Boulos terceirizou o estupro do direito de propriedade

Governo do RS quita salários de até R$ 5 mil nesta quinta

Depósito deve colocar em dia a folha de abril de 280 mil matrículas do Executivo

Governo do RS quita salários de até R$ 5 mil nesta quinta | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / Divulgação / CP

Governo do RS quita salários de até R$ 5 mil nesta quinta | Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / Divulgação / CP

O Governo do Estado deve quitar, até o fim desta quinta-feira, os salários dos servidores que recebem entre R$ 4,5 mil e R$ 5 mil da folha de abril de 280.376 matrículas do Poder Executivo. Representando 82% do funcionalismo, o depósito deve entrar na conta bancária entre o fim da tarde e início da noite de hoje.

Pela manhã, ocorreu o pagamento integral dos salários para os funcionários vinculados às fundações. A previsão para quitar os salários dos demais funcionários do Governo é até o dia 11 de maio, de acordo com o ingresso de receita no período.

A parte líquida da folha do mês de abril fechou em R$ 1,185 bilhão, sem considerar os valores das consignações. No total, o Poder Executivo contemplou 342 mil vínculos entre ativos, inativos e pensionistas.

Nessa segunda-feira, o Sefaz iniciou o pagamento da folha quitando o salário de quem ganha até R$ 4,5 mil líquidos. Também foi depositado a quarta parcela corrigida do 13° salário de 2017 para todos os vínculos, assim como a indenização dos dias atrasados dos vencimentos de março.

Folha Salarial Abril | Servidores do Poder Executivo

Dia 30/4 - Até R$ 4,5 mil líquidos (268 mil matrículas) – R$ 590,6 milhões

Dia 30/4 - 4ª parcela do 13º salário de 2017 – R$ 117 milhões

Dia 30/4 - Indenização pelo atraso da folha de março – R$ 1,5 milhão

Dia 3/5 - Quitação integral – funcionários das fundações – R$ 25,7 milhões

Dia 3/5 - Até R$ 5 mil (280 mil matrículas no acumulado) – R$ 60,5 milhões


Correio do Povo

Bolívia reestrutura direção de aviação por tragédia da Chapecoense

Alterações nos mecanismos de segurança será feita com base no relatório final do acidente

Bolívia vai reestrutura direção de aviação por tragédia da Chapecoense | Foto:  Raul Arboleda / AFP / CP

Bolívia vai reestrutura direção de aviação por tragédia da Chapecoense | Foto: Raul Arboleda / AFP / CP

A Direção Geral de Aeronáutica da Bolívia (DGAC) ajustará seus mecanismos de controle e segurança operacional por conta do acidente com o avião da Lamia na Colômbia, no qual viajava a delegação da Chapecoense, anunciou uma autoridade local nesta quarta-feira. O "processo de reestruturação" será feito por recomendação de um relatório final sobre o acidente emitido por autoridades aeronáuticas colombianas na semana passada, declarou em entrevista coletiva o diretor da DGAC, Celier Arispe.

Esse relatório assinala que o acidente aéreo ocorrido em 2016 aconteceu por falta de combustível da aeronave pouco antes de chegar ao aeroporto Rionegro, que serve a Medellín, deixando 71 mortos e seis sobreviventes. A aeronave foi abastecida com 9.073 quilos de combustível para cobrir a rota entre Santa Cruz (Bolívia) e o aeroporto colombiano, mas a quantidade mínima devia ser maior que 11.603 quilos.

Arispe explicou que o informe colombiano estabeleceu sete recomendações para a DGAC e para a administradora de aeroportos AASANA, ambas da Bolívia. As sugestões serão respondidas em "um prazo de 60 dias", afirmou. Sobre as responsabilidades pessoais a serem estabelecidas na Bolívia, Arispe insistiu que fará uma reestruturação da DGAC e pedirá relatórios ao escritório da AASANA de seu país.

A Lamia operava como resultado de uma concessão da aeronave Avro do empresário venezuelano Ricardo Albacete Vidal aos pilotos bolivianos Alejandro Quiroga e Marco Antonio Rocha. O primeiro morreu no acidente e o segundo está foragido.


