Bolsonaro sanciona lei que eleva tributação de bancos para bancar subsídio a diesel e gás de cozinha

 


O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei resultante da MP (Medida Provisória) 1034/21, que aumenta a tributação de instituições financeiras para bancar o subsídio temporário ao diesel e ao gás de cozinha. O texto foi transformado na Lei 14.183/21, publicada nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial da União.

O projeto foi sancionado com vetos. Um deles retirou do texto aprovado pelo Congresso Nacional a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos comprados por pessoas com deficiência auditiva.

O governo editou a MP para compensar a diminuição de tributos sobre o óleo diesel e o gás de cozinha, definida em decreto publicado em março. Além de elevar a tributação dos bancos, a MP reduziu incentivos tributários da indústria química e limitou o valor dos veículos comprados com desconto por pessoas com deficiência.

Na Câmara dos Deputados, onde foi aprovada em junho, a medida provisória ganhou novos temas, como tributação da Zona Franca de Manaus, incluídos pelo relator, deputado Moses Rodrigues (MDB-CE).

Bancos

A nova lei prevê o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para os bancos de 15% para 25% até 31 de dezembro de 2021), passando para 20% a partir de 2022.

As demais instituições financeiras (como corretoras de câmbio, empresas de seguro, cooperativas de crédito, administradoras de cartão de crédito) pagarão 20% (hoje são 15%) até o final de 2021 e em 2022 voltam para os 15%. Para as demais pessoas jurídicas, a CSLL continua sendo de 9%.

Indústria química

O fim dos incentivos tributários para a indústria química e petroquímica será de quatro anos. As alíquotas atuais, de 1% de PIS e de 4,6% de Cofins, passam para 1,13% e 5,2%, respectivamente, de julho a dezembro.

Para 2022 as alíquotas serão de 1,26% para o PIS e de 5,8% para a Cofins, subindo, em 2023, para 1,39% e 6,4% respectivamente. Por fim, em 2024 o PIS será de 1,52% e a Cofins de 7%.

Pessoas com deficiência

Quanto aos carros novos comprados por pessoas com deficiência com redução do IPI, a lei limita o valor do automóvel a R$ 140 mil, incluídos os tributos. A restrição vale até 31 de dezembro de 2021. Além disso, daqui em diante o benefício só poderá ser usado a cada três anos, e não mais a cada dois anos, como era na Lei 8.989/95. Essas regras têm vigência imediata.

Os deputados haviam aprovado uma emenda estendendo a isenção de IPI para veículos novos comprados por pessoas com deficiência auditiva, mas a medida foi vetada por Bolsonaro. Ele afirmou que o benefício afeta as contas públicas.

Os vetos serão analisados agora pelo Congresso Nacional, em sessão a ser marcada.

Zona Franca

A lei também acaba com a isenção de tributos sobre petróleo e derivados para a Zona Franca de Manaus (ZFM). A regra entra em vigor em 90 dias.

Essa medida vinha sendo cobrada por distribuidores de combustíveis de outras regiões do País, que alegam que o benefício fiscal desequilibrava a concorrência no setor. As informações são da Agência Câmara de Notícias.

O Sul

Câmara dos Deputados proíbe despejos e desocupações de imóveis até o fim do ano

 


A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 827/20 que proíbe o despejo ou a desocupação de imóveis até o fim de 2021. A emenda do Senado, que exclui os imóveis rurais da proibição, também foi aprovada.

Segundo o projeto, as medidas como ordens de despejo ou liminares proferidas antes do período de calamidade pública decretado no ano passado não poderão ser efetivadas até 31 de dezembro de 2021. Nem mesmo medidas preparatórias ou negociações poderão ser realizadas.

Com exceção dos atos já concluídos, o projeto suspende todas as desocupações praticadas desde 20 de março de 2020. No caso de ocupações, a regra vale para aquelas ocorridas antes de 31 de março de 2021 e não alcança as ações de desocupação já concluídas na data da publicação da futura lei.

O projeto considera desocupação ou remoção forçada coletiva a retirada definitiva ou temporária de indivíduos e famílias de casas que elas ocupam sem a garantia de outro local para habitação isento de nova ameaça de remoção. A nova habitação oferecida deve ter ainda serviços básicos de comunicação, energia elétrica, água potável, saneamento, coleta de lixo, estar em área que não seja de risco e permitir acesso a meios habituais de subsistência.

