Entenda a polêmica envolvendo o reajuste do salário dos vereadores de Porto Alegre

 Mesa diretora da Câmara aprovou reposição inflacionária de 14,79%



O aumento de 14,79% aos servidores e vereadores da Câmara de Porto Alegre, aprovado pela mesa diretora da Casa, gerou críticas e diferentes versões. Com o reajuste, os salários dos vereadores ficará em R$ 16,7 mil. 

O presidente da Casa, Idenir Cecchim (MDB), explicou que a medida se trata de uma reposição inflacionária prevista por lei. Ele afirma que a percentual proposto pelo sindicato que representa os servidores da Casa era de 22%, mas foi acordado o valor de 14,79%. No entanto, Cecchim afirma que inseriu uma cláusula na qual os vereadores podem decidir abrir mão de receber o valor do reajuste, de R$ 2,1 mil. "É para acabar com a demagogia" disse ele, fazendo referência a parlamentares que se manifestaram contrario a medida mas que eventualmente continuem recebendo o adicional.

A medida não consta na resolução original, mas foi publicada em resolução extra nesta quinta-feira. "Deverá ser apresentado, individualmente, pelo(a) parlamentar, requerimento solicitando o pagamento da reposição inflacionária referida neste dispositivo", consta em trecho do documento. 

Integrantes da mesa, os vereadores Matheus Gomes (PSol) e Mari Pimentel (Novo) se posicionaram contrários à medida e não assinaram a resolução. Ambos concordam que o salário dos vereadores não precisaria de aumento. 

A parlamentar do Novo propôs que o reajuste fosse o mesmo concedido aos servidores do Executivo, de 10,06%. "Eles estão há dois anos defasados de nós. Médicos, enfermeiros, assistentes sociais, professores. Pessoas que estão na linha de frente, no dia a dia da população", comentou. "Cada real que a gente economiza na Câmara vai para os cofres públicos". 

Para Matheus, a proposta deveria ser discutida pelos demais vereadores em plenário, além da sociedade em si. "Não houve um debate sobre o tema. A reunião não foi convocada com esse objetivo", denunciou. 

Entenda 

A mesa diretora da Câmara de Porto Alegre aprovou, na quarta-feira, um aumento de 14,79% aos servidores e vereadores da Casa. O aumento previsto para todos os funcionários da Casa, e posteriormente estendido aos parlamentares, teve como iniciativa o pedido de revisão que partiu do SindiCâmara, no qual foi proposto uma correção inflacionária de janeiro de 2021 a abril de 2022. 

Com o reajuste, o salário dos vereadores passa de R$ 14,5 mil para R$ 16,7 mil e o salário do presidente de R$ 18,2 mil para R$ 20,9 mil. Os acréscimos já devem ser inclusos na próxima folha de pagamento da Casa. 

Correio do Povo

Lei Seca: STF valida punições para quem recusa bafômetro

 Quatro pontos da norma foram questionados no tribunal, entre eles a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais



Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que é válida a punição a motoristas que se recusam a fazer o teste do bafômetro. De acordo com a Lei Seca, motoristas que dispensam "teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa" cometem infração gravíssima. 

As sanções são multa — atualmente de R$ 2.934,70 —, suspensão do direito de dirigir por um ano, recolhimento da habilitação e retenção do veículo.

De acordo com dez dos onze ministros, todos os dispositivos da Lei Seca permanecem válidos. Três ações na corte, de 2008, pediam a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade de quatro trechos da norma: (1) o que pune com multa quem se nega a realizar o teste do bafômetro; (2) o que reprime o direito de ir e vir de quem fica parado em blitz; (3) o que penaliza quem dirige sob qualquer concentração de álcool no sangue; e (4) o que proíbe a venda de bebidas alcóolicas em rodovias federais.

As ações foram ajuizadas pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), pela Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento (Abrasel) e pelo Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS).

O procurador-geral da República, Augusto Aras, opinou pela constitucionalidade de todos os dispositivos questionados. De acordo com ele, "não existe um direito a dirigir sob efeito de álcool, por menor que seja a quantidade da substância. A liberdade individual ela não pode ser absoluta de modo a comprometer a vida, a saúde e a integridade de terceiros. E a sociedade, como um todo, não pode ser colocada em risco por voluntarismo de quem quer que seja".

