Mais de 14 mil pedidos de poda de árvores estão na fila de espera em Porto Alegre

 Prefeitura alega que demanda aumentou depois dos últimos temporais

João Maria mostra a árvore que vem causando transtorno para sua família no bairro Medianeira, em Porto Alegre 

Timira Campos plantou duas árvores em frente ao terreno da família, na rua Silva Paes, no bairro Medianeira em Porto Alegre. Queria fazer sombra para enfrentar o forte calor, corriqueiro nos verões da Capital. Mal sabia ela, falecida há mais de 20 anos, que depois de cinco décadas, os dois vegetais causariam transtorno à sua família.

“Um galho caiu em cima dos fios, depois do último temporal, ficamos sem luz durante uma semana”, conta o sobrinho de Timira, João Maria Nascimento, um dos moradores que vive em frente a árvore plantada pela tia. “Uma removeram, falta a outra, é um perigo, pode cair em cima da casa”, reclama ele dizendo que fez um protocolo para remoção das árvores “há uns cinco anos”.

O caso dele é um dos mais de dez mil pedidos de poda que se acumulam na Secretaria de Serviços Urbanos de Porto Alegre. “São em torno de 14 mil pedidos”, admite o secretário da pasta, Marcos Felipi. No ano passado eram 14.820 requisições na fila de espera. “Recentemente aumentaram os pedidos por conta dos temporais das ultimas semanas. Há um deficit enorme”, completou.

Para zerar essa demanda, onze equipes de uma empresa terceirizada atuam no manejo arbóreo da cidade. No ano passado esse serviço era realizado pelo quadro da Prefeitura. São em média 1.500 atendimentos por mês segundo a gestão municipal. De acordo com a carta de serviços da Secretaria, as execuções urgentes levam até dois dias. Já as vistorias levam de 45 a 120 dias de acordo com o caso. “Antes era em torno de 240 dias”, lembra Felipi.

Em abril, uma licitação foi aberta, pela Prefeitura, para a ampliação dos serviços. A licitação, que prevê dois lotes - Sul e Norte - e tem valor estimado de R$ 4,9 mi para cada contrato. “O objetivo é dobrar o número das equipes que atuam nas podas”, explica o secretário. O novo serviço prevê a utilização de caminhões maiores para aumentar a capacidade de recolhimento de resíduos, além do uso de trituradores de galhos que vão gerar material para compostagem. Também está previsto o uso de tomógrafo de impulso, equipamento utilizado para verificar a saúde das árvores, com análise do interior dos troncos.

Além disso a Prefeitura planeja contratar uma equipe apenas para a emissão de laudos de podas. “A ideia é acelerar e aumentar o número de laudos e de execuções”.

Correio do Povo

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Eletrobras finaliza processo de capitalização e e preço da ação fica em R$ 42

 Valor da privatização movimentou cerca de R$ 33,7 bilhões em ações



A oferta de ações que resultou na privatização da Eletrobras movimentou cerca de R$ 33,7 bilhões, depois de o preço de cada papel ser fixado em R$ 42, segundo fontes de mercado. O ajuste de preço foi alvo de uma intensa disputa entre investidores locais e estrangeiros, que só terminou depois das 20h desta quinta-feira. A venda da estatal de energia via Bolsa foi a maior operação de desestatização do País em duas décadas - e a segunda no governo Bolsonaro, depois da venda da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), em março.

O preço de R$ 42 representou um desconto de 4% em relação ao valor da ação ao fim do pregão de ontem, de R$ 44. Além de ter sido uma das maiores ofertas de ações em todo o mundo até aqui no ano, a operação da Eletrobras foi a maior operação na B3, a Bolsa brasileira, desde a megacapitalização da Petrobras, em 2012, que movimentou R$ 100 bilhões.

Com a venda, o governo deverá ter sua participação na empresa reduzida de 60% para cerca de 35%, deixando de ser o controlador Grandes investidores marcaram presença na operação, entre eles, o fundo 3G Capital (dos fundadores da Ambev) e o banco Clássico, de José Abdalla Filho (relevante acionista da Petrobras).

