Inoar Résistance Flor de Lótus Kit - Shampoo + Condicionador

 


O kit contém:1 Shampoo Inoar Résistance Flor de Lótus - 1L1 Condicionador Inoar Résistance Flor de Lótus - 1LCom Flor de Lótus, que tem poder revitalizante, e Colágeno Vegetal, Inoar Résistance Flor de Lótus regenera os fios, deixando-os muito mais macios e maleáveis. Sua composição oferece reparação intensa para cabelos mais saudáveis e brilhantes.Benefícios:• Restauração e Maciez• Revitaliza e regenera os fios, para cabelos mais macios e saudáveis• “O colágeno é uma tendência a ser observada na indústria de produtos naturais.”- Vogue• “Hoje, os problemas de queda de cabelo se agravaram especialmente nos grandes centro. Por isso, as pessoas têm voltado a procurar na natureza tratamentos mais efetivos. A Flor de Lótus, sagrada na Índia, fornece cuidados com os cabelos à base de plantas sem efeitos colaterais.”- StyleCraze.comAtivos:• Flor de Lótus – revitalizante, regenera os fios• Colágeno Vegetal – hidrata e amaciaA Marca:A Inoar é uma marca brasileira de produtos cosméticos que exporta para mais de 40 países e criadora de tratamentos exclusivos para cabelos. Tendo iniciado suas atividades em 1999, é referência no mundo da cosmética para cabelos e, hoje, está presente nos melhores salões e nas mãos dos mais renomados hairstylists.

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Ministério da Saúde diz que expectativa é restabelecer nos próximos dias os sistemas que sofreram ataque hacker

 


O Ministério da Saúde afirmou neste sábado (11) que espera restabelecer, nos próximos dias, os sistemas atingidos por um ataque hacker. O aplicativo e a página do ConectSUS – plataforma responsável pela emissão do comprovante de vacinação contra a Covid-19 – saíram do ar após a invasão.

O ataque ocorreu na madrugada de sexta-feira (10). O problema também afetou o sistema de notificação de casos da doença. A suspensão dos serviços levou o governo federal a adiar a necessidade de apresentação de um comprovante de imunização para viajantes que chegarem ao Brasil por via aérea e, em caso de ausência do documento, a exigência de cinco dias de quarentena.

As medidas entrariam em vigor neste sábado, mas, de acordo com portaria publicada na sexta-feira, passarão a valer somente em 18 de dezembro. Neste sábado, o Ministério da Saúde informou, em nota, que “está atuando com a máxima agilidade para restabelecer os sistemas comprometidos com o ataque causado na madrugada desta sexta”.

“Vários sistemas já foram restabelecidos, e a expectativa é de que os outros sistemas estejam disponíveis para a população na próxima semana”, disse a pasta.

Segundo o ministério, foram atingidos os seguintes sistemas: e-SUS Notifica (sistema de notificação de casos de Covid); SI-PNI (Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização), que tem informações sobre cobertura vacinal e vacinação contra outras doenças no País; ConecteSUS; e funcionalidades como a emissão do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 e da Carteira Nacional de Vacinação Digital.

O Sul

Eleições ameaçam planos do ministro da Economia, Paulo Guedes, de vender Correios e Eletrobras

 


A corrida eleitoral deve ajudar a enterrar os planos de privatizações do ministro da Economia, Paulo Guedes. Quando assumiu, o Posto Ipiranga do presidente Jair Bolsonaro (PL) prometeu arrecadar R$ 1 trilhão com a venda de estatais, mas, ao longo do governo, a promessa virou lenda. Apenas duas estatais restaram na lista de promessas para 2022, os Correios e a Eletrobras, e o prazo está acabando.

Os projetos para a venda dessas duas companhias que o ministro vem citando aos quatro ventos como vitórias de sua gestão mostraram-se desastrosos e estão empacados. O consenso entre analistas é de que os Correios têm menos chance de privatização do que a Eletrobras.

O projeto de lei de privatização dos Correios foi aprovado pela Câmara dos Deputados em agosto deste ano, quando foi enviado ao Senado Federal. A única atualização do PL 591/2021 é que ele aguarda para ser incluído na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) desde 9 de novembro.

E, de acordo com os especialistas e parlamentares, esse projeto não terá condições políticas para ser debatido na Casa, especialmente, depois da confusão nas negociações para a aprovação da PEC dos Precatórios. A PEC foi promulgada pelo Congresso Nacional, na última quarta-feira (8), de forma fatiada, contrariando muitos que só votaram a favor se as mudanças propostas pelo Senado não fossem retiradas pela Câmara.

Após a promulgação sem o acordo, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) demonstrou indignação com a falta de cumprimento de palavra. Durante o seminário realizado pelo Correio sobre os desafios do Brasil para 2022, realizado na última quinta-feira (8), a pré-candidata à Presidência pelo MDB classificou a promulgação como “imoral” e ressaltou que, a partir agora, o governo terá muito mais dificuldade para aprovar matérias de interesse dele na Casa, principalmente, em 2022.

