Movimento de retorno do feriadão de Páscoa foi intenso nas estradas do RS

 Volume de tráfego na Freeway chegou a quase 80% da capacidade da via, com picos de até 79 veículos por minuto passando na praça de pedágio de Santo Antônio da Patrulha no final da tarde



O retorno para casa no feriadão foi tranquilo nas estradas gaúchas e também na Estação Rodoviária de Porto Alegre e no Aeroporto Salgado Filho. Mas foram nas estradas em que os fluxos foram mais intensos, em especial na Freeway (BR 290), na ligação com o Litoral Norte, e na BR 386, que ligação com a Região Metropolitana. Não foram observados congestionamentos na principal rodovia do Estado, mas o volume de tráfego chegou a quase 80% da capacidade da via, com picos de até 79 veículos por minuto passando na praça de pedágio de Santo Antônio da Patrulha no final da tarde.

Até às 18 horas, mais de 25 mil veículos passaram pelo trecho. Na BR 101, em Três Cachoeiras, trecho também administrado pela CCR Viasul, até o mesmo horário, mais de 10 veículos já tinham passado no sentido Florianópolis-Porto Alegre.

Na BR 386, o movimento foi acentuado e no trecho entre Lajeado e Estrela, onde há restrições ao tráfego devido a obras de recuperação de uma ponte no quilômetro 350 da rodovia, houve formação de filas de quase 4 quilômetros na pista do sentido Carazinho-Canoas. Neste local, o tráfego para veículos leves (de passeio) está liberado, nos dois sentidos da pista, em sistema de fluxo e contra fluxo com velocidade controlada, segundo a CCR Viasul, também responsável pela manutenção da estrada.

Nas rodovias administradas pela EGR, o movimento também foi intenso na descida da Serra, com até 10 veículos por minuto passando pela praça de pedágio de Três Coroas, na ERS 115, no sentido Gramado-Taquara. Já em Águas Claras, distrito de Viamão, a EGR contabilizou quase toda capacidade da via, com 21 veículos por minuto no sentido Balneário Pinhal-Porto Alegre.

Correio do Povo


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Salles quer um bilhão de dólares EUA para cortar 40% do desmate na Amazônia

 Plano será apresentado no encontro que o presidente norte-americano Joe Biden vai realizar com 40 líderes internacionais para debater a pauta climática.



Após semanas de pressão empresarial, econômica e política por sua saída e de escapar da recente reforma ministerial do presidente Jair Bolsonaro, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, se movimenta para tentar mostrar que se relaciona bem com europeus e americanos e que tem planos para combater o desmatamento da Amazônia – missão que volta para suas mãos este mês, quando acaba a ação militar na floresta.

Em entrevista ao Estadão, Salles questionou a apreensão de madeira recorde feita pelo superintendente da Polícia Federal do Amazonas, Alexandre Saraiva, já cotado para assumir seu cargo, e insistiu no discurso de que o País tem de ser pago por reduções passadas de emissões de gases estufa. Mas, pela primeira vez, apresentou uma meta de diminuir o desmate, não sem cobrar algo em troca.

Salles disse que reduz a devastação da Amazônia em até 40% em um ano – se tiver um bilhão de dólares de países estrangeiros. As taxas de desmate nos dois primeiros anos em que esteve no cargo são as maiores desde 2008. A do ano passado foi 47% maior que a de 2018. O plano será apresentado aos Estados Unidos no encontro que o presidente Joe Biden vai realizar com 40 líderes internacionais para debater a pauta climática. Sem recursos externos, disse que vai fazer o possível, mas sem fixar meta.

Leia a entrevista:

Um representante do Departamento de Estado dos EUA cobrou coisas tangíveis contra o desmate, com redução este ano. Indica que podem enviar verba com base em resultados e não descarta sanções. O que devem levar no encontro com Biden?

