Plano Real

Parte de uma série sobre a
História do Brasil
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Plano Real foi um programa brasileiro com o objetivo de estabilização e reformas econômicas, iniciado em 27 de fevereiro de 1994com a publicação da medida provisória número 434. Tal medida provisória instituiu a Unidade Real de Valor (URV), estabeleceu regras de conversão e uso de valores monetários, iniciou a desindexação da economia, e determinou o lançamento de uma nova moeda, o real.[1]
O programa foi a mais ampla medida econômica já realizada no Brasil e tinha como objetivo principal o controle da hiperinflação que assolava o país. Utilizou-se de diversos instrumentos econômicos e políticos para a redução da inflação que chegou a 46,58% ao mês em junho de 1994, época do lançamento da nova moeda. A idealização do projeto, a elaboração das medidas do governo e a execução das reformas econômica e monetária contaram com a contribuição de vários economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso.[2]
O presidente Itamar Franco autorizou que os trabalhos se dessem de maneira irrestrita e na máxima extensão necessária para o êxito do plano, o que tornou o Ministro da Fazenda no homem mais forte e poderoso de seu governo, e no seu candidato natural à sua sucessão. Assim, Fernando Henrique Cardoso elegeu-se Presidente do Brasil em outubro do mesmo ano.[2] No entanto, segundo Itamar Franco, "o grande ministro do Plano Real chama-se (Rubens) Ricupero e, em seguida, Ciro (Gomes)".[3]
O Plano Real mostrou-se nos meses e anos seguintes o plano de estabilização econômica mais eficaz da história, reduzindo a inflação (objetivo principal), ampliando o poder de compra da população, e remodelando os setores econômicos nacionais.[4]
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Aqui jaz a moeda que acumulou, de julho de 1965 a junho de 1994, uma inflação de 1,1 quatrilhão por cento. Sim, inflação de 16 dígitos, em três décadas. Ou precisamente, um IGP-DI de 1.142.332.741.811.850%. Dá para decorar? Perdemos a noção disso porque realizamos quatro reformas monetárias no período e em cada uma delas deletamos três dígitos da moeda nacional. Um descarte de 12 dígitos no período. Caso único no mundo, desde a hiperinflação alemã dos anos 1920.
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Joelmir Beting[5]

Índice

História



Medida provisória que cria a Unidade Real de Valor, iniciando o Plano Real.
Em 19 de maio de 1993, Fernando Henrique Cardoso foi nomeado para o cargo de Ministro da Fazenda pelo Presidente Itamar Franco, assumindo perante o país o compromisso de acabar com a inflação, ou pelo menos reduzi-la. Fernando Henrique ocupava até então o cargo de Ministro das Relações Exteriores. Para elaborar um plano de combate a inflação, o novo ministro reuniu um grupo de economistas no qual se destacam Persio Arida, André Lara Resende, Francisco Lopes, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha eWinston Fritsch.[6] Clóvis Carvalho, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, coordenava as reuniões e passou a ser uma espécie de gestor da equipe, embora não fosse economista.
Em 1º de agosto de 1993, o ministro promoveu a sétima mudança de moeda do Brasil, de cruzeiro para cruzeiro real, para efeito de ajuste de valores. A intenção do governo era repetir mais uma vez a prática de "cortar três zeros", porém, no mesmo mês de lançamento do cruzeiro real a inflação foi de 33,53% e, em janeiro de 1994, de 42,19%.
A partir de 28 de fevereiro de 1994, como efeito da Medida Provisória nº 434, iniciou-se a publicação dos valores diários da Unidade Real de Valor (U.R.V.) pelo Banco Central. A URV serviria como moeda escritural[7] para todas as transações econômicas, com conversão obrigatória de valores, promovendo uma desindexação geral da economia. A MP número 434 foi reeditada pelas MPs números 482 e457, e transformada posteriormente nas leis número 8.880 e número 9.069.
A partir de 1 de março de 1994, passou a vigorar a emenda constitucional de revisão número 1[8] (esses dispositivos foram novamente alterados pela emenda constitucional número 10, em 4 de março de 1996),[9] que criou o Fundo Social de Emergência (FSE) considerado essencial para o êxito do plano. A emenda produziu a desvinculação de verbas do orçamento da União, direcionando os recursos para o fundo, que daria ao governo margem para remanejar e/ou cortar gastos supérfluos. Os gastos do governo contribuíam grandemente para a hiperinflação, uma vez que a máquina do Estado brasileiro era grande, dispendiosa e ávida por mais recursos. Poucas horas antes, o Ministro FHC foi à televisão e, em pronunciamento oficial em rede nacional, deu um ultimato ao Congresso Nacional para que aprovasse a emenda à Constituição Federal.[10]


