O depoimento de Mandetta na CPI da Covid; o parecer da reforma tributária e o balanço da Pfizer

 

A Desperta desta terça-feira, 4, destaca o depoimento do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta na CPI da Covid, o parecer da reforma tributária e o balanço da Pfizer. Boa leitura.
Cartaz com Warnock e Ossoff, candidatos na Geórgia: definição sobre a maioria no Senado dos EUA é um dos temas nos mercados nesta terça-feira | Brandon Bell/Getty Images

CPI da Covid: ex-ministro da Saúde será a primeira pessoa a prestar depoimento

1 - NO RADAR

Os principais índices internacionais operam de forma mista na manhã desta terça-feira, 4, com ações do setor de tecnologia voltando a pesar negativamente na esteira de resultados corporativos. Entre os três maiores índices americanos, a Nasdaq volta a liderar as perdas no mercado de futuros, caindo 0,4%. Papéis de tecnologia também pressionam para baixo o mercado europeu. Na Ásia, investidores da China e do Japão desfrutaram do segundo dia de feriado. No Brasil, a leitura do relatório da reforma tributária e o depoimento do ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta na CPI da Covid estão no radar dos investidores. Leia mais.


2 - MANDETTA NA CPI DA COVID

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta será a primeira pessoa a prestar depoimento na CPI que investiga ações e omissões do governo durante a pandemia de covid-19. À frente da pasta entre 1º de janeiro de 2019 e 16 de abril de 2020, Mandetta encarou a chegada do novo coronavírus ao Brasil e esteve a par das primeiras políticas adotadas pelo governo para conter a propagação do vírus. O ex-ministro foi demitido em meio a divergências com o presidente em relação a medidas de isolamento social e tratamento precoce. Saiba quais assuntos podem vir à tona durante o depoimento.


3 - REFORMA TRIBUTÁRIA

A reforma tributária finalmente deve ter andamento no Congresso com a leitura, pelo relator, deputado Aguinaldo Ribeiro, do seu parecer prevista na reunião da Comissão Mista que debate as propostas de mudança do sistema tributário. Na semana passada, o presidente da Câmara determinou esta terça como o prazo limite para a apresentação do relatório. Ribeiro é responsável por unir as três propostas recebidas pela comissão: a PEC 45, vinda da Câmara dos Deputados, a PEC 110, que tem origem no Senado, e a primeira parte da proposta elaborada pelo governo e enviada pelo ministro Paulo Guedes, o PL 3.887. Entenda as propostas.


4 - BALANÇO DA PFIZER

A farmacêutica Pfizer, responsável pela primeira das vacinas aprovadas no combate à covid-19, divulga hoje seus resultados financeiros do primeiro trimestre. Segundo a casa de análises internacional Zacks, a receita da companhia deve ter registrado um crescimento forte nestes primeiros meses de 2021, impulsionado principalmente pelas vendas da vacina , apesar da queda na procura por remédios nos Estados Unidos, Europa e Japão. A previsão é de que a receita da companhia seja de 13,6 bilhões de dólares. No quarto trimestre de 2020, quando o anúncio da aprovação de sua vacina foi feito, a receita da companhia foi de 11,6 bilhões de dólares. Saiba mais.
  
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Partidas finais do Gauchão ocorrerão nos dias 16 e 23 de maio

 Grêmio e Caxias e Inter e Juventude definem no próximo final de semana quem avança para a decisão



A Federação Gaúcha de Futebol divulgou nesta segunda-feira as datas e horários das finais Gauchão 2021. O primeiro jogo será no dia 16 e o segundo no dia 23 de maio. Ambos os confrontos serão as 16h, em locais que ainda precisam de definição.

No sábado, às 19h, o Inter recebe no Beira-Rio o Juventude. No primeiro confronto, no domingo, o Colorado foi batido pelo clube da Serra gaúcha, por 1 a 0, no estado Montanha dos vinhedos. Para classificar, a equipe de Miguel Ángel Ramírez precisa vencer com dois gols ou mais de diferença. Se a diferença for de um, a decisão será nas penalidades máximas. Qualquer outro resultado coloca o alviverde na decisão.

