POPULAÇÃO BRASILEIRA

 O Diário Oficial da União (DOU) traz nesta sexta-feira (27) a mais nova estimativa da população brasileira feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com os dados, o País já conta com mais de 213 milhões de habitantes, quantidade superior aos 211 milhões registrados em 2020. O número atualizado é de 213.317.639 de habitantes.


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Livro - O homem de giz

 


Assassinato e sinais misteriosos em uma trama para fãs de Stranger Things e Stephen King




Em 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Mas um desenho misterioso leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Depois disso, nada mais é como antes.




Em 2016, Eddie se esforça para superar o passado, até que um dia ele e os amigos de infância recebem um mesmo aviso: o desenho de um homem de giz enforcado. Quando um dos amigos aparece morto, Eddie tem certeza de que precisa descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás.




Alternando habilidosamente entre presente e passado, O Homem de Giz traz o melhor do suspense: personagens maravilhosamente construídos, mistérios de prender o fôlego e reviravoltas que vão impressionar até os leitores mais escaldados.


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ROUPAGEM DE AMEAÇA - Gilberto Simões Pires

 MINISTRO IGUAL

Ontem, o presidente do STF, Luiz Fux, numa clara demonstração de inveja de seus companheiros -Alexandre de Moraes e Luiz Barroso-, resolveu vir à público com o mesmo propósito, qual seja o de FAZER E ACONTECER de acordo com a estupidez reinante no fétido e injusto ambiente da CORTE SUPREMA do nosso empobrecido Brasil. Para mostrar que não passa de mais um -MINISTRO IGUAL- Fux disse que é inadmissível uma “ditadura sectária” na democracia e que pedido de impeachment de ministro do Supremo tem “ROUPAGEM DE AMEAÇA”. Que tal?

DITADURA

Ora, até os peixes do meu pequeno aquário têm noção clara do que significa DITADURA. Mais: sabem, perfeitamente, que as decisões que vem sendo sistematicamente tomadas pelos ministros do STF cumprem -ipsis literis- com tudo aquilo que acontece nos países onde imperam os REGIMES DITATORIAIS, onde a tão decantada e apreciada DEMOCRACIA é menos existente do que MANGA EM COLETE.

DITADURA SECTÁRIA

Pois, até aqueles que sabem menos do que os meus peixes estão convencidos de que a declaração do presidente do STF excedeu no aspecto CORPORATIVO. Hoje, sem medo de errar ou cometer alguma injustiça, TODOS OS ANIMAIS -RACIONAIS E IRRACIONAIS- que habitam o nosso imenso Brasil têm plena consciência de que a DITADUTRA SECTÁRIA é algo que vem sendo EXERCITADA a todo momento pela maioria absoluta e relativa dos membros da SUPREMA CORTE.

CONSTITUCIONALISTAS

Detalhe importante: quem vê o ABUSO DITATORIAL nas decisões dos ministros do STF não são os brasileiros leigos, que muitas vezes são levados a usar o estômago como órgão de reação. São, vejam bem, os mais respeitados constitucionalistas, como é o caso dos professores Ives Gandra Martins, Modesto Carvalhosa e Bernardo Cabral, que foi o relator da Constituinte, por exemplo. 

IMPOSIÇÃO EFETIVA

Na sua SANHA DE DECLARAÇÕES INFELIZES, o ministro Luiz Fux foi mais além ao dizer: - “Não é possível, no país, que as decisões judiciais sejam criminalizadas. Aqueles que não aceitam as decisões judiciais, devem se utilizar de recursos próprios, das vias próprias jurisdicionais, e não do impeachment, porque o impeachment tem, digamos assim, uma roupagem de ameaça, de cassação de um juiz por suas opiniões”. Ora, apenas esta declaração dá a ideia clara de que só o STF tem o celestial direito de DECIDIR tudo. Mais: os ministros do STF nunca usam a ROUPAGEM (TOGA) DA AMEAÇA, mas a da IMPOSIÇÃO EFETIVA de suas VONTADES, mesmo que nenhuma delas esteja escrita na Constituição.  


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Operador Nacional do Sistema Elétrico alerta que o Brasil precisa aumentar oferta de energia em 7% para evitar apagões

 


Dois meses depois de o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, minimizar os riscos de um racionamento de energia no País num pronunciamento em cadeia nacional, o presidente Jair Bolsonaro assinou ontem um decreto determinando o primeiro corte obrigatório no consumo de eletricidade no País.