Frente de uma cédula de cem reais, lançada em 1994.
Em 30 de março, Rubens Ricupero assumiu o Ministério da Fazenda para substituir Fernando Henrique, que deixou o governo para se candidatar a Presidência da República. Em 30 de junho de 1994, encaminhou ao presidente Itamar Franco a exposição de motivos para a implantação do Plano Real.[11] Ricúpero caiu poucos meses depois, em 6 de setembro,[12] devido à repercussão na imprensa do que se chamou "escândalo da parabólica", assumindo em seu lugar Ciro Gomes, na época membro do PSDB.[13]
Em 1º de julho de 1994, houve a culminância do programa de estabilização, com o lançamento da nova moeda, o real (R$). Toda a base monetária brasileira foi trocada de acordo com a paridade legalmente estabelecida: CR$ 2.750,00 para cada R$ 1,00.[14] A inflação acumulada até julho foi de 815,60%, e a primeira inflação registrada sob efeito da nova moeda foi de 6,08%, mínima recorde em muitos anos.
Desde 1942, foram feitas muitas reformas das quais nasceram seis novas moedas, a saber: cruzeiro novo (1967), cruzeiro (1970), cruzado (1986), cruzado novo (1989), cruzeiro(1990) e cruzeiro real (1993). A inflação acumulada de 1965 até 1994 foi de aproximadamente 1 142 332 741 811 850% (IGP-DI).
O resultado positivo do Plano Real tem influenciado a política econômica brasileira desde então.
Resumo do plano
O Plano Real foi um programa definitivo de combate à hiperinflação implantado em três etapas,[15] a saber:
  1. Período de equilíbrio das contas públicas, com redução de despesas e aumento de receitas, e isto teria ocorrido nos anos de 1993 e 1994;
  2. Criação da URV para preservar o poder de compra da massa salarial, evitando medidas de choque como confisco de poupança e quebra de contratos;
  3. Lançamento do padrão monetário de nome real, utilizado até os dias atuais.
Após a implantação do plano, durante mais de seis anos, uma grande sequência de reformas estruturais e de gestão pública foram implantadas para dar sustentação à estabilidade econômica, entre elas destacam-se: Privatização de vários setores estatais, o Proer, a criação de agências reguladoras, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a liquidação ou venda da maioria dos bancos pertencentes aos governos dos estados, a total renegociação das dívidas de estados e municípios com critérios rigorosos (dívida pública), maior abertura comercial com o exterior, entre outras.
Um funcionário da Casa da Moeda, responsável pelo projeto artístico da empresa, relatou a uma revista que o primeiro comunicado sobre uma outra nova moeda foi feito em novembro de 1993, e a sua produção iniciou-se em janeiro de 1994, estabelecendo um recorde.[16] O Plano Real teria sido idealizado entre setembro de 1993 (época do lançamento do cruzeiro real) e julho de 1994 (lançamento do real).

