Com essas ofertas não dá pra perder!

Magazine Você
Twitter Google+ Facebook Blog

Smart TV LED 43? Samsung Series 5 J5290 Full HD
Smart TV LED 43? Samsung Series 5 J5290 Full HD Bivolt
de R$ 1.999,00
por R$ 1.399,00
até 10x de R$ 139,90 sem juros
Comprar

Smart TV 4K LED 50? Samsung UN50RU7100 Wi-Fi

Smart TV 4K LED 50? Samsung UN50RU7100 Wi-Fi
de R$ 3.199,00
por R$ 2.149,90até 10x de R$ 214,99 sem juros

Comprar

Smart TV LED 32? Samsung J4290 Wi-Fi

Smart TV LED 32? Samsung J4290 Wi-Fi Bivolt
de R$ 1.499,00
por R$ 945,90até 10x de R$ 94,59 sem juros

Comprar

Smart TV 4K LED 43? Samsung UN43RU7100 Wi-Fi

Smart TV 4K LED 43? Samsung UN43RU7100 Wi-Fi
de R$ 2.599,00
por R$ 1.699,90até 10x de R$ 169,99 sem juros

Comprar

Smart TV 4K LED 58? Samsung UN58RU7100

Smart TV 4K LED 58? Samsung UN58RU7100
de R$ 4.499,00
por R$ 3.099,90até 10x de R$ 309,99 sem juros

Comprar

Smart TV 4K QLED 55? Samsung QN55Q60RAG Wi-Fi

Smart TV 4K QLED 55? Samsung QN55Q60RAG Wi-Fi
de R$ 5.499,00
por R$ 3.549,90até 10x de R$ 354,99 sem juros

Comprar

Smart TV 4K LED 65? Samsung UN65RU7100 Wi-Fi

Smart TV 4K LED 65? Samsung UN65RU7100 Wi-Fi
de R$ 6.499,00
por R$ 4.199,90até 10x de R$ 419,99 sem juros

Comprar

Selos
Magazine Você

Compre de quem você confia. Muito mais vantagens para você. O Magazine Você é um canal de vendas do Magazine Luiza. O remetente deste email está autorizado a vender nossos produtos através do site www.magazinevoce.com.br

Ofertas válidas até o dia 14/08/2019 às 23:59 (horário de Brasília) ou enquanto durarem nossos estoques (o que ocorrer primeiro). Preços anunciados não incluem frete. Este e-mail não deve ser respondido.

Para dúvidas referentes a: entregas, montagens, cancelamentos e/ou pagamentos, entrar em contato com a Central de Atendimento através do número 0800 34 1001.

Lula: E agora como fica?

Lula: E agora como fica? from Contexto Politico on Vimeo.


Já circulou anteriormente, mas não custa nada repetir!
    REPASSEM!!

DESOBEDIÊNCIA DOS JUÍZES E DA SOCIEDADE CONTRA O SUPREMO

Chegou o grande momento da sociedade civil brasileira adquirir a sua própria personalidade coletiva, debruçando-se sobre os limites que devem ser tolerados em relação à abrangência da grande verdade um dia escrita por Ruy Barbosa, segundo a qual “ A PIOR DITADURA É A DO PODER JUDICIÁRIO. CONTRA ELA NÃO HÁ A QUEM RECORRER”.

Será que essa constatação do ilustre jurista estaria se reportando exclusivamente ao Povo Brasileiro como possível “vítima” da última instância da Justiça? Do Supremo Tribunal Federal? Porventura essa realidade imaginada pelo pensador não se adequaria melhor à uma sociedade de “cordeiros”, do que a um povo inteiro? Ele quis dizer que a tolerância da sociedade contra os seus eventuais algozes não pode ter limites? Bastaria não haver nas leis a previsão de uma nova autoridade a quem recorrer ? É isso que Ruy Barbosa pensava ? Que o Povo brasileiro deveria conformar-se em ser igual a um rebanho de cordeiros à mercê dos seus juízes? Não estaria na hora do povo construir outra verdade? Ruy Barbosa imaginava que os Ministros do STF deveriam ser obedecidos como se “deuses” fossem?

É preciso que se coloque um basta definitivo nos abusos de poderes, e nos atos manifestamente ilegais, cometidos a cada dia pelo Supremo Tribunal Federal, ou seus Ministros individualmente.

