Fachin diz que TSE será firme contra acusações de fraude nas eleições

 Ministro afirmou que integridade das eleições está assegurada por processos de auditoria



O ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou, nesta segunda-feira (8), que a Justiça Eleitoral "atuará de modo firme, a evitar que as pseudoafirmações de fraude comprometam a paz e a segurança" dos eleitores e do pleito deste ano. As declarações foram feitas na sede da corte, em Brasília.

Fachin recebeu um grupo de 11 advogados, que disseram ter ido ao tribunal para sugerir esforços para "aprimoramento do processo eleitoral". Ele destacou, no encontro, que a Justiça Eleitoral vai atuar para impedir que acusações de fraude comprometam a paz e segurança no pleito. Os juristas foram representados por Géssica Roberta de Almeida Araújo.

De acordo com o TSE, ela destacou que o grupo é favorável ao voto por meio das urnas eletrônicas e "à pacificação das discussões políticas".

Fachin declarou que todos devem respeitar as regras eleitorais. "Em primeiro lugar, o respeito às regras do jogo e a aceitação do julgamento popular, fielmente espelhado pelas urnas eletrônicas. Em segundo lugar, a manutenção incondicionada de sua natureza pacífica, que por sua vez impõe, sem mais, o exercício indiscriminado da tolerância", disse.  

De acordo com o TSE, o magistrado "lembrou que 11 resoluções relacionadas às eleições foram aprovadas pela corte eleitoral após audiências públicas e o recebimento de sugestões de vários setores da sociedade". Fachin afirmou ainda que, "em outubro, a integridade do pleito eleitoral e do sistema eletrônico de votação estará assegurada pelos mecanismos já existentes de auditoria".

R7 e Correio do Povo


Procura por dentistas pelo SUS aumenta em Porto Alegre e retoma patamar pré-pandemia



Colisão entre caminhão e ônibus deixa quatro feridos em Eldorado do Sul

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Bolsonaro diz que não quer imunidade para evitar prisão após deixar Presidência

 Ele afirmou que é contra ideia discutida por senadores e deputados de aprovar PEC para proteger ex-presidentes da República



O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não é a favor da ideia de ter imunidade após deixar o cargo. Em entrevista ao Flow Podcast na noite desta segunda-feira, ele foi questionado sobre a movimentação de parlamentares para evitar possíveis punições caso Bolsonaro não continue na Presidência.

“Não estou interessado nisso. Vão falar que eu estaria pedindo arrego. Não quero essa imunidade. Quero meu país democrático", disse. Deputados e senadores discutem a possibilidade de uma PEC que daria aos ex-presidentes da República o cargo de senador vitalício.

Críticas a ministros do TSE

Em tese, a ideia seria garantir a imunidade parlamentar e minimizar chances de punições em casos em que ele é acusado de crimes. “Circulou nos jornais que eu seria preso se não fosse eleito. Preso por quê?”, perguntou.

Ele ainda voltou a fazer alegações sobre a segurança das urnas eletrônicas, criticando ministros do Tribunal Superior Eleitoral. "Hoje, falei com banqueiros e perguntei por que gastavam fortunas para se precaver de ataques cibernéticos. Falei: 'Vocês podem pegar uma tecnologia de um órgão lá', não falei TSE, 'e deixar de gastar uma fortuna'."

Segundo Bolsonaro, a reunião com embaixadores, em que ele levantou dúvidas sobre o processo eleitoral, ocorreu para mostrar um inquérito da Polícia Federal que apura um ataque ao sistema interno do TSE, em 2018.

"Eu dou o inquérito da PF de 2018 para quem quiser. Apesar de o Supremo falar que é confidencial, não é, estão mentindo. Barroso e Fachin estão mentindo. Já ofereci para todo mundo, posso mandar para você uma cópia do inquérito. Houve denúncia dizendo que os hackers ficaram dentro do TSE por vários meses e poderiam fazer um monte de coisas", relembrou.

Ao R7, a assessoria do TSE afirmou que não há previsão de que os ministros se manifestem sobre as declarações do presidente. Anteriormente, o TSE publicou nota sobre o caso em que afirma que o inquérito é sigiloso e que o acesso indevido não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018. "Isso porque o código-fonte dos programas utilizados passa por sucessivas verificações e testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada anormal ocorreu. Cabe acrescentar que o código-fonte é acessível, a todo o tempo, aos partidos políticos, à OAB, à Polícia Federal e a outras entidades que participam do processo.”

Sobre a proposta de filmar pessoas em votação, Bolsonaro reclamou da distorção da proposta. "Uma das sugestões [das Forças Armadas] é checar as urnas no dia da votação. Começou a votação aqui e têm dez urnas. Via sorteio, aqui, pega aquela urna 8h da manhã, faz de conta que deu pane, bota para cá, bota a urna reserva lá e faz a votação normal. Do lado de cá, começam as pessoas a votar sabendo que estão sendo filmadas", comentou.

