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Fez parte da geração de estudantes africanos que viria a desempenhar um papel decisivo na independência dos seus países naquela que ficou designada como a Guerra Colonial Portuguesa. Foi preso pela Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), a polícia política do regime Salazarista então vigente em Portugal, e deportado para o Tarrafal, uma prisão política em Cabo Verde, sendo-lhe depois fixada residência em Portugal, de onde fugiu para o exílio. Aí assumiu a direcção do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), do qual já era presidente honorário desde 1962. Em paralelo, desenvolveu uma actividade literária, escrevendo nomeadamente poemas.
No dia 17 de Setembro, Angola celebra o Dia do Herói Nacional, comemorando o dia que Agostinho Neto nasceu.[1][2]
Nasceu a 17 de setembro de 1922 em Kaxicane, freguesia de São José, conselho de Ícolo e Bengo[3], filho de Agostinho Neto, catequista de missão metodistaamericana em Luanda (sendo mais tarde pastor e professor nos Dembos) e de Maria da Silva Neto, professora[4].
Estudos e formação política
Ao seus pais mudarem-se para Luanda obtém, em 10 de junho de 1934, o certificado da escola primária, e; em 1937 inicia seus estudos secundários no Liceu Salvador Correia, concluindo os mesmos em 1944[4].
Após concluir o liceu, foi contratado pelos serviços administrativos da África Ocidental Portuguesa para servir como funcionário dos serviços de saúde, neste tempo ampliando sua visão do problema colonial[4].
Deixa Angola e embarca para Portugal, a fim de frequentar a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Em Coimbra torna-se um dos fundadores da secção Casa dos Estudantes do Império (CEI). Na CEI funda a revista Movimento, em colaboração com Lúcio Lara e Orlando de Albuquerque, e o grupo "Vamos Descobrir Angola", que deu origem ao "Movimento dos Jovens Intelectuais de Angola"[4].
Em 1948 ganha uma bolsa de estudos pelos metodistas americanos, transferindo sua matrícula para a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, continuando sua atividade no seio da CEI[4].
Em 1951 é eleito representante da Juventude das Colônias Portuguesas (JCP) junto ao Movimento de Unidade Democrática - Juvenil (MUD-J), grupo fortemente ligado ao Partido Comunista Português (PCP). As atividades no JCP rendem-lhe uma nova prisão pela PIDE, em Lisboa, em 1951. Em 1955 Foi novamente preso por suas atividades políticas no JCP e no MUD-J em 1955, sendo condenado a 18 meses de encarceramento. Esta última mobilizou muitos intelectuais em seu apoio, que fizeram uma petição internacional a pedir a sua libertação, entre eles Simone de Beauvoir, François Mauriac, Jean-Paul Sartre e o poeta cubano Nicolás Guillén[4].
Em 1959 integra-se ao Movimento Anticolonial (MAC)[4], embora que desde que liberto, em 1957, já tomava parte de suas atividades sem filiação formal, para evitar ser novamente preso.
Em 22 de dezembro de 1959, juntamente com a família, ruma para Luanda, onde abre um consultório médico, passando a organizar as atividades políticas do MPLA, ainda pouco efetivo. Assume a liderança do movimento neste mesmo ano[4].
Em 8 de junho de 1960 é preso em Luanda, gerando grandes manifestações de solidariedade diante do seu consultório médico. Operações policiais são levadas a cabo contra seus apoiantes e a aldeia onde nasceu é invadida pelas forças oficiais[4].
É levado para a cadeia do Algarve em Portugal, sendo pouco depois deportado para o arquipélago de Cabo Verde, ficando instalado na prisão de Ponta do Sol, ilha de Santo Antão; finalmente é transferido para o Campo do Tarrafal, onde fica até outubro de 1962. Mal havia sido solto é posto novamente em prisão, sendo transferido para as prisões do Aljube, em Lisboa. A forte repercussão internacional por sua prisão leva vários periódicos e intelectuais a fazer campanha contra Portugal, escancarando a Guerra Colonial Portuguesa, que havia iniciado, em Angola, em 4 de fevereiro de 1961. É liberto da prisão em março de 1963[4].
