Prisão perpétua em Cuba

Um levantamento da ONG Defensores dos Prisioneiros Cubanos aponta que 40% dos presos políticos no país foram condenados à prisão perpétua.

Outros 26% foram sentenciados a mais de 25 anos de cárcere, noticia Duda Teixeira na Crusoé.

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Reprodução

40% dos presos políticos em Cuba pegam prisão perpétua

Um levantamento da ONG Defensores dos Prisioneiros Cubanos avaliou o tempo de condenação dos presos políticos que não são considerados como “prisioneiros de consciência”. Eles não entram nessa classificação porque não integravam a oposição. Eram membros do governo que decidiram se manifestar livremente ou pessoas comuns que tentaram fugir da ilha. Entre esse grupo, 40% … Continue lendo40% dos presos políticos em Cuba pegam prisão perpétua

Crusoé


O Antagonista

Câmara aprova em segundo turno texto-base da reforma da Previdência

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Por 370 a 124 votos, reforma avança; trabalhos serão retomados nesta quarta para analisar destaques

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (7), em segundo turno, o texto-base da proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Jair Bolsonaro.

Foram 370 votos a favor, e 124 contra —o mínimo necessário para a aprovação era de 308 apoios.

O único deputado presente que marcou "abstenção" foi Alexandre Frota (PSL-SP), que chegou a ser o coordenador da bancada do partido na comissão especial. Ele tem se envolvido em disputas internas com correligionários e criticado o governo nas redes sociais.

O placar é menor em relação ao obtido no primeiro turno, quando o texto-base teve apoio de 379 deputados, mas está dentro da "margem de erro" estimada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a aliados.

“Eu estava apostando nisso, 370”, disse Maia ao final da votação. Segundo ele, pelo menos cinco deputados que votariam a favor do texto-base só chegam a Brasília na manhã desta quarta –dois do PL, um do PP e dois do MDB.

“Acho que um ou dois podem ter virado voto. Normal que você, numa votação dessa, possa ter um ou dois votos de perda ou de ganho...ganho não dava, porque também já era 379, um número bem arriscado.”
Nesta quarta, serão votados os "destaques", que são tentativas de suprimir pontos específicos da proposta. Isso, contudo, deve ocorrer apenas na tarde desta quarta (7).
Para Maia, não haverá surpresa nas tentativas de supressão. Um dos mais polêmicos, que envolve o pagamento de pensão por morte, já foi conciliado com os deputados. “Já foi explicado hoje às principais bancadas, à bancada evangélica, à bancada feminina, aos principais partidos, onde ficou claro que não haverá nenhum brasileiro que receba menos de um salário mínimo na pensão.”

Serão votados ainda os chamados "destaques", que são tentativas de alterar pontos específicos da proposta. Isso, contudo, deve ocorrer apenas na tarde desta quarta (7).

Somente após a análise dos destaques é que a votação da proposta será concluída na Câmara. Aí o texto segue para o Senado, que deve se debruçar sobre o tema a partir da próxima semana.

A equipe econômica e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), acreditam que até setembro a restruturação das regras de aposentadorias e pensões seja aprovada definitivamente pelo Congresso e vá à promulgação.

Às vésperas da votação na proposta em segundo turno na Câmara, opresidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso um projeto de lei que abre espaço no Orçamento para diversos ministérios no valor de R$ 3 bilhões, cumprindo promessa feita a deputados.

Cabe ao Congresso autorizar a abertura desse crédito. Esses recursos são necessários para que o governo cumpra o acordo feito com deputados favoráveis à reforma da Previdência.

Apesar de ter sido eleito com o discurso de que acabaria com o fisiologismo no Congresso, o Planalto fez promessas de liberação que somam mais de R$ 5 bilhões para as emendas —que tratam de obras e investimentos nos redutos eleitorais dos congressistas.

Segundo interlocutores de Palácio do Planalto, do total de R$ 3 bilhões em crédito pedido pelo projeto, R$ 2 bilhões são para atender a pleitos de parlamentares e R$ 1 bilhão se destina a ações do Ministério da Defesa.

Maia descartou qualquer influência na votação da liberação do crédito. “Não acho que isso tenha sido fundamental nessa votação. Eu acho que o governo atender aos municípios com recursos na área de saúde, educação, isso é até fundamental na crise que nós vivemos", disse.