Os imóveis alugados, com atraso de aluguel, fim do prazo de desocupação pactuado, demissão do locatário em contrato vinculado ao emprego ou permanência de sublocatário no imóvel, também se enquadram no projeto de lei.

Entretanto, o benefício dependerá de o locatário demonstrar a mudança de sua situação econômico-financeira em razão de medidas de enfrentamento à pandemia a tal ponto que tenha resultado na incapacidade de pagamento do aluguel e demais encargos sem prejuízo da subsistência familiar.

A proibição será aplicada somente a contratos cujo valor mensal de aluguel seja de até R$ 600 para imóveis residenciais e de até R$ 1,2 mil para imóveis não residenciais.

Se a tentativa de acordo entre locador e locatário não tiver sucesso em relação a desconto, suspensão ou adiamento do pagamento de aluguel durante a pandemia, o locatário poderá desistir do contrato sem multas ou aviso prévio de desocupação também até 31 de dezembro de 2021.

Essa possibilidade será aplicável ainda para imóvel não residencial urbano no qual se desenvolva atividade profissional que tenha sofrido interrupção contínua em razão da imposição de medidas de isolamento ou quarentena por prazo igual ou superior a 30 dias.

O texto aprovado prevê que essa desistência do contrato sem multas ou aviso prévio não será aplicada quando o imóvel objeto da locação for o único de propriedade do locador, fora aquele utilizado para sua residência, e desde que os aluguéis consistam na totalidade de sua renda. O projeto será enviado à sanção presidencial. (ConJur)

O Sul

REFORMA TRIBUTÁRIA: DO IMPOSTO AO ESGOTO - 16.07.21

 por Carlos Fernando Souto (Exame.com)


 


O executivo federal encaminhou, como se sabe, dias atrás, uma proposta de reforma tributária ao congresso nacional. Essa reforma é como esgoto a céu aberto. E, lamento informar, a culpa é toda sua.


Você sabe quem foram os últimos presidentes do Brasil ou do Congresso nacional ou, ainda, do Supremo Tribunal Federal? Esses nomes, acreditando que muitos os conheçam, são inspiradores, geram esperança, construíram legados virtuosos, contribuíram na construção de um país melhor?


Se compararmos esses nomes com Marie Curie, Richard Feynman, Vasili Arkhipov, Steve Jobs, Paul Johnson, Jennifer Doudna, Irineu Evangelista de Sousa, Manuel Francisco dos Santos, John Pierpont Morgan, AJ Renner, Thomas Sowell ou Moacir Santos, a que conclusão chegaremos?


Perceberíamos universos paralelos, como o dia está para a noite.


Enquanto aqueles são a clara noção de sentimentos ambíguos, estes são, cada um a seu jeito, talentos empreendedores e virtuosos de impérios que transcendem os limites das suas individualidades e que fazem a sociedade, acredite, melhor.


Enquanto os primeiros entram para a história como páginas a serem, muitas vezes, não repetidas, os segundos escreveram histórias que orgulham e dão vida. Essa comparação, para além de desigual, serve também para refletirmos a respeito de quem somos, de nossas escolhas e preferências e, sobretudo, para denunciar as nossas inconsistências.


As mazelas dos representantes do poder público são as nossas mazelas. Somos, em boa medida, iguais a eles. Não fosse assim, não teriam chegado aonde chegaram e não fariam o que fazem, com toda a atenção que recebem.


Não adianta reclamar deles porque provavelmente você não fez o suficiente para que a situação fosse diferente e, estando lá, talvez fizesse a mesma coisa ou até pior.


No fundo, o que queremos é precisamente aquilo que criticamos: privilégios.


Não por acaso sabemos menos sobre os citados por último, que chegaram aonde chegaram por conta de seus esforços, sofrimento e muito trabalho.


Queremos privilégios, sinecuras, benefícios rápidos. Não queremos riscos nem trabalho. Esse é o nosso problema. Querem ver como tenho razão?


A Corsan, companhia de água e esgoto gaúcha, está no mercado há mais de 50 anos. Pois bem, a Corsan paga milhões em dívidas trabalhistas por ano, mas universaliza apenas 16,3% do esgotamento sanitário. Como uma empresa que tem o monopólio de um serviço essencial pode ter uma performance tão inaceitável? Que tipo de sociedade dá de ombros para um descalabro desse vulto, sabendo-se que o tratamento de esgoto é questão central de saúde pública?