AFP e Correio do Povo

IR 2018: Saiba como receber sua restituição

Flamengo vence a Ponte Preta em Campinas e abre vantagem na Copa do Brasil

Com 1 a 0, cariocas poderão atuar pelo empate na partida de volta, no Maracanã

Com 1 a 0, cariocas poderão atuar pelo empate na partida de volta, no Maracanã | Foto: Staff Images / Flamengo / Divulgação CP

Com 1 a 0, cariocas poderão atuar pelo empate na partida de volta, no Maracanã | Foto: Staff Images / Flamengo / Divulgação CP

O Flamengo largou na frente da Ponte Preta nas oitavas de final da Copa do Brasil e venceu por 1 a 0, nesta quarta-feira, em pleno estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), pelo jogo de ida. O gol foi do centroavante Henrique Dourado.

Com o resultado, o time carioca joga pelo empate na partida de volta, na quinta-feira da semana que vem, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Como não há mais regra do gol qualificado na Copa do Brasil, o time paulista precisa de uma vitória por dois ou mais gols de diferença. Uma vitória com vantagem mínima leva a decisão para os pênaltis.

O Flamengo foi melhor no primeiro tempo e teve mais posse de bola, mas com poucas finalizações. A Ponte Preta jogava no contra-ataque, mas também tinha dificuldade para penetrar na defesa adversária. O problema do Flamengo se resolveu com uma boa bola de Éverton Ribeiro, aos 32 minutos. O meia encontrou Lucas Paquetá livre na linha de fundo e o garoto cruzou rasteiro para Henrique Dourado completar para o gol e abrir o placar.

Na segunda etapa, a Ponte Preta foi obrigada a sair um pouco mais para o ataque, mas seguia com problemas para criar lances de perigo contra o gol de Diego Alves. Mais recuado e satisfeito com o resultado, o Flamengo passou a administrar a posse de bola, tocando na defesa e com pouca objetividade.

Aos 33 minutos, na melhor chance da Ponte Preta, Felippe Cardoso desperdiçou duas oportunidades seguidas para empatar. Em falha do zagueiro flamenguista Léo Duarte, a bola sobrou dentro da área para o centroavante paulista, mas ele bateu alto e ela explodiu no travessão. No rebote, Diego Alves evitou o gol com grande defesa e garantiu a vitória por 1 a 0.

A Ponte Preta agora fará o dérbi de Campinas contra o Guarani, neste sábado, às 19 horas, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, pela quinta rodada do Brasileiro da Série B. O Flamengo vai receber o Internacional, neste domingo, às 16 horas, no estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, pela quarta rodada do Brasileirão.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Tempo segue instável no Rio Grande do Sul nesta quinta

Região Sul deve receber chuva, enquanto que o calor predomina no Norte

Porto Alegre tem previsão de sol, mas não se afasta instabilidade nesta quinta | Foto: Brayan Martins / PMPA / CP

Porto Alegre tem previsão de sol, mas não se afasta instabilidade nesta quinta | Foto: Brayan Martins / PMPA / CP

O tempo segue instável no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. De acordo com a MetSul Meteorologia, a Região Sul tem risco de chuva forte a intensa e na fronteira com Uruguai, poderá ter altos volumes em algumas localidades.

Como foi registrado nesta quarta-feira, Santana do Livramento ainda tem previsão de precipitação. Devido à instabilidade, a temperatura pouco varia e deve continuar amena na Região Sul.

Já na Metade Norte, o sol aparece acompanhado de chuva, podendo ter chuva muito isolada durante o dia. Há previsão de calor na região.

Porto Alegre deve ter a quinta-feira de sol acompanhada de nuvens, mas não se afasta a intabilidade. O dia também pode ter momentos de calor na Capital. As marcas ficam entre 18°C e 31°C.

