Porto Alegre amplia pontos de vacinação para pessoas com 39 e 40 anos nesta quarta-feira

 Aplicação das doses ocorrerá em maior número de locais, entre unidades de saúde e pontos de drive-thru


Pessoas com 39 e 40 anos, sem comorbidades, poderão se vacinar em 20 pontos de vacinação, além de três pontos de drives-thru nesta quarta-feira. O aumento na oferta de pontos de imunização foi anunciada nesta terça-feira pela prefeitura de Porto Alegre. Até então, o município contava com vacinação em 14 postos de saúde. As unidades de saúde funcionarão das 8h às 17h e os drives das 9h às 17h. 

A faixa etária terá redução gradual da idade, passando para pessoas com 38 anos ou mais a partir de quinta-feira, até chegar a 37 anos ou mais, na sexta-feira. A imunização segue para os públicos já contemplados anteriormente na campanha.

Nesta quarta-feira, segue disponível a D2 da vacina Coronavac para todos que estão com o esquema vacinal em atraso e quem recebeu Astrazeneca há pelo menos 12 semanas.

O agendamento pelo aplicativo 156+POA está disponível para primeira dose nas unidades de saúde Morro Santana, Tristeza e São Carlos para pessoas com 39 anos ou mais. Também é possível agendar a segunda dose de Astrazeneca/Oxford para pessoas vacinadas há 12 semanas, nas unidades Vila Jardim, Nossa Senhora de Belém e Rubem Berta.

Documentos

Para receber a primeira dose, todos os públicos devem apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência ou de vínculo de trabalho em Porto Alegre. É preciso comprovar o vínculo com a instituição de ensino, além de comorbidades e deficiência (exceto Síndrome de Down). Gestantes podem apresentar a carteira do pré-natal. Para segunda dose, é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.

Locais de vacinação

O quê: primeira dose contra a Covid-19 
Público: homens e mulheres com 39 anos ou mais; trabalhadores da educação no ensino superior, profissionais da educação infantil, fundamental e médio do ensino municipal, estadual e rede privada e profissionalizante da rede estadual; pessoas com deficiência permanente e comorbidades a partir de 18 anos.
Onde: drive-thru do Big Barra Shopping Sul, da PUCRS e drive híbrido do Shopping Bourbon Wallig 
Horário: 9h às 17h
Endereçosdisponível aqui

Onde: 20 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereçosdisponível aqui

O quê: segunda dose da Coronavac/Butantan
Público: residentes em Porto Alegre que estão com o esquema vacinal em atraso 
Onde: 12 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereçosdisponível aqui

Onde: drive-thru do Big Barra Shopping Sul, da PUCRS e drive híbrido do Shopping Bourbon Wallig (acesso de carro ou a pé) 
Horário: 9h às 17h
Endereçosdisponível aqui

O quê: segunda dose AstraZeneca/Oxford
Onde: 33 unidades de saúde
Horário: 8h às 17h
Endereçosdisponível aqui 

Onde: farmácias parceiras
Horário: 9h às 17h, com exceção da Panvel do Iguatemi, cujo horário começa às 10h
Endereçosdisponível aqui

Onde: drive-thru do Big Barra Shopping Sul, da PUCRS e drive híbrido do Shopping Bourbon Wallig (acesso de carro ou a pé) 
Horário: 9h às 17h
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Correio do Povo


Ministério da Saúde confirma 2 mortes e 15 casos da variante Delta no Brasil


Inter libera e Danilo Fernandes deve ir para o Bahia


Vanderson deve ser titular do Grêmio diante do Palmeiras


Itália vence Espanha nos pênaltis e vai à final da Eurocopa


Argentina derrota a Colômbia nos pênaltis e fará clássico com o Brasil na final da Copa América


Brasil registra 1,7 mil mortes por Covid-19 em 24 horas



Aziz: Não teremos recesso, a CPI vai funcionar no recesso

Fiscal de contratos nega irregularidades em processos para compra de vacinas na CPI

 Servidora Regina Célia Oliveira foi apontada pelos irmãos Miranda de ser responsável pelo contrato da compra da Covaxin



A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid do Senado ouviu nesta terça-feira a servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Oliveira. Fiscal de contratos de vacinas no órgão, ela foi apontada pelo também servidor da pasta Luis Ricardo Miranda e pelo irmão dele, deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), como responsável pelo contrato assinado entre o governo federal e a Bharat Biotech para compra da vacina indiana Covaxin. Em sua fala aos senadores, ela afirmou que não identificou "nada atípico" na fiscalização do contrato para compra da vacina indiana. "Em relação à minha função de fiscalizar a execução do contrato, não teve nada atípico", declarou.

