Frente fria traz chuva para a maioria das regiões do RS neste sábado

Em Porto Alegre, máxima não deve passar dos 17°C

Frente fria traz chuva para a Capital

Frente fria traz chuva para a Capital | Foto: Alina Souza

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O avanço do ar frio pelo Rio Grande do Sul traz muitas nuvens, chuva e garoa entre a manhã e a tarde na maioria das regiões do Estado. Pode chover forte em alguns pontos na madrugada. Da tarde para a noite, no entanto, o tempo melhora e o sol pode aparecer com nuvens.

De acordo com a MetSul Meteorologia, pode haver rajadas de vento na segunda metade do dia, especialmente no Sul e Leste gaúcho. O frio chega a noite, quando ocorrem as mínimas. Entre terça e quarta, temperaturas caem radicalmente.

Em Porto Alegre, chove no início do dia, e sol aparece depois. A mínima será de 11°C, e a máxima chega apenas aos 17°C.

Mínimas e máximas no RS

São José dos Ausentes 5°C / 14°C
Vacaria 7°C / 15°C
Santa Rosa 10°C / 16°C
Uruguaiana 9°C / 17°C
Bagé 8°C / 15°C
Caxias do Sul 8°C / 16°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Escola indígena de Viamão recebe doação de livros

Publicado em 8 de ago de 2019

Alunos do Colégio Estadual indígena do ensino fundamental Nhamandu Nhemopu'ã receberam uma coleção composta por 200 livros infantis, infantojuvenis e de literatura em geral.
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Alcides Martins é eleito vice-presidente do Conselho Superior do MPF

Subprocurador assume Procuradoria-Geral da República em caso de vacância

Desembargador federal Alcides Martins foi homenageado em junho, com a entrega da Medalha da Ordem do Mérito da Defesa, no grau de Comendador

Desembargador federal Alcides Martins foi homenageado em junho, com a entrega da Medalha da Ordem do Mérito da Defesa, no grau de Comendador | Foto: TRF2 / Divulgação / CP

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O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) elegeu nesta sexta-feira como vice-presidente do órgão o subprocurador-geral da República Alcides Martins. Ele foi escolhido em votação apertada, na qual ficou empatado com o subprocurador Nicolao Dino. O desempate se deu pelo critério de antiguidade, vencendo aquele com mais tempo de carreira no Ministério Público. Uma das atribuições do cargo é assumir interinamente a chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR) em caso de vacância do posto.

Nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro, a quem cabe a atribuição constitucional exclusiva de indicar o PGR, disse que deve nomear o próximo ocupante do cargo até a sexta da semana que vem. Em seguida, o nome deve ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que depois vota em plenário a aprovação do novo procurador ou procuradora.

Martins ocupará interinamente o cargo de PGR caso todo o trâmite para a indicação do novo titular não termine antes do fim do mandato de Dodge. A regra está prevista no artigo 27 da Lei Orgânica do Ministério Público da União (Lei complementar 75/1993). Não há prazo definido para que o Senado aprove ou rejeite o novo nome. A atual procuradora-geral, Raquel Dodge, encerra o mandato em 17 de setembro.

Nos últimos anos, isso ocorreu ao menos uma vez, quando a subprocuradora Helenita Acioli assumiu após o fim do mandato de Roberto Gurgel e antes de Rodrigo Janot tomar posse, em 2013. Antes, o mesmo ocorreu com a subprocuradora Debora Duprat, que foi a PGR interina por 22 dias em 2009. Ainda nesta sexta, Bolsonaro disse haver “uns 80 nomes” cotados para ser o próximo PGR. O presidente já sugeriu que pode não indicar um nome da lista tríplice enviada pela Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR) após votação entre os membros da carreira.
O três mais votados na lista foram, na ordem, os subprocuradores-gerais da República Mario Bonsaglia e Luiz Frischeisen e o procurador regional da República Blal Dalloul. Correm por fora, porém, nomes como o do subprocurador Augusto Aras, que já se reuniu diversas vezes com Bolsonaro nas últimas semanas. A própria Raquel Dodge se colocou à disposição para recondução.
O procurador-geral da República é o chefe do Ministério Público Federal e exerce as funções do Ministério Público junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele também é o procurador-geral Eleitoral, além de estar legitimado para abrir Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), por exemplo.


