Suspeita de "crimes de guerra", Rússia quer conquistar leste e sul da Ucrânia

 Ofensiva contra a Ucrânia colocou as tropas russas na mira da ONU por possíveis "crimes de guerra"


Rússia anunciou nesta sexta-feira que pretende controlar todo o sul e leste da Ucrânia, após quase dois meses de uma ofensiva que colocou suas tropas na mira da ONU por possíveis "crimes de guerra".

"Desde o início da segunda fase da operação especial, um dos objetivos do exército russo é estabelecer o controle total sobre o Donbass e o sul da Ucrânia", disse o general Rustam Minnekayev, subcomandante das forças do distrito militar do centro da Rússia. "Isto permitiria garantir um corredor terrestre até a Crimeia", acrescentou, a respeito da península ucraniana que Moscou anexou em 2014.

A conquista do sul da Ucrânia também ajudaria os separatistas na região moldava da Transnístria, "onde também vemos casos de opressão da população de língua russa", disse o oficial. O governo pró-ocidente da Moldávia convocou imediatamente o embaixador russo e expressou "profunda preocupação" com essas declarações. O presidente russo, Vladimir Putin, lançou a ofensiva contra a Ucrânia em 24 de fevereiro, em nome da defesa da população de língua russa no leste do país.

A agonia de Mariupol

Putin reivindicou na quinta-feira a captura da estratégica cidade de Mariupol, no sudeste, após quase dois meses de combates, embora o vasto complexo industrial de Azovstal siga sob controle da resistência ucraniana. "O sucesso da ofensiva russa no sul depende do destino de Mariupol", disse à AFP o governador regional, Pavlo Kyrylenk, acrescentando que cerca de "300 civis" também estão em Azovstal. 

As autoridades estimam que cerca de 20 mil pessoas morreram em Mariupol devido a bombardeios ou falta de água, comida e eletricidade no auge do inverno. Putin afirmou que garantiria a vida de "militares ucranianos, combatentes nacionalistas e mercenários estrangeiros se deporem suas armas", mas que o governo ucraniano "não autoriza essa possibilidade".

O Ministério da Defesa russo disse, por outro lado, que está disposto a concordar com uma trégua humanitária naquela área e dar aos civis a opção de ir para territórios sob controle russo ou ucraniano. Mas o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou que a Rússia rejeitou uma proposta de trégua durante o feriado ortodoxo da Páscoa. O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, pediu a Putin que implemente corredores humanitários em Mariupol e outras cidades ucranianas.

A Ucrânia, que recebeu nos últimos dias um aumento significativo da ajuda em armas por parte dos países ocidentais, segue convencida de que pode expulsar as forças russas do país. "Eles só podem adiar o inevitável: o momento em que os invasores terão que deixar nosso território, principalmente Mariupol, uma cidade que continua resistindo à Rússia, apesar de tudo que os invasores dizem", afirmou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

A cidade perto do Mar de Azov é alvo de ataques frequentes e do cerco das tropas russas, que buscam criar um corredor entre a anexada península da Crimeia e os territórios separatistas pró-Moscou de Donetsk e Lugansk, na região leste do Donbass. O governador da região, Pavlo Kyrylenko, declarou à AFP nesta sexta-feira que o futuro da guerra na Ucrânia "depende do destino de Mariupol", que está quase sob controle total da Rússia, mas onde os últimos combatentes ucranianos estão entrincheirados no grande complexo metalúrgico de Azovstal "com quase 300 civis".

Ao mesmo tempo, o presidente russo Vladimir Putin acusou as autoridades da Ucrânia de impedir a rendição dos últimos soldados entrincheirados na zona industrial de Azovstal. "As vidas de todos os militares ucranianos, combatentes nacionalistas e mercenários estrangeiros estão garantidas caso deponham as armas (...) Mas Kiev não autoriza esta possibilidade", disse Putin em um comunicado do Kremlin que resumiu uma conversa com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Três ônibus com civis conseguiram sair de Mariupol para áreas mais seguras da Ucrânia, mas nesta sexta-feira o corredor humanitário não pôde ser garantido por motivos de segurança. O chefe da diplomacia da UE, Josep Borrell, lamentou que a Rússia não esteja respondendo aos esforços da Ucrânia para buscar uma solução diplomática para a evacuação de civis. Mas Putin garantiu, por sua vez, que os líderes europeus apostam numa solução militar para o conflito.

