Homem invade escola e mata crianças e professora em Santa Catarina

 


Homem invade escola e mata crianças e professora em Santa Catarina
Um homem invadiu uma creche municipal em Saudades, no oeste de Santa Catarina, na manhã desta terça, e atacou alunos e professores com uma "arma branca". Segundo a Polícia Civil, foram confirmadas as mortes de três crianças e um adulto. Outra criança e uma funcionária ficaram feridas. O agressor foi preso e levado para um hospital.
Foto via @reporterenato

Batedeira Planetária Industrial Profissional 12 Litros - Fc2 Metalurgica

 


Batedeira Planetária Industrial Profissional 12 Litros Acompanha os seguintes acessórios: BATEDOR RAQUETE utilizado para bater massas leves como bolos, biscoitos, glaces, bolinhos e outras desse segmento; BATEDOR ESPIRAL utilizado para bater massas pesadas com fermento como pão, pizzas, roscas, macarrão e outras desse tipo; BATEDOR GLOBO indicado para bater massas que exigem a incorporação de ar como, ovos, pão de ló, clara em neve, glaces, merengues, etc... CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - Marca: FC2/COZIPANI; - Capacidade: 12 Litros; - Motor: 1/2 Cv - 60 Hz - Monofásico; - Rotação: 6 (80 a 230 rpm); - Voltagem: 110 ou 220v; - Pintura Eletrostática anti-ferrugem; - Corpo em Aço Carbono; - Balde em Aço Inox; - Peso: 55 Kg; - Alavanca para as Velocidades; - Acompanha 03 tipos de batedores para diversas funções; - Botão de Emergência de Segurança para parada instantânea; - Indicada para qualquer ambiente; - Fácil Limpeza; - Resistente ao uso intenso; - Um dos melhor RPM do mercado; GARANTIA DO PRODUTO - Produto novo com nota fiscal; - 06 meses de Garantia total do Fabricante;


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O cerco da China aos órgãos de imprensa brasileiros

 

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O cerco da China aos órgãos de imprensa brasileiros




Vagas de emprego em Porto Alegre - 04.05.2021

 

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Confira as vagas que temos para você:

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33001 vagas em Porto Alegre/RS

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RESPOSTA DO CIDADÃO LAURO PATZER QUANTO AO ARTIGO DE MARTHA MEDEIROS, PUBLICADO NO JORNAL ZERO HORA:

 SRA. MARTA MEDEIROS, EU ME INCLUO NESTES 57 MILHÕES DE BRASILEIROS QUE A SRA. EM SEU DESASTROSO ARTIGO COLOCA NESTES TERMOS:                                             


  "...Permitimos que um bando de alucinados tomassem a nossa bandeira como símbolo de sua ignorância e desse governo que de patriota não tem nada".                                                          


 A Sra. ousou de chamar todos os brasileiros que saíram às ruas no dia de trabalho com a Bandeira do Brasil de bando de fanáticos que tomaram a bandeira como símbolo de sua luta. Saiba que a Sra. nesta matéria, está sendo incoerente, pois seu ÓDIO FANÁTICO contra o presidente Bolsonaro a coloca na mesma moldura construída para os eleitores, que disseram um não eloquente contra o esfacelamento do Brasil.                                                                                             


A Sra. nos chamou de "BANDOS ALUCINADOS", como assim? Alucinados saem às ruas quebrando tudo. Pois saiba, que esse "bando" saiu espontâneo de suas casas, de forma pacífica, ordeira, não patrocinado por sindicatos e outros meios outrora afanados de cofres públicos. Não queimaram pneus para trancar o trânsito, não quebraram lojas, não incendiaram lixos. Esses que a Sra. chama de "bandos", saíram por acreditar que ainda há chance de faxinar o Brasil, pois do jeito como os ladrões estão sendo soltos por atacado e varejo, do jeito que os bandidos são acariciados, eles cada vez mais amam as "leis". Algo está errado. Dou um conselho aos assinantes deste jornal que a sustenta, SRA. Marta Medeiros, que cancelem suas assinaturas. Pois eu já o fiz desde março de 2020.


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UMA COISA É DESOBEDIÊNCIA, OUTRA É DESCUMPRIMENTO

 DESOBEDIÊNCIA CIVIL

Não foram poucas as vezes que os brasileiros contrários às restrições de liberdade, pessoal e empresarial, impostas por governadores e prefeitos, foram acusados de criminosos. Mais: a MÍDIA ABUTRE acusa todos os descontentes com os LOCKDOWNS de promoverem e/ou estarem prontos para praticar uma DESOBEDIÊNCIA CIVIL, que significa NÃO RESPEITAR UMA LEI POR ACHAR QUE ELA NÃO FAZ O MENOR SENTIDO.   


DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

Pois, em primeiro lugar é preciso lembrar, ou informar, que antes de qualquer lei vir a ser aprovada é importante verificar se a mesma não fere os DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS DOS CIDADÃOS. Na Constituição Federal de 1988, nos capítulos que tratam dos DIREITOS FUNDAMENTAIS diz: os DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS são os direitos ligados ao conceito de pessoa humana e à sua personalidade, tais como: À VIDA, À IGUALDADE, À DIGNIDADE, À SEGURANÇA, À HONRA, À LIBERDADE E À PROPRIEDADE. Mais: no que diz respeito aos DIREITOS SOCIAIS o Estado deve GARANTIR AS LIBERDADES AOS INDIVÍDUOS, OU SEJA, À EDUCAÇÃO, SAÚDE, TRABALHO, SEGURANÇA, etc.  


DESCUMPRIMENTO

Ora, partindo dos DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS e passando pelo que está assegurado na nossa Constituição, toda vez que qualquer cidadão brasileiro se recusar a cumprir algo que atente ao SAGRADO DIREITO À LIBERDADE E AO DIREITO DE PODER TRABALHAR, o mesmo jamais poderá ser acusado de praticar ou promover a DESOBEDIÊNCIA CIVIL. Neste caso, para que fique bem claro, o que acontece é o LEGAL DESCUMPRIMENTO de uma medida incabível e/ou criminosa decidida por maus governantes que não respeita DIREITO FUNDAMENTAL. 


OS REAIS DESOBEDIENTES

Na real, quem está praticando a DESOBEDIÊNCIA é todo aquele, quer seja presidente, governador, prefeito, promotor público, juiz, ministro do STF, etc., que, de forma DITATORIAL e TIRÂNICA resolve ferir de morte os DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS assim como o que está posto na Constituição Federal. 


DIREITOS VÁLIDOS PARA TODOS

Bem antes de ler e ouvir o que a MÍDIA ABUTRE tem a dizer sobre os DIREITOS FUNDAMENTIAS, é importante tomar conhecimento do que significa -DIREITOS HUMANOS UNIVERSAIS-. DIREITOS HUMANOS, para quem não sabe, são DIREITOS VÁLIDOS para TODOS OS POVOS EM TODOS OS TEMPOS. De novo: o que estamos vendo no nosso empobrecido Brasil não é uma pretensa DESOBEDIÊNCIA CIVIL, mas o DESCUMPRIMENTO daquilo que fere tanto os DIREITOS HUMANOS quanto a Constituição Federal. 



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Jovem invade escola com facão e mata crianças e funcionárias

 

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Clubes sociais procuram alternativas para enfrentar crise em Porto Alegre

 Locais encaram os impactos provocados pelo coronavírus



Por muito tempo, locais reuniam pessoas de várias idades em busca de diversão, como forma de se desvencilhar, durante alguns minutos, dos problemas do cotidiano. Neste caso, o assunto não são os shopping centers, mas os clubes sociais, com seus almoços, bailes e apresentações musicais, que entretiam a sociedade, apoiados em mensalidade e adesão dos bairros do entorno. A pandemia afastou muitos dos sócios que ainda resistiam e obrigou os clubes a procurarem alternativas para enfrentar a crise.

Presidente do Sindicato dos Clubes Sociais e Recreativos do RS (Sindiclubes-RS), Nelson Heck, lembra que grande parte destes clubes são sinônimo de tradição em muitas cidades, muitos deles, centenários, até. Mas, com o tempo, encontraram fortes concorrentes. "Até os anos 1990, ia tudo bem, mas aí apareceram as boates e os postos de gasolina, onde muitos jovens poderiam fazer o que não era permitido nos clubes, como os 'amassos', por exemplo", recorda. Criou-se, então, uma lacuna entre as faixas etárias dentro das agremiações. "Muitas pessoas acabam frequentando até os 15 anos e, depois, só voltam com 30 anos, já casados", observa.

Também vice-presidente do Grêmio Náutico Gaúcho, Heck viu os impactos do coronavírus praticamente expulsarem o que restava de sócios, fato percebido nos clubes pelo Estado. "As entidades já vinham de arrasto antes da pandemia. No Gaúcho, a coisa não está fácil. Perdemos 40% dos sócios. Mas soube de lugares que perderam 60% ou mais", revela. Apesar dos problemas, o clube localizado na avenida Praia de Belas, na Capital, se voltou à verdadeira razão de sua existência. "Quando tem uma crise, a primeira coisa que cortam é o lazer. Mas estamos fazendo um trabalho de recuperação. A pessoa que quiser, pode vir nadar sozinha, sem professor. Nas academias, mesmo com professor, o sócio não precisa pagar", frisa Heck, que vê os clubes mais seguros da Covid-19 do que parques e ônibus.