A escandalosa intervenção do Supremo impedindo a transferência do presidiário Lula da Silva, de Curitiba , para São Paulo, passou dos limites máximos da tolerância. O Supremo Tribunal Federal, em Sessão Plenária, simplesmente “ignorou” a Justiça , afastando totalmente as instâncias inferiores que teriam a competência exclusiva para decidir sobre um simples remanejo prisional do condenado.

Até agora se falava mais sobre os abusos de autoridade e atos manifestamente ilegais de ministros, isoladamente. Mas com essa nova decisão do “Plenário” do Supremo,no caso da transferência do presidiário Lula,não há mais como temer estar errado em considerar o Supremo como “réu” nessas práticas abusivas.

Ora, sabidamente ninguém está obrigado a se submeter a ordens manifestamente ilegais. Nem mesmo os tribunais (não)superiores, ou juízes, que são os órgãos que “executam” as ordens e decisões dos Tribunais Superiores de Brasilia.

Num recente escrito, o jurista Modesto Carvalhosa andou “tangenciando” o problema. Acusou claramente dois Ministros do STF (o Presidente Dias Toffoli, e Alexandre de Moraes) da prática de ATOS MANIFESTAMENTE ILEGAIS, exortando servidores públicos da Receita Federal a descumprirem ordens desses Ministros no que tange à proibição da continuidade das investigações contra contribuintes, mediante obtenção de dados a partir do Banco Central, Receita Federal e COAF, dentre os quais pessoas muito” importantes”, inclusive Ministros do próprio STF e “familiares”.

O fundamento legal encontrado pelo ilustre jurista liga-se ao disposto no art. 22 do Código Penal, que trata da excludente de ilicitude :”Se o fato é cometido mediante coação irresistível,ou em estrita obediência à ordem,NÃO MANIFESTAMENTE ILEGAL, de superior hierárquico, só é punível o autor da coação ou da ordem”. Trocando tudo em miúdos, Carvalhosa quis dizer que se os respectivos servidores públicas da Receita Federal cumprirem as ordens MANiFESTAMENTE ILEGAIS dos referidos ministros, não poderão alegar exclusão de ilicitude no eventual “recuo” que fizerem, e assim estarão cometendo CRIME.

Esse é o princípio que consagra não só o direito,porém o dever,de não se cumprir ORDENS MANIFESTAMENTE ILEGAIS.

“Atalhando” para a última decisão do “Colegiado” do Supremo ,sobre Lula da Silva, proibindo a sua transferência de Curitiba para São Paulo, é evidente que todos aqueles que cumprirem essa esdrúxula decisão “suprema”,inclusive das instâncias inferiores da própria Justiça, pelo simples fato de estarem cumprindo ordem MANIFESTAMENTE ILEGAL, mesmo que partida do STF, estarão agindo ilicitamente,e não valerão as suas defesas de “obediência à ordem superior”.

Vou dar um pequeno exemplo ,embora um “pouco” exagerado, de que mesmo as ordens do “Supremo” podem e devem deixar de ser cumpridas, quando for o caso. E se por uma absurda hipótese o STF resolvesse decretar a “pena de morte” para algum réu? Claro que não seria o próprio tribunal que executaria a pena, o “carrasco”. Mas o juiz a quem chegasse a ordem seria obrigado a cumprir a decisão e mandar executar o condenado? O juiz poderia e deveria negar-se a cumprir a decisão?

Muita coisa que está acontecendo hoje no STF não se distancia muito do exemplo acima . A decisão que impediu a transferência do Lula não está muito longe. E se as instâncias inferiores da Justiça “fecharem os olhos” para esses absurdos “supremos”, cumprindo ordens MANIFESTAMENTE ILEGAIS ,amanhã ou depois acabarão tendo que sentar no banco dos réus juntamente com os autores dessas ordens.

Não defendo ,em princípio, a DESOBEDIÊNCIA CIVIL, nem a DESOBEDIÊNCIA JURISDICIONAL. Mas essas duas alternativas não podem ser totalmente desconsideradas como LEGÍTIMA DEFESA, respectivamente , de um POVO, ou da própria JUSTIÇA.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

O preferido de Lula no STJ

POR GABRIEL MASCARENHAS

Nelson AlmeidaNelson Almeida | AFP

Os advogados de Lula rezam todos os dias para que o STJ convoque o desembargador Olindo de Menezes a assumir no STJ os casos de Felix Fischer, que está de licença médica.