Agência Brasil e Correio do Povo

"O Senado vai aprovar a Reforma da Previdência sem alterar uma vírgula", diz Onyx

Manifestação foi feita durante encontro com empresários em Porto Alegre

Por Christian Bueller

O chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse acreditar na aprovação da Reforma da Previdência no Senado

O chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse acreditar na aprovação da Reforma da Previdência no Senado | Foto: Alina Souza

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"O Senado vai aprovar a Reforma da Previdência sem alterar uma vírgula, não será mexido um centavo. Eu garanto”. Com suas tradicionais frases de efeito, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, palestrou a empresários, nessa sexta-feira, em reunião-almoço na Federação das Indústrias do Estado do RS (Fiergs), em Porto Alegre. Utilizando o tema “Brasil 2020 – Um novo país”, Lorenzoni fez um balanço da gestão do presidente Jair Bolsonaro e do plano de crescimento para o país a partir dos projetos desenvolvidos pelo atual governo.

Excluído da reforma, o regime de capitalização será enviado separadamente para análise do Congresso. Conforme adiantou o ministro, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) terá dois regimes: um de capitalização e poupança individual para aposentadoria e outro para fundos de pensão. “Especialistas dizem que, deste modo, a poupança interna brasileira sai dos atuais 15%, 16% sobre o PIB para 20%. Vai ser a ‘Lei Áurea’ do Brasil porque estaremos independentes do capital estrangeiro”, afirmou Lorenzoni, que acredita ver no Real a possibilidade de virar a moeda do Mercosul.

O ministro-chefe da Casa Civil disse que a pressão frustrada dos governadores para incluir estados e municípios na reforma da Previdência esbarrou por falta de habilidade política. “No Senado haverá a PEC Paralela, mas os governadores vão ter que buscar porque foram 308 votos na Câmara”, lembrou. Lorenzoni disse que a “privatização vai pegar”, mas não negou que o Banrisul, esteja incluído neste processo.

Durante a apresentação, o ministro expôs quatro pontos que deram, segundo ele, o caminho da prosperidade no país. A inversão da lógica de que o estado é quem serve à população e não o contrário foi o primeiro abordado. Em seguida, tirar o estado do “cangote do cidadão”, frase cunhada por Bolsonaro sobre o governo ser parceiro de quem produz e trabalha. O terceiro ponto foi a redução de ministérios de 40 para 22, o que diminuiu 21 mil cargos em comissão. “Reduziremos mais 25 mil até o final do ano”, adiantou Lorenzoni. Por fim, governar pelo exemplo é outro item que, segundo o ministro, contribuiu com o bom andamento da gestão em sua visão. “Quase meio milhão de novos postos de trabalho foram abertos. É o melhor resultado em cinco anos. Além disso, o governo estará todo digitalizado até 2022”, relatou.

Lorenzoni ainda falou sobre o Programa de Parcerias e Investimentos, que busca desenvolvimento regional, lucratividade para a iniciativa privada e economia para o poder público. “Da porteira para dentro, ninguém compete com o brasileiro. Mas, da porteira para fora é uma tragédia, é nisso que temos que trabalhar”, salientou. O ministro-chefe da Casa Civil enumerou 147 projetos concluídos até maio deste ano e R$ 260,2 bilhões em investimentos garantidos para os próximos anos.


Correio do Povo

Richard Gere visita navio para migrantes no Mediterrâneo

Publicado em 9 de ago de 2019

A embarcação ‘Open Arms’ foi visitada pelo ator americano Richard Gere.
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Brasileiras superam EUA e Canadá para vencer o revezamento 4x100

Andressa Fidelis, Vitória Rosa, Lorraine Martins e Rosangela Santos conquistaram medalha de ouro no Pan

Rosângela finalizou prova com perfeição

Rosângela finalizou prova com perfeição | Foto: Luis Acosta / AFP / CP

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O quarteto brasileiro formado por Andressa Fidelis, Vitória Rosa, Lorraine Martins e Rosangela Santos levou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 no revezamento 4x100 metros. As mulheres do Brasil fizeram o tempo de 43s04, melhor marca do ano da equipe.  O Canadá ficou com a prata e os Estados Unidos levaram a medalha de bronze.

Mais experiente do grupo, Rosangela Santos afirmou que tinha certeza que o Brasil iria ganhar uma medalha. “Fomos muito bem. Nós sabíamos que tínhamos condições de ganhar a medalha. A gente só não sabia a cor. E falamos: 'por que não lutar pelo ouro?'. A Jamaica e os Estados Unidos sempre vêm forte, mas não são imbatíveis”, celebrou.