Órgãos públicos federais serão obrigados a reduzir uso de energia entre 10% e 20%. No fim do dia, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) deu novo alerta que mostra a gravidade da situação: em nota técnica disse que é necessário aumentar a oferta de energia em 5,5 GWmed para garantir o suprimento de eletricidade a partir de setembro de 2021.

Para se ter ideia do que isso significa, nesta terça-feira o país consumiu cerca de 73 GWmed de energia. Ou seja, será necessário tomar medidas para garantir um adicional de cerca de 7% de energia.

Isso é mais do que a hidrelétrica de Itaipu, a maior do País, tem gerado todos os dias (pouco mais de 4 GW). A usina está com o nível baixo no seu reservatório e tem gerado o menor volume de energia em décadas

Diante desse cenário, o governo vem anunciando medidas para tentar evitar o pior. Mas especialistas avaliam que essas ações aumentarão o risco de interrupções no fornecimento de energia neste segundo semestre, com risco de apagões.

Redução de vazão

Entre elas estão a redução na vazão das hidrelétricas — que, na terça-feira (24), foi estendida às usinas do Nordeste —, a flexibilização nas margens de segurança na transmissão de energia e os incentivos à indústria para a redução do consumo de energia nos horários de pico.

Na quarta (25), o ministro de Minas e Energia afirmou que o governo ainda vai estabelecer em setembro metas de redução do consumo para clientes residenciais e pequenos empreendimentos em troca de bônus, mas sem obrigatoriedade.

“O Brasil está operando no limite. O governo está oferecendo um prêmio para a indústria reduzir seu consumo no momento de pico, que é onde há problema e preocupação. Esse risco de apagão é a porta de entrada para o racionamento”, afirma Roberto D’Araújo, diretor do Instituto Ilumina.

O nível dos reservatórios do centro-sul do País já estão em níveis mais baixos que os que levaram à crise que levou ao racionamento de energia em 2001. O governo se viu obrigado a adotar medidas que, na prática, deixam o país mais vulnerável a blecautes nos horários de maior demanda, segundo D’Araújo.

Ele cita ainda as mudanças na regras de segurança das linhas de transmissão, autorizadas sem alarde pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) para incrementar em cerca de 30% a capacidade de transferência de energia do Norte e principalmente do Nordeste para Sudeste e Centro-Oeste:

“As linhas de transmissão contam com uma segunda linha de redundância, caso haja problema com a primeira. Agora, as duas são usadas. Isso agrava a possibilidade de apagão.”

20% da capacidade

Para o especialista, o plano do governo de reduzir a vazão das hidrelétricas do Nordeste para estocar mais água e aumentar a geração e o envio para o centro-sul na fase mais crítica da seca pode ser arriscada.

Ele lembra que os lagos nordestinos representam apenas 20% da capacidade de armazenamento no país e são importantes para a segurança energética da região.

No momento, a boa “safra de ventos” tem favorecido a geração eólica e há crescimento da fonte solar, ma, segundo D’Araújo, as fontes renováveis não conseguem “segurar” em tempo real picos de demanda.

Ele adverte ainda que o nível dos reservatórios no Nordeste também pode sofrer com estiagem até o fim do ano:

“O Nordeste não tem como mandar mais nada de energia, pois a altura dos reservatórios das hidrelétricas na região pode baixar para um nível perigoso. Com menos altura, as usinas precisam consumir mais água para aumentar a produção de energia, agravando ainda mais a situação. E, ao fazer muita força para puxar água, pode haver danos no aço das turbinas”, disse D’Araújo.

Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), do Instituto de Economia da UFRJ, também vê risco de faltar energia no fim do ano para atender à demanda no horário de pico.

Para ele, a estratégia de segurar água nos reservatórios do Nordeste pode ajudar nos meses críticos, mas o afrouxamento da margem de segurança para transmitir a energia para o centro-sul eleva a probabilidade de cortes inesperados:

Para ele, a estratégia de segurar água nos reservatórios do Nordeste pode ajudar nos meses críticos, mas o afrouxamento da margem de segurança para transmitir a energia para o centro-sul eleva a probabilidade de cortes inesperados:

“Aí há um risco de apagão de curta duração. Em 2021 o risco é de cortes de curtíssima duração.”

O Sul

Livro - Essencialismo

 


O ESSENCIALISTA NÃO FAZ MAIS COISAS EM MENOS TEMPO – ELE FAZ APENAS AS COISAS CERTAS.