E o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, garantiu que as negociações estão paralisadas, aguardando uma resposta da Ucrânia a uma proposta feita pela Rússia há cinco dias.

"Crimes de guerra"

A ONU acusou nesta sexta-feira o exército russo de ações que "poderiam constituir crimes de guerra". "As Forças Armadas russas bombardearam de maneira indiscriminada zonas residenciais, mataram civis e destruíram hospitais, escolas e outras infraestruturas civis, em ações que poderiam constituir crimes de guerra", declarou Ravina Shamdasani, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que tem sede em Genebra.

Shamdasani não descartou que o lado ucraniano também tenha violado o direito humanitário, mas a "maioria das violações, de longe, é atribuída às forças russas". Ela explicou que, de modo concreto, os investigadores da ONU que integraram uma missão na Ucrânia no início de abril já conseguiram documentar "os assassinatos, alguns deles execuções sumárias, de 50 civis na cidade de Bucha", perto de Kiev.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, viajará para a Rússia na próxima semana, onde será recebido por Putin, anunciou o Kremlin. Será o primeiro encontro entre os dois desde o início da ofensiva.

"Suposto referendo"

Com o conflito concentrado no leste e sul, nas proximidades de Kiev as autoridades prosseguem com os trabalhos de exumação e análises forenses dos cadáveres encontrados em várias cidades após a retirada das tropas russas. Uma fonte do governo informou que os necrotérios da região de Kiev receberam 1.020 corpos de civis. "Tudo está sendo investigado", declarou Oleksandr Pavliuk, comandante militar da região.

Em um vídeo divulgado na quinta-feira à noite, Zelensky também acusou a Rússia de preparar um referendo nas zonas sob seu controle em Kherson e Zaporizhzhia, no sul para pressionar os moradores a fornecer os dados pessoais às forças invasoras. "É para falsificar um suposto referendo sobre sua terra se a ordem de organizar esta paródia chegar de Moscou", advertiu.

Em 2014, um referendo deste tipo, denunciado como inválido por Kiev e pelas potências ocidentais, justificou a anexação russa da Crimeia. Posteriormente, os rebeldes pró-Moscou de Donetsk e Lugansk utilizaram votações similares para proclamar sua independência.

No campo financeiro, o Fundo Monetário Internacional alertou nesta sexta-feira que a Rússia sofrerá uma inflação de 20% e que as suas exportações de energia vão registar um declínio devido às sanções impostas pelas potências ocidentais pela invasão da Ucrânia.


AFP e Correio do Povo


Mano divulga primeira lista do Inter com David e Wanderson como novidades

Eduardo Bolsonaro compartilha post que critica Xuxa Meneghel

 Deputado compartilhou post de ex-secretário nacional de incentivo e fomento à cultura sobre discussão da apresentadora com uma fã



O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) compartilhou nesta semana uma crítica à apresentadora e empresária Xuxa Meneghel. O filho 03 do presidente Jair Bolsonaro retuitou um post do ex-secretário nacional de incentivo e fomento à cultura, André Porciuncula, com críticas à Xuxa por causa de uma discussão em que a apresentadora questiona uma fã sobre posicionamento político. 



No post, Porciuncula diz: "Aprendam a tratar com desprezo essa elite artística arrogante. Eles não merecem a atenção de vocês. Há bons artistas no país, não percam tempo com esse tipo de gente."

Veja abaixo a publicação:

No vídeo, Xuxa é abordada pela fã ainda dentro do carro e, ao reconhecê-la, questiona: “Ué, Tuca, veio falar comigo? Tu não é ‘bolsominion’? Não odeia quem é contra Bolsonaro?” A fã, desconcertada, responde: “Eu falei isso? Eu falei isso para alguém? Quem fala é você! Se alguém falou, é porque estão querendo exatamente isso. Eu já vi até em grupo as pessoas falando isso. Eu falei: ‘Bom, eu respeito ela, sempre respeitei e espero que ela respeite minha decisão”. Após a divulgação do vídeo, Xuxa disse que não se recusou a tirar uma foto com a fã. 

