Prefeitura de SP aponta participação de 15 milhões no Carnaval

 


Balanço mostra que 82% do público era morador da cidade

Balanço da prefeitura de São Paulo mostrou que 15 milhões de pessoas participaram do Carnaval de rua da cidade em 2023. O levantamento, da Secretaria Municipal de Cultura, levou em conta os 462 desfiles de blocos na capital paulista, que ocorreram em 13 dias de folia no mês de fevereiro.

De acordo com o Observatório de Turismo e Eventos de São Paulo, 82,1% dos participantes eram moradores da capital; seguidos pelos residentes na Grande São Paulo (9,1%); interior paulista (4%); outros estados, principalmente Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais (4,2%); e estrangeiros (0,5%).

“Mais importante que o número total de visitantes, que foi expressivo, é o reconhecimento da qualidade do evento pelo público”, disse o presidente da São Paulo Turismo, empresa oficial de turismo e eventos da cidade, Gustavo Pires. “Foi o carnaval adiado por dois anos pela pandemia, com chuva forte em alguns dias e, mesmo assim, a população foi para rua e a cidade recebeu turistas”, acrescentou.

De acordo com prefeitura, os turistas gastaram 17 vezes mais que os residentes da capital paulista. Enquanto o morador gastou, em média, R$ 102,37 para brincar o carnaval em São Paulo, os turistas vindos de outros estados gastaram R$ 1.792,37.

Agência Brasil

Ferroviária supera Atlético-MG por 4 a 2 no Brasileiro Feminino

 


Myleca Carioca sai do banco e marca dois pelas Guerreiras Grenás

Em uma partida movimentada, a Ferroviária derrotou o Atlético-MG por 4 a 2, na noite desta segunda-feira (27) no Estádio Municipal Castor Cifuentes, em Nova Lima (Minas Gerais), no confronto que encerrou a primeira rodada da Série A1 do Brasileiro Feminino.

Este triunfo deixou as Guerreiras Grenás na quinta posição da classificação com três pontos. Já as Vingadoras ocupam a 12ª posição da tabela sem ponto algum.

Apesar de atuar na condição de visitante, a equipe de Araraquara conseguiu abrir o placar logo aos três minutos. Aline Gomes aproveitou rebote dado pela goleira Nicole após finalização de Lelê. Mas, aos 32, Jorelyn acertou cobrança de falta para igualar o marcador e, momentos antes do intervalo, o Atlético-MG virou quando Katiele cruzou para gol de cabeça de Ludmila.

A etapa final começou da mesma forma, com gol da Ferroviária no início. Aos seis minutos, Raquel ganhou na força da defesa adversária para deixar tudo igual.

Aos 16 minutos a técnica Jéssica de Lima fez uma mudança que mudou os rumos da partida. Colocou em campo Mylena Carioca, que precisou de apenas oito minutos para bater forte, de fora da área, para marcar um belo gol. E, já nos acréscimos, a camisa 16 aproveitou sobra de bola para bater com precisão e superar Nicole.

Na próxima rodada, a Ferroviária recebe o Internacional, no sábado (4) na Fonte Luminosa, enquanto o Atlético-MG visita o Grêmio na segunda-feira (6).

Agência Brasil

Kit Alto-falante Pioneer 6x9” Quadriaxial - TS-6960BR

 


Quando fizer aquele viagem com a família ou amigos, você precisa de um alto falante de qualidade para ouvir suas músicas preferidas ou até para escutar seu audio book favorito durante o percurso. Para isso é necessário um alto falante que corresponda com a qualidade desejada. O que você precisa é o Alto-falante 6×9" Quadriaxial TS-6960BR 100W RMS da Pioneer. Um par de alto falantes que vão animar suas viagens e seus percursos daqui pra frente.

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PRF faz a maior apreensão única de cocaína da sua história: 1.860 Kg

 


A droga foi encontrada em um caminhão em Sidrolândia (MS)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou nesta segunda-feira (27) a maior apreensão única de cocaína da sua história. Foi 1,86 tonelada da droga, encontrada em um caminhão-tanque em Sidrolândia (MS). O condutor, um homem de 44 anos, foi preso na operação.

O condutor disse que foi contratado por R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para transportar a cocaína do município de Jardim/MS para Campo Grande/MS, e que receberia ainda o veículo como parte de pagamento. Ele disse ainda que entregaria a droga para uma pessoa desconhecida em um posto de combustível em Campo Grande.

Os responsáveis por encontrar a droga no caminhão foram os cães de faro K9 Thor e K9 Amélia. Segundo a PRF, o prejuízo ao crime organizado com a apreensão é estimado em 354 milhões de reais.

Agência Brasil

Governo abre linha de crédito de R$ 196 milhões para empresários do litoral de SP

 

Novo tenta se reinventar e usará rendimentos do Fundo Partidário

 

Pilha Recarregável AA Pequena 2500 mAh 2 Unidades - Duracell

 


As pilhas Alcalinas Duracell Recarregável AA 2500mAh são Ideais para controles de vídeo game, brinquedos, câmeras digitais e muitos outros aparelhos. Podem ser recarregadas centenas de vezes em qualquer carregador NiMH. Além de serem pré-carregadas na fabricação, o que possibilita o uso imediato, elas permanecem carregadas por até 12 meses quando não estão em uso e têm duração de até 10 anos. Nesta embalagem contém 2 unidades.