O relator dos casos, ministro Luiz Fux, concordou com Aras. Os ministros André Mendonça, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármem Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes seguiram o voto do colega. De acordo com o texto, "o álcool pode alterar a capacidade de discernimento e aumentar o risco de acidentes mesmo com um nível baixo de alcoolemia". Para o relator, a Lei Seca trouxe "segurança jurídica" ao motorista. "A intolerância é estabelecida de tal sorte que o condutor possui a plena noção de que não deve fazer antes de dirigir — e, se o fizer, sabe quais serão as consequências."

O magistrado disse ainda que, conforme laudos, o uso de antissépticos bucais ou a ingestão de remédios com composição alcoólica e de doces com licor não seriam capazes de fazer com que o bafômetro detectasse álcool no organismo.

Sobre a proibição da venda das bebidas em rodovias federais, o ministro disse que "não se deve mexer naquilo que está dando certo".

Apenas o ministro Kassio Nunes Marques discordou em parte do relator. Ele considerou inconstitucional a proibição da venda de bebidas alcoólicas em estradas federais fora das cidades. "Não há prova alguma de que exista causalidade entre a venda de bebida alcoólica às margens das rodovias federais e os acidentes provocados por consumo de álcool. Na verdade, não existe qualquer tipo de estudo que tenha justificado racionalmente a medida."

R7 e Correio do Povo

Cuba para cozinha gourmet pia aço inox com acessórios Nawa 50x40 cm pingoo.casa

 


Um dos ambientes da casa mais importantes, é a cozinha. Um item essencial que merece ser muito bem escolhido é a cuba, que enriquece e deixa a decoração do ambiente mais atraente e elegante.A Cuba Gourmet inox Nawa, é ideal para você que busca sofisticação e praticidade no dia a dia, especialmente para você que busca conforto para lavar a louça, se torna indispensável. Com isso, você economiza não apenas tempo, mas água e detergente.Ela conta com local para dosador de detergente, para aprimorar a organização da pia e praticidade na limpeza de alimentos e louças. Com borracha anti ruído, você evita que o fluxo de água ecoe na cuba, diminuindo o barulho durante o uso.Outro ponto que merece destaque é a beleza e estética que o acompanha, o acabamento em aço inox escovado e acetinado é resistente e fácil de limpar, evitando a corrosão, conservando sua beleza por muito mais tempo.Especificações:Marca: Pingoo.casaMedidas: Verificar imagens do anúncio.Material Predominante: Aço inox 201Espessura: 0,8mmAcabamento: escovado e acetinadoAplicação: Embutir ou SobreporPosição da Válvula: CentralizadaFuração da Válvula: 4.1/2"Furo da torneira: 3,5 cm de diâmetroFuro do Dosador: 2,5 cm de diâmetroVálvula Escape/Ladrão: NãoIndicação: CozinhaAceita Triturador: SimAnti-Ruído: Sim (Fundo)Acompanha Acessórios: SimRecomendações de Uso: Esta peça contém bordas cortantes. Manusear com cuidado. Não usar ácido muriático, água sanitária ou qualquer outro solvente para lavar objetos na pia. Na reforma ou construção, proteger a pia para não deixar sobre a mesma pó de cimento ou gesso. Enxaguar e secar bem a peça após o uso. Nunca deixar objetos metálicos sobre a peça por períodos muito longos, para evitar a corrosão. Para manter o brilho da sua pia, recomendamos o uso da pasta para polir e remover manchas em superfícies de aço inoxidável.Itens Inclusos:Cuba - Cesto escorredor - Dosador de detergente 300 ml - Válvula de escoamento - kit acessórios de instalação - Placa de reforço para Torneiras gourmet.

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Sexta-feira será de sol e amanhecer gelado na maior parte do RS

 Frio trará geada para diversas cidades no Estado


O Rio Grande do Sul viverá uma sexta-feira de sol na maior parte do Rio Grande do Sul. A manhã será de amanhecer gelada, em função da diminuição da nebulosidade e o tempo aberto na madrugada, que vão favorecer declínio muito acentuado da temperatura, o que nuvens e chuva, pelo ciclone, impediram nos últimos dias em muitas cidades. 

O dia será ensolarado e com amplos períodos de céu claro, mas com nevoeiro em alguns pontos ao amanhecer. A tarde vai ser agradável. 

De acordo com a MetSul, diversos municípios terão suas menores mínimas da semana e também do ano até agora, como Porto Alegre, especialmente nas horas inaugurais do dia.  Na Capital, o dia será de sol. A temperatura varia entre 9°C e 18°C. 