Na avaliação da defesa, as chances de Menezes atender aos pedidos de Lula são infinitamente maiores do que o linha-dura Fischer.

LEIA MAIS:

O pedido de Lula: foca em mim

O desejo de Lula pelas instalações carcerárias de Temer


O Globo

Preço médio da ponte aérea cai 42% com a chegada da Azul

Despencou

Por Ernesto Neves

Aeronave da Azul Linhas Aereas no aeroporto Internacional de Viracopos em Campinas (SP) (Paulo Fridman/Corbis/Getty Images)

O preço médio nas passagens da ponte aérea Rio-São Paulo caiu 42% entre a última segunda (12) e esta terça (13).

De Congonhas, em São Paulo, para o Santos Dumont, no Rio, o tíquete médio passou de R$ 610 para R$ 354.

Já no trecho entre o Santos Dumont e Congonhas os voos baixaram de R$ 478 para R$ 322.

O fenômeno foi provocado pelo anúncio da Azul de que começará a operar voos neste trecho.

O levantamento foi feito pelo site Kayak e vale para viagens entre o dia 1 de setembro até 31 de dezembro.


Veja

Novos vídeos de LANCE! TV

Em LANCE! TV

Dailymotion

Veja quem é o camisa 10 de cada time da Série A

LANCE! TV

dailymotion

Os jogadores mais valiosos da Premier League

LANCE! TV

dailymotion

Veja a lista com os zagueiros mais caros da história

LANCE! TV

‘Alternativa’ católica para chefiar Ministério Público tem lobby de tribunais

Paulo Gonet une apoio de integrantes de Cortes superiores para assumir a Procuradoria-Geral da República

Breno Pires e Rafael Moraes Moura / BRASÍLIA

Paulo Gonet, cotado para o cargo de procurador-geral da República. FOTO: IUSEF SOARES/IDP

LEIA TAMBÉM <?XML:NAMESPACE PREFIX = "[default] http://www.w3.org/2000/svg" NS = "http://www.w3.org/2000/svg" />>Ala do PSL combate favoritismo de Augusto Aras para a chefia do Ministério Público

Católico praticante, contrário ao aborto e crítico ao ativismo judicial, o subprocurador-geral da República Paulo Gonet, de 57 anos, une o apoio de aliados bolsonaristas e o de integrantes de tribunais superiores para ser uma alternativa de perfil conservador ao comando da Procuradoria-Geral da República.

A articulação em torno do nome do subprocurador, com 32 anos de atuação no Ministério Público Federal e ex-sócio do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, ficou evidente nesta quinta-feira, 8, quando a deputada Bia Kicis (PSL-DF) o levou ao Palácio do Planalto para se reunir com o presidente Jair Bolsonaro. O ministro do Tribunal de Contas da União Walton Alencar Rodrigues também o ciceroneou no encontro.

Não são conselheiros a se desprezar. Dois dos ministros mais prestigiados por Bolsonaro foram indicados por eles. Paulo Guedes (Economia), por Bia, e Tarcísio Freitas (Infraestrutura), por Rodrigues.

De acordo com a parlamentar, o subprocurador disse no encontro com Bolsonaro que nenhum candidato à vaga de procurador-geral da República pode prometer “que nunca haverá uma ação incômoda”, mas que jamais atuará com o intuito de prejudicar o governo. “Ou seja, ele não terá uma atuação ideológica”, resumiu Bia, atribuindo ao candidato um dos principais requisitos considerados por Bolsonaro para o cargo.

O nome do subprocurador também é elogiado por ministros do Supremo e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra. “É um grande quadro do MP”, afirmou o ministro Marco Aurélio Mello, do STF.

O bom trânsito e os laços de amizade com figuras tradicionais do universo jurídico não significam, na visão de Bia, que ele represente o establishment. “É uma pessoa independente, íntegra e bem conhecida dentro da PGR e fora dela. O procurador-geral não pode ser uma pessoa isolada na cúpula da instituição”, disse a deputada, colega do subprocurador no curso de Direito na Universidade de Brasília (UnB), na década de 1980. Segundo ela, o amigo nunca permitiu que a proximidade com Gilmar tivesse “qualquer interferência no trabalho dele”.

