Relator da PEC do teto de gastos diz que conclui parecer até a próxima semana

Brasília - Deputado Darcísio Perondi, relator da comissão especial da Câmara que analisa a PEC 241/16, que limita por 20 anos os gastos públicos federais, em reunião da comissão (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Segundo Darcísio Perondi, o objetivo é que o parecer seja lido na comissão especial da Câmara que analisa o tema no dia 4 de outubro   Arquivo/Agência Brasil

O vice-líder do governo e relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) para tornar efetivo o limite de gastos nos próximos anos, o deputado Darcídio Perondi (PMDB-RS), disse hoje (15), durante encontro com jornalistas, que concluirá seu parecer até a próxima semana para que seja lido, na comissão especial que analisa a matéria, no dia 4 de outubro. Segundo Perondi, a votação no colegiado deve ocorrer no próximo dia 7.

Com a conclusão da comissão, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), terá três semanas para incluir e votar a proposta no plenário da Casa.
“Em um cenário bom, se não houver tempestade, mandamos para o Senado na primeira semana de novembro. Lá, o rito é menor”, afirmou. Perondi aposta que, no Senado, a proposta sofrerá menos resistência que na Câmara.

Na Câmara, uma das principais críticas dos partidos de oposição é sobre o limite de gastos em áreas prioritárias. De acordo com Perondi, os recursos para saúde e educação estão preservados e, diferentemente de outras despesas que terão limite de teto, essas duas áreas terão piso mínimo. “Não haverá corte. Não haverá congelamento. Haverá aumento, mas sempre com o IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo].”

O deputado acrescentou que, nos últimos meses, o governo vem estudando a melhor solução para as duas áreas e antecipou que será preciso recorrer à desvinculação de receitas para atender a esses setores. Perondi garantiu que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e o salário-educação estão fora do teto e serão preservados.

Por intermédio de Perondi, o governo reiterou o recado de que não vai recuar sobre o uso do IPCA como parâmetro do aumento de gastos refutando a tentativa de alguns parlamentares que pretendiam incluir o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) no cálculo do limite de gastos que, pela proposta governista, considera as contas do ano anterior somadas ao índice que mede a inflação. Propostas contrárias foram apresentadas entre as 21 emendas que o texto já recebeu.

“Essa proposta equivale à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que aprovamos sem o [apoio] do PT e que é uma lei que chegou tarde ao Brasil”, afirmou Perondi. Ele reforçou o discurso da equipe econômica alertando que o ajuste está sendo feito para que a União não chegue à situação de insolvência vivida pelo Rio de Janeiro. Ele acrescentou que, sem a reforma da Previdência, prevista para o próximo ano, o ajuste não surtirá efeito. “Ou é o ajuste, ou é o colapso, o aumento de impostos, que para a economia, ou a hiperinflação. Isso ninguém quer.”

Questionado sobre o prazo de aplicação da fórmula para definir o teto de gastos, Perondi disse que a flexibilização, que pode reduzir os 10 anos previstos no texto original, pode ocorrer, mas terá que ser analisada e alterada por emenda. “[Dez anos] é um tempo para que o regime surta efeito. A equipe econômica entendeu que [o prazo] é longo, mas necessário para passar um sinal para o mercado”, afirmou o líder do governo, que não descarta a possibilidade de um gatilho no caso de a economia reagir positivamente e as mudanças nas regras previdenciárias serem aprovadas e implementadas.
Para Perondi, se aprovado, o ajuste vai obrigar o Parlamento a produzir “orçamentos mais reais”.

 

Agência Brasil

 

O maestro da orquestra criminosa, mas pode chamar de “poderoso chefão”

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

 

O esforço de Madre Teresa e o desastre da economia planificada

 

Por Rodrigo Constantino

blog

Por Bourdin Burke, publicado pelo

Joice Hasselmann e a Verdadeira Redenção de uma Mulher de Fibra

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Bordin Burke*

Ela é uma jornalista que combate vorazmente esta Esquerda doentia que há décadas tomou de assalto (literalmente) o Brasil e suas instituições; veio a ser demitida do veículo de comunicação reconhecido, até então, como um bastião da luta contra o PT e tudo o que ele representa; deu a volta por cima alcançando níveis inacreditáveis de audiência em sua fanpage no Facebook; então, no dia 14/09/2016, William Bonner repete suas palavras (e do Procurador Dalton Dalagnoll), as mesmas que custaram sua demissão, em pleno Jornal Nacional. Parece uma história de conto de fadas, mas é apenas a trajetória da jornalista Joice Hasselmann nos últimos anos. Esta história poderia facilmente virar um livro, mas isso é tarefa para ela mesma empreender. Eu posso, todavia, escrever este artigo rendendo-lhe homenagens e agradecendo por sua epopeia no mundo do jornalismo político – sim, pois foram comunicadores como ela que abriram os olhos da população que, logo depois, viria a pedir o Impeachment de Dilma e a prisão de Lula.

Logo que chegou na Veja.com, Joice criou a TVEJA, área do website onde era possível acessar vídeos nos quais ela trazia notícias e entrevistava convidados. A iniciativa foi sucesso absoluto, a tal ponto que até hoje a ferramenta é mantida pela revista digital. Foi em um desses vídeos (um quadro chamado “salto agulha”) que ela teria “passado dos limites”, quando afirmou que Lula e Dilma formavam a dupla que havia roubado o futuro da nação. Enfatizou, ainda, que Luiz Inácio era “um corrupto dos piores, que comandou o saque ao Brasil”. Qual não foi sua surpresa quando soube que aquele seria seu último editorial eletrônico naquela empresa. Pegar pesado com quem pegou pesado com nosso povo pareceu inaceitável aos olhos de quem, aparentemente, estava mais interessado em obter pesados anúncios publicitários de estatais e de empresas criadas a custo de muito empréstimo do BNDES – o mais puro capitalismo de laços.