"Mas não acredito, pelos discursos que ouvi hoje em algumas comissões e no próprio plenário, que os deputados tenham voltado do recesso branco para votar por esse motivo.”
Ele rejeitou ainda impacto das declarações controversas de Bolsonaro no placar menor no segundo turno. “As falas do presidente estão no âmbito da política, do conflito dele com os políticos de esquerda do Nordeste. Claro que são frases polêmicas, mas no conflito político para fora, não na relação com o Parlamento”.

Além das negociações políticas, o governo teve que ceder em trechos da proposta de reforma da Previdência para aprovar o texto na Câmara.

A proposta inicial, enviada por Bolsonaro em fevereiro, previa um corte de R$ 1,2 trilhão nos gastos em dez anos.

A versão aprovada representa, até o momento, uma economia de R$ 933,5 bilhões nas despesas previdenciárias na próxima década. Esse valor pode cair se algum destaque for aprovado nesta quarta.

A meta do ministro Paulo Guedes (Economia) era um impacto de pelo menos R$ 1 trilhão em dez anos.A proposta reestrutura o sistema de aposentadoria e pensões dos trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos.

Apesar das alterações feitas pelos deputados, os pilares do projeto foram mantidos no relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que sofreu pressão de partidos, servidores e lobistas durante as negociações.

A reforma estabelece uma idade mínima de 65 anos, se homem, e 62 anos, se mulher, para trabalhadores do setor privado e servidores federais.

Quem já está no mercado de trabalho tem direito a uma transição.

Pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), atualmente, há duas formas de aposentadoria. Uma é por idade, que exige 65 anos, no caso de homens, e 60 anos para mulheres, quando o trabalhador não é do setor rural.

A reforma da Previdência ataca essencialmente o segundo modelo de aposentadoria: o por tempo de serviço. Estas regras permitem que, após 35 anos de contribuição, se homem, e 30 anos, se mulher, trabalhadores se aposentem cedo.

Outra mudança relevante é sobre a fórmula de cálculo da aposentadoria.

A regra permanente estabelece idade mínima de 62 anos (mulher) e 65 anos (homem) Rivaldo Gomes/Rivaldo Gomes/Folhapress

A regra atual descarta os 20% menores recolhimentos. Assim, a média é elevada, o que beneficia o trabalhador. A proposta considera todas as contribuições, o que reduz o valor da aposentadoria.

A versão atual da reforma mantém essa regra de cálculo proposta pelo governo, mas o relator incluiu um dispositivo para suavizar a mudança.

Para conseguir apoio à PEC, o relator teve que ceder a pressões. Estados e municípios ficaram fora da reforma.

Numa derrota para Guedes, a reforma aprovada também excluiu a criação de um novo sistema previdenciário, a capitalização. Nesse regime, que era o desejo do ministro da Economia, cada trabalhador faria a própria poupança para bancar a aposentadoria.

O relator também teve que aliviar regras de transição para servidores públicos e professoras, fez ajustes na fórmula de cálculo da pensão por morte apresentada pelo governo, poupou trabalhadores rurais e excluiu mudanças no pagamento do BPC (benefício assistencial) a idosos carentes.

Apesar de ser o principal projeto do governo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi o principal articulador do projeto. Mesmo aliados de Bolsonaro reconhecem que a aprovação da reforma é uma vitória de Maia.

Fonte: Folha Online - 07/08/2019 e SOS Consumidor



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DICK MORRIS: "RECOMENDEI A ESPERT UMA ARMA SECRETA PARA A MUDANÇA: OS JOVENS"!