No domingo, às 16h, na Arena, será definido o outro finalista. O Grêmio venceu o Caxias, por 2 a 1, no estádio Centenário, e classifica com vitórias e empates. Se sofrer uma derrota por um gol, a decisão será nos pênaltis. Derrotas com dois gols ou mais classificam o clube grená.

Correio do Povo


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Ministro renuncia após 19 mortes em atos contra reforma tributária na Colômbia

 Chefe da Fazenda, Alberto Carrasquilla anunciou saída um dia depois de o presidente Iván Duque pedir a retirada do polêmico projeto de lei




O ministro da Fazenda da Colômbia, Alberto Carrasquilla, renunciou nesta segunda-feira, um dia depois de o presidente Iván Duque pedir a retirada do polêmico projeto de lei de reforma tributária apresentando ao Congresso. A apresentação do projeto desencadeou uma série de violentos protestos nas ruas que deixaram ao menos 19 mortos.

"Minha continuidade no governo dificultaria a construção rápida e eficiente dos consensos necessários" para levar adiante outro projeto de reforma", afirmou Carrasquilla, em sua carta de renúncia a Duque. A violência que se seguiu a cinco dias de protestos maciços contra a polêmica reforma tributária na Colômbia deixou também ao menos 800 feridos, enquanto as mobilizações continuavam nesta segunda-feira.

Segundo balanço da Defensoria do Povo (ombudsman), 18 civis e 1 policial morreram nas manifestações que começaram no dia 28 de abril em todo o país. Mais cedo, o balanço era de 17 mortos. Já o ministério da Defesa contabilizou 846 feridos, dos quais 306 civis.

O ministro da Defesa, Diego Molano, garantiu que os atos de violência foram "premeditados, organizados e financiados por grupos dissidentes das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)" que se afastaram do acordo de paz assinado em 2016, e pelo ELN (Exército de Libertação Nacional), a última guerrilha reconhecida na Colômbia.

As autoridades prenderam 431 pessoas durante as dispersões e o governo ordenou o envio de militares para as cidades mais afetadas. ONGs e a oposição acusam a polícia de atirar em civis.

Pressionado pelas manifestações nas ruas, o presidente Duque ordenou no domingo a retirada da proposta que era debatida com ceticismo no Congresso, onde um amplo setor a rejeitava por punir a classe média e ser inadequada em meio à crise desencadeada pela pandemia de coronavírus.

O presidente propôs a elaboração de um novo projeto que descarta os principais pontos de discórdia: o aumento do ICMS sobre serviços e mercadorias e a ampliação da base de contribuintes com imposto de renda.

Agência Estado e Correio do Povo

Maioria quer escolha por meritocracia para o STF, sem indicação política

 Assim como o senador Alvaro Dias e a bancada do Podemos, a grande maioria da população brasileira é a favor da mudança do processo de escolha de ministros para o STF, sem passar por indicação política, como é feito atualmente. Sondagem nacional inédita da Paraná Pesquisas/Coluna Esplanada revela que 82,8% dos entrevistados responderam que o STF “deveria ser formado somente por juízes de carreira, através de concurso, sem intervenção política”. Outros 10% disseram que o modelo não deve ser alterado, e o percentual dos que “não sabe/não opinou” ficou em 7.2. E você, também defende a meritocracia nas indicações para ministro do STF?


https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/coluna-esplanada/maioria-quer-escolha-por-meritocracia-para-o-stf-sem-indicacao-politica/?fbclid=IwAR1SANxb3dgetrUd2fJgofj2A7ZT9q771JEr18QcawoLlurtoXSpLc2EYks#EquipeAlvaroDias


Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=4276481135742435&id=199599520097304

Bill e Melinda Gates anunciam divórcio após 27 anos de casamento

 Anúncio foi feito pelo Twitter em comunicado conjunto nesta segunda-feira



O fundador da Microsoft e bilionário filantropo, Bill Gates, e sua esposa, Melinda, vão se divorciar depois de 27 anos de casamento, informou o casal em um comunicado conjunto nesta segunda-feira (3).