No 4x100m masculino, o Brasil confirmou o domínio das provas por equipes. Após garantir o título mundial no Japão, em maio, o quarteto formado por Paulo André, Derick Souza, Rodrigo Nascimento e Jorge Henrique Vides faturou a medalha de ouro. Com tempo de 38s28, a equipe do Brasil fez ótima prova no Estádio de La Videna.

Trinidad y Tobago levou a prata e os Estados Unidos ficaram com o bronze. Apesar da vitória, Rodrigo Nascimento não gostou do tempo que a equipe brasileira fez. “Largamos bem. Estava um pouco mais concentrado, com 'raiva' no coração. Queria sair daqui com essa medalha. A gente é competitivo. Estávamos confiantes e treinados. Infelizmente o resultado (tempo) não veio tão expressivo, mas fomos campeões e saímos felizes. Agora é só comemorar.”


R7 e Correio do Povo

Custo da revitalização do trecho 2 da orla do Guaíba deve ser de R$ 70 milhões

Valores serão bancados pela iniciativa privada, que poderá explorar futura roda gigante às margens do Guaíba, segundo a Prefeitura

Por Franceli Stefani

Trecho 2 da orla do Guaíba deverá ter uma roda gigante de 80 metros de altura

Trecho 2 da orla do Guaíba deverá ter uma roda gigante de 80 metros de altura | Foto:

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A Prefeitura de Porto Alegre apresentou nesta sexta-feira os passos iniciais para o projeto de revitalização do trecho 2 da orla do Guaíba – entre a Rótula das Cuias e a o Anfiteatro Pôr do Sol. A expectativa é de a obra tenha custo de cerca de R$ 70 milhões. Diferente dos outros dois trechos, a revitalização será custeada com recursos privados.

Como contrapartida a quem que custear a revitalização, o vencedor da licitação poderá explorar comercialmente o principal atrativo, uma roda gigante de 80 metros, que promete se tornar um dos principais pontos turísticos da Capital.

O prefeito Nelson Marchezan Jr. disse, no evento, que a maior roda gigante do Brasil é a que está no parque Hopi Hari, em São Paulo, com cerca de 45 metros de altura. No Rio de Janeiro, há previsão de construção de uma de 83 metros. “O investidor de Porto Alegre terá a oportunidade, se desejar e tiver recurso financeiro, de fazer a maior estrutura do país aqui. Ela será uma referência de todos que vierem ao Estado”, afirmou.

Antes do lançamento do edital, a Prefeitura abrirá uma consulta pública, a partir da próxima segunda-feira. A consulta ficará disponível por 30 dias e, posteriormente, será compilada para que seja feita a publicação do edital. “Analisaremos todas as sugestões dadas pela sociedade civil, empresários, quem desejar. A obra total está orçada em R$ 70 milhões, mas pode variar”, disse.

Revitalização da orla

O trecho 1 foi entregue em 2018, que compreende o Gasômetro até a Rótula das Cuias. O próximo a ser revitalizado é o 3, entre a foz do Arroio Dilúvio, na avenida Ipiranga, até o Parque Gigante, na avenida Beira-Rio. Um consórcio entre empresas de Portugal e do Brasil apresentou a menor proposta, de R$ 46,1 milhões – abaixo do estimado, que era R$ 57 milhões.

A abertura dos envelopes ocorreu na segunda-feira passada e o consórcio será declarado vencedor da licitação, caso não haja nenhum recurso contra.

“Povo está aproveitando”

Presente no evento na Prefeitura, o ex-governador do Paraná e arquiteto que fez o projeto da orla, Jaime Lerner, falou do orgulho que tem em ver o seu projeto sair do papel: “É um prazer ver que o povo está aproveitando, a infraestrutura é um exemplo para o Brasil, pela retidão com que foi conduzida, por excelentes profissionais. Se pudesse, vinha de cadeira de rodas de Curitiba”, enfatizou ele, que mora na capital paranaense.

Ao ser questionado sobre as críticas recebidas antes do primeiro trecho ser inaugurado, disse que está satisfeito ao perceber que aqueles que apontaram, hoje conseguem aproveitar a área. “Fui presidente da União Internacional de Arquitetos, conheço que cada país tem as suas discussões. Aqui era óbvio que o sentimento que movia os profissionais era de amor à cidade.”


Correio do Povo


REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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Salvini praticamente lançou sua campanha eleitoral durante um comício

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Inesperada crise de governo mergulha Itália na incerteza

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Petistas festejam a ‘segurada’ no pacote anticrime

Os petistas estão soltando fogos com a declaração de Jair Bolsonaro de que é preciso “dar uma segurada” no pacote anticrime de Sergio Moro.