Mínimas e máximas no RS 

Santa Cruz 7°C / 19°C
Bagé 3°C / 17°C
Erechim 2°C / 17°C
Caxias do Sul 3°C / 16°C
Torres 10ºC / 19°C


MetSul e Correio do Povo


Roger avalia elenco do Grêmio como suficiente para Série B após novo resultado ruim na Arena

Dênis Abrahão garante ter visto "melhoras" no Grêmio apesar de sequência ruim na Série B


Dólar cai 1,32% em dia marcado por perdas globais da moeda

 Moeda norte-americana encerrou sessão cotado a R$ 4,91



Após fechar em alta de 0,80% na quarta-feira, o dólar caiu mais de 1% na sessão desta quinta-feira em sintonia com o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior tanto em relação a divisas emergentes quanto fortes, em especial o euro. Nos momentos de maior pressão vendedora lá fora, a moeda chegou até a trabalhar abaixo da linha de R$ 4,90 e desceu até o patamar de R$ 4,88. Operadores relataram fluxo de estrangeiros para ativos domésticos, favorecidos em suposto movimento de rotação de carteiras pela alta de commodities agrícolas e metálicas, e desmonte de posições defensivas no mercado futuro.

Segundo analistas, o dólar sofreu nesta quinta com movimento global de realização de lucros, após a forte apreciação nas últimas semanas induzida pela expectativa de aceleração do processo de ajuste monetário conduzido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

O tropeço do dólar teria sido provocado sobretudo pela recuperação pontual do euro, na esteira de sinais da ata do último encontro de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) de eventual aumento de juros na zona do euro no início do segundo semestre. A ata do BCE, ressaltam analistas, vem após falas duras de dirigentes da instituição nos últimos dias e a divulgação da alta de 7,4% da inflação anual da zona do euro em abril.

Afora a questão técnica, há também preocupações com uma eventual retração da economia dos Estados Unidos diante do aperto das condições financeiras. O índice DXY - que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes - operou em queda firme ao longo de toda a sessão, tocando 102,657 na mínima, com perdas superiores a 1% frente ao euro e a libra esterlina. A moeda norte-americana tombou também em bloco frente a divisas emergentes e de países exportadores de commodities, com destaque para o peso chileno, o real e o rand sul-africano. O Banco Central da África do Sul elevou a taxa básica de juros em 50 pontos-base, a 4,75% ao ano.

Em queda desde a abertura dos negócios no mercado doméstico, o dólar rompeu o piso de R$ 4,90 por aqui à tarde e desceu até a mínima de R$ 4,8809 (-2,04), em meio ao aprofundamento das perdas da divisa americana lá fora e a máximas do Ibovespa, que superou os 107 mil pontos. Com a piora das bolsas em NY no fim da sessão e o índice DXY se afastando das mínimas, o dólar voltou a superar R$ 4,90 e fechou a R$ 4,9168, em queda de 1,32%. Com o tombo desta quinta, o dólar já acumula perda de 2,78% na semana e passou a apresentar baixa em maio (-0,52%).

Em sua ata, o BCE afirma pode subir os juros "algum tempo" depois do fim do programa de compra de ativos, que deve terminar no início do terceiro trimestre. Isso pode significar algumas semanas ou meses após a conclusão do programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês). "A abordagem não impede um aumento oportuno das taxas se as condições assim o justificarem", ressalta a ata.

O economista-chefe da JF Trust, Eduardo Velho, observa que a inflação na Europa roda na casa de 7% e já começa a crescer a expectativa de que o BCE terá que antecipar a primeira alta dos juros, esperada anteriormente para o fim do ano. "O euro vem apanhando muito já faz bastante tempo. É uma recuperação pontual hoje frente ao dólar, que acabou levando a uma queda da taxa de câmbio também por aqui", afirma Velho "Mas a tendência é de dólar forte no mundo, porque aparentemente o Fed vai ter que elevar o juro acima do neutro, com uma taxa dos Fed Funds mais para 4% que para 3%."