Mínima e Máxima

Bagé 18°C | 24°C

Rio Grande 20°C | 25°C

Alegrete 19°C | 27°C

Santiago 19°C | 28°C

Uruguaiana 21°C | 30°C

Santa Maria 19°C | 31°C

Santa Cruz 18°C | 32°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

A China capitalista, por Lúcio Machado Borges*

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A China é o comunismo mais capitalista do mundo. A China é o maior credor dos Estados Unidos. Podemos dizer que a China é o novo “império mongol capitalista do século XXI”. A China chegou a este patamar porque têm um projeto. No Brasil, nós não temos um projeto de Estado e nações que não tem projetos, passam por dificuldades. Precisamos ter projetos de governo, ao contrário do nosso país, onde a maioria dos nossos políticos tem apenas um projeto de poder. A maioria deles quer se eleger apenas para arrumar o seu lado e para ajudar os seus parentes e os seus familiares.

*Editor do site RS Notícias

Doadores de medula óssea passam a ter isenção na inscrição de concursos

Instituto Nacional do Câncer criticou medida por afetar caráter voluntário da doação

Instituto Nacional do Câncer criticou medida por afetar caráter voluntário da doação | Foto: Carla Ruas / CP Memória

Instituto Nacional do Câncer criticou medida por afetar caráter voluntário da doação | Foto: Carla Ruas / CP Memória

Entrou em vigor nesta quarta-feira a lei que isenta doadores de medula óssea e beneficiários do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos da administração direta e indireta de municípios, estados e da União. A Lei 13.656/2018 vale para os editais publicados a partir da vigência.

Em nota, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), que é responsável pelo Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), criticou a medida. Os requisitos para a obtenção do benefício deverão ser detalhados nos termos do edital de cada concurso. O candidato deverá comprovar que atende aos requisitos no ato de inscrição. Se apresentar informação falsa, está sujeito a ter a inscrição cancelada, ser excluído do concurso ou ter a nomeação anulada.

Segundo o Inca, o compromisso de doação de medula não pode estar vinculado a nenhum tipo de contrapartida. "O cadastro no Redome é, por definição, um ato voluntário e, conforme recomendações nacionais e internacionais de diversas organizações relacionadas a esta atividade, não pode estar vinculado a nenhum tipo de vantagem ou recompensa", frisou o instituto, órgão auxiliar do Ministério da Saúde.

De acordo com o Redome, o doador voluntário permanecerá no registro até completar 60 anos de idade. Conforme o Inca, a identificação de doadores depende, além de aspectos técnicos de compatibilidade genética, do comprometimento dos doadores que se cadastram, por exemplo, com a manutenção dos dados pessoais atualizados. "Por este motivo, o Redome não apoia a isenção da taxa de inscrição em concurso público como um incentivo ao cadastro de doação de medula óssea, pois entende que a inclusão de novos doadores representa um aspecto estratégico no que se refere à manutenção e expansão do Registro brasileiro, e deverá seguir preceitos técnicos a fim de garantir o sucesso de uma atividade que é parte fundamental da política pública de transplantes de órgãos e tecidos", acrescenta a nota. A responsabilidade do registro é dos hemocentros dos estados.


Agência Brasil e Correio do Povo

Azeite de oliva: 46 marcas reprovadas e 61 aprovadas em fiscalização

Ministério da Agricultura atualizou a fiscalização, avaliando 107 marcas


GIANE GUERRA

Diogo Sallaberry / Agencia RBSDiogo Sallaberry / Agencia RBS

O Ministério da Agricultura atualizou a fiscalização de azeites de oliva, que é feita desde 2014. Avaliou desta vez 107 marcas, que são vendidas por 65 empresas. Um dos laboratórios usados na análise é aqui do Rio Grande do Sul, o Laboratórios Nacionais Agropecuários - Lanagros.

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O resultado não é bom. Foram 160 lotes de amostras reprovados. Por outro lado, 108 foram aprovados. Para se ter uma ideia melhor, foram retirados do mercado 300 mil litros de produtos irregulares e mais 400 mil litros de outros produtos classificados como temperos, mas com rótulos de azeite de oliva.

Segundo o Mapa, as empresas responsáveis pelas fraudes são autuadas e multadas no valor mínimo de R$ 5 mil, acrescido de 400% sobre o valor da mercadoria fiscalizada. O valor máximo da multa permitido por lei é de R$ 540 mil.

