Porto Alegre abre colheita de soja

 Capital é uma das únicas do Brasil a cultivar o grão



A zona rural de Porto Alegre abriu oficialmente, nesta segunda-feira, sua colheita de soja. A capital é uma das únicas do Brasil a cultivar o grão (a outra é Palmas, capital do Tocantins). A cerimônia ocorreu no bairro Lami, na Zona Sul, na Estrada do Espigão, em uma das três propriedades que, juntas, plantaram 500 hectares da oleaginosa. E contou com a presença do prefeito em exercício, Idenir Cecchim.

Diferentemente da maioria dos sojicultores do Rio Grande do Sul, as lavouras de Porto Alegre estão rendendo entre 55 sacos e 60 sacos por hectare, o que equivale a 3,2 toneladas a 3,6 toneladas por hectare, segundo o presidente do Sindicato Rural de Porto Alegre, Cleber Vieira.

A Região Metropolitana, segundo a Emater/RS-Ascar, foi uma das menos afetadas pela estiagem do último verão. "O resultado é muito bom para esses produtores que investiram na soja", diz Vieira. Para a próxima safra, a expectativa é plantar entre 800 e 1 mil hectares com o grão na Capital.

Correio do Povo


Avaí vence Coritiba e entra no G-4 do Brasileirão

Jennifer Morrison, atriz, modelo, diretora e produtora cinematográfica americana

 














Jennifer Marie Morrison (Chicago12 de abril de 1979) é uma atrizmodelo, diretora e produtora cinematográfica americana mais conhecida por sua participação nas séries Once Upon A Time como Emma Swan e House como Dra. Allison Cameron.


Biografia


Jennifer Morrison nasceu em Chicago e cresceu em Arlington HeightsIllinois. Seu pai, David L. Morrison, era professor de música que foi nomeado a Professor do Ano pela Câmara de Educação do Estado de Illinois, em 2003.[1] Sua mãe, Judy Morrison, também era professora. Ambos já estão aposentados. Jennifer se formou na Prospect High School em 1997, quando os pais dela também trabalhavam lá. Durante seu tempo lá, ela tocou clarinete na banda da escola e cantava no coro. Morrison também tem dois irmãos mais jovens, Julia e Daniel Morrison.

Após o colegial, ela frequentou a Loyola University Chicago, onde se formou em Teatro e fez um curso menor em Inglês antes de terminar o curso em 2000. Estudou com a companhia Steppenwolf Theatre Company antes de se mudar para Los Angeles para seguir uma carreira no cinema e na televisão.

Vida profissional

Morrison no Toronto Film Festival 2013

Morrison começou a sua carreira como modelo-mirim, aparecendo em anúncios impressos para a JCPenney e Montgomery Ward e comerciais para a Rice Krispies e Mondos. Aos dez anos, ela foi destaque na capa da revista Sports Illustrated for Kids com a estrela do basqueteMichael Jordan.[2] Ela fez seu filme de estreia aos quinze anos como a filha de Richard Gere e Sharon Stone, no filme de 1994Intersection - Uma Escolha, Uma Renúncia e, mais tarde, apareceu como "Samantha" em Ecos do Além com Kevin Bacon em 1999. Seu primeiro papel principal veio em 2000 no filme Lenda Urbana 2, desde então, ela tem, aparecido em vários filmes, como Manobras Radicais com Adam BrodySobrevivendo ao Natal com Ben Affleck e James Gandolfini e Sr. & Sra. Smith com Brad Pitt e Angelina Jolie.

Na televisão, ela já trabalhou em diversas séries, incluindo os hits Touched by an Angel e Dawson's Creek antes de desempenhar o papel da imunologista Dra. Allison Cameron em House M.D. em 2004, co-estrelando ao lado de Hugh Laurie. Em 2006, ela estrelou e produziu o filme independente Flourish.