Para Velho, apesar de o Banco Central brasileiro ter sinalizado que pretende manter a taxa Selic em níveis elevados por mais tempo, após uma provável alta adicional em junho, o dólar não deve se situar abaixo de R$ 4,90. O economista ressalta que, além do aperto monetário nos EUA, há outros fatores externos que dão sustentação à demanda por dólares, como possível recrudescimento das tensões geopolíticas no Leste Europeu, com a recusa russa em aceitar entrada de Finlândia e Suécia na Otan, e dúvidas sobre o ritmo de crescimento da economia chinesa. "Tudo indica que o dólar é mais para cima. Só cairia se houvesse um fluxo muito grande para o Brasil, como no primeiro trimestre, o que acho muito difícil. Vamos ter eleição presidencial no segundo semestre", afirma.

Em razão da paralisação dos servidores do Banco Central, só estão disponíveis números do fluxo cambial até o dia 1º de abril, o que impede o mercado de aferir o apetite do capital externo por ativos domésticos. Dados da B3 mostram que os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 292,865 milhões na Bolsa na sessão de terça-feira, 17. O saldo em maio, contudo, é negativo em R$ 12,403 bilhões. O ingresso líquido do estrangeiro na B3 neste ano, que já chegou a superar R$ 60 bilhões, agora em R$ 45,247 bilhões.

Para a economista Bruna Centeno, da Blue3, a ata do BCE contribuiu para um movimento parcial de recuperação do euro, mas as expectativas ainda são de dólar forte no mundo, o que vai impedir que a moeda brasileira se aprecie ainda mais. Centeno observa que a perspectiva é que o Fed seja muito mais agressivo que o BCE.

"Podemos esperar uma alta de juros na Europa no segundo semestre, mas de maneira moderada. O dólar ainda vai seguir como refúgio para os investidores", diz Bruna, para quem investidores vão buscar abrigo na moeda americana diante de quadro de inflação elevada, agravada pela guerra na Ucrânia, e revisões para baixo do crescimento global. "Há muita incerteza e a volatilidade deve continuar alta. No curto prazo, vemos um suporte para o dólar em R$ 4,90."

Taxas de juros

Os juros futuros fecharam o dia em queda, refletindo a piora na percepção de risco de recessão global traduzido na queda do rendimento dos Treasuries e de outras curvas mundo afora, que pressionou especialmente a ponta longa. Internamente, o investidor mantém no radar o noticiário em torno do projeto de desoneração do ICMS sobre combustíveis e energia elétrica.

A taxa do DI para janeiro de 2023 fechou a etapa regular em 13,28%, de 13,334% no ajuste anterior. A do DI para janeiro de 2024 caiu de 12,991% para 12,87% (mínima), e a do DI para janeiro de 2025, de 12,38% para 12,22%. O DI para janeiro de 2027 fechou com taxa de 11,985%, voltando a rodar abaixo de 12%. Na quarta-feira, o ajuste foi de 12,17%.

As taxas estiveram em baixa desde a abertura, com mínimas à tarde, quando o ambiente externo testava melhora, e mesmo com os preços do petróleo se firmado em alta na segunda etapa. Mas, no geral, a situação da covid na China e os sinais de varejo fraco emitidos pela Target e Wal-Mart continuaram alimentando aversão ao risco, na medida em que a inflação advinda dos gargalos logísticos também não dá trégua e aumenta o desafio dos BCs. A fuga para a qualidade dos títulos americanos pressionou os yields para baixo e o dólar teve queda generalizada, até ante moedas emergentes, com o câmbio aqui caindo abaixo de R$ 4,90 nas mínimas.

Na ata da sua reunião desta quinta, o BCE mostrou preocupação com a inflação alta, com alguns dirigentes considerando importante agir sem atraso indevido para demonstrar o compromisso com a estabilidade de preços. A percepção entre os analistas é de que o BCE deve começar a apertar sua taxa de juros na reunião de julho e com dose inicial mais leve.

Enquanto o BCE nem começou, a autoridade monetária brasileira já está finalizando seu ajuste e com a economia aparentemente ainda resiliente ao aumento de 10 pontos porcentuais de alta da Selic promovido até aqui. Mesmo com as expectativas de inflação ainda muito longe das metas, a percepção é de que boa parte do efeito da política monetária ainda vai entrar na economia e que a inflação em 12 meses atingirá o pico em maio.

"O BC parece satisfeito e elevou bastante a barra para estender o ciclo para além de junho", afirmou o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, para quem o Copom encerra o ciclo no mês que vem com uma dose de alta de 0,5 ponto porcentual.

