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Quina foi acertada por 57 apostadores, que levarão para casa quase R$ 70 mil
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2389 da Mega-Sena, que ocorreu neste sábado. O prêmio estimado para o próximo sorteio, na quarta-feira, é de R$ 65 milhões.
Os números sorteados nesta quarta foram: 16-30-37-39-40-51
Segundo a Caixa, 57 apostas acertaram na quina e levarão R$ 69.283,28. Outras 3.887 apostas fizeram a quadra e poderão ser trocadas por R$ 1.451,41.
Correio do Povo
Chefe do Executivo disse que presidente do TSE quer a volta da fraude eleitoral
O presidente Jair Bolsonaro rebateu neste sábado o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em discurso na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). A fala ocorreu logo após a participação na motociata em Porto Alegre. "O que ele quer é a volta da roubalheira, a volta da impunidade através da fraude eleitoral. Não adianta me ameaçar por crime de responsabilidade. Ele não tem moral", afirmou.
A crítica se refere à nota divulgada, nessa sexta-feira, pelo TSE, que rechaça as declarações feitas por Bolsonaro sobre a existência de fraude no processo eleitoral brasileiro. O presidente da República afirmou, na última quinta-feira (8), que “ou fazemos eleições limpas no Brasil, ou não temos eleições”. Nesta sexta-feira (9), voltou a sinalizar, sem provas, a existência de fraude no processo eleitoral brasileiro. "A fraude está no TSE", disse.
Segundo a nota do TSE, as falas de Bolsonaro são “lamentáveis quanto à forma e ao conteúdo”. O documento diz que violar princípios constitucionais, como a ocorrência das eleições de 2022, “configura crime de responsabilidade”.
O comunicado do TSE relembra que o corregedor-geral eleitoral já oficiou Bolsonaro para que apresente as supostas provas de fraude que teriam ocorrido nas eleições de 2018. “Não houve resposta”, pontuou.
No discurso da Fierges, Bolsonaro aproveitou para voltar defender o voto impresso e questionar as pesquisas eleitorais que o colocam atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o qual chamou de nove dedos. "Se aquele de nove dedos, tem 60%, segundo a pesquisa Datafolha, nós faremos o voto impresso auditável. Para ver se realmente é a opinião do povo", afirmou.
"O valor mais alto de uma nação é a liberdade. Não vamos passar por cima da democracia e nem vão poder se opor a nossa liberdade. O meu exército são vocês. Tudo para que a nossa constituição, com todos os seus artigos e incisos, sejam cumpridos", completou.
Bolsonaro também destacou que o seu governo não mandou fechar nenhum comércio desde o início da pandemia. "A pandemia, se Deus quiser, está chegando ao fim. Eu não fechei uma só casa de comércio. Eu não botei divisórias em supermercados para que vocês não possam comprar certos produtos. Eu não decretei toque de recolher. Nunca decretei um lockdown. Com todo o respeito à liberdade. Devemos enfrentar os problemas e não ficar em casa", defendeu. "A pandemia mata sim, reconhecemos, agora devemos preservar os mais idosos e os que têm comorbidade. A miséria e a fome também levam a morte", completou.
"Hoje vocês tem um presidente que acredita em Deus, respeita seus militares, defende a família e deve lealdade ao seu povo", diz Bolsonaro em discurso para apoiadores
— Correio do Povo (@correio_dopovo) July 10, 2021
Vídeo: @AndrejewEduardo pic.twitter.com/LtDUZZugKL
Em seu encerramento, Bolsonaro falou que jurou dar a sua vida pela pátria quando assumiu a presidência. "Nós iremos até o final. Nós cumpriremos o nosso dever. Vamos respeitar a nossa constituição", disse. Ele ainda exaltou que o seu governo não tem corrupção. "Nós temos filtro e controle. Se acontecer um dia ter um caso de corrupção em algum ministério ou em alguma estatal, nós seremos um dos primeiros a tomar iniciativa."
