A gracinha da Senadora GRAZZIOTIN, PCdoB-AM

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Comunista "distribuía dinheiro da corrupção com os pobres", acredite se quiser!!
Jorge de Oliveira

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O Brasil está comovido com a alma caridosa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). quando apareceu o seu nome na lista do propinoduto da Odebrecht, a parlamentar declarou que toda grana que recebeu da empreiteira teve um fim filantrópico. E que fim! Foi "socializado com os pobres", justificou.

Ah, ainda bem que a parlamentar confessou para onde foi o suborno antes que algum eleitor maldoso duvidasse da sua honestidade.
É assim que deveriam se comportar os outros comunistas do partido da senadora quando flagrados com a mão na massa: contar uma história como essa para convencer seus eleitores de que a corrupção teve uma causa nobre. Não foi um dinheiro usado pelo partido para esbórnia ou para enriquecimento ilícito de alguns dos seus integrantes.
Grazziotin – a esquerda infantil do parlamento – acredita realmente no que disse. Se é assim, devemos, todos nós brasileiros, fazer orações diárias para o São Odebrecht e agradecê-lo pela preocupação em socializar os lucros da sua empresa com os mais
necessitados pelas mãos generosas da senadora. Agora, sabemos porque os eleitores de Grazziotin mantêm-se fiel à sua representante no Congresso. São pessoas de bem com o mundo: felizes, prósperas e sem preocupação financeira porque passaram a viver dos milagres da Odebrecht desde que ela assumiu o mandato.
Mas não pense o leitor que Grazziotin é uma política despreparada, ingênua, que ignora os problemas do país. ela se apega aos princípios socialistas e à doutrina marxista para fundamentar as razões que a levaram à distribuição da riqueza no país. Veja quanta profundidade nos seus argumentos para explicar o seu nome na lista da Odebrecht: "todo mundo sabe que nós, comunistas, fazemos militância política por ideologia e não por qualquer vantagem financeira. o dinheiro que eu recebi era considerado por mim e pelos meus camaradas de partido como um ato de expropriação contra a burguesia e por isso nós socializávamos (o dinheiro) com os pobres".
Viu? a senadora não é egoísta nem sovina. Prefere multiplicar os pães entre os seus fiéis eleitores amazonenses. Ela faz também uma revelação surpreendente. Diz que seus camaradas de partido também estavam na caixinha da empreiteira. Portanto, divide com os parceiros as suas ações caridosas numa versão moderna da madre Teresa de Calcutá. Se é assim, pelo que entendi, o PCdoB deixou de ser um partido político para se transformar numa entidade filantrópica, cujo objetivo é proteger os seus eleitores da fome, da crise econômica e do caos político, distribuindo igualitariamente entre os seus filiados o dinheiro da empreiteira. Grazziotin está convicta de que a Odebrecht não exigia contrapartida para os agrados que faziam a alegria do partido. os malotes que abasteciam o PCdoB nas campanhas eleitorais caracterizavam-se como "expropriação contra a burguesia", segundo a senadora. Aos mais jovens uma explicação: era assim que a esquerda denominava os assaltos a bancos na ditadura. E agora? o que dizer da grana que chegou à senadora via Odebrecht, dinheiro que deixou de ir para a merenda escolar e para a saúde? É a expropriação ao inverso, aquela que tira o alimento das crianças e sacrifica os doentes nos hospitais públicos.
Não tem óleo de peroba para tanta desfaçatez da senadora quando ela culpa também a mídia pelos seus danos morais na política. Veja a profundidade da sua análise: "a imprensa burguesa tenta instrumentalizar a divulgação da lista para macular a imagem dos comunistas em evidente deslealdade tática e estratégica dentro do campo da luta de classes". Entendeu? se entendeu, me explique.
Toda essa bobagem da senadora não é fantasia. Foi realmente dita por uma representante do povo, com assento no senado federal. Que coisa lamentável. A esquerda brasileira adoeceu, está decadente, contaminada pela mediocridade, se dissolvendo em idiotices e se desmilinguido intelectualmente. Quanto vazio político.

É esta pessoa, alienada, que se propõe a pensar o Brasil. Uma senhora que parece zombar dos seus eleitores vomitando sandices para justificar o injustificável: o dinheiro da corrupção da Odebrecht que abasteceu a ela e o seu partido.