Principais medidas



Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em sessão comemorativa aos quinze anos do Plano Real no Congresso Nacional. Antonio Cruz/Abr.
O programa brasileiro de estabilização econômica seguiu as seguintes linhas mestras (com efeito sinérgico):[2]
Desindexação da economia
Medida adotada: O ajuste e reajuste de preços e valores passaram a ser anualizados e obedeceriam às planilhas de custo de produção.
Justificativa: Era necessário interromper o círculo vicioso de corrigir valores futuros pela inflação passada, em curtos períodos de tempo. Essa atitude agravava a inflação, tornando-a cada vez maior. Era comum acontecer remarcação de preços várias vezes num mesmo dia.
Privatizações
Medida adotada: A troca na propriedade de grandes empresas brasileiras eliminou a obrigação pública de financiar investimentos (que causam inflação se for feito pelo governo através da emissão de moeda sem lastro) e possibilitou a modernização de tais empresas (sob controle estatal havia barreiras impeditivas para tal progresso, como burocracia e falta de recursos).
Justificativa: A iniciativa privada tem meios próprios de financiar os investimentos das empresas, e isto não produz inflação, e sim, desenvolvimento, porque não envolve o orçamento do governo. Este deve alocar recursos para outras áreas importantes. E ainda, na iniciativa privada não há as regras administrativas orçamentárias e licitatórias, que prejudicam a produção das empresas e a concorrência perante o mercado.
Equilíbrio fiscal
Medida adotada: Corte de despesas e aumento de cinco pontos percentuais em todos os impostos federais.
Justificativa: A máquina administrativa brasileira era muito grande e consumia muito dinheiro para funcionar. Havia somente no âmbito federal cem autarquias, quarentafundações, vinte empresas públicas (sem contar as empresas estatais), além de dois mil cargos públicos com denominações imprecisas, atribuições mal definidas e remunerações díspares.[15] Como o país não produzia o suficiente, decidiu-se pelo ajuste fiscal, o que incluiu cortes em investimentos, gastos públicos e demissões. Durante o governo FHC, aproximadamente vinte mil funcionários foram demitidos do governo federal.
Abertura econômica
Medida adotada: Redução gradual de tarifas de importação e facilitação da prestação de serviços internacionais.
Justificativa: Havia temor de que o excesso de demanda por produtos e serviços causasse o desabastecimento e a remarcação de preços, pressionando a inflação (fato ocorrido durante o Plano Cruzado, em 1986). Existia também a necessidade de forçar o aperfeiçoamento da indústria nacional, expondo-a a concorrência, o que permitiria o aumento da produção no longo prazo, e essa oferta maior de produtos tenderia a acarretar uma baixa nos preços.
Contingenciamento
Medida adotada: Manutenção do câmbio artificialmente valorizado.
Justificativa: Como efeito da valorização do real, esperava-se um aumento das importações, com aumento da oferta de produtos e aperfeiçoamento da indústria nacional via concorrência com produtos estrangeiros.
Políticas monetárias restritivas
Medida adotada: Aumento da taxa básica de juros e da alíquota do depósito compulsório[17] dos bancos.
Justificativa: A taxa de juros teve inicialmente dois propósitos: financiar os gastos públicos excedentes até que se atingisse o equilíbrio fiscal, e reduzir a oferta de crédito (promovendo assim o esfriamento da economia), considerados agentes inflacionários . Os financiamentos chegaram a ter o prazo de quitação regulado pelo governo.[18]
O aumento do depósito compulsório dos bancos teve o propósito de reduzir a quantidade de dinheiro disponível para empréstimos e financiamentos dos bancos, uma vez que estes são obrigados a recolher compulsoriamente uma parte dos valores ao Banco Central.

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Não fazê-lo (o plano) ou é incapacidade ou, o que é pior, imoralidade pela conivência com a exploração do povo e a injustiça social.
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— Fernando Henrique, em artigo publicado na Folha de S.Paulo.[15]