A Corsan é como o nosso governo, qualquer governo. A Corsan, em boa medida, é você. A Corsan é a causa da proposta de reforma que pretende aumentar a carga tributária. E o aumento da carga tributária é a marca de uma sociedade que, na esperança do fácil, não necessariamente prioriza o certo. No nosso código moral, incorporamos a ideia de privilégios, de ganhos sem trabalho, sem construção, sem contrapartida.


Para sair do esgoto a céu aberto, é preciso investir no tratamento desse esgoto. Isso requer muitas mudanças. Mudanças difíceis.


Para que a reforma tributária reduza a carga de tributos em vez de aumentá-la é necessário que, antes, você mude. É necessário que você valorize o trabalho e a ética, renuncie ao cinismo da esperança vã e assuma as suas próprias responsabilidades.


Antes de entregar dinheiro para o governo, pense que esses recursos poderiam estar em mãos melhores, mais éticas, mais trabalhadoras, mais competentes. E que essas mãos poderiam ser as suas próprias mãos. Mas não por privilégio e, sim, por merecimento.


Se a despesa pública fosse menor e melhor, se o esgoto fosse tratado, a reforma tributária seria outra. Portanto, de uma vez por todas, saia moralmente do esgoto para que se possa ter menos tributos.


Pontocritico.com

DE NOVO: A -CAUSA- ESTÁ NA DESPESA - Gilberto Simões Pires

 SOCIEDADE ETERNAMENTE EQUIVOCADA

Volto a insistir, alertar e tentar me fazer compreender, pela enésima vez, sobre o quanto a nossa equivocadíssima sociedade brasileira em geral ainda não se convenceu de que ficar surrando as CONSEQUÊNCIAS, além de não produzir qualquer efeito positivo ainda acaba estimulando novas e mais resistentes dificuldades logo a frente.


CAUSAS DEVEM FICAR EM PAZ

O que se vê, cotidianamente, é deixar que as CAUSAS dos nossos problemas, independente de tamanho, cor ou periculosidade, fiquem repousando em ambientes frescos e bem arejados para que permaneçam INTOCÁVEIS, sempre em PAZ e, portanto FORA DO ALCANCE de quem quer que seja por todo o tempo.


ABSURDO FUNDO ELEITORAL

Vejam, por oportuno, que neste momento crucial em que se discute uma REFORMA TRIBUTÁRIA, cuja proposta aponta pouco ou nada para uma SIMPLIFICAÇÃO, e muito para uma CALIBRAGEM FISCAL, que dê importantes condições para que o ESTADO possa satisfazer as exageradas e injustas DESPESAS PÚBLICAS, o PODER LEGISLATIVO (leia-se Câmara e Senado) aprovou a LDO -Lei de Diretrizes Orçamentária-, que norteia o ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO, na qual consta o ABSURDO AUMENTO DO FUNDO ELEITORAL, de R$ 2 BILHÕES para R$ 5,7 BILHÕES.


IMPOSTOS

Mais uma vez, e exatamente por isso insisto sistematicamente, o povo brasileiro mostra enorme e dramática preferência em atacar a elevação dos IMPOSTOS, o que é a mais pura CONSEQUÊNCIA. Assim, a GRANDE CAUSA, que está claramente na DESPESA PÚBLICA permanece INTOCÁVEL. Pode? Mais: quem está sendo visto e considerado como vilão é o PODER EXECUTIVO, que tem o DEVER de cumprir com o que é aprovado pelo PODER LEGISLATIVO.


CARGA DE DESPESAS PÚBLICAS SOBRE O PIB

Antes, portanto, de criticar a nossa elevadíssima CARGA TRIBUTÁRIA, melhor seria gritar contra a absurda CARGA DE DESPESAS PÚBLICAS, verdadeira, legítima e grande CAUSA da frequente elevação dos IMPOSTOS. Atenção: é comum dizer que a elevada CARGA TRIBUTÁRIA está perto de 40% do PIB, quando o correto seria alertar que a CARGA DA DESPESA PÚBLICA está na ordem de 50% do PIB. Ou seja, IMPOSTOS ELEVADOS não conseguem satisfazer ao apetite incomensurável das DESPESAS PÚBLICAS. Que tal?


