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“Boleto não reflete o valor ou consequência para a Feira do Livro”, diz Marchezan

Em entrevista à imprensa, prefeito minimizou a cobrança de quase R$ 180 mil para realização do evento

Prefeito diz que processo de cobrança é normal e que boleto não significa impactos financeiros à Câmara Riograndense do Livro | Foto: Eduardo Beleske / Divulgação / CP Memória

Prefeito diz que processo de cobrança é normal e que boleto não significa impactos financeiros à Câmara Riograndense do Livro | Foto: Eduardo Beleske / Divulgação / CP Memória

O prefeito Nelson Marchezan Júnior tentou minimizar, nesta sexta-feira, a polêmica da cobrança de aluguel para que a Feira do Livro seja realizada na Praça da Alfândega, no Centro de Porto Alegre. Em entrevista à imprensa, o prefeito ressaltou que durante o processo de cessão de espaço público para eventos são realizadas diversas análises e em todas elas são emitidos um parecer técnico e um Documento de Arrecadação Municipal (DAM) – como espécie de formalização do processo.

“Estamos cumprindo a lei e essa DAM não reflete o valor ou a consequência para a Feira do Livro. Nós estamos na metade do processo. Foi uma análise parcial”, destacou Marchezan. O prefeito ressaltou ainda que a gestão está cumprindo uma recomendação do Ministério Público que pede cautela e atenção ao ceder espaços públicos e garantiu que outros gestores “estão pagando multas de R$ 400 mil e R$ 500 mil” por não cumprirem as determinações.

O boleto que a Câmara Riograndense do Livro (CRL), que realiza a feira, teve acesso cobra R$ 179.849,60 da entidade, sendo que o valor deve ser quitado até 28 de setembro. O evento está previsto para ser realizado entre 1º e 18 de novembro deste ano. “No caso, a feira tem 18 dias, sendo que o pedido (para utilização da praça) foi de 67 dias, sendo 49 só para montagem e desmontagem. Com base nessa análise, a visão inicial da operação das secretarias foi desse custo inicial”, disse.

• Secretário de Cultura espera que cobrança de aluguel para a Feira do Livro seja revista

Marchezan explicou ainda que no cálculo inicial há sempre alguns “equívocos”, pois os projetos estipulam eventuais despesas que acabam não se concretizando. E disse que ano passado, a CRL teve que quitar o valor referente à coleta de lixo. Os números, no entanto, não foram informados.

De acordo com o prefeito, alguns processos, semelhantes ao da Feira do Livro, chegam a ter até 20 boletos emitidos ao longo das negociações – sendo o anterior sempre anulado. “O boleto para pagamento final de algum prejuízo para o município é o que sai junto com o termo de cessão do espaço publico”, explicou.

Segundo Marchezan, o boleto não teria sido enviado à CRL, mas tanto a DAM quanto o parecer são disponibilizados no processo digital da prefeitura, que os proponentes têm acesso e podem acompanhar todas as etapas. “É um processo absolutamente transparente. Não tem amigo do secretário e nem amigo do presidente, pois todos os órgãos e os proponentes acompanham o trâmite”, defendeu.

O prefeito garantiu ainda que todos os 1,2 mil eventos que ocorreram em Porto Alegre no último ano passaram por procedimentos iguais ao da Feira do Livro e tiveram que contribuir com a cidade. “Cada evento tem toda essa análise para que a cidade tenha menos prejuízos estruturais e que eventuais transtornos de segurança e trânsito sejam previstos e evitados”, disse.


Correio do Povo


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Os cuidados com a pele no inverno

Correio do Povo Viva BemNos dias frios, a pele merece um cuidado especial. Foto: Pexels / Pixabay / CP

Chegam os dias frios e é aquele horror: além de sinusite, rinite, bronquite, resfriado e dor de garganta, precisamos encarar a sensação desagradável de pele e lábios rachando. No inverno, a camada da pele conhecida como manto hidrolipídico (formada por água e lipídios) fica mais fragilizada. A formação dessa “capa” de proteção depende da atividade das glândulas sebáceas e do suor, que funcionam bem menos durante os dias frios. Mas afinal, como aliviar o problema? Banhos rápidos com água morna (ou fria) podem ajudar, assim como o não uso da bucha. Dê preferência aos sabonetes neutros, líquidos e com hidratantes, lave vigorosamente só virilha, axilas e pés, nas outras áreas, evite contato direto com o sabonete; use hidratante (há opções que podem ser usadas no banho) e enxugue bem as dobras para evitar os fungos oportunistas.

Algumas pessoas, especialmente idosas, precisam de cuidados mais intensos. Se a pele estiver rachada e descamando, podem ser necessários produtos que contém emolientes, como ureia e lactato de amônia, e hidratantes oclusivos, que evitam a perda de água, como vaselina e glicerina.

FRIO E PROBLEMAS NO CABELO E PELOS

A caspa também costuma dar às caras nessa época. Para combater a versão oleosa, é importante lavar a cabeça frequentemente e com produtos adequados (sempre com água morna ou fria). No caso da caspa seca, deve-se evitar xampus abrasivos, que ressecam o couro cabeludo. Em ambos os casos, é importante secar bem o cabelo antes de dormir para evitar a proliferação de fungos.

Na guerra contra os pelos, a pele sofre. Quando o homem faz a barba (hábito muitas vezes diário), acumulam-se lesões que podem gerar foliculites – inflamações do folículo piloso, onde nasce o pelo. Algumas loções pós-barba com anti-inflamatórios e águas termais podem aliviar a situação, mas vale a consulta com um dermatologista para saber qual é o melhor tratamento. Em casos mais graves, podem ser recomendadas preparações com antibióticos.