R7 e Correio do Povo

Perfume Benetton Colors Man Green - Masculino Eau de Toilette 100ml

 


Para o homem que valoriza o multiculturalismo e a vida livre de preconceitos, a dica é o perfume Colors Man Green da Benetton, marca mundial conhecida pelo seu posicionamento em favor da diversidade. Esse produto vem de encontro a esse pensamento, pois acredita que todos podem estar juntos apesar das diferenças. Do tipo eau de toilette, 100ml, indicado para o gênero masculino, ele é uma fragrância amadeirada que traz uma mistura de notas de saída confere toques florais refrescantes procedentes da bergamota, pimenta-do-reino; já o toque temperado chega com a semente de coentro, proporcionando uma sensação repleta de tonalidades cítricas e de especiarias picantes, as quais cedem passagem a notas aromáticas procedentes da murta para irradiar os acordes finais de sensualidade do âmbar. Com ele, a sensação de liberdade, conforto e personalidade são mais intensificadas, assim como a vida num mundo sem fronteiras!

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/perfume-benetton-colors-man-green-masculino-eau-de-toilette-100ml/p/227324000/PF/PPMS/

Para PF, trocas de diretorias não precisam de aval da Justiça

 Corporação diz que sempre houve alternância no comando de unidades centrais e descentralizadas



A Polícia Federal afirmou em ofício enviado ao (STF) Supremo Tribunal Federal ser contra o pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Ele requisitou que as trocas de delegados em diretorias estratégias da corporação só sejam feitas com o aval do Judiciário.

O requerimento do senador foi apresentado no inquérito sobre a suposta tentativa de interferência do presidente Jair Bolsonaro na PF.  De acordo com o pedido do senador, alterações na cúpula da corporação só poderiam acontecer com autorização judicial até que sejam concluídos inquéritos que envolvem autoridades com foro privilegiado.

A manifestação sobre o pedido atende à determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação no Supremo.  De acordo com o diretor-geral da PF, delegado Márcio Nunes de Oliveira, impor a autorização da Justiça como condição para alterações na cúpula da PF violaria o princípio constitucional da separação dos Poderes.

No ofício enviado ao STF, o delegado argumenta que é natural e desejável, ante o princípio republicano da temporariedade, "que sejam trocados os titulares de cargos em comissão, permitindo que o dirigente máximo possa contar com pessoas de sua confiança durante sua gestão, comprometidas com o seu projeto de gestão," afirma. Ainda de acordo com o ofício, "historicamente, sempre houve alternância no comando de unidades centrais e descentralizadas, o que é legítimo e benéfico à administração do Órgão".

R7 e Correio do Povo

Política e inflação fazem dólar subir mais de 4% e fechar a R$ 4,80

 Mercado tem dia negativo após a concessão de perdão ao deputado Daniel Silveira e EUA falarem em inflação duradoura; bolsa tem queda de quase 3%



Em um dia marcado pela turbulência política interna, após o presidente Jair Bolsonaro conceder indulto ao deputado Daniel Silveira após a condenação no STF, e também pelas preocupações com a inflação alta no mundo e perspectivas de juros mais altos nos Estados Unidos, o mercado brasileiro experimenta números bastante negativos. O dólar ultrapassou a casa dos R$ 4,80 - às 15h15, estava cotado a R$ 4,8122, uma alta de 4,15%. O  Ibovespa, por sua vez, operava em queda 2,78%, aos 111.169,42 pontos.

O cenário, que já vinha ruim desde a abertura do mercado, piorou depois que a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, afirmou que a inflação "seguirá conosco por mais um tempo". Durante entrevista à emissora CNBC, ela disse haver a possibilidade de que impor a proibição de importações do setor de energia da Rússia acabe por levar os preços para cima pelo mundo.

"O Livro Bege (divulgado na quarta pelo Federal Reserve, o banco central dos EUA) ainda faz preço. Apesar da inflação pujante nos EUA, ainda falta mão de obra para que a cadeia produtiva se normalize, e isso tende pressionar mais os preços", avalia Victor Hugo Israel, especialista em renda variável da Blue3.

Além disso, acrescenta Israel, na quinta-feira, o presidente do Fed, Jerome Powell, indicou aumento de meio ponto porcentual no juro americano em maio. "E é justamente isso que o mercado vem precificando, um aperto mais forte pelo Fed, que já era um movimento mais natural, mas que o Fed não admitia", avalia.

Varejistas em queda

Setores ligados ao consumo e mais sensíveis ao cenário inflacionário, como varejo e construção, não saem ilesos nesta sexta-feira negativa para os mercados. Entre as varejistas, Via ON cai 3,98% e Magazine Luiza ON, 2,50%. No caso das construtoras, MRV cai 3,31% e Gafisa, 2,82%. Além do alerta feito por Janet Yellen, sobre a inflação nos EUA, a  presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, também afirmou hoje haver uma "chance forte" de alta de juros na zona do euro ainda neste ano.