Segundo a denúncia, a fatura de pagamento referente ao contrato de aquisição de 20 milhões de doses do imunizante teria indícios de irregularidades e, mesmo assim, foi aprovada pela servidora. O documento foi posteriormente suspenso em função das suspeitas de irregularidades.

Logo no início de sua exposição, Regina Célia desmentiu a declaração dos irmãos Miranda à CPI sobre os trâmites da importação da vacina. "Não seria verdade o fato de se ter pagamento antecipado para esse contrato", garantiu. Segundo ela, o pagamento só seria feito após aprovação da vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A servidora disse ainda aos senadores que também fiscalizou contratos do governo federal com a Pfizer, o Instituto Butantan, a Janssen e a União Química.

Demora

Ao responder a perguntas de senadores sobre por qual motivo teria demorado a notificar o atraso da companhia no envio de doses, Regina Célia explicou que à época não podia fazer nada, pois ainda não havia sido nomeada para a função de fiscalizar o contrato da compra da Covaxin. Segundo a servidora, o processo ficou quase um mês sem ninguém para fiscalizá-lo.

Cronologia

À CPI, Regina Célia afirmou que sua nomeação como fiscal do contrato se deu no dia 22 de março, cinco dias após o descumprimento do prazo de envio das primeiras doses por parte da Bharat Biotech, fabricante da vacina negociada por meio de um acordo do Ministério da Saúde com a Precisa Medicamentos assinado no dia 25 de fevereiro. "A portaria que me indicou como fiscal desse contrato só foi publicada no dia 22. Eu não poderia me manifestar antes disso", explicou.

A servidora acrescentou que a primeira manifestação dela com questionamentos a respeito dos atrasos na entrega das doses foi feita no dia 30 de março, três dias depois de o segundo prazo também ter sido descumprido e dez dias depois da suposta visita do deputado federal Luís Miranda ao presidente Jair Bolsonaro. O Brasil não chegou a receber nenhuma dose da Covaxin, no mês de junho; depois das denúncias, o Ministério da Saúde suspendeu o contrato.

Regina Célia disse aos senadores que na função que desempenha não tem competência para paralisar o processo de importação da Covaxin. A servidora também negou ter sofrido pressão ou ameaça de exoneração de seu cargo comissionado para facilitar a aquisição de vacinas.

Impostos

Segundo Regina Célia, o pagamento de impostos e tributos relativos à compra da Covaxin deveria ser feito no Brasil, como determinava o contrato originalmente assinado com a empresa Precisa Medicamentos. Apesar disso, segundo o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), uma mudança contratual transferiu essa responsabilidade para a empresa Madison Biotech, com sede em Cingapura.

“O contrato da Covaxin prevê que esses custos devem ser absorvidos pela Precisa Medicamentos. Por isso, não seria cabível o que fizeram. Por que os encargos deveriam ser pagos em uma empresa em paraíso fiscal? Isso é um horror”, criticou Calheiros.

A servidora reconheceu que o pagamento de tributos em separado pela Madison Biotech “não seria cabível”. Mas justificou que a avaliação sobre esse ponto do contrato deveria ter sido feita por outro setor no ministério, a Divisão de Importação da pasta. “Os tributos têm que estar incluídos no preço final do produto, não fica separado”, disse.

Indicação

Aos senadores, Regina Célia Silva Oliveira negou que tenha assumido cargos de confiança na pasta em razão de indicações políticas. "Minha nomeação em todos esses cargos foi unicamente por razões técnicas. Eu não tive nenhum patrocínio, eu não conheço nenhum político que possa ter intervindo na minha nomeação", afirmou.