Com o uso de calças e roupas mais coladas ao corpo, especialmente usadas por  mulheres, podem acontecer foliculites nas pernas e no bumbum, os chamados pelos encravados.. Também há a queratose pilar (bolinhas que às vezes surgem nos braços), condição que agravada quando a pele não respira. Outras doenças que podem se agravar no inverno são psoríase e herpes. Todo o cuidado é pouco.


Viva Bem Correio do Povo


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STF arquiva inquérito contra deputado federal Onyx Lorenzoni

Defesa afirmou que decisão de Fux prova não envolvimento do gaúcho em corrupção

Defesa afirmou que decisão de FUX prova não envolvimento do gaúcho em corrupção | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

Defesa afirmou que decisão de FUX prova não envolvimento do gaúcho em corrupção | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República e arquivou o inquérito que investigava o deputado federal Onyx Lorenzoni, acusado de receber R$ 175 mil via caixa 2 para sua campanha de 2006. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, havia requerido o arquivamento do inquérito justificando que as diligências realizadas não foram suficientes para comprovar o suposto crime.

Em sua manifestação, Raquel escreveu que o executivo Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, um dos delatores da Odebrecht, "não obstante afirmar a doação eleitoral não contabilizada ao deputado na campanha de 2006", afirmou que não operacionalizou a entrega do valor, nem sabe declinar que o tenha feito, a forma, o local e a data da suposta doação. "Dentro dessas premissas, não há prova, por ora, que tenha havido declaração falsa para fins eleitorais e se esgotaram os meios destinados elucidar os fatos", escreveu Dodge.

Na planilha 'Drousys' - programa de controle dos desembolsos ilícitos do grupo -, o parlamentar é identificado pela alcunha 'Inimigo'. Onyx Lorenzoni foi o relator na Câmara dos Deputados do mais importante projeto da história do Ministério Público Federal, o Dez Medidas de Combate à Corrupção, projeto que nasceu da Operação Lava Jato.

Depoimento

À Procuradoria da República em Campinas, Alexandrino relatou que em sua atividade à frente da Braskem, braço petroquímico da empreiteira no Rio Grande do Sul, em 2006, o relacionamento político era fundamental e sempre focado no crescimento do grupo. "Dentro desse foco meu sempre estiveram os partidos, os políticos, os agentes públicos, sempre preservando uma sistemática de contribuições financeiras", narrou. Segundo Alexandrino, dentro desse direcionamento tinha que observar, intuir e perceber potenciais candidatos que poderiam crescer e ter um lugar de destaque.

"Dentro das minhas funções na Braskem, estamos falando de 2006, eu percebi que dentro do escopo político, uma linha política, o sr. Onyx Lorenzoni era uma pessoa importante, um jovem impulsivo, um lutador que nós precisávamos mantê-lo próximo. Especialmente por causa do volume de investimentos que tínhamos no Rio Grande do Sul."

O delator disse aos investigadores que foi ele quem procurou o parlamentar que, na época, concorria à reeleição para a cadeira na Câmara. "Procurei o candidato, à época ele era deputado federal pelo PFL. Eu o procurei dizendo do interesse nosso de nos aproximarmos e que seria importante fazer doações para a campanha dele. E assim foi feito." Segundo o ex-executivo da Odebrecht, ao ser procurado, em 2006, o deputado gaúcho não demonstrou nenhuma "rejeição" em receber os R$ 175 mil via caixa 2, isto é, sem declarar a doação à Justiça Eleitoral. A operação foi registrada no sistema de informática "Drousys", que controlava as transações do "banco da propina" da Odebrecht.

Defesa

Em vídeo divulgado nesta sexta-feira o deputado afirmou que a decisão do ministro Luiz Fux prova que ele nunca esteve envolvido com corrupção. "Eu vou atrás agora do sr. Alexandrino de Alencar. Este vagabundo vai perder qualquer benesse que ele teve, porque ele mentiu nesta circunstância aqui e isso é um agravante e vai fazê-lo perder eventual benefício que ele tenha." A reportagem procurou a defesa do ex-executivo da Odebrecht, mas não obteve retorno.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo


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Pedro II de Portugal–História virtual

Pedro II

Rei de Portugal e Algarves

Reinado
12 de setembro de 1683
a 9 de dezembro de 1706

Antecessor(a)
Afonso VI

Sucessor(a)
João V

Esposas
Maria Francisca de Saboia
Maria Sofia de Neuburgo

Descendência
Isabel Luísa, Princesa da Beira
João de Bragança, Príncipe do Brasil
João V de Portugal
Francisco de Bragança, Duque de Beja
António Francisco de Bragança
Manuel Bartolomeu de Bragança
Francisca Josefa de Bragança

Casa
Bragança

Nascimento
26 de abril de 1648

Paço da Ribeira, Lisboa, Portugal

Morte
9 de dezembro de 1706 (58 anos)

Palácio da Palhavã, Alcântara, Portugal

Enterro
Panteão da Dinastia de Bragança, Igreja de São Vicente de Fora, Lisboa, Portugal

Pai
João IV de Portugal

Mãe
Luísa de Gusmão

Religião
Catolicismo

Assinatura
Assinatura de Pedro II

Pedro II (Lisboa, 26 de abril de 1648Alcântara, 9 de dezembro de 1706), apelidado de "o Pacífico", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1683 até sua morte, anteriormente servindo como regente de seu irmão o rei Afonso VI a partir de 1668 até sua ascensão ao trono. Era o quinto e último filho do rei João IV e sua esposa a rainha Luísa de Gusmão.

