Creme Hidratante Corporal CeraVe

 


Desenvolvido com dermatologistas, CeraVe Creme Hidratante hidrata e ajuda a restaurar a barreira protetora da pele. Esta fórmula rica e não oleosa contém as 3 ceramidas essenciais para a pele e ácido hialurônico, promovendo hidratação o dia todo através de sua exclusiva tecnologia MVE, de liberação prolongada de ativos hidratantes. Indicado: Para pessoas com pele seca a extra seca, sua textura é cremosa e de rápida absorção para uma sensação suave na pele. Ativos: • 3 Ceramidas Essenciais (1, 3 e 6-II) : Todos os produtos CeraVe contém as 3 ceramidas essenciais que a pele precisa, ajudando a restaurar e manter a proteção da barreira natural da pele. • Exclusiva Tecnologia MVE : Liberação prolongada de ativos para uma hidratação que dura o dia todo. • Ácido Hialurônico : Ajuda a reter a hidratação natural da pele Benefícios: - Textura Cremosa - Ajuda a restaurar e manter a proteção da barreira natural da pele. - Liberação prolongada de ativos para uma hidratação que dura o dia todo. - Ajuda a reter a hidratação natural da pele. - Suave na pele: Fórmula de rápida absorção - Não obstrui os poros - Sem perfume Modo de Usar: Aplique generosamente na pele sempre que necessário. Tecnologia CeraVe: Um revolucionário sistema de distribuição foi desenvolvido e denominado Tecnologia de Emulsão Multivesticular (MVE), que libera ingredientes hidratantes ao longo de 24 horas, camada por camada, para ajudar a manter a pele macia durante todo o dia. CeraVe: Desenvolvido com Dermatologistas Em 2005, os dermatologistas da CeraVe desenvolveram uma linha de produtos para a pele enriquecidos com uma mistura de três ceramidas essenciais (ceramidas 1, 3 e 6-II), ácidos graxos e outros lipídios para ajudar a reparar e fortalecer a barreira natural da pele. Atualmente, a CeraVe oferece mais de 70 produtos desenvolvidos para hidratar, restaurar e reabastecer todos os tipos de pele.


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“Tratamento precoce”: o próximo tabu a cair após a origem laboratorial?

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“Tratamento precoce”: o próximo tabu a cair após a origem laboratorial?

 

Creme Hidratante Facial Neutrogena Hydro Boost - Water Gel 50g

 


Agora, manter a pele bonita e saudável ficou mais fácil. Com os produtos indicados para cada tipo de pele e o uso constante é possível manter a rotina de cuidados com a pele em dia. O hidratante facial Neutrogena Hydro Boost Water Gel 50 gramas combina uma exclusiva textura ultraleve gel não oleosa, de rápida absorção e refrescante com uma hidratação intensa de 48 horas. Com Ácido Hialurônico, ajuda a restabelecer seus níveis saudáveis de água da pele e estimula a sua renovação, fortalecendo sua barreira natural. O produto é indicado para uso diário e dermatologicamente testado.



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Batom Líquido Payot - Boca Rosa Tint

 


Boca Rosa Tint by Payot é um batom corante vermelho para ser usado nos lábios e bochechas. Sua cor com alta fixação e transparência permanece por todo o dia, dando um aspecto de saúde e naturalidade à pele. Boca Rosa Tint by Payot é você naturalmente linda. O Boca Rosa Tint by Payot veio para destacar a sua beleza natural. Você pode construir uma make linda usando umas gotinhas nos lábios, bochechas e nas pálbebras. Dê um toque final com uma boa camada de máscara para cílios #MEUVOLUMÃO da Boca Rosa beauty by Payot . Benefícios: - Deixa a make com um aspecto natural, dando aspecto de saúde. - O produto tem um cheirinho incrível. - Não mancha. - O legal é que você pode construir a tonalidade que deseja, depositando bem pouco pouco e espalhando, até que chegue à uma cor desejada. - Produto não testado em animais. Modo de usar: Aplique três pontinhos nas maçãs do rosto e espalhe rapidamente com as pontas dos dedos. Aplique nos lábios com pequenos toques e espalhe. Para um efeito mais intenso, repita a aplicação. Uso externo.


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Privatização dos Correios deve ser feita por venda de 100% da estatal, diz secretário

 


A privatização dos Correios planejada pelo governo federal deve envolver a venda de 100% da estatal, que hoje detém o monopólio do setor postal no Brasil (cartas e impressos). Para o leilão acontecer no primeiro trimestre de 2022, como planejado, o Congresso ainda precisa aprovar o projeto de lei que permite que a iniciativa privada atue em operações atualmente exclusivas dos Correios.

Em março, o Executivo divulgou que a desestatização da empresa seria por venda total ou majoritária das ações. Após avanços nos estudos, o governo optou pela primeira opção, ao entender que não deve manter uma participação minoritária nos Correios, afirmou o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão/Broadcast.

O formato ainda precisa ser formalmente aprovado pelos ministérios e pelo PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do governo.

Mac Cord disse ao Estadão/Broadcast que, nos estudos sobre a desestatização, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) concluiu que os investidores não querem ter a União como sócia relevante no negócio. O governo, por sua vez, já avalia que manter uma participação na empresa não seria positivo para o setor.