O Brasil reconhece que tem desmatamento ilegal e tem plano para atuar. Não por pressões estrangeiras, mas porque o governo decidiu estruturar o plano em continuidade da Operação (militar) Verde Brasil 2, que termina dia 30. A partir de 1º de maio, nova fase, voltada às ações de Ibama, ICMBio, Polícia Federal, apoio da Força Nacional, Funai e Incra. As Forças Armadas continuarão no suporte logístico, mas não o enfrentamento como é feito. A cobrança deles (estrangeiros faz parte, mas entendemos que há inversão na posição de querer resultado primeiro e recurso depois. O Brasil reduziu, e está certificado na UNFCCC (Convenção do Clima da ONU), de 2006 a 2017, 7,8 bilhões de toneladas de carbono. Disso, menos de 1% recebemos a título de Redd (mecanismo de compensação por desmate evitado).

Qual é o plano

Teremos uma estratégia diferente: pequenos grupos de ação atuando nos 10 ou 12 municípios que mais representam o desmate no arco do desmatamento (PA, MT, RO, sul do AM e AC).

Apesar de algumas quedas mais recentes em alertas de desmatamento, nos dois primeiros anos do governo Bolsonaro eles foram, em média, 82% superiores à média dos alertas de três anos anteriores. Houve fracasso da Operação Verde Brasil 2?

Não acho. É difícil combater na Amazônia como um todo. E as Forças Armadas não são o órgão treinado especificamente para essa missão. Entraram para suprir sobretudo a ausência das polícias militares. Quem antigamente dava suporte a Ibama e ICMBio, na segurança, eram as polícias militares. Só em 2019, a PM do Pará recusou 26 pedidos de apoio ao Ibama e ao ICMBio.

Soube que o sr. teve nova conversa com o governo da Noruega semana passada e que teria pedido dinheiro para uma força policial na Amazônia. É isso mesmo?

Expliquei esse plano que estamos pondo em funcionamento. E dimensionamos que faremos uma parte do trabalho com recurso próprio, do governo federal, mas que podemos aumentar tropas nessas ações. Falei que se quiserem voltar a nos ajudar pelo Fundo Amazônia, é uma oportunidade.

A ideia é ter uma força policial na Amazônia?

A estratégia é somar Ibama, ICMBio, Polícias Federal, Rodoviária Federal, Incra, Funai e Força Nacional - aí entra essa capacidade de expansão, já que a Força Nacional recruta policiais militares do resto do Brasil. Se tiver recursos para pagar mais diárias e trazer mais gente de outros Estados, consigo aumentar a equipe.

Se um problema da Verde Brasil foi as Forças Armadas não terem expertise, não pode ser igual com esse plano? Não faz mais sentido investir no Ibama?

Não temos orçamento. É muito mais barato e rápido pagar diárias. Para fazer concurso vai um ano. Isso se tiver recursos, o que não é o caso. Temos recursos para remunerar a Força Nacional, num certo volume. Se tiver recursos estrangeiros, e foi nessa linha que conversamos com os americanos também, aumento as tropas.

Quanto vocês pediram?

O plano é um bilhãod de dólares (cerca de R$ 5,7 bilhões) por 12 meses, sendo 1/3 para ações de comando e controle e 2/3 para ações de desenvolvimento econômico, pagamento por serviços ambientais, justamente onde haverá atuação mais forte do comando e controle. Dando às pessoas que sofrerão fiscalizações mais intensas, alternativa econômica para que não seja convidativo voltar à ilicitude.

Esse valor está sendo pedido para vários países?

Estamos pedindo aos EUA. Para a Noruega, foi perguntado se querem colaborar. Por 12 meses vamos alocar esse dinheiro e poderá reduzir de 30% a 40% do desmatamento.

Levarão como meta aos EUA que podem reduzir o desmate da Amazônia em 40% em um ano?

Se tiver a partir do dia 1º, quando sai a Verde Brasil, assumimos essa sistemática. Se o recurso estiver disponível para usar desse modo, nos comprometemos a reduzir de 30% a 40% em 12 meses.

E se não tiver o dinheiro, o desmatamento não vai cair?

Se não tiver o dinheiro, vamos fazer com as nossas expensas o máximo que conseguirmos, mas aí não posso me comprometer com porcentuais.

O Brasil não tem meta própria que independa de verba externa?

Biden falou em mobilizar 20 bilhões de dólares. Estamos pedindo um bilhão desses 20 bilhões.

O ministério terá este ano o menor orçamento do século. Não é incoerente pedir ajuda externa contra o desmatamento enquanto o País não investe na pasta?