Ao ser liberto, permanece em Lisboa até junho de 1963, quando foge de Portugal com sua família, instalando-se em Quinxassa, onde o MPLA tinha a sua sede no exílio, reassumindo as funções de presidente efetivo do MPLA durante a Conferência Nacional do Movimento (por conta da prisão, era presidente honorário desde 1961). No mesmo ano ruma, com a sede do MPLA, para Brazavile em consequência da sua expulsão do Zaire que passou a dar o apoio total á Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA)[4].
Entretanto sua figura jamais foi unanimidade dentro do movimento anticolonial. As fortes divergências que teve com Viriato da Cruz, em 1963, levaram Neto a torturá-lo e humilhá-lo diariamente numa prisão, somente saindo (quase morto), por intervenção de aliados externos da Argélia e China[6]. Outra figura que o questionou fortemente foi Matias Miguéis, sendo que este acabou morto após humilhantes torturas ordenadas por Neto, em 1965; foi enterrado vivo somente com a cabeça para fora, onde lhe jogavam secreções ao mesmo tempo em que recebia golpes. Historiadores, como William Tonet, apontam que nem mesmo os portugueses cometeram tais atrocidades[7].
Passa a coordenar totalmente o núcleo militar do movimento, abrindo as frentes de Cabinda (1963) e do Leste de Angola (1966)[4].
Em 1968 transfere a sua família para Dá es Salã, onde continuará até 4 de fevereiro de 1975.
Em 25 de abril de 1974 acontece a Revolução dos Cravos, em Portugal, ocorrendo o cessar das hostilidades; em outubro de 1974 o MPLA assina o cessar-fogo da Guerra de Independência de Angola, com o novo regime português reconhecendo o direito das colônias a independência[4].
Em Março de 1975, a FNLA declara guerra ao MPLA e iniciam-se os conflitos.[4] Agostinho Neto lidera o MPLA na proclamação da independência contra as forças portuguesas a FNLA a UNITA, sendo essas ações o prelúdio da Guerra Civil Angolana.
Presidência de Angola
Coordena a Batalha de Luanda, entre julho e novembro de 1975, onde expulsa as forças rivais que encontravam-se presentes na capital, elemento chave para o sucesso militar da MPLA ante a FNLA e a UNITA[8].
Em 11 de novembro de 1975 Angola é declarada independente e Agostinho Neto é proclamado seu primeiro presidente, continuando Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) e Presidente do MPLA[4]. Neto alinha a MPLA ao bloco socialista e estabelece um regime mono-partidário, inspirado no modelo então praticado nos países do Leste Europeu[9]
Na oportunidade, assume, em 11 de novembro de 1975 a função de reitor da Universidade de Angola (atual Universidade Agostinho Neto)[4], função meramente cerimonial, pois quem de facto regia a instituição era o vice-reitor João Garcia Bires[10]. Em 1975 torna-se também presidente da União dos Escritores Angolanos, cargo que desempenhou até a data do seu falecimento[4].
Assume o comando militar da FAPLA na Guerra Civil, angariando apoio de Cuba, que envia um grande contingente militar, apoio de pessoal médico e professores. Consegue expulsar, em 1976, o exército da África do Sul.
Sua liderança á frente do movimento e de Angola é confirmada no congresso de 1977, onde o MPLA é convertido em Partido do Trabalho[4].
Durante este período, houve graves conflitos internos no MPLA que puseram em causa a liderança de Agostinho Neto. Entre estes, o mais grave consistiu no surgimento, no início dos anos 1970, de duas tendências opostas à direção do movimento, a "Revolta Ativa" constituída no essencial por elementos intelectuais, e a "Revolta do Leste", formada pelas forças de guerrilha localizadas no Leste de Angola; estas divisões foram superadas num intrincado processo de discussão e negociação que terminou com a reafirmação da autoridade de Agostinho Neto. Já depois da independência, em 1977, houve um levantamento, visando a sua liderança e a linha ideológica por ele defendida; este movimento, oficialmente designado como Fraccionismo, foi reprimido de forma sangrenta, por suas ordens[11].