Em 2007 Morrison apareceu como "Kirce James" no vídeo game Command & Conquer 3: Tiberium Wars, uma personagem que frequentemente interage com o jogador. Ela também foi selecionada pelo TV Guide para o seu Top 10 das mais sexy estrelas da TV. Seu colega de série, Omar Epps, escreveu um depoimento para ela que dizia: "Ela emana uma leveza e tem uma linda alma... Quando ela ri, todo mundo ri". Em 2007, ela fez os filmes, Big Stan - Arrebentando na Prisão juntamente com Rob Schneider e The Murder of Princess Diana, um filme para TV, baseado no livro de mesmo nome escrito por Noel Botham. No filme, produzido pela Lifetime e Working Title Television, Morrison retrata uma jornalista americana, chamada "Rachel", que é testemunha do acidente que custou a vida de Diana, a Princesa de Gales.

Em 2009 Morrison apareceu na cena de abertura do filme Star Trek, de J. J. Abrams, como Winona Kirk, mãe de James T. Kirk.

Morrison, também apareceu em vídeos musicais das bandas Jack's Mannequin ("Dark Blue"), Nick Lachey ("Shut Up") e The Donnas ("Too Bad About Your Girl"). Ela atualmente é representada pela agência Abrams Artists Agency.[3]

Estreou em 2011, como protagonista da série da ABC Once Upon a Time, como a personagem Emma Swan, filha do Príncipe Encantado e de Branca de Neve, que voltava para quebrar uma maldição lançada pela Rainha Má. No dia 08 de Maio de 2017, a atriz anunciou a sua saída da série.

Filmografia

Cinema



AnoTítuloPapelNotas
1994IntersectionMeaghan Eastman
Miracle on 34th StreetDenice
1999Stir of EchoesSamantha Kozac
2000Urban Legends: Final CutAmy Mayfield
2001The ZerosJoyce
2002DesignSonya Mallow
NantucketAlicia
100 WomenAnnie
2003GrindJamie
2004Mall CopChris
The Sure Hand of GodLily Bowser
Surviving ChristmasMissy Vanglider
LiftSarahCurta-metragem
2005Mr. & Mrs. SmithJade
2006The ScriptChristieCurta-metragem
FlourishGabrielle WintersProdutora
2007Big StanMindy
2009Star TrekWinona Kirk
Table for ThreeLeslie Green
2011WarriorTess Conlon
2012Stars in ShortsAgente Rachel MintzSegmento: "Prodigal"
Knife FightAngela
2013Some Girl(s)Sam
Alpha AlertLt. White
Star Trek Into DarknessWinona Kirk (voz)
2015To Dust ReturnSharon ReynoldsCurta-metragem
MattressideAngelicaCurta-metragem
2016The DarknessJoy Carter
Albion: The Enchanted StallionThe Abbess
2017Amityville: The AwakeningCandice
Sun DogsMarieDiretora e produtora
2018Assassination NationMargie Duncan
Back RoadsCallie Mercer
Alex & the ListKatherine Stern
SuperflyDetetive Mason
2019The ReportCaroline Krass
Batman: HushSelina Kyle / Catwoman
All Creatures Here BelowPenny
BombshellJuliet Huddy

Direção

AnoTítuloNotas
2015Warning LabelsCurta-metragem
Demon Days (Do It All Again)Clipe Musical
2017Sun DogsLonga-metragem
2019FabledSérie de televisão
2019EuphoriaEpisódio: “'03 Bonnie and Clyde”

Televisão

Televisão
AnoTítuloPapelEpisódio
2001The ChronicleGwen"Let Sleeping Dogs Fly"
Touched by an AngelMelissa Dunnigan"Most Likely to Succeed"
Dawson's CreekMelanie Shea Thompson"The Lost Weekend"
2002Any Day NowMandy Singer"In Too"
Dawson's CreekMelanie Shea Thompson"Sleeping Arrangements"
The Random YearsMegan"Piloto"
Big Shot: Confessions of a Campus BookieCallieFilme televisivo
2003The EdgeJamie
2004-2010HouseDra. Allison Cameron108 episódios
2007The Murder of Princess DianaRachel Visco
2009The Super Hero Squad ShowWasp (voz)3 episódios
2010-2011How I Met Your MotherZoey Pierson12 episódios
2011Bringing Ashley HomeAshley PhillipsFilme televisivo
2011-2018Once Upon a TimeEmma SwanProtagonista (temporadas 1-6);