Índice

Dados biográficos iniciais

D. Pedro II, por Henrique Ferreira (1718).

Quinto filho do rei D. João IV de Portugal e de Luísa de Gusmão, foi Senhor da Casa do Infantado. Cognominado de O Pacífico, porque em sua regência que se fez a paz com a Espanha através do Tratado de Lisboa (1668).

Regente de 1667 a 1683, chegou ao poder por golpe de Estado no qual em 27 de janeiro de 1668 depôs o irmão rei Afonso VI de Portugal[1]. Foi rei por morte deste em 12 de setembro de 1683. Governou portanto de facto de 1667 a 1706. Implacável com o irmão, além de o encarcerar em Sintra, deflagrou processo de anulação do casamento com Maria Francisca Isabel de Saboia, alegando a não-consumação, por inaptidão do rei em sua relação com mulheres, obtendo de Roma e dissolução e casando-se com a cunhada.

Apreciação

Diz Veríssimo Serrão em «História de Portugal», volume IV, página 233: «Um historiador coevo exaltou as suas qualidades físicas, tanto na destreza das armas como no toureio a cavalo, por ter uma agilidade e fortaleza que o predispunham para exercícios de violência. Foi no seu tempo que o palácio de Salvaterra de Magos voltou a ser o local preferido da corte, ali se instalando Pedro II nos meses de Janeiro e Fevereiro, para se dedicar aos desportos da montaria. (…) Senhor de grande memória, o monarca nunca recusava audiência a quem lha pedisse, tanto de dia como de noite, deleitando-se em ouvir os outros e em discutir os assuntos nos mais ínfimos pormenores. Essa qualidade era (…) um dos seus maiores defeitos, porque queria sempre ouvir a opinião dos conselheiros, o que o levava a dilatar a resolução dos problemas. O seu reinado tinha como grande desígnio reconstruir o País abalado pelas lutas da Guerra da Restauração. Desde 1693 que podia dispor da riqueza aurífera do Brasil, que teria dado a essa obra o arranque decisivo de que Portugal carecia. Mas a participação na guerra sucessória da Espanha foi contrária aos interesses nacionais (…). »

Casamento de Carlos II de Inglaterra e de D. Catarina de Bragança, acto de consolidação da aliança luso-inglesa.

Firmou a aliança inglesa. Consolidou a independência de Portugal, com a assinatura do Tratado de Lisboa em 1668, pondo fim às guerras da Restauração iniciadas em 1640. teve o decisivo apoio da Inglaterra, com base em cláusulas matrimoniais que uniram Carlos II Stuart com a irmã, princesa Catarina de Bragança, em 1661. Portugal cedeu Tânger e Bombaim, comprometeu-se a transferir para os ingleses a maioria das praças recuperadas dos holandeses, repartir ao meio o comércio da canela, instalar famílias inglesas com os mesmos privilégios dos portugueses em Goa, Cochim, Diu, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro. Em troca a Inglaterra daria suporte militar a Lisboa, protegendo embarcações portuguesas no Mediterrâneo e nas costas de Lisboa e do Porto.

A aliança com os ingleses foi decisiva na consolidação do poder de Pedro, que centralizou o poder da monarquia e dissolveu a excessiva força da nobreza depois da morte de D João IV em 1656.

Sua longa gestão foi de importantes realizações. Em 1671 concedeu liberdade de comércio para os ingleses residentes em Portugal e deu início ao estabelecimento de manufacturas têxteis. Dona Isabel Luísa foi proclamada herdeira do trono nas Cortes de 1674, tendo Pedro promulgado uma carta «sobre as regências e tuutorias dos Reys» para melhor fundar o direito de sua filha.

Em 1674 sua maior preocupação foi melhorar as defesas do Reino, pedindo contribuição da Junta dos Três Estados para o sustento das guarnições de fronteira, seu apetrecho e obras indispensáveis em castelos e fortes marítimos. As Cortes não atenderam a totalidade do pedido, mas o grande receio estava na defesa do litoral. «Os navios da Índia e do Brasil eram o principal objectivo da cobiça», diz Veríssimo Serrão, «História de Portugal», volume V, página 213, de modo que «a Coroa viu-se na obrigação de armar uma frota de 11 barcos. (…) A esquadra saiu do Tejo em 21 de julho de 1675, sob o comando de Pedro Jacques de Magalhães.» «Mas não se viram os resultados de tão custosa empresa».

Maria Francisca de Saboia (1646-1683).

Maria Sofia de Neuburgo (1666-1699).

Obteve autorização papal para a elevação do bispado da Bahia à categoria de arcebispado, e a criação dos bispados em Olinda e no Rio de Janeiro em 1676. Em 1677 foi criado o bispado do Maranhão, subordinado diretamente ao arcebispado de Lisboa. Em 1686, por decreto do Regimento de Missões, foram restringidos os privilégios dos jesuítas nos sertões do Norte. Houve porém resistências ao processo de reordenamento da administração colonial: em 1684 a revolta de Beckman, que sublevou os colonos do Maranhão contra o monopólio da Companhia Geral para o Estado do Maranhão, sufocada; da década de 1680 o levante dos tapuias em diversas regiões do Nordeste.