Os expurgos feitos dentro do seio da MPLA encarcerou muitos ex-militantes na cadeia de São Paulo, em Luanda, e em campos de concentração espalhados por diversos pontos do território angolano. Estes eram aquels que se haviam oposto à liderança de Agostinho Neto - dos simpatizantes de Nito Alves aos intelectuais da Revolta Ativa -, partilhavam celas e desditas com os jovens da Organização Comunista de Angola (OCA) com mercenários portugueses, ingleses e americanos, militares congoleses e sul-africanos, e gente da UNITA e da FNLA.[12]
Antes de sua morte, em 1979, o MPLA já havia se consolidado em Angola, fazendo reduzir a FNLA alguns poucos guerrilheiros, basicamente em território do Zaire, e a UNITA pouco efetiva, dependente do auxílio militar do regime de apartheid sul-africano.
Morte
Agostinho Neto morreu num hospital em Moscovo[4], em 10 de setembro de 1979, no decorrer de complicações ocorridas durante uma operação a um cancro do fígado de que sofria, poucos dias antes de fazer 57 anos de idade. Foi substituído na presidência de Angola e do MPLA por José Eduardo dos Santos.
Casou-se em outubro de 1958 com a escritora, poetisa e jornalista portuguesa Maria Eugenia Neto. A conheceu num círculo de escritores, em Lisboa, em 1948[13].
Poucos dias após casado com Maria Eugênia, nasce em Lisboa, em 9 de novembro de 1958, o seu primeiro filho, Mário Jorge Neto[4]. Em 1961 nasce sua segunda filha, Irene Alexandra Neto[14].
Em 1970 foi galardoado com o prêmio Lotus, atribuído pela 4ª Conferência dos Escritores Afro-Asiáticos[4].
Notas
Ir para cima↑ O antecessor do primeiro presidente angolano Agostinho Neto foi Leonel Cardoso, que exerceu a função de Alto Comissário e Governador-Geral do então Estado Português de Angola entre 26 de Agosto e 10 de Novembro de 1975.
Ir para cima↑ Carlos Serrano (2012). «Viriato da Cruz: um intelectual angolano do séc. XX - A memória que se faz necessária». São Paulo: USP. África: Revista do Centro de Estudos Africanos. (número especial): 165-178
Republicano deixará reunião antes do término para embarcar rumo a Cingapura
G-7 deveria criar zona comercial livre de tarifas, diz Trump | Foto: Leon Neal / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP / CP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou há pouco que sugeriu que os membros do G-7 façam um acordo para criar uma zona comercial "livre de tarifas" entre esses países. A questão comercial entre os EUA e o restante do mundo ganhou holofotes nos últimos meses após o anúncio de tarifas massivas sobre aço e alumínio importados. Segundo Trump, os membros do G-7 estão comprometidos com uma situação comercial mais justa para os EUA. Em discurso realizado nesta manhã, o líder americano voltou a dizer que a culpa pelos acordos comerciais "ruins" não é dos atuais governantes de cada país, mas sim de negociações passadas, "que vão desde muito antes do governo Obama".
Questionado sobre a possibilidade de haver retaliação à barreira comercial, Trump disse que "se eles retaliarem, estarão cometendo um erro". Na quarta-feira, a União Europeia anunciou que imporá tarifas sobre US$ 3,3 bilhões em importações dos EUA, em resposta à barreira. O presidente também citou as negociações com o Canadá e o México sobre o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), dizendo que está "muito perto" de um acordo. "Ou vamos deixar como está, um tratado a três - e mudá-lo substancialmente -, ou vamos fazer dois acordos separados com o Canadá e o México", disse.
Trump deixará a reunião antes do término para embarcar rumo a Cingapura, onde se encontrará com o líder norte-coreano Kim Jong-un no começo da semana. "O mínimo que faremos é iniciar um diálogo, mas eu quero mais que isso. Saberemos em um minuto se a Coreia do Norte está falando sério sobre paz. Vamos ver o que acontece", afirmou o presidente americano. "Kim Jong-un tem uma oportunidade única de fazer algo grande para seu povo, para sua família e para si mesmo", disse.