Coordenadora-geral de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Fátima Chieppe Parizzi conta que as principais irregularidades são: mistura do azeite de oliva com outros óleos e tentativa de iludir o consumidor pelo rótulo.

Desconfie da unidade de 500 ml vendida a menos de R$ 10.
FÁTIMA PARIZZI

Coordenadora do Ministério da Agricultura

— O consumidor precisa estar atento e não se deixar enganar pelas embalagens bonitas com ilustrações de azeitona ou com referências a Portugal e Espanha. Outro ponto muito importante é o preço. O consumidor deve desconfiar da unidade de 500 ml vendida a menos de R$ 10.

Para que o produto seja considerado “azeite de oliva virgem” ou “extravirgem”, não é permitida a presença de óleos vegetais refinados, de outros ingredientes e aromas ou sabores de qualquer natureza. No caso de azeite de oliva refinado, o rótulo mencionará obrigatoriamente que é do “tipo único”.

O produto tem um forte apelo de saúde. Depois dos Estados Unidos, o Brasil é o maior importador mundial de azeite de oliva. Comprou 60 mil toneladas em 2017. As oliveiras cultivadas no Rio Grande do Sul, em São Paulo e em Minas Gerais produzem menos de 1% do total consumido no país. O consumo per capita brasileiro hoje é de 0,35 litro por ano. Os Estados Unidos importaram 305 mil toneladas, com um consumo per capita de um litro por ano.

Abaixo, as listas de marcas reprovadas e aprovadas, por ordem alfabética:

46 marcas reprovadas:

1 - Aldeia da Serra
2 - Andaluzia
3 - Anna
4 - Barcelona
5 - Casablanca
6 - Castelo Real
7 - Chef Ávilo Clássico
8 - Conde de Torres
9 - Do Chefe
10 - Dom Cabral
11 - Dom Gameiro
12 - Donana Premium
13 - Don Léon
14 - Faisão Real
15 - Faisão Real Gourmet
16 - Fátima
17 - Figueira da Foz
18 - Imperatore
19 - Lisboa
20 - Lisboa Premium
21 - Lisboa Tipo Único
22 - Malaguenza
23 - Mariza
24 - O Vira
25 - Olivenza
26 - Paschoeto
27 - Pazze
28 - Porto Galo
29 - Porto Valência
30 - Pramesa
31 - Quinta D’Aldeia
32 - Quinta da Boa Vista
33 - Quinta do Cais
34 - Quinta do Fijô
35 - Restelo
36 - Rioliva
37 - San Domingos
38 - Santa Isabel
39 - Serra de Montejunto
40 - Temperatta
41 - Tordesilhas
42 - Torezani Premium
43 - Torres de Mondego
44 - Tradição
45 - Vale Fértil
46 - Vila Verona

61 marcas aprovadas:

1 - Alianza
2 - Andorinha
3 - Andorinha Tipo Único
4 - Báltico
5 - Beirão
6 - Belo Porto
7 - Bom Dia
8 - Borges
9 - Borges Clássico
10 - Borges Tipo Único
11 - Carbonell
12 - Carrefour
13 - Castelo
14 - Coccinero
15 - Coimbra
16 - D'Aguirre
17  - De Cecco
18 - Dia %
19 - Dia % Tipo Único
20 - DOP Sardegna
21 - EA
22 - Felippo Berio
23 - Fiord’Olio
24 - Fonte Mouro
25 - Gallo
26 - Gallo Tipo Único
27 - Great Value
28 - Herdade do Esporão
29 - L’Olio de Cecco
30 - La Española
31 - La Violetera
32 - Le Terrazze
33 - Maria
34 - Monde
35 - Monini
36 - Monte Santo Adrião
37 - Nova Oliva
38 - Olitalia
39 - Oleificio del Golf
40 - Olivas do Sul
41 - O-Live
42 - Oliveira da Serra Classico
43 - Paganini Grezzo Naturale
44 - Pala D´Oro
45 - Rafael Salgado
46 - Rahma
47 - RAR
48 - Renata
49 - Romulo
50 - Sanmarco
51 - Serrata
52 - TAEQ
53 - Terra De Camões
54 - Terra de Camões Tipo Único
55 - Terrano
56 - Terrano Tipo Único
57 - Verde Louro
58 - Verdeal
59 - Verdemar
60 - Vilamoura
61 - Y Barra