Havia um óbice legal ao casamento de sua filha com o primo, o duque de Sabóia: a chamada «lei das Cortes de Lamego» impedia o casamento de uma herdeira com um príncipe estrangeiro, pretenso documento que em 1640 se tornara lei fundamental do Reino. As Cortes convocadas em 1 de novembro de 1679 não tiveram dúvidas em proceder à derrogação. Já então viera a Lisboa o embaixador saboiano, o marquês de Ornano, celebrar o casamento por procuração. Mas tudo ficaria sem efeito na medida em que a embaixada do duque de Cadaval, enviada a Turim, em maio de 1682, não alcançou ou não quis concretizar o projeto, por pressões talvez de Luís XIV sobre a dinastia de Sabóia. Em 1683, aliás, morreriam Afonso VI de Portugal e a rainha Maria Francisca Isabel. Na corte havia um forte partido «francês», chefiado pelo 1º duque de Cadaval, por Manuel Teles da Silva, 2º conde de Vilar Maior, futuro marquês de Alegrete, e pelo visconde de Ponte de Lima, mas outros pugnavam por aliança mais próxima com a Espanha. Ao casar-se novamente, Pedro II escolheu a irmã da futura rainha espanhola, como ela filha de Filipe Guilherme, eleitor palatino do Reno. A nova rainha Maria Sofia de Neuburgo jamais influiu na vida política, mantendo uma atuação discreta e dando ao marido larga descendência.

A descoberta de ouro no sertão de Caeté, nas Minas Gerais, no final do século XVII, deu início a uma fase de prosperidade econômica e a remodelações administrativas, com a criação em 1693 da Capitania de São Paulo e Minas Gerais, e a criação da Intendência das Minas em 1702. Data do período também a destruição do Quilombo dos Palmares (Alagoas) em 1695.

No final do reinado, havia dois grandes problemas no Brasil: a disputa pela colônia do Sacramento que, embora desde 1680 reconhecido território português, foi ocupada pelos espanhóis em 1705; e os primeiros conflitos, desde 1703, entre paulistas e emboabas, concorrentes forasteiros, inclusive reinóis, que chegaram à região das minas em busca de ouro.

Portugal e a política europeia

John Methuen, por Adrien Carpentiers.

Numa avaliação geral, seu reinado consolidou a independência de Portugal diante da Espanha, mas foi alto o custo das concessões à Inglaterra: pelo controvertido Tratado de Methuen, de 1703, os panos de lã ingleses passaram a ser livremente comercializados em Portugal, o que levou à estagnação da indústria têxtil do Reino.

Sua política de não-alinhamento tinha como trunfo a presença de embaixadores e agentes nas cortes europeias, e os nomes que se destacaram foram, até 1700, Francisco de Melo, marquês de Sande; Henrique de Sousa Tavares, 1º marquês de Arronches; o doutor José de Faria, na Inglaterra; Duarte Ribeiro de Macedo e Salvador Taborda Portugal, em Paris; Diogo de Mendonça Corte-Real, na Holanda. Diz Veríssimo Serrão: «Foi nessa boa escolha que se formou o mais destacado de nossos diplomatas da primeira metade de Setecentos: Luís da Cunha».

Carlos de Habsburgo, Arquiduque da Áustria (1685–1740). Quadro de Francesco Solimena, c. 1707.

A Guerra da Sucessão Espanhola veio alterar o equilíbrio, pois a sucessão de Carlos II da Espanha, morto em 1700, se revelou enorme problema, na medida em que não teve descendência. O rei deixara por testamento como herdeiro o neto de Luís XIV, Filipe, duque de Anjou. Recusando o facto consumado, Guilherme III da Inglaterra, por meio da Grande Aliança da Haia, formou coligação com Holanda e com o Império, propondo Carlos, arquiduque da Áustria, como candidato ao trono espanhol. Seria difícil a Portugal fugir às pressões externas, e o rei se viu impossibilitado de guardar uma posição neutral, pois as implicações do conflito podiam estender-se à América. Portugal, que começara por reconhecer Filipe de Anjou como Filipe V de Espanha pelo tratado de Paris de 18 de junho de 1701, repensou sua posição, facto para o qual «contribuíram as primeiras derrotas dos franceses em Itália e no Reno», e a ameaça da frota inglesa. Em setembro de 1702 anulou-se o tratado com Luís XIV e graças à intervenção de John Methuen, embaixador da Inglaterra, estabeleceram-se «formas de cooperação que ainda não eram de aberta beligerância por parte de Portugal.» Mas era normal: diz Veríssimo Serrão na obra citada, página 230 do volume V: «Desde 1661 Portugal voltara, na política europeia, a fazer parte da órbita inglesa que garantira o triunfo da Restauração».

Portugal assinou em Lisboa em 16 de maio de 1703 um tratado defensivo com a Inglaterra e Províncias Unidas, outro tratado de aliança ofensiva e defensiva com a rainha Ana de Inglaterra, Leopoldo I da Áustria e os Estados da Holanda. Havia dois artigos secretos: logo que subisse ao trono da Espanha, o arquiduque Carlos entregaria a Portugal a título perpétuo as praças fronteiras de Badajoz, Albuquerque, Valença de Alcântara, Tui, Baiona da Galiza e Vigo; e na América do Sul, as terras da margem setentrional do rio da Prata, o qual ficaria a constituir o limite das duas coroas.

Aclamado rei da Espanha como Carlos III em Viena em 12 de setembro de 1703, o arquiduque Carlos entendeu fazer de Portugal a base das operações contra seu adversário e desembarcou em Lisboa a 9 de março de 1704. Deixou a cidade no ano seguinte numa esquadra inglesa para se fixar na Catalunha, pois a morte do imperador Leopoldo I, em 5 de maio, o forçava a se aproximar da Áustria e do norte da Itália. A ofensiva aliada começou com António Luís de Sousa, 4º marquês das Minas e Dinis de Melo e Castro, 1º conde das Galveias, que comandavam respectivamente a Beira e o Alentejo. Valência de Alcântara se rendeu ao segundo em 8 de maio de 1705. Fernando de Mascarenhas, futuro marquês de Fronteira, foi outro nome a destacar na guerra. A 28 de junho o exército português chegou a entrar triunfante em Madrid, onde Carlos III foi aclamado. Mas seu nome não tinha qualquer ressonância nas populações, e Filipe V recebia constantes socorros dos Pirenéus e beneficiava da realeza em exercício.