Regina ainda negou influência do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), na sua nomeação para cargos que ocupou na pasta. Ainda durante o depoimento, a servidora do Ministério da Saúde confirmou que aprovou mudança na quantidade de doses da Covaxin que seriam entregues na primeira remessa, de 4 milhões para 3 milhões

Invoice

Entre os pontos suspeitos, levantados pelos irmãos Miranda, está o fato de a invoice (fatura) da primeira remessa de doses ter vindo no nome da Madison Medicamentos. A empresa ainda não havia sido citada na negociação e seria uma terceira nesse processo. A fabricante da Covaxin é a empresa Barath Biotech e a representante da empresa no Brasil é a Precisa.

Perguntada sobre negociações com essa terceira empresa, a servidora disse que não considerou o aceite da invoice com a inclusão da Madison como intermediadora do contrato. Perguntada pelo relator se seria possível efetuar o pagamento a uma terceira empresa que não constava no contrato, a servidora respondeu que não e que esse tipo de ação nunca teria acontecido antes no Ministério da Saúde.

Ela ainda afirmou que recebeu o link contendo a primeira invoice no dia 18 de março e, após essa data, as tratativas de negociação para correção da invoice foram feitas entre a Divisão de Importação e a empresa e que ela não teria sido "copiada".

Sobre o papel da Madison Medicamentos na contratação, ela afirmou que, de acordo com a informação colocada pela Precisa Medicamentos no primeiro e-mail, a Madison seria responsável pelas exportações da Bharat Biotech.

Suspeita de favorecimento

Durante o depoimento, Regina Célia garantiu que não favoreceu de nenhuma maneira a Precisa Medicamentos e que nunca recebeu da empresa ofertas de vantagens. A servidora negou que houvesse alguma situação incomum na execução de contratos de produtos relacionados à pandemia. Ela também afirmou que a empresa não influenciou na escolha dela como fiscal do contrato e nunca a orientou sobre como proceder.

Agência Brasil e Correio do Povo

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Porto Alegre: Melo exige cortes na Carris para liberar verba

 Prefeito exigiu um plano de contingência até esta quarta-feira. Segundo presidente da Carris, sem o aporte da prefeitura, as contas não fecham



Enfrentando parcelamento salarial inédito em sua história centenária, a Carris foi pauta de reunião do prefeito Sebastião Melo (MDB) com a diretoria da companhia e representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Porto Alegre. Mesmo diante do cenário delicado, que não vem de agora, mas se agrava cada vez mais, Melo foi incisivo. “Hoje, a companhia arrecada R$ 6 milhões e gasta R$ 12 milhões por mês. Não há nenhuma empresa no mundo que se sustente deste jeito. Para liberar mais dinheiro, quero que um plano de contingência seja apresentado até amanhã (quarta-feira). Se não, nada feito”, disse o prefeito.

Segundo o presidente da Carris, Maurício Cunha, mensalmente, sem o aporte de R$ 6 milhões da prefeitura, as contas não fecham. Somente neste ano, cerca de R$ 35 milhões já foram injetados pelo Executivo na companhia. “Não darei nenhum recurso a mais antes de os cortes acontecerem”, reforçou Melo.

A Carris representa apenas uma das questões envolvendo o transporte coletivo da Capital que terá de ser enfrentada. As alternativas para a companhia, no momento, são a privatização total, ou, no caso da falta de interesse do mercado, a liquidação, por lotes ou individualmente, das 21 linhas da Carris. Neste caso, os funcionários passariam por um plano de demissão, o município assumiria as dívidas remanescentes e os bens da empresa seriam vendidos. Melo já afirmou e repetiu que a prefeitura não deve ter uma empresa de ônibus e que a decisão está tomada. 

Correio do Povo


Direto ao Ponto: As saídas para a crise no transporte público da Capital

Sol predomina em todo o RS nesta quarta-feira

 Região de Uruguaiana tem chance de chuva isolada



O sol predomina no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira, e aparece em quase todas as áreas do Estado. O território gaúcho segue sob influência de uma área de alta pressão, o que garante o tempo firme. 