Quem alterou e votou a lei orçamentária foi o Congresso (o valor aprovado no Legislativo foi maior do que o enviado pelo governo na proposta orçamentária em R$ 257 milhões. A ação que recebeu a maior parte do acréscimo foi a de qualidade ambiental urbana - agenda de Salles).

E um bilhão foi o que a Noruega pôs no Fundo Amazônia.

Mas em 10 anos. Falo de US$ 1 bi em um ano e para usar no que tem que ser usado. E não nas coisas que a Noruega quer.

Como resolver o problema?

O desmatamento ilegal tem duas vertentes de ação: comando e controle e incentivos econômicos para a região melhorar de vida. E, com isso, não ser tão convidativo, tão fácil cooptar pessoas para atividade ilegal. Fui à Amazônia na quarta-, fui ao Pará onde foram apreendidas aquelas madeiras (operação da Polícia Federal que apreendeu 131 mil m3). Ali são todas áreas privadas, não tem área indefinida. Todas têm escritura. Está se tentando criar em cima desses proprietários sensação de insegurança jurídica. Vai quebrar os caras. E essa turma vai para a ilegalidade.

Quem está tentando?

É essa operação da Polícia Federal que foi feita de apreensão na madeira. Não estou dizendo que está tudo correto. O que tenho condições de dizer é que fui lá. São 10 pilhas de toras, cada uma corresponde a um proprietário das fazendas. Todas com escritura, plano de manejo aprovado, etiqueta na tora. A reclamação deles é que apresentaram documentação há 90 dias no inquérito e ninguém olhou. Escolhi duas toras de duas pilhas diferentes, de dois proprietários diferentes. Fizemos assim: ‘Pega o plano de manejo do proprietário, de onde foi tirada a tora? Tem no mapa? Perfeitamente. Fomos de helicóptero, pegamos carro, fomos andando um quilômetro na mata. Chegamos e estava o toco da árvore, com etiqueta que correspondia com a do pátio. O que mais queremos dessa turma?

Está dizendo que a PF errou? Vamos apurar. Me pareceu, não sou juiz. O que me parece é que aquilo não é ilegalidade.

O superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, que coordenou a operação, já foi cotado para seu cargo. Os bastidores eram que ele estava mostrando serviço. Estão em guerra?

Não. Primeiro: o cargo é do presidente. Depois: aquele negócio que o Saraiva fez de rotular europeus como compradores de madeira ilegal e depois retroceder não foi bom. Não foi boa prática, tampouco ajudou a imagem do Brasil.

Como vê as movimentações pedindo sua demissão?

O presidente já disse que não tem isso, respondeu essa semana publicamente que as reformas estão feitas. A decisão sobre o ministério é do presidente. Qualquer decisão que tomar, a gente cumpre. Mas acho que essa não é uma discussão do momento.

 O senhor trabalha armado?

Trabalho, tenho porte de arma há muito tempo. Ando armado sempre. Não é fácil ser ministro, autoridade no Brasil. Em qualquer lugar, todo mundo sabe quem você é. Você não sabe quem são as pessoas.

Agência Estado e Correio do Povo


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Governo mira reeditar redução de jornada e salário; projeto de infraestrutura no Senado e o plano de reabertura do Reino Unido

 

A Desperta desta segunda-feira, 5, destaca o programa de redução de jornada e salário, o projeto de infraestrutura "BR do Mar" e o plano de reabertura do Reino Unido.
Boa leitura.

Com volta do auxílio, governo mira reeditar redução de jornada e salário

1 - NO RADAR

Os índices futuros americanos avançam com os dados do payroll enquanto as negociações estão pausadas na Europa pela comemoração da Páscoa. Na China, os mercados não abrem para celebração do feriado de Qingming. A alta dos índices futuros americanos responde aos dados robustos no mercado de trabalho dos Estados Unidos. No Brasil, a segunda semana de abril será marcada pela retomada dos IPOs. Ao todo, já foram 15 estreias em 2021. Além disso, investidores também devem ficar atentos à renúncia do presidente do conselho do Banco do Brasil, Hélio Magalhães, em mais um capítulo problemático para a governança da estatal. Leia mais. 