Biolchi admite dificuldade em votar pacote este mês e descarta recuo em fundações

Secretário evitou falar em prazo para concluir extinções de fundações devido às ações judiciais

Secretário evitou falar em prazo para concluir extinções de fundações devido às ações judiciais

PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC

Patrícia Comunello

O governo estadual gaúcho ainda não definiu se vai tentar uma convocação extraordinária para retomar a votação do pacote de reestruturação do Estado na Assembleia Legislativa. Tudo indica que a pauta pode ficar para depois do recesso, em fevereiro. O chefe da Casa Civil, Márcio Biolchi, afirmou que o governo avalia a oportunidade para as votações continuarem e deve se posicionar a partir do dia 15.

Sobre a extinção das fundações, Biolchi disse que os desligamentos ocorrerão na instalação das mesas de negociação, seguindo as liminares da Justiça do Trabalho que suspenderam as 1,2 mil demissões. "Já viramos a página sobre o que foi proposto. Levaremos a todo cidadão gaúcho as leis para execução", declarou o integrante do governo. A sanção do governador deve ocorrer até dia 17, prazo legal máximo para ele se posicionar. Nessa segunda-feira (9), 66 intelectuais, artistas e cientistas lançaram carta pedindo que o governo suspenda as extinções.  

 

 

Para imprimir a convocação extraordinária, Biolchi diz que não é só pensar na sessão, mas também no convencimento. "Esta avaliação vai nos dizer até a metade deste mês se vai ter convocação ou vamos votar em período ordinário. Não está definido", alegou o chefe da casa Civil, que admite dificuldade operacional própria do recesso. "A dificuldade é normal, mas vamos trabalhar na medida do possível", pontuou. Mesmo que tenha a convocação, o representante do governo Sartori adianta que não há definição se a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do duodécimo será reapresentado. A mudança no repasse orçamentário a outros poderes foi recusada em dezembro. "Há algumas sugestões em relação a isso, mas não foi discutido."

Sobre a possibilidade de que apenas os projetos de lei sobre as fundações e outros órgãos a serem fechados acabem aprovados, Biolchi argumento que, desde o começo do governo, mais de 170 projetos foram aprovados. "Cinquenta por cento deles têm impacto e trouxeram inovação, mas alguns sem o apelo popular. Não avaliamos só os que restam. Avançamos muito no que já foi aprovado", reage o chefe da casa Civil.

"Se não forem aprovados, esperamos que boa parte seja." Neste caso, estão na lista à espera de apreciação, redução de incentivos fiscais. A proposta do duodécimo, que propõe repasse de recurso conforme a disponibilidade de caixa e não o orçado, foi recusada pelos deputados. O interlocutor do governo descarta que tenha ocorrido erro na condução da negociação para obter os votos para a PEC, que exige pelo menos 33 deputados favoráveis. "Quando tem emenda, os deputados avaliam o impacto não só neste governo, mas nos outros."

Fundações: "Já viramos essa página"

Biochi alega que as extinções de fundações, uma das poucas vitórias na votação na AL em dezembro, só aguardam as leis e prazos para execução. "Já viramos essa página", reage o secretário. Mesmo a carta lançada por um time invejável de intelectuais, pesquisadores, ex-reitores e ex-secretários de estados pedindo a suspensão da medida não deve alterar a posição. "Por mais que no mérito tenha posição firmada, respeitamos qualquer movimento social, seja de escritores, do mundo acadêmico ou movimento popular, fazemos a avaliação mesmo que isso não faça com que abandonemos o que foi aprovado."       

Liminares impedem cortes na Fundação Piratini (TVE e FM Cultura), Fundação de Economia e Estatística (FEE), Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Fundação de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) e Fundação Zoobotânica (FZB). O quadro da Corag, que não é citada na carta, conseguiu liminar adiando as rescisões. Fepagro, Fepps e Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF) são as outras a serem extintas.

Segundo o secretário, as liminares concedidas não ofendem os planos do governo. "Todos os processos de desligamento serão feitos em mesa de negociação. Característica impositiva pela lei e decisão política de fazer. Temos decisões tomadas, mas há equilíbrio nas decisões", garantiu. Biolchi também negou que os despachos dos juízes tenham surpreendido o governo. "Haver negociação mais que imposição judicial é posição do governo. A negociação dará lisura e transparência."