Participação especial (temporada 7)

2019–presenteThis Is UsCassidy SharpPapel recorrente (4ª temporada)

Videogames

Jogos
AnoTítuloPapelInformação
2007Command & Conquer 3: Tiberium WarsTenente Kirce JamesVídeo de recrutamento da GDI

Prêmios e indicaçõesEditar

AnoResultadoPremiaçãoIndicaçãoTítulo
2009IndicadaScreen Actors GuildPerformance marcante de elenco em série de dramaHouse, M.D.
2014People Choice AwardQuímica na TelaOnce Upon a Time
2015Kids Choice AwardMelhor Atriz de TV
People Choice AwardAtriz Favorita de TV
Teen Choice AwardAtriz de TV: Fantasia/Sci-fi
GanhouChoice TV: Liplock (com Colin O'Donoghue)
Tribeca Film FestivalDirectorWarning Labels
2016IndicadaPeople Choice AwardAtriz favorita: Fantasia/Sci-fiOnce Upon a Time
Kids Choice AwardAtriz favorita de TV
GanhouTeen Choice AwardChoice TV: Liplock (com Colin O'Donoghue)
HollyShorts Film FestivalDiretorWarning Labels

Referências

  1.  «Band Teacher Marches On As 2003 Teacher of the Year». Illinois State Board of Education. 22 de março de 2003. Consultado em 12 de fevereiro de 2011. Arquivado do original em 23 de março de 2014
  2.  «Cover Viewer SI For Kids». Consultado em 4 de junho de 2012. Arquivado do original em 2 de setembro de 2011
  3.  Andreeva, Nellie (7 de junho de 2007). «Morrison To Star In Lifetime's "Diana"»The Hollywood Reporter. Consultado em 29 de junho de 2007

Ligações externas

Wikipédia

Guedes diz que perda do salário mínimo ocorre por guerra e pandemia

 Ministro afirma que perda de poder de compra se justifica por esses fatores; 'é desonestidade intelectual culpar o governo', diz



O ministro da Economia, Paulo Guedes, atribuiu a perda de salário mínimo à pandemia da Covid-19 e à guerra entre a Rússia e a Ucrânia, iniciada no final de fevereiro com a invasão russa. Cálculos da Tullett Prebon Brasil divulgados nesta segunda-feira apontam que a desvalorização do salário mínimo durante o atual governo será de 1,7%.

"Fomos atingidos por essas duas guerras, uma da comida e energia [devido à guerra na Ucrânia] e outra da crise sanitária. A verdade é que essa geração pagou pela guerra. Nós pagamos pela guerra. Nós fizemos sacrifício, ficamos sem aumento de salário, tivemos uma recuperação econômica forte. Não houve aumento de salário real porque durante uma guerra o normal é até perdas importantes, e nós estamos lutando para preservar pelo menos o sálario mínimo, para preservar os empregos, para preservar a capacidade de investimento do país", disse Guedes durante lançamento da plataforma Monitor de Investimentos.

Os cálculos da corretora Tullett Prebon Brasil foram divulgadas pelo jornal O Globo, nesta segunda-feira. Em sua fala, Guedes destacou que o Brasil conseguiu fazer as reformas e está lentamente recuperando a capacidade de investimento. Ele pontuou que o mundo foi atindido por duas guerras: a pandemia, "outra guerra que aumentou os preços de comida e energia".

Segundo ele, houve uma "sensação de perda de poder de compra, de empobrecimento, que está acontecendo no mundo inteiro". "E por desonestidade intelectual está sendo atribuído ao governo. Quer dizer, o governo pega um país quebrado, uma pandemia, uma guerra que encarece comida e energia e ainda assim cresce", disse.