O mercado também acompanha o noticiário em torno da desoneração do ICMS para diesel, energia e transporte público que, se aprovado, poderia dar alívio à inflação, com impacto de baixa hoje para as taxas de inflação implícitas. Nos cálculos da economista Andrea Angelo, da Renascença, a desoneração de 17% do ICMS em combustíveis e energia elétrica pode chegar a -105 pontos-base no IPCA. "Estamos apurando quais tipos de transporte coletivo e de serviços de telecomunicação entrarão na medida", afirmou.

Para Sanchez, porém, a proposta não deve prosperar, pela resistência dos governos estaduais, que terão de abrir mão de arrecadação. "A aprovação deste tipo de projeto cabe às assembleias legislativas e mesmo que a Câmara aprove, acredito que não passa no Senado", afirmou. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que vai pautar o projeto na próxima semana.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro elevou de 8 milhões para 10 milhões a oferta de LTN no leilão desta quinta, absorvida integralmente e com taxas todas abaixo do consenso, segundo a Necton. No leilão de NTN-F, mais que dobrou a oferta de 300 mil para 650 mil, vendida quase que totalmente (620 mil).

Bolsa

O dia foi majoritariamente negativo nos mercados acionários do exterior, da Ásia à Europa e aos Estados Unidos, mas o Ibovespa conseguiu retomar o sinal positivo desde a manhã, favorecido por forte ajuste no câmbio. A sessão foi marcada por avanço do euro frente ao dólar, após novos sinais de que o BCE corrigirá a política monetária para conter o avanço da inflação no velho continente.

O Ibovespa subiu 0,71%, a 107.005,22 pontos, com giro a R$ 24,8 bilhões. Entre a mínima e a máxima, a referência da B3 oscilou dos 105.760,05 aos 107.420,34 pontos (+1,10%), saindo de abertura aos 106.248,98 pontos. Na semana, sobe 0,08%, com perda no mês a 0,81% - no ano, o avanço é de 2,08%.

"O mercado ainda tem que entender qual realmente será a atitude do BC americano frente a uma inflação que é muito mais parecida com a da década de 1980 do que a vista recentemente nos Estados Unidos, e também na Europa", diz Daniel Miraglia, economista-chefe do Integral Group. "Há choques de oferta desde a covid e, agora, com a guerra na Ucrânia. Uma inflação hoje, com economia aquecida e componente de demanda também, que passa a ser indexada em preços e salários, permanecendo em alta por mais tempo", acrescenta.

Nesse contexto, "o mercado precisa entender qual será a taxa de juros nominal que fará a inflação voltar a ser palatável, e este juro nominal provavelmente será mais alto do que o visto recentemente nos Estados Unidos, embora não tão alto quanto o da década de 80", diz Miraglia. "Quanto mais rápido o Fed subir a taxa, quanto mais agressivo for, mais rápido as curvas longas se estabilizarão. Sendo uma ou outra a abordagem, os cenários são desafiadores."

Na B3, o dia foi de recuperação para as ações de commodities (Vale ON +2,66%, Petrobras PN +1,70%) e especialmente para as de mineração (CSN ON +7,20%, Usiminas PNA +5,11%, Gerdau PN +2,62%), mas o desempenho negativo do setor financeiro (Bradesco PN -0,77%, BB ON -0,58%), o de maior peso no índice, impediu que o Ibovespa fosse mais além.

Na ponta positiva, destaque, além de CSN ON, para CSN Mineração (+9,07%), ambas à frente de Méliuz (+5,64%) e de Locaweb (+5,52%). No lado oposto, Petz (-5,20%), Hapvida (-4,11%) e WEG (-3,41%). No dia seguinte à aprovação da privatização da empresa pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Eletrobras ON e PNB fecharam em alta de 3,03% e 2,54%, respectivamente.

"Em um dia de agenda fraca, a recuperação ficou por conta da valorização das commodities, como Brent e minério de ferro, associado ao recuo dos juros futuros, que parecem ter marcado topo no início da semana e apresentam sinais de desaceleração da alta, observada nos últimos meses", observa Leandro De Checchi, analista da Clear Corretora.

"O mercado conseguiu se descolar hoje de Nova York, que ainda tentou reação no fim da tarde mas teve um dia bastante volátil. Aqui, o descolamento veio principalmente das empresas de commodities, com o minério melhorando entre a noite de ontem e o dia de hoje, o que contribuiu para a recuperação dos ativos, especialmente os associados a matérias-primas, que tinham sofrido bastante na quarta-feira", diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos, destacando também a alta do petróleo na sessão, que ajudou as ações da Petrobras (ON +0,84%).

