Frente fria se organiza com ingresso de ar polar no Sul gaúcho | Foto: Fabiano do Amaral / CPMemória
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O domingo será de mais nuvens e instabilidade do Centro pro Norte do Rio Grande do Sul. Uma frente fria se organiza com ingresso de ar polar no Sul gaúcho. A chuva, contudo, será irregular, a ponto de não chover em várias cidades. No Sul gaúcho, então, o tempo seco predomina.
A despeito da instabilidade, o sol aparece com nuvens na maioria das regiões. O vento vira pra Sul e a temperatura cai em quase todo o Estado. Faz muito frio à noite no Sul e na Campanha. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 10ºC e 17ºC.
Tricolor fez partida letárgica, mas conseguiu resultado com um golaço de David Braz nos minutos finais
Por
Eric Raupp
David Braz marcou um golaço no fim do jogo | Foto: Lucas Uebel / Grêmio
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O Grêmio sofreu, mas manteve sua invencibilidade pós-Copa América na Arena na noite deste sábado após empatar em 1 a 1 com o Palmeiras, em partida válida pelo Brasileirão. Jogando com a equipe reserva, o Tricolor entrou em campo letárgico e sem capacidade de articulação, enquanto a equipe paulista, com menos desfaques, foi pragmática e compactada para fechar os os espaços defensivos e sair com velocidade no contra-ataque. Foi assim que Dudu, um dos poucos titulares em campo, fez o gol do duelo, aos 14 minutos do primeiro tempo.
A equipe de Renato Portaluppi mostrou-se apática na maior parte do tempo, demonstrando intensidade e criação na etapa complementar, quando o jovem Patrick entrou com boa movimentação o atacante Everton saiu do banco para a alegria da torcida. Encontrando brechas na defesa paulista, aos 42 minutos da etapa final, o zagueiro David Braz mandou uma chutaço de fora da área, no ângulo, para deixar tudo igual. O goleiro Weverton apenas olhou, sem chances de defender.
Com o resultado, o Grêmio termina a noite em 12º lugar com 18 pontos, mas pode perder uma posição na tabela caso o Goiás vença o Bahia neste domingo. A próxima partida do Tricolor é justamente contra o Palmeiras, em Porto Alegre, pelas quartas de final da Libertadores, na terça-feira. O duelo, contudo, será com as duas equipes com força máxima e promessa de casa cheia, diferente de hoje, quando o público registrado foi de 14.777 pessoas.
Grêmio sem criatividade no meio campo
Sem suas principais peças no meio de campo e com zaga totalmente reserva, o Grêmio começou o jogo lento e com pouco rendimentos de criação. O Palmeiras se impôs, sustentando-se nas roubadas de bola na faixa central e nas saídas rápidas para o ataque. Já no primeiro minuto, Hyoran deu as caras e foi à linha de fundo após passar com facilidade por Leo Moura. A zaga afastou de cabeça o cruzamento. A jogada veloz ditou o que seria a tônica do confronto: a equipe de Felipão apostando na agilidade de seus homens de ataque.
Por conta disso, os visitantes até deixavam os donos da casa ingressarem em sua metade do campo, recuando a marcação, para realizar o desarme e partirem em velocidade. Foi assim que eles abriram o placar aos 14 minutos. Em um contra-ataque, Hyoran acionou Dudu pela esquerda. O camisa 7 que driblou David Braz e adentrou na área. Com liberdade, chutou de pé esquerdo, colocado, no canto direito, sem chances para Júlio César fazer a defesa.
A equipe de Renato, assim como em outros duelos, até teve mais posse de bola (foram 66% ao fim do primeiro tempo), mas a capacidade reduzida de articulação na intermediária dava origem a jogadas sem objetividade. Com isso, os atletas passaram a buscar chutes de média e longa distância: aos 20, Luan arriscou após limpar o marcador e, aos 23, Leo Moura mandou uma bomba do meio da rua, passando por cima da goleira.
Enquanto isso, os palmeirenses continuavam a avançar com naturalidade pelas costas dos laterais. Hyoran correu pela esquerda, entortou David Braz e limpou a marcação de Léo Moura. Finalizou fraco, nas mãos do goleiro. O lateral esquerdo do Tricolor ainda errou recuo para Júlio César aos 31 minutos, deixando Borja cara a cara com o colega. O colombiano tentou driblar o arqueiro, que deu um toque fundamental para evitar o segundo gol.
