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— Augusto Nunes (@augustosnunes) July 14, 2021
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Por Thomas Korontai
Em 14 de julho de 1789, o mundo assistiu à Queda da Bastilha, numa demonstração forte e simbólica do fim do absolutismo e opressão na França, em busca da liberdade e, consequentemente, através da busca pessoal da felicidade e melhores condições de vida. Em novembro de 1989, o Mundo viu, pela TV, as emocionantes cenas dos martelos, paus, pedras e até punhos, pondo abaixo uma das maiores vergonhas que a Humanidade, passivamente, já admitiu: o Muro de Berlim. A Queda do Muro marcou o início da queda da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, pondo fim ao totalitarismo que quase atravessou um século, e que dizimou dezenas de milhões de pessoas, mais do que nas guerras do mesmo período.
Estamos em 2021 e o que estamos esperando é a Queda da Ficha. Esta, ao contrário de torres e muros, está dentro de milhões de brasileiros, desde o Zé dos Anzóis até os poucos mais bem posicionados na pirâmide social tupiniquim.
A Queda da Ficha significa o reconhecimento, por parte dos brasileiros e, quiçá, por parte dos governos, de que o gigantesco aparato estatal é que está matando a Nação, progressivamente. Os ataques mortais, provenientes do alto da bastilha brasiliense, atingem o nível de atividade econômica, a produção intelectual, a atividade política séria e honesta, as instituições e, por fim, a sociedade, a família e o indivíduo, muitos destes sendo vencidos pela imoralidade e pela nova ética do Estado Paralelo, dominado pela Lei da Vantagem, ou como diriam alguns juristas, pelo neoconstitucionalismo ou ainda, pela juristocracia.
Este aparato, construído em sólida torre babilônica repleta de atribuições e cercada do muro dos corporativismos, impõe-se cada vez mais sobre a plebe, ou seja, o Povo Brasileiro. A Queda da Ficha representará, em algum momento de nossa História futura, a compreensão da subversão dos valores organizacionais institucionais. O Estado, na forma como existe no Brasil, esta torre babilônica defendida pelos que dele se beneficiam, serve-se da população que o sustenta, com mais de 40% do que produz, quando, sabidamente, deveria ser exatamente o contrário, o Estado servir à população.
Quanto será necessário ainda, para que a Ficha caia? Este artigo foi escrito em 2003 e foi apenas atualizado com pequeníssimas alterações, passando-se, portanto, 18 anos! Quanto será necessário ainda, para que se perceba que a bastilha brasiliense, presente e espelhada constitucionalmente em cada canto desse mundão de brasis, extorquiu as autonomias que agora negocia em troca de favores políticos com os governadores, os quais, para garantir fechamentos orçamentários, dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal, obtiveram permissão para retirar subvenções de seus próprios orçamentos, para a saúde e educação? (E pensar que, 18 anos depois, a fraudemia do covid transformou o Brasil em uma confederação de 27 bastilhas mais o “bastilhão” de Brasília).
Quanto será necessário para que se compreenda que a solução dos problemas locais se encontra nos próprios locais, desde que, tenham liberdade para auto-gestão, auto geração e auto responsabilidade, sem que se tenha que enviar o produto de seu trabalho para a bastilha maior para aguardar o retorno das migalhas?
Quanto será necessário para que se compreenda que quanto mais centralizado o poder, mais vulnerável o mesmo fica às forças exógenas do poder financeiro e político?
Quando ocorrer a Queda da Ficha, com essas e outras constatações clarificadas na mente de cada brasileiro, a queda da bastilha e do muro tupiniquim que veda nossas liberdades, nossas autonomias, nosso desenvolvimento, nossa visão de futuro, nossas escolhas locais e até pessoais, se tornará inexorável. Uma nova História começará no Brasil.
A Queda da Ficha já vem ocorrendo com muitos brasileiros que perceberam a causa primária dos problemas nacionais, o centralismo crônico dos poderes políticos, administrativo, judiciário, legislativo, tributário e financeiro na esfera federal, não mais se deixando levar pelo papo dos pretores do centenário politburo tupiniquim. Mas muitos ainda faltam. Milhões. A Bastilha caiu. O Muro caiu. A Ficha precisa cair o mais rápido possível, pelo bem do Brasil e do seu Povo.