(Brenda Struminger - La Nacion, 25/07) O assessor político norte americano Dick Morris, que se juntou à campanha presidencial de José Luis Espert nos últimos dias, está trabalhando em uma estratégia para "penetrar na polarização". Ele acredita que o economista liberal, que nunca ocupou um cargo ou foi candidato, pode entrar na política de maneira surpreendente. Ele diz que na Argentina, como no Reino Unido e nos Estados Unidos, há também um "voto oculto".
Ex-assessor de Bill Clinton e do líder pró-Brexit Nigel Farage, ele trabalhou com Fernando de la Rúa em 1999, com Aníbal Ibarra em 2000 - ambos venceram - e com Mauricio Macri em 2003, quando foi derrotado. Hoje, Morris descreve o sistema político argentino como uma "anomalia", porque "a maioria vota em um candidato que não gosta". "Eu nunca vi uma coisa dessas", diz ele.
- Você chegou na campanha de Espert na semana passada. Qual foi o seu conselho?
Na Argentina, 70% vota em Kirchner ou Macri. Mas 65% das pessoas não gostam de Macri. E 70% não gostam de Kirchner. Em outras palavras, a maioria dos argentinos não gosta das pessoas em que votam. É a primeira vez que vejo algo assim. É uma anomalia. Para penetrar nesse sistema, recomendei a Espert uma arma secreta, que traz uma mudança incrível: os jovens.
- Você acha que os jovens apoiariam Espert?
Vá para um campus universitário ou passe algum tempo na rua com jovens e fale com eles sobre isso. Eles dirão que todos os políticos são cheios de merda, exceto Espert. Porque, na verdade, ele é o cara que te conta como é a coisa. Trump tinha um voto que ninguém prestou atenção, ninguém sabia que eles estavam vivos. E então eles saíram e votaram. O mesmo aconteceu com Jair Bolsonaro.
-Qual o índice de jovens que os apoiam, de acordo com suas medições?
Os jovens até 25 anos são um terço do número total de eleitores e Espert tem 15% do voto jovem. Kirchner está apenas um ou dois pontos acima. Macri está abaixo e Lavagna também. Espert vai ter uma maioria de pessoas muito jovens, o que lhe dará a capacidade de obter apoio fora do sistema, para entrar no sistema, que é artificialmente polarizado.
-Qual a sua projeção para superar essa polarização?
Nas primárias, Espert não precisa conseguir mais votos do que Kirchner ou Macri. Ele só tem que conseguir mais votos do que Lavagna. E Macri tem que terminar em segundo por 7 pontos. Assim, todos dirão: "Uau, olhe para Espert, se fortalecendo, de onde vieram os seus eleitores?"
-Todas as pesquisas apontam para um segundo turno entre Macri e Fernández.
Nosso voto jovem vai ser uma revolução, como Bolsonaro no Brasil, Trump nos Estados Unidos ou o Brexit na Grã-Bretanha. As pessoas vão dizer: "Macri não pode derrotar Kirchner. Se mantivermos Macri, vamos conseguir Kirchner. Temos que nos livrar de Macri e colocar o candidato que pode vencer". E aí surge Espert.
-Espert tem 8 pontos de intenção de voto, Macri tem cerca de 30.
Macri tem 65% de desaprovação. As pessoas não vão votar nele. E a chave é que temos essa nova lei na Argentina, as PASO (Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias), que é uma pesquisa com uma amostra 100% obrigatória, à qual todos prestam atenção. Ninguém pode ignorá-las. E são elas que nos permitirão vencer. Todos votam pelo que querem e depois há outra escolha.
-Como conseguirão o apoio dos jovens para ganhar as PASO (Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias)?
Nós temos uma maneira secreta de fazer isso: as redes sociais. Os partidos políticos prepararam um acordo para controlar a eleição, eles garantiram que ninguém tem dinheiro para pagar o tempo na televisão, exceto as duas grandes forças, porque esse tempo é alcançado de acordo com o desempenho da última eleição. O caminho para escapar dessa lógica são as redes sociais.
- Em que outros aspectos você compara Espert com Trump e Bolsonaro?
Apenas na questão do voto oculto. Quanto ao resto dos tópicos, eles são muito diferentes, não há comparação. Espert acredita em democracia e ordem em uma eleição, Trump considera que não é importante. Eu trabalhei muito duro na campanha do Brexit com meu cliente Nigel Ferage. Todo o estabelecimento da Grã-Bretanha disse: "Oh, o Brexit é terrível, miserável". Mas pessoas que não eram ricas e não tinham poder, inclusive os liberais e trabalhadores, de repente saíram e nos fizeram ganhar. Todos ficaram surpresos. Eles se perguntaram: "Como isso pôde acontecer aqui?"
- É possível em três semanas superar Lavagna e ficar em terceiro lugar nas PASO (Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias)?
Lavagna tem cerca de 12%. Subir quatro pontos em três semanas é possível.
- Você assessorava Macri nas eleições de 2003, em que ele foi derrotado. Ficou surpreso quando ele chegou à Presidência?
Não, acho que ele é bem-sucedido porque sempre há um Kirchner em algum lugar. Se não, ninguém apoiaria. É incompetente, não pode dirigir um submarino, não pode administrar o comércio, não pode tornar o sistema previdenciário solvente ou controlar a inflação, nem promover a reforma tributária que a maioria dos países fez. Ele é um garoto rico que nunca faz sua lição de casa e nunca presta atenção aos seus estudos. Ele nunca teve que sujar as mãos e trabalhar duro. Ele tem hábitos terríveis de estudo, de trabalho. Sempre triunfou por conta de seu pai, por dinheiro ou pela reputação dos Kirchners.
-Por que você acha que Macri tem o apoio de Trump?
Trump está ansioso para vencer Kirchner por causa de seu papel contra os Estados Unidos. Ela é antiamericana, ele apoiaria qualquer um que pudesse derrota-la.
-Você acredita que Espert poderia conseguir seu apoio depois do PASO?
Sim, ele apoiaria qualquer um que vencesse Kirchner.