R7 e Correio do Povo


Apreensão de cocaína reforça suspeita de Rio Grande estar na rota marítima do tráfico de drogas

Linhagem de dengue que eleva risco de casos aumenta atenção de especialistas no Brasil

 Trata-se do genótipo cosmopolita rastreada pela segunda vez no continente americano



Um novo genótipo da dengue foi detectado pela primeira vez no Brasil. Trata-se da linhagem cosmopolita, a mais disseminada no mundo, rastreada pela segunda vez no continente americano. Em 2019, o Peru registrou um surto de casos de dengue após a identificação dessa linhagem. O virologista e coordenador da pesquisa, Luiz Alcantara, explica que a entrada de um a nova linhagem no País preocupa, pois aumenta a diversidade do vírus dentro do País, aumentando assim as chances de casos mais graves, uma vez que a dengue severa costuma acontecer em indivíduos que já tiveram uma infecção prévia por outro sorotipo da dengue.

O pesquisador da Fiocruz afirma, por outro lado, que ainda não se sabe se a transmissão do genótipo cosmopolita é mais eficiente ou mais rápida do que a das demais linhagens encontradas no Brasil, pois não há estudos que comparem a disseminação entre os sorotipos. "Não é motivo para desespero ainda, porque há apenas um caso detectado", diz. Ele informou ainda que em junho a Fiocruz fará o mapeamento genético de todas as amostra de dengue tipo 1 e 2 de Goiás desde 2019 para constatar se há mais casos de infecção pela linhagem. A identificação foi feita em fevereiro em uma amostra referente a um caso de novembro, na cidade de Aparecida de Goiânia, em Goiás, pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública de Goiás (Lacen-GO).

Alcantara reforça que a transmissão da dengue, diferentemente do que acontece com a da covid-19, depende de um vetor (o mosquito Aedes Aegypti). Por isso, ainda não é possível quantificar o impacto que a linhagem cosmopolita terá no Brasil. No Peru, após um ano da detecção do primeiro caso, houve um aumento de casos graves, mas não de mortos, explica o virologista.

Origem

Já foi constatado que a origem do genótipo cosmopolita é de Bangladesh, na Ásia - continente com maior disseminação da linhagem -, mas o cientista explica que ainda não é possível saber como se deu a chegada no Brasil. "Não dá para saber se veio do Peru para cá, precisamos de mais amostras para identificar a origem do vírus e quando ele entrou no País", diz.

Ele conta ainda que o indivíduo em que a linhagem foi detectada não relatou eventos de viagem no ano em que foi infectado, mas que ele trabalha no setor de zoonoses. "Ele faz trabalho em campo, então tem contato com vetores, o que faz com que seja alta a possibilidade de ele ter sido picado pelo mosquito com o vírus".

Informações repassadas pelo município de Aparecida de Goiânia à Secretaria Estadual de Saúde de Goiás dão conta de que o paciente não teve maiores intercorrências de saúde, inclusive, recebendo cuidados em casa.

A relação entre o surto de dengue em Goiás - Estado é o segundo maior em casos da doença no País - e o novo genótipo encontrado é descartada com base no sequenciamento genético de amostras realizado na região. Os casos daquela áreas são da linhagem 3, e a linhagem cosmopolita pertence ao sorotipo 2, explica o coordenador da pesquisa. A dengue tem quatro sorotipos, cada um com diferentes linhagens.

Ele explica que a dengue é uma virose endêmica no Brasil, cujo principal fator de disseminação é a densidade vetorial - isto é, a quantidade de mosquitos Aedes Aegypti. "A densidade vetorial depende de fatores ambientais e climáticos, que favorecem a proliferação do mosquito".

As condições de vida da população também afetam a disseminação da dengue, cuja principal forma de prevenção é a diminuição dos focos de mosquitos, não deixando água parada, e o uso de repelentes em áreas de grande circulação do Aedes. "Precisamos de uma vigilância epidemiológica muito ativa para tentar encontrar mais casos da nova linhagem", conclui.