Com 106 anos de existência, a Sociedade Gondoleiros não teve a mesma sorte. Está fechada desde março de 2020, quando a pandemia estourou. Diretoria e funcionários se mantiveram ativos e chegaram a arrecadar cestas básicas por dez meses para músicos e técnicos que ficaram sem trabalho por causa da pandemia. Mas até as doações diminuíram. "Foi justamente numa fase que a gente estava voltando a promover bailes, de Carnaval fizemos. Mas, veio a pandemia, deu essa zebra. Fico muito triste", lamenta o presidente do clube Antônio Almeida, o Toninho. Sem sócios pagantes, o Gondoleiros fechou as portas no bairro São Geraldo, mas o otimismo não abandonou a diretoria. "Tenho muita raça e penso em projetos para levantar o clube. Sou nascido e criado aqui. Não quero parar", garante Toninho.

O Lindóia Tênis Clube, no bairro de mesmo nome, notou a diminuição de sócios desde o início da pandemia. Caiu de 2.300 para 1.400 pagantes e atuantes. Mas, segundo o administrador, Pedro Rogério de Carvalho, o clube está funcionando a pleno, virtualmente se a bandeira do distanciamento controlado for preta, presencialmente e com cuidados, se for vermelha. "Estamos bem, pois negociamos com o sócio. Se ele perdeu 30% da renda, por exemplo, aí paga menos, o equivalente", explica. Ele lembra que muitas pessoas utilizam os clubes justamente para recarregar as energias perdidas com tantos problemas vividos de um ano para cá. "Não deixamos a peteca cair, todos os funcionários estão recebendo em dia. Perdemos 20 sócios em abril, mas tivemos 18 novos no mesmo mês. Por dois, estaríamos 'zero a zero'. É a fidelidade do sócio que nos mantêm", afirma Carvalho.

Solidariedade 

Quando a crise chega, solidariedade e compaixão são necessários nos tempos atuais. Assim como fez o Gondoleiros em 2020, o Grêmio Náutico União (GNU) promove, até 8 de maio, uma campanha para arrecadação de cestas básicas àqueles que mais precisam. As entregas do União Solidária funcionarão no formato drive-thru em função da pandemia, das 7h às 20h, na portaria administrativa da sede Alto Petrópolis (avenida João Obino, 300).

Basta acessar o recuo para carros e entregar as doações aos voluntários que estarão no local. A arrecadação será encaminhada posteriormente a entidades beneficentes. A campanha tem o apoio da prefeitura de Porto Alegre e do Grupo União Voluntários. Quem não puder doar uma cesta básica pode participar entregando alimentos não perecíveis.

Teresópolis Tênis Clube pede socorro

Bailes de carnaval que não tinham hora para terminar. Concursos para rainha das piscinas com algumas das moças mais bonitas de Porto Alegre. Apresentações históricas de artistas renomados nacionalmente. Por ora, tudo parece ter ficado no passado. O Teresópolis Tênis Clube, um dos clubes mais importantes da Capital, pede socorro, com uma dívida de cerca de R$ 5 milhões e que passou por saques e assaltos recentes que descaracterizaram o "glorioso Verde e Branco".

Situado no bairro que emprestou seu nome, o TTC foi fundado em 1944, por iniciativa de um grupo de amigos que frequentava a Associação Leopoldina Juvenil, entre eles o engenheiro Ludolfo Boehl, que hoje dá nome à rua onde fica o prédio. A ideia era criar uma sede esportiva, recreativa e social e, assim, foi.

Por anos, a entidade se tornou referência porto-alegrense, tanto para os sócios quanto para os artistas e jogadores de futebol que participavam das festas que marcavam a cidade. No entanto, recentemente, o clube virou notícia com outros tipos de visitas, indesejadas: no mês passado, as instalações foram invadidas por duas noites consecutivas. Objetos dos mais variados foram saqueados do local, desde torneiras e cortinas até fiação, aparelhos de ar-condicionado, troféus e quadros.

Os roubos vieram na esteira do corte de energia por falta de pagamento ocorrido ainda em fevereiro deste ano, na mesma semana em que o perfil oficial do Teresópolis divulgou a suspensão temporária das atividades. Quando a pandemia começou, o TTC começou a alugar os espaços para eventos e aulas das mais variadas modalidades esportivas. Mas as restrições das atividades no RS para evitar a disseminação do novo coronavírus inviabilizaram a presença dos menos de cem sócios registrados no clube hoje em dia.