A oferta da Eletrobras teve um empurrão importante com a possibilidade de uso de recursos do FGTS para a compra de ações. Diante da oportunidade, cerca de 350 mil pessoas reservaram ações da companhia. O teto para uso do FGTS era de R$ 6 bilhões, mas a demanda ficou em R$ 9 bilhões, ou 50% a mais. Por essa razão, deverá haver uma redução em relação aos valores reservados por trabalhadores. O investidor que fez uso de seu FGTS para entrar na oferta não poderá se desfazer do investimento por um prazo de no mínimo 12 meses - exceto em alguns casos, como o de demissão sem justa causa.

Agência Estado e Correio do Povo

Juíza decreta prisão temporária de suspeito pelo desaparecimento de jornalista inglês e indigenista

 PF encontrou vestígio de sangue em embarcação do homem conhecido como Pelado



A Justiça do Amazonas decretou, na noite desta quinta-feira, a prisão temporária pelo prazo de 30 dias de Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado. Ele é suspeito de envolvimento no desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, na região do Vale do Javari, no Amazonas. Em buscas nesta semana, a Polícia Federal (PF) encontrou vestígios de sangue na embarcação dele. O material genético foi enviado para perícia. Uma testemunha também o colocou no centro das suspeitas pelo desaparecimento.

A prisão foi determinada pela juíza Jacinta Silva dos Santos, da Vara Única de Atalaia do Norte, em audiência de custódia. Após os 30 dias, a prisão temporária pode ser renovada ou convertida em preventiva, que não tem prazo determinado. A manutenção da medida depende das eventuais provas reunidas pelos investigadores. O processo é sigiloso.

Normalmente, as prisões temporárias têm duração de cinco dias, mas no caso de crimes hediondos o prazo pode ser de um mês. Pelado foi preso em flagrante na terça-feira por porte ilegal de munições. Neste ponto, a juíza impôs medidas cautelares. A prisão temporária foi determinada pela suspeita de envolvimento com o desaparecimento do indigenista e do jornalista.

Embora autoridades federais estejam envolvidas nas buscas, coube à Justiça do Estado decretar a prisão porque há suspeita de homicídio doloso. Nesse caso, a competência para investigação é da Justiça comum.

R7 e Corrieo do Povo

Trump é passado e relação com Biden é igual a casamento, diz Bolsonaro

 Nos EUA para participar da Cúpula das Américas, presidente brasileiro diz que Biden e ele terão de aceitar defeitos um do outro


Prestes a se reunir pela primeira vez com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), comentou nesta quinta-feira que já deixou para trás a aversão que tinha ao nome do estadunidense e comparou a relação institucional dos dois a um casamento. "Você vai aceitar os meus defeitos, eu vou aceitar os seus e vamos ser felizes", disse Bolsonaro, em Los Angeles, onde participa da Cúpula das Américas.

Em 2020, quando Biden disputou a presidência dos EUA contra o então presidente Donald Trump, Bolsonaro declarou publicamente que torcia pela reeleição de Trump e reclamou de falas de Biden sobre o Brasil, como as críticas às políticas de preservação da Floresta Amazônica. Agora, Bolsonaro diz que essas intrigas políticas são coisas do passado.

"Não vim aqui tratar desse assunto. Já é um passado. Vocês sabem que eu tive um excelente relacionamento com o presidente Trump. Isso é passado. O presidente agora é Joe Biden, é com ele que eu converso, ele é o presidente e não se discute mais esse assunto", afirmou.  

Ainda na noite desta quinta-feira, Bolsonaro e Biden ficam frente a frente pela primeira vez. Segundo o chefe do Executivo brasileiro, "vai ter uma conversa reservada também e cada um suscitará seus interesses nessas partes". "Nós precisamos aprofundar nosso relacionamento. Eu sempre tive uma enorme consideração com o povo americano, temos valores em comum, como democracia, liberdade, e eu tenho certeza de que será um bom encontro com o presidente americano Biden. Tem muita coisa pra falar, vocês já sabem que o mundo sem o Brasil passa fome. É um grande parceiro comercial nosso", declarou.