Diferente de nossa recém-despejada presidenta, Joice não vitimizou, nem alegou machismo em seu desligamento muito mal explicado, tampouco rendeu-se à patrulha ideológica que pediu sua cabeça. Seguiu batendo forte nos inimigos da coisa pública, a partir de suas próprias mídias sociais. Criou um canal no Youtube que cresceu de forma meteórica, ultrapassando, em poucos meses, os 300.000 inscritos. De lambuja, ainda escreveu um livro sobre a vida do Juiz Sérgio Moro que figura entre os mais vendidos no país. Bem diferente de uns e outros por aí, que se vitimam até hoje (e engariam votos em eleições) alegando perseguições sofridas durante o regime militar, mas dão pulinhos de alegria diante de um episódio de censura como o narrado. Aliás, postura bem condizente com aqueles que querem, a todo custo, implantar a “regulação da mídia”.

No sucesso de Joice, nota-se a presença indefectível da mão invisível do mercado: em busca de seus próprios interesses – ou seja, tentando reerguer e alavancar a própria carreira –, ela nos brindou com informações privilegiadas, análises precisas e previsões acertadas. Ou seja, ”apesar da inexistência de uma entidade coordenadora do interesse comunal, a interação dos indivíduos parece resultar numa determinada ordem”, como bem ensinou Adam Smith em “A Riqueza das Nações”. Espia aí, Britânico!

Eis que chega o dia da redenção: o próprio Ministério Público Federal, em uma peça jurídica que já está na História do Brasil (não na História ensinada pelo Ministério da Educação em nossas escolas, é verdade), carimba tudo aquilo que Joice já havia asseverado há mais de um ano. O país aprende, em horário nobre e pela TV aberta, que Lula foi o artífice do esquema que dilapidou o dinheiro dos pagadores de impostos como nunca antes. Quem sabe o Procurador e a produção da Globo tivessem poupado trabalho se tivessem, simplesmente, reproduzido o fatídico vídeo que mudou (para melhor) a vida da Joice.

Parece-me que algumas pessoas por aí estão devendo um pedido de desculpas coletivo para nossa Cinderela – com a ressalva de que esta não precisa de fada madrinha para sacudir a poeira e mostrar a todos como se levanta do chão com classe. Nada de ficar eternamente de muxoxos e posando de “guerreira da redemocratização” injustiçada por aí – né, dona Vana? Bem melhor arregaçar as mangas, ligar a câmera do celular e trabalhar muito – inclusive participando ativamente dos movimentos de rua que tomaram conta do Brasil desde o ano passado. Convenhamos que aquele carisma todo e a dicção perfeita ajudam bastante em sua profissão, mas não é crime nenhum nascer com talento e competências que geram valor às demais pessoas – que os igualitaristas não me ouçam.

Hoje é dia de celebração para quem apostou alto e mostrou que não veio para brincadeira. Tremei, vigaristas de Brasília e demais redutos de corruptos: ela apenas começou sua saga! E já adianto que de nada servirá tentar intimidar a moça do Paraná (amarga lição já aprendida por alguns parlamentares).
Tim-tim, querida (querida mesmo, não aquela outra)…

 

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Instituto Liberal

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O Instituto Liberal é uma instituição sem fins lucrativos voltada para a pesquisa, produção e divulgação de idéias, teorias e conceitos que revelam as vantagens de uma sociedade organizada com base em uma ordem liberal.

 

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Reforma da Previdência tem de ser dura e rápida, diz secretário do governo

por NICOLA PAMPLONA

O secretário de acompanhamento econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto de Almeida, defendeu nesta quinta-feira (15) que as discussões sobra a reforma da Previdência sejam rápidas. Segundo ele, o país vai envelhecer rápido e precisa de uma solução para controlar os gastos públicos.
Em palestra no Fórum Nacional, no Rio, Almeida frisou que a reforma da Previdência forma, com a PEC que limita o crescimento dos gastos, a base do ajuste fiscal proposto pelo governo Michel Temer. A proposta em estudo eleva a idade mínima de 60 para 65 anos, para os homens, e de 55 para 60 anos, no caso das mulheres.
"O país tem que fazer uma reforma da Previdência dura e rápida", afirmou. "As pessoas vivem mais do que viviam há 40 anos. Um regime em que uma pessoa pode se aposentar aos 50 ou 52 anos não acontece em lugar nenhum do mundo", argumentou.
Almeida admite, porém, que trata-se de um tema complexo, que vai demandar grandes discussões com o Congresso. "A PEC dos gastos é mais fácil, porque todo mundo é a favor. A previdência, precisa explicar mais", disse.
Segundo ele, a proposta de ajuste fiscal é a "menos dolorosa possível". As alternativas, disse, seriam aumento de impostos, calote na dívida ou mais inflação.
O secretário comentou, no entanto, que tem visto uma recepção "muito positiva" dos parlamentares ao ajuste e que esse cenário é fruto de maior coordenação dos ministérios no novo governo.
"O (ex-ministro da Fazenda) Joaquim Levy, que é um excelente economista, estava muito isolado. Não é o caso agora. O Planejamento e a Fazenda têm reuniões quase que diárias com a Casa Civil. Há uma discussão grande também com outros ministérios. Quando as coisas chegam no Congresso, já houve um trabalho interno de governo", afirmou.
Fonte: Folha Online - 15/09/2016 e Endividado

 

Política Industrial, Corrupção e os Campeões Nacionais


Um dos resultados mais importantes em matéria de política industrial vem dos modelos e estudos de autores buscando entender a questão da corrupção desde o prisma do intervencionismo. DiTela e Ades fornecem contribuição relevante ao buscar esmiuçar os efeitos das políticas de Campeões Nacionais e do industrialismo em termos de corrupção. Em um artigo publicado […]

Grupo Ouro Cred dá dicas importantes de como o consumidor pode se proteger de golpes de crédito consignado