Os adversários chegaram a balançar a rede mais uma vez, novamente em um golpe de celeridade, mas a o lance foi anulado. Dudu puxou o contra-ataque pelo meio e encontrou Borja, em posição de impedimento, pela direita. Ele cruzou para Hyoran, que cabeceou livre de marcação, e sem pular, no canto. Foi somente após a conclusão do lance, seguindo as recomendações da CBF, que o bandeirinha invalidou o gol.
O Palmeiras seguiu acumulando chances, pecando no toque final, enquanto o Grêmio, ensaiava, tímido, alguma reação.
Segundo tempo lento, mas nem tanto
Buscando alternativas para combater a indolência de sua equipe, Renato apostou para a etapa complementar em Patrick no lugar de Darlan. A partida recomeçou truncada, com os times trocando a posse de bolas e sucessivas faltas de ataque. A primeira boa chance do Tricolor na partida se deu em um toque em profundidade do recém escalado para Pepê. O passe foi muito longo e o atacante dividiu com Weverton, que ficou caído. Repetindo a fórmula do primeiro tempo, o Palmeiras, objetivo, chegou bem aos nove minutos com a dobradinha Dudu e Hyoran, que ingressou com facilidade na área, mas teve chute travado por David Braz.
Já o Grêmio se apresentou um pouco mais ligado, buscando – e encontrando – espaços principalmente pela direita. Thaciano protagonizou pelo drible ao se esquivar de três marcadores e achar Leo Moura na área. O capitão no duelo de hoje finalizou mal, nas mãos do goleiro, como se fosse um recuo. Aos 16 minutos, Patrick recebeu dentro da área e aplicou um lençol em Gustavo Gómez, que se recuperou e conseguiu travar a finalização. Aos poucos, o Tricolor começou a gostar da partida, embora a apatia e a previsibilidade continuasse.
Everton foi lançado no lugar de Luan aos 27 para dar roupagem nova ao meio campo e Luciano fez sua estreia na Arena substituindo Leo Moura, que saiu de maca aos 31, direto para o vestiário. Consciente de que o tempo passava e com Cebolinha em campo, o Tricolor avançou a marcação para partir para cima e a aplicar mais intensidade.
Golaço para garantir o empate
Colocando pressão nos minutos minutos finais, o zagueiro David Braz mandou uma bomba do meio da rua para deixar tudo quando o relógio marcava 42 minutos. A bola fez uma curva e encontrou o ângulo, sem chance nenhuma para o goleiro. Os palmeirenses reclamaram da origem do lance, um lateral para o Grêmio, que entendiam que deveria ser deles.
A arbitragem ainda deu seis minutos de acréscimos, que foram os mais disputados da partida. Apesar da correria, o placar encerrou-se com um empate.
Grêmio 1 x 1 Palmeiras | Brasileirão 2019
Grêmio: Júlio César, Leo Moura (Luciano), Paulo Miranda, David Braz, Cortez, Rômulo, Darlan (Patrick), Thaciano, Luan (Everton), Pepê, Tardelli. Técnico: Renato Portaluppi.
Palmeiras: Weverton, Mayke (Marcos Rocha), A. Carlos, Gustavo Goméz, Victor Luis, Thiago Santos. Matheus Fernandes (Bruno Henrique), Rafael Veiga, Dudu (Ramires), Borja, Hyoran. Técnico: Felipão.
Grupo de 52 pessoas chegou nesta sexta e mais 77 devem desembarcar no domingo
Por
Eduardo Amaral
Imigrantes manifestam desejo de um dia retornar e reconstruir Venezuela | Foto: Fabiano do Amaral
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O Rio Grande do Sul recebeu na noite desta sexta-feira um grupo de 52 venezuelanos que vieram tentar uma vida nova no sul do país. Os imigrantes chegaram ao estado nos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e foram acolhidos pela Agência Humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia (ADRA), que junto com as Forças Armadas desenvolve a Operação Acolhida, que encaminha as famílias para emprego e moradia no novo país.