A meteórica carreira jurídica do subprocurador incluiu uma contratação como assessor no STF menos de um ano após a graduação. Assessorou o ministro Francisco Rezek por quatro anos, até assumir como procurador da República, sem deixar de atuar na Corte. “É um rapaz extremamente preparado e decente. É uma figura intelectual e moralmente muito importante. Se for escolhido, creio que será um ótimo procurador”, disse ao Estado o ex-chefe de Gonet na Procuradoria-Geral da República Sepúlveda Pertence.

Namoro. Na juventude, Gonet namorou Raquel Dodge, segundo relataram à reportagem pelo menos três pessoas próximas aos dois. O relacionamento profissional persistiu. O subprocurador foi secretário de Assuntos Constitucionais e representante da Procuradoria na Segunda Turma do Supremo na gestão dela. Lá, atuou em casos da Lava Jato, como a abertura de uma ação penal contra a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR). Deixou o cargo em dezembro após, segundo interlocutores, ter suas funções de confiança esvaziadas.

Tal como o subprocurador-geral Augusto Aras, outro cotado para suceder a Raquel, Gonet tem permissão para atuar como advogado, concedida a procuradores que entraram no Ministério Público antes da Constituição de 1988. Atualmente, é sócio no escritório Sérgio Bermudes, onde atua da mulher de Gilmar, Guiomar Mendes.

Alinhamento. Como representante do Ministério Público Federal na Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Gonet foi voto vencido nos julgamentos que reconheceram a responsabilidade do Estado brasileiro pela mortes do estudante Edson Luis, Carlos Marighella e Carlos Lamarca.

O alinhamento ideológico de Gonet à pauta bolsonarista também está na área dos costumes. No artigo Proteção do direito à vida: a questão do aborto, de 2011, o subprocurador afirma que a rejeição “firme e eficaz do aborto” constitui “dever do Estado” e independe de “razões religiosas”. “O não nascido, mesmo que embrião, é titular do direito à vida”, escreveu. Gonet também já se mostrou contrário à criminalização da homofobia, decidida pelo STF em junho. Segundo ele, a decisão só poderia ser tomada pelo Congresso.

Em outro momento, porém, a secretaria comandada por Gonet na Procuradoria embasou ação contra a adoção do voto impresso nas eleições. A medida havia sido aprovada pelo Congresso na minirreforma política de 2015 a partir de uma emenda apresentada pelo então deputado Jair Bolsonaro. O pedido contra a impressão dos votos, atendido pelo STF, foi assinado por Raquel e não tem o nome de Gonet. A interlocutores, o subprocurador disse que cabe ao Parlamento a decisão final sobre a adoção da medida.

Procurado, Gonet não quis se manifestar.

NOTÍCIAS RELACIONADAS


Estadão

Reservas marinhas brasileiras recebem visita de comitiva de Moçambique

Leia mais...

Por Pedro Carvalho

(Adriano Machado/Reuters)

Em meio a cruzada anti-ambientalista de Jair Bolsonaro, uma comitiva de Moçambique virá ao Brasil conhecer as reservas marinhas do país.

Entre os dias 12 e 22 de agosto, autoridades moçambicanas vão participar do programa da ONG Rare “Pesca para Sempre”, de preservação da pesca artesanal.

A missão vai passar em três reservas extrativistas marinhas, consideradas modelos, localizadas nos estados do Pará e Pernambuco.

Além da troca de experiências, a comitiva vai discutir acerca das questões climáticas, já que os manguezais são quatro vezes mais eficazes na retenção de carbono que as florestas tropicais.


Veja

Renan diz que Dallagnol ‘continua fora da lei’

Renan Calheiros, alvo de mais de uma dezena de inquéritos no STF, voltou a atacar Deltan Dallagnol neste sábado.

“Parece que o CNMP vai adiar nossa reclamação contra Deltan que iria a referendo nesta terça, por militância política comprovada no despacho que abriu o processo”, afirmou o senador no Twitter.

“É por estas e outras que ele continua fora da lei, desgastando o @MPF_PGR como um todo.”

Renan é um pândego.