Se você se sente sobrecarregado e ao mesmo tempo subutilizado, ocupado, mas pouco produtivo, e se o seu tempo parece servir apenas aos interesses dos outros, você precisa conhecer o essencialismo.




O essencialismo é mais do que uma estratégia de gestão de tempo ou uma técnica de produtividade. Trata-se de um método para identificar o que é vital e eliminar todo o resto, para que possamos dar a maior contribuição possível àquilo que realmente importa.




Quando tentamos fazer tudo e ter tudo, realizamos concessões que nos afastam da nossa meta. Se não decidimos onde devemos concentrar nosso tempo e nossa energia, outras pessoas – chefes, colegas, clientes e até a família – decidem por nós, e logo perdemos de vista tudo o que é significativo.




Neste livro, Greg McKeown mostra que, para equilibrar trabalho e vida pessoal, não basta recusar solicitações aleatoriamente: é preciso eliminar o que não é essencial e se livrar de desperdícios de tempo. Devemos aprender a reduzir, simplificar e manter o foco em nossos objetivos.




Quando realizamos tarefas que não aproveitam nossos talentos e assumimos compromissos só para agradar aos outros, abrimos mão do nosso poder de escolha. O essencialista toma as próprias decisões – e só entra em ação se puder fazer a diferença.




"Greg McKeown nos lembra que a clareza de foco e a capacidade de dizer 'não' são aspectos desvalorizados, porém fundamentais para os negócios nos dias de hoje." – Jeff Weiner, presidente-executivo do LinkedIn.


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Conta de luz deve ficar mais cara em setembro

 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (26), durante audiência pública no Senado, que a taxa extra na conta de luz, cobrada por meio das bandeiras tarifárias, deverá ser aumentada novamente em razão da crise hídrica.

“Temos de enfrentar a crise. Vamos ter de subir a bandeira, a bandeira vai subir. Vou pedir aos governadores para não subir automaticamente [o ICMS da energia elétrica], eles acabam faturando em cima da crise. Temos de enfrentar, não adianta ficar sentado chorando”, declarou Guedes.

A bandeira tarifária na cor vermelha poderá sofrer novo reajuste na semana que vem, durante reunião da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 91 anos.

Os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste – que respondem por 70% da capacidade de geração de energia do País – estão com 22,5% da capacidade de armazenamento e não há perspectiva de chuvas fortes nessas regiões até meados de outubro.

As usinas termelétricas – mais caras e poluentes – estão sendo acionadas para garantir o fornecimento de energia elétrica. Por isso, houve aumento no custo da geração, e o valor é repassado aos consumidores.

Colapso energético

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) informou nesta quinta que, a partir de outubro, a capacidade atual do País de geração de energia elétrica será insuficiente para atender à demanda. Na avaliação do órgão, é “imprescindível” aumentar a oferta de energia em cerca de 5,5 GW a partir de setembro.

As conclusões constam de uma atualização da nota técnica de monitoramento das condições do setor elétrico até novembro.

Entre as soluções que o ONS sugere para aumentar a oferta estão aumentar a importação de energia e a colocar em operação mais usinas termelétricas – que geram energia mais cara.

Na última terça (24), o CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico), presidido pelo Ministério de Minas e Energia, já havia informado que há “relevante piora” das condições hídricas no País, sem detalhar o quadro.

A quantidade adicional necessária, de 5,5 gigawatts (GW), corresponde a cerca de 7,5% da carga diária atual do sistema elétrico.

Segundo o ONS, os principais reservatórios do País chegarão ao fim do período seco, ou seja, em outubro, com níveis baixos de armazenamento. E mesmo com as medidas adotadas até agora para garantir o fornecimento de energia, “os recursos são insuficientes para atendimento ao mercado de energia e demandarão novas medidas no curto prazo”.

O cenário se agravou em razão do volume de chuvas menor do que o esperado para agosto, principalmente nos reservatórios da região Sul.

O Sul

Livro - Box O povo do ar - acompanha brindes

 


Os três volumes da série O povo do ar e o spin-off reunidos pela primeira vez em um box com conteúdos especiais. O conto inédito “As irmãs perdidas”, o mapa de Elfhame atualizado no verso das capas, uma capa nova para O canto mais escuro da floresta, e brindes como uma cinta em formato de coroa de papel, marcadores, pôster exclusivo com uma fan art da Arda Arts e uma flâmula.