Ex-Blog do Cesar Maia



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Coreia do Norte roubou US$ 2 bilhões em criptomoedas para financiar mísseis nucleares

ONU está investigando pelo menos 35 casos registrados de Pyongyang

Captura de tela da emissora norte-coreana KCTV, de 01 de agosto de 2019, mostra o líder Kim Jong Un assistindo ao lançamento de míssil balístico em local desconhecido na Coreia do Norte

Captura de tela da emissora norte-coreana KCTV, de 01 de agosto de 2019, mostra o líder Kim Jong Un assistindo ao lançamento de míssil balístico em local desconhecido na Coreia do Norte | Foto: KCTV / Divulgação / AFP

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A Coreia do Norte roubou US$ 2 bilhões em criptomoedas por meio de ataques cibernéticos para financiar seu programa de mísseis nucleares, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas ao qual a AFP teve acesso nesta quarta-feira. A ONU está investigando pelo menos 35 casos registrados de Pyongyang "atacando instituições financeiras e câmbios de criptomoedas e realizando atividades destinadas a ganhar moedas estrangeiras". "Os ataques maciços contra câmbios de criptomoeda permitem que a Coreia do Norte gere receita de maneiras difíceis de rastrear e sujeitas a menos supervisão e regulamentação do governo do que o setor bancário tradicional", explica o documento.

A Coreia do Norte lançou quatro pares de projéteis em menos de duas semanas e ameaçou realizar mais testes, em meio a temores de que esteja fortalecendo seu programa de mísseis. O líder norte-coreano Kim Jong Un disse que os últimos mísseis lançados na terça-feira foram um aviso a Washington e Seul por seus exercícios militares conjuntos, informou a agência estatal KCNA. "Atores cibernéticos, muitos deles trabalhando sob a direção do Escritório de Reconhecimento Geral (RGB) - o serviço de inteligência norte-coreano - levantaram dinheiro para seus programas de armas de destruição em massa", diz o relatório da ONU, que estimou a receita total em até 2 bilhões de dólares.

O organismo acrescentou que Pyongyang está violando as sanções da ONU ao comprar bens de luxo e equipamentos de desenvolvimento de armas por meio de "transferências ilegais entre navios". "O acesso da Coreia do Norte ao sistema financeiro global facilitou essas e outras sanções, através de representantes de bancos e redes que operam em todo o mundo". "A Coreia do Norte também usou o ciberespaço para lançar ataques cada vez mais sofisticados, a fim de roubar fundos de instituições financeiras e mudanças na criptomoeda", disse o relatório.

A investigação do comitê de sanções do Conselho de Segurança da ONU também sublinhou que Pyongyang violou as resoluções ao transferir o petróleo e carvão. O Conselho de Segurança impôs várias sanções a Pyongyang desde que o país iniciou seus primeiros testes nucleares em 2006.