REVOLTANTE

A propósito deste tema crucial, eis o que diz o pensador Roberto Rachewsky:


R$ 6 bilhões injetados diretamente nas veias dos partidos já não pode ser REVOLTANTE. Tampouco pode ser revoltante saber que meio bilhão desses 6 bilhões serão injetados onde já passou o dinheiro do mensalão, do petrolão e sabe-se lá o que mais.


Revoltante mesmo é ver que o PT e seus cúmplices não foram proscritos. Revoltante é ver que os que passaram a mão no dinheiro da corrupção não estão presos nem perderam os direitos políticos para sempre.


Revoltante é ser extorquido todos os dias e ter que entregar o dinheiro de quem cria e produz para uma organização criminosa chamada governo.


Revoltante é ver a turma de Brasília que cria as leis e instituições para explorar os cidadãos ter quem os defenda mesmo quando decidem aumentar a tributação escorchante para equilibrar uma conta que cresce sem limites, que não respeita nada nem ninguém mas apenas a voracidade dos que vivem da cobrança de impostos. Lei de diretrizes orçamentárias é um pomposo nome para um acordo de distribuição do butim arrecadado na pilhagem dos empresários e trabalhadores. Os programas de educação, saúde, segurança, justiça, infraestrutura e bem-estar social são pretextos para que coisas como: o fundão, auxílio-moradia de juiz, seguro-saúde de senador, pensão vitalícia de presidente, verbas de representação de deputados e burocratas, cartões corporativos da elite do funcionalismo ou rachadinhas,  sejam possíveis. Não cabe sentir-se horrorizado com o destino do dinheiro quando o horror deveria existir quando ele nos é tirado.


LEILÃO DA CEEE



A CPFL adquiriu 66% das ações da Companhia Estadual de Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-T), do Rio Grande do Sul, em leilão de privatização ocorrido nesta sexta-feira (16) na B3.O lance foi de R$ 2,67 bilhões, representando um ágio de 57,13% em relação ao valor mínimo de R$ 1,7 bilhão.


Pontocritico.com

Nove em cada dez vítimas de golpes financeiros são homens

 por Isabela Bolzani

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Criptomoeda é produto mais citado nas fraudes, muito difundidas por app de mensagens

Nove em cada dez vítimas de golpes financeiros são homens, aponta levantamento do Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgado nesta quinta-feira (15).

O público que cai nesse tipo de golpe é composto, em geral, por homens (91% dos entrevistados), com idade entre 30 e 39 anos (36,5%), pós-graduados (38%) e com renda familiar mensal entre dois e cinco salários mínimos (23%).

 

As criptomoedas aparecem como o produto de investimento mais citado pelas vítimas de golpes financeiros, sendo mencionadas por 43,3% dos respondentes. Em seguida, aparecem os demais mercados, como Forex (29,8%), opções binárias (16,9%) e ações (15,2%).

Forex, também chamado de FX, é uma abreviação para Foreign Exchange Market (mercado de câmbio), e funciona por meio da negociação de moedas estrangeiras. O lucro é obtido pela diferença das cotações das moedas.

Opções binárias, também conhecidas pelo mercado como opções digitais ou opções de retorno fixo, são feitas a partir da aposta de uma variação de baixa ou de alta de um determinado ativo, na tentativa de prever o comportamento de preços.

Ainda segundo o levantamento da CVM, o meio de divulgação mais citado para fraude foi o WhatsApp, com 27,5% das menções, seguido pela divulgação boca a boca (19,7%) e por emails e ligações telefônicas (12,4% cada).

Ainda segundo a pesquisa, um quarto das vítimas (22,5%) perdeu entre R$ 10 mil e R$ 50 mil (22,5%) para os golpistas. Outros 21,3% perderam entre R$ 1.000,01 e R$ 5.000,01 (21,3%). Os valores perdidos variam de R$ 100 a R$ 100 mil.

Pelo menos metade das vítimas afirmaram conhecer o fraudador de alguma forma, seja pessoalmente (28,1%) ou como um conhecido da família ou alguém da mídia (21,9%).

Quando questionados sobre quais aspectos contribuíram para que tivessem caído no golpe, as respostas mais frequentes foram: a aparência do site transmitindo confiança (39,9%), outros familiares/amigos já haviam feito o investimento (38,8%), bom atendimento por parte dos profissionais (35,4%), pequeno investimento exigido (30,9%) e desconhecimento da modalidade do golpe (24,7%).