O presidente Jair Bolsonaro cumpriu seu último compromisso no Estado em um almoço com empresários na casa de eventos NTX, próximo ao aeroporto Salgado Filho. Ao chegar, por volta das 13h30min, ficou um tempo cumprimentando apoiadores que se aglomeravam na entrada, em um cercadinho. Ele entrou sem falar com a imprensa.
O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), foi recebido pelo presidente na ocasião. Melo pediu a retirada do PIS-Cofins e do IPI sobre o transporte coletivo. Após o almoço, Bolsonaro deixou a casa de eventos às 15h31min. Havia a expectativa de que ele iria assistir a final da Copa América no Rio de Janeiro, mas teria mudado de ideia é seguiu para Brasília.
Correio do Povo
Di Maria marcou o único gol da partida realizada no Maracanã, e argentinos voltaram a erguer uma taça após 28 anos
A "final dos sonhos" de uma contestada Copa América – entre a maior rivalidade do futebol mundial e com direito a público pela primeira vez na edição – terminou como mais um pesadelo para o Brasil e um devaneio para a Argentina. O time comandado por "Lioneis", Scaloni como técnico e Messi dentro de campo, venceu a Seleção Brasileira no Maracanã e voltou a ganhar um título após 28 anos de um amargo jejum que persistia desde edição de 1993 da mesma competição. O único gol da partida foi marcado por Ángel Di Maria, após um erro individual de Renan Lodi ainda no primeiro tempo.
O Brasil começou com maior posse de bola num jogo trincado e de muitas paralisações. Contudo, com pouca efetividade coletiva e pouca criação ofensiva, era muito dependente da habilidade individual do elenco. A Argentina chegou com força ofensiva apenas aos 21 minutos, quando deu o primeiro chuta a gol. E a bola entrou após Di Maria aproveitar erro de Lodi. O adversário cresceu depois de abrir o marcador, guiado por sempre ele, Lionel Messi. Enquanto isso, a seleção perdia sua força.
A conversa no vestiário no intervalo surtiu efeito. Pelo menos anímico. O Brasil voltou mais disposto e aguerrido. Dominou grande parte das ações, mas não conseguiu o gol de empate. Mas não foi suficiente. O time de Tite acabou derrotado e encerrou sua saga de 13 jogos sem perder. Com o triunfo e um ‘Maracanazo’ para chamar de seu, a Alviceleste empata com o Uruguai como maior vencedora da competição continental, com 15 conquistas. Já o Brasil continua com nove.
A maior rivalidade do futebol de seleções do mundo começou com intensidade e faltas, um prelúdio de que, quando as duas equipes entram em campo, há uma motivação diferente. Já primeiros segundos de partida, Everton Cebolinha arrancou pela direita e foi derrubado, mas a arbitragem nada marcou. Depois, foi a vez de Paquetá cair no meio do campo, levando o árbitro Esteban Ostojich a pedir calma ao Hermanos. E o primeiro cartão amarelo saiu aos dois minutos, para Fred, após chegada forte em Montiel.
Se o jogo era truncado, poucas chances foram construídas nos minutos inicias. O que se viu em campo foram duas equipes bastante estudas e pressionando a saída adversária. No entanto, o Brasil tinha melhor construção de primeira linha e pressão e se aproximava maior à área, principalmente pela esquerda. Aos 8, Brasil fez jogada ensaiada na lateral: Renan Lodi arremessou para Richarlison, que, de costas, serve a Neymar. Ele entra na área com a bola, mas perde o controle e é desarmado.
Como encontrava dificuldade nos passes curtos, o Brasil tentava a chance nos lançamentos longos. Aos 12, Richarlison recebeu bola longa, desviou de cabeça para Neymar, que, dentro da área, após o quique da bola, tenta o chute, mas foi travado por dois zagueiros. Na sequência, mais uma bola longa gera chance para o Brasil. Agora, o camisa 10 foi lançado na entrada da área, ajeitou com o peito para Richarlison, que chutou. Com desvio na defesa, quase pegou Martínez no contrapé, mas o goleiro se recuperou e fez a defesa.