Para domingo, são esperadas mais 77 pessoas que devem chegar ao estado e serem encaminhadas para trabalhos em diversas cidades do interior. A ideia é que as famílias possam se estabelecer no país, e para isso recebem como apoio encaminhamento para emprego e auxílios de moradia, alimentação e higiene. O projeto faz a ponte entre empresas brasileiras e venezuelanos que querem se instalar, permitindo que os imigrantes cheguem ao país já empregados. O projeto já trouxe mais de mil pessoas para o Brasil desde o ano passado, e a perspectiva é que até 2020 96 famílias sejam abrigadas em diversos estados.
Juan Carlos Cuenca, 53 anos, é uma das pessoas que veio ao país em busca de melhores condições de vida. Acompanhado da mulher e dos dois filhos, uma menina de sete anos e um menino de nove, ele desembarcou em Porto Alegre mostrando otimismo com o futuro que pode construir a partir de agora. Ele e sua família são uma das sete que irão para Rio Grande, Sul do Estado. Na cidade, Cuenca já tem um emprego garantido e se mostra grato pela oportunidade recebida. “Eu tenho sorte que me selecionaram para trabalhar aqui, vou começar a trabalhar no que for.”
Na Venezuela, Cuenca trabalhou em áreas diversas, e espera que esta disponibilidade lhe renda bons frutos. “Durante minha vida profissional fiz várias coisas, pintor, eletricista, e agora vou trabalhar no que seja e mostrar minhas habilidades. Vou mostrar que posso fazer várias coisas.” Duas coisas pesaram na hora de escolher para onde Cuenca levaria a família, o dinheiro e as perspectivas do Brasil. “É o país que mais me dá acesso, infelizmente a condição econômica do país não me permitia ir para mais longe. Então, eu pus na balança o que era melhor para meus filhos. E o Brasil dá permissão de trabalho, respeita os direitos humanos, então achamos ele mais atrativo que outros porque a expectativa era melhor aqui.”
Mesmo chegando cheio de sonhos e animado, Cuenca espera um dia voltar para sua terra natal, onde espera ajudar na melhoria daquele país. “Não somos pobres. Estamos empobrecidos. Vamos voltar à Venezuela e fazer ela grande”, diz ele ao projetar o retorno dos milhares de imigrantes que deixaram o país nos últimos anos devido à crise.
E não é que é verdade? O cara atropela as palavras, engole outras, passa por cima de algumas regras gramaticais, solta palavrões.
Mas vamos dar uma olhadinha nos seus antecessores, que ainda estão vivos:
SARNEY: um intelectual. Membro da ABL. Escritor e poeta. O multimilionário "dono" do Maranhão. Deixou o país quebrado, após sucessivos e mal sucedidos planos econômicos, e com uma inflação que, só no último mês do seu mandato (ampliado para 5 anos, sabe-se lá como) foi superior a 80%. Num mês!
COLLOR: nascido em berço de ouro. Bom orador, teve educação de 1o. Mundo. Foi impichado por corrupção. Indiciado em vários processos, teve bens apreendidos. Não está preso graças à leniência do STF.
FHC: Outro intelectual. Professor catedrático da USP. Professor visitante da Sorbonne. Ao cabo de seu segundo mandato (conseguido sabe-se lá como!) entregou a inflação sob controle, mas com o Brasil no FMI. Passou a faixa para Lula, seu velho companheiro de palanque e de ideias socializantes.
LULA: Um farsante, semianalfabeto, comia os plurais com a mesma gula com que devorava dinheiro e amantes, como nunca antes na história deste país. Levou 8 anos enganando, trapaceando, roubando. Está preso, condenado em 2a. Instância, em vias de ser condenado também no TRF-4 num outro processo. E com uma outra condenação na 13a. Vara de Curitiba. É réu em mais um monte, no Rio e em Brasília.
DILMA: A economista que não sabia nada de economia, a anta que não consegue construir uma frase com sujeito, verbo e predicado nos seus devidos lugares. Com a "expertise" de quebrar uma loja de 1,99, foi bem mais longe: quebrou um país inteiro. Foi impichada. E acaba de ter prisão preventiva requerida, mas ainda não deferida pela Justiça.