 



Na série O povo do ar, a autora best-seller Holly Black transporta os leitores para Reino das Fadas. Não aquelas dos contos clássicos, fadas que podem ser cruéis e mortais, especialmente se motivadas pelo poder. Uma aventura que mistura magia, intrigas palacianas e romance.



 



O canto mais escuro da floresta (294 pág.)



Hazel e seu irmão, Ben, moram em uma cidade onde humanos e fadas convivem. A magia aparentemente inofensiva desses seres atrai turistas de todas as partes, que querem ver de perto as maravilhas do lugar e, principalmente, o garoto de chifres e orelhas pontudas que descansa em um caixão de vidro. Hazel e Ben eram fascinados pelo garoto quando crianças. Mas, eles sabem que o garoto de chifres nunca acordará… Até que um dia ele acorda. Agora, os irmãos precisam se tornar os heróis que fingiam ser e desvendar os mistérios que envolvem aquele príncipe com chifres.



 



O príncipe cruel (360 pág.)



Jude tinha 7 anos quando seus pais foram assassinados e foi forçada a viver no Reino das Fadas. Dez anos depois, tudo o que ela quer é ser como eles – lindos e imortais – e realmente pertencer ao Reino das Fadas, apesar de sua mortalidade. Para ganhar um lugar na Alta Corte, ela deve desafiar o Príncipe Cardan, o filho mais bonito e mais cruel do Grande Rei… e enfrentar as consequências.



 



O rei perverso (320 pág.)



Jude achou que, depois de enganar Cardan para que ele jurasse obedecê-la por um ano e um dia, sua vida se tornaria mais fácil. Mas ter qualquer influência sobre o Grande Rei de Elfhame parece uma tarefa impossível, principalmente quando ele faz de tudo em seu poder para humilhá-la e prejudicá-la, mesmo que seu fascínio pela garota humana permaneça intacto.



 



A rainha do nada (294 pág.)



Jude carrega o outrora impensável título de Grande Rainha de Elfhame, mas as condições são longe de ser ideais. Exilada por Cardan no mundo mortal, Jude se encontra impotente e frustrada enquanto planeja reivindicar tudo que Cardan tomou dela.


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Justiça suspende obrigação de quarentena a viajantes no Aeroporto Internacional de Guarulhos

 


O desembargador Antônio Cedenho suspendeu a obrigação de quarentena para passageiros que chegam ao Brasil pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, no estado de São Paulo, o maior do País.

A exigência havia sido determinada pelo juiz Alexey Pere, da 2ª Vara Federal de Guarulhos, a pedido do Ministério Público Federal. Pela decisão, qualquer pessoa que tivesse passado por Reino Unido, Irlanda do Norte, África do Sul e Índia 14 dias antes de chegar ao Brasil deveria fazer a quarentena.

Com esse requisito, essas pessoas tinham de permanecer na cidade do aeroporto ou nos arredores para cumprir o período de quarentena. No processo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) contestou a obrigação definida pelo juiz federal, apontando problemas.

“A medida imposta pela liminar é completamente ineficaz, ainda que implementada pela Anvisa, se não vier acompanhada de um conjunto de outras medidas que possam garantir o cumprimento da quarentena de forma digna no local do desembarque e de outras medidas de restrição de locomoção pelos demais modais”, argumentou a Agência.

O desembargador acolheu os questionamentos da Anvisa. “A decisão acarreta a impossibilidade do passageiro seguir para o seu domicílio, por transporte coletivo aéreo, a fim de cumprir a quarentena, causando vulnerabilidade ao viajante, que não tem um plano de acolhimento, e majoração dos riscos de transmissão do SARS-CoV-2 nos aeroportos”, ponderou em sua decisão.

Com a anulação da decisão, ficam valendo as regras da Portaria 655, de 23 de junho de 2021. A norma estabelece como obrigação para a entrada de estrangeiros no País por avião a apresentação de teste de laboratório (RT-PCR) negativo até 72 horas antes do embarque.

Segundo o Art. 7º § 5º da portaria, os passageiros provenientes de Reino Unido, Irlanda do Norte, África do Sul e Índia ou que tenham passado por esses países nos últimos 14 dias ficam impedidos temporariamente de embarcar para o Brasil.

Essa proibição não é válida para alguns tipos de viajantes desses países, como brasileiros natos ou naturalizados, imigrantes com residência em caráter definitivo, profissionais estrangeiros a serviço de organismo internacional ou creditado junto ao governo federal e estrangeiros em algumas situações.