Apesar de defender a privatização de estatais, mas de forma seletiva e estratégica, a parlamentar foi categórica em relação à privatização dos Correios: “Somos contra a privatização dos Correios”, afirmou.

Sem espaço

O especialista em contas públicas e secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, não vê espaço político para o governo avançar na agenda de privatização no ano que vem.

“Não creio que as privatizações da Eletrobras e dos Correios avancem em 2022. Há embaraços técnicos, no Tribunal de Contas da União (TCU), e políticos, em um ano eleitoral. As duas estatais, juntas, têm mais de 100 mil empregados, os sindicatos são fortes — com poder de pressão sobre os parlamentares — e não concordam com as privatizações”, destacou. Ele lembrou que os Correios têm 98,1 mil servidores, e a Eletrobras, aproximadamente, 12,9 mil.

A Eletrobras é vista como a única “joia da coroa” que ainda pode ser privatizada pelo atual governo, mas as dúvidas são crescentes após a aprovação da Medida Provisória para a desestatização da companhia, que é um verdadeiro desastre, de acordo com os analistas.

Além do problema com a modelagem no TCU, eles ressaltam que a MP virou uma colônia de jabutis que devem ajudar a retroceder o setor elétrico e aumentar o custo para os consumidores. Um deles, por exemplo, obriga que a estatal privada contrate energia de usinas térmicas a gás em regiões do Nordeste onde elas não existem ou não há infraestrutura.

“A MP da Eletrobras prejudicará o funcionamento do setor elétrico com essa história das usinas a gás do Nordeste. Mas o processo está no caminho certo, contratando os bancos para fazerem a oferta”, afirmou a economista e advogada Elena Landau, ex-diretora do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e responsável pelo processo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Ela reconheceu a necessidade de privatização da Eletrobras, porque a receita não garante o volume de investimento necessário para a expansão do setor. “A modelagem tem problemas, e as autoridades ainda não conseguiram explicar direito de onde saíram os números. Isso mostra que o trabalho não está sendo bem conduzido e não dá elementos para o TCU avaliar o valor da outorga com precisão”, alertou.

A avaliação pelo TCU do processo de privatização da Eletrobras está prevista para ocorrer na próxima quarta-feira (15), mas não há garantias de que haverá tempo hábil para que o governo consiga desestatizar a empresa ainda na primeira metade de 2022, como vem prometendo.

O Sul

Senado ameaça desfazer o acordo sobre pagamento de precatórios se a Câmara dos Deputados alterar texto da Proposta de Emenda à Constituição

 


O Senado pode barrar o adiamento no pagamento de precatórios no ano que vem se os deputados decidirem rejeitar a vinculação do espaço fiscal aberto com a PEC dos Precatórios para o programa Auxílio Brasil e despesas obrigatórias.

A Câmara vai votar a proposta nesta semana, mas não há garantias de que os deputados irão aprovar na íntegra as mudanças feitas na PEC pelos senadores.

Pelo acordo fechado entre Senado e Câmara, a PEC dos Precatórios foi promulgada de forma fatiada, homologando os pontos em comum aprovados por deputados e senadores. Os trechos alterados no Senado voltam para a Câmara a fim de serem votados novamente. Eles serão apensados à outra Proposta de Emenda Constitucional em tramitação na Câmara.

“Esperamos que os deputados aprovem a decisão do Senado de vincular todo espaço fiscal aberto pela PEC dos Precatórios para a área social. Se eles rejeitarem, o texto terá de voltar para o Senado e, aí, nossa disposição é não aprovar a medida do governo que posterga o pagamento de cerca de metade dos R$ 89 bilhões de dívidas judiciais no ano que vem”, afirmou o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).

O senador destacou que, neste caso, o governo será obrigado a pagar na íntegra os R$ 89 bilhões de precatórios em 2022, obrigando a equipe econômica a cortar despesas para evitar estourar o teto dos gastos públicos.

Temor

Segundo ele, os senadores temem que a Câmara queira aprovar apenas os trechos da PEC que postergam o pagamento de precatórios, rejeitando a vinculação, para que seja possível destinar parte destes recursos para outras despesas, como emendas parlamentares.

O senador Oriovisto Guimarães alerta, inclusive, que a promulgação da mudança no cálculo no teto dos gastos públicos, que abre um espaço fiscal no Orçamento da União de 2022 de R$ 62,2 bilhões, pode deixar esse montante de recursos fora da vinculação à área social aprovada pelo Senado.

Ou seja, governo e Câmara já teriam condições de destinar esses recursos não só para o Auxílio Brasil, mas também para outras despesas, como fundo eleitoral também.

Calote

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a rechaçar críticas de que o governo estaria dando calote ao adiar o pagamento dos precatórios. Ele garantiu que o governo vai pagar a totalidade dos mais de R$ 89 bilhões em sentenças judiciais, montante fatiado pela PEC dos precatórios.

“PEC dos Precatórios não é calote, é para evitar calote”, disse Guedes durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band.  “Tudo será cumprido e tudo será pago”, acrescentou. O ministro repetiu que a PEC não representa um furo na regra do teto de gastos, mas sim uma sincronização das maiores despesas com o dispositivo.