TEMER: A finesse em pessoa. Nunca elevou a voz. Nunca disse uma frase que não fosse rebuscada, com direito a mesóclises empoadas e gongóricas. Chefiou por décadas o MDB, um partido que saqueou o país também por décadas - e não por mera coincidência. Está em prisão domiciliar, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Aí Bolsonaro, menino pobre, estudante de Colégio Militar e Capitão reformado, sucede a essa súcia de letrados e iletrados, espertos e corruptos, carreiristas e punguistas (e até ex-terrorista!), quebra todas as regras sujas de se fazer política e é trucidado por ser tosco com as palavras? Por não ser politicamente correto? Por falar o que pensa, sem rodeios? Por corajosamente dar nome aos bois? Por enfrentar sem medo a mídia que o massacrou na campanha? E que continua massacrando um presidente legitimamente eleito?
Como deputado, estava no Congresso quando todos esses presidentes exerceram o poder roubando, ou aliciando partidos e deputados com ministérios, cargos e até dinheiro vivo, o Mensalão que o diga. O Petrolão também.
Mas ele nunca se deixou contaminar. Era uma voz isolada no Plenário e nas Comissões, e desprezado pelos colegas de tantas legislaturas, que nunca davam as assinaturas necessárias para que seus projetos andassem na Casa.
Ou então seus projetos eram engavetados pelos presidentes da Câmara - e muitos deles foram processados e/ou foram ou estão presos, como Ibsen Pinheiro, Severino Cavalcanti, João Paulo Cunha, Michel Temer, Eduardo Cunha.
Ele sobreviveu incólume àquele antro!
Bolsonaro é uma total e absoluta exceção à regra de como se faz política no Brasil. Um alienígena completo. Que se elegeu sem partido importante, sem dinheiro, sem a mídia, sem as corporações, sem nada além de seu discurso conservador, que reverberou nas redes sociais por quem viu nele - com toda a razão - um político que iria fazer diferente de quem o antecedeu. E ele está fazendo.
Tem a sutileza de um rinoceronte? Sim. Tem a coragem dos loucos? Também sim. Tem os cacoetes das raposas da política? Definitivamente não. E ainda bem que não, dados os exemplos acima.
Ele não é, nem nunca foi um Rolls Royce. Está mais pra um tanque de guerra, daqueles que passam por qualquer terreno para abrir caminho para a infantaria, que vem atrás. E a infantaria somos nós.
Para Bolsonaro, todo mato é caminho. E ele vai (vamos) chegar lá. Não interessa se o homem é um tosco, ante o quanto é verdadeiro. E comprovadamente honesto.
O resto é choro de corruptos, mimimi de contrariados e o coro de mal informados pela mídia, que não engole o fato que um presidente se elegeu à sua revelia.
Alberto Saraiva, sem esquecer que o tanque andou de Rolls Royce na posse, para desespero de quem achou que ele ficaria no caminho, como derrotado. Ou morto.
País nórdico anunciou nesta quinta a suspensão do repasse de R$ 132,6 milhões para o fundo. Nesta semana, Alemanha também cortou envio de R$ 155 milhões para proteção da floresta.
Por Guilherme Mazui e Gustavo Garcia, G1 — Brasília
"A Noruega não é aquela que mata baleia lá em cima, no Polo Norte, não? Que explora petróleo também lá? Não tem nada a dar exemplo para nós. Pega a grana e ajude a Angela Merkel a reflorestar a Alemanha", afirmou Bolsonaro.
Criado em 2008, o fundo já captou R$ 3 bilhões em doações e financia projetos de estados, municípios e da iniciativa privada para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal.
A Noruega e a Alemanha contribuem juntas com mais de 90% do total do fundo, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Mais cedo, nesta quinta-feira, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que as regras do fundo estão em discussão, acrescentando não ter se surpreendido com suspensão de repasse pela Noruega.
Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 - Farroupilha, Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a domingo a partir das 10 horas.
Máxima deve chegar aos 30°C em Porto Alegre | Foto: Alina Souza / CP Memória
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O dia será de sol e calor neste sábado, em todo o Estado. As nuvens até aparecem, mas o sol predomina, tornando o dia agradável. Na região Sul, chuvas isoladas podem aparecer. O ar mais quente ingressa no Rio Grande do Sul, podendo ter vento Norte em algumas regiões.
De acordo com a MetSul Meteorologia, não faz frio pela manhã, e as máximas devem chegar na casa dos 30°C em regiões como os Vales, a região metropolitana, Centro e Noroeste do Estado.
Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens. A mínima fica na casa dos 13°C, enquanto a máxima deve chegar aos 30°C.
