130 países no mundo, inclusive o Brasil, aprovam um imposto acima de 15% a ser pago por empresas multinacionais

 


A proposta de um imposto global mínimo sobre as multinacionais, para pôr fim à “corrida para o fundo do poço” de incentivos fiscais, recebeu ontem o apoio de 130 países, inclusive o Brasil, anunciou a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). As negociações envolveram 139 nações e jurisdições, na chamada Estrutura Inclusiva OCDE/G-20.

A proposta tem dois pilares. Um prevê que as empresas transnacionais paguem impostos nos países onde prestam serviços, não exclusivamente naqueles onde ficam suas sedes – o que afeta principalmente as big techs, como Google, Facebook e Amazon. A OCDE estima que isso significará uma arrecadação global de US$ 100 bilhões.

O outro pilar estabelece um imposto corporativo mínimo global de 15% para as multinacionais. A estimativa é que essa taxa mínima acabe com a guerra fiscal entre nações para atrair transnacionais, o que elevaria a arrecadação dos países em US$ 150 bilhões.

Em seu comunicado, a OCDE defende que o acordo vai ajudar os governos a recomporem seus orçamentos e, ao mesmo tempo, “investirem em serviços públicos essenciais, infraestrutura e medidas necessárias para otimizar a robustez e a qualidade da recuperação pós-Covid.”

90% do PIB mundial no acordo

As 130 nações e jurisdições que apoiaram a proposta representam mais de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Ficaram de fora, entre outros, Irlanda e Hungria, que adotam taxas inferiores a 15% para atrair sedes de múltis, especialmente big techs.

“Depois de anos de trabalho e negociações intensas, este pacote histórico de medidas garantirá que as grandes multinacionais paguem sua parte justa de impostos em todo o mundo”, afirmou o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, em nota.

Para fontes brasileiras envolvidas nas negociações, o país deve se beneficiar do acordo. No primeiro pilar, o das big techs, o Brasil deve ter algum ganho de receita.

Há uma percepção, sobretudo das nações em desenvolvimento, de que vão receber pouco, “mas é melhor do que não ter nada, ou adotar medida unilateral e se expor a retaliações”, disse um técnico do governo brasileiro.

Quanto ao imposto mínimo global, as nações em desenvolvimento consideram baixa a alíquota de 15%. Contudo, a alternativa de não ter nada seria pior – e, se o tributo aumentasse mais, seria difícil para os países de taxação mais baixa aceitarem.

Um interlocutor do governo brasileiro ressaltou que não há uma relação direta entre o apoio do país à taxação e seu ingresso na OCDE – a vaga é disputada desde 2018. Porém, a participação ativa da Receita Federal nas discussões fortalece as credenciais do país como “ator responsável”.

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, que já havia criticado a “corrida para o fundo do poço” dos incentivos fiscais, afirmou em rede social que foi um “dia histórico para a diplomacia econômica”.

“Alíquotas menores de impostos não apenas falharam em atrair novas empresas, mas privaram os países de recursos para investimentos importantes, em infraestrutura, educação e esforços para combater a pandemia”, disse.

Em nota, o presidente americano, Joe Biden, afirmou que as multinacionais “não poderão mais evitar pagar um montante justo escondendo lucros gerados nos Estados Unidos, ou em qualquer outro país, em jurisdições com impostos menores.”

Para o ministro da Economia da França, Bruno Le Maire, é “o mais importante acordo tributário internacional alcançado no último século”. Ele disse ainda que vai tentar convencer os países da União Europeia que não deram apoio ao projeto.

O Sul 

Lei do superendividamento é sancionada com vetos por Bolsonaro e entra em vigor

 


Novas regras para prevenir o superendividamento dos consumidores foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro. O texto, resultado de um projeto de lei aprovado por deputados e senadores, recebeu alguns vetos e foi publicado na edição desta sexta-feira (2) do Diário Oficial da União. A norma altera o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto do Idoso. O texto dá mais transparência aos contratos de empréstimos e tenta impedir condutas consideradas abusivas.