No lugar dos grandes almoços antes promovidos no local, o que se via eram restos de comida jogados nos cantos consumidos por moradores de rua. "A segurança ficou difícil no entorno. Está deplorável. Quem conhece, não gostou do que viu", se emociona o comerciante Nilton Bertoletti, que foi sócio até ser avisado de que o clube não funcionaria mais.

Sócio antigo do TTC, o também comerciante Vitor Giorgi lamenta a situação do local que já representou muito para o bairro e para a cidade. "É um espaço que fez parte de todo um processo educacional e de interação social e está sendo perdido, não só por causa da pandemia", enfatiza. Segundo a Brigada Militar, a região não é considerada perigosa, mas o abandono do prédio se tornou um chamariz para os ladrões. O comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM), tenente-coronel Eduardo Cunha Michel, o policiamento no entorno é constante.

Desde 2019, o clube não tem um presidente, desde que o último renunciou. Desde então, um comitê de seis conselheiros tenta recolher os cacos. A venda da área de 17 mil metros quadrados ou parceria com outras empresas ou instituições estão entre as alternativas para sanar as dívidas, em sua maioria tributárias. Uma nota divulgada pela comissão garante que o clube não será extinto.

Segundo o conselheiro e ex-presidente Luiz Fernando Tarasiuk, ao menos, um problema foi revisto nos últimos dias. "A segurança particular foi retomada no clube, paga pelos conselheiros que se cotizaram". Foi durante o período sem a vigilância que os saques ocorreram. A expectativa é para que, um dia, voltem a acontecer outro tipo de saque, o das jogadas de tênis.

Correio do Povo


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Após quatro décadas, Ícone da hotelaria em Porto Alegre encerra as atividades

 Hotel Lar Residence não resistiu à crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus



Local escolhido para estadia por estrelas da dupla Gre-Nal e músicos, o Hotel Lar Residence, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre não resistiu à crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus e encerrou as atividades após quatro décadas de funcionamento. Os proprietários do hotel de seis andares - três filhos e uma neta - decidiram que o melhor negócio seria se desfazer do prédio, localizado na rua Demétrio Ribeiro, antes de acumular dívidas.

Fundado por Israel Golbspan, o empreendimento pioneiro é considerado um ícone da hotelaria porto-alegrense. Atual gestor do Lar Residence, o administrador Enio Golbspan, 58 anos, acompanhou a construção do empreendimento junto com o pai Israel. Enio lembra de alguns hóspedes ilustres, principalmente nos anos 80 e 90, que atuaram na dupla Gre-Nal, como os atacantes Maurício, Lima e Nilson. Entre os técnicos, cita ainda Rubens Minelli, Evaristo de Macedo, Levir Culpi e Cuca.

Conforme Enio, o término das atividades é o desfecho de uma crise que atingiu o setor desde o ano passado, com agravamento da pandemia. "É uma sensação mista, de tristeza e ao mesmo tempo de alívio. A gente começou com a expectativa de melhorar, de que em duas semanas (a pandemia) ia terminar, e estamos há mais de um ano nessa situação", explica. Mesmo assim, a empresa não acumula dívidas. "Não estamos quebrando, longe disso, estamos encerrando a atividade de forma pensada", frisa.

Propostas

Menos de uma semana após anunciar o término das atividades, no final de abril, já apareceram algumas propostas. Os proprietários avaliam duas possibilidades: vender o prédio a um único comprador ou comercializar as 36 unidades separadamente. Os apartamentos variam de 23 metros quadrados até 100 metros quadrados. Ele destaca que o pai - que faleceu no ano passado - era um "visionário". "Quando viu que esse conceito de Apart Hotel Residence estava começando, ele não quis alugar no sistema tradicional. Pegou e montou um esquema de hotelaria", lembra.

Enio afirma que a empresa chegou a optar por redução de jornada de funcionários da área administrativa e buscar alternativas para pagamentos de FGTS e parte do INSS. Com o encerramento das atividades, 14 servidores foram demitidos no dia 30 de abril. "Preferimos tomar essa decisão agora para poder pagar todas as indenizações a que eles têm direito em maio. Lamento, fico triste, mas foi necessário. Quem mais sente sou eu", destaca. Enio afirma que a notícia do fechamento do hotel causou reações. "Fiquei surpreso com a repercussão disso tudo", assinala.


Correio do Povo