Agência Estado e Correio do Povo

Petrobras anuncia reajuste de R$ 0,40 no preço do diesel a partir desta terça

 Valor médio de venda para as distribuidoras passará de R$ 4,51 para R$ 4,91 por litro



Petrobras anunciou nesta segunda-feira o reajuste no preço do diesel, que já começa a valer nesta terça. O valor médio de venda da estatal para as distribuidoras passará de R$ 4,51 para R$ 4,91 por litro.

De acordo com o comunicado emitido hoje, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de  R$ 4,06, em média, para R$ 4,42 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,36 por litro. Isso leva em consideração a mistura obrigatória de 90% de diesel e 10% de biodiesel comercializados nos postos. 

A Petrobras considera que a medida, semelhante a que foi tomada por outros fornecedores de combustíveis, acompanha os preços do mercado. O último ajuste de preços aplicado pela Petrobras aconteceu em 11 de março. Desde a data, a Petrobras disse que manteve os seus preços de diesel e gasolina inalterados e reduziu os preços de GLP, observando a dinâmica de mercado de cada produto.

O comunicado da estatal ainda salienta que o "balanço global de diesel está impactado por uma redução da oferta frente à demanda". "Os estoques globais estão reduzidos e abaixo das mínimas sazonais dos últimos cinco anos nas principais regiões supridoras", alerta a Petrobras. Conforme a empresa, a diferença entre o preço do diesel e o preço do petróleo nunca esteve tão alta.

Gasolina aumenta 45% em dois anos

Desde o início da crise provocada pela pandemia de coronavírus, o preço médio da gasolina nos postos de combustíveis já variou 45%. O valor médio cobrado por litro era de R$ 4,550 em fevereiro de 2020. Já no mesmo mês deste ano o preço chegou a R$ 6,600, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

O preço médio do litro do combustível comum se mantém acima de R$ 7 em 20 capitais brasileiras. Em relação ao praticado na semana de 10 a 16 de abril, o valor médio do combustível subiu 1%.

Desde sábado (7), todos os postos de combustíveis do país estão obrigados a indicar os preços da gasolina, do diesel, do etanol e do GNV (gás natural veicular) com apenas duas casas decimais no valor correspondente aos centavos, e não mais com três dígitos, como podia ser feito até ontem.

R7 e Correio do Povo

Kit com 3 Calças Jeans Elastano Premium - Jeans Brasil

 


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Estado busca reverter decisão que impede instalação de termelétrica em Rio Grande

 Governador Ranolfo Vieira Júnior reuniu-se com a diretoria da Aneel para tratar da outorga da usina, cujo investimento previsto é de R$ 6 bilhões


Acompanhado do prefeito de Rio Grande, Fábio Branco, e de outras autoridades, o governador Ranolfo Vieira Júnior esteve em Brasília, nesta segunda-feira, para uma reunião com a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O Estado busca obter com a Aneel a outorga da usina termelétrica (UTE) de Rio Grande, último passo para garantir a instalação do empreendimento na cidade do Sul gaúcho.

“Tivemos uma reunião muito importante para tratar desse investimento, o maior investimento privado do Estado do RS, que vai gerar mais de 3 mil vagas de emprego diretas e indiretas. Temos um impasse com relação à decisão da Aneel. Agora, a Procuradoria-Geral do Estado e a área jurídica da Aneel vão buscar uma solução para esse impasse”, afirmou o governador.



O Grupo Cobra recebeu, em fevereiro deste ano, duas licenças emitidas pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para a instalação de novos empreendimentos relacionados à instalação de uma termelétrica a gás natural. O investimento seria de cerca de R$ 6 bilhões.

O procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, explicou que foi feito um pedido, por parte do governo do Estado, para que o diretor-relator da Aneel, Sandoval Feitosa, atribua efeito suspensivo ao recurso, suspendendo, temporariamente, a decisão que revoga a outorga atribuída à empresa Bolognesi Energia S.A., para avaliar com maior profundidade a capacidade do Grupo Cobra, empresa que está interessada em realizar o empreendimento em Rio Grande. “Postulamos que seja atribuído efeito suspensivo para evitar um dano irreparável até que haja uma nova análise aprofundada do projeto", disse.

