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Um exemplo de prostituição intelectual no ensino público brasileiro

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Se o ensino público brasileiro fosse comparada a uma garota de programa, ele provavelmente seria aquela que, além de não ser bonita e custar caro, não desempenharia muito bem seu papel. Isso porque apesar de pagarmos às universidades públicas – “não existe almoço grátis” –, grande parte das pesquisas realizadas nessas instituições são questionáveis. E aqui me refiro particularmente às Ciências Humanas.

Mas por que estou dizendo isso? Porque no Caderno de Resumos do VIII Fórum de Pós-Graduação em História, III Fórum de Licenciatura em História e XXI Semana de História, que acontecerá na Universidade Estadual de Maringá (UEM), verificamos algo curioso, para não dizer torpe.

Falo sobre o estudo chamado “Somos todas putas: a figura da puta como objeto de reflexão”, cujo resumo pode ser encontrado no site do evento.

Sim, trata-se de uma pesquisa financiada com dinheiro público, isto é, com o seu dinheiro. O intragável dessas “pesquisas” é que elas sempre querem salvar alguém e invariavelmente têm como intuito “problematizar” algo cujo resultado, nessas condições, é óbvio: as mulheres são “vítimas” do “machismo” e do “patriarcalismo”. Nenhuma novidade.

Pesquisar historicamente a prostituição pode ser interessante. Mas sabemos qual é o objetivo de análises como esta. Não é estudar, mas fortalecer a ideologia feminista, pois lemos clichês como “todo ser que desafia o patriarcado”, etc. Outra coisa, “a figura da puta como objeto de reflexão” ou como objeto de militância? Contem outra. Com esse tipo de “discussão” o leitor acredita que é possível chegar a um resultado que não seja acusar, mais uma vez, a sociedade de machista? Eu não.

Ademais, assim como existem muitas prostitutas que trabalham em ambientes insalubres e se expõe ao risco de contaminação por vários tipos de doença, os campus das Ciências Humanas estão destruídos e o ensino foi contaminado pelo marxismo cultural. E os ideólogos que elaboram esses projetos? Eles podem ser equiparados aos cafetões que mandam nas prostitutas, protegem-nas dos ataques externos – outras ideias – e enriquecem às suas custas.

Um esclarecimento para a patrulha: não tenho nada contra as prostitutas. Somos livres, logo, não estou aqui condenando as garotas. Algumas inclusive relatam que gostam da profissão, então não serei eu que vou condená-las, mesmo porque coloco os moralistas que “ditam regras” no mesmo saco das feministas militantes.

O problema, portanto, não é prostituir o que é privado, como o seu próprio corpo, mas o que é público, como a universidade. Além do mais, quem paga uma mulher tem prazer, enquanto quem paga a universidade tem desgosto. Pior ainda, quem paga uma prostituta, o faz por livre e espontânea vontade, quem paga pelo ensino em uma universidade prostituída o faz através dos impostos.

Outra coisa, as autoras escrevem: “somos todas putas”. Pergunto: todas quem? Se as jovens acadêmicas querem seguir carreira no feminismo, não generalizar as mulheres seria um bom começo. Além disso, sugiro que no próximo evento da História as garotas apresentem a comunicação intitulada “Somos todos otários: a figura do otário como financiador da militância”. A conclusão também pode ser prevista, afinal, somos todos otários.

Caso as autoras precisem de embasamento, indico o livro Brasileiro é otário? O alto custo da nossa malandragem, que pode ser adquirido aqui.

 

Sobre o autor

Thiago Kistenmacher

Thiago Kistenmacher

Thiago Kistenmacher é estudante de História na Universidade Regional de Blumenau (FURB). Tem interesse por História das Ideias, Filosofia, Literatura e tradição dos livros clássicos.

 

Instituto Liberal

Deputados do PT dizem que denúncia contra Lula é perseguição; oposição aprova

image (15)A denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu nesta quarta-feira (13) na Câmara dos Deputados. Logo após os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato anunciarem a denúncia contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em razão do episódio envolvendo o triplex no Guarujá, aliados de Lula acusaram os procuradores de perseguição política. Já adversários do petista defenderam a denúncia e corroboraram osargumentos dos procuradores de que Lula seria o "comandante máximo” do esquema de corrupção identificado na Lava Jato.

O líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), afirmou que os procuradores da Lava Jato não demonstraram com provas que Lula e a esposa, Marisa Letícia, seriam os donos do apartamento. “Não basta investigação, tem que ter provas, indiciamento tem que ter provas”, disse. "Pedem o indiciamento sem haver investigação e provas robustas, mas não investigam as seis delações em relação ao Aécio [Neves, presidente nacional do PSDB] e várias delações sobre Serra[ José, ministro das Relações Exteriores e também do PSDB]”, cobrou.

O vice-líder do PT, Paulo Pimenta (RS), também afirmou que os procuradores agiram de forma política. Segundo o deputado, a tentativa de incriminar Lula seria uma estratégia para evitar que o ex-presidente venha a concorrer nas próximas eleições presidenciais. “Nós assistimos hoje uma demonstração inequívoca da perda de qualquer liturgia, de qualquer isenção por parte de setores do Ministério Público Federal que, definitivamente, se assumem como parte de uma estratégia política cujo um dos objetivos principais é a tentativa de criminalização do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores”, disse.

Pimenta chamou a denúncia de frágil e que não apresentou provas do envolvimento de Lula. “Não há nenhuma prova, o doutor Dellagnol em nenhum momento apresentou provas. Ele fez a paresentação de uma tese que parte de um pressuposto ilegal: ele busca um culpado e a partir da culpa atribuída ao presidente Lula ele desenvolve uma tese para justificar o seu ponto de vista”, afirmou.

O petista criticou ainda o vazamento das informações sobre a denúncia. “É condenável a forma como foi vazada de maneira sistemática, anunciando a conta-gotas aos meios de comunicação, de maneira desnecessária, ilegal, o conteúdo de uma coletiva feita a base de extensa pirotecnia”, criticou.

Oposição

Saiba Mais

Opositores do ex-presidente comemoraram a denúncia. O líder do PPS, Rubens Bueno (PR), disse que a denúncia mostra que Lula usou o cargo de presidente para conseguir vantagens indevidas. “Com as denúncias do Ministério Público e as informações da Lava Jato estamos vendo tudo que já achávamos que o Lula é o comandante desse esquema”, afirmou.