2 - REDUÇÃO DE SALÁRIO E DE JORNADA

Com o início do pagamento da nova rodada do auxílio emergencial, o governo deve apresentar esta semana a prorrogação do programa de redução de jornada e salário. A medida foi adotada em 2020 e prevê que o governo complemente parte do salário do trabalhador que tiver seu pagamento e horário de trabalho reduzido. Em contrapartida, a empresa se compromete em não demitir. Suspensão de contrato temporária também deve voltar a ser permitida. O novo programa deve alcançar entre 3,8 milhões e 4 milhões de trabalhadores. Esse é o número máximo de acordos entre empresas e empregados que podem ser abarcados pelo valor estipulado para bancar a medida, que deve ficar em cerca de R$ 9,8 bilhões. Os recursos pagarão o benefício emergencial (BEm). Leia mais.

3 - INFRAESTRUTURA

O Senado deve votar hoje o projeto "BR do Mar", uma legislação voltada a dar incentivos para a cabotagem, modalidade de navegação de curta distância entre portos de um mesmo país. A proposta enviada pelo Executivo ao Congresso busca aumentar a oferta de embarcações para cabotagem — com o objetivo de melhor explorar o potencial da costa para transporte de cargas —, promover um ambiente de maior concorrência e reduzir custos no setor.  Também é prevista a abertura do mar brasileiro a embarcações estrangeiras, além de novas fontes de financiamento para estaleiros instalados no Brasil. Na avaliação do governo, o texto deverá sofrer alterações pelos senadores e voltará à Câmara dos Deputados, que aprovou a matéria no ano passado. Leia mais.

4 - REABERTURA DO REINO UNIDO

O avanço da vacinação no Reino Unido tem feito os britânicos vislumbrarem uma recuperação da pandemia nos próximos meses e uma volta da rotina. O primeiro-ministro Boris Johnson deve fazer um pronunciamento hoje no qual irá anunciar os planos do governo para a próxima fase de reabertura e de alívio das medidas de confinamento. A expectativa é de que o comércio não essencial possa reabrir a partir do próximo dia 12. Johnson também deve falar sobre os planos para a retomada de voos internacionais. Hoje, viagens a lazer para o exterior estão proibidas. Mas o governo espera liberar os voos gradualmente nos próximos meses, com a proximidade das férias de verão, o que traz alívio para o setor de hotelaria e aviação comercial. Leia mais.

Brasil registra mais 1.240 mortes por covid-19 e total vai a 331.433.

Fiocruz promete entregar 1,2 milhão de vacinas por dia em abril. Até o final do ano, mais 110 milhões de doses serão produzidas com material próprio.

100.000 pessoas podem morrer de covid-19 em um mês no Brasil. Levantamento da Universidade de Washington prevê três cenários distintos para o país até 4 de maio. Confira.

LG desiste do mercado de smartphones. Confira a seleção de cinco smartphones da fabricante sul-coreana que fizeram história.

Magalu e Deezer se unem para transformar playlists musicais em e-commerce.

Semana terá 3 IPOs e oferta de R$ 5,7 bi da Dasa. Veja agenda corporativa.

Sem saldão e com pandemia, pessoa física tira o pé da aplicação em bolsa.

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    31 eventos online para empreendedores que acontecem nesta semana

    Por saúde mental, LinkedIn dá uma semana de folga a todos os funcionários


    3 truques para abandonar ideias ruins e avançar na carreira e nos negócios
     

    HOJE | Xangai / fechado
    Tóquio / + 0,79%
    Londres / fechado


    QUINTA Ibovespa / - 1,18%
    S&P 500 / + 1,18%
    Dólar / 5,71 reais (+ 1,54%)

     
    Tenha a chance de aumentar seu salário em mais de 50% ainda em 2021. 
    A Exame se Juntou à Trevisan Escola de Negócios para fornecer o que há de melhor em Educação Financeira Executiva e te dar algo totalmente novo. Conheça as Jornadas de Finanças e Negócios. Clique aqui para saber mais.

    Ranking da Fenabrave mostra que SUVs e picapes continuam a ocupar um papel de destaque na preferência do brasileiro, em linha com uma tendência global. O modelo mais vendido em março foi a Fiat Strada, com 10.268 unidades, à frente do HB20, da Hyundai, com 8.013 unidades, e do Chevrolet Onix, com 7.933 carros vendidos. Veja o ranking dos 10 carros mais vendidos de janeiro a março.