Ontem, em nova audiência organizada por senadores do partido, a representante do tal Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), Eleonora Nacif, chegou a chamar a proposta de “grande enganação” e repetiu a ladainha de preocupação com “aumento do encarceramento” no país.

Bolsonaro precisa “dar uma segurada” nessa turma revendo sua posição sobre o pacote.


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Governo federal estuda corrigir faixa de isenção do Imposto de Renda pela inflação

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Medida seria uma recompensa ao fim das deduções de gastos com saúde e educação 

Rio - O governo estuda corrigir a faixa inferior de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (hoje, em R$ 1.903,98 mensais) pela inflação, além de promover um corte linear nas alíquotas de todas as faixas de renda, segundo apurou o Estado com fontes da área econômica.

A medida seria uma recompensa ao fim das deduções de gastos com saúde e educação. Deduções permitem diminuir o valor do imposto a ser pago ou aumentar a restituição a receber.

O Estado antecipou em julho que a equipe econômica estudava acabar com as deduções médicas em troca de um corte linear das alíquotas. Uma das ideias é que, além do corte linear, também se dê reajuste à faixa de isenção – o que faria com que mais brasileiros ficassem desobrigados de fazer a declaração ao Fisco.

Hoje, as renúncias das despesas médicas beneficiam apenas os 20% mais ricos da população brasileira, segundo estudo do Ministério da Economia. O resultado mostra que a política de concessão desse subsídio dado pelo governo alimenta o caráter regressivo do Sistema Tributário Nacional, no qual quem ganha menos paga proporcionalmente mais do que os de renda mais elevada. Ou seja, as deduções médicas tendem a aumentar a desigualdade de renda do País. Com as deduções médicas, o governo abre mão de R$ 45,9 bilhões em tributos.

O fim das deduções também atingiria os gastos com educação. Ao contrário das despesas com saúde, há um limite de descontos no IR com educação própria ou de dependentes, que é de R$ 3.561,50 por pessoa.

O secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, disse nesta quinta-feira, 8, que o governo quer apresentar, por meio do ministro da Economia, Paulo Guedes, o próprio texto de reforma tributária na semana que vem. Segundo ele, o texto será “intermediário” entre as propostas que estão hoje no Congresso, abordando ainda alguns itens que não são tocados, como Imposto de Renda e a desoneração da folha de pagamentos (tributos sobre os salários que as firmas pagam). “A proposta do governo trará enorme simplificação na apuração do imposto devido”, disse.

Cintra deixou claro, no entanto, que não há possibilidade de uma reforma que preveja queda de arrecadação. Ou seja, não haverá revisão na carga tributária. Ele sinalizou, nesse sentido, que pode voltar a discutir a tributação de dividendos (pagamento que os acionistas de uma empresa recebem pelo lucro gerado). Quem paga são as companhias de capital aberto (com ações na bolsa), obrigadas a distribuir pelo menos 25% do seu lucro líquido. Hoje, os acionistas não precisam pagar impostos sobre os dividendos.

O governo federal defende a criação de um IVA de tributos federais, reunindo o PIS/Cofins, ISS, uma parte do IOF e talvez da CSLL, mantendo o controle sobre os tributos fedrais. Cintra voltou a destacar a dificuldade de se aprovar uma reforma com âmbito nacional, com inclusão dos Estados. Disse que o debate, se levado nesses termos, pode ser difícil e demorado.

Patrocinada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a “PEC Baleia/Appy” foi desenhada no modelo de imposto sobre o valor agregado (IVA) que existe em vários países do mundo. O IBS unificaria num único tributo o IPI, PIS, Cofins (todos do governo federal), ICMS (Estados) e ISS (municípios).

Marcos Cintra afirmou também que o imposto sobre pagamentos – que será chamado de contribuição previdenciária e será proposto para compensar a desoneração da folha de pagamentos – é “da mesma espécie” da extinta CPMF. No entanto, afirmou que a CPMF foi mal implantada e mal articulada e garantiu que o novo tributo será mais simples e eficiente.

“A contribuição previdenciária, que é o tributo sobre pagamentos que pretendemos sugerir, está para a CPMF da mesma forma que o IVA está para o ICMS. São tributos da mesma espécie, mas um é mal implantado, mal articulado, deformado, cheio de distorções e o outro é implantado de forma mais simples e mais eficiente”, disse.

Fonte: O Dia Online - 08/08/2019 e SOS Consumidor


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