De acordo com a MetSul Meteorologia, a exceção é a região de Uruguaiana. Há chance de chuva isolada. A quarta-feira começa gelada, com chances de geada em áreas de maior altitude. A tarde deve ter temperaturas agradáveis.

Em Porto Alegre, sol predomina. A mínima na Capital é de 9°C, e a máxima fica na casa dos 22°C.

Mínimas e máximas no RS 

Capão da Canoa 11°C / 21°C
Santa Maria 10°C / 22°C
Vacaria 4°C / 17°C
Erechim 7°C / 21°C
Caxias do Sul 7°C / 20°C
Uruguaiana 13°C / 23°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Prefeitura promete ir à Justiça contra valores cobrados por concessionárias

ATP reclama de nova tarifa e aponta que cenário atual levará ao colapso do sistema de transporte em Porto Alegre



Com dificuldades para manter as operações do transporte público na Capital, empresas privadas e pública vêm pedindo auxílio à prefeitura para cobrir as despesas ordinárias. Apesar do apelo das concessionárias por aporte financeiro, o prefeito Sebastião Melo afirmou que se empresários não apresentarem uma proposta de repactuação dos valores, o desfecho poderá ser a Justiça.

Os problemas no setor envolvem atraso de salários e falta de coletivos para atender à demanda, no que pode acarretar no colapso do sistema de transporte. As empresas Restinga e Trevo, cujas linhas deixaram de circular na semana passada, retomaram as operações. “Estou na mesa de negociação, sou um radical das negociações. Se não houver compromisso dos empresários em repactuar as dívidas, eu não boto dinheiro no sistema. O sistema vai colapsar, se eles estão dizendo, e aí vamos resolver no jurídico. Na democracia a gente resolve no jurídico”, afirmou Melo.

O prefeito destacou que no ano passado a prefeitura “botou” R$ 40 milhões no sistema de transporte e mais R$ 16 milhões neste ano, além de garantir 19 linhas da Carris durante um período para fazer as linhas do setor privado. “A prefeitura botou mais de R$ 20 milhões”, afirmou. “A prefeitura tem botado muito dinheiro no sistema, o que não estou disposto a botar é dinheiro num sistema que está falido”, completou. Melo afirmou ainda que vai pedir uma inspeção especial junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para verificar se o valor técnico da tarifa está correto. “Faz cinco anos que não há apuração.”

Melo se reuniu nesta terça com a diretoria da Carris e representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Porto Alegre (Stetpoa) e condicionou qualquer novo repasse a uma proposta de corte de custos pela empresa, a ser apresentada imediatamente. A empresa pediu aporte de mais R$ 6 milhões.

ATP: “Se não ocorrer aporte do governo, sistema vai entrar em colapso”

Desde a semana passada, quando pelo menos 36 ônibus deixaram de circular em Porto Alegre, ganhou força o debate em torno de alternativas para custear o transporte coletivo. A Associação dos Transportes de Passageiros (ATP) atribui as dificuldades econômicas à falta de recursos em razão da depreciação do valor da passagem. Engenheiro da ATP, Antônio Augusto Lovatto explica que o aumento da tarifa do transporte público de R$ 4,55 para R$ 4,80, que foi sancionado pelo prefeito Sebastião Melo e entrou em vigor na sexta-feira, ficou abaixo da tarifa técnica estipulada em R$ 5,20.

Conforme Lovatto, a prefeitura deve R$ 5,8 milhões referentes à diferença custeada pelas empresas. “Durante a pandemia sempre recebemos a tarifa técnica. Esse ano, pela primeira vez, houve descolamento da tarifa técnica do usuário. A prefeitura deve para o sistema de transporte R$ 5,8 milhões, referentes a abril, maio e junho. É uma dívida que a gente espera receber”, observou. “Desde maio não estamos recebendo a diferença de R$ 0,65, existe um degrau de R$ 0,65 centavos”, completou. A ATP ressalta que fornecedores exigem pagamento à vista.