Bolsonaro também chamou de mentirosa a afirmação de que todos os eleitores seriam filmados. "É igual à mentira do Barroso de que a gente queria aprovar o voto de papel como antigamente. Barroso mentiu, a PEC é bem clara. É o voto impresso do lado da urna eletrônica, para fazer a devida correção".

R7 e Correio do Povo


Estúdio de tatuagem pede ajuda após arrombamento na Cidade Baixa

FBI faz busca e apreensão em casa de Donald Trump

 Ex-presidente dos Estados Unidos confirmou operação em um breve pronunciamento



O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump confirmou, nesta segunda-feira, que um grande número de agentes do FBI foram até sua casa em Mar-a-Lago, na Flórida, para cumprir um mandado de busca e apreensão. Segundo uma filial da emissora norte-americana CBS, Trump divulgou um breve pronunciamento onde chamou a ação de "não necessária ou apropriada".

"Após trabalhar e cooperar com as agências relevantes do Governo, esta busca em minha casa não é necessária ou apropriada", afirmou Trump, que atualmente é investigado pelas contribuições na invasão do Capitólio, em 2021.

Até o momento, não ficaram clara as razões para que o FBI tenha realizado uma operação na casa do ex-presidente, que de acordo com a CNN dos Estados Unidos, não estava na Flórida no momento das buscas.

O Departamento de Justiça dos EUA está investigando se Trump levou registros considerados confidenciais para a mansão de Mar-a-Lago após o término do mandato como presidente, em janeiro de 2021.

R7 e Correio do Povo


Justiça de SP mantém prisão de policial acusado de matar Leandro Lo

Feiras são retomadas no Mercado Público, em Porto Alegre

 Exposições ocorrem de segunda a sábado, das 8h às 18h



As feiras estão de volta ao Mercado Público, em Porto Alegre (Largo Jorn. Glênio Péres, 1 - Centro Histórico). A retomada foi na manhã desta segunda-feira. A cada semana, um segmento distinto expõe seus negócios no quadrante 3, atrás da Banca 40 e em frente à Padaria Pão de Açúcar.

Ao longo do ano, o público poderá conferir feiras de artesanato temáticas, de vinil e de antiguidades. A de gibi acontece no primeiro sábado de cada mês, já a das orquídeas está programada para outubro. As exposições ocorrem de segunda a sábado, das 8h às 18h.

Confira a programação de agosto:

8 a 13 de agosto – Feira do Vinil, Artes e Antiguidades

15 a 20 de agosto – Feira de Artesanato Temática

22 a 27 de agosto – Feira de Antiguidades

29 de agosto a 2 de setembro – Feira do Vinil, Artes e Antiguidades

Confira a programação de setembro:

3 de setembro - Feira de Gibi

5 a 10 de setembro - Feira de Artesanato Temática

12 a 17 de setembro - Feira Integrada de Artesanato

19 a 24 de setembro - Feira de Antiguidades

26 a 30 de setembro - Feira do Vinil, Artes e Antiguidades

Correio do Povo

Lareira Braseiro de Ferro Suporte Aço Jardim Externa Interno - Santa Edwirges

 


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Rosa Weber envia à PGR pedido de investigação sobre Bolsonaro por suposto ataque às urnas

 Presidente foi acusado de crimes ao criticar sistema eleitoral durante reunião com embaixadores em julho deste ano



ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de investigação sobre o presidente Jair Bolsonaro pelas acusações que ele fez contra o sistema eleitoral durante uma reunião com embaixadores em julho deste ano.

No encontro, o chefe do Executivo levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas, sem apresentar provas, e atacou ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do STF. Além disso, defendeu a participação das Forças Armadas no processo de apuração das eleições.

O encaminhamento do pedido de investigação foi feito para conhecimento e providências que a PGR entender cabíveis a Bolsonaro. O órgão fica responsável por avaliar se há indícios de crime e propor — ou não — a abertura de um inquérito sobre o presidente da República.

O pedido de investigação sobre o chefe do Executivo foi feito por parlamentares de oposição ao governo federal. No documento, eles acusam Bolsonaro de ter praticado crime de responsabilidade, crime contra o Estado Democrático de Direito, crime eleitoral, improbidade administrativa e incitação das Forças Armadas contra o TSE.

Segundo os parlamentares, com um discurso "absurdamente ameaçador e causador de grave constrangimento ao Brasil perante o mundo", o presidente "atentou contra o livre exercício das atribuições legais do TSE, responsável pela condução do processo eleitoral, contra o exercício dos direitos políticos dos cidadãos brasileiros ao questionar sem nenhum fundamento o possível resultado das eleições pelo sistema eletrônico de votação".

"Não pode o representado usar do cargo de presidente da República para subverter e atacar a ordem democrática, buscando criar verdadeiro caos no País e desestabilizar as instituições públicas, não estando acima do ordenamento jurídico vigente", diz o pedido de investigação.