AFP e Correio do Povo


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Reino Unido tenta acelerar acordo comercial pós-Brexit com Estados Unidos

Boris Johnson enviou para Washington seu principal diplomata e a ministra de Comércio Exterior

Donald Trump, que apoia Johnson, garantiu que o comércio entre os dois países poderia crescer quando o Reino Unido abandonar a UE

Donald Trump, que apoia Johnson, garantiu que o comércio entre os dois países poderia crescer quando o Reino Unido abandonar a UE | Foto: Toby Melville / POOL / AFP / CP

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O Reino Unido tenta acelerar nesta quarta-feira as negociações para alcançar um acordo comercial crucial com os Estados Unidos para quando o Brexit for concretizado. Para cumprir esta tarefa, o primeiro-ministro Boris Johnson enviou para Washington seu principal diplomata e a ministra de Comércio Exterior. Com o premiê decidido a garantir que o Reino Unido deixe a União Europeia em 31 de outubro sem acordo, ou com, alcançar um tratado comercial com o governo de Donald Trump ganhou importância para Londres.

O presidente americano, que apoia Johnson, garantiu que o comércio entre os dois países poderia crescer quando o Reino Unido abandonar a UE e falou com o primeiro-ministro britânico sobre um acordo, poucos dias após sua posse, no mês passado. O ministro britânico das Relações Exteriores, Dominic Raab, disse estar "encantado" de se reunir com Trump e com o vice-presidente, Mike Pence. "Apreciamos a receptividade e o entusiasmo do presidente com a relação Reino Unido-EUA. O Reino Unido espera trabalhar com nossos amigos americanos para alcançar um acordo de livre-comércio que seja bom para ambos os países e cooperar nos desafios de segurança comuns que enfrentamos", disse Raab em um comunicado.

Ele deve se encontrar com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, e com o conselheiro de Segurança Nacional de Trump, John Bolton. Enquanto isso, a ministra de Comércio Internacional do Reino Unido, Liz Truss, organizou reuniões com funcionários de alto escalão do Departamento de Comércio dos EUA. "Negociar e assinar um novo e emocionante acordo de livre-comércio com os Estados Unidos é uma das minhas principais prioridades", disse Truss.

"Após ter assentado as bases, estamos acelerando este acordo para que as empresas possam aproveitar a oportunidade de ouro de aumentar o comércio com os Estados Unidos o quanto antes", acrescentou. "Os Estados Unidos são nosso maior parceiro comercial, e temos mais de 1 trilhão de dólares investidos entre nossas economias. Queremos que as negociações formais avancem rapidamente", completou a ministra. Truss tinha agendado um encontro, na terça, com o representante comercial americano (USTR), Robert Lighthizer, e outro com o secretário do Comércio, Wilbur Ross, segundo autoridades dos EUA.

Após seu primeiro telefonema para Johnson, Trump disse à imprensa que um acordo bilateral com a Grã-Bretanha após o Brexit pode levar a um intercâmbio comercial "de três a quatro, ou cinco, vezes" maior do que o atual. "Já estamos trabalhando em um acordo comercial", disse Trump. "Acho que será um acordo comercial muito substancial", reforçou.

'Desesperado' por um acordo

Mais propenso a se aproximar de Trump do que sua antecessora, Theresa May, Johnson espera poder fechar um acordo rápido que transmita uma mensagem sobre a capacidade da Grã-Bretanha de se virar fora da UE. O entusiasmo mostrado por Trump por um acordo contrasta com a atitude do presidente anterior, Barack Obama, que disse que o Reino Unido estaria "no fim da fila" para qualquer tipo de acordo comercial, se deixasse a UE. Há alertas, porém, de que a vontade de Johnson de deixar a UE sem um acordo com os parceiros britânicos de longa data beneficiará um Trump que se gaba de ser um grande negociador.

Os bons laços de Trump com líderes nacionais como o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, não o impediram de apertá-los em suas negociações. "O Reino Unido não tem influência. A Grã-Bretanha está desesperada (...), não tem mais nada. Precisa de um acordo muito em breve", avaliou Larry Summers, secretário do Tesouro no governo Bill Clinton. No ano passado, os EUA tiveram superávit comercial de 20 bilhões de dólares com o Reino Unido. Os dois países trocaram 262 bilhões de dólares em bens e serviços, segundo o gabinete do USTR, o que significa que o Reino Unido foi o quinto maior mercado de exportação dos Estados Unidos.