"Além disso, o anúncio de 'buy back' recompra de ações, tanto da CSN como da CSN Mineração, em volume de 5% ou 6% da empresa, foi bastante positivo, em dia mais fraco para as ações de bancos", acrescenta Moliterno.

Agência Estado e Correio do Povo

Grêmio só empata com o Criciúma e chega a três jogos sem vencer na Série B

 Tricolor volta a jogar pouco, ouve vaias na Arena e segue fora do G-4 após 0 a 0 na noite desta quinta-feira



O Grêmio segue preocupando seu torcedor. Na noite desta quinta-feira, recebeu o Criciúma na Arena, e uma vitória era inegociável para manter perseguição ao G-4 da Série B. No entanto, voltou a jogar pouco, ficou apenas no 0 a a 0, indo ao terceiro jogo consecutivo sem um resultado positivo e perdendo de vista os líderes da competição sob muitas vaias na Arena. Com o placar inalterado, o Tricolor permanece patinando na Série B, indo a 12 pontos, na 6ª posição. Até o fim da rodada, no entanto, pode cair na tabela de classificação. 

O Grêmio repetiu uma constante nesta Série B e produziu pouco ofensivamente. No primeiro tempo, obrigou por duas vezes o goleiro Gustavo a fazer defesas. Na segunda etapa, uma grande chance para marcar, com Gabriel Silva, mas o placar se manteve zerado até o fim. No último lance, Elias ainda teve tempo de perder de cabeça livre na área.

Na próxima rodada, o Grêmio joga fora de casa. Visita o Vila Nova, no Serra Dourada, em Goiânia, no domingo, 29, às 16h, em jogo válido pela 9ª rodada da Série B.

Primeiro tempo de poucas chances 

Conforme já era esperado após a atuação ruim no empate em 1 a 1 diante do Ituano na segunda-feira, o técnico Roger Machado promoveu alterações na equipe. A primeira se impôs por necessidade física: com a lesão de Rodrigo Ferreira, Rodrigues voltou a ser improvisado na lateral direita. As outras foram de ordem técnica, com mudança no esquema: Gabriel Silva saiu do time, e Bittelo jogou mais aberto. No ataque, Roger também mexeu: encostou Elkeson, novo titular, no centroavante Diego Souza, aproximando a equipe de um 4-4-2 mais tradicional.

Mesmo sem adiantar as linhas, pedido antigo do torcedor para deixar mais desconfortável o time visitante, o Grêmio cedia espaço para os contragolpes e, após ensaiar bom começo, voltou a sofrer na marcação. Aos 13 minutos, em escapada de contra-ataque pela esquerda, a primeira chance do Tigre por pouco não resultou em gol. Bilu bateu cruzado e Hygor até se esticou no segundo pau para tentar alcançar, mas não chegou a tempo para abrir o placar.

Com dificuldades com a bola no pé, mais uma vez o Grêmio precisou apostar na bola parada. Só foi finalizar com perigo assim, aos 23 minutos, sempre com Diego Souza. Depois de boa cobrança de escanteio pela esquerda com Nícolas, o centroavante cabeceou para baixo, firme. O goleiro Gustavo precisou espalmar para cima e mandar pela linha de fundo para evitar o gol do Tricolor.

A partir dos 30 minutos, o Grêmio passou a apresentar um pouco mais de volume de jogo. Em duas oportunidades em sequência, o goleiro do Criciúma precisou trabalhar de novo para evitar a bola na rede. Primeiro, com Diego Souza, que saiu cara a cara com ele, perdendo grande chance. Depois, Rodrigues arriscou de fora da área e ele precisou mandar para escanteio de novo.

Mas se resumiu a isso. Em meio à bronca da torcida pelos passes fáceis errados e as bolas nas costas dos laterais, com o time descompactado, o Grêmio não criava. Na última boa chance da primeira etapa, Bitello até recebeu bom passe de Diego Souza. Mas, meio desequilibrado, bateu fraco, para a fácil defesa de Gustavo, mantendo o placar em 0 a 0 ao intervalo.