Em tempos de crise, crédito consignado pode ser uma forma acessível de financiamento, mas, consumidor precisa estar atento
Você já ouviu alguma história de alguém que tenha caído em golpes de financiamento fácil? Ou, o golpe do crédito consignado? Talvez isto tenha acontecido por falta de informação, pois o crédito consignado tem regras claras determinadas pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), conhecê-las é fundamental para fazer o uso desta ferramenta de crédito e proteger suas finanças ou a de seus familiares. Saiba agora um pouco mais sobre esta modalidade de crédito.
Uma das opções de financiamento é o crédito consignado, concedido aos aposentados e pensionistas do INSS, que tem juros baixos e é descontado direto no vencimento do benefício. Apesar de ter regras claras para ser oferecido é preciso ter atenção na hora de contratar tal financiamento, pois há sim riscos que devem ser avaliados: "A nossa experiência mostrou que é melhor para todos (cliente e empresa) ter tudo registrado, por isso nosso atendimento é feito por nossos funcionários e é todo gravado", explica Eduardo Pileggi, fundador do Grupo Ouro Cred especializado em crédito consignado.
Segundo Pileggi, ainda há desinformação que prejudica a todos, por isso ele dá dicas de como evitar cair em armações:
1) Exija sempre sua via do contrato;
2) Outro detalhe que não é respeitado: não faça empréstimo para outras pessoas, ou seja, para terceiros. Por mais boa vontade que se tenha este é o risco que não se deve correr, pois se a pessoa não pagar, a conta vai sobrar para você;
3) Passadas as duas dicas básicas e você decidiu fazer um empréstimo consignado, o banco ou financeira escolhida para esta operação não deve exigir que você compre outro produto financeiro, pois isto configura venda casada, prática proibida pelas regras do Banco Central (Bacen).
4) O limite da parcela a ser paga é de 30% do valor líquido do benefício do solicitante para empréstimo e mais 5% para o cartão de crédito consignado. Por mais que o cliente esteja em uma situação de urgência, pelas regras do INSS, não é permitido comprometimento maior do benefício. Este detalhe é importante, pois quando for feita proposta de empréstimo maior que o percentual permitido o consumidor deve ficar atento.
5) Fique atento à taxa de juros combinada e a registrada no contrato, se estiverem diferentes, não assine o contrato, nem prossiga com a operação.
6) Se a sorte mudar e você conseguir quitar o seu empréstimo antes do vencimento final, ótimo! Solicite o boleto de quitação e a financeira ou banco tem que dar, pois é um direito seu. Exija o boleto e verifique se está com valor correto que deve ser menor devido à redução do tempo de pagamento.
7) Procure um correspondente bancário certificado pelo Banco Central. O atendimento será personalizado e sem filas, ao contrário das tradicionais agências bancárias.
O crédito consignado tem regras especificadas pelo INSS, fique atento para fazer bom uso deste crédito. Em caso de dúvidas ou reclamações procure o órgão de defesa do consumidor da sua cidade.
Gestão diferenciada evita desentendimentos futuros
Ao longo dos anos de experiência, foi sendo desenvolvido um padrão de qualidade no Grupo Ouro Cred o qual envolve ações incomuns no mercado, tais como:
- Equipe própria de atendimento: 100% das vendas do grupo são realizadas por equipe interna de vendas, não terceirizada, para ser treinada e ampliada a qualidade constantemente. O Grupo Ouro Cred tem como fórmula de sucesso: funcionário satisfeito + cliente satisfeito.
- Gestão de Negócios: O grupo é especializado em crédito consignado, tem processos definidos, com números e resultados que demonstram eficiência. A expertise do grupo é compartilhada com parceiros, que são capacitados e desenvolvidos por meio deste sistema de negócios.
- Controle de Qualidade: Todas as vendas são auditadas e todas as ligações são gravadas e registradas. Esse procedimento já ajudou inclusive a eliminar uma quadrilha que fraudava empréstimos consignados, parceria de auxílio ao trabalho realizado pela Polícia Civil.
Para contribuir com o esclarecimento dos clientes e consumidores a empresa publica diversos conteúdos gratuitos que podem ser acessados em www.grupoourocred.com.br/blog, além disso, dispõe de atendimento telefônico para esclarecer dúvidas. Interessados podem discar para 11 3070 0500.
Sobre o Grupo Ouro Cred: empresa especializada em crédito consignado, atuando desde 2007, com cerca de 100 mil clientes atendidos, com 6 pontos de atendimento, sendo 5 na cidade de Guarulhos e 1 na cidade de Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo.
Fonte: Terra - 15/09/2016 e Endividado

 

Reforma do governo Temer

Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a proposta de reforma da Previdência que Michel Temer promete enviar ao Congresso neste mês só vai ser votada em plenário em 2017.
Maia explicou que a prioridade é aprovar a proposta que impõe um limite para o crescimento dos gastos públicos nos próximos anos, encaminhada por Temer em junho.Leia mais

 

Feliciano na mira da Justiça

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados

O ministro do STF Edson Fachin autorizou a abertura de um inquérito para investigar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), acusado pela jornalista Patrícia Lélis de tentar estuprá-la.
Fachin decidiu aceitar o parecer da Procuradoria-geral da República para instaurar a apuração. Como ele é deputado e tem foro privilegiado, a ação só pode tramitar no Supremo. Leia mais

 

Greve que segue

Luiz Claudio Barbosa/Futura Press

Uma nova rodada de negociação entre bancários e empresas acabou sem acordo e os trabalhadores devem continuar a greve, iniciada em 6 de setembro.
Na reunião, a Fenaban, braço sindical da Febraban, que representa os bancos, manteve a proposta de reajuste salarial de 7% mais abono de R$ 3.300. Os trabalhadores pedem reajuste de 5% mais a inflação no período, além do equivalente a um salário mínimo de benefícios. Leia mais

 

Disputa acirrada no topo

Andre Yanckous/AGIF

Mesmo sem Robinho, o Atlético-MG venceu o Sport por 1 a 0 no Brasileirão.
O resultado mantém o time mineiro na terceira colocação, somente três pontos atrás do Palmeiras e dois atrás do Flamengo, primeiro e segundo colocados. Leia mais

 

Tricolor respira

Rubens Cavallari/Folhapress

A segunda vitória consecutiva faz com que o São Paulo respire no Campeonato Brasileiro. Em mais um jogo no Morumbi, agora contra o Cruzeiro, o time venceu por 1 a 0, com gol de Wesley, e abriu seis pontos de vantagem para a zona de rebaixamento.
Já o Cruzeiro vive situação oposta ao do time do Morumbi. A equipe de Mano Menezes volta a se preocupar com o rebaixamento. Depois de 25 rodadas, os mineiros somam 29 pontos, um a mais do que o Figueirense, primeiro time na zona da degola. Leia mais