AFP e Correio do Povo

Salles desqualifica cobranças da Noruega sobre Fundo Amazônia: "Explora petróleo e caça baleia"

Ministro do Meio Ambiente defende reestruturação do programa, cujo maior doador é o país nórdico

Fundo Amazônia é o maior projeto de cooperação internacional para preservação da área florestal de cerca de 4,1 milhões de km²

Fundo Amazônia é o maior projeto de cooperação internacional para preservação da área florestal de cerca de 4,1 milhões de km² | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles , desqualificou as cobranças que a Noruega tem feito às mudanças no Fundo Amazônia, principal programa do País de combate ao desmatamento. Em audiência no Senado, Salles disse que a Noruega, que responde por 94% das doações de R$ 3,4 bilhões para o fundo, possui passivos ambientais.
"A Noruega é o pais que explora petróleo no Ártico, eles caçam baleia. E colocam no Brasil essa carga toda, distorcendo a questão ambiental", declarou o ministro, ao comentar as negociações sobre o Fundo Amazônia.

O programa está parado desde que o governo declarou haver irregularidades na gestão do fundo, apesar de a Noruega e a Alemanha terem afirmado que estavam satisfeitos com a gestão do programa, feita pelo BNDES, e com a seleção de seus projetos em andamento. Os governo dos países europeus ainda não se posicionaram oficialmente sobre o que será feito de suas doações atuais ou futuras para o Fundo Amazônia.

Entre as medidas propostas por Salles, está a reestruturação do “sistema de funcionamento” do fundo por meio da revisão da composição e do funcionamento do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa). O órgão, que reúne representantes dos governos federal, dos nove estados da Amazônia Legal e de seis entidades da sociedade civil, é responsável pelo estabelecimento das diretrizes e dos critérios para aplicação dos recursos do Fundo Amazônia, bem como pelo acompanhamento da aplicação dos recursos. A Amazônia Legal abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Rondônia, Roraima e parte de Mato Grosso, do Tocantins e Maranhão.

“Entendemos que o grupo gestor dos recursos tem que participar não só da escolha dos projetos de maneira mais ativa, mas também da execução e do acompanhamento dos resultados. É para isso que se pretende alterar a forma de trabalho do Comitê Orientador do Fundo Amazônia”, disse Salles, ao participar, na manhã de hoje (7), de audiência pública na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, a proposta do governo é transformar o Cofa em um “grupo orientador”, de caráter consultivo. “Sob sua orientação haveria um grupo executivo, com cerca de sete representantes que, no máximo a cada dois meses, acompanharia a escolha, a execução e os resultados da aplicação dos recursos do fundo”, explicou Salles, classificando de “fundamental” a mudança de concepção para permitir a verificação dos resultados dos projetos executados com recursos do fundo.

De acordo com Salles, cerca de R$ 3,4 bilhões já foram doados ao fundo criado em 2008, por meio do Decreto n° 6.527 . Os principais doadores são a Noruega (cerca de R$ 3,2 bilhões) e a Alemanha (R$ 200 milhões). O dinheiro é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao qual compete destinar ao fundo o valor das doações recebidas em espécie.

Legalmente, os recursos devem ser usados na “realização de aplicações não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal”. O que envolve atividades tais como a gestão de florestas públicas e de áreas protegidas; o controle, monitoramento e fiscalização ambiental; manejo florestal sustentável; atividades econômicas desenvolvidas a partir do uso sustentável da vegetação; realização de Zoneamento Ecológico e Econômico, ordenamento territorial e regularização fundiária; conservação e uso sustentável da biodiversidade e recuperação de áreas desmatadas.

“Indagamos se estamos atingindo os objetivos almejados pelo fundo”, questionou o ministro, ao explicar as origens da polêmica envolvendo suas recentes declarações a respeito do fundo – em maio, Salles chegou a declarar que havia indícios de irregularidades na gestão e execução dos projetos patrocinados pelo Fundo. As declarações motivaram os representantes da Noruega e da Alemanha a pedirem uma reunião com o ministro para tratar da manutenção do fundo.