No Brasil

Retrato de D. Pedro II, autor desconhecido (séc. XVII).

Em 1696, publicou o Regimento das Missões do Estado do Maranhão e Grão-Pará[2]. Fixou as bases de sua política no Brasil em dois pontos principais: o da pesquisa de metais e pedras preciosas e da extensão da fronteira da colônia às margens do rio da Prata. Enviou o visconde de Barbacena ao Brasil com instruções especiais para incentivas as explorações mineiras, e era tal a reputação dos paulistas que o Príncipe Regente, instado por Barbacena, escreveu a doze dos principais sertanistas piratininganos, a quem proporcionou a «incomparável honra» de uma interpelação direta, convocando-os ao emprego do seu real serviço. Alguns eram do maior prol, como Fernão Dias Paes Leme, Francisco Dias Velho, Lourenço Castanho Taques.

Sob seu reinado foi criada a Casa da Moeda da Bahia, inaugurada em 8 de março de 1694. Pedro II cedeu seus direitos de senhoriagem, tributo a ele devido, para o melhor funcionamento desta instituição, que cunhou as primeiras moedas brasileiras para uso da própria colônia em 1695. Estas moedas de 4000 e 2000 réis, em ouro e 640, 320, 160, 80, 40 e 20 réis, em prata; ampliaram e diversificaram o meio circulante no Brasil.

Últimos anos

Desde 1703 o rei passava épocas de profunda sonolência que os médicos atribuíam a um «defluxo de estilicido», ou seja, grave infeção da laringe. A 5 de dezembro de 1706 foi acometido de um «pleuriz legítimo» que derivou num ataque apoplético, com o qual perdeu os sentidos. Não resultou a sangria nos pés e, no dia 9, o ataque tornou-se fatal. Acredita-se hoje em doença hepática, pois a autópsia achou «hua parte do fígado torcida e se lhe acharão 25 pedras no fel».

Está sepultado em Lisboa no Panteão dos Braganças.

Títulos, estilos, e honrarias

Estilo de tratamento de
Pedro II de Portugal

Coat of Arms of the Kingdom of Portugal (1640-1910).png

Brasão de armas do Reino de Portugal (1640-1910)

Estilo
Sua Majestade

Tratamento direto
Vossa Majestade

Estilo alternativo
Senhor

Ver artigo principal: Lista de títulos e honrarias da Coroa Portuguesa

Títulos e estilos
  • 26 de Abril de 1648 – 27 de Janeiro de 1668: "Sua Alteza, o Sereníssimo Infante Pedro de Portugal"
  • 27 de Janeiro de 1668 – 12 de Setembro de 1683: "Sua Alteza Real, o Príncipe Regente"
  • 12 de Setembro de 1683 – 9 de Dezembro de 1706: "Sua Majestade, o Rei"

O estilo oficial de D. Pedro II enquanto Rei de Portugal:" Pela Graça de Deus, Pedro II, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc."

Honrarias

Enquanto monarca de Portugal, D. Pedro II foi Grão-Mestre das seguintes Ordens:

Genealogia

Ascendência

[Expandir]Ancestrais de Pedro II de Portugal

Descendência

Nome
Retrato
Longevidade
Notas

Havidos de Maria Francisca de Sabóia (21 de Junho de 1646 – 27 de Dezembro de 1683; casados a 2 de Abril de 1668)

D. Luísa Josefa de Bragança, Princesa da Beira
Retrato de uma jovem, muito pálida, de pé, num vestido de veludo vermelho e saiote branco.
6 de Janeiro de 1669 –
21 de Outubro de 1690
Como filha mais velha de D. Pedro II, assumiu o título de Princesa da Beira. Herdeira presuntiva ao trono, até ao nascimento do irmão, o Príncipe D. João. O pai procurou casá-la com numerosas cabeças coroadas, esforço que não logrou nunca concretizar - o que lhe valeu o epíteto de "a Sempre-Noiva".

Havidos de Maria Sofia, Condessa Palatina de Neuburgo (6 de Agosto de 1666 – 4 de Agosto de 1699; casados a 12 de Agosto de 1687)

D. João de Bragança, Príncipe do Brasil
Retrato de um bebé com um vestido branco, num leito com cobertores e almofada de seda azul.
30 de Agosto de 1688 –
17 de Setembro de 1688
Feito Príncipe do Brasil e declarado novo herdeiro da coroa, mas viria a falecer decorridas pouco mais de duas semanas.

D. João V de Portugal
Retrato de um jovem de armadura e manto de arminho, com uma peruca empoada. Tem ao pescoço a Cruz da Ordem de Cristo e na mão o bastão de marechal, com a Coroa Real numa mesa ao seu lado.
22 de Outubro de 1689 –
31 de Julho de 1750
Rei de Portugal de 1706 a 1750. Casou-se com Maria Ana de Áustria. O casamento produziu seis filhos.

Infante D. Francisco de Bragança, Duque de Beja
Retrato de um jovem de couraça, com uma peruca empoada. Segura um bastão numa mão, e tem a outra mão na anca.
25 de Maio de 1691 –
21 de Julho de 1742
7.º Duque de Beja, Condestável de Portugal, Prior do Crato e 2º Senhor da Casa do Infantado. Celibatário, deixou dois filhos de Mariana da Silveira, freira.