A reunião dos dois presidentes deve durar cerca de 35 minutos, segundo a agenda oficial de Bolsonaro. Entre os assuntos que devem ser discutidos pelos líderes, estão o combate à insegurança alimentar, a situação econômica, a energia renovável e o meio ambiente.

Como adiantou o Blog do Nolasco, os estadunidenses querem que seja aprovada uma declaração conjunta dos países sobre o meio ambiente e buscam o apoio do Brasil para dar força ao compromisso. Fontes com acesso às negociações informaram que o documento deve ter o apoio brasileiro.


R7 e Correio do Povo

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Bolsonaro diz em reunião com Biden que deixa governo de forma democrática se perder eleições

 Presidente brasileiro diz esperar eleições limpas, confiáveis e auditáveis; partido dele contratou empresa para fazer auditoria



Em reunião nesta quinta-feira com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai deixar a Presidência da República "de forma democrática" se perder as eleições deste ano. De todo modo, ele frisou que espera um processo eleitoral sem polêmicas.

"Neste ano, temos eleições no Brasil e queremos, sim, eleições limpas, confiáveis e auditáveis, para que não sobre nenhuma dúvida após o pleito. Tenho certeza que ele será realizado nesse espírito democratico. Cheguei pela democracia e tenho certeza que, quando deixar o governo, também será de forma democrática”, garantiu.

Bolsonaro e Biden se encontraram pela primeira vez desde a eleição do norte-americano, em 2020. Os dois tiveram uma reunião durante a Cúpula das Américas, em Los Angeles. No discurso, o brasileiro disse que está à disposição para buscar uma solução para o conflito entre Rússia e Ucrânia e afirmou que o Brasil preserva a Floresta Amazônica, ao contrário do que é dito no exterior.

Empresa para auditar eleições

Nesta semana, o Partido Liberal, legenda de Bolsonaro, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a empresa contratada pela sigla para auditar as eleições presidenciais deste ano. A companhia, Instituto Voto Legal, é sediada em São Paulo e é dirigida pelo engenheiro Carlos Rocha.

O ofício enviado ao TSE, ao qual o R7 teve acesso, diz que a empresa liderou as equipes que desenvolveram e fabricaram as urnas eletrônicas utilizadas nas eleições de 1996. Já em 2016, na gestão de Gilmar Mendes à frente do TSE, a empresa conta que foi convidada para apresentar recomendações técnicas para o desenvolvimento de uma nova urna eletrônica, com a impressão do voto, para atender à legislação aprovada pelo Congresso Nacional em 2015.

"A nossa equipe se diferencia pela utilização de metodologias de última geração combinadas com profundo conhecimento de como a tecnologia traz governança, transparência e segurança aos sistemas de informação, acumulado em décadas de experiência de sucesso em grandes empresas", destaca.

O anúncio de que o PL iria contratar uma empresa para auditar o pleito eleitoral foi feito pelo próprio presidente Bolsonaro no início de maio. Na ocasião, o chefe do Executivo afirmou que a decisão é um direito da legenda, visto que a legislação permite que os partidos que participarão da eleição constituam sistema próprio de fiscalização, apuração e totalização dos resultados.

R7 e Correio do Povo

Frente fria avança e pode trazer chuva ao RS nesta sexta

 Temperaturas mínimas ocorrem à noite



O sol aparece com nuvens em todo o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira, entretanto, ocorre momentos de maior nebulosidade em algumas áreas à medida que frente fria avança pelo Estado. Há chance de garoa e chuva localizada no decorrer do dia, precedendo uma massa de ar frio de origem polar.

O ar frio ingressa durante esta sexta e toma conta do território gaúcho até o fim do dia. As mínimas ocorrem à noite, quando vai estar muito mais frio que no começo do dia. A frente ingressa com vento, trazendo baixa sensação térmica. Pode ter rajadas em pontos do Sul e do Leste gaúcho. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 8ºC e 15ºC.