“Os esquemas diminuíram os exageros, estão mais sofisticados e incorporando elementos que passam mais credibilidade, uma vez que a rentabilidade menos exagerada é percebida como factível pelos entrevistados, que dizem ser um valor possível de ser atingido com uma equipe dedicada e que entenda de mercado financeiro”, afirmaram Isabella Pereira e Bruno Bruno, autores do estudo, em relatório.

A pesquisa ouviu 1.002 pessoas. Dessas, 178 afirmaram ser vítimas de fraudes financeiras, ou, após marcarem não ter certeza, indicaram terem caído em golpes em outras respostas.

Fonte: Folha Online - 15/07/2021 e SOS Consumidor


Empresa aluga móveis para home office que podem ser desmontados em minutos


Larvas em macarrão instantâneo geram direito a indenização por danos morais


Banco restituirá valores cobrados em empréstimo consignado irregular

Farmácias são multadas por obter dados pessoais de forma irregular

 A farmácia que obtém autorização irregular dos clientes para uso de dados pessoais deve ser multada. Segundo o Departamento Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), os estabelecimentos coletaram dados pessoais e a digital dos consumidores, bem como a autorização para o tratamento desses dados, sem prestar as informações adequadas aos clientes, conforme estabelecido na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Os consumidores eram informados apenas de que a loja estava realizando o recadastramento para atualização cadastral ou de descontos, sem mencionar a autorização para o uso dos dados pessoais.

 

Isso acontecia tanto com consumidores que já eram clientes da drogaria como com clientes novos. Em alguns estabelecimentos, os funcionários chegavam a mencionar a LGPD, porém não passavam a informação completa e adequada aos consumidores. Além disso, os fiscais verificaram que os termos da autorização que estava sendo solicitada não eram mostrados nem lidos para os consumidores.

Os funcionários apenas selecionavam a opção "aceito" nos itens sobre o consentimento para o uso de dados pessoais, que apareciam na tela do computador, e pediam que o cliente confirmasse com a digital. Após, entregavam um comprovante de consentimento de uso de dados, que continha somente um resumo das informações, diferente do que aparecia para o atendente na tela do computador.

Durante fiscalizações, foi constatado que as farmácias obtinham o consentimento dos consumidores para o tratamento, uso e compartilhamento de seus dados pessoais, sem que eles tenham total ciência sobre o que estão autorizando, pois as informações não são passadas de forma clara e adequada. "Ficou comprovado que o principal objetivo da atualização cadastral é conseguir a autorização para o tratamento de dados, prevalecendo-se da ignorância do consumidor, e não apenas garantir a participação em programas de descontos e benefícios, como era informado aos clientes durante o recadastramento", explica Ivo Vinícius Firmo, coordenador de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado.

Segundo a LGPD, para obter os dados e o consentimento para o uso, o cidadão deve ser informado previamente, de forma clara e transparente, sobre quem terá acesso, para que seus dados serão utilizados, por quanto tempo, com quem serão compartilhadas as informações, entre outras informações. O consentimento é considerado nulo se for obtido de forma enganosa ou abusiva.

Assim, a rede de farmácias recebeu multa no valor de R$ 572.680,71. Com informações da assessoria de imprensa do Procon-MT. 

 

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 15/07/2021 e SOS Consumidor

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Receita começa distribuição de cartas para correção de inconsistências no IR2021

 Cerca de 550 mil contribuintes devem receber notificação para correção de informações na declaração do imposto

Receita Federal começou a enviar cartas aos contribuintes alertando sobre inconsistências nas declarações do Imposto de Renda 2021 , por meio do "Projeto Cartas". O objetivo é que os cidadãos façam as correções através da retificadora e escapem da malha fina.

As 550 mil cartas serão enviadas mais cedo: até a primeira semana de agosto. Em anos anteriores, essas cartas eram enviadas somente nos meses de setembro e outubro.

Ao regularizar a declaração antes de ser intimado ou notificado pela Receita Federal, o contribuinte evita a autuação e cobrança de multas. Depois disso, não é mais possível corrigir a declaração apresentada.

Para saber a situação do documento apresentado à Receita Federal, é necessário consultar o extrato do processamento, no serviço ‘Meu Imposto de Renda’,  disponível no e-Cac . Não é necessário comparecer aos postos de atendimento.

Continua após a publicidade É importante verificar se todos os valores declarados estão corretos e se há documentação que comprove o que foi informado.