O anúncio de separação de um dos casais mais ricos do mundo, com uma fortuna líquida estimada em cerca de US$ 130 bilhões, foi feito pelo Twitter.

"Depois de muita reflexão e muito trabalho no nosso relacionamento, tomamos a decisão de encerrar nosso casamento", afirmaram.

Segundo o comunicado, eles continuarão com o trabalho conjunto na Fundação Bill & Melinda Gates, a vasta organização de caridade que financia programas de saúde global, igualdade de gênero, educação e outras causas.

"Nós continuamos a compartilhar uma crença nesta missão e vamos continuar com nosso trabalho juntos na fundação, mas não acreditamos que possamos mais crescer juntos como um casal nesta nova fase das nossas vidas", acrescentaram.

O anúncio foi feito dois anos depois do divórcio do fundador da Amazon, Jeff Bezos, também uma das pessoas mais ricas do mundo, e sua esposa, MacKenzie.

Bill Gates, de 65 anos, era um adolescente vidrado em tecnologia quando iniciou o que se tornaria a empresa mais valiosa do mundo, e foi por certo tempo a pessoa mais rica do mundo e o filantropo mais proeminente.

Ele deixou o cargo de diretor-executivo da Microsoft em 2008 para dedicar mais tempo à filantropia e mais tarde deixou o conselho, mantendo apenas o título de "fundador e conselheiro tecnológico".

Bill e Melinda Gates, de 56 anos, casaram-se em 1994, quando ela trabalhava na empresa de tecnologia. Juntos, tiveram três filhos.

AFP e Correio do Povo


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Morre em Portugal embaixador Reinaldo Storani, aos 65 anos




Ramírez realiza trabalho técnico e tático na reapresentação do Inter


Dólar reduz ritmo de queda, mas ainda fecha primeiro pregão de maio em baixa

 Moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,41


O dólar começou maio em queda ante o real, embora tenha diminuído o ritmo na reta final dos negócios, um dia antes do início dos depoimentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. A perda ao longo do dia foi sustentada pelo recuo da moeda norte-americana no mercado internacional, após indicadores mistos da atividade dos Estados Unidos divulgados nesta segunda-feira, 3. O noticiário local ajudou a retirar pressão do câmbio, com as exportações recordes em abril, além da perspectiva de um Comitê de Política Monetária (Copom) mais duro esta semana, sinalizando juros mais altos pela frente e ainda mais captações de empresas, o que deve ajudar a melhorar o fluxo cambial.

Após cair a R$ 5,37 na mínima do dia, o dólar à vista terminou o primeiro pregão do mês em queda de 0,24%, a R$ 5,4188. No mercado futuro, o dólar para junho, o contrato mais líquido, tinha leve queda de 0,02% às 17h35, em R$ 5,4505.

A reunião do Copom, que começa na terça, é o evento de curto prazo que pode dar novo fôlego ao real, avaliam os estrategistas do Citi em Nova York, Alvaro Mollica e Dirk Willer, em relatório a investidores. A aprovação do Orçamento de 2021 levou a uma redução do forte pessimismo com o Brasil entre investidores e o real ganhou força. Agora, a moeda brasileira pode corrigir parte da distorção em relação a outras moedas emergentes, ou mesmo anular este comportamento pior.

Os estrategistas do Citi comentam que, em conversas com investidores, a visão é que o BC deve manter no comunicado da reunião a expressão adotada em março, de "ajuste parcial", mas ao mesmo tempo pode sinalizar nova alta de 0,75 ponto na Selic em junho, o que tende a ajudar o real. "Em relação a moedas de emergentes, acreditados que grande parte do caminho de desempenho pior do real pode ter ficado para trás."