Regras

A lei estabelece que qualquer compromisso financeiro assumido dentro das relações de consumo pode levar uma pessoa ao superendividamento. Nesse rol estão, por exemplo, operações de crédito, compras a prazo e serviços de prestação continuada. Dívidas contraídas por fraude, má-fé, celebradas propositalmente com a intenção de não pagamento ou relativas a bens e serviços de luxo não são contempladas na lei.

Pelo texto, os contratos de crédito e de venda a prazo devem informar dados envolvidos na negociação como taxa efetiva de juros, total de encargos e montante das prestações.

Com o novo regramento, empresas ou instituições que oferecerem crédito também ficam proibidas de assediar ou pressionar o consumidor para contratá-la, inclusive por telefone, e principalmente se o consumidor for idoso, analfabeto ou vulnerável ou se a contratação envolver prêmio. Elas também não podem ocultar ou dificultar a compreensão sobre os riscos da contratação do crédito ou da venda a prazo.

Outra proibição diz respeito à indicação de que a operação de crédito pode ser concluída sem consulta a serviços de proteção ao crédito ou sem avaliação da situação financeira do consumidor.

Vetos

Entre os pontos vetados, segundo a Secretaria Geral da Presidência da República, está o que estabelece que, nos contratos de crédito consignado, a soma das parcelas reservadas para o pagamento das dívidas não poderia ultrapassar 30% da remuneração mensal do consumidor. O mesmo dispositivo estabelecia ainda que esse valor poderia ainda ser acrescido em 5%, destinado exclusivamente à amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito ou a saque por meio de cartão de crédito.

“A propositura contrariaria interesse público ao restringir de forma geral a 30% o limite da margem de crédito já anteriormente definida pela Lei nº 14.131, de 30 de março de 2021, que estabeleceu o percentual máximo de consignação em 45%, dos quais 5% seriam destinados exclusivamente para amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito ou de utilização com finalidade de saque por meio do cartão de crédito”, argumenta a justificativa do veto.

O texto aprovado pelo Congresso proibia ainda o uso de expressões como “crédito sem juros”, “gratuito”, “sem acréscimos”, “com taxa zero” e semelhantes nas ofertas de crédito, mas o trecho foi vetado pelo presidente.

Também foi vetado o dispositivo que tornava nulas as cláusulas de contratos sobre fornecimento de produtos ou serviços baseados em leis estrangeiras que limitassem o poder do Código de Defesa do Consumidor (CDC) brasileiro. As informações são da Agência Brasil.


O Sul


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Grande Porto Alegre terá mais madrugadas frias e de geada

 














Google perde na Justiça e canais do Terça Livre são definitivamente reestabelecidos

 

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Mortes em desabamento na Flórida sobem para 24 nos EUA

 Restante do edifício será demolido



O número de mortes no desabamento parcial de um prédio em Surfside, na Flórida, subiu para 24 neste sábado após a descoberta de dois novos corpos nos escombros. Espera-se que a demolição do restante da estrutura ainda de pé seja adiantada, de olho na chegada da tempestade Elsa nos próximos dias, informaram autoridades locais.

"Nossas equipes encontraram duas novas vítimas, agora há um total de 24 mortos e 124 desaparecidos", disse a repórteres a prefeita do condado de Miami-Dade, Daniella Levine Cava.

A maior parte do edifício de 12 andares do complexo "Champlain Towers South", localizado na pequena cidade de Surfside, desabou parcialmente na madrugada de 24 de junho. A parte do prédio que ainda está de pé será demolida antes do previsto, pois as autoridades temem que caia com a chegada da tempestade Elsa, atualmente no Caribe como um furacão de categoria 1, que ameaça a segurança das equipes de resgate.

Sem comunicar uma data específica, o governador da Flórida, Ron DeSantis, havia dito anteriormente que o prédio deveria ser demolido antes da chegada de Elsa, que deve atingir a Flórida na noite de segunda para terça-feira. Até então, as autoridades alertavam que a demolição programada poderia levar semanas.

"Destruir este prédio é seguro, já que uma tempestade está chegando e teríamos que fazer isso de qualquer maneira", garantiu DeSantis. A demolição "só levará a uma interrupção mínima" da busca por sobreviventes, disse o governador republicano.