Agência Estado e Correio do Povo

Eduardo Leite diz que Doria é o pré-candidato à Presidência pelo PSDB

 Ex-governador do Rio Grande do Sul divulgou uma carta dizendo que Doria não abre mão da candidatura



O ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) divulgou, na tarde desta sexta-feira, uma carta apoiando o ex-governador de São Paulo João Doria como o nome do PSDB para a disputa à Presidência da República deste ano. Com a decisão, o gaúcho retira o nome da corrida majoritária. Nos últimos meses, uma disputa interna entre os dois marcava um cenário dividido dentro da legenda tucana, sem uma decisão sobre quem seria, de fato, o candidato.



"O PSDB deve ter candidato a presidente e liderar o centro democrático. Hoje este nome é João Doria, por decisão dele e das prévias – das quais nunca se buscou tirar legitimidade. Qualquer caminho diferente dependeria de entendimento com o próprio candidato escolhido. Assim, me coloco ao lado do meu partido e desta candidatura, na expectativa de que a união do PSDB contribua com a aguardada unificação dos atores políticos do centro daqui até a eleição de outubro", afirmou Leite na carta.

Confira a carta na íntegra:

Na última terça-feira, por ideia e iniciativa minha, fui ao encontro do ex-governador João
Doria, para dizer a ele o que digo, agora, ao Brasil. Antes de mais nada, quero lembrar que se eu quisesse apenas ser candidato a presidente da República, como uma ideia fixa acima de tudo e de todos, eu teria trocado de partido e isso estaria decidido, não importando as consequências.

Mas não foi o que eu fiz. Quando renunciei ao cargo de governador do Rio Grande do Sul,
e permaneci no PSDB, deixei claro que estava fazendo tal movimento porque a lei eleitoral exigia, pois o tempo da lei não é igual ao tempo da política.

Destaquei que não iria tomar um caminho contrário aos esforços de convergência em torno de uma candidatura e que me colocaria com toda a disposição para auxiliar na construção suprapartidária de uma alternativa para o Brasil. O tempo e a energia demandados neste processo eram incompatíveis com as tarefas de governo, e a renúncia me abria todas as possibilidades eleitorais sem me retirar nenhuma.

Tomei a iniciativa e fui ao ex-governador Joao Doria para dizer que não faz sentido querer
que partidos superem suas diferenças se, dentro do PSDB, não superarmos as nossas. Disse também que estava disponível para liderar um projeto nacional, se este for o desejo dos partidos do centro democrático, mas se, sobretudo, este for o desejo do PSDB. E que no PSDB, eu e Doria precisamos um do outro para estarmos mais fortes e unidos para enfrentar a campanha mais importante da história recente do país, independentemente do lugar que ele e eu estejamos ocupando no período eleitoral.

Ouvi do ex-governador João Doria que ele não abre mão de ser o candidato do PSDB a presidência da República. Ele tem este direito e esta legitimidade, vencedor das prévias que foi. E ele ouviu de mim que não serei eu, que tanto prezo o diálogo democrático, que criarei entrave de qualquer natureza para tirar dele a vontade e o direito que tem. Repito: eu não renunciei para dividir o meu partido, mas para somar onde mais posso ajudar o meu estado e o meu país.

Pensar no Brasil é pensar no PSDB, porque o PSDB é um partido importante e necessário para o país. O PSDB é a verdadeira essência de um centro democrático que harmoniza a esquerda e a
direita, a economia e o social, o desenvolvimento e o combate às desigualdades. E é por isso que o PSDB deve ter candidato a presidente e liderar o centro democrático. Hoje este nome é João Doria, por decisão dele e das prévias – das quais nunca se buscou tirar legitimidade. Qualquer caminho
diferente dependeria de entendimento com o próprio candidato escolhido.

Assim, me coloco ao lado do meu partido e desta candidatura, na expectativa de que a união do PSDB contribua com a aguardada unificação dos atores políticos do centro daqui até a eleição de outubro. 

Continuarei andando e conversando pelo país para mostrar o que fizemos no Rio Grande do Sul, como um exemplo do que é possível e deve ser feito no Brasil: atacar os problemas e não as pessoas, dialogar com quem pensa diferente, respeitar a diversidade e unir equilíbrio fiscal, desenvolvimento e justiça social. 