O JPMorgan espera que a expressão "ajuste parcial" seja retirada pelo BC do comunicado, com sinalização de nova elevação de 0,50 ponto em junho. Mas o banco americano não descarta que o Copom aponte mais uma alta de 0,75 ponto.

A expectativa pelo Copom aliado a notícias positivas sobre vacinação, incluindo a sinalização do governo na sexta-feira que está prestes a assinar a compra de mais 100 milhões de doses da Pfizer, e o superávit comercial do Brasil, de US$ 10,3 bilhões no mês passado, contribuíram para retirar pressão do câmbio nesta segunda-feira, comentam profissionais das mesas. Em abril, as exportações brasileiras tiveram o maior nível para o mês da série histórica, ajudadas pela alta dos preços das commodities.

Após a aprovação do Orçamento e com menos ruídos por enquanto em Brasília, os estrategistas do Citi destacam que os investidores voltaram a se ater aos indicadores. E no Brasil o que chama atenção atualmente é a melhora da balança comercial, por conta da alta das commodities. Ao mesmo tempo, a CPI da covid, que terá esta semana depoimento de ex-ministros da saúde, ajuda a gerar certa cautela, ressalta um gestor.

Juros

Os juros fecharam a segunda-feira em alta, descolados do bom comportamento do câmbio e da queda no rendimento dos Treasuries. As apostas de aperto da Selic na quarta-feira seguem, com folga, concentradas em aumento de 0,75 ponto porcentual, mas há muitas dúvidas sobre o plano de voo do Banco Central, que, espera-se, sejam reduzidas no comunicado. Por isso, as taxas intermediárias foram as que mais avançaram.

Além disso, segundo relatos, o dia teve movimento forte de desmonte de posições em Notas do Tesouro Nacional - Série B (NTN-B) no mercado secundário, o que pode explicar a piora nas taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) esta tarde.

Para a semana, além da expectativa com o Copom, as atenções também estão voltadas a Brasília, pois, na terça-feira, deve ser lido na Comissão Mista o relatório da reforma tributária do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Ainda, o mercado aguarda os depoimentos de ex-ministros na CPI da Covid no Senado.

As principais taxas encerraram a sessão regular nas máximas. A do contrato de DI para janeiro de 2022, o mais negociado, fechou em 4,735%, de 4,667% no ajuste de sexta-feira, e a do DI para janeiro de 2023 subiu de 6,284% para 6,410%. O DI para janeiro de 2025 terminou com taxa de 7,86% (7,766% no ajuste anterior) e o DI para janeiro de 2027 subiu de 8,414% para 8,50%.

As máximas foram alcançadas à tarde, aparentemente sem nenhum gatilho que pudesse explicar o aumento da pressão, que não se via nem no câmbio, nem nos Treasuries nem no Ibovespa. Alguns profissionais observam que o movimento coincidiu com a zeragem de posições em NTN-B, que pode ter atingido as taxas na B3. "Teve bastante venda de B22 hoje", afirmou o gestor de renda fixa da Sicredi Asset, Cassio Andrade Xavier. "Se o BC 'vem forte', a inflação implícita pode reduzir mais", explicou, referindo-se ao Copom esta semana.

Dado o discurso firme do BC em torno de nova alta de 0,75 ponto em maio, o mercado acredita que um recado mais duro pode vir do comunicado sinalizando para os encontros seguintes, dado que expectativas de inflação estão se desgarrando das metas. Depois do Itaú Unibanco afirmar na sexta-feira que conta com a retirada do termo "parcial" que vinha caracterizando as menções ao processo de normalização da taxa básica, nesta segunda-feira o JPMorgan foi na mesma linha.

"O BC tem de ser realista no statement, vai vir uma comunicação mais hawkish", disse o operador de renda fixa da Terra Investimentos Paulo Nepomuceno.