Rússia
Manchete de grande parte da imprensa de língua inglesa deste sábado, o apontamento de que a Rússia deveria ser reintegrada ao grupo das principais nações industrializadas foi repetido por Trump. "Acho que seria bom ter a Rússia de volta e transformar o G-7 em G-8. Queremos paz no mundo, não fazer jogos", disse. Questionado sobre uma possível reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, Trump apenas citou que não conversa com ele "há algum tempo".
A 'procuração' foi assinada por deputados e militantes do PT de São Paulo que jantavam no restaurante predileto do juiz em Curitiba
Por Guilherme Voitch
'Recado' deixado por petistas no restaurante favorito do juiz Sergio Moro (./Divulgação)
“Com base no direito de petição e no Pacto de São José da Costa Rica, rogamos a liberdade de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado sem provas, preso político. Para deferimento.” O recado, assinado por uma comitiva de deputados estaduais e militantes do PT paulista presentes em Curitiba para acompanhar as manifestações pró-Lula, foi escrito em um guardanapo de restaurante, onde o grupo jantava.
A data é 12 de abril, cinco dias depois da chegada de Lula à carceragem da Polícia Federal em Curitiba. O restaurante especializado em carnes funciona há 12 anos no mesmo endereço, no bairro Juvevê, zona norte de Curitiba, e é conhecido por ser o predileto do juiz Sergio Moro.
A presença do magistrado fez do local ponto de encontro dos apoiadores da Lava Jato. Desde a prisão de Lula, porém, políticos e militantes petistas também têm procurado o restaurante. Moro não recebeu o recado. O guardanapo foi guardado pela direção do restaurante.
Foram registradas 1.685 casos da doença em 11 países da região
Surto da doença foi confirmado em 17 dos 23 estados do país caribenho e na capital | Foto: Schneyder Mendoza / AFP / CP
A Venezuela registrou neste ano 84% dos casos de sarampo de 11 países da região que reportaram a doença, e 35 mortes desde meados de 2017, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). "São 11 os países que notificaram 1.685 casos confirmados de sarampo na região das Américas", dos quais 1.427 são da Venezuela, aponta um estudo da Opas divulgado neste sábado.
Desde que foi confirmado o primeiro caso do vírus, em meados de 2017, na Venezuela "foram reportadas 35 mortes, 33 das quais correspondem ao estado de Delta Amacuro (leste)", destaca o relatório de 8 de junho. Os casos de sarampo na Venezuela neste ano dobram os que ocorreram no país em 2017, quando foram reportados 727. O surto foi confirmado em 17 dos 23 estados do país caribenho e na capital.
Nos países fronteiriços com a Venezuela, Brasil e Colômbia, e em outros próximos como Equador, boa parte dos contagiados são venezuelanos. Brasil é o segundo país da região com mais casos de sarampo confirmados pela Opas (114). Em Roraima, na fronteira com a Venezuela, foram registrados 84 casos, dos quais 58 em venezuelanos (69% do total). Na Colômbia, foram confirmados 26 casos da doença, dos quais 17 foram "importados da Venezuela" (65%).
Além disso, "sete casos são de transmissão secundária em pessoas procedentes da Venezuela e residentes na Colômbia há mais de quatro meses", acrescenta o relatório. Dos 12 casos de sarampo no Equador, 10 são de venezuelanos (83%).
Ante as contínuas importações do vírus, a Opas insta os países a "vacinarem para manter coberturas homogêneas de 95% com a primeira e segunda doses da vacina contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, em todos os municípios". O sarampo, doença viral altamente contagiosa, pode ser prevenido com vacinas, mas a Venezuela, mergulhada em uma crise econômica aguda, apresenta 85% de escassez de medicamentos básicos e até 95% de alguns fármacos para tratar condições crônicas, segundo a Federação Farmacêutica. Em 6 de abril, o governo empreendeu um plano de vacinação contra 14 doenças, entre elas sarampo, tuberculose e difteria.