Bancários decidem manter greve após nova negociação terminar sem acordo

Uma nova rodada de negociação entre bancários e empresas acabou sem acordo nesta quinta-feira (15). Diante do desfecho, os trabalhadores devem continuar a greve, iniciada em 6 de setembro.
Na reunião, a Fenaban (braço sindical da Febraban, que representa os bancos) manteve a proposta apresentada na sexta-feira (9), em que oferece reajuste salarial de 7% mais abono de R$ 3.300 a ser pago em até dez dias após a assinatura do acordo.
Na negociação anterior, realizada na última terça (13), a entidade também não havia feito alterações na proposta. Os dois encontros foram uma "reunião exploratória" e sem expectativa de se fechar um acordo, diz a Fenaban em comunicado.
Os trabalhadores pedem reajuste de 5% mais a inflação no período, que até agosto foi de 9,62%, além do equivalente a um salário mínimo de benefícios como vale refeição, vale alimentação e auxílio creche.
A paralisação, que chegou hoje ao seu décimo dia, atinge 12.608 agências e 49 centros administrativos –ou 54% das agências de todo o país, de acordo com a Contraf-CUT (confederação que representa os trabalhadores do setor financeiro).
Ainda não há previsão de data para uma nova reunião.
Em 2015, os bancários pararam por 21 dias e conseguiram um reajuste de 10%, com ganho real de 0,11%.
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O QUE OS BANCÁRIOS PEDEM
>>> reajuste - 5% mais a inflação de 9,62%
>>> benefícios - R$ 880 em vales-alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche
>>> piso - R$ 3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese)
O QUE OS BANCOS OFERECEM
>>> reajuste - 7% sobre salário e benefícios
>>> abono - R$ 3.300
>>> piso - R$ 2.856,31
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BANCOS DURANTE A GREVE
1 - Pagar contas
O cliente do banco pode utilizar internet banking e aplicativos para celular do banco para efetuar o pagamento. Para isso, confira se as senhas os aplicativos estão funcionando e vá a agências ainda não paralisadas para atualizá-las. Os caixas eletrônicos e correspondentes bancários, como agências lotéricas, Correios e até alguns supermercados também recebem pagamentos de contas
Em caso de dificuldade, o cliente pode entrar em contato com a empresa e pedir alternativas para realizar o pagamento. É importante registrar o pedido, enviando por e-mail ou anotando o número de protocolo de atendimento. Caso o fornecedor não dê opções para pagar a conta, o consumidor deve usar esses documentos para reclamar junto a um órgão de defesa do consumidor.
2 - Transferências de dinheiro
É possível fazer por internet banking, celular, caixa eletrônico e atendimento por telefone.
Atenção: os valores das transferências podem ser limitados por esses canais, dependendo do seu perfil de renda e padrão de gastos. Se existe a previsão de uma transferência nos próximos dias, procure uma agência que ainda esteja funcionando
3 - Investimentos e resgates
Também podem ser feitos por internet, aplicativo, caixa eletrônico e central de atendimento por telefone. Seja qual for o canal de atendimento, lembre-se de pesquisar o rendimento oferecido e as taxas cobradas para aplicar ou resgatar o dinheiro aplicado
4 - Empréstimos e financiamentos
Os bancos também oferecem crédito pessoal em condições pré-aprovadas nas plataformas de atendimento eletrônico. Lembre-se, no entanto, que as taxas nessas modalidades costumam ser altas e devem ser usadas apenas em emergências.
Para quem precisa renegociar dívidas, os grandes bancos oferecem plataformas de renegociação sem atendimento ou então permitem o envio de propostas pela internet.
A documentação para financiamento imobiliário é entregue na agência. Esse tipo de crédito tende a ficar suspenso durante a greve.
Fonte: Folha Online - 15/09/2016 e Endividado

 

Exagero

Nelson Antoine/Estadão Conteúdo

A forma como a força-tarefa da Lava Jato apresentou a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva incomodou até mesmo integrantes do governo de Michel Temer. A avaliação de auxiliares do presidente é de que o grupo está "exagerando" na apresentação de denúncias contra nomes citados no esquema de corrupção da Petrobras.
Para assessores presidenciais, as acusações são baseadas em delações, "sem provas concretas", o que pode comprometer a credibilidade da operação. Leia mais

 

 

Morte no rio São Francisco

Reprodução/TV Globo

Em depoimento sobre a morte de Domingos Montagner, que se afogou depois de um mergulho no rio São Francisco, a atriz Camila Pitanga explicou que o ator veio à tona duas vezes antes de afundar.
O delegado que investiga o caso disse que os dois entraram na água e a correnteza ficou forte de repente. Camila tentou ajudar o amigo segurando na mão dele por duas vezes e quando viu que o ator mostrava sinais de cansaço e desespero, gritou por socorro. Moradores do local dizem que a região não é própria para nado. Leia mais

 

 

"Dura e rápida"

Pedro Ladeira/Folhapress

O secretário de acompanhamento econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, defendeu que a reforma da Previdência precisa ser "dura e rápida". Para ele, o país vai envelhecer rápido e precisa de uma solução para controlar os gastos públicos.
A proposta em estudo eleva a idade mínima de 60 para 65 anos, para os homens, e de 55 para 60 anos, no caso das mulheres. Leia mais