O chefe da Casa Civil evitou comentar o prazo que pode levar a pendência judicial. "A partir da sanção tem de fazer o mais rápido. Haverá prazo nas leis para executar as medidas." Ele também descarta qualquer revisão do que os projetos estipulam. "Neste momento, estamos tratando de execução, não mais de negociação para flexibilizar ou não, ou retroceder no que já foi decidido", descartou Biolchi, que também negou que esteja ocorrendo algum movimento para acelerar as demissões, que chegou a ser citado na decisão de juízes. "Precisamos ser céleres para levar a cabo as decisões."

 

Jornal do Comércio

Prefeitura de Caxias do Sul (RS) corta verba para o Carnaval

Pensamento do dia sobre o PT Corrupto–11.1.2017

 

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Para descontrair
Maria do Rosário é motivo para muitos memes.
(por ValeriaAndrade)

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/rcariolato/posts/10209660998900085:11

Grandes produtores e consumidores de alimentos

Amélio Dall’Agnol, pesquisador da Embrapa Soja

Segundo a FAO, atualmente o mundo produz cerca de 2,5 bilhões de toneladas de grãos. É mais do que o necessário para atender à demanda global, razão pela qual os estoques estão altos e os preços no mercado despencaram. O produtor brasileiro não está sentindo mais intensamente os efeitos dessa queda, por causa do câmbio favorável do real frente ao dólar.

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Os países que mais contribuem para a produção dessa grande quantidade de grãos são – pela ordem de importância – China, Estados Unidos (EUA), Brasil, Índia e Indonésia. A China, apesar da sua enorme produção agrícola, importa alimentos para suprir as necessidades alimentares da sua população de 1,42 bilhões de pessoas, maior que a soma das populações das três Américas.

Sem ser um grande produtor de soja, a China é o maior consumidor global do produto por causa da grande produção interna de carne de suínos e de aves. Mais de 60% da soja comercializada no mundo e mais de 70% da soja exportada pelo Brasil vai para o mercado chinês, o que muito contribuiu para que esse país se tornasse o principal parceiro comercial do Brasil, responsável por 18% do nosso comércio exterior.

Com produção aproximada de 1 bilhão de toneladas, o milho é o grão mais produzido no mundo. EUA, China e Brasil são os principais produtores do cereal, com diferenças expressivas entre eles: 360 milhões, 220 milhões e 80 milhões de toneladas, respectivamente. Juntos, respondem por mais de 60% da produção mundial.

A produção de trigo e de arroz – cerca de 700 milhões de toneladas cada – formam com o milho, o principal trio de grãos em nível global. A soja vem em 4º lugar, com produção de 320 milhões de toneladas. China, Índia e Bangladesh lideram a produção de trigo, enquanto que União Europeia, Rússia e EUA lideram as exportações e Egito, Indonésia, Argélia e Brasil, lideram as importações do cereal.

O arroz está fortemente concentrado na Ásia. China, Índia e Indonésia lideram sua produção, enquanto que a exportação é liderada pela Índia, Tailândia e Vietnã, sendo a China, Nigéria e Irã os maiores importadores do grão.

Apesar de estar, aparentemente, sobrando alimentos no mundo, boa parcela da população de 38 países está passando fome; 29 desses países estão na África, segundo a FAO. Esse problema não está vinculado à capacidade produtiva das nossas lavouras, ou da ineficiência dos nossos produtores rurais, mas à má distribuição da renda. Os que ainda passam fome são vítimas da falta de dinheiro para comprar o alimento ou da corrupção que compromete o desenvolvimento dessas nações.

Vivemos um paradoxo: temos cidadãos fazendo regime porque precisam emagrecer por comer demais e outros, magros demais porque não comem o suficiente, por falta de recursos financeiros para adquirir o alimento. “Sempre houve o suficiente no mundo para todas as necessidades humanas; nunca haverá o suficiente para a cobiça humana” (Mahatma Gandhi).