R7 e Correio do Povo

TSE recusa acesso das Forças Armadas a dados das eleições de 2014 e 2018

 Fachin afirmou que Justiça Eleitoral vai atuar para impedir que alegações de fraude prejudiquem a segurança das eleições



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou dar acesso às Forças Armadas de parte dos arquivos das eleições de 2014 e 2018. Em ofício enviado pelo ministro Edson Fachin, presidente da Corte, ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio, o Tribunal nega o repasse de documentos sobre os pleitos anteriores.

Na resposta aos militares, o TSE afirma que as entidades fiscalizadoras das eleições, que incluem as Forças Armadas, "não possuem poderes de análise e fiscalização de eleições passadas, não lhes cumprindo papel de controle externo do TSE".

A Corte destaca ainda que o prazo para fazer pedidos referente aos pleitos anteriores já venceu, motivo pelo qual as demandas solicitadas não seriam atendidas. "O regramento estabelece a data de 13/01/2015, para as eleições 2014, e de 17/01/2019, para as eleições de 2018, como prazo limite para apresentação do pedido. Sendo assim, indeferem-se os pedidos constantes", destaca trecho do documento.

Outras informações foram concedidas, como acesso aos boletins de urnas publicados na internet das duas últimas eleições gerais, assim como outras informações técnicas sobre a organização da votação que ocorre em outubro deste ano.

Segurança

Fachin recebeu na sede do TSE, em Brasília, um grupo de 11 advogados, que disseram ter ido ao Tribunal para sugerir esforços para "aprimoramento do processo eleitoral". Ele destacou, no encontro, que a Justiça Eleitoral vai atuar para impedir que acusações de fraude comprometam a paz e segurança no pleito.

"A Justiça Eleitoral atuará de modo firme, a evitar que as pseudoafirmações de fraude comprometam a paz e a segurança das pessoas e arrisquem a eficácia da escolha popular", afirmou o magistrado.

O ministro declarou ainda que todos devem respeitar as regras eleitorais. "Em primeiro lugar, o respeito às regras do jogo e a aceitação do julgamento popular, fielmente espelhado pelas urnas eletrônicas. Em segundo lugar, a manutenção incondicionada de sua natureza pacífica, que por sua vez impõe, sem mais, o exercício indiscriminado da tolerância", salientou.

R7 e Correio do Povo

Olivia Newton-John morre aos 73 anos

 Atriz ganhou fama com o filme "Grease"

Olivia Newton-John tornou pública sua luta contra o câncer de mama ao longo de anos 

Olivia Newton-John, estrela do filme "Grease", morreu na manhã desta segunda-feira, aos 73 anos nos EUA. Ela teve carreira como atriz, cantora e compositora. A causa da morte não foi informada.

Em um comunicado em sua página no Facebook, foi divulgada uma nota que informa que ela "faleceu pacificamente em seu rancho no sul da Califórnia esta manhã, cercada por familiares e amigos". A família também pede privacidade neste momento difícil.

Uma nota da fundação que leva o seu nome destacou que a artista foi um símbolo da luta contra o câncer de mama há 30 anos, compartilhando sua jornada e falando sobre as possibilidades de tratamento para a doença, incluindo experiências com plantas medicinais. "Em vez de flores, a família pede que qualquer doação seja feita em sua memória para o Fundo da Fundação Olivia Newton-John (ONJFoundationFund.org)".

Nascida no Reino Unido, ela morou por um período na Austrália e depois nos Estados Unidos. Olivia deixa seu marido John Easterling e filha Chloe Lattanz.

Seu sucesso no cinema teve como marco o filme “Grease”, que ela protagonizou com John Travolta em 1978. Eles formaram um dos casais queridinhos da época a partir deste longa-metragem e sempre que se reencontravam em público anos depois causavam comoção e nostalgia no público. Adaptado dos palcos, o musical mostrou que Olivia tinha talento para atuar, cantar e dançar, mostrando-se uma artista completa. A trama se passava na Califórnia de 1959. Ela interpretava a boa moça Sandy que se apaixona por Danny. Com estilos diferentes, cada um decide mudar para se adequar ao outro, ela começa a vestir roupas de couro e ele a usar roupas de bom moço. Travolta publicou em suas redes sociais uma homenagem para a colega: "Minha querida Olivia, tornaste as nossas vidas muito melhores, seu impacto foi incrível. Te amo tanto, vamos nos rever no fim da estrada e estaremos juntos novamente. Sou seu desde o primeiro momento que te vi, seu Danny, seu John".
Ela também atuou em filmes como "Xanadu", de Robert Greenwald (1980), em que contracenou com Gene Kelly. Sua carreira seguiu como cantora internacional por décadas.

AFP e Correio do Povo

Churrasqueira à Carvão Mor Braseiro Desmontável - com Grelha e 3 Espetos

 


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