Infante D. António Francisco de Bragança
Retrato de um homem de pé, a três quartos, com uma casaca de veludo azul e um manto de arminho com forro de veludo castanho, e a cruz da Ordem de Cristo ao pescoço.
15 de Março de 1695 –
20 de Outubro de 1757
Irmão dilecto do rei João V de Portugal, mas viveu sempre retirado da Corte. Aquando da morte do seu irmão D. Francisco de Bragança, em 1742, D. António reclamou para si a sucessão na chefia da Casa do Infantado, que viria contudo a ser entregue ao seu sobrinho D. Pedro, filho de D. João V, o que muito agravou a relação entre os dois irmãos. Nunca casou, nem deixou filhos.

Infanta D. Teresa de Bragança
24 de Fevereiro de 1696 –
16 de Outubro de 1704
Faleceu com oito anos, de "bexigas malignas".

Infante D. Manuel Bartolomeu de Bragança
Retrato de um homem, vestindo uma couraça de prata com bordadura dourada e um manto de arminho e forro de veludo vermelho.
3 de Agosto de 1697 –
3 de Agosto de 1766
Levou uma vida aventureira: durante mais de 20 anos percorreu as grandes capitais europeias. Bem conhecido nas Cortes da Áustria e da Rússia, chegou a ser pretendente à Coroa da Polónia em 1733, quando rebentou a Guerra da Sucessão Polaca.

Infanta Francisca Josefa de Bragança
Retrato de uma senhora com um vestido verde e manto vermelho, e peruca empoada branca com um ramalhete de flores no topo.
30 de Janeiro de 1699 –
15 de Julho de 1736
Nunca casou, nem deixou filhos.

Havidos de Maria da Cruz Mascarenhas, moça de varrer e criada de uma dama da Câmara no Paço

Infanta D. Luísa de Bragança, Duquesa de Cadaval
9 de Outubro de 1679 –
23 de Dezembro de 1732
Legitimada por carta de 25 de Maio de 1691. Casou, em primeiras núpcias, com D. Luís Ambrósio Pereira de Melo, 2.º duque de Cadaval, e, em segundas núpcias, com o cunhado D. Jaime Álvares Pereira de Melo, 3.º duque do Cadaval. Não houve descendência de nenhum dos casamentos.

Havidos de Anne Marie Armande Pastré de Verger, francesa

Infante D. Miguel de Bragança, Duque de Lafões
15 de Outubro de 1699 –
13 de Janeiro de 1724
Legitimado em 1704. Fundador da Casa de Lafões. Casou-se com D. Luísa Casimira de Sousa Nassau e Ligne em 1715. Do casamento, nasceram três filhos.

Havidos de Francisca Clara da Silva

Infante D. José Carlos de Bragança, Arcebispo de Braga
Jose de Braganca, arcebispo de Braga.jpg
6 de Maio de 1703 –
3 de Junho de 1756
Legitimado. Licenciou-se na Universidade de Évora em Teologia, tendo sido eleito Arcebispo de Braga em 1739 (embora sagrado somente em 1741).

Crónica de Faria e Sousa, 1730

Bandeira pessoal de Pedro II

A Crónica de Faria e Sousa, de 1730, refere o seguinte: "Passatempos ordinários seus eram os exercícios corporais: caça, touros em Salvaterra, no Alentejo, a 12 léguas de Lx. Um dos melhores ginetes do Reino, quando todos os nobres toureavam como o rei. Em seu reinado, houve duas batalhas, Villaviciosa e Albuquerque, que perderam os Espanhóis por ser inferiores em gente mas não falta de valor, e quedaram os portugueses mui ufanos porque não estavam acostumados a ganhar. Paz com a Espanha em 23 de fevereiro de 1668. Houve depois a Guerra da Sucessão da Espanha: morto Carlos II aos 39 anos em 1 de novembro de 1700, por seu testamento de 21 de outubro o sucessor era Filipe de França, duque de Anjou, neto de Luis XIV, filho segundo do Delfim. Em 1701 Pedro assinou tratado de aliança ofensiva e defensiva com Espanha e França. Dois anos depois, «le obligaron sus inimigos a unirse con la Casa de Austria» e a fazer tratado semelhante com os Aliados inimigos de duas Coroas. Em 26 de maio de 1703, com partido do Imperador Leopoldo I, entrou com Vítor Amadeu II, duque de Saboia, na grande aliança concluída na Haia em 7 de setembro de 1701 com Guilherme III da Grã-Bretanha e mais os Estados Gerais das Províncias Unidas dos Países Baixos. Morreu de apoplexia em 9 de dezembro de 1706. A primeira rainha (casamento com seu irmão anulado em 24 de março de 1668, casados a 2 de abril seguinte) morrera em Palhavã a 27 de dezembro de 1683 aos 38 anos. A segunda mulher morreu a 4 de agosto de 1699 aos 33 anos. Em março de 1704 chegou a Lisboa o segundo filho do imperador Leopoldo I (morto em 5 de maio de 1705 aos 65 anos), Carlos (futuro Carlos III de Espanha), recebido com muitos agasalhos. Sitiada Barcelona, foi obrigado a se retirar em 12 de maio de 1706 perdendo na ocasião toda a artilharia.»