Este caminho novo, que é o presente no Rio Grande do Sul, deve ser o futuro do Brasil. E meu papel é ajudar a construir que o meu estado não ande para trás e que o meu país ande para frente. Fizemos Um Só Rio Grande. É hora de fazer Um Só Brasil. E para isso, contem comigo para sermos um só PSDB.

R7 e Correio do Povo

Gabriela Sabatini Gabriela Sabatini - Perfume Feminino - Eau de Toilette

 


O perfume feminino Gabriela Sabatini EDT foi desenvolvido para mulheres decididas e objetivas, que gostam de desafios e batalham pelo sucesso. Gabriela Sabatini criou essa fragrância feminina quando estava no auge de sua carreira como tenista, esse lançamento impôs o nome da atleta no mundo da perfumaria com a mesma energia e personalidade com a qual ela enfrentava suas adversárias. Perfume feminino sexy e autêntico criado para as mulheres que gostam de tomar decisões e confiantes de si. Gabriela Sabatini EDT Feminino traz uma fragrância deliciosamente feminina, que encanta, há décadas, mulheres ao redor de todo o mundo. Ideal para se usar de manhã ou de noite, em encontros românticos ou passeios despreocupados ao ar livre. A Marca: Gabriela Sabatini começou a jogar tênis aos oito anos de idade e com treze conquistou seu primeiro torneio. Chegou ao posto de número 1 ainda na categoria júnior. Começou a carreira profissional em 1985 e retirou-se 11 anos depois. Até hoje, é considerada aquela que foi a mais jovem semi-finalista de Roland Garros. Hoje, Gabriela detém uma cadeia de lojas com perfumes de sua autoria. Fragrância: Você vai se apaixonar por Gabriela Sabatini EDT Feminino, com uma combinação de notas que combina perfeitamente com o clima misto do Brasil. Sofisticada, atraente e exótica sua fragrância combina notas de tangerina, jasmim, sândalo, almíscar e âmbar.

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Fenasoja tem clima de reação às perdas da estiagem no RS

 Exposição começa dia 28 com objetivo de aproximar produtores das tecnologias preventivas



Com a expectativa de atrair pelo menos 250 mil visitantes de 28 de abril a 8 de maio, a 23ª Fenasoja ocorre em um ano emblemático para os sojicultores gaúchos. Após um hiato de quatro anos – a última edição ocorreu em 2018, e o evento previsto para 2020 foi cancelado em razão da pandemia –, a exposição realizada no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson, em Santa Rosa, será marcada pelo clima de reação à forte estiagem que assolou o Rio Grande do Sul no verão e frustrou mais de metade da produção esperada para a safra atual no Estado.

Neste ano, a Fenasoja reunirá 530 expositores, entre fabricantes de máquinas, fornecedores de insumos, instituições financeiras e de pesquisa. Segundo o empresário Elias Dallalba, presidente do evento, a mostra deve movimentar entre R$ 700 milhões e R$ 1 bilhão em negócios – na edição de 2018, a receita foi de R$ 470 milhões. “Os produtores estão capitalizados, depois de bons anos de colheitas anteriores, mas (o impacto da estiagem) impede um salto significativo nos negócios durante a feira”, avalia Dallalba.

O mote do evento deste ano, diz o empresário, é o crédito rural. “O papel da Fenasoja é trazer empresas do ramo financeiro com juros baratos e boas condições de financiamento para que os produtores possam comprar equipamentos”, afirma. Em sintonia com o momento enfrentado pelos produtores, Dallalba destaca que a programação terá um painel sobre sistemas de irrigação. O objetivo é aproximar os pequenos e médios produtores das empresas do setor, incentivando a adoção de tecnologias preventivas para contornar as secas recorrentes no Estado.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja-RS), Décio Teixeira, diz que a feira ocorre em meio a um esforço de “reinvenção” no setor. “Num momento difícil como este, através de troca de ideias e debates, a feira traz oportunidades de mudança e superação”, afirma. Segundo Teixeira, desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, os agricultores vêm buscando soluções para driblar a escassez de fertilizantes químicos e garantir o plantio da safra de inverno – o país euroasiático é um dos principais fornecedores mundiais do produto. “Uma das opções que o produtor está encontrando e estão dando resultado é o uso de fertilizantes biológicos, junto com o pó de rocha”, exemplifica.