Para ele, no entanto, se a taxa fosse elevada até o chamado nível neutro, ou seja, se houver a recomposição total, teria de haver um choque de juros. "Seria até pouco inteligente por parte do BC ter desestimulado o mercado a apostar em 1 ponto", afirmou.


Agência Estado e Correio do Povo

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Vendas de carros têm queda de 7,5% em abril

 Setor é um dos mais afetados desde o início da pandemia



As vendas de veículos novos no País caíram 7,5% na passagem de março para abril, período marcado por restrições no funcionamento das concessionárias em alguns dos maiores mercados do País em razão da segunda onda da pandemia. No total, 175,1 mil veículos foram licenciados no mês passado, entre carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Na comparação com abril de 2020, quando o mercado foi reduzido a menos de 56 mil veículos em meio à paralisação das atividades das montadoras, as vendas do mês passado mais do que triplicaram (alta de 214%).

As concessionárias iniciaram abril com portas fechadas em Estados como São Paulo, o maior mercado do Brasil, em razão do agravamento da pandemia. Na segunda quinzena do mês, as lojas foram reabertas, mas em horário restrito a oito horas por dia.

As vendas também seguem comprometidas pela falta de alguns modelos no mercado, e fila de espera nas locadoras, um dos maiores consumidores de automóveis, em decorrência da irregularidade no abastecimento de peças nas linhas de montagem. O risco de contaminação, dada a piora da crise sanitária, também motivou paradas de linhas na maioria das montadoras entre o fim de março e começo de abril.

Frente à base de comparação fraca de igual período de 2020, o mercado mostra desempenho positivo no acumulado do quadrimestre. As vendas estão 14,5% acima do volume de igual período do ano passado, com 703 mil unidades vendidas.

Só o segmento de automóveis e comerciais leves cresceu 13,3% no ano, somando 663,9 mil unidades. No ranking de marcas, a Fiat se mantém na liderança, com 20,9% das vendas, seguida por Volkswagen (17,3%) e General Motors (14,4%).

Líder nos últimos anos, a GM tem visto sua fatia de mercado despencar porque mantém a fábrica de Gravataí (RS) - onde o Onix é produzido - fechada desde março, por falta de componentes, especialmente de semicondutores, problema que tem afetado a produção mundial de automóveis.

A unidade da GM de São José dos Campos (SP), que estava operando com metade da capacidade, voltou ao normal em meados do mês passado. A unidades produz a picape S10 e o utilitário Trailblazer.

Os preferidos

Na disputa entre modelos, a picape Strada, da Fiat, segue como o veículo mais vendido do País, com 41,4 mil unidades acumuladas no período de janeiro a abril. No segundo lugar da lista está o Chevrolet Onix (35,1 mil unidades), seguido por Hyundai HB20 (30,5 mil), Jeep Renegade (25,7 mil) e Volkswagen Gol (25,4 mil).

Os números obtidos no mercado são preliminares e sujeitos a leves ajustes em relação aos dados oficiais a serem divulgados hoje pela Fenabrave (entidade que representa as concessionárias), e na sexta-feira pela Anfavea (associação das montadoras).

A Anfavea iniciou 2021 com previsão de crescimento de 15% no mercado total de veículos neste ano, mas, se a situação sanitária do País e a falta de componentes se prolongarem é possível que o número seja revisto ao longo do ano.

Agência Estado e Correio do Povo

Bruno Covas sai da intubação, mas segue na UTI

 Prefeito de São Paulo enfrenta câncer desde 2019



O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), foi transferido na manhã desta segunda-feira, 3, para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, na capital, onde foi intubado após exames detectarem uma hemorragia na cárdia. Covas enfrenta desde outubro de 2019 um câncer metastático que atinge órgãos do sistema digestivo e, no mês passado, chegou aos ossos. O primeiro tumor havia sido detectado justamente na cárdia, válvula que fica próxima ao coração, entre o esôfago e o estômago. Ele foi extubado durante a tarde, mas segue em observação.