Neste caso, a pessoa vinda que desembarcar no Brasil tem que fazer uma quarentena de 14 dias, mas sem necessidade de ser na cidade do aeroporto ou nos arredores dela.

O Sul

Livro - A coragem de ser imperfeito

 


Primeiro lugar na lista do The New York Times.


Brené Brown ousou tocar em assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição já teve mais de 25 milhões de visualizações.


Viver é experimentar incertezas, riscos e se expor emocionalmente. Mas isso não precisa ser ruim. Como mostra Brené Brown, a vulnerabilidade não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem.


Quando fugimos de emoções como medo, mágoa e decepção, também nos fechamos para o amor, a aceitação e a criatividade. Por isso, as pessoas que se defendem a todo custo do erro e do fracasso acabam se frustrando e se distanciando das experiências marcantes que dão significado à vida.


Por outro lado, as que se expõem e se abrem para coisas novas são mais autênticas e realizadas, ainda que se tornem alvo de críticas e de inveja. É preciso lidar com os dois lados da moeda para se ter uma vida plena. Em sua pesquisa pioneira sobre vulnerabilidade, Brené Brown concluiu que fazemos uso de um verdadeiro arsenal contra a vergonha de nos expor e a sensação de não sermos bons o bastante, e que existem estratégias eficazes para serem usadas nesse 'desarmamento'.


Neste livro, ela apresenta suas descobertas e estratégias bem-sucedidas, toca em feridas delicadas e provoca grandes insights, desafiando-nos a mudar a maneira como vivemos e nos relacionamos.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/livro-a-coragem-de-ser-imperfeito/34771185/?utm_source=magazinevoce&utm_medium=email&utm_campaign=email_260821_quinta_li&utm_content=produto-221851000&campaign_email_id=3262

Bolsonaro sanciona, com vetos, lei que visa facilitar abertura e gestão de empresas

 


O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (26), com vetos, a medida provisória criada (MP) com objetivo de facilitar a abertura e a gestão de empresas no País.

A sanção foi anunciada pela Secretaria-Geral da Presidência, mas o texto só deve ser publicado no “Diário Oficial da União” desta sexta (27).

A MP foi editada em março por Bolsonaro e já estava em vigor, contudo, dependia da aprovação de deputados e senadores para não deixar de valer. Com a aprovação e a sanção do presidente, as mudanças na legislação estão asseguradas.

O governo editou a medida provisória com a intenção de modernizar o ambiente de negócios no País a fim de incentivar a recuperação econômica, afetada pela pandemia de covid-19.

Um dos objetivos do governo ao editar a proposta é melhorar a posição do Brasil no “Doing Business”, ranking do Banco Mundial que mede a facilidade de fazer negócios em cada país.

O Brasil ocupa a 124ª colocação entre 190 países avaliados segundo o último relatório, divulgado em 2019.

Segundo o governo, entre os pontos sancionados na lei estão:

— CNPJ como o único número de inscrição fiscal das empresas. Pelas regras atuais, uma empresa precisa ter inscrição federal (CNPJ), estadual e municipal;

— eliminação de análises prévias (feitas apenas no Brasil) dos endereços das empresas;

— proteção de investidores minoritários, por meio da alteração da lei das sociedades anônimas, para aumentar o poder de decisão dos acionistas, inclusive minoritários;

— vedação ao acúmulo de funções entre o principal dirigente da empresa e o presidente do Conselho de Administração;

— criação de guichê único eletrônico único para exportadores e importadores por onde podem encaminhar documentos e informações para órgãos e entidades da administração pública federal;

— regulamentação das profissões de Tradutor Público e de Intérprete Comercial;

— autorização para que o Executivo crie o Sistema Integrado de Recuperação de Ativos (Sira), para facilitar a identificação de bens e devedores do governo federal, e agilizar a recuperação de créditos.

Vetos

Segundo a Secretaria-Geral, Bolsonaro vetou pontos como a dispensa da emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou documento equivalente nas obras imprescindíveis para se ter energia elétrica.

A dispensa, diz o governo, poderia comprometer a segurança de pessoas e o interesse de consumidores em casos de danos e acidentes decorrentes de erros de projeto ou de execução.

Bolsonaro também vetou mudança do nome Agentes Autônomos de Investimentos a fim de manter a nomenclatura alinhada com outros documentos que tratam do tema.

O Sul