Durante a audiência pública, Ricardo Salles afirmou que os próprios técnicos do BNDES já reconheceram problemas. “Verificamos, em uma primeira análise [de parte dos contratos], uma deficiência muito grande, para não dizer absoluta, de instrumentos de mensuração de resultados da aplicação do dinheiro e da prestação de contas das despesas”, disse o ministro, detalhando que, dos cerca de R$ 3,4 bilhões destinados ao fundo, 50% já foram empenhados – metade para projetos de estados e prefeituras, metade para os desenvolvidos por entidades do terceiro setor, totalizando 104 dos contratos assinados desde a criação do fundo.

Inpe

No Senado, o ministro disse ainda que a exoneração de Ricardo Galvão do cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) ocorreu porque o pesquisador teria divulgado informações midiáticas alarmistas. Segundo Salles, Galvão deixou o cargo porque "colocou lenha na fogueira", em vez de ter agido com "bom senso". O governo tem declarado que os dados oficiais são equivocados, mas ainda não apresentou nenhuma proposta efetiva que aponte quais seriam, então, os dados que entende como corretos.


Agência Estado, Agência Brasil e Correio do Povo


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Verba arrecadada em leilões de bens apreendidos do tráfico vai equipar fronteiras


  • Kelli Kadanus
  • Brasília

Soldado do Exercito em operação de reforço da segurança na Ponte da Amizade, entre o Brasil e o Paraguai.

Soldado do Exercito em operação de reforço da segurança na Ponte da Amizade, entre o Brasil e o Paraguai.| Foto: Gazeta do Povo/Arquivo

Parte do dinheiro arrecadado nos leilões de bens de traficantes será utilizada para equipar o sistema de segurança das fronteiras e auxiliar no combate ao tráfico e contrabando. De janeiro até julho deste ano, a Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, já arrecadou R$ 45,8 milhões, sendo R$ 19,5 milhões só com a venda de bens apreendidos em investigações do tráfico. O valor vai ser revertido para projetos que visem a reduzir a oferta de drogas no país.

A Senad planeja editar uma portaria neste mês para que os estados enviem projetos que possam ser financiados com esse dinheiro. Para receber recursos ainda em 2019, os projetos devem se encaixar em uma das três linhas prioritárias da Senad: identificação de substâncias; reaparelhamento dos órgãos de segurança pública; e desarticulação financeira de grupos criminosos.

“Dentro dessa linha, eles podem apresentar os projetos que entenderem necessários, inclusive projetos inovadores. Estamos pedindo projetos que sejam relacionados a essas três linhas”, explica a coordenadora-geral de políticas sobre drogas da Senad, Paula Brisola.

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Melhoria no comando e controle de operações na fronteira

Um projeto que vai receber aportes da Senad é o Projeto Vigia, que está sendo implementado nas fronteiras do país. O projeto já tem duas operações permanentes instaladas: as operações Hórus e Hórus Sul, no Paraná; e a Operação Vigia, no Mato Grosso.

A Secretaria de Operação Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça está instalando, junto com o Exército, um sistema de comunicação, comando e controle na tríplice fronteira do Paraná com Paraguai e Argentina (o chamado C3) . O sistema faz uma interface com um programa do Ministério da Justiça e outro programa usado pelo Exército.

“Esses dois programas juntos vão dar uma capacidade de comando e controle que é basicamente comunicações que não existem na região agora, e essa capacidade de monitorar a equipe, saber onde ela está”, explica o coordenador-geral de fronteiras da Seopi, Eduardo Bettini. “Junto com isso, estamos trabalhando a questão da inteligência, para as informações chegarem mais rápido nas equipes. E podemos posicionar, mudar nossas equipes e trabalhar de uma maneira mais coordenada”, completa.

As operações nas fronteiras já impediram a entrada de quase R$ 2 bilhões em contrabando no Brasil entre maio e julho deste ano.

A implementação do sistema C3, que é a junção dos programas do Ministério da Justiça e do Exército, está prevista para este mês e vai contar com recursos da Senad. Segundo Luís Roberto Beggiora, secretário da pasta, o projeto vai custar R$ 11 milhões e o objetivo é expandir o sistema para que ele possa atuar em toda a faixa de fronteira – são 17 mil quilômetros.