Apesar de maior presença ofensiva, foi justamente em jogada longa que os argentinos abriram o marcador. Bastou um erro da marcação e um chute para balançar a rede no Maracanã: De Paul lançou para Di Maria, que contou com a desatenção de Renan Lodi, que não fez o corte, para sair frente a frente com Ederson. Por cobertura, o experiente camisa 11 abriu o placar para a Albiceleste.
A partir do gol, o jogo ficou mais aberto. A tática do Brasil para tentar igualar o marcador foi pressionar a saída de bola dos adversários. Após roubada de bola, aos 22 minutos, Casemiro pega a bola na entrada da área e faz a finalização, que é defendida pelo goleiro argentino. No entanto, os argentinos viviam melhor momento, não deixano a seleção criar quando tinha a posse.
Com um Messi aguerrido dentro de campo, buscado seu primeiro título pela seleção de seu país. O craque comandava o meio campo dos Hermanos, e viu seu time chegar perto de aumentar o placar. Aos 28, pela esquerda, Di Maria puxou contra-ataque, fazendo a bola rodar. Quando ela volta para ele pela direita, ela acha espaço e tenta o chute de esquerda, mas a bola parou na zaga.
O Brasil conseguiu uma boa chance aos 33 minutos, quando Neymar foi derrubado por Paredes, que acabou recebendo carão amarelado, na esquerda, lado pelo qual construía a maior parte das jogadas. O camisa 10 cobrou a falta na barreira, sem rebote. E era dos pés que saíam as principais ações da Seleção, que se mostrava muito dependente de jogadas individuas. Cebolinha, pela direita, pouco contribuiu. Quando recebeu dentro da área, aos 41, girou, conseguiu espaço para o chute, mas a bola é desviada pela defesa da Argentina.
Enquanto isso, sobravam faltas e provação argentina, o que levou o técnico Tite a pedir para seus comandados não caírem nas afrontas. E não caíram, como também não construíram mais nada. O primeiro tempo terminou com um minuto de acréscimo e maior posse de bola para os brasileiros (56% a 44%), mas desvantagem no placar.
Precisando virar o marcador para conquistar o bicampeonato da Copa América, a Seleção entrou mais acesa e disposta na segunda parcial. Neymar retornou chamando time e a responsabilidade. Pressionando, o Brasil se lançou ao ataque e com um esforçado Richarlison conseguiu gol de empate, mas a arbitragem anulou. Ele estava impedido no momento em que recebeu o passe de Paquetá.
Não demorou muito para o camisa 7 ter nova chance. Aos 8 minutos, Neymar conduziu por dentro e faz passe açucarado para o companheiro. Dentro da área, ele dominou e soltou forte chute de diretia. Martínez, bem posicionado, fez ótima defesa e salvou a Argentina.
A Seleção seguiu criando, minuto após minuto. Em boa chance, Paquetá recebeu dentro da área, pela direita, e bateu com desvio na zaga. No rebote, Neymar, caiu em disputa com Montiel. Conforme o jogo se desenvolvia e Brasil crescia pala esquerda, o técnico Scaloni promoveu mudanças, retornado à escalação com a qual começou a Copa América. Tirou Paredes para dar vaga a Guido Rodríguez, e Lo Celso deixou o campo para Tagliafico, que reforçou a defesa pelo lado em deficiência.
Assim se desenhou o segundo tempo, com a Albiceleste dando espaço para a Seleção jogar em seu campo defensivo. Tentava, aproveitar erros e segurar o placar. Quando conseguiu chegar, Messi recebeu de Di Maria, deu chapéu em Lodi e sofreu falta. Depois, sempre ele, deu passe para Guido Rodriguez, que finalizou mal de fora da área, aos 21 minutos.