Canal Rural

Tribunais gastam até R$ 55 mil com passagem de ministros para o exterior

DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA

 

Levantamento feito pela Folha mostra que, de 2013 a 2015, os custos dos tribunais superiores com voos internacionais foram de R$ 3 milhões por ano, em média –sendo que, em uma só viagem, foram desembolsados R$ 55 mil no bilhete de classe executiva de um ministro.

Os gastos se referem a viagens oficiais. Algumas passagens de magistrados, por exemplo, tiveram valor 12 vezes superior ao trecho na poltrona econômica comprado para outros servidores.

Os dados, em valores da época, foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Além das passagens, os ministros e servidores desses órgãos receberam diárias –algumas chegaram a R$ 65 mil. Só em 2015, o custo com elas foi de R$ 4 milhões.

O bilhete de R$ 55 mil foi para o ministro Walton Alencar, do TCU (Tribunal de Contas da União), que viajou em março de 2015 para Tbilisi, capital da Geórgia. O órgão informou os valores em dólar (US$ 16,9 mil, convertidos pelo câmbio da época). Além da passagem, ele recebeu extra de R$ 11 mil por sete dias.

Dois anos antes, Alencar havia gasto R$ 32,2 mil (na época, US$ 16,1 mil) em um voo para a China, daquela vez em primeira classe.

Foram considerados dados dos seguintes tribunais: STM (Superior Tribunal Militar), TSE (Tribunal Superior Eleitoral), TST (Tribunal Superior do Trabalho), STJ (Superior Tribunal de Justiça), TCU (Tribunal de Contas da União), além do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), órgão de controle do Judiciário.

Embora não integre o Judiciário, o TCU tem prerrogativas similares às dos tribunais.

O STF, que gastou R$ 236 mil com passagens em 2015, foi o único que se recusou a informar dados em detalhes.

Com exceção do STJ, que passou a proibir voos de primeira classe a partir de 2014, não havia regra nos demais tribunais que impedisse viagens nessa categoria.

Só a partir de 2016 a Lei Orçamentária Anual proibiu a compra de passagens desse tipo para todos os servidores públicos federais, exceto para os chefes de Poder.

Ainda assim, foi mantido para ministros, comandantes militares, procuradores e subprocuradores, desembargadores e parlamentares o privilégio de passagens na poltrona executiva, mais cara que a econômica.

VOANDO ALTO - Gastos de tribunais e órgãos superiores com viagens internacionais em 2015, em R$ milhares*

DISCREPÂNCIA

O TCU liderou em 2015 os gastos com passagens, com R$ 1,8 milhão, seguido pelo TSE, com R$ 664 mil.

Os ex-presidentes do TCU Augusto Nardes e Aroldo Cedraz fizeram em média uma viagem por mês nos anos em que estavam no comando do tribunal –Nardes, em 2013 e 2014, e Cedraz, em 2015.

As viagens de Cedraz em 2015 custaram US$ 52 mil (cerca de R$ 160 mil ao câmbio médio do ano), com trechos em primeira classe. As de Nardes, US$ 45 mil (R$ 90 mil) em 2013 e US$ 76 mil (R$ 160 mil) em 2014. Todas na categoria executiva.

A ministra Maria Elizabeth Guimarães Rocha, do STM, viajou nove vezes ao exterior em três anos. Em 2015, a passagem dela e do ministro Luiz Carlos Gomes de Mattos para Angola custou R$ 19,7 mil, enquanto a de uma servidora que embarcou no mesmo trecho saiu por R$ 6.700.

Em 2014, os ministros do TSE Luiz Fux, Luciana Lóssio e João Otávio de Noronha e o juiz auxiliar Nicolau Lupinhanes viajaram para Johanesburgo (África do Sul) com custos entre R$ 17,4 mil e R$ 18,5 mil pelos bilhetes. O tribunal pagou R$ 4.200 pela passagem de uma servidora.

As diárias, em alguns casos, podem somar valores superiores ao salário de um ministro. Foi o caso de Bruno Dantas, do TCU.

Numa viagem de quase um mês em 2015, identificada como "pesquisador visitante de um programa escolar" em Nova York (EUA), Dantas recebeu cerca de R$ 65 mil.