    Surpresa nos carros mais vendidos do trimestre: Onix perde a liderança

    Fepam emite licença de instalação para a primeira usina de energia solar do RS

     Usina Fotovoltaica Uruguaiana terá potência de 5 MW distribuídos em 13.888 módulos fotovoltaicos, uma capacidade de produção de energia que pode ser comparada ao que é necessário para abastecer 3,6 mil residências



    A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) emitiu, nesta semana, a primeira licença de instalação (LI) para um empreendimento de energia solar no RS. Com a autorização, a empresa mineira Solargrid Autogeração pode iniciar a construção da Usina Fotovoltaica Uruguaiana I, para gerar energia a partir da luz do sol. Para a presidente da Fepam, Marjorie Kauffmann, a emissão da licença é um avanço para a geração de energia no Estado.

    Reconhecida como uma das opções de geração de energia mais importantes do ponto de vista ambiental, por ser uma fonte limpa e renovável, a energia solar está disponível em excelentes condições naturais, especialmente na região escolhida para a instalação da usina. Conforme o diretor do Departamento de Energia da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Eberson Silveira, "essa usina solar, pioneira neste porte no Estado, é um empreendimento concebido para operar no ambiente de geração distribuída e terá investimentos de R$ 20 milhões".

    Silveira explica que as microrregiões da Campanha contam com as maiores incidências de radiação solar e amplas áreas aptas para a instalação de painéis solares. “A usina de Uruguaiana terá potência de 5 MW distribuídos em 13.888 módulos fotovoltaicos, uma capacidade de produção de energia que pode ser comparada ao que é necessário para abastecer 3,6 mil residências”, acrescenta.

    Além de produzir energia limpa, o empreendimento será instalado em uma área já utilizada para plantio de arroz, o que diminui os impactos da instalação. De acordo com o diretor de desenvolvimento de projetos na SolarGrid – Energia Solar, Diogo Pinheiro, a Usina Uruguaiana I será composta por módulos fotovoltaicos monocristalinos de 540 Wp com tecnologia bifacial, o que possibilita geração de energia por meio da irradiação solar incidente tanto em sua face superior como inferior.

    Além disso, serão utilizadas estruturas de suporte para os módulos fotovoltaicos do tipo tracker (rastreadores solares), que se movimentam durante o dia em relação à posição do Sol. “A combinação dessas duas tecnologias de ponta pode garantir um incremento de até 40% na energia gerada pelo empreendimento”, destaca o CEO da empresa, Fábio Baldez. A usina, tanto na etapa de construção quanto na de operação, gera pelo menos 80 empregos diretos e indiretos.

    Correio do Povo


    Ex-ministro do STJ, Paulo Medina morre aos 79 anos vítima da Covid-19

    Governo prorroga suspensão de revisões do Bolsa Família por mais seis meses

     Averiguação e revisão cadastral ficam desobrigadas para evitar aglomerações e transmissão da Covid-19




    O Ministério da Cidadania prorrogou por mais 180 dias a suspensão das revisões cadastrais e de procedimentos operacionais do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).  A suspensão vale para procedimentos como as de averiguação e revisão cadastral, bem como as ações de bloqueio de benefícios de famílias sem informação de acompanhamento das regras do programa, como a frequência escolar e ações de saúde.

    De acordo com o texto, a medida visa “evitar aglomerações e evitar que os integrantes de famílias beneficiárias do programa, assim como os cidadãos que trabalham nas unidades de atendimento, exponham-se à infecção pelo coronavírus”. A suspensão da revisão cadastral do Bolsa Família e CadÚnico começou em março do ano passado e tem sido prorrogada desde então por causa da persistência da pandemia de Covid-19.

    Além disso, a operação dos programas continua prejudicada, sobretudo nos municípios, por situações como suspensão de aulas, direcionamento de atividades das unidades de saúde para atender aos infectados pela Covid-19 e alteração no funcionamento de alguns centros e postos de cadastramento. 

    Também fica suspenso o cálculo do novo índice para apuração dos valores que são transferidos pela União aos municípios, estados e ao Distrito Federal, no âmbito dos programas sociais federais. Nesse caso, será utilizado o fator referente a fevereiro de 2020.

    R7 e Correio do Povo


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