Vinicius Jr. foi lançado no lugar do apagado Everton, que pouco fez na grande decisão. A troca deu mais cadência à seleção, com maios mobilidade pelos dois lados. Era também pelas duas extremas que os argentinos derrubavam os brasileros e vice-versa – Lodi, Paquetá e De Paul foram amarelados pelo árbitro uruguaio. Na casa dos 30 minutos, Tite mexeu no time novamente. Lodi e Paquetá foram substituídos por Emerson e Gabigol. Scaloni fechou as cinco mudanças com Pezzella, Palacios e Nicolás González.
Conforme o tempo passava, o Brasil perdia também a paciência com a quantidade de falta dos argentinos. Otamendi derrubou Neymar aos 35 minutos e ouviu as vaias da torcida que apoiou os anfitriões in loco pela primeira vez nesta edição de Copa América. O lance gerou um princípio de confusão, mas Esteban Ostojich foi rápido em separar as equipes. Faltando oito minutos, a Seleção tentava o gol a todo custo. Gritos de "eu acredito" surgiram nas arquibancadas.
Depois de Martínez fazer grande defesa em chute de Gabigol, Messi perdeu sua grande chance. Uma oportunidade que ele raramente erra. A Argentina desceu em contra-ataque fulminante puxado pelo camisa 10. Ele lançou De Paul que devolveu para o capitão. Cara a cara com o goleiro, deixou a bola escapar para a defesa de Ederson.
Nos cinco minutos de acréscimo, o Brasil não conseguiu fazer a bola rodar. A Argentina soube controlar o Brasil e segurar o magro 1 a 0 para conquistar a Copa América em pleno Maracanã. No duelo de invictos da competição, os Hermanos levaram a melhor. Frustração dentro de campo e nos assentos do Maracanã: a glória era de Messi, que venceu o primeiro título pelo seu país, e seus companheiros.

Brasil 0
Ederson; Danilo, Thiago Silva, Marquinhos e Renan Lodi (Emerson); Casemiro, Fred (Firmino) e Lucas Paquetá; Everton (Vini Jr.), Richarlison e Neymar.
Técnico: Tite.
Argentina 1
Emiliano Martínez; Montiel, Romero (Pazzella), Otamendi, Acuña; Paredes (Guido Rodríguez), De Paul e Lo Celso (Tagliafico); Messi, Di Maria (Palacios) e Lautaro Martínez (Nicolás González).
Técnico: Lionel Scaloni.
Arbitragem: Esteban Ostojich (Uruguai)
Gols: Di Maria (21/1ºT)
Cartões amarelos: Fred, Renan Lodi, Lucas Paquetá (Brasil); Paredes, Lo Celso, De Paul, Otamendi (Argentina)
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data e hora: 10/07, às 21h
Correio do Povo
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Por Carolyn Clayton
Trajeto teve início e encerramento na Fiergs, neste sábado
A motociata reuniu apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em Porto Alegre neste sábado. O passeio de moto teve início pontualmente às 10h na frente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e encerrou após um pouco mais de duas horas de trajeto, no mesmo ponto. Ao retornar do ato, presidente cumprimentou quem estava presente no local.
Bolsonaro chegou em Porto Alegre por volta das 9h30min, quando desembarcou de helicóptero no pátio da Fiergs. Em seguida, ele se juntou a motociata ao lado dos seus apoiadores.
A mobilização foi intensa. Várias pessoas que estavam localizadas na Assis Brasil saudaram Bolsonaro quando ele passou pela avenida. Os motociclistas tocaram buzina e receberam apoio pelas ruas.
Foto: Ricardo Giusti
O passeio de moto passou por rodovias federais e as principais ruas de Porto Alegre. Mesmo após o início do trajeto, muitos motociclistas ainda saíam da Fiergs. Bolsonaro dirigiu, acompanhado de seus apoiadores, pela BR 116, BR 386, BR 448, pela nova ponte do Guaíba, e pelas avenidas Castelo Branco e Mauá.