Aquisição de equipamentos

Segundo Beggiora, os recursos arrecadados com leilões de bens do tráfico, que são destinados para o Fundo Nacional Antidrogas (Funad), também serão utilizados na compra de equipamentos que garantam mais segurança e efetividade na atuação dos órgãos integrados nas regiões de fronteira.

A Senad deve liberar recursos, por exemplo, para que os estado adquiram equipamentos de scanner para fiscalização nos portos – que são usados na rota do tráfico para enviar drogas para outros países. “A gente quer fomentar essa política pública na área de fiscalização”, diz Beggiora.

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Também há a previsão de aquisição de cães farejadores. “Eles têm detectado em caminhões carregados de milho a granel, eles detectam drogas no meio”, exemplifica o secretário da Senad.

A Senad também prevê a aquisição de lanchas blindadas para a Polícia Federal atuar nas regiões de fronteira.

Aportes da União Europeia também estão no radar

Além dos recursos do Funad que serão destinados a equipar as fronteiras, a Seopi também espera conseguir recursos da União Europeia para fortalecer as ações na divisa do país com outras nações.

“A União Europeia está disposta a nos ajudar também, através de um acordo de cooperação técnica, com o aporte de recursos na casa de 15 milhões de euros. Já nos convidaram para participar de um evento em Varsóvia, na Polônia, dias 29 e 30 de outubro, para expor o Programa Vigia para que ele seja um dos contemplados com esses recursos”, explica Bettini.

O dinheiro da cooperação técnica com a União Europeia deve ser utilizado em quatro regiões do Brasil – uma delas é a região de fronteira com outros países. O interesse do grupo é o combate ao tráfico de drogas e o contrabando de marcas piratas – já que as drogas saem das fronteiras do Brasil e acabam em países europeus e os produtos ilegais afetam empresas europeias que têm seus produtos e marcas copiadas.

“Existe uma rota de cigarro que sai do Mato Grosso do Sul, vai para Natal (RN) e de lá para a União Europeia. Existem produtos que circulam, contrabando, droga”, explica Bettini. “O mundo inteiro olha para a tríplice fronteira. E o mundo inteiro está preocupado com a questão de fronteiras; não é um problema só nosso, é um problema geral. Desde a questão imigratória ao crime em si, do lucro que é auferido dessas atividades ilícitas”, completa.


Gazeta do Povo

Márcio Bins Ely será o relator do pedido para nova votação do projeto do IPTU

Vereador do PDT terá seis dias úteis para examinar o texto em observância ao Regimento Interno do Legislativo

Bins Ely será o relator do pedido feito em requerimento

Bins Ely será o relator do pedido feito em requerimento | Foto: Leonardo Contursi / CMPA / CP

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Porto Alegre definiu nesta quarta-feira, por sorteio, o vereador Márcio Bins Ely (PDT) como relator de requerimento em tramitação na Casa que solicita a renovação de votação de projeto de lei do Executivo que revisa a Planta de Valores do IPTU da Capital. A proposta do Executivo foi aprovada no mês de maio, após mais de 10 horas de discussões em plenário, por 22 favoráveis e 14 contrários.

O relator terá seis dias úteis para examinar o texto em observância ao Regimento Interno do Legislativo, em especial ao seu artigo 48. Ele também poderá pedir prorrogação para sua manifestação por mais seis. O sorteio foi comandado pelo presidente da CCJ, vereador Ricardo Gomes (PP) o qual, por se considerar impedido, se excluiu.

O requerimento de renovação de votação foi encaminhado pelo vereador Adeli Sell (PT) à Mesa Diretora. Ele provocou o Jurídico da Casa salientando a diferença mínima de votos conquistada pelo governo em plenário. Conforme o Regimento Interno, resultados obtidos com diferença de até três votos podem ser questionados, provocando uma segunda votação. Nesse caso, Adeli sustentou que a diferença de três votos ocorreu em relação à maioria absoluta, de 19 votos, diante do total de 36 vereadores.

Por encaminhamento da vereadora Mônica Leal (PP), presidente do Legislativo da Capital, após manifestação da Procuradoria-Geral da Casa, o requerimento foi enviado para a CCJ, que posteriormente vota o parecer. A última etapa, em plenário, é a votação sobre se o projeto deve ou não ser votado de novo.



Correio do Povo


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