Em 2014, a Bolognesi Energia S.A. venceu o leilão da Aneel, que previa a planta em operação até janeiro de 2019. Uma vez que a empresa não apresentou plano de execução de obras, a Aneel, em 2017, extinguiu a outorga. As tratativas para a revogação da decisão da Aneel sobre a UTE Rio Grande começaram em 2018. Em 2021, a termelétrica obteve liminar favorável da 2ª Vara Federal de Rio Grande para suspender a revogação da outorga da Aneel e estabelecer novo cronograma de implementação do empreendimento. Apesar da emissão das licenças por parte da Fepam, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deferiu, em abril deste ano, liminar em favor da Aneel, restabelecendo a revogação da outorga e a rescisão dos contratos. O Estado busca, portanto, reverter essa decisão.

O prefeito conta que a reunião foi dura, mas que a pressão feita pela comitiva gaúcha atingiu o objetivo de "sensibilizar a direção da Aneel sobre a importância do projeto para a geração de energia e desenvolvimento de todo o RS". “O aspecto positivo é que se conseguiu, depois de muito tempo, uma demonstração de boa vontade da Aneel em buscar uma solução administrativa capaz de auxiliar na manutenção do projeto”, afirma Fábio Branco. Participaram também da reunião a secretária estadual de Meio Ambiente, Marjorie Kauffmann, a secretária de Relações Federativas e Internacionais, Patrícia Kotlinski, o secretário de Apoio à Gestão Administrativa e Política, Agostinho Meirelles, o gerente de Planejamento e Desenvolvimento da Portos RS, Fernando Estima, o senador Lasier Martins, o deputado federal Daniel Trzeciak e o deputado estadual Luiz Henrique Viana.

Correio do Povo

Pista ampliada do Salgado Filho pode gerar novos problemas, dizem controladores de voo

 Aeronaves seriam obrigadas a taxiar na faixa principal, impedindo a aproximação e o pouso de outros aviões



Uma das obras mais aguardadas de Porto Alegre, e com potencial de transformar o modal aeroviário da Capital, está em vias de ser lançada nos próximos dias. Os 3.200 metros da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho passam a operar em 19 de maio, ante os 2.280 metros que haviam até então. São mais 920 metros de asfalto, permitindo uma mobilidade maior por parte dos operadores de voo, pouso e decolagem de aeronaves maiores em relação àquelas que utilizam o Salgado Filho hoje, e a utilização do aeroporto em condições adversas, como neblinas mais densas. Funcionários do controle de tráfego aéreo familiarizados com o projeto, no entanto, afirmam que nem todos os problemas serão resolvidos.

Em junho de 2014, o aeroporto recebeu a homologação, por parte da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do ILS CAT II (Instrument Landing System – Categoria II), como é denominado o sistema de aproximação de aeronaves de baixa visibilidade. No entanto, de março a maio de 2017, ele precisou ser desligado, mesma situação do final de 2019 até 20 de abril deste ano, esta última devido às obras na pista. No dia seguinte, porém, 29 voos de chegada ou partida foram afetados em razão do nevoeiro ainda mais denso.

O ILS CAT II “permite às aeronaves uma descida segura até uma distância vertical bem mais próxima da pista para obter referências visuais”, informou, em nota, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER). Com ele, aeronaves de grande porte também podem passar a operar com seu peso de pouso ou decolagem ampliados, conforme a Aeronáutica. Conforme a Fraport Brasil, empresa administradora do Salgado Filho, o CAT II exige visibilidade horizontal sobre a pista maior do que 300 metros e vertical (visão acima e abaixo) superior a 30,5 metros.

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB), admite, porém, que o ILS CAT II no Salgado Filho “não resolve todos os problemas”, mas é um “aprimoramento muito significativo”. Conforme antecipado em abril pelo Correio do Povo, há, pelo menos, mais quatro tipos de aeronaves que poderão utilizar a pista 11/29 de Porto Alegre a partir da ampliação; três são da Boeing e um da Airbus, com peso máximo de decolagem variando de 251 a 397 toneladas e alcance de voo entre 11.120 km e 13.950 km.