O ato seguiu, então, pela Orla do Guaíba, em direção à zona Sul da Capital, por onde passou pela avenida Diário de Notícias, Icaraí e Praia de Belas. Após este trecho, a viagem passou pela avenida João Pessoa, onde houve a manifestação de pessoas contrárias ao presidente com cartazes, gritos e panelaços. A partir deste ponto, a motociata começou a se deslocar para a Fiergs, onde foi encerrada.
Concentração para motociata com presidente Jair Bolsonaro, nas proximidades da Fiergs, em Porto Alegre.
— Correio do Povo (@correio_dopovo) July 10, 2021
Video: Mauro Schaefer pic.twitter.com/ALQHrKFYSl
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, para o passeio deste sábado foi empregado um total de 675 agentes para garantir a segurança e a manutenção da ordem no trajeto. Atuaram 600 servidores da Brigada Militar (BM), 35 do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS), 30 da Polícia Civil, e 10 do IGP. Nenhum incidente foi registrado.
@SSP_RS informa que em razão de manifestação com passeio de motocicleta neste sábado foi empregado total de 675 agentes para garantir a segurança e a manutenção da ordem no trajeto. Atuaram 600 servidores da BM, 35 do CBMRS, 30 da PC, e 10 do IGP. Nenhum incidente foi registrado.
— Segurança Pública/RS (@SSP_RS) July 10, 2021
O mecânico Jocelito Gonçalves, 58 anos, mecânico de Gravataí, estava entre os mais animados na espera do presidente na Fiergs. Explicou que estava no local desde às 7h. "Venho participar com certeza e com a bandeira verde e amarelo". Muitos pedestres que estão em frente da Fiergs apenas para ver o presidente. Como é o caso da profissional em higienização hospitalar Marlene Santos, 59 anos. Com a bandeira nacional no ombro, ela afirmou ser antes de tudo uma brasileira. "O presidente Bolsonaro, antes de mais nada, é um patriota e temos que apoiá-lo."
Na Orla do Guaíba, um dos trechos que a motociata passou, alguns apoiadores do presidente também o aguardavam. Muitos com bandeiras do Brasil. Cintia Carine Braz e Fernando dos Santos Garcia foram para o local na manhã deste sábado, na expectativa de ver o presidente. Ela contou que o irmão viajou de moto de Tramandaí para participar do ato na Fiergs."Queremos dar apoio neste momento como cidadão. Acreditamos no presidente e na política", afirmou.
Na Orla, os vendedores ambulantes também se mobilizaram para o ato. André Silveira da Rosa tem expectativa de vender dezenas de bandeiras do Brasil. Os valores variam de 10 a 40 reais, dependendo do tamanho e tecido.
Correio do Povo
Dia começa um pouco frio e com chance de nevoeiro ou neblina em pontos isolados
O sol predomina no Rio Grande do Sul neste domingo, aumentando a sequência de mais de dez dias sem precipitação ampla no Estado. Haverá períodos de céu claro em diversas cidades no decorrer do dia, mas ao menos em parte deste domingo nuvens aparecerão na maioria das regiões.
O dia começa um pouco frio e com chance de nevoeiro ou neblina em pontos isolados, mas com a presença do sol aquece rapidamente e a tarde se dará com temperatura bastante agradável para esta época do ano. Em Porto Alegre, a temperatura deve variar entrar 12ºC e 22ºC.
MetSul e Correio do Povo
Tricolor ganhou tranquilidade para trabalhar com Felipão e o Colorado deu mais um passo na superação da crise técnica
O saldo do Gre-Nal não foi nem positivo nem negativo para Grêmio e Inter As avaliações do vestiário trouxeram perspectivas diferentes para o futuro das duas equipes gaúchas que seguem em crise no Campeonato Brasileiro. No Tricolor, a análise é de que o empate em 0 a 0 dará estabilidade ao time, enquanto no Colorado, ainda que tenha lamentado a igualdade, a boa notícia ficou por conta da possibilidade de Diego Aguirre ter finalmente encontrado a escalação ideal.