Em meio à crise, renegociações de dívidas bancárias batem recorde

por Alexandro Martello

Informação foi divulgada nesta quinta (15) em relatório do Banco Central. Segundo o BC, reestruturações de dívidas alcançaram maior nível em junho.
Os brasileiros continuam com dificuldades para pagar suas dívidas bancárias em meio à forte crise econômica e, por isso, continuam apelando para a renegociação com as instituições financeiras, informou nesta quinta-feira (15) o Banco Central por meio do relatório de estabilidade financeira do primeiro semestre deste ano. Ainda de acordo com a autoridade monetária, as renegociações com os bancos bateram recorde em junho.
O relatório ressalta que o fluxo mensal de reestruturações de dívidas vem crescendo desde o último trimestre de 2015, tendo alcançado o maior nível da série histórica em junho deste ano.
"A reestruturação de dívidas é uma prática que vem sendo adotada de forma mais frequente em todas as modalidades, mas com maior intensidade nas operações de financiamento imobiliário", diz trecho do documento divulgado pelo Banco Central.
O BC observou que as renegociações, buscadas pelos clientes, são diferentes das chamadas "reestruturações" - que ocorrem quando a instituição financeira avalia que o tomador do crédito pode ficar inadimplente e o chama para oferecer melhores condições. Em ambos os casos, o patamar é recorde.
Em junho, as reestruturações de dívida de pessoas físicas atingiram 2,77% do total e as renegociações somaram 11,26% do total. No caso das empresas, as reestruturações totalizaram 1,87% do total em junho e as renegociações somaram 7,12%.
De acordo com o BC, as modalidades que apresentaram o maior crescimento na proporção de operações inadimplentes (atraso superior a 90 dias) ou "reestruturadas" no primeiro semestre são financiamento de veículos, cartão de crédito e financiamento imobiliário, "reflexo da conjuntura econômica desfavorável e das condições adversas do mercado de trabalho".
Segundo o diretor de Fiscalização do BC, Anthero Meirelles, as renegociações e reestruturações não "mascaram" a inadimplência porque a autoridade monetária tem essas informações e as considera em seus modelos.
"A inadimplência é um conceito de créditos em atraso acima de 90 dias. A reestrutruração, em tese, pode ser benigna, pois é uma tentativa de recuperar um crédito que, na forma como negociado originalmente, poderia dar problema em função da deterioração macroeconômica", declarou ele.
Crédito e inadimplência
"O ambiente adverso da economia real continuou a se refletir de maneira pronunciada nos indicadores de crédito neste último semestre, resultando na manutenção da cautela na concessão de crédito e na baixa demanda por parte dos tomadores, levando ao baixo crescimento da carteira", acrescentou o Banco Central.
A instituição informou ainda que a inadimplência bancária cresceu ao longo do primeiro semestre deste ano, com exceção do mês de junho, quando apresentou redução devido "à influência relevante das reestruturações de dívidas, não permitindo, por ora, inferir uma reversão de tendência daquele indicador para o Sistema Financeiro Nacional".
Rentabilidade caiu
O Banco Central informou ainda que a rentabilidade do sistema bancário apresentou queda nos seis primeiros meses deste ano, influenciada pela "deterioração da qualidade do crédito e pelo consequente aumento das despesas com provisões [resultado, entre outros, da alta da inadimplência]".
"Em contrapartida, as instituições direcionaram esforços na contenção de custos administrativos e na busca por outras fontes de receita, com incremento das rendas de tarifas, seguros e cartões na formação do lucro líquido", observou a autoridade monetária.
Capacidade de pagamento dos bancos
A solvência (capacidade de honrar compromissos) do sistema bancário permaneceu estável no primeiro semestre, acrescentou o Banco Central, com capital em patamar elevado. "O sistema prossegue operando com índices de capital bastante superiores aos requerimentos regulatórios, com a maior parte das instituições apresentando folga de capital suficiente para absorver os plenos efeitos de Basileia III", informou.
O Banco Central informou ainda que "testes de estresse de capital" (projeções com piora de indicadores econômicos) demostram que o sistema bancário brasileiro mantém "adequada capacidade de suportar efeitos de choques decorrentes de cenários macroeconômicos adversos bem como de mudanças abruptas nas taxas de juros e de câmbio, de aumento na inadimplência ou de queda generalizada dos preços dos imóveis residenciais, apesar do progressivo aumento do impacto, em função da materialização de riscos no ambiente macroeconômico".
Fonte: Estadão - 15/09/2016 e Endividado

Morte de Domingos Montagner comoveu a teledramadurgia brasileira nesta quinta-feira. Ator de "Velho Chico" tinha longa carreira no teatro; relembre a trajetória. Foto: TV Globo/Divulgação

Em resposta a denúncia, Lula cobra provas
Ex-presidente fez pronunciamento um dia após procuradores da Lava-Jato o acusarem de ser "comandante máximo" de esquema de corrupção.
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Guerra do tráfico matou mais de 400 pessoas na Capital este ano
Pelo menos 38 dos 83 bairros da Capital sofrem algum tipo de consequência dapresença de facções criminosas.
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De "xucrismo" a "camoatim de mel campeiro", de qual trecho de música você não sabe o significado? ZH ajuda a descobrir.
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Aplicativo Cabify chega como mais uma alternativa para o transporte individualoferecido em Porto Alegre.
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Musical sobre os Mamonas Assassinas estreia em Porto Alegre.
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Após a derrota para o Vitória no Beira-Rio, o Inter promoverá mudanças para as 12 rodadas do Brasileirão que faltam. Celso Roth deve apostar em um time com três volantes.
Os obstáculos do Grêmio para anunciar o novo técnico
Nome do próximo treinador ainda não é consenso no clube. Entenda os motivos e veja quais os profissionais cogitados.
Tempo firme permanece no RS até domingo
O amanhecer nesta sexta-feira foi gelado para os gaúchos. Em São José dos Ausentes foi registrada a menor marca, de 0ºC. Durante a tarde, porém, astemperaturas ficam agradáveis e, em Porto Alegre, os termômetros devem marcar 21ºC.

 

Dicas e estratégias de marketing digital para e-commerce

 

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Centrão promete a Temer votos pelo teto dos gastos públicos e ajustes

636505353- (4)Líderes de partidos que compõem o bloco na Câmara dos Deputados chamado Centrão se reuniram hoje (14) com o presidente Michel Temer para reafirmar apoio "absoluto" a ele e dizer que estão unidos no objetivo de aprovar matérias do governo que propõem um ajuste fiscal.

A prioridade do presidente é aprovar ainda este ano a proposta de emenda à Constituição, que estipula um limite para os gastos públicos, e ver votada, pelo menos na Câmara, a reforma da previdência, que ainda não foi enviada ao Congresso Nacional.

A Temer, as lideranças das siglas PMDB, PP, PR, PSD, PRB, PTB e SD apresentaram um documento no qual se dizem "conscientes" do papel dos deputados para que haja um "amplo debate e aprovação" de matérias "fundamentais" para que o Brasil seja reinserido no "rol das nações competitivas e desenvolvidas". De acordo com a declaração, os partidos têm "convicção" de que o país precisa de uma nova ordem "tributária, fiscal, previdenciária, política e econômica".