Isso pode ser feito "em 36 horas", e as buscas devem parar "um pouco mais cedo" e retomar "um pouco mais tarde".

Por outro lado, outra preocupação é a detecção de muitos casos de covid-19 entre uma das equipes de resgate, anunciou na sexta-feira Alan Cominsky, chefe dos bombeiros de Miami.

AFP e Correio do Povo


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Incêndio "espontâneo" em Tesla é investigado nos EUA

 Bombeiros levaram mais de duas horas para apagar as chamas



A agência americana de segurança no transporte anunciou na sexta-feira que investiga o incêndio em um protótipo da montadora Tesla. O sinistro surpreendeu o motorista e exigiu que os bombeiros levassem mais de duas horas para apagar as chamas.

A causa do incêndio do Model S Plaid ocorrido na terça-feira em Haverford ainda não foi determinada, e um advogado que representa o proprietário do carro pediu que o veículo fosse recolhido.

"Esta é uma situação angustiante e assustadora e obviamente um problema sério", declarou à AFP o advogado Mark Geragos. "Nossa investigação preliminar está em andamento, mas pedimos a Tesla para deixar de lado esses carros até que uma investigação completa seja realizada", acrescentou.

Segundo o advogado, o motorista estava dirigindo quando o veículo pegou fogo espontaneamente. Ele ficou temporariamente preso antes de conseguir sair. Seu escritório divulgou uma foto mostrando o sedã, que tem um preço de venda de US $ 129.990, em chamas.

A Tesla, fabricante americana de veículos elétricos de propriedade do magnata Elon Musk, não respondeu imediatamente a um pedido de comentários da AFP. Os bombeiros disseram que o carro estava pegando fogo quando os socorristas chegaram ao local.

A Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário disse à AFP que está investigando o incêndio. A investigação ocorre no momento em que os reguladores de segurança no transporte estão se concentrando em acidentes envolvendo veículos da Tesla e de outras montadoras com sistemas de direção automática.

No início do ano, um veículo Tesla sofreu um acidente fatal no estado do Texas, no qual a polícia relatou que ninguém estava ao volante. A Tesla descreve o piloto automático como um sistema de aprimoramento de direção que, apesar do nome, requer um operador humano.

AFP e Correio do Povo

Rede sueca de supermercados é paralisada por ataque cibernético

 Responsáveis pelo crime exigiram resgates de vários clientes da Kaseya

Uma das principais redes de supermercados da Suécia anunciou neste sábado (3) o fechamento temporário de quase todas as suas 800 lojas após um ataque cibernético que paralisou seus caixas. "Uma de nossas filiais foi afetada por uma ataque informático e por esta razão nossos caixas não funcionam", declarou em comunicado a Coop Suecia que, com faturamento de 1,5 bilhão de euros (USD 1,7 bilhão), representa 20% do mercado neste país. "Lamentamos esta situação e estamos fazendo todo o possível para reabrir rapidamente", acrescentou a rede.

Uma filial sueca do grupo informático Visma disse que o problema está relacionado a um grande ataque cibernético na sexta-feira contra a empresa americana Kaseya. Os responsáveis pelo ataque exigiram resgates de vários clientes da Kaseya, que fornece uma ferramenta de gerenciamento de TI para várias empresas.

Existe uma onda desse tipo de ataque cibernético que visa paralisar os sistemas de uma organização ou empresa e, em seguida, solicitar um resgate financeiro para liberá-los. De acordo com a empresa de segurança Emisoft, os hackers ganharam pelo menos US $ 18 bilhões no ano anterior com essas táticas.

Muitos especialistas suspeitam que os 'hackers' que instigam esses ataques estão na Rússia. O governo russo, acusado de encobrir essas atividades, nega qualquer envolvimento.

O fenômeno atingiu oleodutos, serviços de saúde e empresas estratégicas e é de tal magnitude que foi um dos principais pontos abordados pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em seu encontro com o russo Vladimir Putin, em meados de junho.


AFP e Correio do Povo


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