- Thomas Korontai – empresário, autor literário e líder federalista no Brasil. t.me/canal_TK
Pontocritico.com
POVO NAS RUAS
Pelos vídeos que recebi nestes últimos dias, tudo leva a crer que o povo cubano está disposto a permanecer nas ruas até que o GOVERNO DITATORIAL entenda de uma vez por todas que não há mais espaço para o REGIME COMUNISTA, que simplesmente arrasou com a economia daquele que já foi considerado como um dos mais prósperos países da maravilhosa região caribenha.
PÉSSIMAS HISTÓRIAS
Como já tive a oportunidade de visitar, por duas vezes a Ilha de Cuba, ambas na condição de comunicador credenciado para participar de MISSÕES OFICIAIS DE GOVERNO tenho -péssimas- histórias para contar sobre o que vi e muito do que me foi contado nos mais variados ambientes que os turistas em geral não têm acesso.
GROSSA MENTIRA
A propósito, dentro do exemplar modelo que foi bastante utilizado pelo manipulador Joseph Goebbels, que afirmava sempre que MENTIRAS REPETIDAS VÁRIAS VEZES ACABAM SENDO VISTAS E ENTENDIDAS COMO VERDADES, não são poucos aqueles que ACREDITAM PIAMENTE que Cuba é uma referência mundial em SAÚDE E EDUCAÇÃO. Esta GROSSA MENTIRA eu vi nas VISITAS OFICIAIS, guiadas por funcionários destacados pelo governo.
SAÚDE PÚBLICA
Pois, para quem não sabe, em Cuba funciona o MÉDICO DE QUARTEIRÃO, que tem em mãos os prontuários de todos os habitantes da jurisdição que atende. Porém, quem procura o médico, é atendido num ambiente que fere completamente aquilo que significa SAÚDE. Todos os postos de saúde que visitei mostram o mesmo quadro fétido e sujo, muitas vezes sem água e energia.
EDUCAÇÃO
No que diz respeito à EDUCAÇÃO, na conversa que tive com professores, perguntei sobre os livros que os cubanos tinham acesso. A resposta, mais do que óbvia: quem decide o que o povo deve ou não ler é o governo. Isto comprovei - in loco- nas duas livrarias que existem na Calle Obispo, no centro de Havana. Ao perguntar, em ambas, se havia algum livro de economia do Milton Friedman, a resposta NÃO era enfática, como se o economista fosse o próprio demônio...
PEQUENA HISTÓRIA CUBANA
Como o título deste editorial faz referência a HISTÓRIAS DE NINAR PARA FILHOS E NETOS, aí vai uma que me foi contada ontem pelo renomado jornalista gaúcho Ricardo Azeredo:
PEQUENA HISTÓRIA CUBANA QUE EU VIVI
No final dos anos 90 eu tinha uma sobrinha estudando radiologia em Cuba. Os avós bancaram a viagem. Ela morava em Camaguey, um centro universitário.
Como eu era o único na família que falava bem espanhol, cabiam a mim os contatos com as centrais telefônicas cubanas e outros canais estatais obrigatórios pelos quais ela se comunicava comigo e a família.
Nas conversas, muito cuidado para evitar críticas à vida que levava por lá. Os e-mails, limitados, passavam por um endereço oficial e os conteúdos eram checados pelas autoridades. Telefonemas DDI eram monitorados e cartas postais abertas antes de chegarem ao destinatário.
Como todo cubano, ela tinha uma “caderneta” com a qual acessava uma quantidade de víveres determinada pelo governo. Enfrentava sempre longas filas para adquirir sua cota básica.
Periodicamente a família enviava do Brasil alguns itens que o governo cubano permitia. Eu tinha que negociar as remessas com as autoridades de lá. Algumas peças de roupa, algum enlatado. Ela me pedia: ”Tio, manda papel higiênico, por favor!”
E assim eu rompia o famigerado e impenetrável bloqueio imperialista apenas enviando a carga formalmente pelos meios postais regulares.
Durante o curso, ela casou com um cubano colega de faculdade. Tiveram um filho. O marido era filho de um economista com posição importante. Moravam numa casa muito simples, cheios de privações.