"Reiteramos nosso mais absoluto e irrestrito compromisso e apoio às ações do governo ao tempo que reafirmamos nossa confiança na condução e liderança firme, altiva e democrática do Excelentíssimo Senhor Presidente da República Michel Temer, principal indutor e patrocinador das medidas e ações que garantirão melhor qualidade de vida, mais dignidade, mais oportunidades e mais esperança ao povo brasileiro", diz o texto de apoio.

De acordo com Rogério Rosso (DF), líder do PSD, os partidos representam mais de 250 parlamentares que se comprometem com a aprovação do ajuste fiscal. Frisando a prioridade na chamada PEC 241, o líder do PP, Aguinaldo Ribeiro (PB), fez um apelo ao "senso de responsabilidade" dos deputados.

"Nós não queremos entrar no debate ideológico de esquerda e direita. Queremos a solução que o Brasil quer. É saber que o governo precisa ter eficácia e eficiência naquilo que gasta, e ter responsabilidade com gastos e maneira com que esse gasto é efetivado. Isso que é fundamental", afirmou Ribeiro.

Questionado se há algum pedido que os deputados do Centrão apresentaram ao presidente em troca do apoio, o líder Jovair Arantes (PTB-GO) disse que a eleição para a presidência da Câmara, em 2017, não entrou na discussão. "A contrapartida política é os partidos e os deputados serem reconhecidos na sua base pelo trabalho brilhante que nós vamos fazer na recuperação do Brasil", afirmou. Segundo Arantes, a estratégia é "voto".

Rogério Rosso reconheceu que o termo "centrão" passou a ter sentido "pejorativo" após ter se reunido, desde 2013, sob a liderança do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cassado na segunda-feira (12). "É uma tradição da política e da democracia brasileira ter um núcleo central de partidos que por afinidade, por história, se unem para garantir a governabilidade de um governo.

Já Paulinho da Força (SD-SP) fez uma crítica à maneira como as reformas estavam sendo anunciadas pelo governo, e disse que Temer deixou "claro" que as mudanças na aposentadoria dos trabalhadores serão feitas com "muita tranquilidade" e sem "açodamento".

De acordo com ele, o presidente vai chamar as centrais sindicais para conversar sobre o tema após chegar da viagem que fará na próxima semana aos Estados Unidos, e, com isso, será difícil encaminhar ainda este mês, diferentemente do anunciado pelo governo. A reforma trabalhista, segundo Paulinho da Força, "não está no nosso radar".

"Tinha uma confusão no governo, cada ministro anunciando uma reforma, como se fosse fácil fazer reforma. Decidimos junto com ele de que cada coisa será feita, uma por vez. Essa boataria tem que acabar. O governo tem que dizer: 'A proposta é essa e discutir em cima disso'. Então, acho que hoje a gente pôs um prumo no governo aqui para acertar o que fala, para exatamente não ter essa complicação que estava tendo até agora", disse.

 

Agência Brasil

 

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Expresso


Ajuste refém do Congresso

Os jornais desta sexta confirmam o adiamento da reforma trabalhista. "O presidente foi avisado por partidos da base que eles sairiam se o governo fizesse uma reforma trabalhista atabalhoada agora. Foram abertas muitas frentes...” [veja mais

- As razões da chantagem
- Literalmente
- 13 de 22
- Mais uma Paulinho da Força
- STF se antecipa à reforma trabalhista
- Venezuela recebe ultimato
- “Será o caos”

Oba, essa sexta tem oferta. Confira!

Caso não esteja visualizando, acesse esse link.

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Os cuidados na escolha do que e onde comer

Sempre em alerta
O caso do restaurante Koni, onde um casal teve infecção severa ao ingerir alimentos do local, acendeu o alerta sobre os cuidados que devemos ter ao escolher onde comer. O diretor de Fiscalização do Procon RJ, Marco Antônio da Silva, e a médica veterinária da Vigilância Sanitária do Município do Rio, Marissol Figueiredo, listaram algumas orientações.
Higiene dos funcionários
Fique de olho na aparência dos funcionários: se usam uniformes e se estes estão limpos, se estão com as unhas limpas e se não têm ferida nas mãos. Onde é possível visualizar o cozinheiro, veja se este usa touca, e se lava as mãos ao manipular os alimentos. O cozinheiro não deve usar barba, relógio, anéis. Se for mulher, não deve ter a unha pintada.
Limpeza do ambiente
Inicialmente, verifique as condições de higiene geral do estabelecimento, da área de circulação, se paredes e chão estão limpos, se não há presença de insetos, se as louças e talheres estão limpos.
Estrutura do estabelecimento
Confira se há paredes rachadas, vazamentos, bolor. Se na parte externa, de atendimento ao público, não há um cuidado, imagina como deve ser a cozinha. Estes aspectos são observados pelos agentes quando fiscalizam um estabelecimento. "O consumidor tem que ter um olhar de fiscal, para que não leve gato por lebre", diz Silva.
Características dos alimentos
Observe as características próprias do alimento. Se a aparência, odor ou sabor não for característico do prato, ou se há algum objeto estranho, como cabelo, lasca de madeira, insetos, é direito do cliente pedir que seja feito outro prato ou optar pelo cancelamento e não pagar o valor correspondente.
Restaurantes a quilo
Nos serf-services, os clientes devem observar se os pratos frios, saladas, alimentos crus, principalmente quando há oferta de comida japonesa, estão na parte refrigerada das bancadas, e se os alimentos quentes, posicionados na área aquecida. Prefira aqueles onde os compartimentos têm tampa, que reduzem risco de contaminação.
Visita à cozinha
No Município do Rio de Janeiro, há uma lei que permite o acesso do cliente à cozinha, tanto no caso de ele ter curiosidade, quando há dúvidas sobre as condições e armazenamento dos alimentos. Para que a visita seja feita, o estabelecimento pode pedir que o cliente faça uso de touca e outros acessórios adequados a preservar a higiene no local.
Preços, formas de pagamento, couvert artístico
Um direito básico do consumidor é ter informações claras, precisas e ostensivas sobre preço, formas de pagamento e, se há cobrança de couvert artístico. Neste caso, a informação deve ser dada assim que o cliente chegar ao restaurante. Se não foi avisado desta cobrança, vai entender que é uma amostra grátis, afirma o diretor do Procon-RJ.
Vigilância Sanitária em ação
Em caso de problema com sua refeição, o cliente pode se queixar ao gerente, mas deve procurar a Vigilância Sanitária. É muito importante para que o órgão adote as medidas corretivas necessárias. O contato é pelo 1746, da Prefetura do Rio, número pelo qual poderá acompanhar o andamento da denúnciaa e conferir os procedimentos tomados, explica
A quem mais reclamar
Se desconfiar que as normas de segurança alimentar e higiênicas não são cumpridas, não coma no local, aconselha o diretor do Procon-RJ. Procure a autarquia, que enviará fiscais ao estabelecimento para verificar se as normas da Vigilância Sanitária estão sendo cumpridas. Exija nota fiscal, pois, no caso de problemas, é a prova de
Fonte: O Globo Online - 15/09/2016 e Endividado

 

Curso como criar uma Startup de sucesso

 

Já pensou em criar sua própria Startup? Empreender sempre foi o seu sonho?  Conheça as principais características de uma startup de sucesso com esse curso grátis em vídeo. Apesar de ser um termo da moda, “startup”;  poucos sabem o real significado dessa palavra. Startup, para muitas pessoas, nada mais é que uma empresa em seu período inicial, para outros, um negócio de baixo custo com uma boa promessa de ganhos futuros. A verdade é que uma Startup […]

OAS foi a primeira empresa que encontrei para arcar com acervo, diz Okamoto

O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, confirmou hoje (15) que procurou a construtora OAS para arcar com os custos de preservação do material do acervo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Okamoto, a OAS foi a escolhida por ter sido a primeira empresa que encontrou para fazer isso.

“Foi o primeiro empresário que conheci e que eu vi ali na hora. Se fosse o da Rede Globo, poderia ter pedido para a Rede Globo. Se tivesse aparecido do Pão de Açúcar, seria para o Pão de Açúcar. Tentamos achar outras alternativas, mas não foi possível”, disse Okamotto. “Eu realmente pedi para a OAS e, se isso for um crime, então você me fala qual a pena que eu sou obrigado a cumprir porque eu sempre disse que fui pedir apoio para a OAS”, disse.

De acordo com ele, como o Estado não tem condições de comportar isso, o destinatário precisa bancar os custos de preservação desse material. “E eu fui buscar a OAS e pedir apoio para ver se eles podiam me ajudar para preservar aquele acervo”, disse Okamotto.

Junto com Lula e Marisa Letícia, Okamoto também foi denunciado ontem (14) por procuradores da República por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato.

Saiba Mais

Questionado se não seria “delicado” pedir colaboração a uma empresa que tem contratos com o governo, Okamotto respondeu: “Me indique uma empresa com que o governo não tem relação, de uma forma ou de outra”.

Para o Ministério Público, o pagamento feito à OAS para a Granero, que armazena o acervo do ex-presidente, foi uma forma de lavagem de dinheiro. “A Granero pediu para fazer um contrato de locação que tivesse garantias. Então, tinha que ter uma pessoa que ganhasse o suficiente para garantir o aluguel de R$ 21 mil. Eu não tinha, pessoalmente”, disse Okamoto.

Okamoto acompanhou o discurso do ex-presidente Lula, em um hotel na capital paulista, em que criticou a ação do Ministério Público Federal (MPF).

Após o discurso de Lula, Okamotto convidou o juiz Sérgio Moro, que decidirá se aceita a denúncia do MPF, a conhecer e visitar o acervo.

O acervo, segundo Okamoto, consiste em “centenas e centenas de caixas, que tem milhares de cartas e documentos, com cartas de pessoas pedindo coisas, agradecendo, criticando”. Além das cartas, há bonés, roupas, artesanatos, “centenas de bíblias” e fotos.

“Podia jogar isso fora? Podia. Mas o Estado organizou aquelas cartas e quando as pessoas saem da Presidência da República, as pessoas dão aquele documento ao acervo presidencial que é privado, mas é de direito público. Eu não posso nem vender”, disse.

 

Agência Brasil

 

Ao perdedor, as propinas

Por Rodolfo Amstalden

Já ouvíramos falar do Capitalismo de Compadrio.

Gustavo Franco preferia chamar, simplesmente, de Capitalismo de Quadrilha.

Não se tratava meramente de intervencionismo estatal.

Boa parte do intervencionismo foi privada, exercida pela quadrilha de Lula.

Agora, damos um passo adiante na taxonomia da corrupção brasileira.

Em sua apresentação histórica, Deltan Dallagnol classificou precisamente aquilo que conheceremos como a Propinocracia.

Na regra de conversão da Propinocracia, 6 bilhões de reais em propinas no Petrolão viram 42 bilhões de reais em prejuízos para a sociedade.

A rigor, o Mensalão e o Petrolão marcaram apenas casos específicos de uma mesma Propinocracia.

Deltan demonstrou também que Lula foi o principal beneficiado, quase a ponto de não conseguirmos mais neutralizá-lo.

Ele se tornou politicamente forte, mantendo e ampliando sua base aliada.

Tornou-se economicamente forte, ganhando eleições sistematicamente.

Ao mesmo tempo, sucumbiu às tentações do enriquecimento pessoal ilícito.

Feito de propinas, quadrilhas ou compadrios, o capitalismo ainda é e sempre será capitalista - aí está sua capacidade de se reciclar, desafiando mesmo os comandantes máximos da corrupção.

 

Reunião de Pauta - 15.09.2016 - Lula chora, nós gargalhamos 

[Acesse o vídeo aqui

 

O MELHOR DO DIA


O show de Lula

"Eu não vou fazer um show de pirotecnia como fizeram ontem", diz Lula. O show dele é de propinocracia. 