Após manifestar confiança na aprovação da PEC no Congresso, Guedes considerou “razoável e compreensível” as mudanças no teto para abrir espaço a despesas sociais quando os políticos são cobrados a dar resposta a notícias de que brasileiros estão comendo ossos.

Durante a entrevista, Guedes afirmou que as contas públicas tiveram uma melhoria neste ano. Segundo ele, pela primeira vez desde 2013, as finanças do setor público – incluindo, além da União, estatais, governo estadual e prefeituras – fecharão no azul (receitas superiores às despesas). Ele também disse que houve erro de mais de R$ 2 trilhões nas previsões de economistas sobre o crescimento da dívida pública, que deve fechar o ano em 80% do PIB, com déficit primário inferior a 1%.

O Sul

Peças de bronze à venda na loja - Antiquário

 






Um pouco de BRONZE
Todas as peças do vídeo estão à venda

Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
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A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Ministro do Supremo determina que o passaporte da vacina é obrigatório para quem entrar no Brasil

 


O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que o comprovante de vacina para viajante que chega do exterior ao Brasil só pode ser dispensado por motivos médicos, caso o viajante venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.

Barroso deferiu parcialmente cautelar pedida pelo partido Rede Sustentabilidade na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 913. A decisão será submetida a referendo do Plenário em sessão virtual extraordinária com início à 0h da quarta-feira (15) e término às 23h59min da quinta (16).

Na decisão, ele entendeu que há urgência para o tema em razão do aumento de viagens no período que se aproxima e pelo risco de o Brasil se tornar um destino antivacina.

“O ingresso diário de milhares de viajantes no país, a aproximação das festas de fim de ano, de eventos pré-carnaval e do próprio carnaval, aptos a atrair grande quantitativo de turistas, e a ameaça de se promover um turismo antivacina, dada a imprecisão das normas que exigem sua comprovação, configuram inequívoco risco iminente, que autoriza o deferimento da cautelar.”

Na ação, a Rede pediu que o governo federal adotasse medidas recomendadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ingresso no país a fim de conter a disseminação da covid-19.

Depois da ação, o governo editou a Portaria Interministerial 611/2021, que passou a exigir, para o estrangeiro que chegar ao Brasil, o comprovante de vacina ou, alternativamente, quarentena de cinco dias seguida de teste negativo para o vírus antes de ser permitida a circulação em território nacional.

Ao analisar o caso, o ministro lembrou que o Supremo Tribunal Federal tem obrigação constitucional de proteger os direitos fundamentais à vida e à saúde. “Já são mais de 600 mil vidas perdidas e ainda persistem atitudes negacionistas”, completou Barroso. Ele lembrou das diversas decisões já tomadas pelo STF durante a pandemia, como a que estipulou vacinação obrigatória com possibilidade de impor restrições a quem se recusar.

Para o ministro, a portaria interministerial atende em parte às recomendações da Anvisa em relação aos viajantes, mas o texto “apresenta ambiguidades e imprecisões que podem dar ensejo a interpretações divergentes, em detrimento dos direitos constitucionais à vida e à saúde em questão”.

Ele completou que permitir a livre opção entre comprovante de vacina e quarentena seguida de teste “cria situação de absoluto descontrole e de consequente ineficácia da norma”.

Barroso decidiu que a portaria sobre os viajantes que chegam ao Brasil deve ser interpretada nos termos das notas técnicas nºs 112 e 113/2021, expedidas pela Anvisa, e levando em conta que a substituição do comprovante de vacinação pela alternativa da quarentena somente se aplica: 1- aos viajantes considerados não elegíveis para vacinação, de acordo com os critérios médicos vigentes; 2- que sejam provenientes de países em que, comprovadamente, não existia vacinação disponível com amplo alcance; 3- por motivos humanitários excepcionais.

A decisão do ministro Barroso vale a partir de quando os órgãos envolvidos forem notificados. A comunicação oficial deve sair do STF nesta segunda-feira (13).

O Sul

Após ataque hacker, ministério diz que recuperou dados da vacinação

https://noticias.r7.com/brasilia/apos-ataque-hacker-ministerio-diz-que-recuperou-dados-da-vacinacao-12122021?fbclid=IwAR32DGDOirDc-LvviChrxtyAoc2i0kA4Uq2Jg8cAsq_ATbFc1uEyK-e_EWQ

Após ataque hacker, ministério diz que recuperou dados da vacinação

Deputado Helio Lopes deixa UTI

 

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Galo goleia Athletico e abre enorme vantagem na final da Copa do Brasil

 


Galo goleia Athletico e abre enorme vantagem na final da Copa do Brasil
Com gols de Keno, Hulk e Vargas (duas vezes), o Atlético-MG goleou o Furacão por 4 a 0 no Mineirão neste domingo e vai para o jogo de volta da final da Copa do Brasil podendo perder por até três gols para ser campeão. As duas equipes voltam a se enfrentar na quarta-feira na Arena da Baixada, em Curitiba.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1470124085719879683