Efeitos imediatos



A força do Plano Real fez o presidente Itamar Francoeleger seu sucessor já no primeiro turno em 1994
O efeito regulador do Plano Real foi imediato e muito positivo em seu propósito. A inflação calculada sobre a URV nos meses de sua vigência (abril a junho) ficou em torno de 3%, enquanto que a inflação em cruzeiros reais (CR$) foi de cerca de 190%. Até o início da circulação do real (R$), em 1º de julho de 1994, a inflação acumulada foi de 763,12% (no ano) e 5.153,50% (nos doze meses anteriores).
A inflação que antes consumia o poder aquisitivo da população brasileira, impedindo que as pessoas permanecessem com o dinheiro por muito tempo, principalmente entre o banco e o supermercado, estava agora controlada. O efeito imediato, e mais notável do Plano Real, foi a aposentadoria da máquina-símbolo da inflação, a "remarcadora de preços do supermercado" presente no comércio. O consumidor de baixa renda foi o principal beneficiado.
Durante muitos anos a correção monetária foi uma salvaguarda que permitia aos brasileiros que tinham maior poder aquisitivo defender-se parcialmente da corrosão do valor real da moeda, com aplicações bancárias de rendimento diário. A grande maioria da população, entretanto, não tinha acesso a esses mecanismos e sofria com a desvalorização diária dos recursos recebidos como salário, aposentadoria ou pensão, sendo os maiores prejudicados com a alta inflação.
Não por acaso, após a implantação do Plano Real a taxa de consumo de itens antes "elitizados" como o iogurte explodiu nas classes C e D da população.[19]
Segundo estudos da Fundação Getúlio Vargas - (FGV), houve entre 1993 e 1995 uma redução de 18,47% da população miserável do país fruto do sucesso do plano. Um dos melhores índices da história.[20]
Também se considera como efeito direto do plano a vitória do candidato do governo, Fernando Henrique (PSDB-SP), nas eleições presidenciais de 1994.
O Plano Real foi o décimo terceiro plano econômico de estabilização da economia brasileira desde o início da década de 1980.[21] Os planos anteriores obtiveram um resultado positivo nos primeiros meses de vigência, mas nenhum deles foi bem-sucedido em longo prazo.[21] O Plano Real entrou para a história como o episódio que acabou com a hiperinflação e iniciou um novo ciclo de desenvolvimento econômico.[22]
Amostragem de evolução mensal da inflação antes e depois da implantação do Plano Real calculados sobre valores divulgados pelo BC[14]
Mai/93
Jun/93
Jul/93
Ago/93
Set/93
Out/93
Nov/93
Dez/93
Jan/94
Fev/94
Mar/94
Abr/94
Mai/94
Jun/94
Jul/94
Ago/94
Set/94
Out/94
Nov/94
32,27%
30,72%
31,96%
33,53%
36,99%
35,14%
36,96%
36,22%
42,19%
42,41%
44,83%
42,46%
40,95%
46,58%
6,08%
5,46%
1,51%
1,86%
3,27%
Gráfico da inflação brasileira antes e após a o início do Plano Real
Gráfico: Dados inflacionários da tabela acima.

Crises econômicas

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O Plano Real enfrentou três grandes crises mundiais: a Crise do México (1995), a Crise Asiática (1997-1998) e a Crise da Rússia (1998). Em todas essas ocasiões o Brasil foi afetado diretamente, pois estava em reformas e necessitava de recursos, investimentos e financiamentos estrangeiros. Grandes somas de dinheiro deixaram o Brasil em cada um desses momentos devido ao medo que os grandes investidores tinham com os mercados emergentes. Ao menor indício de crise em qualquer um desses países, uma massa de investidores corria para buscar refúgio em moedas fortes, como o dólar americano ou a libra esterlina. Outros aproveitavam esses movimentos para especular fortemente contra as moedas dos emergentes, na intenção de obter grandes lucros em curto espaço de tempo, esvaziando as reservas em moeda estrangeira dessas nações. Isso contaminava negativamente as contas de diversos países, causando um efeito cascata globalizado. Além disso, as privatizações contribuíram para esgotar os recursos do governo em reservas cambiais e contribuíram para a desvalorização da moeda.[23]
Como essas crises deixavam o Brasil sem meios de financiar seu plano de estabilização, o governo, fragilizado, via-se obrigado a aumentar a taxa básica de juros para remunerar melhor esses capitais, numa tentativa de impedi-los de abandonar o país. O objetivo era evitar um "default", ou seja, uma quebra generalizada que empurrasse o país a uma moratória externa. A taxa de juros do Brasil chegou a 45% ao ano em março de 1999. Como consequência, houve maior endividamento público, mais cortes de gastos públicos, retração de alguns setores da economia e desemprego.
Outras crises menores, apesar de não prejudicarem tanto o processo de controle da inflação do Brasil, que já estava consolidado, trouxeram efeitos negativos na taxa de crescimento econômico. A Crise da Argentina (2001), a Crise de 11 de setembro (2001), e a Crise do Apagão (2001) ajudaram a derrubar a taxa anualizada de crescimento doPIB pois também forçaram o aumento da taxa de juros interna. A crise do Apagão teve a causa ligada diretamente ao Plano Real, uma vez que o plano trouxe a ampliação do poder de compra da população, aumento do consumo, aumento da produção (que geram maior consumo de energia elétrica), somados ao recuo dos investimentos públicos nos setores estatais de energia (como parte do programa de estabilização econômica).