Para o vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado (Farsul) e coordenador adjunto da Comissão de Grãos da entidade, Elmar Konrad, a Fenasoja será um espaço importante para a discussão de temas que preocupam o setor, como a estagnação do Plano Safra 2021/2022. As linhas de crédito subsidiadas foram travadas pelo governo federal, devido à falta de recursos, no Orçamento da União, para a equalização de juros das operações. A reabertura do plano depende da aprovação do PLN 1/2022 pelo Congresso Nacional, que garantirá um crédito adicional de R$ 868 milhões para essa finalidade. “É o ano da pior safra, desde fevereiro não tem mais dinheiro, e não foi votado o PLN 1”, lembra Konrad.

O agricultor observa que o Rio Grande do Sul foi mais afetado pela estiagem na comparação com outros estados. Com a colheita já concluída em 55% da área cultivada, de acordo com a Emater-RS/Ascar, estima-se que a safra de soja atinja no máximo 9,5 milhões de toneladas do grão, ante uma estimativa inicial de cerca de 22 milhões de toneladas. 

Correio do Povo

Renan Calheiros propõe que Senado cancele perdão de Bolsonaro a Silveira

 Senador alega usurpação de competência do Supremo Tribunal Federal pelo presidente. Texto precisa ser analisado pelo plenário



O senador Renan Calheiros (MDB-AL) protocolou nesta sexta-feira (22/4) um projeto de Decreto Legislativo (PDL) para anular imediatamente os efeitos do decreto presidencial de Jair Bolsonaro (PL) que anulou a pena do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado a oito anos e nove meses de prisão pelo do Supremo Tribunal Federal (STF).

No texto, o senador propõe que seja decretada “a usurpação da competência” do STF e aponta ausência de motivação real para determinar as finalidades do indulto. Calheiros é um senador oposicionista, aliado ao ex-presidente Lula e foi relator na CPI da Covid no ano passado. 

PDLs podem ser apresentados por deputados ou senadores nas suas respectivas Casas. Regulam as matérias de competência exclusiva do Poder Legislativo, sem sanção do presidente da República, podendo portanto, derrubar os efeitos de um decreto presidencial caso sejam aprovados pelas duas Casas. Na tramitação, os projetos passam por comissões, podem ser submetidos a urgência (tramitação acelerada) e precisam ser aprovados por maioria simples em plenário.

Parlamentares também recorreram ao STF pedindo que a Suprema Corte derrube o decreto presidencial. 

Câmara

Na Câmara, deputados protocolaram nesta sexta PDLs para sustar os efeitos do decreto de Bolsonaro. Até a tarde desta sexta, constavam no sistema da Câmara cinco projetos com o mesmo objetivo. Um foi apresentado por deputados do PSol, Sâmia Bomfim (PSol-SP) e outros,  dois foram apresentados por deputados do PT, Maria do Rosário (RS) e Rogério Correia (MG), um apresentado pela deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e o quinto PDL foi apresentado pelo deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), ex-aliado do presidente Bolsonaro.

R7 e Correio do Povo

Guedes defende reajuste de 5% para todos os servidores

 Nos Estados Unidos, ministro da Economia explicou que em ano eleitoral apenas o reajuste linear é "factível"



O Ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, em entrevista nos Estados Unidos, onde cumpre agenda nesta sexta-feira, um reajuste linear para todos os servidores do funcionalismo público federal. 

"O pleito num ano eleitoral não pode ser satisfeito com facilidade, porque é visto como favorecimento a uma categoria específica, e portanto uma tentativa de buscar votos numa categoria. O que a lei permite é que haja aumentos lineares, ou seja, não diferenciados, e que possam tratar apenas da reposição no ano. Você não pode chegar e falar vou dar aumento de 40% porque está há três anos atrasado, não. Você só pode pegar a inflação acumulada naquele período do ano".

Na avaliação de Guedes, o desejo inicial de Bolsonaro, de dar aumento apenas para policiais federais, sairia mais barato para a Economia, mas não é "factível" em ano eleitoral. "Foi apresentado ao presidente, que gostaria de fazer algo que até seria mais barato, o reajuste dos policiais seria só R$ 1,7 bilhão. Politicamente o presidente até teria essa vontade de atender essa categoria, seria melhor para o presidente, atenderia o desejo que ele tinha e mais barato para a Economia, mas não é eleitoralmente factível. Acaba tendo que ser linear para todo mundo, e bem mais caro".

O reajuste linerar neste ano é estimado em cerca de R$ 6 bilhões, por ser concendido na metade do ano. Para 2023 será necessário abrir espaço, portanto, de cerca de R4 12 bilhões.

R7 e Correio do Povo