GaúchaZH

Chapecoense segura empate com o Atlético em Minas

Catarinenses garantiram 0 a 0 e agora jogam partida de volta com apoio da torcida

Catarinenses garantiram 0 a 0 e agora jogam partida de volta com apoio da torcida | Foto: Bruno Cantini  / Atlético-MG / Divulgação CP

Catarinenses garantiram 0 a 0 e agora jogam partida de volta com apoio da torcida | Foto: Bruno Cantini / Atlético-MG / Divulgação CP

O Atlético Mineiro parou na retranca da Chapecoense, na noite desta quarta-feira, e ficou no 0 a 0 no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Com dificuldades no último passe e nas finalizações, a equipe mineira não conseguiu fazer valer o fator casa no Independência, em Belo Horizonte.

Apostando no bom momento de Róger Guedes, o Atlético dominou o time catarinense do começo ao fim e criou as melhores chances da partida. Mas parou nas suas próprias falhas no ataque, principalmente em razão da solidez da defesa da Chapecoense, que entrou em campo com o objetivo de não levar gols.

A estratégia deu certo e o time catarinense leva para a Arena Condá o empate. O jogo da volta será no dia 16, daqui a duas semanas. Até lá, o técnico Thiago Larghi espera contar com Cazares em perfeitas condições, após fazer seu retorno nesta quarta, entrando somente no segundo tempo. Na defesa, a novidade foi o zagueiro e capitão Leonardo Silva, que não entrava em campo desde a final do Mineiro

O primeiro tempo do jogo desta quarta foi um confronto entre ataque e defesa, mas sem as emoções que geralmente ocorrem em partidas deste tipo. E isso porque o Atlético-MG teve dificuldades no ataque, apesar das investidas constantes de Róger Guedes ao longo dos primeiros 45 minutos.

O meia-atacante foi o motor atleticano, dando sustos na defesa catarinense. Era ele quem movimentava o ataque, assim como fizera na vitória sobre o Corinthians, no fim de semana, pelo Brasileirão. Foi uma jogada sua que gerou a melhor chance dos anfitriões na etapa inicial. Aos 13, ele disparou pelo meio e a bola sobrou para Gustavo Blanco encher o pé. O goleiro Jandrei fez a defesa

No entanto, as chances reais de gol eram praticamente nulas. O Atlético dominava com facilidade o meio-campo e até criava bem, mas falhava no último passe. Ricardo Oliveira assistia mais do que participava das jogadas porque a bola não chegava.

Para piorar a situação do Atlético, a Chapecoense abdicava totalmente de atacar, talvez escaldada pelo insucesso em seu primeiro duelo de mata-mata no ano, na Copa Libertadores, quando caiu logo no primeiro confronto, contra o Nacional, do Uruguai. Os visitantes apostavam na cautela da retranca para tentar levar o empate para a Arena Condá.

O panorama pouco se alterou no segundo tempo. A Chapecoense seguia concentrada na defesa, enquanto o Atlético continuava a cometer erros em lançamentos, últimos passes e finalizações.

A pressão atleticana aumentou a partir dos 20, pouco depois das entradas de Cazares e Elias em campo, nas vagas de Gustavo Blanco e Adilson. Os anfitriões ganharam maior volume de jogo no ataque e o visitante começou a levar sustos. Um deles aconteceu aos 27, quando Patric avançou até a linha de fundo e bateu cruzado, raspando o pé da trave.

Apesar da insistência, o Atlético repetia as limitações no ataque, enquanto a Chapecoense parecia cada vez mais confiante na defesa. Nos minutos finais, o time catarinense tentou aproveitar bobeada da zaga anfitriã e chegou a dar trabalho para Victor antes do apito final, que encerrou os primeiros 90 minutos do confronto.


Esta~dao Conteúdo e Correio do Povo