Mínimas e máximas no RS
Vacaria 8°C / 24°C Uruguaiana 17°C / 30°C Santa Maria 16°C / 29°C Bagé 16° / 26°C Capão da Canoa 15°C / 25°C Passo Fundo 14°C / 27°C
Eis o texto do pensador Roberto Rachewsky - UM PONTO DE INFLEXÃO- :
Para os céticos, míopes ou opositores a aprovação da Medida Provisória 881/19, a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, é uma gota d’água nesses mares bravios do estatismo que regula e tributa em proporções oceânicas.
Para os otimistas, visionários e idealistas, a Declaração de Direitos que liberta o cidadão comum das garras da burocracia estatal é um cajado mosaico assentado sobre o chão para abrir os caminhos dos bem-aventurados em direção a sua prosperidade ou dos falidos para novas oportunidades.
Lembrem-se que Moisés fez seu povo percorrer o deserto do Sinai por 40 anos porque não queria que gente com a mentalidade de um escravo ingressasse na terra prometida.
Nós brasileiros vivemos na terra prometida, não temos um deserto para percorrer, tampouco podemos esperar 40 anos para nos libertar dessa mentalidade servil que compõe a imensa maioria do povo.
O cajado mosaico foi empunhado por dois jovens gaúchos, Paulo Uebel e Gianluca Lorenzon, que cresceram dentro do movimento liberal brasileiro do qual o IEE e o Instituto Liberdade foram seus mais antigos e principais celeiros.
Todo liberal sabe que mudanças não ocorrem da noite para o dia. Quem acha que ao promulgar uma lei o mundo mudará de imediato, são os revolucionários jacobinos. Esses, quando vêem que há inconformidade ou resistência das pessoas, não hesitam e usam a coerção brutalmente, como ocorreu na Revolução Francesa.
Não se pode obrigar um povo acostumado a ser escravo a viver em liberdade. Prestem atenção aqui. Viver em liberdade não se obriga é algo que se aprende a fazer com o tempo. É um processo endógeno que exige observação, introspeção, propósito e iniciativa.
Uma outra metáfora que pode se usar é considerar a MP 881 uma pedra atirada no centro de um lago, as ondas em forma de círculos concêntricos precisarão muito tempo para atingir as margens depois de cruzar toda a superfície da água.
Até que o hospício regulatório brasileiro tire as camisas de força que são responsabilidade dos estados e municípios, levará de dois a quatro anos. Até que os brasileiros sem as camisa de força aprendam a se movimentar livres, levará outro tanto.
A Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, quando for aprovada no Senado e for publicada, será o ponto de inflexão que o povo brasileiro, escravo dos faraós de Brasília, precisa para tornar-se uma sociedade formada por indivíduos livres e independentes de corpo e alma.
Não se iludam, céticos, míopes e opositores, a hora da Liberdade chegou.
Não se iludam, otimistas, visionários e idealistas, a marcha para um Brasil livre recém começou na política. Levará um quarto de século para os brasileiros aprenderem a responsabilizarem-se por suas vidas, afinal, é isso que liberdade significa.
Passaram-se 35, 40 anos desde que as ideias liberais começaram a se disseminar pelo Brasil de forma sistemática. Outros 25, 30 anos levarão para que os indivíduos mudem sua mentalidade e a cultura geral adote o viés capitalista que a ética do Individualismo recomenda.
A luta por liberdade está no meio do caminho, o Brasil inteiro deve isso a alguns pioneiros que, acreditando na força das ideias e do tempo, colocou o cajado mosaico ou a pedra do lago na mão desses dois bravos guerreiros pela liberdade.