A grande diversão era alugar de vez em quando um aparelho de videocassete (o mundo há anos no DVD) e assistir os poucos filmes disponíveis nas raras locadoras. Era a única opção contra a programação da TV, tomada pelos discursos intermináveis do Fidel e outras “atrações” oficiais.
Os dois se formaram. Queriam morar no Brasil. Mas ele não tinha permissão para sair de Cuba, muito menos com o pequeno filho cubano. Ela veio na frente, mas tinham um plano: tentariam uma autorização especial para que ele visitasse a família dela no Brasil, com compromisso de voltar para Cuba em poucos dias.
Depois de muita peleia contra a burocracia cubana, conseguiram. Chegaram a Porto Alegre alguns meses depois. Nunca vou esquecer o olhar embasbacado do cubano ao sair do avião no Salgado Filho.
No começo passaram alguns dias na minha casa. O marido médico passava o dia no sofá, hipnotizado com o controle remoto na mão, zapeando maravilhado pelos canais da TV a cabo se lambuzando com milhares de conteúdos que na terra dele eram inimagináveis. Forno de micro-ondas? Parecia coisa de ficção científica. Geladeira cheia? A visão do paraíso!
Nunca mais voltaram para a “Ilha”. Com diplomas validados, os dois passaram a exercer a medicina por aqui e tiveram mais uma filha.
Daqueles tempos restou uma lembrança que ele me trouxe de Cuba: uma edição do Granma, o jurássico jornal símbolo do comunismo. O conteúdo nem preciso descrever.
Pontocritico.com
Novo Óleo Demaquilante Facial Bioré tem alto poder de limpeza, sem deixar a pele oleosa e pegajosa após o uso. Atenta aos hábitos das consumidoras brasileiras, Bioré identificou que a maioria das mulheres considera que os demaquilantes disponíveis no país deixam resíduos na pele e uma sensação de pele oleosa e pegajosa. Como resultado, elas terminam este processo de remoção de maquiagem no chuveiro, usando sabonete facial. O público-alvo de Bioré são mulheres apaixonadas por beleza, preocupadas com a saúde da pele e interessadas nas últimas tecnologias em skincare. Pensando nessas mulheres, Bioré trouxe para o Brasil o Óleo Demaquilante Bioré , um demaquilante de última geração que remove a maquiagem, até mesmo com o rosto e as mãos molhadas. Formulado com ingredientes compatíveis com água, ainda que à base de óleo, o novo Óleo Demaquilante Bioré é um cuidado eficaz para aqueles que usam maquiagens pesadas e à prova d ́água, pois possui tecnologia exclusiva que forma camadas laminares para melhor dissolução e remoção da maquiagem. Sem deixar resíduos ou oleosidade, o Óleo Demaquilante Bioré pode ser usado durante o banho. Assim, O Óleo Demaquilante Bioré remove completamente toda e qualquer maquiagem, incluindo máscara à prova d’água, delineador, batom e base. É indicado para quem busca demaquilantes práticos a com alto poder de limpeza. Seus principais benefícios são: Remove completamente até as maquiagens mais resistentes, sem deixar a pele oleosa ou pegajosa após o uso; pode ser usado durante o banho; enxagua facilmente com água e dispensa uso de algodão. Modo de usar: O ritual de beleza com o Óleo Demaquilante Bioré deve ser feito aplicando o produto direto nas mãos, sem algodão, e massageando-o delicadamente sobre o rosto para remover a maquiagem, inclusive máscara à prova d`água. Para finalizar, enxágue abundantemente com água. Não é necessário uso de sabonete facial após a aplicação. Código ANVISA: 25351.283300/2019-83
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Sua poderosa fórmula com Manteiga de Karité, Água de Coco, Baunilha, Frutas Cítricas e Benjoim Doce, proporciona cabelos macios, hidratados e com um cheirinho mara!
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Modo de usar: Com os cabelos limpos e úmidos, aplique uma quantidade generosa do Creme Para Pentear Lola Milagre uniformemente nos cabelos úmidos, da raiz às pontas. Enxágue e modele como de costume ou deixa secar naturalmente. O uso da escova e piastra otimiza os resultados. Se desejas, use sem enxague para controle de volume e brilho.
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