A frequência das viagens de alguns magistrados também chama a atenção. O ministro do STF Dias Toffoli, por exemplo, viajou em 2015, quando presidia o TSE, 13 vezes. Somente com passagens, o custo foi de R$ 149,4 mil.

Viagens dos ministros

OUTRO LADO

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) informou que as despesas com voos de ministros obedeceram "rigorosamente" as regras previstas e que todas as viagens foram para missões oficiais, sendo que nenhuma no período foi em primeira classe, o que foi definitivamente proibido em setembro de 2014 pelo tribunal.

Em nota, o STM (Superior Tribunal Militar) explicou que as aquisições das passagens listadas pela reportagem são justificadas por ato normativo de 2008 que não impedia a compra de bilhetes de primeira classe e que a diária dos ministros é, desde 2015, de US$ 727.

"Conforme também explanado, todas as viagens foram a serviço, após aprovação pelo plenário do tribunal, autorizando o referido magistrado ou servidor para se ausentar do país", informou o órgão no comunicado.

De acordo com o TST (Tribunal Superior do Trabalho), foram emitidas passagens de primeira classe para seus ministros entre 2013 e 2015, dentro das normas previstas pelo tribunal e pelo CNJ e que "a partir do exercício de 2016, com a Lei nº 13.242 [...] as passagens aéreas para ministros e magistrados de segundo grau estão limitadas à classe executiva".

O TCU (Tribunal de Contas da União) informou que até novembro de 2014 a compra de passagem em primeira classe era permitida para ministros por portaria interna.

Em 2015, segundo o órgão, foram compradas passagens em primeira classe por "falta de disponibilidade em outras classes" para os ministros Bruno Dantas e Aroldo Cedraz. O órgão informou ainda que os valores de diárias são disciplinados por norma interna, variando de US$ 325 a US$ 691 –valor pago ao ministro Bruno Dantas.

Alan Marques - 7.out.2015/Folhapress

O ministro do TCU Augusto Nardes em sessão do tribunal

O ministro do TCU Augusto Nardes em sessão do tribunal

O ministro Augusto Nardes informou que o órgão assumiu pela primeira vez em 50 anos, durante sua gestão, a presidência da Olacefs (Organização Latino-americana e do Caribe de Entidades Fiscalizadoras Superiores) e que, por isso, foi necessário fazer as viagens internacionais para eventos dessa instituição.

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) informou que está consolidando as suas normas, entre elas a de aquisição de passagens.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não se manifestou sobre o assunto até a conclusão desta edição.

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SUPREMO BARRA HÁ 8 MESES INFORMAÇÕES SOBRE VIAGENS

O STF (Supremo Tribunal Federal) se recusa a fornecer os dados detalhados sobre viagens e diárias de seus ministros e servidores.

O primeiro pedido pela Lei de Acesso à Informação foi protocolado pela Folhaem 25 de abril, durante a gestão do ministro Ricardo Lewandowski na presidência da Corte. Até o fim do mandato dele, em setembro, a solicitação de dados não foi respondida, apesar dos requerimentos.

A lei determina que o pedido seja atendido em até 30 dias. Todos os outros tribunais a cumpriram.

Somente em 2015, o STF gastou R$ 236 mil com passagens aéreas, além de outros R$ 369 mil com diárias para viagens internacionais, de acordo com dados do Orçamento disponíveis no Senado.

Não há detalhes, porém, sobre como os valores foram gastos –por isso, a reportagem solicitou as listas aos órgãos superiores.

No dia 12 de setembro, quando a ministra Cármen Lúcia tomou posse na presidência do STF, a Folha reiterou o pedido.

Em resposta, foi solicitada uma prorrogação de prazo devido à "grande quantidade de informações, o que está sendo providenciado pela seção responsável pela emissão de passagens aéreas e pagamento de diárias".

Decorridos os 30 dias de prazo, foi feita nova solicitação, e a resposta em 22 de novembro foi de que o órgão estava "preparando a divulgação ativa dessas informações (gasto com passagens e diárias) no site do Supremo Tribunal Federal" e, enquanto não fosse concluída essa fase de preparação, o tribunal não atenderia a "pedidos individuais para não atrasar ainda mais a divulgação".

Até a conclusão desta edição, as informações não haviam sido publicadas.

Pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), em 2013, Cármem Lúcia teve passagem de R$ 14,4 mil para a Itália que, segundo o órgão, "não foi de primeira classe". Os dados de viagens de Lewandowski pelo CNJ aparecem sem o valor das passagens.

 

Folha de S. Paulo

ARGENTINA: CRISE POLÍTICA E ECONÔMICA!

1. Num vídeo divulgado no último dia do ano, Maurício Macri admitiu que 2016 foi "duro". As mudanças na agenda econômica não se traduziram no crescimento desejado - com uma contração do PIB de 2,3%, uma inflação a rondar os 40% e um déficit subindo de 4,1% para 4,7% - e isso acabou por levar ao afastamento do ministro das Finanças, Alfonso Prat-Gay. Mas 2017 ameaça ser ainda mais complicado para Macri, com as eleições parlamentares de outubro capazes de tornar mais difícil negociar num Congresso onde a oposição (mesmo dividida) tem a maioria.
2. Quando chegou ao poder em dezembro de 2015, pondo fim a 12 anos de kirchnerismo (quatro de Néstor Kirchner e oito de Cristina Kirchner), Macri prometeu sanear a economia e erradicar a pobreza. Mas os resultados positivos tardam em chegar - os primeiros dados da pobreza conhecidos desde abril de 2014, revelaram em setembro que 32% dos argentinos são pobres, e o desemprego, subiu para 9%.
3. O governo alertara desde cedo para a gravidade da "herança" kirchnerista - pior do que a esperada - e, dias antes de assinalar o primeiro aniversário na presidência, o próprio Macri admitiu que se gerou durante a campanha "uma expectativa de mudança mágica" e que era preciso pôr de lado essa ideia. Com a saída de Prat-Gray, a pasta foi repartida em duas (Luis Caputo nas Finanças e Nicolás Dujovne nas Finanças Públicas), mas a política deverá manter-se a mesma face à previsão de crescimento já em 2017 - o FMI estima que seja de 3%.
4. Apesar de estar em minoria no Congresso, Macri conseguiu aprovar o orçamento para 2017 e o acordo com os chamados fundos "buitre" (abutres), pagando aos credores com quem Kirchner estava em guerra e abrindo a porta aos mercados internacionais. Para consegui-lo, aproveitou a divisão na oposição - entre kirchneristas (peronistas históricos herdeiros de Juan Domingo Perón) e massistas (apoiantes de Sergio Massa, o ex-chefe de gabinete de Cristina Kirchner que se tornou no seu maior crítico e foi terceiro nas presidenciais).
5. Mas essa lua de mel com o Congresso começou a ruir no final do ano, quando os opositores esqueceram as diferenças para derrotar Macri. A oposição aprovou um projeto de lei de emergência econômica (aumento de 15% no abono familiar e no subsídio de gravidez), que o governo não queria por implicar um maior déficit fiscal e se viu obrigado a renegociar. Depois, travou a reforma eleitoral que o presidente negociou pessoalmente. Por último, Massa uniu-se aos kirchneristas para baixar os impostos a um milhão de trabalhadores - uma promessa de campanha de Macri, que teve que recuar porque isso implicava uma quebra de 2380 milhões de dólares nas receitas.
6. Foram jogadas da oposição já a olhar para as eleições parlamentares - que poderão intensificar-se ao longo de 2017 para marcar a diferença em relação à coligação no poder. As derrotas complicam politicamente a situação do presidente, que precisa de um bom resultado em outubro (nenhum analista espera que possa ganhar a maioria, mas precisava de mais do que os 87 deputados que tem agora) para poder encarar com confiança a segunda parte do seu mandato. "As eleições de outubro poderão abrir a possibilidade de uma reeleição em 2019 ou, pelo contrário, lhe obstaculizar até extremos imprevisíveis os dois anos do mandato que lhe faltam", escreveu o colunista do jornal La Nación, Joaquín Morales Solá.
7. Nenhum presidente não peronista chegou ao fim do mandato - dois foram derrubados em golpes militares e outros dois caíram no meio de crises econômicas. Os quatro eram da União Cívica Radical, um dos partidos da coligação Cambiemos que apoia Macri - um empresário de 57 anos que ganhou fama à frente do clube Boca Juniors e foi durante dois mandatos governador da cidade de Buenos Aires.
8. Apesar dos problemas econômicos, a aprovação ao governo de Macri é de 55%, segundo uma sondagem da Poliarquía Consultores para o La Nación. Mas 45% dos inquiridos dizem que o seu primeiro ano foi pior do que esperavam - numa ocasião foi assobiado depois de um evento público e, já em dezembro, o seu carro oficial foi apedrejado (quando não estava lá dentro). Para as eleições de outubro, a coligação Cambiemos surge na província de Buenos Aires com 27,4% dos votos, atrás da Frente para a Vitória, de Cristina Kirchner (31,3%). Apesar de ter sido acusada de corrupção, a ex-presidente surge como a candidata mais forte a senadora (candidatura ainda não é oficial).