#VEJA#Podcast#OsTrêsPoderes Em um momento de desgaste da Operação Lava Jato, a Câmara aprovou projeto que pune o abuso de autoridade. O texto define penas para vários tipos de ilícitos. Magistrados, por exemplo, serão punidos com detenção de um a quatro anos ao decidirem pela prisão preventiva sem amparo legal. Abertura de investigação sem indícios de crime e obtenção de prova por meio ilícito também são algumas das práticas enquadradas como crime de abuso. Dora Kramer considera que houve um certo abuso das autoridades parlamentares, já que a votação foi em regime de urgência, sem voto nominal, num momento em que a Lava Jato está fragilizada e em que Jair Bolsonaro muda de posição na questão do combate à corrupção por causa do envolvimento de familiares e amigos em questões que exigem investigações. Para ela, a população vai ficar contra isso e causará um dilema no presidente. Ricardo Noblat avalia a lei como um atraso. Na opinião dele, a aprovação era uma pedra cantada, já que o Congresso estava incomodado com os resultados da Lava Jato e queria dar um freio na atuação dos procuradores. Augusto Nunes afirma que a lei aprovada é uma indecência e vai permitir que o fora da lei vai dar voz de prisão a quem defende a lei baseado na lei. Ele diz que Bolsonaro deve vetar o texto aprovado ao menos parcialmente ou vai arriar uma das suas bandeiras de campanha. Os colunistas de VEJA também criticam a forma que o governo Bolsonaro age com as questões do meio ambiente, o que prejudica até as relações internacionais do Brasil. Augusto Nunes, Dora Kramer e Ricardo Noblat ainda comentam a situação política na Argentina.
A CONSTITUIÇÃO-CIDADÃ GARANTE PROBLEMAS E IMPEDE SOLUÇÕES XVIII- 212/18 - 15.08.2019
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EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO
Por incrível que possa parecer, o fato é que no nosso empobrecido Brasil a velha e correta LÓGICA de que o EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO é obtido através da igualdade entre RECEITAS e DESPESAS só vale para o SETOR PRIVADO.
LÓGICA VETADA PELA CONSTITUIÇÃO
No SETOR PÚBLICO, ainda que muita gente tenha enorme dificuldade para perceber, e entender, esta importante e necessária LÓGICA simplesmente é VETADA pela nossa CONSTITUIÇÃO CIDADÃ. Notadamente quando se trata das absurdas e obrigatórias DESPESAS DE PESSOAL.
DIREITO ADQUIRIDO
Volto a repetir, pela enésima vez: como os servidores públicos (federais, estaduais ou municipais) tanto os que estão na -ativa- quanto os aposentados (considerados -inativos-), além da IMPOSSBILIDADE de serem DEMITIDOS também gozam do DIREITO ADQUIRIDO, garantido por CLÁUSULAS PÉTREAS, que impede a REDUÇÃO de salários/proventos.
PROBLEMA INSOLÚVEL
Como as DUAS FOLHAS de pessoal (ativos e inativos) já são responsáveis, em praticamente todos os estados e municípios, por mais de 70% do total das DESPESAS, que continuam crescendo ano após ano por força de benefícios legalmente obtidos, nenhum governante, por mais interessado que pretenda ser, tem força para -resolver- este grave problema. Ou seja, esta DESPESA é simplesmente INSOLÚVEL!
BOLETIM DE FINANÇAS
Quem melhor esclarece esta grave situação é a Edição/2019 do "Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais", publicação anual em que o Tesouro Nacional faz um retrato da situação fiscal de Estados e Municípios e analisa os principais fatores que influenciaram o desempenho desses números.
Diz o Boletim, que me foi enviado pelo atento economista Ricardo Bergamini, que: - o gasto com pessoal aumentou 4,4% entre 2017 e 2018, ao passo que a relação entre investimento total e receita corrente líquida recuou de 6,92% em 2017 para 6,52% em 2018. Mais: mostra que, entre 2011 e 2018, a DESPESA BRUTA COM PESSOAL -ATIVO E INATIVO- dos Estados cresceu, em média, 39% em termos reais. Apenas em 2018 na comparação com 2017, o gasto com inativos aumentou R$ 9,35 bilhões no conjunto dos estados.
"O caráter rígido dessa despesa, somado ao agravamento da situação previdenciária, dificulta a contenção das despesas para aqueles Estados que já destinam boa parte de sua arrecadação para o pagamento de salários ou aposentadorias. Essa mensagem reforça a necessidade da revisão das regras previdenciárias dos Estados".
ACABAR COM CLÁUSULAS PÉTREAS
Como se vê, a MONTANHA DE PROBLEMAS que fazem do nosso empobrecido Brasil um país extremamente INJUSTO e brutalmente DESIGUAL, não permite que se perca muito tempo com comemorações quando uma boa medida é aprovada. Uma coisa é absolutamente certa: enquanto persistir a ESTABILIDADE NO EMPREGO dos servidores públicos, e não acabar com as nojentas e injustas CLÁSULAS PÉTREAS, os maiores problemas brasileiros NÃO SERÃO RESOLVIDOS.