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“Vale o custo”: a vida de pessoas que convivem com doenças raras

 


Pacientes com enfermidades incomuns contam suas histórias

Cerca de 13 milhões de brasileiros convivem com algum tipo de doença rara, segundo dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), repositório de informações do Ministério da Saúde. A dificuldade no diagnóstico é um dos principais obstáculos para a rotina dessas pessoas que chegam a consultar até 10 médicos diferentes para chegar a um "veredito". Nesta terça-feira (28) é celebrado o Dia Mundial das Doenças Raras e para alertar a sociedade sobre o assunto, a Radioagência Nacional conta histórias de pessoas que convivem com algumas dessas enfermidades incomuns.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras são definidas pelo número reduzido de pessoas afetadas: 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas. Cerca de 8 mil doenças já foram identificadas como raras no mundo. As enfermidades são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas, que variam de conforme a doença, assim como de pessoa afetada pela mesma condição.

Para 95% das doenças não há tratamento, restando somente os cuidados paliativos e serviços de reabilitação. Apesar do conjunto de informações disponíveis no repositório do Ministério, a própria pasta sofre de um "apagão de dados". O setor foi reestruturado pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e há previsão de uma coordenação para cuidar do tema, mas ainda não há responsável nomeado. Questionada pela reportagem da Radioagência Nacional, a pasta não soube informar quantas pessoas com doenças raras são atendidas dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

Narcoplesia

Especial - Doenças Raras. ANA BRAGA ACORDADA - ACERVO PESSOAL - HORIZONTAL- Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Ana Braga foi aposentada do serviço público após diagnóstico de narcolepsia  Arquivo pessoal/Divulgação 

Ana Braga tem narcolepsia, uma doença que a faz apagar do nada, no meio da rua, entre amigos, durante uma festa bem agitada ou até “no meio do bem bom”, como ela faz questão de dizer. Segundo ela, ser narcoléptica significa também ser julgada por quem não entende a condição.

“Quando a gente tem um diagnóstico de alguma coisa que, de alguma doença que desacreditam a gente o tempo todo, é um misto de alívio, né? De alívio, uma alegria momentânea. Eu não estou inventando nunca, eu não estou inventando. Eu não sou preguiçosa, porque o sono tem isso, essa associação à preguiça, à malandragem, à pessoa que não quer nada com a vida, mas ao mesmo tempo vem: e agora?”, disse a servidora pública aposentada.

Hipersonia idiopática é sono diurno excessivo com ou sem aumento das horas de sono noturno. Em geral, os pacientes com a doença têm dificuldade para acordar e, quando acordam, experimentam um período de inércia do sono caracterizado por sonolência, diminuição da cognição e comprometimento motor. Braga fundou a Associação Brasileira de Narcolepsia e Hipersônia Idiopática (ABRANHI) para ajudar pessoas que tiveram ou terão diagnósticos parecidos.

“Desde o dia que leram no meu laudo, narcolepsia, nunca mais eu coloquei o pé dentro do meu serviço, o serviço público federal. O tempo que eu era vista como uma pessoa, uma funcionária preguiçosa, que dormia, que faltava e tudo mais, eu poderia estar entre as pessoas, eu poderia estar incluída. Eu poderia parar e dormir no meio do serviço, eu só não poderia parar e dormir no meio do meu serviço com o diagnóstico de doença rara chamada narcolepsia”, contou.

Ana foi aposentada compulsoriamente do serviço público e argumenta que poderia ter continuado a atividade se houvesse informação sobre sua condição.

“Um cochilo programado resolve isso quando a pessoa tá medicada, o sono controlado, você dorme e acorda zero bala”, contou. “Sim, eu fui aposentada por conta da narcolepsia. Eu não tive chances, eu não tive a menor chance de eu ser vista. Então, eu já fui pra licença e aquela licença sem volta”, acrescentou.

Doença de Addison

Especial - Doenças Raras. Adriana e Letícia Santiago - Addison - Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Adriana Santiago, ao lado de sua filha Letícia, conta a saga para descobrir o diagnóstico de uma doença incomum Arquivo pessoal/Divulgação

A bióloga Adriana Santiago tem uma filha que foi diagnosticada com insuficiência adrenal primária, conhecida como doença de Addison. A condição provoca alterações nos níveis de cortisol, um hormônio considerado medidor de estresse.

O aumento do cortisol no organismo pode indicar o nível de agitação de uma pessoa, mas quem tem a doença de Addison apresenta dificuldade de produção do cortisol e, em caso de um estresse mais forte, as consequências podem ser fatais. Entre os sintomas, está a perda excessiva de sódio e potássio, o que pode leva ao coma e à morte.