Sem o ressarcimento desses valores, Lovatto afirma que a situação do transporte coletivo pode se agravar nos próximos dias: “Se não ocorrer aporte da prefeitura, um complemento desses valores, evidente que o sistema vai entrar em colapso, não tenho a menor dúvida. Não precisa entender muito de matemática, não existe dinheiro”, frisou. A ATP destaca que o reajuste foi aprovado pela Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC) e pelo Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu), mas acabou desconsiderado por Melo.

Setor opera com quase metade da capacidade de antes da pandemia

Por conta dos inúmeros problemas no setor, Lovatto sustenta que as medidas precisam ter impacto em curto prazo. “A prefeitura deveria apostar e dizer assim: a partir de 1º de agosto o sistema deveria rodar com 60%. A partir de 1º de setembro, com 70%, e assim sucessivamente. E apostar nisso e bancar esses serviço”, sugeriu, acrescentando que, em média, 350 mil passageiros utilizam o transporte público por dia: “O volume de ofertas de viagens é 46% menor do que antes da pandemia”. 

A entidade afirma que as alternativas apresentadas pela prefeitura como a diminuição das isenções, redução do número de cobradores, entre outras, são importantes e servem para estruturar o sistema de transporte coletivo. “Mas são medidas que não vão resolver os problemas em curto espaço de tempo. Vão impactar menos na tarifa apenas nos próximos anos”, comentou o engenheiro. Conforme Lovatto, o parcelamento do salário de funcionários e a redução dos horários dos coletivos são reflexos das dificuldades enfrentadas pelo setor. “A redução de horários é um risco calculado, atinge 10% da população ou dos usuários de uma região. Outra alternativa é o que a Carris está fazendo”, compara.

Nesse cenário, Lovatto avalia que a situação da Carris é um caso à parte. “Nos últimos dez anos foram destinados mais de R$ 400 milhões. A empresa tem custo por quilômetro rodado 23% mais caro que o do sistema privado. Só isso encarece a tarifa em R$ 0,27. Problema da Carris é um problema do governo”, criticou. Ele acredita que o governo deveria apostar na retomada da economia a partir de investimentos no setor: “A retomada da economia passa por um sistema de transporte coletivo, robusto, eficiente e de qualidade”.

Entre os problemas da Carris apontados por Lovatto estão o envelhecimento da frota e os indicadores “muito abaixo do sistema privado” de performance. “Os gráficos da Carris apontam que o cumprimento de viagens está muito aquém do sistema privado”, garantiu. “Como pode ter um custo 23% maior?”, questionou. Lovatto lembra que cidades com economias organizadas precisam investir em transporte público. “A prefeitura tem que apostar, exigir e garantir que as empresas façam o serviço e recebam por esse serviço da prefeitura”, assinalou.

Empresas Trevo e Restinga afirma que salários não estão atrasados

Em nota, a Trevo e a Restinga negaram que os salários estejam em atraso. As empresas afirmam que no saldo do pagamento, complementar ao adiantamento, pago em 21 de junho, será praticado um parcelamento, uma parte no dia 6 de julho e o saldo até dia 9. As empresas afirmam que o parcelamento dos salários não afetou, até o momento, a operação. 

Conforme as empresas, as negociações com a prefeitura vêm ocorrendo, desde o início do ano, com intermediação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). A data fixada para o reajuste da tarifa era 1º de fevereiro (o último reajuste foi em março de 2019). Em março foi fechado um acordo para os meses de fevereiro, março e abril, onde a prefeitura aportaria a diferença do valor da tarifa (R$ 4,55) para o custo da operação. Este aporte foi parcelado em 7 vezes, ou seja, ainda faltam parcelas.

As concessionárias alegam que a tarifa de R$ 4,80 é insuficiente, por ser inferior aos cálculos que determinaram o valor de R$ 5,20. Vale lembrar que este cálculo está baseado em índices do final do ano passado e início deste. E, desde então, os principais insumos subiram cerca de 30%, e o diesel, passou de R$ 3,21 para cerca de R$ 4,04. “Com este cenário, fica difícil garantir a continuidade dos serviços, sem que haja uma solução para a diferença das tarifas e para os meses de maio e junho. As empresas estão há muito tempo trabalhando com déficit, enfrentam problemas com crédito junto a fornecedores, além de estar em atraso com os tributos federais.”

Correio do Povo 


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