Grêmio pressiona no fim, mas 0 a 0 persiste

Apesar da pouca efetividade do Grêmio no primeiro tempo, o time de Roger Machado voltou igual para a segunda etapa. Pelo menos na formação, porque no aspecto técnico foi ainda pior. E não demorou muito para, logo aos 10 minutos, Roger fazer duas trocas. Promoveu as entradas de Campaz e Matheus Sarará. Saíram os apagados Lucas Silva e Rodrigues. O lateral improvisado, aliás, teve uma de suas piores atuações no setor.

A falta de verticalidade, mesmo com as trocas, prosseguiu. O time seguiu batendo na parede, insistindo em rodar a bola como vem sendo uma constante nos últimos dois anos, sem profundidade e verticalidade. O Criciúma, assim como já havia acontecido com a Chapecoense na Arena, começou a gostar do jogo e a insistir nos contra-ataques, especialmente com energia nova após a troca tripla do técnico Claudio Tencati.

Ainda assim, encontrou com Nicolas, pela esquerda, como válvula de escape na segunda etapa. Pelo setor, o Grêmio concentrava seus ataques. E na projeção de Villasanti ao ataque, pisando na área, o volante conseguiu concluir, após cruzamento na marca do pênalti. Aos 26, ele se projetou e mergulhou de peixinho para complementar, obrigando Gustavo a mais uma defesa firme.

Diante do 0 a 0 insistente no placar, Roger fez as duas últimas trocas com a pausa que lhe restava. Entraram os garotos Fernando Henrique no lugar do apagado Biel, que fez sua partida mais discreta nesta série B, e Villasanti, que teve boa atuação mas, percorrendo todos os trechos do campo, pareceu cansar já no fim do jogo.

No fim, o Grêmio até ensaiou uma pressão, um tanto desorganizada. Chegou a ter uma boa chance com Gabriel Silva, que recebeu na marca do pênalti e finalizou rasteiro, com a bola passando ao pé da trave direita do goleiro Gustavo. Mas ela não entrou, e o Grêmio chegou ao terceiro jogo sem vencer, deixando a Arena mais uma vez sob fortes vaias do já impaciente torcedor.

Campeonato Brasileiro da Série B - 8ª rodada

Grêmio 0 

Brenno; Rodrigues (Campaz), Geromel, Bruno Alves e Nícolas; Villasanti (Fernando Henrique), Lucas Silva (Matheus Sarará), Biel (Gabriel Silva) e Bitello; Elkeson (Elias) e Diego Souza. Técnico: Roger Machado 

Criciúma 0 

Gustavo; Claudinho, Rodrigo, Rayan e Marcelo Hermes; Léo Costa, Arilson, Felipe Matheus (Rômulo) e Thiago Alagoano (Caio Dantas); Rafael Bilu (Eduardo Melo) e Hygor (Renan Bressan). Técnico: Claudio Tencati

Gols: -

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (SC) 

Cartões amarelos: Lucas Silva (Grêmio); Hygor, Gustavo, Caio Dantas e Felipe Matheus (Criciúma)

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS) 

Data e hora: 19/05, às 19h

Público: 10.824 torcedores

Renda: R$ 354.112,00

Correio do Povo


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Guedes afirma que "fantasma do socialismo" assombra a América Latina

 Ministro diz trilhar o mesmo "caminho da prosperidade" seguido para reconstruir as economias no pós-guerra



ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira que o "socialismo bolivariano do século 21" ainda assombra as economias da América Latina, 100 anos após o que ele classifica como a "falência das economias de comando central".

"Esse fantasma ainda assombra a América Latina. Primeiro mergulhou na estrada da miséria na Venezuela, a Argentina está logo atrás e o Brasil está indo para o caminho da prosperidade. É tudo uma questão de atitude", disse Guedes durante participação em evento da TC (Traders Club) com a Arko Advice.

Ele recordou que o modelo fez com que China e Rússia mergulharam no capitalismo global, o que resultou na retirada dos povos da miséria. "Essa ideia de comando central já faliu", ressaltou ao analisar o ambiente econômico atual.

Ao criticar aqueles que dizem não existir um programa para a economia nacional, Guedes disse que o ministério trilha em busca da prosperidade. "É o mesmo caminho que reconstruiu a Alemanha no pós-guerra, é o que reconstruiu o Japão com os liberais, aquele que reconstruiu o Chile e o que os americanos e ingleses seguiram. É o caminho da prosperidade, evidentemente com adaptações", ressaltou. 

R7 e Correio do Povo

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Zelensky ridiculariza uso de armas a laser pela Rússia: "Indica o falhanço completo da invasão"

 

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