MARKET PLACE
CINCO NOVIDADES NO BOURBON IPIRANGA - O Bourbon Ipiranga inicia o mês de agosto ampliando o seu mix com a inauguração de CINCO NOVAS operações. A praça de alimentação do empreendimento agora conta com novas opções de pratos saudáveis, comida caseira e hambúrguer com as marcas BALANCEADO, BELGALETO e PAMPA BURGER, que estreia em shopping center com a abertura no empreendimento.
Além das novidades gastronômicas, o Bourbon Ipiranga agora também conta com novas opções de itens para cozinha com a CUTELARIA D’ÁVILA, que oferece uma grande diversidade de facas e produtos relacionados, e da ESSÊNCIA JOIAS, marca especializada em joias feitas em prata.
ESPAÇO PENSAR+
Eis o texto do pensador Roberto Rachewsky - UM PONTO DE INFLEXÃO- :
Para os céticos, míopes ou opositores a aprovação da Medida Provisória 881/19, a Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, é uma gota d’água nesses mares bravios do estatismo que regula e tributa em proporções oceânicas.
Para os otimistas, visionários e idealistas, a Declaração de Direitos que liberta o cidadão comum das garras da burocracia estatal é um cajado mosaico assentado sobre o chão para abrir os caminhos dos bem-aventurados em direção a sua prosperidade ou dos falidos para novas oportunidades.
Lembrem-se que Moisés fez seu povo percorrer o deserto do Sinai por 40 anos porque não queria que gente com a mentalidade de um escravo ingressasse na terra prometida.
Nós brasileiros vivemos na terra prometida, não temos um deserto para percorrer, tampouco podemos esperar 40 anos para nos libertar dessa mentalidade servil que compõe a imensa maioria do povo.
O cajado mosaico foi empunhado por dois jovens gaúchos, Paulo Uebel e Gianluca Lorenzon, que cresceram dentro do movimento liberal brasileiro do qual o IEE e o Instituto Liberdade foram seus mais antigos e principais celeiros.
Todo liberal sabe que mudanças não ocorrem da noite para o dia. Quem acha que ao promulgar uma lei o mundo mudará de imediato, são os revolucionários jacobinos. Esses, quando vêem que há inconformidade ou resistência das pessoas, não hesitam e usam a coerção brutalmente, como ocorreu na Revolução Francesa.
Não se pode obrigar um povo acostumado a ser escravo a viver em liberdade. Prestem atenção aqui. Viver em liberdade não se obriga é algo que se aprende a fazer com o tempo. É um processo endógeno que exige observação, introspeção, propósito e iniciativa.
Uma outra metáfora que pode se usar é considerar a MP 881 uma pedra atirada no centro de um lago, as ondas em forma de círculos concêntricos precisarão muito tempo para atingir as margens depois de cruzar toda a superfície da água.
Até que o hospício regulatório brasileiro tire as camisas de força que são responsabilidade dos estados e municípios, levará de dois a quatro anos. Até que os brasileiros sem as camisa de força aprendam a se movimentar livres, levará outro tanto.
A Declaração de Direitos de Liberdade Econômica, quando for aprovada no Senado e for publicada, será o ponto de inflexão que o povo brasileiro, escravo dos faraós de Brasília, precisa para tornar-se uma sociedade formada por indivíduos livres e independentes de corpo e alma.
Não se iludam, céticos, míopes e opositores, a hora da Liberdade chegou.
Não se iludam, otimistas, visionários e idealistas, a marcha para um Brasil livre recém começou na política. Levará um quarto de século para os brasileiros aprenderem a responsabilizarem-se por suas vidas, afinal, é isso que liberdade significa.
Passaram-se 35, 40 anos desde que as ideias liberais começaram a se disseminar pelo Brasil de forma sistemática. Outros 25, 30 anos levarão para que os indivíduos mudem sua mentalidade e a cultura geral adote o viés capitalista que a ética do Individualismo recomenda.
A luta por liberdade está no meio do caminho, o Brasil inteiro deve isso a alguns pioneiros que, acreditando na força das ideias e do tempo, colocou o cajado mosaico ou a pedra do lago na mão desses dois bravos guerreiros pela liberdade.