Luzes desconhecidas no céu de Porto Alegre chamaram a atenção de piloto de avião e despertaram curiosidade na população | #sbtnews #brasil
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Câmara reconhece cristianismo como manifestação cultural
Agora, o texto segue para análise do Senado Federal; se aprovado, vai para sanção presidencial
Deputado federal Julio Cesar (Republicanos-DF)
DIVULGAÇÃONesta segunda-feira (7), a Câmara dos Deputados reconheceu o cristianismo como manifestação cultural, acatando o relatório do deputado federal Julio Cesar (Republicanos-DF) ao projeto de lei nº 4.168/2021. Agora, o texto de autoria dos deputados Vinicius Carvalho (Republicanos-SP) e Maria Rosas (Republicanos-SP) segue para análise do Senado Federal.
"A história do país evidencia, com clareza, nos primeiros séculos da existência do Brasil, a relevância da atuação dos missionários religiosos e da própria instituição eclesiástica católica na vida das comunidades", declarou Julio Cesar.
Segundo dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 86,6% dos brasileiros se declaravam cristãos, 64,6% deles católicos e 22,2% evangélicos. Dados mais recentes, derivados de pesquisa Datafolha realizada em dezembro de 2019, apresentaram percentuais de 81% para os que se declararam cristãos — 50% católicos e 31% evangélicos.
Segundo o parlamentar que relatou o projeto, a aprovação é uma vitória importante. "Essa realidade marca profundamente a população brasileira, não só na dimensão da religiosidade, como também dos valores sociais.”
R7
Os cotados para o Governo Lula; confira a lista
O Partido dos Trabalhadores fez circular uma lista com os nomes que gostaria para o primeiro escalão do governo Lula-Alckmin. A informação foi divulgada pelo site O Antagonista.
Gleisi Hoffmann é cotada para a Casa Civil, Fernando Haddad para o Ministério da Fazenda, o deputado eleito e líder do MTST Guilherme Boulos para o Ministério das Cidades e Janones para a Secretaria de Comunicação (Secom).
A futura primeira-dama Janja Lula da Silva assumiria a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Já o vice de Lula, Geraldo Alckmin, ficaria com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O também líder do MST João Pedro Stédile com o Desenvolvimento Agrário e Simone Tebet com Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
De acordo com o site, na Petrobras, o nome cotado é o de Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração da estatal e considerado pela esquerda “o pai do pré-sal”.
O ex-governador e senador eleito Flávio Dino assumiria o Ministério da Justiça; e no comando da PF, o delegado Jorge Chastalo Filho, que era o responsável pela carceragem da PF durante a prisão de Lula.
A versão não é final, pois ainda passará pelo inevitável processo de negociação com o Congresso, onde o Centrão domina. A lista também não traz os possíveis nomes para Banco do Brasil e Caixa, além de outros bancos e estatais de menor peso.
Veja a lista:
Advocacia-Geral da União
Luiz Carlos Rocha (Rochinha)
Banco Central
Campos Neto [mandato fixo]
Casa Civil
Gleisi Hoffmann
Controladoria-Geral da União (CGU)
Manoel Caetano
Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
Tarso Genro
Ministério da Justiça
Flávio Dino
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Simone Tebet
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Márcio França
Ministério da Cultura
Bela Gil
Ministério da Defesa
Aldo Rebelo
Ministério da Educação
Aloizio Mercadante
Ministério da Fazenda
Fernando Haddad
Ministério da Integração Nacional
Alexandre Kalil
Ministério da Previdência Social
Paulinho da Força
Ministério da Saúde
Adriano Massuda
Ministério das Cidades
Guilherme Boulos
Ministério das Comunicações
Leonardo Attuch
Ministério das Relações Exteriores
Celso Amorim
Ministério de Minas e Energia
Jorge Samek
Ministério do Desenvolvimento Agrário
João Pedro Stédile
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Rui Costa
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Geraldo Alckmin
Ministério do Esporte
Raí
Ministério do Meio Ambiente
Marina Silva
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Márcio Pochmann
Ministério do Trabalho e Emprego
Carlos Lupi
Ministério do Turismo
Marta Suplicy
Ministério da Infraestrutura
Washington Quaquá
Secretaria da Micro e Pequena Empresa
Marco Aurélio Carvalho
Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
Marco Aurélio Santana
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
André Janones
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
Carol Proner
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Benedita da Silva
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Janja Lula da Silva
Ministério dos Transportes
Jilmar Tatto
Secretaria de Relações Institucionais
Luciana Santos
Secretaria-Geral da Presidência da República
Gilberto de Carvalho
Ministério dos Povos Originários
Sônia Guajajara
Petrobras
Guilherme Estrela
Itaipu Binacional
Roberto Requião
Polícia Federal
Jorge Chastalo Filho
Gazeta Brasil
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UM DESASTRE HISTÓRICO! - 08.11.22
Por Percival Puggina
Em fevereiro de 1977 estava em pleno vigor o AI-5. Na Câmara de Vereadores de Porto Alegre iniciava uma nova legislatura com a posse dos eleitos em 1976. Na abertura da 1ª sessão, o vereador Glênio Peres, líder do MDB, subiu à tribuna e proferiu um discurso com contundentes críticas ao governo federal. Foi cassado pelo presidente Geisel. Logo após a cassação, outro vereador repetiu a cena e o discurso, conclamando os colegas a que fizessem idêntico protesto. Também foi cassado e, é claro, cessaram as críticas ao regime.
Se concordo com esses métodos de dissuasão? Não, claro que não. Lembrei-me deles ao tomar conhecimento do que aconteceu com o Dr. Marcos Cintra após publicar uma nota em sua conta do Twitter – a mesma plataforma, aliás, em que o ministro Alexandre de Moraes divulga com total liberdade suas próprias opiniões.
O Dr. Marcos Cintra não é terrorista nem criminoso. Para quem não o
conhece, ele tem quatro títulos de nível superior em Economia, obtidos em Harvard, do bacharelado ao doutorado. Foi deputado federal, vereador em São Paulo, Secretário de Ciência e Tecnologia em SP, presidente da Finep, Secretário Especial da Receita Federal. Há 25 anos é vice-presidente da FGV. Tem várias obras escritas sobre Economia.
Li na CNN a nota que ele divulgou no Twitter. O que escreveu é irretocável e reflete, com honestidade, o mesmo déficit de informação comum a todos os eleitores brasileiros sobre a eleição de 2022. Uns se bastam com o que lhes é contado. Outros, porque não impedem o cérebro de pensar, querem perguntar e saber mais, fazem ilações e suas mentes operam mesmo com o pouco que lhes é dado saber. A curiosidade, porém, rendeu-lhe um bate-papo com a Polícia Federal e a suspensão de seu perfil por ordem do ministro Alexandre de Moraes.
Eu pretendia transcrever aqui a nota do Dr. Cintra para corroborar o que estou a dizer. Lembrei-me, porém, dos dois vereadores do MDB de Porto Alegre em 1977...
Vivemos um desastre histórico! Passados 47 anos, observo a liberdade de expressão e opinião sujeita a práticas semelhantes àquela. Vejo censura, repressão, ataques a prerrogativas de parlamentares, medidas restritivas de direitos e garantias individuais.
Proponho duas indagações:
1 – Quem criticava a supressão de liberdades que vigeu quando os presidentes eram militares pode agir de modo análogo quando exerce o poder civil?
2 – Se nos é possível interrogar a Deus, discordar de suas palavras, negá-lo e, até mesmo, agir contra ele, com que lente de aumento se veem pessoas que se conduzem como temos visto acontecer entre nós?
Pontocritico.com