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Precisamos conversar sobre a privatização dos Correios




Não aguentamos mais os Correios!

Fonte: https://www.facebook.com/mblivre/videos/508685829255565/

Governo federal expulsou 550 servidores por irregularidades em 2016

Em 2016, o governo federal expulsou 550 servidores por irregularidades. Em 65% dos casos, o motivo do desligamento foi a prática de atos relacionados à corrupção. O número de expulsões registradas em 2016 é o maior para um ano desde o início do levantamento em 2003. Os dados são do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU).

De acordo com a CGU, das demissões registradas em 2016, 445 foram de servidores efetivos, 65 cassações de aposentadorias e 40 destituições de ocupantes de cargos em comissão.

Saiba Mais

Após a prática de corrupção, que somou 343 casos, as irregularidades com maior número de casos foram o abandono de cargo, a inassiduidade ou a acumulação ilícita de cargos.

Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como a Caixa Econômica Federal, Correios, Petrobras, entre outras.

Os servidores punidos, nos termos da Lei Ficha Limpa, ficam inelegíveis por oito anos. Dependendo do tipo de infração cometida, também podem ficar impedidos de voltar a exercer cargo público.

Desde 2003, o governo federal expulsou 6.209 servidores. Destes, 5.172 foram demitidos, 493 tiveram a aposentadoria cassada e 544 foram afastados de funções comissionadas. As unidades da federação com maior número de punições foram Rio de Janeiro (1.096), Distrito Federal (763) e São Paulo (667).

 

Agência Brasil

 

Prime Cia. Imobiliária - Imobiliária em Porto Alegre / RS

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Aumento continua

Newton Mezenes/Futura Press/Estadão Conteúdo

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) se recusou a receber a notificação de decisão judicial que barra o aumento da tarifa da integração entre ônibus e trilhos em São Paulo.
O governo manteve o reajuste de 14,8% entre ônibus e trens da CPTM e ônibus-metrô. As integrações aumentaram de R$ 5,92 para R$ 6,80, valor acima dos 6,4% da inflação (IPCA) projetada para o ano. Leia mais

 

 

Inscrições abertas

Reprodução/Twitter/Prefeitura SP

A Prefeitura de São Paulo abriu inscrições para quem quiser se apresentar na Virada Cultural de 2017 no site do evento.
As propostas vão ser avaliadas pelos curadores do evento, que está programado para acontecer entre os dias 20 e 21 maio. Em nota, a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo informou que pretende reservar 70% da programação deste ano a atrações inscritas pelo formulário na internet. Leia mais

 

 

Artilheiro fica

Ricardo Stuckert/CBF

O presidente da Ponte Preta, Vanderlei Pereira, frustrou os planos do Corinthians em contar com William Pottker ao recusar uma proposta de 2 milhões de euros feita pelo atacante.
Pereira disse que o jogador só deixa a Ponte com o valor integral da multa, que é de 4 milhões de euros. Ele ainda afirmou que a proposta do Corinthians não é interessante para o clube. Leia mais

Falência no Brasil


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O número de pedidos de falência no país cresceu 12,2% em 2016. É o segundo ano consecutivo como uma alta de dois dígitos, indica o SCPC Boa Vista. Em 2015, a taxa foi de 16,4%.
Também ocorreu um crescimento de 14,7% nas falências decretadas e de 49,4% nos pedidos de recuperação judicial. O maior número de pedidos de falência no ano passado aconteceu no setor de serviços, com alta de 39%. Leia mais