"Eu levava na pediatra que a acompanhava. Ela falava que era a manha da minha filha, que era a dor do crescimento. Chegaram até a pensar que era uma crise de apendicite, mas nada. Eu fui chamada de neurótica", lembra. "Foram três anos para descobrir o que realmente a minha filha tinha. A cada dia ela ia se definhando na minha frente, ia se desaparecendo. Todos os dias, vários episódios de vômito. Tinha que levar ela para o hospital para botar no soro. Ficava dois, três dias bem, depois voltava tudo novamente", completa.

Por ser uma doença que se manifesta, normalmente, após os 30 anos, os médicos descartavam prontamente a hipótese. Adriana conta que uma médica protagonizou uma das cenas mais sádicas que lembra ter vivido.

"[A médica] começou a rir e chamou a secretária. Falou: 'olha só o que essa mãe está falando" e começaram a rir aquelas gargalhadas. [Em seguida], abriu um livro na minha frente e começou a ler sobre doença de Addison. A doença de Addison, geralmente, é a partir dos 30 anos, mas tem casos fora da curva e a minha filha era um caso fora da curva", disse.

A medicação usada no tratamento da doença é fabricada no Brasil ao custo de aproximadamente R$ 31 centavos, por cápsula. No entanto, as pessoas com doença no sistema adrenal têm sofrido com a escassez do remédio no país.

“Aqui no Brasil, não tem a fabricação da hidrocortisona. O único lugar que está fabricando é o Hospital das Clínicas em São Paulo. Inicialmente era só para os pacientes deles. Depois eles abriram para mais gente, mas eles não têm condições de absorver o Brasil inteiro. E pasmem, essa medicação é muito barata”, descreveu.

Ouça na Rádioagência Nacional

"Não vale o custo"

A filha de Adriana, Letícia Santiago, é aluna de medicina e se tornou uma voz ativa sobre o assunto na universidade após um episódio desagradável com os colegas de curso.

"Em um trabalho na disciplina de genética, disseram que foi uma doença rara e perguntaram se devia ser incluso ou não no teste do pezinho. Eu que estava escrevendo o que eles ditavam e chegou numa parte que eles falaram que 'não valia o custo' de aquela doença ser inclusa no teste do pezinho por ser uma doença rara. E eu tive que escrever aquilo, que ficou na minha mente: 'como assim não vale o custo? Porque é uma vida, né? São pessoas'", descreveu. 

Segundo o Instituto Vidas Raras, aproximadamente 72% por cento das doenças raras são de origem genética. O teste do pezinho pode reduzir a dificuldade obtenção do diagnóstico correto - e, assim, melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

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Síndrome de Ehlers-Danlos (SED)

Especial - Doenças Raras. Kaliny Trevezani - Síndrome de Ehlers-Danlos (SED) - Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Mesmo sendo médica, Kaliny Trevezani passou por 17 profissionais até descobrir sua doença Arquivo pessoal/Divulgação

Kaliny Trevezani é médica pediatra e sua profissão não evitou que passasse por uma peregrinação até descobrir que tinha Síndrome de Ehlers-Danlos (SED), enfermidade com 14 tipos diagnosticados e todos associados a condições genéticas.

"Como paciente, foi uma trajetória difícil (…) fazer o diagnóstico, a investigação, tudo isso foi um processo demorado. O fato de eu ser médica não teve interferências nesse processo, eu passei por 17 médicos até conseguir encontrar o meu diagnóstico", contou.

Um dos sintomas mais prevalentes na SED é a fadiga e um dos mais incapacitantes. A condição, no entanto, tem uma série de sintomas que tornam o diagnóstico um grande quebra-cabeça de mil peças. Entre eles, estão a hipermobilidade das articulações, formação anormal de cicatrizes, ferimentos cicatrizantes, vasculatura frágil e pele lisa hiperextensível. A pele pode ser esticada vários centímetros, mas volta ao normal quando liberada.

“Você primeiro tem essa dor, cansaço, fadiga, depressão, ansiedade, que é o que geralmente a gente acaba inicialmente pensando para os pacientes, quando a maioria deles acabam sendo acompanhados, tratados por psiquiatra. Mas a gente tem o sistema gastrointestinal acometido, tem problemas de pele, problemas oculares. Enfim, acabam indo à diversas especialidades que não se conversam”, apontou.

Agência Brasil

Família Bolsonaro lança loja virtual com produtos a partir de R$ 49,90; veja itens

 

Caixa conclui pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família

 


Adicional de R$ 150 só começará a ser pago em março

A Caixa Econômica Federal conclui nesta terça-feira (28) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família, com o valor mínimo de R$ 600. Recebem os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcança 21,86 milhões de famílias, com recursos de R$ 13,2 bilhões. O valor médio recebido por família equivale a R$ 606,91.

Desde o mês passado, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos ainda não começou. Em janeiro, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o valor extra só começará a ser pago em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago hoje às famílias inscritas no CadÚnico com NIS final 0. Com valor de R$ 112 em fevereiro, o benefício segue o calendário do Bolsa Família.

O programa tem duração prevista até o fim de 2026 e beneficia 5,95 milhões de famílias neste mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg. Apenas neste mês, o governo gastou R$ 667,2 milhões com o benefício.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Agência Brasil