Covas decidiu neste domingo, 2, se afastar da Prefeitura pelo período de um mês para se dedicar ao tratamento. Ele foi internado em seguida, após conversar com os médicos e relatar fraqueza, além de dor. O vice-prefeito, Ricardo Nunes, já assumiu o cargo de forma interina. "Covas confia em mim", disse nesta segunda ao Estadão.

Segundo o oncologista Tulio Pfiffer, que faz parte da equipe que acompanha o prefeito, o sangramento foi identificado durante uma endoscopia solicitada para pesquisar a origem de uma anemia que tem contribuído para Covas sentir-se fraco. O prefeito já havia sido sedado e intubado antes de ser submetido ao exame. Segundo o especialista, esse é o processo rotineiro para que as vias aéreas sejam protegidas em casos do tipo.

Após ser tratado com "medidas de hemostasia local", que estancaram o sangramento, Covas foi então encaminhado à UTI ainda intubado. "Ele foi transferido por zelo e para ser avaliado de perto", disse Pfiffer. "A sedação será tirada de forma gradativa até ele acordar e conforme o quadro evoluir", disse o médico, no fim da manhã. O procedimento de extubação ocorreu antes do fim da tarde, após os médicos atestarem a estabilidade do quadro, mas o prefeito foi mantido na UTI.

Ainda de acordo com Pfiffer, o sangramento se deu no local da primeira lesão, ou seja, na cárdia, estrutura que funciona como uma válvula. O médico, no entanto, afirmou que o fato de o sangramento ter ocorrido no mesmo local do primeiro tumor "não significa necessariamente" nova piora da doença.

Também integrante da equipe médica, o infectologista David Uip explicou que o sangramento ocorreu especificamente numa úlcera localizada na cárdia, que surgiu após o tratamento do tumor. Ao Estadão, o ex-secretário estadual da Saúde afirmou que Covas está preucupado com a evolução da doença, assim como seus amigos e médicos. "Um tumor que sangra preocupa mesmo", disse.

Tratamento

Em função da nova complicação no quadro do prefeito não é possível prever quando o tucano deve deixar a UTI ou mesmo retomar o tratamento contra o câncer, que teve de ser postergado. O prefeito tinha a internação programada para esta segunda para dar continuidade ao tratamento. O procedimento inclui uma combinação de quimioterapia e imunoterapia.

Diante dos efeitos adversos do processo, Covas decidiu se licenciar - em abril, ele ficou 12 dias internado no Sírio após descobrir uma evolução do câncer, que além de atingir ao menos cinco pontos do fígado, também se espalhou para ossos da bacia e da coluna. Um acúmulo de líquidos ao redor do pulmão e do abdômen, enfrentado com uso de um dreno, adiou sua alta, ocorrida apenas no dia 27.

Na Prefeitura, o clima é de tristeza. Apesar de considerado bastante fechado, Covas é querido entre os funcionários do gabinete, que acreditam na disposição do prefeito em vencer mais essa etapa da doença. Neste domingo, o tucano agradeceu o apoio que tem recebido pelas redes sociais. Afirmou ainda que a "vida tem lhe apresentado enormes desafios" e que agora, diante dos novos focos da doença, "seu corpo está exigindo mais dedicação ao tramento, que entra numa fase muito rigorosa".

O vice-prefeito, Ricardo Nunes, estava em reunião quando soube da internação na UTI. Neste primeiro dia como prefeito em exercício, não há previsão de agendas externas. A previsão é de mais reuniões ao longo do dia com o chamado "núcleo duro" do governo, do qual fazem parte os secretários Rubens Rizek, de Governo, Alexandre Modonezi, das Subprefeituras e Ricardo Trípoli, da Casa Civil.


Agência Estado e Correio do Povo


Polícia Civil apreende mais de 200 quilos de maconha em Venâncio Aires


Postagem da Prefeitura com informações equivocadas sobre máscaras causa polêmica


Prefeitura de São Paulo inicia contato para compra de vacinas de Cuba