“O governo mudou a forma de atuação. Não achamos mais que seja relevante a União ter participação de 49% nas estatais, como o governo anterior achava. Acreditamos que o papel relevante do Executivo é na estruturação dos projetos, na abertura do mercado para o investimento privado, e na regulação, que vai garantir a universalização do serviço ou uma melhoria de qualidade”, disse o secretário.

Com isso, a estatal deverá ser privatizada por meio da venda de todos os ativos em conjunto com a concessão dos serviços de correspondência. A parte de encomendas, que hoje já não é monopólio público, não deve ser regulada.

O segmento postal precisa ser operado pela iniciativa privada por meio de concessão porque a Constituição estabelece que compete à União “manter o serviço postal e o correio aéreo nacional”. Ou seja, o que o projeto de lei que aguarda votação da Câmara faz é regulamentar de que forma o governo pode manter esses serviços por meio do setor privado. A solução encontrada foi o formato de contrato de concessão.

Enviada pelo Executivo em fevereiro, a proposta que permite a venda dos Correios já teve o regime de urgência aprovado pela Câmara e poderá ser votada nas próximas semanas.

O presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), disse que pretende colocá-lo em votação antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho. O projeto define que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também passe a regular os serviços postais.

Um dos argumentos do governo para vender os Correios é de que hoje existe uma incerteza quanto à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte da estatal, o que reforça a necessidade da privatização para que a empresa seja capaz de fazer investimentos da ordem de R$ 2 bilhões ao ano.

De acordo com o PPI, os estudos sobre a estatal finalizados em março mostraram que o mercado de correspondências está sob forte declínio, com a receita dos Correios em correspondências chegando a cair 28% em 2020 em relação a 2019. Por outro lado, o setor de encomendas tem apresentado um crescimento importante.

O Sul

Entenda como será a prorrogação do auxílio emergencial

 


O presidente Jair Bolsonaro assinou na segunda-feira (5) o decreto que prorroga por três meses o pagamento do auxílio emergencial à população de baixa renda afetada pela pandemia da covid-19. Com isso, o benefício, que terminaria agora em julho, será estendido até outubro.

Também foi editada uma MP (medida provisória) que abre crédito extraordinário para custear o pagamento complementar do auxílio. No mês passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia da covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil. As famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

No ato de assinatura do decreto, o ministro da Cidadania, João Roma, destacou a atuação do governo federal para dar o suporte necessário às famílias mais vulneráveis durante a pandemia. “Presidente Bolsonaro, além das quatro parcelas do auxílio emergencial que voltaram a ser pagas este ano, desde abril, com essa medida o senhor concede mais três meses de auxílio emergencial para quase 40 milhões de beneficiários em todo o Brasil. O auxílio tem sido uma importante ferramenta para que pais e mães de família, muitos deles que estiveram impedidos de ganhar seu sustento, possam avançar dentro da nossa sociedade com o mínimo de dignidade”, afirmou João Roma. As informações são da Agência Brasil e do Ministério da Cidadania.

O Sul

Brasil é o 3º país no mundo que mais vacina por dia em doses totais

 


O Brasil é o 3º país no planeta a aplicar mais vacinas anticovid por dia em números absolutos. Na última semana, o País injetou, na média, 1,41 milhão de doses diariamente na sua população. Neste critério, China (18,69 milhões) e Índia (4,21 milhões) lideram o ranking.

No cálculo proporcional, ou seja, na relação por 100 habitantes, porém, Brasil é o 45º colocado, com 0,66 injeção aplicada, em média, por dia, no espaço de uma semana.

A Ilha de Nauru e a Islândia são os líderes do ranking mundial, vacinando por dia 2,1 e 2,04 pessoas a cada 100 habitantes em um intervalo uma semana.

Os dados foram reunidos com base no Our World in Data, plataforma alimentada por pesquisadores da Universidade de Oxford, do Reino Unido.

A análise dos sites de monitoramento, nacionais e internacionais, indica que a aceleração da campanha de vacinação, com recorde de imunização em um único dia, e a constância na quantidade de doses aplicadas, sinaliza evolução. Vale ressaltar, ainda, que o país atingiu na última semana a marca de 100 milhões de doses de vacinas contra covid-19 aplicadas.

Entretanto, o número de pessoas que receberam a proteção completa prometida, com duas doses ou a dose única, demonstra que o caminho ainda é longo para o controle da pandemia.

Promessa mantida

Na última semana, o ministro Marcelo Queiroga afirmou que o Brasil receberá mais 160 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até o fim de setembro.

“No mês de setembro, nós vamos imunizar toda a população brasileira acima de 18 anos com a primeira dose da vacina. E até o final do ano, teremos toda a população acima de 18 anos imunizada com as duas doses da vacina”, disse Queiroga, ao manter o compromisso que já havia firmado anteriormente.

Transmissão

A taxa de transmissão do coronavírus no Brasil caiu para 0,91, segundo o Imperial College de Londres. Isso significa que cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 91. Na última semana de junho, essa taxa era de 0,98.

Esta é a segunda semana consecutiva que o dado permanece abaixo de 1. Segundo os epidemiologistas, os surtos começam a ser controlados quando a taxa de transmissão fica por pelo menos duas semanas seguidas neste patamar.

Simbolizado por Rt, o “ritmo de contágio” é um número que traduz o potencial de propagação de um vírus: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa e a doença avança.

A taxa divulgada nesta terça-feira (6) também é a menor no País em sete semanas: em 15 de maio, a taxa era de 0,91.

O Sul