Se já esfria bastante nesta sexta, frio muito mais intenso se espera nas madrugadas de sábado, domingo e da segunda, segundo a MetSul. Grande número de municípios do Rio Grande do Sul vai registrar nos três dias mínimas ao redor de 0ºC ou negativas, e diversas cidades devem ter suas menores temperaturas até agora no ano.

Mínimas e máximas no RS nesta sexta

Bagé 4°C / 13ºC
Santa Cruz 7°C / 15°C
Vacaria 3°C / 14ºC
Torres 10°C / 17°C
Erechim 6°C / 16°C 

Correio do Povo

Bolsonaro diz a Biden que Brasil sente soberania sobre Amazônia ameaçada

 Presidente garante que governo preserva mais de 85% da floresta e que faz o possível para atender à vontade do mundo



presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que o Brasil sente a sua soberania sobre a Amazônia ameaçada. Ele garantiu ao estadunidense que o governo federal faz o possível para preservar a floresta e que não desrespeita a legislação ambiental do país. "Por vezes, nos sentimos ameaçados em nossa soberania daquela área. Mas o Brasil preserva muito bem seu território, tanto que dois terços do Brasil são preservados. Mais de 85% da Amazônia, também. A nossa legislação ambiental é bastante rígida e fazemos o possível para cumpri-la para o bem do nosso país", declarou Bolsonaro.

Biden e ele se encontraram pela primeira vez durante a Cúpula das Américas, em Los Angeles. O presidente brasileiro reconheceu que tem dificuldades na questão ambiental, mas afirmou: "Fazemos o possível para atender aos nossos interesses e também, por que não dizer, à vontade do mundo." De acordo com Bolsonaro, o país pode, em breve, ser um dos maiores exportadores de energia limpa, via hidrogênio verde.

O presidente do Brasil ressaltou também que a Amazônia tem riquezas incalculáveis em biodiversidade, minérios e água potável, além de ser uma fonte de oxigênio. Ele ainda destacou a importância da agricultura nacional ao afirmar que o país alimenta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo.

"Somos um exemplo para o mundo na questão ambiental. Além da segurança alimentar e da energia limpa, bem como na questão ambiental, o Brasil é um gigante, e se apresenta para o mundo como a solução para muitos problemas. O mundo hoje, ouso dizer, depende, e muito, do Brasil para sua sobrevivência", destacou Bolsonaro.

Bolsonaro também disse que o Brasil está à disposição para auxiliar em ações que viabilizem o fim do conflito entre Rússia e Ucrânia. "Presidente Biden, torcemos e estamos à disposição para colaborar na construção de uma saída deste episódio que não queremos entre Ucrânia e Rússia. Nós deveremos, pretendemos, torcemos e oramos para que saiamos o mais rapidamente desta situação, para que não só o Brasil, mas o mundo, retorne a normalidade", afirmou Bolsonaro.

O presidente da República comentou que o Brasil "ainda é dependente de algumas coisas de outros países" e que sempre adotou uma "posição de equilíbrio". O brasileiro frisou: "Queremos a paz e tudo nós faremos para que a paz seja alcançada." "Lamentamos os conflitos, mas tenho um país para administrar e pela sua dependência temos que sempre ser cautelosos”, disse Bolsonaro.

R7 e Correio do Povo


Frente fria avança e pode trazer chuva ao RS nesta sexta


Bolsonaro diz em reunião com Biden que deixa governo de forma democrática se perder eleições

Trump é passado e relação com Biden é igual a casamento, diz Bolsonaro


Juíza decreta prisão temporária de suspeito pelo desaparecimento de jornalista inglês e indigenista


Eletrobras finaliza processo de capitalização e e preço da ação fica em R$ 42


Mais de 14 mil pedidos de poda de árvores estão na fila de espera em Porto Alegre