"Estou satisfeito com o resultado pelas circunstâncias. O Grêmio merece mais e tem conseguido mais vantagem contra esse adversário, mas as circunstâncias do momento me fazem acreditar que foi um resultado que nos dá um pouco mais de equilíbrio e estabilidade", disse o vice-presidente de futebol do clube, Marcos Hermann.
O dirigente ainda fez elogios a Luiz Felipe Scolari e afirmou que o Grêmio foi montado para competir. "Eu vi o Felipão dos anos 90, montando um time extremamente competitivo, que fez muitos desarmes durante o jogo. Estamos crise? Estamos. Então não podemos pretender jogar um futebol brilhante. Temos que nos equilibrar e partir daí começar a jogar um melhor futebol como foi hoje para fazer um campeonato condizente com o nome do Grêmio", acrescentou.
No lado Colorado, ficou o lamento pelo empate por conta da atuação da equipe. No Gre-Nal, o Inter teve mais chances, principalmente nos minutos finais, quando Yuri e Patrick obrigaram o goleiro do Grêmio Gabriel Chapecó fazer duas defesas espetaculares para salvar o Grêmio de uma derrota na Arena. Ainda assim, o técnico Diego Aguirre e o presidente Alessandro Barcellos viram evolução na equipe.
"É óbvio que fica uma certa frustração porque para mim merecíamos a vitória, mas temos que nos conformar com o resultado. Tivemos evolução e melhoramos muito o nosso jogo", analisou Aguirre.
Barcellos foi mais além e quer ver o Inter confirmando este pequeno crescimento na Libertadores e nas próximas rodadas do Brasileirão. "Se tinha uma equipe que merecia a vitória era o Inter. Tivemos uma evolução que precisa ser confirmada nas próximas partidas, mas já mostramos a capacidade do grupo, de que é possível brigar por coisas grandes, por uma posição melhor na tabela. Poderíamos ter vencido o Corinthians em São Paulo e merecíamos ter vencido hoje", salientou o mandatário colorado.
Correio do Povo
Argentina bate Brasil na final da Copa América e encerra jejum de títulos
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Com gol nos acréscimos, São Paulo vence a segunda seguida no Brasileirão
Dylan Borrero sai do banco e dá a vitória ao Atlético-MG no clássico mineiro
Flamengo anuncia Renato Portaluppi como novo técnico
Sábado tem movimento intenso na procura por vacina contra Covid-19 em Porto Alegre
Número de mortos em desabamento de edifício em Miami sobe para 86
Messi ganha seu primeiro título com a Argentina e é eleito o melhor jogador da Copa América
Decisão entre Brasil e Argentina ocorrerá sábado no Maracanã
A prefeitura do Rio de Janeiro liberou em caráter excepcional a presença do público na final da Copa América entre a Seleção Brasileira e a Argentina. A resolução publicada no Diário Oficial do município determina que o máximo de presença de torcedores no Maracanã na decisão marcada para sábado será de 10% da capacidade de cada setor do estádio, que tem capacidade máxima de 78 mil espectadores.
Além disso, a regra determina que o público, sentado, terá que respeitar um espaço mínimo de dois metros de distância entre cada pessoa ou grupo familiar. A Conmebol será a responsável pelo teste de Covid-19 em todos os torcedores que estarão no estádio com antecedência dentro das 48 horas ao início da final. Os positivados serão impedidos de ingressar no Maracanã.
A partida que definirá o campeão da Copa América 2021 será disputada no sábado, às 21h. A prefeitura interditará o entorno do Maracanã a partir das 18h e, em comunicado no site oficial, pede para a população evitar aglomerações devido a pandemia da Covid-19.
Correio do Povo
Saravia promete Inter protagonista no Gre-Nal