Efeitos em longo prazo

Os efeitos em longo prazo esperado à época do lançamento do Plano Real foram:[15] [fonte confiável?]
  • Manutenção de baixas taxas inflacionárias e referências reais de valores;
  • Aumento do poder aquisitivo das famílias brasileiras;
  • Modernização do parque industrial brasileiro;
  • Crescimento econômico com geração de empregos
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A estabilidade monetária é o fator condicionante. A prosperidade econômica é o fator condicionado.
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Pedro Sampaio Malan, Ministro da Fazenda[7]

Oposição ao plano

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A neutralidade deste(a) artigo ou se(c)ção foi questionada, conforme razões apontadas na página de discussão.(desde janeiro de 2013)
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-lo mais imparcial.
Durante todo o Governo FHC, o Partido dos Trabalhadores (PT), como principal opositor ao governo, votou contra[24] por entender que aquela era uma medida eleitoreira do governo da época para garantir o poder nos mandatos seguintes sob o pretexto de ter mudado a politica econômica da época para tentar cobrir a hiperinflação, a maioria das medidas propostas no Plano Real ou que vieram a fazer parte dele, tal como o PROER. Alguns poucos artigos receberam apoio, como a previsão de destinação de recursos do FSE para o Sistema Único de Saúde, em 1994.[10]

Referências

  1. Ir para cima↑ Site Presidência. «Legislação Brasileira». Consultado em 29/06/2009.
  2. Ir para:a b c FIÚZA, Guilherme. 3.000 dias no bunker. 1ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2006. 352p. ISBN 85-0107-342-3.
  3. Ir para cima↑ Estadão (Online): Ana Conceição.Itamar diz que PSDB não é o 'pai' do Plano Real. Acessodata=26 de abril de 2016
  4. Ir para cima↑ SAYAD, João. Observações sobre o Plano Real. Est. Econ. São Paulo. Vol. 25, Nº Especial, págs. 7-24, 1995-6
  5. Ir para cima↑ BETING, Joelmir. Plano Real ano 7. A notícia. 1º de julho de 2000. Disponível em A Notícia
  6. Ir para cima↑ A estabilização heterodoxa no Brasil: idéias e redes políticas. Por Carlos Pio. Revista Brasileira de Ciências Sociais vol. 16 nº 46. São Paulo, junho de 2001.
  7. Ir para:a b BETING, Joelmir. "Alquimia monetária." "A Notícia". 2 de julho de 2000. Disponível em A Notícia
  8. Ir para cima↑ «Emenda Constitucional de Revisão nº 1, de 1º de março de 1994». Planalto.gov.br. Consultado em 7/8/2015.
  9. Ir para cima↑ «Emenda Constitucional nº 10, de 4 de março de 1996». Planalto.gov.br. Consultado em 7/8/2015.
  10. Ir para:a b Almanaque Abril, 28ª ed, 1995
  11. Ir para cima↑ Ministério da Fazenda. «Exposição de Motivos da MP do Plano Real». Consultado em 29 de junho de 2008.
  12. Ir para cima↑ Yazbeck, Ivanir O real Itamar - Uma biografia. Gutemberg, 2011.
  13. Ir para cima↑ BBC. «Relembre gafes de políticos capturadas pelo microfone». Consultado em 18 de setembro de 2010.
  14. Ir para:a b Comunicado nº 4.000, de 29 de junho de 1994. Banco Central do Brasil. Disponível em BCB
  15. Ir para:a b c d CARDOSO, Fernando Henrique. Mãos à obra Brasil: proposta de governo. Brasília: s. ed. 1994. 300 págs.
  16. Ir para cima↑ Revista Superinteressante. A ciência do dinheiro. Ano 8, nº 82, julho 1994
  17. Ir para cima↑ Banco Central do Brasil. Diretoria de Política Econômica. Departamento de Relacionamento com Investidores e Estudos Especiais. Depósitos Compulsórios - com informações até março de 2015
  18. Ir para cima↑ Banco Central do Brasil. Disponível em BCB
  19. Ir para cima↑ Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias Disponível em EMBRAPA
  20. Ir para cima↑ Terra Notícias
  21. Ir para:a b Marcela Bourroul e Michelle Ferreira (2014). «20 anos do Plano Real». Negócios. Arquivado desde o original em 7 de janeiro de 2015. Consultado em 6 de janeiro de 2015.
  22. Ir para cima↑ Maria Fernanda Moraes (29 de agosto de 2014). «Plano Real, 20 anos: Moeda trouxe novo ciclo de desenvolvimento econômico». UOL. Arquivado desde o original em 6 de janeiro de 2015. Consultado em 6 de janeiro de 2015.
  23. Ir para cima↑ Biondi, Aloysio (1999). «4» (PDF). O Brasil privatizado: (PDF). Um balanço do desmonte do Estado. 1 1 1ª ed. (São Paulo: Fundação Perseu Abramo). p. 80. ISBN 85-86469-15-7. Consultado em 1º de setembro de 2014. Parâmetro desconhecido |url_seção= ignorado (Ajuda); Parâmetro desconhecido |volumes= ignorado (|volume=) (Ajuda)
  24. Ir para cima↑ CARDOSO, Fernando Henrique. Real permitiu mudança geral de atitude. Disponível em Instituto Teotônio Vilela