- Lula mente e se desmente
- Expectativa x realidade
- Lula ataca as instituições
- Lula, Jesus, Beatles
- Repercussão nas redes
- Destaque


Moro condena o comparsa de Lula


José Carlos Bumlai
, o comparsa de Lula, foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 9 anos e 10 meses de prisão. Ele arrecadou os 12 milhões de reais de propina do Banco Schahin para pagar o chantagista de Lula que prometia entregá-lo no caso do assassinato de Celso Daniel. 

- Mais 6 anos para Vaccari
- O livre-arbítrio pelo crime
- A íntegra da sentença de Bumlai
- Lula será réu em cinco dias


Ecos da PGR

Lula será denunciado também pela PGR. Como notou Josias de Souza, as palavras de Deltan Dallagnol ecoaram as de Rodrigo Janot: “Em entrevista concedida nas pegadas da divulgação da denúncia...” [leia mais


Quem quer ganhar dinheiro?

Lula será condenado antes de 2018. A previsão é da consultoria LCA, que pertencia a Luciano Coutinho, presidente do BNDES no segundo mandato de Lula: "O nome de Lula rodeado de flechas acusatórias...” [veja mais

- Diogo na cozinha


Atacar!

A cúpula do governo avalia que a denúncia do MPF coloca “o PT nas cordas”, o que deve levar ao arrefecimento dos atos contra Temer. O PT, por sua vez, calcula que a denúncia... [leia mais

- O jogo de Lula e seus acólitos ao atacar o MPF
- "A Justiça levou quase 10 anos para ter condições políticas de denunciar Lula"


PF indicia Fernando Pimentel

A Polícia Federal indiciou Fernando Pimentel e Marcelo Odebrecht por corrupção em esquema para liberar financiamentos do BNDES à empreiteira, informa a Coluna do Estadão. 

- Os crimes de Pimentel
- A propina de 20 milhões de reais para Pimentel


Dilma custou 32 mil reais por dia

Nos 111 dias de ócio no Palácio da Alvorada, Dilma Rousseff consumiu 3.598.578,92 reais dos cofres públicos, informa Fernando Rodrigues, no UOL, a partir de dados da Secretaria de Governo da Presidência. Entram na conta... [veja mais


O medo de Temer

O Globo diz que Michel Temer decidiu jogar a reforma trabalhista para o segundo semestre de 2017 por medo de "desgaste político". Ele quer garantir a PEC dos gastos e a reforma previdenciária. Caiu a meta? 

- Lá e cá, Temer
- Como está nossa economia
- Apocalipse now


Representação contra o cuspe de Jean

Rodrigo Maia encaminhou para o Conselho de Ética representação contra Jean Wyllys, que deverá responder por "quebra de decoro parlamentar". Jean cuspiu em Bolsonaro na sessão do impeachment daquela senhora. [assista


Inexplicável

Além de José de Abreu, de acordo com a Coluna do Estadão, a CPI da Lei Rouanet também deve chamar Tico Santa Cruz para explicar o incentivo à banda Detonautas. Como se fosse possível explicar uma coisa dessas... [leia mais

- Boca seca



Desembarque imediato

O plano de demissão voluntária da Embraer contou com 1.470 adesões, sendo cerca de 700 na fábrica de São José dos Campos. A medida foi anunciada no começo de agosto, sem que a empresa... [leia mais

- Dura lex
- Time entrosado
- Eu te entendo
- Quem avisa, amigo é

- Meteorologia política (1)
- Meteorologia política (2)

 

 

Paciente que teve exame negado pela Hapvida deve ser indenizado em R$ 10 mil

A 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) condenou, nessa terça-feira (13/09), a Hapvida Assistência Médica a pagar indenização moral de R$ 10 mil por negar exame para paciente. Para o relator do caso, desembargador Francisco Bezerra Cavalcante, ficou provada “a extrema urgência e necessidade e grave risco de lesão a que estaria acometido o promovente [conveniado]”.
De acordo com os autos, o cliente do plano fazia acompanhamento para glaucoma desde 2012, com diagnóstico inconclusivo. Em 2014, ao suspeitar de que estaria com a doença, foi solicitada uma Tomografia de Coerência Óptica (OCT), por ter resposta mais rápida, diagnóstico preciso e reduzir a necessidade de outros testes. Argumentando que o exame está fora do rol da Agência Nacional de Saúde (ANS), a Hapvida negou a autorização para que a análise fosse feita.
Correndo o risco de perder a visão sem saber se seria ou não diagnosticado com glaucoma, o paciente ajuizou ação na Justiça, em 6 de novembro de 2014, requerendo, em caráter antecipado e de urgência, que a empresa autorizasse o procedimento. No mérito, requereu indenização por danos morais. No mesmo dia, o Juízo da 9ª Vara Cível de Fortaleza concedeu o pedido liminar.
Na contestação, a Hapvida defendeu que não agiu de forma abusiva ao negar a solicitação, pois o exame não estava previsto no rol de procedimentos da ANS.
Em outubro de 2015, o mesmo juízo confirmou a liminar concedida e determinou o pagamento de indenização no valor R$ 5 mil, a título de danos morais.
Buscando reformar a sentença, Hapvida e cliente apelaram (nº 0907290-11.2014.8.06.0001) da decisão no TJCE. A empresa afirmou não ter obrigação de autorizar o procedimento e reparar qualquer dano moral. Já o consumidor pleiteou a majoração da indenização.
Ao julgar o processo, a 4ª Câmara de Direito Privado negou o pedido do plano de saúde e deu provimento ao do paciente, aumentando a reparação moral para R$ 10 mil. Para o relator, a decisão de 1º Grau “atendeu à emergência que o caso requer, não se tratando de concessão indiscriminada, nem desenfreada”.
O desembargador considerou ainda que “a reparação moral deve sempre ser fixada de forma a atender à dupla finalidade do instituto, qual seja, desestimular, de forma pedagógica, o ofensor a condutas do mesmo gênero (teoria do desestímulo), e propiciar ao ofendido os meios de compensar os transtornos experimentados, sem que isso implique em fonte de enriquecimento sem causa, mas também, ‘nem tão ínfima que possa aviltar a reparação, perdendo sua finalidade’.”
Fonte: TJCE - Tribunal de Justiça do Ceará - 15/09/2016 e Endividado