Nem tudo são vantagens, porém, segundo pessoas familiarizadas com o projeto. “A gente se depara com gargalos de infraestrutura aeroportuária, relacionados à infraestrutura de solo que não vão garantir a fluidez”, afirma um controlador de voo experiente no Salgado Filho, e cuja identificação não foi autorizada pela FAB. Com 25 anos de experiência, ele afirma que não há uma pista auxiliar, e, por isso, os aviões precisam ingressar na principal para taxiar, ou seja, manobrar até iniciar a decolagem. “A partir do momento em que a aeronave ingressa na pista, ela é considerada ocupada. Ninguém pode aproximar ou decolar”, relata.

Taxiways

É uma situação que, conforme o controlador, é relatada desde 2018 à administração do aeroporto, bem como às empresas aéreas. “Mas este aspecto não está sendo levado em consideração”, afirma ele, para quem o atraso deverá ser superior a 15 minutos nas decolagens. “Vejo que está sendo alimentada uma expectativa muito grande de que todos os problemas serão resolvidos, o que não é verdade. O Salgado Filho precisaria de taxiways de saída rápida”, alega ele. Estas são pistas para quais os aviões saiam da pista principal em alta velocidade, permitindo o pouso de outra aeronave mais rápida.

Outro controlador, ainda mais graduado na Aeronáutica e com atuação no Salgado Filho, corrobora a afirmação do colega e diz que a situação trará um “replanejamento do controle de tráfego aéreo em relação aos pousos e decolagens”, que entram em operação no dia 19, mesma data de operação da pista ampliada. Entre elas, o tempo que os comandantes terão para manobrar na pista e liberar a mesma após o pouso. Hoje, ele é de três minutos, mas poderá mais que dobrar, indo para sete minutos.

Conforme ele, poucos meses antes de a Fraport assumir a operação do aeroporto de Porto Alegre a partir da Infraero, quando a equipe operacional recebeu o cronograma das obras, foram feitos estudos para operação neste novo cenário. “Como a taxiway paralela não está prevista até a nova cabeceira, temos que nos adequar à nova realidade. Se houvesse esta nova extensão, seria excelente. Conseguiríamos ampliar ainda mais a frequência de aeronaves e com maior fluidez do tráfego no aeroporto”, diz o controlador.

Ainda conforme ele, em uma recente reunião com a Fraport, a empresa foi colocada novamente a par da situação e teria dito que “não visualiza a necessidade” de ampliar a taxiway, mesmo com a possibilidade de novos atrasos. Procurada, a Fraport disse que, no processo de licitação, a Secretaria de Aviação Civil selecionou e aprovou os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para o aeroporto, que determinam, entre outros, a pista de pouso e decolagem, assim como taxiways. Eles foram, junto com outros documentos, submetidos à audiência pública.

Após esta análise, conforme a administradora, foram realizados o edital, o contrato de concessão e respectivos anexos, oriundos de recomendações e determinações. “As obras para melhoria e ampliação da infraestrutura, implementadas pela Fraport Brasil, cumprem plenamente com as obrigações estabelecidas no Contrato de Concessão, com os regulamentos internacionais da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e com a regulamentação local dos Regulamentos Brasileiros da Aviação Civil (RBAC) e do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA)”, diz a empresa.

“Os procedimentos para a operação segura e eficiente da infraestrutura instalada da pista de pouso de decolagem e pistas de táxi seguem, da mesma forma, os regulamentos estabelecidos, tais como os procedimentos de baixa visibilidade, em caso de condições climáticas adversas de nevoeiro, ou o gerenciamento do fluxo de aeronaves no solo, em estreita colaboração com os operadores de aeronaves, prestadores de serviços de navegação aérea, entre outros”, afirma a nota.

Correio do Povo


Taxa de positividade dos testes de Covid-19 em farmácias aumenta de 9,6% para 15,3%

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