Bueno, porém, disse que ainda é preciso ouvir a defesa do ex-presidente e que caberá à Justiça definir a responsabilidade ou inocência de Lula. “Como réu, ele [Lula] vai ter que se explicar perante à Justiça e também explicar os crimes ao longo de 13 anos do governo do PT [sic]. Tem outras coisas que vão ser alvo de próximas denúncias como os R$ 30 milhões que ele recebeu para as palestras e não fez”, afirmou. “Mas isso é a Justiça quem vai dizer [...] Vamos aguardar”, disse. Para se tornar réu, a denúncia do MPF precisa ser aceita pela Justiça.

O deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS) também comentou a denúncia. Segundo o deputado, não há perseguição política a Lula e ao PT por parte da Lava Jato. "O Ministério Público faz trabalho criterioso e a denúncia corrobora as informações de que a Polícia Federal já havia indicado”, apontou. “Tenho certeza que a denúncia será recebida. Não há dúvida de que a propriedade do triplex é do Lula”, acrescentou.

Lorenzoni argumentou que Lula fez tráfico de influência enquanto estava na Presidência da República e que espera outras denúncias contra o ex-presidente. “Lula fez tráfico de influência e de interesses, dentro e fora do mandato”, afirmou. “Essa é apenas a primeira denúncia, virão outras, porque a técnica da Lava Jato é fatiar para dar celeridade”, disse.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), evitou se posicionar sobre o episódio. “Só vou me manifestar quando tiver compreendido o que aconteceu de forma concreta para não falar nada errado”, disse.

Em sua conta na rede social Facebook, Lula disse que desde 30 de janeiro tornou público os documentos que provariam que ele não é o dono do triplex, alvo das investigações da Operação Lava Jato.

Os advogados que defendem o ex-presidente e Marisa Letícia disseram, em nota, que o "crime do Lula, para a Lava Jato, é ter sido presidente da República”.

A denúncia também inclui os nomes do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Os outros quatro denunciados são pessoas ligadas à empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira.

 

Agência Brasil

 

O fim de um líder


A televisão brasileira se concentrou ontem na cobertura e no julgamento do deputado Eduardo Cunha. Líder na política brasileira há anos, domiciliado no Rio de Janeiro, Cunha agora fica inelegível por oito anos. Eu o conheci numa época em que telefone era um bem extremamente escasso e Cunha era um homem poderoso dentro desse esquema. […]

 

 

A esquerda vê machismo até no preço dos ingressos nas festas


Antonio Pinho* Meu amigo Thiago Kistenmacher Vieira escreveu em um artigo aqui no Instituto Liberal que há um livro em que a autora Carol J. Adams, professora universitária nos EUA, vê machismo no simples ato de comer carne. O cúmulo do ridículo, pura esquizofrenia acadêmica. Pois bem, aqui no Brasil as coisas não são diferentes. […]

 

Defesa de Cunha pede suspensão da cassação em recurso na Câmara

 

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

A defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apresentou hoje (14) um recurso pedindo a suspensão da cassação do mandato do peemedebista até que seja analisado pelo plenário da Casa se deveria ter sido votado o parecer do Conselho de Ética ou um projeto de resolução que poderia apresentar uma pena mais branda.

A intenção já havia sido anunciada pela defesa de Cunha no dia da sessão (12) que cassou o mandato do peemedebista por 450 votos a 10. O recurso foi apresentado pelo advogado de Cunha, Marcelo Nobre, e será analisado pela equipe jurídica da Câmara.

Saiba Mais

Caberá ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidir o que fazer com o recurso, após a análise. Não há um prazo determinado para que Maia se posicione sobre a questão. A Secretaria-Geral da Câmara informou que o regimento interno da Casa não prevê nenhum tipo de recurso em caso de cassação.

Na segunda-feira, quando a sessão foi realizada, o deputado Carlos Marun (PMDB-RS), aliado de Cunha, apresentou uma questão de ordem à Mesa pedindo que fosse votado um projeto de resolução no lugar do parecer do Conselho de Ética, o que poderia resultar numa pena mais branda, como a suspensão de mandato.

A iniciativa já havia sido anunciada antes pelos aliados de Cunha e se baseou em lacunas regimentais. Ao formular a questão, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) pediu que Maia declarasse expressamente que seria colocado em votação um projeto de resolução. Diferentemente do parecer, o projeto de resolução admite emendas, o que possibilitaria a apresentação de uma emenda propondo a suspensão do mandato de Cunha por seis meses. O pedido foi negado por Maia.

 

Agência Brasil

 

AGU diz que Laerte Rimoli pode reassumir presidência da EBC

 

Da Agência Brasil

Um parecer emitido hoje (14) pela Advocacia-Geral da União (AGU) ratifica a volta do jornalista Laerte Rimoli à presidência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Laerte Rimoli havia sido nomeado para o cargo em maio.
No parecer (nº 00286/2016), a AGU afirma que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, do dia 6 de setembro, que revogou a liminar que mantinha o jornalista Ricardo Melo como presidente da EBC “é de caráter imperativo e possui força executória”, o que implica imediato cumprimento.

 

Agência Brasil

 

Dória propõe contratação de hospital privado para desafogar rede pública

 

Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil

O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, João Dória, disse hoje (14) que os principais problemas da cidade estão relacionados à saúde pública. Por isso, uma de suas principais propostas é a contratação emergencial de hospitais particulares para oferecer exames à população. Segundo Dória, a intenção é que ação, prevista para durar um ano, reduza consideravelmente o tempo de espera por atendimento.

O candidato participou no início da tarde de hoje da série de sabatinas da TV Brasil em parceria com o jornal El País com os candidatos a prefeito. A entrevista, ao vivo, foi feita durante edição especial do Repórter São Paulo, às 12h30.

“O corujão vai ser implantado como uma medida emergencial durante um ano, para zerar o defícit de exames. Nós temos mais de 100 mil pessoas esperando horário para fazer exame. Alguns que conseguiram marcar o horário, [com espera] de sabe quanto tempo? 18 meses, 19 meses ou dois anos para fazer um exame”, disse Dória.

De acordo com o candidato, os hospitais já têm estrutura disponível. No período das 20h as 8h (horário em que funcionaria o sistema proposto), o atendimento a pacientes é menor e, com isso, é possível conseguir contratos com bom custo-benefício para administração pública. “Um hospital opera 24h por dia. E depois das 20h cai muito o movimento no hospital. Agora, o enfermeiro, o operador, o técnico, o equipamento, o raio-x, a tomografia estão lá. Para o hospital, é melhor que eles sejam usados e a prefeitura pague por isso um valor negociado e atenda as pessoas”, disse.

Em relação à saúde, Dória disse que pretende adotar outra medida emergencial: a contratação de 800 médicos em início de carreira. “Nós vamos trazer médicos recém-formados de universidades da capital e da região metropolitana. Oferecer a eles uma boa condição salarial e principalmente segurança. Porque parte dos médicos que não querem trabalhar na periferia é porque não tem segurança”, ressaltou sobre a disposição de colocar a Guarda Civil Metropolitana para garantir a segurança de pacientes e profissionais de saúde, especialmente durante a noite.

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Habitação

Em relação à região central da cidade, Dória disse que pretende revitalizar pontos considerados problemáticos, como a área da Cracolândia, com grandes projetos de habitação popular. O modelo, de acordo com o candidato, é o Casa Paulistana, que está sendo desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do governo estadual.

“Esse espaço da Casa Paulista é um exemplo de habitação correta. Primeiro, habitação popular de qualidade. Edifício alto, com elevadores. Coisa que a habitação popular normalmente não oferece para a população sob a alegação que eles não tem condições de fazer a manutenção dos elevadores em regime condominial”, destacou o candidato sobre a proposta de que a construtora responsável pelo empreendimento tenha a obrigação contratual de cuidar da manutenção dos elevadores por 20 anos.

A moradia deverá ainda, segundo Dória, estar aliada a espaço para desenvolvimento de atividades econômicas, dando a oportunidade para que os beneficiados trabalhem perto de onde residem. “Embaixo, além da área de lazer e esporte, área de trabalho. Para lojas, desde lojas de cosméticos, cabeleireiros, pequenos serviços que atendem a própria comunidade e vão ser administrados por moradores desses edifícios”, acrescentou.

Dória destacou ainda a importância da manutenção do espaço público. Para isso, ele pretende, caso eleito fortalecer as subprefeituras. “Fazer zeladoria urbana, coisa que a prefeitura não faz. Fazer funcionar as prefeituras regionais, ainda chamadas de subprefeituras que conosco vão mudar. Vão se chamar prefeituras regionais e terão pessoas empoderadas: com força, determinação e orçamento para cumprirem de forma capilar as suas funções”, enfatizou.

Velocidade

Sobre a redução da velocidade nas marginais, uma das medidas tomadas pela atual administração, do prefeito Fernando Haddad, o candidato diz que pretende rever. Segundo a prefeitura, a diminuição dos limites nas marginais Tietê e Pinheiros contribuiu para a redução no número de mortes e acidentes nas vias.

“Nas marginais passam 3,5 milhões de pessoas todos os dias. Muitas dessas pessoas que passam ali todos os dias dependem dessas vias para sobreviver, com o transporte de mercadorias e pessoas. Não faz sentido você ter uma velocidade reduzida em vias expressas”, defendeu Dória, acrescentando que pretende evitar acidentes com campanhas educativas.

 

Agência Brasil

Receita libera pagamento de restituições do quarto lote do IR 2016

site Receita Federal

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita ou ligar para o Receitafone 146 - Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Receita Federal  libera hoje (15) o crédito bancário relativo ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2016 (IRPF). Estão sendo liberadas também restituições que estavam na malha fina dos exercícios de 2008 a 2015.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone (146). A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets esmartphones que facilita a consulta às declarações e à situação cadastral no CPF. É possível consultar nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral do contribuinte pessoa física.

A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Agência Brasil

 

"Lula estava no topo da pirâmide do poder"

Deltan Dallagnol fez um histórico do esquema criminoso, montado ainda em 2003. Ele mostra que Lula, ao ser eleito, tinha 254 deputados na base aliada. Depois de distribuir cargos, passou a ter 354 parlamentares... [leia mais]

- "Lula, o verdadeiro maestro da orquestra criminosa"
- Deltan: "Chegamos ao chefe"
- Comandante máximo do maior esquema de corrupção da história do Brasil

- MPF pede bloqueio de 174 milhões

- Petrolão é apenas parte da propinocracia

- Os três objetivos da propina

 

Reunião de Pauta - 14.09.2016 - O comandante máximo 

[Acesse o vídeo aqui

Reservado para Lula

O MPF obteve um documento fantástico que mostra a relação de unidades comercializadas no condomínio Solaris, no Guarujá (SP). Desde o início, o único apartamento "reservado", ou seja, bloqueado para comercialização, era o duplex 174, que depois seria transformado em triplex 164.

- O comandante máximo do triplex

- Triplex 171

- Toques de Marisa


Caixa geral de dívidas de propina

Segundo Deltan Dallagnol, Lula está sendo formalmente denunciado pelos 3,7 milhões em propinas recebidas da OAS. Mas há muito mais em curso. Ele cita... [veja mais]

- Delatores confirmam Lula como chefe


Lula era o chefe do mensalão

Com a prisão de José Dirceu no mensalão, o esquema de propinocracia continuou no petrolão. Só uma pessoa podia comandar a continuação, segundo Deltan Dallagnol: Lula. "José Dirceu não era o chefe do mensalão. Lula era o chefe." 

- "Lula estava no topo da pirâmide do poder"
- Lula não pode dizer que não sabia de nada
- Lula era o elo do PT com o governo


Lula x Moro

Quem vai acolher ou não a denúncia contra Lula, Marisa e companhia? Sérgio Moro. Enfim, Lula conhecerá a República de Curitiba. 

- "Mentirosa"
- Lula não vai escapar


Exclusivo: Odebrecht fechou delação

O que se fala em Curitiba é que a Odebrecht fechou o acordo de delação premiada. A República estremece.

- Exclusivo: Emílio também delatou


Grace agradece a JEC


Grace Mendonça
, ao discursar em sua posse como AGU: "Gostaria de agradecer também a José Eduardo Cardozo que em sua passagem breve nos confiou temas relevantes como a questão da dívida pública dos Estados." Sério? 

- "Advogada da legalidade"


Prisão em terceira instância

A Época informa que há um grupo de advogados criminalistas tentando encantar ministros do STF e, assim, melar a jurisprudência que prevê a prisão de condenados em segunda instância. A ideia é que... [veja mais


Cunha achaca Temer

Eduardo Cunha tentou achacar Michel Temer. Foi por isso que ele perdeu o apoio dos deputados governistas. O Estadão “apurou que o estopim do desembarque foi...” [veja mais

 


Fazendo fila

O BNDES receberá, na próxima semana, mais Estados interessados em privatizar suas empresas de saneamento. Rio de Janeiro (Cedae), Pará (Cosanpa) e Rondônia (Caerd) saíram na frente e já tiveram suas companhias incluídas... [veja mais]

- Previc nega falha de fiscalização

 

 

Brasileiros ganham prata no 4x100 livre na natação paralímpica

 

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

Os brasileiros Daniel Dias, André Brasil, Ruiter Silva e Phelipe Rodrigues conquistaram a medalha de prata no revezamento 4x100 metros livre com o tempo de 3:48.98.

A equipe da Ucrânia com o tempo de 3:48.11 ficou com o ouro e a chinesa terminou a prova com 3:50.4, ficando com o bronze.

O esforço para fechar o revezamento 4 por 100 metros no estilo livre foi tão grande que o nadador Phelipe Rodrigues passou mal no fim da prova, precisou ter atendimento médico e tomou glicose via oral. Depois de subir ao pódio e receber a medalha de prata, já recuperado,  Phelipe disse que sentiu tonteiras e chegou a vomitar. " Revezamento a gente dá a vida e eu dei o que tinha que dar ali. Saí dali mal para caramba, mas com aquele sentimento de fiz o que tinha que fazer", disse. " É o esforço. Esporte de alto rendimento tem dessas, no treino a gente está sujeito a essas coisas também". Foi a primeira vez que o atleta teve esta reação em competição.

Para o nadador, ser o último da equipe a entrar na piscina é uma pressão a mais e aumenta a responsabilidade. Ele explicou que a opção seria ele ou o Ruiter Silva, que tem menos experiência em Paralimpíada. "Assim que eu comecei a escutar a arquibancada caindo em cima da gente quando o Ruiter estava para me entregar eu senti um pouco de pressão. Se eu senti um pouco de pressão, imagina o que o Ruiter sentiria, mas na mesma hora quando o André veio dar umas palavras de incentivo, voltei para a concentração e fiz o que tinha que fazer", disse Phelipe.

Equipe brasileira de revezamento 4x100 ganha prata na paralimpíada

Daniel Dias, André Brasil, Ruiter Silva e Phelipe Rodrigues conquistaram a medalha de prata no revezamento 4x100 metros livreCristina Indio do Brasil/Agência Brasil

O recado dado pelo companheiro de equipe já é conhecido pelos nadadores. " Ele disse que a prova não acabou. A prova só acaba quando toca na borda. A gente tem esse lema desde 2008 e sempre está procurando fazer isso. Só acaba quando toca na borda", disse. Durante a prova Phelipe procurou se concentrar para nem ao menos se influenciar pelo barulho da torcida. A ideia desde o início era passar forte e nem olhar para os lados para não se distrair com a posição de um atleta adversário.

No dia 17, Phelipe volta à piscina para o revezamento 4 por 100 metros estilo medley e novamente será o último da equipe a nadar. "A gente vai vir na mesma pegada", disse.

Para o atleta, o colega de equipe que abre o revezamento também sofre pressão. Hoje a função coube ao nadador Daniel Dias, que usou um termo de futebol para definir o que representou a prova . "Batemos na trave em Pequim. Batemos na trave em Londres e agora, acredito que a gente fez um golaço conquistando essa medalha", disse.

Evolução da natação

Daniel disse que houve uma mistura da equipe composta por três atletas mais experientes, como ele, Phelipe e André Brasil e um estreante em Paralimpíada, Ruiter Silva. "Me lembro muito bem da minha primeira competição internacional em 2006, foi um Mundial, eu pude nadar também um revezamento e teve esta mescla. Sei o que o Ruitinho está sentindo nesse momento é algo incrível tanto na nossa carreira como na dele", disse.

Agência Brasil

 

Carlos Farremberg conquista prata nos 50 metros estilo livre categoria S13

 

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

O brasileiro Carlos Farremberg conquistou a medalha de prata na final de 50 metros estilo livre

Carlos Farremberg ganha prata na final de 50 metros estilo livre Cleber Mendes/CPB/Direitos Reservados

O brasileiro Carlos Farremberg conquistou a medalha de prata na final de 50 metros estilo livre na categoria S13 no Estádio Aquático Olímpico, no Parque Olímpico, na Barra, zona oeste do Rio.

Carlos Farremberg terminou a prova com o tempo de 24.17. A medalha de ouro ficou com o paratleta da Belarus Ikar Boki, que fez o tempo de 23.44, e a de bronze com o Muzaffar Tursunkhujaev, do Uzbequistão.

Farremberg disse que o resultado foi muito importante para a carreira dele, que está na terceira Paralimpíada e ainda não tinha conquistado medalhas. Até agora a melhor posição que havia alcançado foi um quarto lugar em Pequim,em 2008. "Nunca me preparei tanto e nunca cheguei tão bem para uma Paralimpíada, mas a prova foi muito dura como o meu técnico e a comissão já esperava", disse.

O nadador revelou que na preparação que fez para a Paralimpíada do Rio, chegou a nadar sem fazer respiração e para ele este foi um detalhe importante. "A gente faz um trabalho de treinamento de apneia. Às vezes fico parado na borda por até 50 segundos sem respirar embaixo d'água e sem pegar ar, saio para um tiro de 50 [metros] sem respirar de baixo", revelou, destacando que tem facilidade para fazer isso e desde garoto gostava de brincar com isso.

Farremberg disse que tem mais uma prova para competir nos Jogos do Rio e por isso ainda é cedo para pensar em Tóquio, mas ainda assim, disse que está no caminho certo com os tipos de treinamento que adotou. " Vou ter ainda um tempo de férias e depois vou pensar para o próximo ciclo como que as coisas vão ficar".

 

Agência Brasil

 

Teori manda investigação contra Cunha para Sérgio Moro

 

André Richter – Repórter da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki determinou hoje (14) que a ação penal em que o ex-deputado Eduardo Cunha é acusado de ter contas não declaradas no exterior seja remetida ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça. A medida foi tomada porque Cunha perdeu foro privilegiado ao ser cassado pela Câmara dos Deputados.

Ministro Teori Zavascki

A medida foi tomada porque Cunha perdeu foro privilegiado ao ser cassado pela Câmara dos Deputados José Cruz/Agência Brasil

Em outra decisão, Zavascki negou pedido de prisão do ex-deputado, feito em junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na decisão, o ministro entendeu que a medida não tem mais cabimento após a cassação do deputado.

A outra ação penal na qual Cunha é acusado de receber US$ 5 milhões de propina em um contrato de navios-sonda da Petrobras será remetida para segunda instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. No processo, também é ré a ex-deputada e prefeita de Rio Bonito (RJ), Solange Almeida. Como a prefeita tem foro privilegiado, caberá ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2)  julgar o caso.

 

Agência Brasil

Denúncia contra Lula é para evitar que ele se candidate em 2018, diz advogado

Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Marisa Letícia, disse hoje (14), em entrevista coletiva, que a denúncia oferecida hoje contra seus clientes pelos procuradores da força-tarefa da Lava Jato é política e tem o objetivo de evitar que Lula se candidate à Presidência nas eleições de 2018. “Essa é uma narrativa da força tarefa mentirosa, incompatível com a realidade dos fatos e incompatível com as provas existentes”, disse o advogado durante entrevista de quase 40 minutos concedida a jornalistas.

“Eles [procuradores] ignoraram os documentos [que ele disse ter apresentado aos procuradores para provar que a propriedade do triplex no Guarujá é da OAS]. Eles usaram hipóteses e ilações apenas com o objetivo de acusar o ex-presidente Lula e Dona Marisa Letícia. É uma acusação que não se sustenta do ponto de vista jurídico e é uma acusação política para o fim, estabelecido desde o início dessa operação, que é impor, a todo custo, uma condenação indevida e injusta a Lula e Dona Marisa”, disse Martins.

Para o advogado, a ideia é evitar que Lula se candidate às eleições de 2018. “Entendo que há um cenário de perseguição e, mais do que isso, há uma real intenção de tirar o ex-presidente Lula do cenário político e eleitoral para 2018”, disse.

Operação Lava Jato

Ex-presidente Lula participa da 5 Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Defesa de Lula diz que denúncia da Operação da Lava Jato é políticaFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Hoje, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado à Justiça pela primeira vez no âmbito da Operação Lava Jato. A denúncia também inclui a esposa de Lula, Marisa Letícia da Silva, e mais seis pessoas: o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e quatro pessoas relacionadas à empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira. Lula foi denunciado por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e falsidade ideológica.

Saiba Mais

Os procuradores afirmam que o ex-presidente recebeu vantagens indevidas referentes à reforma de um triplex em Guarujá (SP) feita pela empreiteira OAS. Segundo o MPF, a reforma foi oferecida a ele como compensação por ações do ex-presidente no esquema de corrupção da Petrobras.

Documentos

Martins iniciou a coletiva lendo uma nota que foi distribuída à imprensa e em que diz repudiar a denúncia da Lava Jato e onde nega que Lula e Marisa Letícia sejam proprietários do triplex no Guarujá, que foi o alvo desta denúncia na Lava Jato. Depois, ele fez uma apresentação em Power Point mostrando documentos que comprovariam que o apartamento no Guarujá pertence à OAS e não a Lula ou a Marisa Letícia.

Segundo o advogado, Lula esteve apenas uma vez no imóvel, em 2014, e nunca mais voltou, enquanto Marisa Letícia esteve uma outra vez, com um de seus filhos, quando eles desistiram da compra do imóvel. “Eles nunca usaram esse apartamento”, disse o advogado.

Martins disse, em sua explanação, que a esposa de Lula adquiriu, em 2005, uma cota da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) que, caso fosse quitada, daria direito a um imóvel no Edifício Solaris, no Guarujá. “A Bancoop reservou previamente, a cada associado, uma unidade no futuro edifício. Para a Dona Marisa foi reservado o apartamento 141, uma unidade padrão, com três dormitórios e uma área privativa de 82,5 metros. Essa era a proposta de adesão assinada por D. Marisa na época. Em maio de 2005, ela pagou uma entrada no valor de R$ 20 mil. Pagou ainda as prestações mensais e intermediárias de um carnê da Bancoop até 2009. No total, a família do ex-presidente investiu R$ 179,6 mil na aquisição da cota da Bancoop”, explicou Martins.

Em 2009, no entanto, o empreendimento foi transferido à OAS por uma decisão dos cooperados e Marisa passou a ter a opção de usar os valores que foram investidos na cota como parte do pagamento pelo imóvel ou de receber os valores de volta, que foi o que ela decidiu fazer em 2015. A restituição, segundo Martins, ainda não ocorreu, o que obrigou Marisa Letícia a entrar na Justiça para pedir o resgate dos valores que foram investidos no imóvel.

“Lamento profundamente que hoje a força tarefa da Lava Jato tenha se utilizado do tempo e dos recursos dos cidadãos brasileiros para fazer uma narrativa que é falsa, de cunho político e que é estranha à própria denúncia que foi apresentada apenas para atingir a reputação de Lula e de seus familiares”, disse o advogado, que criticou também o fato dos procuradores terem convocado uma coletiva para apresentar a denúncia. Para ele, os procuradores se utilizaram de “seu tempo de agentes públicos e de dinheiro público para fazer uma entrevista coletiva para enxovalhar a honra de um cidadão”.

 

Agência Brasil

 

Consea recomenda que guaranis-kaiowás tenham direito a água, comida e educação

 

Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

Brasília - Índios guarani-kaiowá protestam em frente ao Palácio do Planalto contra retrocessos nas políticas de demarcação de terras (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Brasília - Entre as recomendações do Consea estão o fornecimento de itens básicos para a sobrevivência das comunidades indígenas, como cestas de alimentos e água potável para o preparo da comida, além de matrícula para as crianças -Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) vai encaminhar nesta quinta-feira (15) uma série de recomendações a diferentes órgãos estaduais e federais na tentativa de resolver emergencialmente uma parte dos problemas enfrentados pelos indígenas de Mato Grosso do Sul (MS) que moram na região do Cone Sul, na fronteira com o Paraguai.

As recomendações serão feitas após visita promovida por membros do conselho e procuradores do Ministério Público do estado a regiões cujas violações de direitos humanos foram objeto de denúncia nos últimos meses. Entre essas recomendações estão o fornecimento de itens básicos para a sobrevivência das comunidades indígenas, como cestas de alimentos, água potável para o preparo da comida e matrícula para as crianças.

“Vivenciamos miséria, fome, pobreza ao extremo. Do ponto de vista nutricional, existem nitidamente quadros de desnutrição. Há bebês com baixo peso ao nascer, muitos idosos debilitados”, contou a presidente do Consea em Mato Grosso do Sul, Vânia de Sousa Almeida, que participou da comitiva à região, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro.

As comunidades que passam por maiores dificuldades estão localizadas em regiões de conflitos agrários envolvendo fazendeiros e indígenas, como o que vitimou um jovem da etnia Guarani-Kaiowá em junho deste ano, em Caarapó (MS). De acordo com Vânia Almeida, os direitos que menos são fornecidos aos indígenas dizem respeito a regiões onde a convivência não é pacífica, conhecidas como “retomadas”.

Nesses locais, as terras são ocupadas por índios mesmo sem a definição do conflito, o que os coloca em situação irregular em que nem documentos são fornecidos às crianças. “A negligência do Estado em atender a algumas famílias deixou essa situação ainda mais grave, porque as 'retomadas' são colocadas como áreas que não devem ser atendidas”, disse Vânia à Agência Brasil.
De acordo com o procurador da República Francisco de Assis Floriano e Calderano, lotado em Naviraí (MS) e que fez parte da comitiva, o governo do estado não estava cumprindo um Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público Federal de Campo Grande para que fossem entregues cestas de alimentos a todas as comunidades indígenas do estado, independentemente da regularização fundiária dessas áreas.

Recomendações

Nessa quarta-feira (14), os membros do Consea aprovaram as recomendações que serão entregues a dez órgãos com o objetivo de diminuir as violações de direitos humanos. O governo do Mato Grosso do Sul foi o que mais recebeu recomendações. O conselho chega a pedir o fornecimento não discriminatório de cestas de alimentos às comunidades Guarani-Kaiowá, bem como o acesso à água potável, especialmente para famílias com crianças menores de cinco anos.

A garantia de condições básicas de segurança e integridade física, como o “direito de ir e vir”, também é uma das recomendações do órgão. “Nós vivenciamos situações de as crianças comerem um alimento chamado chicha, que é o milho amassado dentro da água fermentado. Essa água vem de uma nascente extremamente contaminada, suja, de bebedores de animais”, informou Vânia.

Autoridades estaduais disseram, em reunião após a visita, ocorrida no último dia 2 de setembro, que há uma orientação do estado de não impedir que estudantes indígenas sem documentação frequentem escolas. Além disso, os representantes do governo afirmaram que um trabalho de registro civil dessas crianças já vem sendo feito em 12 comunidades indígenas. Essa garantia, porém, também foi incluída nas recomendações.

Antigo Ministério do Desenvolvimento Agrário, a atual Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário também receberá um documento aprovado pelos conselheiros. Nele, será solicitado o fornecimento às comunidades, em caráter “de urgência”, de equipamentos agrícolas demandados pelos indígenas nas áreas de retomada e em aldeias regularizadas para que possam produzir alimentos de forma adequada.

No encontro do início do mês, a presidente da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional de Mato Grosso do Sul, Ana Lúcia Américo, disse que os cartões do Bolsa Família estavam sendo retidos por estabelecimentos comerciais locais.

De acordo com Vânia , a relação conflituosa entre índios e fazendeiros faz com que uma simples compra de alimentos seja afetada, já que em muitos casos os produtores são também donos de mercados e acabam se recusando a comercializar seus produtos com pessoas que ocuparam terras cuja posse é objeto de disputa. “A convivência da população com os indígenas é uma coisa muito agressiva. A gente foi a regiões em que os índios não podiam ir em determinado posto de gasolina porque naquela cidade os fazendeiros não gostavam deles. E eles entravam em pânico”, acrescentou a presidente do Consea no estado.

Ao Ministério da Educação, o Consea pede que a matrícula escolar de crianças seja garantida, mesmo que elas não tenham ainda a documentação civil. O transporte escolar e a ampliação de vagas no ensino médio também foram recomendados pelo órgão. Para a Fundação Nacional do Índio, a recomendação é que seja reativado o Comitê Gestor de Ações Indigenistas Integradas do cone sul do MS com “celeridade e urgência”.

A garantia de saúde também é motivo de preocupação dos conselheiros e dos procuradores que visitaram municípios como Antônio João, Ponta Porã, Caarapó e Dourados, na fronteira com o Paraguai. À Secretaria Especial de Saúde do Ministério da Saúde serão encaminhadas recomendações. Mesmo assim, um documento específico foi dirigido ao ministério, pedindo que o Sistema Único de Saúde cuide com prioridade dos casos de crianças indígenas de baixo peso ao nascer e pré-maturos de alto risco.

“Houve o relato de uma índia, de que uma mulher perdeu o bebê porque a Sesai não conseguiu chegar com a ambulância. Então, ela teve uma noite inteira de sofrimento e o bebê nasceu morto”, contou Vânia.

Embora o governo de MS tenha prometido o fornecimento de cestas básicas em áreas não regularizadas, a previsão é de que a Companhia Nacional de Abastecimento seja responsável pela distribuição dos alimentos a partir do mês de outubro, auxiliada pela Funai. O Consea também pretende divulgar no mês que vem o relatório final da visita.

 

Agência Brasil

 

Atletismo: polêmica sobre exclusão de atleta ofusca prata do revezamento 4x100

 

Nathália Mendes - Enviada Especial do Portal EBC

A prata das brasileiras no revezamento 4x100 para mulheres com deficiência visual (das classes T11 a T13) acabou ficando em segundo plano na noite desta terça-feira (14). Nem o fato de ser a primeira medalha da equipe feminina na história, em sua primeira participação na prova, foi suficiente para diminuir a polêmica em torno da ausência de Jerusa Geber dos Santos na formação, que teve Thalita Simplício, Alice Correa, Lorena Spoladore e Terezinha Guilhermina.

Cortada da equipe que foi para a pista, Jerusa questionou a decisão da comissão técnica na Justiça. O argumento na ação é que o critério técnico de incluir as atletas com os melhores tempos na temporada não foi seguido por retaliação. Uma das principais velocistas cegas do país, Jerusa detém uma das melhores marcas da temporada nos 100m e diz que não pode participar de todos os treinos por sentir dores, com anuência da comissão técnica. A informação foi divulgada pelo blog da jornalista Gabriela Moreira, da ESPN Brasil.

Jerusa é dona de três medalhas paralímpicas (prata nos 100m e nos 200m em Londres e bronze nos 200m em Pequim), cinco pódios em Mundiais (prata nos 100m em Doha 2015, prata nos 100m e nos 200m em Lyon 2013 e prata nos 100m e nos 200m em Christchurch 2011) e quatro conquistas em Parapan-Americanos (bronze nos 100m e nos 400m em Toronto e prata nos 100m e nos 200m em Guadalajara). Thalita Simplício, que entrou em seu lugar, compete nos 400m e seu melhor resultado é o bronze nesta prova no Mundial de Doha.

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) explicou, em nota, que a decisão sobre a formação das equipes de revezamento não consiste apenas nos tempos individuais: “A decisão (...) é meramente técnica, tomada pelos treinadores e baseada no rendimento dos atletas nos treinos das equipes. A prova de revezamento envolve mais fatores do que apenas contar com os atletas de melhores tempos”. Nesta noite, a Justiça do Rio de Janeiro negou o deferimento da liminar.

Em conversa com os jornalistas, as integrantes do revezamento corroboraram a tese da entidade máxima do desporto paralímpico. “A Jerusa estava cotada para o revezamento. Nós seis [as quatro medalhistas, Jerusa e Silvânia Costa, que ficou como reserva] começamos a treinar no final de agosto, na aclimatação. Não é só velocidade que faz o revezamento. A equipe foi fechada na semana anterior ao embarque para o Rio de Janeiro, com base nos testes que fizemos em treinamentos, como o de passagem de bastão”, diz Lorena Spoladore.

Polêmica sobre exclusão de atleta da equipe ofusca prata do revezamento 4x100 para deficientes visuais

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As integrantes do revezamento corroboraram a tese do Comitê Paralímpico BrasileiroDaniel Zappe/MPIX/CPB

Mais experiente da equipe, Terezinha Guilhermina disse que o resultado pessoal não é suficiente para embasar a escolha das atletas: “O Fábio (Dias), que estava treinando o grupo, deixou claro desde o primeiro momento que o critério era treinamento. Chegar na reta final, quase na hora da prova, e colocar uma pessoa que não tinha treinado com a gente para fazer as passagens era um pouco complicado. Eu apoiei e falei para as meninas que a gente estava com o melhor time, as melhores atletas que treinaram. Revezamento não é resultado individual”, defende Terezinha Guilhermina.

“Ela só treinou o revezamento com a gente uma vez. E a gente fez duas semanas de treino, sempre em dois períodos. Nosso treinador falou que a gente só mudaria o revezamento em caso de lesão. Como ninguém se lesionou, nada mudou. A gente já saiu de São Paulo [onde a aclimatação foi feita] com a definição do revezamento”, diz Alice Correa. A versão de Jerusa é que ela só foi informada do corte dois dias antes da prova. “O mais importante era manter o nosso foco. A equipe estava fechada e estávamos tranquilas”, minimiza Lorena.

No quintal de casa

Se não fosse a demora na segunda passagem de bastão, o Brasil poderia ter baixado o recorde mundial e ficado com a medalha de ouro. Com a falha na transição, a equipe perdeu a dianteira e nem mesmo o esforço de Terezinha Guilhermina na reta final foi suficiente para ultrapassar as chinesas, que venceram com o tempo de 47s18, a melhor marca do mundo. As brasileiras terminaram a prova em 47s57 e as colombianas, 51s93.

“A gente sai do revezamento com um sentimento de vitória. Infelizmente, sempre tivemos uns problemas técnicos em nossos revezamentos, mas dessa vez a gente conseguiu fechar, sem ter queima e ainda com a prata. É um passo de cada vez. Hoje a gente está com a prata e, amanhã, com muito treinamento, vamos chegar ao ouro”, aposta Lorena.

“Eu falava com as meninas que a gente ia brincar no quintal da nossa casa. Se o bastão chegasse até mim, eu com certeza ia fazer o meu melhor. Eu só pedi para que eles fizessem o bastão chegar até mim. É uma medalha conquistada com oito mãos e dezesseis pernas”, lembrou Terezinha, salientando a importância dos guias Felipe Veloso, Diogo Cardoso da Silva, Renato Ben Hur Oliveira e Rafael Lazarini.

Depois de duas frustrações em provas individuais, com desclassificação nos 100m e queima de largada nos 200m, Terezinha Guilhermina finalmente subiu ao pódio no Rio de Janeiro. Esta foi a sétima medalha de sua carreira em Jogos Paralímpicos, mas com um sabor especial: “As meninas são muito novas e ainda não tinham ganhado medalha em Paralímpica. E essa é a minha primeira medalha de revezamento. É a primeira vez de todas nós. Se elas correram por mim, eu também fiz isso por elas”.

 

Agência Brasil

 

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Brasil chega a 48 medalhas na Paralimpíada do Rio e supera recorde de Pequim

 

Rio de Janeiro - Ricardo Costa Oliveira comemora a conquista da medalha de ouro no salto a distância T11. Primeira medalha de ouro do Brasil nas Paralimpíadas Rio 2016 (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Ricardo Costa Oliveira, do salto a distância T11, conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil nas Paralimpíadas Rio 2016 Tânia Rêgo/Agência Brasil

Com a medalha de prata da equipe brasileira de natação no revezamento 4x100 livre masculino, o Brasil chegou hoje (14) a 48 medalhas no quadro geral da Rio 2016 e ultrapassou a marca de 47 medalhas, obtida em Pequim, em 2008, atual recorde paralímpico do país. Até o momento, o Brasil está em quinto lugar no quadro geral da Rio 2016, com dez medalhas de ouro, 24 de prata e 14 de bronze.

Apesar de superar o total de medalhas conquistadas em Pequim, ao final dos daqueles jogos os brasileiros conquistaram mais medalhas de ouro, 16 ao todo. Ao longo da semana, os atletas paralímpicos brasileiros já haviam superado as 43 medalhas conquistas em Londres, em 2012, o segundo melhor resultado paralímpico do país até o início da Rio 2016.

A história de conquistas do Brasil em paralimpíadas teve início em 1976, com Robson Sampaio de Almeida, que conquistou a medalha de prata no lawn bowls ao lado de Luiz Carlos da Costa. De lá para cá, o Brasil soma 277 medalhas em jogos paralímpicos.

Agência Brasil

Lula comandava esquema de corrupção identificado na Lava Jato, diz procurador

O procurador da República Deltan Dallagnol concede entrevista coletiva para detalhar a denúncia que envolve Lula, a esposa dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas, na Operação Lava Jato

   O procurador da República Deltan Dallagnol explica denúncia que envolve o ex-presidente LulaReprodução/TV

O procurador da República Deltan Dallagnol afirmou hoje (14) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era o "comandante máximo do esquema de corrupção identificado na [Operação] Lava Jato". Dallagnol fez a declaração durante entrevista coletiva em que a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) responsável pela operação, detalhou a denúncia que envolve Lula, a esposa dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas.

O ex-presidente foi denunciado à Justiça Federal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 32 anos e seis meses de prisão.
Segundo os procuradores, Lula recebeu vantagens indevidas das empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras, como a compra de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral paulista, a reforma e decoração do imóvel, além de contratos milionários para armazenamento de bens pessoais. Essas vantagens, somadas, totalizariam mais de R$ 3,7 milhões.

Dallagnol ressaltou que a corrupção identificada nas investigações é sistêmica e envolve diversos governos e partidos. De acordo com o procurador, existe uma "propinocracia" em curso no Brasil, no qual os poderes Executivo e Legislativo trocam favores, nomeações políticas e cargos, para obter "governabilidade corrompida, perpetuação criminosa no poder e enriquecimento ilícito".
Para Dallagnhol, o sistema é bancado por cartéis de empresas que se aproveitam do esquema para garantir a assinatura de contratos milionários com o Poder Público.

Segundo a denúncia do MPF, existem 14 evidências de que Lula é o chefe do esquema de corrupção. O trabalho da força-tarefa remete a outros escândalos de corrupção, como o do mensalão, esquema de pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio ao governo, no primeiro mandato de Lula na Presidência da República.

Lula comandava esquema de corrupção identificado na Lava Jato, segundo o MPF

Segundo o MPF, há 14 evidências de que Lula é o chefe do esquema de corrupçãoReprodução/TV

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"Mesmo depois da saída de José Dirceu [ministro-chefe da Casa Civil na época, 2005] e com a troca de tesoureiros no Partido dos Trabalhadores, o esquema prosseguiu através do petrolão. Isso demonstra que havia um vértice em comum, e esse vértice é o Lula", afirmou Dallagnol.

É a primeira vez que o ex-presidente é denunciado à Justiça Federal no âmbito da Lava Jato.

Três focos

De acordo com Dallagnol, a denúncia apresentada nesta quarta-feira segue três focos de investigação, todos  envolvendo o ex-presidente Lula. O primeiro diz respeito a três contratos assinados entre a OAS e a Petrobras, referentes às refinarias Repar e Renest, entre 2006 e 2012. Segundo o procurador, a empreiteira venceu a licitação mediante cartelização, com o pagamento de propinas pagas a diversos beneficiários, inclusive Lula. Nessa etapa dos trabalhos, o MPF denuncia Lula por corrupção passiva e Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e o ex-executivo da empreiteira Agenor Medeiros, por corrupção ativa.

A segunda parte da denúncia trata da aquisição, reforma e decoração do tríplex de Guarujá. O MPF apresentou evidências de que o apartamento foi adquirido por Lula e Marisa por intermédio da OAS, que também foi responsável pela reforma e decoração. Conforme a denúncia, o total em benefícios indevidos é superior a R$ 2,4 milhões. Além do ex-presidente e da esposa, deLéo Pinheiro e dos ex-executivos Paulo Gordilho e Fábio Yonamine foram denunciados nessa etapa por lavagem de dinheiro.

No último foco, os procuradores informam que a OAS manteve, durante cinco anos, bens pessoais de Lula em contratos de armazenagem. De acordo com os procuradores, a empreiteira fez pagamentos sucessivos, entre 2011 e 2016, em benefício de Lula, que chegam a R$ 1,3 milhão. Nessa etapa, além do ex-presidente são denunciados o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e Léo Pinheiro também pelo crime de lavagem de dinheiro.

A denúncia segue agora para a 13ª Vara Federal de Curitiba, para apreciação do juiz Sérgio Moro. Caso seja acatada pelo juiz, Lula, Marisa e os outros denunciados se tornarão réus na operação.

 

Agência Brasil

 

Lula fará sua defesa em evento do PT

Ex-presidente está convencido de que Lava Jato tem o objetivo de desconstruir sua imagem

Lava Jato denunciou Lula nesta quarta-feira por corrupção passiva - Crédito: Miguel Schincariol / AFP / CP POLÍTICA

Em nota, Lula e Marisa Letícia repudiam denúncia da Lava Jato

Advogados dizem que provas contra Lula são inconsistentes - Crédito: Evaristo Sa / AFP / CP

Advogados dizem que provas contra Lula são inconsistentes

    Dilma diz que denúncia sem provas é algo lamentável

      Já adversários do petista defenderam a denúncia e corroboraram os argumentos de acusação - Crédito: Luis Macedo / Câmara dos Deputados / CP

      Na Câmara, deputados da base do governo aprovam denúncia

        Créditos referentes aos exercícios de 2008 a 2015 também serão disponibilizadas - Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

        Receita Federal libera pagamento de quarto lote do IR

        Créditos referentes aos exercícios de 2008 a 2015 também serão disponibilizados

          SSP deverá ser reduzida de dez departamentos para cinco, liberando 46 policiais civis e militares - Crédito: Luiz Chaves / Palácio Piratini / Divulgação / CP

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            Governador José Ivo Sartori recebeu a centelha da chama crioula nesta quarta-feira no Palácio Piratini - Crédito: Luiz Chaves/Palácio Piratini/CP

            TJ ameniza polêmica sobre intimação direta ao governador Sartori

              Ex-deputado perdeu foro privilegiado ao ter mandato cassado - Crédito: Rosinei Coutinho / SCO / STF / CP POLÍTICA

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                Quinta-feira será fria e com predomínio de sol em Porto Alegre - Crédito: Ricardo Giusti / PMPA / CPPREVISÃO DO TEMPO

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                Treinador pediu demissão após derrota para a Ponte Preta nesta quarta-feira - Crédito: Wagner Souza / Futura Press / Folha Press / CPGRÊMIO

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                Cariocas conseguiram igualdade em 1 a 1 com um jogador a menos em campo - Crédito: Palmeiras / Divulgação CPBRASILEIRÃO

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                      Alvaro Dias fala da denúncia contra Lula na lava jato

                      Publicado em 14 de set de 2016

                      Alvaro Dias comenta sobre Lula ser o comandante da "organização criminosa" que segundo o MPF usou a indústria da propina para o poder.

                       

                       

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