Sempre em alerta
O caso do restaurante Koni, onde um casal teve infecção severa ao ingerir alimentos do local, acendeu o alerta sobre os cuidados que devemos ter ao escolher onde comer. O diretor de Fiscalização do Procon RJ, Marco Antônio da Silva, e a médica veterinária da Vigilância Sanitária do Município do Rio, Marissol Figueiredo, listaram algumas orientações.
Higiene dos funcionários
Fique de olho na aparência dos funcionários: se usam uniformes e se estes estão limpos, se estão com as unhas limpas e se não têm ferida nas mãos. Onde é possível visualizar o cozinheiro, veja se este usa touca, e se lava as mãos ao manipular os alimentos. O cozinheiro não deve usar barba, relógio, anéis. Se for mulher, não deve ter a unha pintada.
Limpeza do ambiente
Inicialmente, verifique as condições de higiene geral do estabelecimento, da área de circulação, se paredes e chão estão limpos, se não há presença de insetos, se as louças e talheres estão limpos.
Estrutura do estabelecimento
Confira se há paredes rachadas, vazamentos, bolor. Se na parte externa, de atendimento ao público, não há um cuidado, imagina como deve ser a cozinha. Estes aspectos são observados pelos agentes quando fiscalizam um estabelecimento. "O consumidor tem que ter um olhar de fiscal, para que não leve gato por lebre", diz Silva.
Características dos alimentos
Observe as características próprias do alimento. Se a aparência, odor ou sabor não for característico do prato, ou se há algum objeto estranho, como cabelo, lasca de madeira, insetos, é direito do cliente pedir que seja feito outro prato ou optar pelo cancelamento e não pagar o valor correspondente.
Restaurantes a quilo
Nos serf-services, os clientes devem observar se os pratos frios, saladas, alimentos crus, principalmente quando há oferta de comida japonesa, estão na parte refrigerada das bancadas, e se os alimentos quentes, posicionados na área aquecida. Prefira aqueles onde os compartimentos têm tampa, que reduzem risco de contaminação.
Visita à cozinha
No Município do Rio de Janeiro, há uma lei que permite o acesso do cliente à cozinha, tanto no caso de ele ter curiosidade, quando há dúvidas sobre as condições e armazenamento dos alimentos. Para que a visita seja feita, o estabelecimento pode pedir que o cliente faça uso de touca e outros acessórios adequados a preservar a higiene no local.
Preços, formas de pagamento, couvert artístico
Um direito básico do consumidor é ter informações claras, precisas e ostensivas sobre preço, formas de pagamento e, se há cobrança de couvert artístico. Neste caso, a informação deve ser dada assim que o cliente chegar ao restaurante. Se não foi avisado desta cobrança, vai entender que é uma amostra grátis, afirma o diretor do Procon-RJ.
Vigilância Sanitária em ação
Em caso de problema com sua refeição, o cliente pode se queixar ao gerente, mas deve procurar a Vigilância Sanitária. É muito importante para que o órgão adote as medidas corretivas necessárias. O contato é pelo 1746, da Prefetura do Rio, número pelo qual poderá acompanhar o andamento da denúnciaa e conferir os procedimentos tomados, explica
A quem mais reclamar
Se desconfiar que as normas de segurança alimentar e higiênicas não são cumpridas, não coma no local, aconselha o diretor do Procon-RJ. Procure a autarquia, que enviará fiscais ao estabelecimento para verificar se as normas da Vigilância Sanitária estão sendo cumpridas. Exija nota fiscal, pois, no caso de problemas, é a prova de
Fonte: O Globo Online - 15/09/2016 e Endividado
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