O Antagonista

SE A ESQUERDA VENCER NA ARGENTINA ,O MESMO ACONTECERÁ NO BRASIL??

É preciso colocar as barbas de molho com a vitória da esquerda argentina nas eleições primárias agora realizadas. Prevenir nunca é demais.

Na verdade existe uma espécie de identidade entre os” DNAs “ políticos dos argentinos e dos brasileiros .As razões dessa identidade só poderão ser esclarecidas pelos melhores antropólogos e psicólogos sociais. Mas sem dúvida se observa que os erros nas escolhas políticas de qualquer deles acabam se repetindo no outro.

Se olharmos com atenção os acontecimentos políticos nesses dois países,as semelhanças serão notórias. As únicas diferenças consideráveis estarão nos respectivos calendários eleitorais, que não coincidem, talvez estando aí a explicação para a pequena diferença de tempo nos acontecimentos de cada país.

Esse “repeteco” histórico entre os dois países apareceu mais nítido a partir dos anos 60 do século passado. O Regime Militar começou no Brasil em 1964,durando até 1985. Na Argentina, foi de 1966 a 1983.

Com o retorno da sua “democracia”(?),os argentinos acabaram elegendo Presidente da República o cidadão Raul Alfonsin (1983),em quem depositaram,com muita festa e até euforia, todas as suas esperanças de recuperação da Argentina.

Mas o povo argentino acabou “quebrando a cara”. Mesmo o festejado plano econômico instalado pelo novo governo, chamado “Plano Austral”,não deu certo. A demagogia do então governo não demorou a ser desmascarada. As repetidas crises argentinas até se agravaram . Mas o paradoxal em tudo isso foi que esse tal de “Plano Austral” certamente teria sido o principal inspirador do “Plano Cruzado”,adotado no Brasil após o término do Regime Militar do Brasil,em 1985,e colocado “no ar” pelo Governo de José Sarney, em 1986.

Apesar de ter sido também um plano econômico fracassado,como fora o Plano Austral, na Argentina, o Plano Cruzado,do Brasil,conseguiu no máximo colocar na mesa do pobre galinha bem barato por alguns poucos meses, com essa “bondade” elegendo os políticos do partido de Sarney (MDB) ,como maioria dos “constituintes” que escreveram a Carta de 1988,numa escancarada fraude eleitoral, que ficou por isso mesmo.

Mas o “consórcio” político Brasil-Argentina não estacionou por aí. Continuou acelerado. Em 1989, os argentinos elegeram um “tipinho” chamado Carlos Menem,que teve Nota 10 como DEMAGOGO, e Nota “0” como governante,sendo absolutamente “repetido” no Brasil por Fernando Collor de Mello, eleito Presidente da República no mesmo ano que Menem,em 1989,logo ”defenestado” do poder por impeachment.

Mas a “marcha fúnebre” entre os dois países prosseguiu intacta. Em 2003 a esquerda se adonou do poder nos dois países,com os Presidentes Nestor Kirjner ,depois com a sua mulher,Christina Kirjner,na Argentina, e com Lula e Dilma/Temer ,no Brasil . Na Argentina a esquerda continuou mandando até 2015 ,e aqui no Brasil até 2018,”apesar” de Temer.

Portanto as esquerdas foram tiradas do poder quase simultaneamente nos dois países, dando lugar aos “conservadores” Mauricio Macri,em 2015,na Argentina , e Jair Bolsonaro,no Brasil, com sua eleição em outubro de 2018.

Nessa retrospectiva histórica, sem dúvida a tendência será a de se repetir no Brasil o que acontecer com as eleições presidenciais na Argentina no final desse ano de 2019. Se a esquerda vencer lá , dificilmente acontecerá diferente no Brasil, em 2022. Portanto vai ser preciso cortar a cabeça dessa “cobra”,bem antes, com os meios que se tornarem necessários.

Com essa vitória da esquerda nas primárias argentinas,as “cobras” locais certamente irão incrementar o boicote que já estão fazendo contra o Governo Bolsonaro. Vai acontecer o mesmo que “eles” já fizeram com Macri,na Argentina. E Bolsonaro só tem uma saída que lhe assegure a plena governança , evitando a volta da esquerda em 2022. Ela está prevista na Constituição.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo