Dobra o número de pessoas com faculdade sem emprego ou em trabalho precário

por Érica Fraga e Arthur Cagliari

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Dois de cada dez trabalhadores com ensino superior com novos contratos estão em função de baixa qualificação

“Até agora, meu curso de ensino superior não serviu para nada.” A frase é de Dager Lameck, 28, que concluiu engenharia de produção na UFF (Universidade Federal Fluminense), em 2018, e está desempregado.

A história do engenheiro recém-formado simboliza a situação de milhões de profissionais brasileiros qualificados que foram empurrados para situações precárias no mercado de trabalho nos últimos anos de crise econômica.

“A gente pensa que se capacitou, realizou um sonho e que o próximo passo será conseguir um bom emprego. Mas esse passo, para mim, ainda não aconteceu”, afirma ele.

Segundo dados levantados pelo IBGE a pedido da Folha, a fatia da população com ensino superior completo que está desempregada, desalentada ou trabalhando menos horas do que gostaria saltou de 930 mil para quase 2,5 milhões entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano.

Parte desse aumento se deveu à saudável expansão da parcela da população que conseguiu um diploma universitário no Brasil ao longo desse período de cinco anos.

Mas a fatia dos profissionais com ensino superior desocupados, desalentados ou subocupados por insuficiência de trabalho cresceu em ritmo muito mais rápido do que o universo de escolaridade que eles representam. Com isso, seu peso no grupo dos mais escolarizados dobrou, passando de 5% para 10% do total.

Os dados do instituto incluem tanto os trabalhadores com carteira assinada quanto aqueles que atuam informalmente.

Levantamento feito pela Folha, com foco apenas no mercado formal, descortina uma outra tendência de inserção precária dos profissionais qualificados no mundo do trabalho. Trata-se da busca de refúgio de muitos desses trabalhadores em postos que exigem menos anos de escolaridade e menos qualificação.

Entre 2013 e 2018, o mercado de trabalho formal absorveu quase 1,7 milhão de trabalhadores com diploma universitário. Desse total, 318 mil aceitaram vagas em uma das 50 ocupações que mais empregavam trabalhadores com ensino fundamental completo ou médio incompleto no início do período analisado.

Ou seja, pelo menos 2 de cada 10 novos contratos para profissionais com ensino superior no período caracterizaram um possível desperdício de capital humano, de acordo com a análise dos dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais).

Esse número, porém, deve ser ainda maior, pois o exercício feito pela reportagem analisou apenas as 50 carreiras mais típicas da mão de obra com menor escolaridade.

Na lista dessas ocupações estão auxiliar nos serviços de alimentação, operador de empilhadeira, cuidador de idosos, recepcionista de consultório médio, motorista de ônibus, frentista e faxineiro.

Diferentes modalidades de vendas são outro ramo no qual muitos brasileiros com faculdade completa têm atuado.

André Luís Matías do Santos, 29, formado em administração de empresas, tem trabalhado como vendedor da Stone Pagamentos.

“Eu sinto que tenho mais capacitação do que o demandado pela função. Sempre fui bom aluno, nunca perdi um ano, terminei um curso inglês junto com o colégio e tenho ensino superior”, diz ele, que também se formou na UFF.

Quando lhe foi perguntado como encara sua escolha de carreira hoje, André respondeu não ter se arrependido. “Gostei do que aprendi em disciplinas como psicologia, recursos humanos, e também de frequentar a universidade.”

Em relação ao futuro, no entanto, seu sentimento é de grande insegurança.

“Estou com a expectativa de crescer dentro da empresa. Com essa crise, me sinto inseguro de me mudar para outra cidade maior sem saber se encontrarei trabalho na minha área”, diz.

André e Dager são amigos. Além de terem cursado a mesma universidade pública, no mesmo campus —em Volta Redonda (RJ)—, cresceram em Paraíba do Sul, no interior do Rio de Janeiro. André ainda mora na cidade.

Assim como ele, Dager também chegou a trabalhar como vendedor. Pediu demissão porque teve a sinalização de que conseguiria um trabalho melhor, nessa mesma área, em São Paulo.

A oportunidade acabou não saindo e —com o apoio da família— ele se mudou para o Rio de Janeiro em busca de uma nova posição, seja em engenharia ou em outro campo.

“Tenho mandado diversos currículos, e está difícil conseguir até entrevista”, diz.

Quando lhe é perguntado se teria feito a mesma escolha de cursar engenharia de produção, Dager fica em silêncio por uns segundos e responde: “Não. Talvez tivesse feito um curso técnico”.

Os dados da Rais mostram que posições técnicas —em áreas como eletromecânica, instrumentação, manutenção de sistemas e de máquinas— absorveram grande quantidade de profissionais com ensino superior nos últimos anos.

Apesar da decepção por não terem conseguido uma inserção melhor no mercado, Dager e André não chegaram a sucumbir ao desalento, que caracteriza a desistência de buscar um emprego apesar da vontade de trabalhar.

A recessão seguida da recuperação mais lenta da história republicana do país levou muitos trabalhadores brasileiros a essa condição.

Segundo o IBGE, o desalento aumentou em todas as faixas de escolaridade, mas seu salto mais marcante —de 875% entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano— se deu entre a população em idade de trabalhar com superior completo.

A analista de sistemas Rita Urquidi, 56, é um exemplo de profissional que desistiu —pelo menos, temporariamente— de se reinserir no mercado de trabalho.

“Coloquei meu currículo na internet, usei o LinkedIn, mas não fui chamada para nada”, diz ela, que foi demitida da empresa em que trabalhava no início da recessão, em 2014.

“Tentei de tudo, aí fui diminuindo [minhas exigências].”

Moradora de São Paulo, Rita conta que chegou a tentar uma vaga em telemarketing, setor em que houve uma disparada na quantidade de profissionais com ensino superior completo nos últimos anos.

Em 2013, havia 8.593 operadores de telemarketing com diploma universitário contratados no mercado formal, segundo a Rais. Em 2018, esse número havia quadruplicado, atingindo 33.735.

Rita, porém, não teve sorte na área. Chegou a avançar em um processo seletivo, mas foi barrada na etapa final. “Acho que foi pela idade”, afirma.

Depois de um tempo, ela acabou desistindo de procurar emprego e foi atrás da aposentadoria. Conseguiu o benefício por tempo de serviço e, hoje, vende pães de mel para complementar a renda.

Em 2020, talvez a analista de sistemas volte a buscar emprego. Agora, no entanto, diz preferir cuidar da mãe, que está doente. Sobre o passado, Rita conta se arrepender de não ter feito cursos de especialização, caminho que se tornou mais difícil para ela no atual contexto de renda menor.

Para Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, um efeito colateral da crise é que profissionais como ela deixam de acumular habilidade adquiridas pela prática do emprego ou por formação complementar.

“Isso vai ter repercussão [na economia] quando o mercado retomar a atividade. O nível [de qualificação] das pessoas pode ter se tornado insuficiente para ocupar certas vagas.”

QUEM TEM MENOS QUALIFICAÇÃO É EMPURRADO À INFORMALIDADE

Quando trabalhadores com curso superior ocupam vagas menos qualificadas, abre-se espaço para inúmeras distorções.

Segundo Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, a situação de quem tem curso superior completo costuma não ser tão grave quanto a de trabalhadores menos qualificados, que tendem a ser empurrados para a informalidade.

A esquina das ruas Barão de Itapetininga e Dom José de Barros, na República (zona central), reúne trabalhadores a procura de vagas de emprego Rivaldo Gomes/Folhapress

“Quem tem nível superior completo acaba tendo uma reserva [de dinheiro] ou vive em um domicílio em que as condições são melhores, o que permite que fiquem subutilizados ou desalentados”, diz.

Bruno Ottoni, pesquisador do Ibre/FGV e da consultoria IDados, concorda que o trabalhador menos qualificado é mais vulnerável. Uma evidência disso é que, embora tenha aumentado em todas as faixas de escolaridade, a taxa de desemprego de quem tem ensino fundamental completo é o dobro de quem tem ensino superior (13,9% contra 6,1%).

Porém, ressalta Ottoni, é importante analisar as duas situações separadamente porque ambas demandam atenção. “A população brasileira fez um enorme esforço para aumentar sua escolaridade média nos últimos anos e os dados mostram que parte dele tem surtido pouco efeito.”

O descasamento crescente entre qualificação e ocupação, diz ele, é sinal disso. Um levantamento do IDados, com números do IBGE, aponta a mesma tendência identificada pela Folha, na Rais.

O estudo da pesquisadora Ana Tereza Pires aponta que “o percentual de indivíduos com diploma de nível superior ocupando cargos de nível médio ou fundamental cresceu de 25% em 2014 para 29,5% em 2019”.

Para Ottoni, deveria haver iniciativas no Brasil, similares às existentes em outros países, que ofereçam sinalização sobre a demanda do mercado por diferentes carreiras.

Outra prática que ajudaria o país, diz Ottoni, seria o acompanhamento por parte das instituições de ensino superior do desempenho de seus ex-alunos no mercado.

“Eu me surpreendo que as universidades aqui não façam isso e que os pais e alunos não cobrem isso delas”, diz.

A maior compreensão sobre a dinâmica do mercado de trabalho se torna mais premente à medida que novas tecnologias abrem espaço para novas ocupações e ameaçam carreiras antigas.

Segundo especialistas, parte desse processo pode estar por trás do que vem ocorrendo com parcela dos profissionais mais qualificados no Brasil.

“O Brasil tem falta de trabalhadores em diversas áreas, que normalmente requerem altíssima qualificação. Por isso não significa que basta ter ensino superior para se enquadrar na categoria de profissionais qualificados”, diz Cosmo Donato, economista da LCA Consultores.

Para ele, o fato de que muitos profissionais com ensino superior estão fora do mercado de trabalho ou em profissões que exigem menor ocupação agrava a falta de oferta de talentos no país.

“Você está desperdiçando capital humano. Essas pessoas não têm condições de se manter em um processo de contínua capacitação para se adequar às novas realidades”, diz Donato.

O custo para o país no futuro, alerta ele, pode ser alto. “No médio e longo prazo, o estoque de mão de obra qualificada pode cair e acabar afetando o potencial de crescimento da economia”, afirma.

Fonte: Folha Online - 10/11/2019 e SOS Consumidor

MEIO AMBIENTE AFASTA INVESTIDOR!

(O Globo, 08) Para presidente da Câmara, questão ambiental afasta investidor estrangeiro. Ele deve encampar pacote de corte de despesas públicas.
No dia em que o governo realizou o segundo leilão de petróleo sem atração de petroleiras internacionais, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou, em entrevista ao GLOBO, que as polêmicas do governo em torno da política ambiental estão entre as razões que afastam investidores estrangeiros do país. Sem fazer menção ao resultado do certame, ele avaliou que, para o Brasil, o meio ambiente é um tema mais sensível por causa das reservas naturais, que não existem em outros países. Apesar da crítica à condução da agenda ambiental pelo governo, Maia está disposto a encampar o pacote de medidas de redução de despesas públicas do ministro da Economia, Paulo Guedes, mesmo que nele haja um ponto crucial que não foi debatido com antecedência com o Parlamento: a possível extinção de municípios pequenos, sem arrecadação suficiente para se manter. Mas criticou esse ponto como um “desgaste” para o Parlamento, o que faria com que o Legislativo não ficasse apenas com a “vitória” de aprovar reformas. Diz ainda que não vê “ambiente” para votar na Câmara a PEC Paralela, que estende a reforma da Previdência a estados e municípios, aprovada no Senado.
A pauta ambiental foi motivo de muitas críticas ao governo recentemente. Como o senhor avalia o impacto econômico?
Temos de ter esse cuidado, até porque são temas muito sensíveis na sociedade brasileira e para os investidores estrangeiros. Muitos investidores estão começando a deixar de pensar no Brasil como uma alternativa de seus investimentos pela questão do meio ambiente. A questão do meio ambiente é mais sensível por causa das reservas naturais, que não existem em outros países. Todos entendem que têm de construir condições para se financiar a floresta. Então, é preciso tomar muito cuidado com esses temas.
No pacote de Guedes, o ponto que permite cortar até 25% da carga horária dos servidores em casos de emergência fiscal é viável?
É, porque isso já era previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal e, por uma liminar (decisão judicial provisória), nunca funcionou. É melhor isso (cortar hora de trabalho) do que o que sobrou na Constituição hoje, que é demitir.
A proposta de Guedes de extinguir municípios pequenos que não se sustentam vai ter resistência no Congresso?
O debate não pode ser só extinguir. A única crítica que eu faço ao governo é que esse não pode ser um debate que coloque a sociedade contra a política. Há um debate de como financiar melhor os municípios que têm pouca receita e são pequenos. E há alguns que cabe discutir se devem existir. Mas um debate frio desses, muitas vezes parece que é um debate assim: vamos jogar algum problema para o Parlamento, para ele não fique só coma vitória de ter responsabilidade, de reformar e modernizar o Estado. Acho que esse artigo foi colocado de forma a criar esse conflito e esse desgaste ao Parlamento. Talvez não tenha sido a preocupação, mas, da forma como está colocado, é exatamente para gerar uma oposição da sociedade contra o Parlamento. Vai jogar, certamente, milhares de vereadores e prefeitos contra o governo federal.
Mas foi proposital essa forma como o governo encaminhou a proposta?
Eu não sei, mas não foi combinado nem com Davi (Alcolumbre, presidente do Senado) nem comigo, pelo menos em nenhuma reunião. Acho que pode ser tratado, não acho ruim que ele tenha vindo. Mas ele veio sem um diálogo. Eu nunca tratei desse tema. Mas é importante que os municípios que têm pouca arrecadação consigam viabilizar as suas atividades, operando de uma forma que não seja sempre com transferência federal.
Os vereadores vão pressionar os deputados...
Vão pressionar o governo. O governo é que trouxe esse tema, e ele agora está colocado. E (vão pressionar) os senadores, porque vai passar no Senado primeiro. Deputados não precisam tratar desse tema agora.
O fato de ser ano eleitoral atrapalha?
Para a gente, não. A proposta não é nossa. Mas tem que debater.
Algum outro ponto do pacote não foi discutido com o Congresso?
Não. Eu não faço crítica ao mérito, faço crítica a como foi introduzido o debate. Todo o resto (do pacote) foi debatido, ou pelo menos informado (ao Congresso).
Como fica o cronograma para conciliar o pacote e a reforma tributária?
Estamos esperando a parte (do pacote) da Câmara chegar, a reforma administrativa, na próxima semana. Vamos trabalhar para que a CCJ vote o mais rápido possível, para que a gente possa começar um trabalho na comissão especial em duas ou três semanas.
Há possibilidade de votar o pacote em 2019?
Não é simples. Semana que vem tem evento do Brics e já inviabiliza a votação. A gente espera votar a PEC do (deputado) Pedro Paulo, que é parecida com a (PEC Emergencial) do governo, mas muito mais densa, na próxima semana ou na outra, para que vire uma comissão especial e fique aguardando o trabalho do Senado.
Mas não deve passar na frente da reforma tributária?
A reforma tributária vai ficar madura para votar nos próximos 30, 40 dias. Pode votar no primeiro semestre ainda na comissão, se tiver apoio, mas não estamos com essa urgência nem na administrativa. No início do próximo ano, depois do Carnaval, a gente pode votar as duas matérias na Câmara e depois encaminhar essas duas para o Senado.
A PEC Paralela da Previdência, aprovada no Senado, vai tratar de assuntos que a Câmara já resolveu não levar adiante, como a reforma da Previdência em estados e municípios. Como o senhor vê isso?
Não temos problema com o tema da PEC Paralela, mas só dois senadores do Nordeste votaram (a favor), e o nosso problema na Câmara foi exatamente o não interesse da maioria dos deputados ligados aos governadores do Nordeste de votar. Esse é um problema que tem que ser resolvido, porque não vejo ambiente na Câmara, sem apoio dos deputados dos partidos de esquerda, para a gente conseguir avançar nessa parte da PEC Paralela, que é a que temos compromisso.
Não é uma ilusão achar que o Congresso pode acabar com o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador)?
Todas as despesas precisam ser avaliadas. Os fundos precisam ser avaliados para que a gente possa ter um Estado que de fato reduza a desigualdade. O Estado brasileiro amplia a desigualdade, porque é concentrador de renda. O governo brasileiro concentra as suas riquezas na elite da sociedade, no setor privado e no setor público.
O senhor disse, no início do ano, que faltava um projeto de país do governo. De lá para cá, isso mudou?
Acho que o governo tem o seu caminho para reduzir desigualdade, para gerar emprego. Do meu ponto de vista, tem toda uma agenda que o governo não trata com tanta prioridade, que nós vamos tratar. Nós entendemos que essa agenda social, que nós estamos começando a construir, precisa ter uma importância que não teve até o momento. É uma questão de estratégia. A equipe econômica acha que tem que resolver primeiro a parte da organização das despesas. Nós entendemos que a pobreza está muito alta, então, precisamos reduzir as despesas e construir caminhos para que as futuras gerações não continuem sendo prejudicadas pela ineficiência do Estado brasileiro.
Quais são os caminhos?
Primeiro, temos que cuidar das famílias e das crianças na extrema pobreza. A extrema pobreza cresceu em 4,5 milhões de brasileiros. Já que estamos economizando nos próximos dez anos, já temos aprovada e projetada (uma economia de) mais de R $1,2 trilhão, como é que a gente consegue trazer para cá parte desse alívio fiscal? Até porque o Brasil vai crescer, então, vai ter aumento de arrecadação, mesmo que não seja muito grande.


Ex-Blog do Cesar Maia


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Recursos na justiça

Essa é a justiça para quem pode pagar .

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Por Claudio Dantas

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É a primeira vez que se tem indícios de que parte da mudança de Lula seguiria para o apartamento 164-A do edifício Solaris, que Lula jura não ser seu. No caso do sítio, o ex-presidente alega que Jacó Bittar lhe emprestou a propriedade para guardar suas “tranqueiras”.

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Mais de 80 tumbas profanadas em cemitério judeu na Dinamarca

Polícia disse que não sabia a data exata da profanação

| Foto: Youtube Journalist Søren Kjær / Reprodução / CP

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Mais de 80 tumbas foram profanadas em um cemitério judeu no oeste da Dinamarca, anunciou neste domingo a polícia, que abriu uma investigação. "Mais de 80 lápides foram pintadas com grafite verde e algumas foram derrubadas" no cemitério Østre Kikegård, em Randers, informou a polícia da Jutlândia Oriental em comunicado.

"Não há símbolos ou textos escritos nas lápides, mas a pintura foi afetada", afirmou um porta-voz da polícia, Bo Christensen, segundo a agência de imprensa local Ritzau.

Uma queixa foi registrada no sábado à tarde, mas a polícia disse que não sabia a data exata da profanação. O cemitério judeu de Randers foi estabelecido no início do século XIX. Com cerca de 200 pessoas, a cidade tinha a maior comunidade israelense fora de Copenhague. Atualmente, cerca de 6 mil judeus vivem na Dinamarca, especialmente na capital.


AFP e Correio do Povo


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Enem ocorreu com tranquilidade, diz presidente do Inep

Domingo foi o segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio

Enem terminou neste domingo

Enem terminou neste domingo | Foto: Guilherme Almeida

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Pelas redes sociais o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, disse que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ocorreu com tranquilidade. "Descanse, relaxa, você fez uma boa prova, estamos torcendo por você".

Hoje (10) foi o segundo dia de prova do Enem. Participantes fizeram as provas de matemática e ciências da natureza em mais de 1,7 mil municípios. No último domingo (3), os candidatos fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. O tema da redação deste ano foi  “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”.

"O Enem terminou, tudo ocorreu com tranquilidade", afirmou em vídeo, Lopes.

Os gabaritos oficiais serão divulgados na quarta-feira (13). Também serão divulgados os Cadernos de Questões, em todas as suas versões. No total, serão seis gabaritos para cada dia de aplicação e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis.

Os participantes deverão ficar atentos para conferir o gabarito relativo à cor de prova que fez em cada domingo de aplicação.

Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados na Página do Participante e no aplicativo do Enem, em janeiro de 2020, a partir de consulta com CPF e senha.

O resultado dos participantes eliminados, segundo o Inep, não será divulgado, mesmo que eles tenham realizado o Enem nos dois dias de aplicação. Para os treineiros, que fazem o exame para autoavaliação de conhecimentos, a consulta só será liberada em março do ano que vem.


Agência Brasil e Correio do Povo


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