo ilegal, não há problema. Mas, se for publicada uma fake news paga em uma empresa, e essa empresa projetar isso em um alcance que aquilo nunca teria, é outra coisa. As empresas não podem ser sócias da propagação de desinformação, fake news e discurso de ódio. Sempre que houver impulsionamento, patrocínio e ganhos, a plataforma precisa assumir a sua responsabilidade”, afirmou.

Polêmicas

Entre as muitas polêmicas do texto está o aceno que o relator fez aos parlamentares ao estender a imunidade parlamentar, prevista na Constituição Federal, ao que é publicado por ele nas redes sociais. “A imunidade parlamentar protege as opiniões e voto dos deputados. Há maldade de gente que acha que serve para blindar. A imunidade vale no Parlamento, nas redes e na tribuna, mas não pode ser usada para ocultar crime ou criminoso”, justificou Orlando Silva durante o Sem Censura.

GT

Paralelamente à discussão no Congresso Nacional, um grupo de trabalho (GT) será formado entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e as plataformas de tecnologia, as chamadas big techs. O grupo vai mandar sugestões para o texto em discussão pelos deputados.

Por iniciativa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, outro grupo de trabalho foi criado para apresentar estratégias de combate ao discurso de ódio e ao extremismo. A primeira reunião desse grupo, para definir um plano de trabalho, deve ocorrer após o retorno do ministro Silvio Almeida da 52ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que termina nesta sexta-feira (3) em Genebra, na Suíça.

Entre os 25 integrantes estão o youtuber Felipe Neto, a ex-deputada Manuela D’Ávila e a jornalista Patrícia Campos Mello. Também no âmbito do governo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, já encaminhou sugestões a Orlando Silva.

Ambiente político

Apesar de toda a falta de consenso que envolve o tema e das várias discussões paralelas no governo e na sociedade civil e com as próprias big techs, Orlando Silva, está otimista com a votação da proposta ainda neste semestre. “Temos mais pontos de convergência que de divergências. O mesmo eu diria com o governo. E mais: temos canais permanentes abertos com as big techs. Eu, pessoalmente, dialogo com as empresas brasileiras e internacionais, acompanhei todo o processo e sei que fizemos uma caminhada e sou otimista. O mundo inteiro debate esse tema, o mundo inteiro avança na aprovação de leis para garantir acesso à informação, e creio que o Brasil deve se sintonizar com essa nova realidade.”

Silva ressaltou que o ambiente político este ano é outro. Ele lembrou que os presidentes da Câmara e do Senado, quando eleitos para comandar as respectivas Casas, falaram a importância do combate às fake news. O deputado acrescentou que, além disso, o país tem um novo presidente da República, com outra disposição, que tem colocado o assunto na sua agenda – na visita que fez aos Estados Unidos, a regulação de plataformas digitais foi um dos temas.

Outro aspecto destacado por Orlando Silva no Sem Censura foi que a União Europeia aprovou o ato de serviços digitais e o ato de mercados digitais estabelecendo parâmetros de regulação de plataformas. “Se essas empresas aceitam determinado padrão na Europa, por que não no Brasil? Tivemos um 8 de janeiro em que o Brasil, escandalizado, assistiu àquela barbárie, o que mostra que o importante é combatermos a publicação de conteúdos ilegais”, concluiu.

Com as mudanças que deve sofrer na Câmara, se aprovado pela Casa, o PL das Fake News precisará voltar a análise do Senado.

Agência Brasil