Melo confirma antecipação de 50% do 13º salário ao funcionalismo de Porto Alegre


Governo anuncia indicados para Conselho da Petrobras


Bolsonaro pede que empresários reduzam lucro sobre a cesta básica


Primeiro caso de varíola do macaco no Brasil é confirmado em SP


Ciro Gomes cumpre agenda em Caxias do Sul


South Summit Brazil é confirmado para março de 2023 em Porto Alegre


PSB gaúcho confirma retomada das negociações com PT, mas nega bloqueio do PDT


Nasa forma equipe científica para estudar OVNIs



Biden vê acordo sobre "questões substantivas" na cúpula das Américas após críticas de líderes


São Paulo e Coritiba empatam em 1 a 1 e ultrapassam Inter no Brasileirão


Espanha autoriza vacina contra varíola do macaco


Câmara aprova título de cidadão honorário brasileiro a Lewis Hamilton


PSDB oficializa apoio à pré-candidatura de Simone Tebet à presidência


Brenno tem lesão na panturrilha confirmada e desfalca Grêmio contra o Sport


Pedaço de bolo do casamento de rainha Elizabeth 2ª vai à leilão



Conta de luz pode cair até 12% com aprovação de teto no ICMS, diz Aneel

 por Nicola Pamplona

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Projeto está em discussão no Congresso e enfrenta resistência de governadores

RIO DE JANEIRO

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) calcula que a conta de luz pode cair entre 10% e 12% em caso de aprovação do projeto de lei que limita a alíquota do ICMS a 17%, hoje alvo de um embate entre o Congresso e os governadores.

A conta foi divulgada pela diretora-geral substituta da agência, Camila Bomfim, em evento que reuniu representantes do setor nesta quarta-feira (8) no Rio de Janeiro. O percentual de queda varia entre os estados, frisou ela.

 

A Aneel trabalha com um reajuste médio de 18% nas tarifas em 2022. A projeção, porém, não considera medidas em curto para aliviar a pressão sobre a conta de luz, como a devolução de créditos tributários a distribuidoras e a privatização da Eletrobras.

"Outra questão que está tramitando no Congresso é a redução da alíquota do ICMS que incide sobre energia, que enquadra energia como bem social e limita o ICMS a 17%. Essa é uma pauta estrutural que a gente vem discutindo há muito tempo e seria positivo", disse.

O projeto de limitar o ICMS pega carona em uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que exigiu que itens essenciais não podem sofrer cobranças superiores à alíquota básica aplicada pelo estado. Além da energia, pegaria os combustíveis.

Os estados, porém, tentam negociar com o Congresso, em meio a pressões do governo também para zerar o ICMS sobre diesel e gás de cozinha, alvo de uma PEC patrocinada pelo governo que enfrenta algumas resistências na própria Economia

Bomfim disse que a devolução de créditos tributários, aprovada pelo Congresso na terça (7) e à espera de sanção presidencial, pode reduzir em 5% a 6% os reajustes tarifários em 2022. Ela não fez um cálculo sobre o impacto da privatização da Eletrobras, que injeta recursos para bancar subsídios.

Para tentar acomodar os dois benefícios, a Aneel suspendeu o processo de reajuste tarifário da Cemig, distribuidora que atende Minas Gerais. A ideia é retomar a análise do caso já considerando os valores dos créditos tributários e da Eletrobras.

No evento desta quarta, associações do setor elétrico pediram redução dos subsídios pagos na conta de luz e criticaram ameaças de intervenção nas tarifas pelo Congresso, que chegou a debater a suspensão de reajustes por meio de decreto legislativo.

Em documento endereçado aos candidatos à presidência da República, o Fase (Fórum de Associações do Setor Elétrico) elencou entre as prioridades do setor a redução dos encargos setoriais cobrados na conta de luz para bancar subsídios.

A atuação do Congresso sobre o setor é grande motivo de preocupação, frisou o presidente da ABCE (Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica), Alexei Vivan. Para ele, iniciativas como o decreto legislativo que previa a suspensão dos reajustes em 2022 criam insegurança jurídica.

"São questões eleitoreiras que no curto prazo podem representar redução no preço da energia, mas não se sustentam no longo prazo", afirmou o executivo.

Fonte: Folha Online - 08/06/2022 e SOS Consumidor