Entre janeiro e junho deste ano, a retificação de DIRPF exercícios 2016 a 2021 resultou em R$ 1,37 bilhão de arrecadação, sendo R$ 1,17 bilhão referente à redução no valor de imposto a restituir e R$ 202,39 milhões referente ao aumento no valor do imposto a pagar apurado pelos próprios contribuintes nas declarações retificadoras.

Fonte: economia.ig - 14/07/2021 e SOS Consumidor


Paciente submetida a mastectomia após demora em agendamento de biópsia será indenizada



WhatsApp da Caixa informará novas datas do auxílio emergencial

 por Clayton Castelani

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Mensagem será enviada a beneficiários, que não precisam ter crédito no celular

As datas das novas três parcelas do auxílio emergencial 2021 ainda não foram divulgadas pelo governo, mas não será por falta de aviso que quem tem direito ao benefício deixará de saber os dias em que receberá o dinheiro.

Mensagens por WhatsApp enviadas pela Caixa Econômica Federal informarão aos beneficiários sobre as datas de depósitos e de liberação dos saques da nova rodada de pagamentos, contou nesta quinta-feira (15) o presidente do banco, Pedro Guimarães.

 

Serão 500 milhões de mensagens gratuitas, segundo Guimarães, o que permitirá que até mesmo beneficiários que utilizam o aplicativo e estejam eventualmente sem créditos ou plano de dados ativo possam receber as informações oficiais enviadas pela Caixa. 

Para receber o comunicado é necessário que o beneficiário tenha cadastrado o número de celular no aplicativo Caixa Tem.

A Caixa informou que não utiliza mensagens de WhatsApp para pedir informações como números de documentos ou fotografias. O cidadão deve ficar atento, portanto, à possibilidade de que pedidos de dados por aplicativos de mensagens sejam tentativas de golpes.

Novas parcelas confirmadas

A inclusão de mais três meses de pagamentos foi confirmada no início deste mês por meio de um decreto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Os valores mensais serão os mesmos do benefício pago atualmente: mulheres chefes de família monoparental (criam os filhos sozinhas) recebem R$ 375 e os indivíduos que moram sozinhos (família unipessoal), R$ 150. As demais famílias têm direito a mensalidades de R$ 250.

Para quem recebe o Bolsa Família, o calendário de repasse segue de acordo com o pagamento habitual.

Antecipação da 4ª parcela

Também nesta quinta-feira, Guimarães falou sobre a antecipação da quarta parcela do auxílio. Para alguns beneficiários que estavam no fim da fila, o calendário foi adiantado em quase três semanas.

"Todos receberão depósitos nas contas digitais ainda no mês de julho, para que possam realizar compras e pagar boletos com o aplicativo Caixa Tem", disse Guimarães.

Para o beneficiário que não está inscrito no Bolsa Família, os depósitos terão início neste sábado (17) e seguirão até 30 de julho. Saques e transferências serão autorizados entre 2 e 18 de agosto. A ordem dos pagamentos é estabelecida conforme o mês de nascimento. Veja o calendário:

CRÉDITO NA CONTA

Mês de nascimentoDia
Janeiro17 de julho
Fevereiro18 de julho
Março20 de julho
Abril21 de julho
Maio22 de julho
Junho23 de julho
Julho24 de julho
Agosto25 de julho
Setembro27 de julho
Outubro28 de julho
Novembro29 de julho
Dezembro30 de julho

SAQUE DO VALOR

Mês de nascimentoDia
Janeiro2 de agosto
Fevereiro3 de agosto
Março4 de agosto
Abril5 de agosto
Maio9 de agosto
Junho10 de agosto
Julho11 de agosto
Agosto12 de agosto
Setembro13 de agosto
Outubro16 de agosto
Novembro17 de agosto
Dezembro18 de agosto

Canais de atendimento da Caixa

A Caixa fornece informações pelo telefone 111 de segunda a domingo, das 7h às 22h, gratuitamente. Além disso, o banco disponibiliza o site auxilio.caixa.gov.br.

Outras informações sobre o Auxílio Emergencial 2021 estão nas nossas redes sociais:

  • Twitter.com/caixa
  • facebook.com/caixa
  • instagram.com/caixa
  • youtube.com/user/canalcaixa

Fonte: Folha Online - 15/07/2021 e SOS Consumidor


Planos de saúde são condenados a cobrir tratamento para autismo



Google tira do ar canal Terça Livre do Youtube após decisão judicial