Referências

  • O Manifesto do infante D. Pedro de 1667, Fonte: "Decreto que o Infante D. Pedro mandou aos Tribunais, quando entrou a governar" in António Caetano de Sousa, Provas da História Genealógica da Casa Real Portuguesa..., tomo V, Lisboa, Na Régia Oficina Silviana e da Academia Real, [1746, págs. 50-53, Portal da História, Manuel Amaral, 2000-2010]
    1. O Regimento das Missões: poder e negociação na Amazônia portuguesa, acesso em 06 de outubro de 2016.

    Bibliografia

    • PERES (Damião) - A DIPLOMACIA PORTUGUESA / E A SUCESSÃO DE ESPANHA / (1700-1704) / PORTUCALENSE EDITORA, LDª / 1931. A obra narra factos passados durante a guerra de sucessão, no reinado de D. Pedro II e é importante para o estudo da história das relações diplomáticas da época.
    • PEREIRA (Ana Cristina Duarte) - PRINCESAS E INFANTAS DE PORTUGAL / (1640-1736) / EDIÇÕES COLIBRI / 2008. O trabalho trata várias princesas e infantas de Portugal, legítimas e ilegítimas, desde 1640 a 1736, do ponto de vista pessoal e político, traçando o percurso destas Mulheres de Estado na legitimação e consolidação da dinastia de Bragança.
    • LOURENÇO (Maria Paula Marçal) - D. PEDRO II / CÍRCULO DE LEITORES / 2006. A obra insere-se na colecção de biografias dos reis de Portugal e trata de forma exemplar a vida e o tempo de D. Pedro II.
    • BRAGA (Paulo Drumond) - D. PEDRO II. UMA BIOGRAFIA / TRIBUNA DA HISTÓRIA / 2006. A melhor biografia do rei.

    Ligações externas

    O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Pedro II de Portugal

    Pedro II de Portugal
    Casa de Bragança
    Ramo da Casa de Avis
    26 de abril de 1648 – 9 de dezembro de 1706

    Precedido por
    Afonso VI
    Coat of Arms of the Kingdom of Portugal (1640-1910).png
    Rei de Portugal e Algarves
    12 de setembro de 1683 – 9 de dezembro de 1706
    Sucedido por
    João V

    [Esconder]

    ve

    Monarcas de Portugal



  • Wikipédia



    RS amplia vacina contra a gripe para crianças de até 10 anos e adultos a partir dos 50

    Medida é devido à concentração de casos de gripe A e B nessas faixas etárias

    Campanha de vacinação segue até 15 de julho | Foto: Secretaria Estadual da Saúde / Divulgação / CP

    Campanha de vacinação segue até 15 de julho | Foto: Secretaria Estadual da Saúde / Divulgação / CP

    Devido à concentração de casos de gripe A e B em crianças menores de 10 anos e adultos a partir dos 50, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) incluiu essas faixas etárias nos grupos de risco da vacinação. Assim, a partir de segunda-feira, quem tiver essas idades poderá realizar a vacina gratuitamente nos postos de saúde.

    De acordo com o governo do Rio Grande do Sul, dos 44 casos confirmados de influenza neste ano no Estado, oito são em crianças entre os 5 e 9 anos e nove são entre pessoas entre 50 e 59 anos, que antes não estavam incluídas nos grupos prioritários.

    Até o momento, mais de 2,6 milhões de pessoas já se imunizaram no RS, o que corresponde a uma cobertura de 76% dos grupos prioritários, sendo que a meta é de 90%. A campanha encerraria neste último dia 1º de junho, mas foi prorrogada até o dia 15 deste mês.

    A secretaria recomenda, especialmente, reforço na vacinação entre as crianças até 5 anos e em gestantes, ambos com baixa procura, 53,5% e 59% de cobertura. Para isso, a orientação é que sejam realizadas ações de vacinação em escolas e creches, estratégias no pré-natal e busca ativa pelas equipes da Estratégia de Saúde da Família.

    Situação da Influenza no RS

    Influenza A (H1N1): 26 casos / 01 óbito

    Influenza A (H3N2): 09 casos / zero óbitos

    Influenza A não subtipado: 01 caso / zero óbitos

    Influenza B: 08 casos / zero óbitos

    Total: 44 casos / 01 óbito

    Distribuição dos casos por faixa etária

    Menor de 6 meses: 02 casos / zero óbitos

    6 a 11 meses: 02 casos / zero óbitos

    1 ano: 06 casos / zero óbitos

    2 a 4 anos: 04 casos / zero óbitos

    5 a 9 anos: 08 casos / zero óbitos

    10 a 19 anos: 01 caso / zero óbitos

    20 a 29 anos: 03 casos / zero óbitos

    30 a 39 anos: 02 casos / 01 óbito

    40 a 49 anos: 01 caso / zero óbitos

    50 a 59 anos: 09 casos / zero óbitos

    Maior de 60 anos: 06 casos / zero óbitos

    Vacinação em grupos prioritários

    Crianças: 321,4 mil (53,5%)

    Trabalhador de saúde: 238,9 mil (76,3%)

    Gestantes: 62,8 mil (59,2%)

    Puérperas: 14,7 mil (84,7%)

    Indígenas: 20,8 mil (92,5%)

    Idosos: 1,26 milhão (86%)

    Professores: 96,7 mil (81,4%)

    Total dos grupos prioritários: 2.015.385 (76,1%)

    Sistema Prisional: 29,2 mil

    Comorbidades: 565 mil

    Outros: 47,4 mil

    Total de doses aplicadas: 2.673.122


    Correio do Povo


    ALVORADA

    MP-RS denuncia segurança de pizzaria pela morte de dois clientes


    JUDICIÁIRO

    STF reinicia julgamento sobre delação premiada na PF na quinta-feira


    Gasolina e diesel comum caem de preço em Porto Alegre, aponta Procon

    Litro da gasolina mais barato na Capital era de R$ 4,549 nesta sexta-feira

    Litro da gasolina mais barato em Porto Alegre custava R$ 4,54 nesta sexta-feira | Foto: Guilherme Testa / CP Memória

    Litro da gasolina mais barato em Porto Alegre custava R$ 4,54 nesta sexta-feira | Foto: Guilherme Testa / CP Memória

    O Procon de Porto Alegre atualizou, nesta sexta-feira, o levantamento de preços da gasolina comum, do etanol e do diesel em 40 postos da Capital. O levantamento mostra que, passada a greve dos caminhoneiros, que escasseou os estoques, os valores da gasolina e do diesel comum caíram em relação à segunda-feira passada.

    No litro da gasolina, os fiscais encontraram valores entre R$ 4,549 e R$ 4,829. Cinco dias antes, a variação era entre R$ 4,599 e R$ 4,899. O diesel-500 (comum) é vendido hoje entre R$ 3,039 e R$ 3,579, valores menores que os da pesquisa anterior, que apontou intervalo entre R$ 3,149 e R$ 3,799. A diferença, de 63 centavos, se explica pelo fato de que alguns estabelecimentos ainda vendem os estoques antigos, sem o desconto de R$ 0,46 nas refinarias, anunciado pelo governo para os próximos 60 dias e em vigor desde a sexta passada.

    Já o diesel S-10 é comercializado entre R$ 3,139 e R$ 3,889. Até então, o Procon não media, em uma listagem separada, os valores dessa modalidade de combustível, mais cara.

    No álcool (etanol), os preços oscilaram entre R$ 3,799 a R$ 4,099. O maior mais baixo subiu (era R$ 3,549) e o mais alto caiu (era R$ 4,19).

    O consumidor pode incluir na pesquisa de preços do Procon Porto Alegre o posto mais próximo de casa. Basta contatar o Procon Municipal através do Twitter ou via mensagem inbox no Facebook enviando fotos, o nome do posto e o endereço.

    Veja a tabela completa:


    Rádio Guaíba e Correio do Povo


    Dólar cai 5,35% e fecha cotado em R$ 3,70

    TÊNIS

    Aos 78 anos, morre em São Paulo Maria Esther Bueno

    TÊNIS

    Morte de Maria Esther Bueno repercute no país

    GRÊMIO

    Arthur prega “calma e capricho” para furar retrancas na Arena
    Grêmio tem retornos de Jael e Léo Moura aos treinos

    INTER

    Edenilson reforça confiança do elenco do Inter em Damião e Pottker
    Zeca tem lesão constatada e só retorna após a Copa do Mundo

    SÉRIE B

    Juventude vence o Londrina fora e recupera pontos perdidos no Jaconi

    FUTEBOL

    Sindicato dos Jogadores pede máximo de três jogos a cada 14 dias

    COPA DO MUNDO

    Adversária do Brasil na Copa, Suíça vence Japão em amistoso

    POLÍCIA

    Pelo menos três homens são mortos em menos de três horas em Porto Alegre

    POLÍCIA

    Homem é preso com 30 quilos de cocaína, na ERS 122



    Fiergs vai à Justiça contra tabela de fretes da ANTT

    Entidade entrou com ação para suspender tabelamento

    Fiergs vai à Justiça contra tabela de fretes da ANTT  | Foto: Alina Souza / CP Memória

    Fiergs vai à Justiça contra tabela de fretes da ANTT | Foto: Alina Souza / CP Memória

    A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) entrou, nesta sexta-feira, com uma ação na Justiça Federal contra a tabela de fretes estabelecido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O presidente em exercício da Fiergs, Cezar Luiz Müller, afirmou que o tabelamento dos preços mínimos dos fretes desorganizou o relacionamento comercial entre as indústrias e os transportadores. Segundo ele, a elevação exorbitante de custos se caracteriza como uma intervenção desastrosa na livre negociação entre as partes.

    A entidade cita na ação a "violação da livre concorrência" mostrando a "flagrante interferência do Estado nas relações econômicas privadas, inibindo a livre iniciativa”. Além disso, o texto justifica que essa intervenção teve caráter drástico e anacrônico, “com ofensa a direitos constitucionais que estruturam a ordem econômica”.

    Na ação, a Fiergs também utiliza os argumentos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pelo qual “há a possibilidade de utilização de tabelas de preços de referência, em que as empresas podem cobrar mais ou menos pelo produto”. O Cade, no entanto, proíbe “a adoção de tabelas de preços obrigatórios, com valores impostos ao mercado, por entender ser prejudicial à competição”.

    A ação, elaborada pela Unidade Jurídica da entidade, tem 20 páginas e objetiva resguardar os direitos das indústrias associadas aos Sindicatos filiados à Fiergs. Por fim, submete o entendimento para que seja declarada a ilegalidade do tabelamento de preços mínimos na realização de fretes.


    Correio do Povo


    Gleisi diz que Lula é candidato à Presidência mesmo se Justiça Eleitoral negar registro

    Jefferson Bernardes/AFP

    Celso de Mello libera ação contra Gleisi para julgamento no STF

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    "Só quero evitar tragédias", diz Gilmar Mendes sobre atuação no STF

    Ministro respondeu às críticas feitas por conceder habeas corpus a investigados da Lava Jato

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    Pré-candidato do MDB ao governo de SP participou da sabatina ao UOL, Folha e SBT

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    Paralisação começa na madrugada de segunda (11) e vai até a meia-noite de quarta (13)

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