Ligações externas

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Graziella Schazad, cantora alemã. Saiba mais sobre ela e veja as suas fotos

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posições nas paradas
Explicação dos dados

álbuns

Sinta-se quem eu sou

DE
60
29/10/2010
(2 semanas).
[1]

solteiros

Look at Me

DE
84
17.04.2009
(1 sem.)
[1]

CH
85
19/04/2009
(4 semanas).
[2]

Take On Me

DE
83
20/08/2010
(1 sem.)
[1]

Graziella Schazad (* 2. Julho de 1983, em Berlim [3] ) é um alemão cantor e compositor .

conteúdo

Vida

Ela nasceu em Berlim, a filha de uma mãe germano-polaca e pai afegão. Ela cresceu em Moabit e Charlottenburg-Wilmersdorf diante. Na casa dos pais alemão falou-se como a mãe já tinha vindo como uma criança para a Alemanha e seu pai aos 17 anos. Como uma segunda língua que aprenderam Inglês como a família de seu pai, na maior parte no EUA e Canadá vive.

Com a idade de três anos Graziella começou guitarra de aprendizagem, com quatro anos de violino . Para a Primeira Comunhão , com nove ela tem a própria há muito aguardado de piano . Por um tempo, ela queria ser uma dançarina e levou sete anos aulas de balé.

Ela participou da música High School de Carl Philipp Emanuel Bach e começou a idade de doze anos a escrever suas próprias canções. Devido à estreita cooperação da sua escola com a Universidade de Música "Hanns Eisler" , Graziella estava lá a partir de 1995 violino clássico (major) e piano estudo (obrigatória) e, assim, estabelecer uma base sólida para a sua carreira musical. [4]

Para o Paraíso e Jail

Em 1998, ela fundou com seu colega Stefanie Sass (inzw. Verh. Sylla), o popular duo Para P'n'J (para o paraíso e Cadeia). Com o seu claro, de duas partes cantar, acompanhada por violino, guitarra e piano, eles se levantaram atenção e teve inúmeras performances, já durante o horário escolar.

Em 2000, os dois decidiram - metade dos anos antes da formatura e contra a resistência de seus pais - para cancelar o ensino médio em décimo primeiro grau e dedicar-se inteiramente à sua própria música. Eles se mudaram juntos para Neukölln e poderia manter-se com suas aparições em feiras, casamentos e festas na metade financeiramente à tona depois de algum tempo, às vezes com busking .

2001 ouviu o autor Ulrike A. Pollay a dupla em um pub . A ideia nasceu, seu livro Tinker Pony -. Vistas de um cavalo em vez de poemas acompanhados por um companheiro CD[5] Graziella e Stefanie, em seguida, um cenário de poemas cigano irlandês e ganhou com o CD Azul Twine 2001 10. Prémio Folk na categoria " júnior ", concedido pela MDR erádio Alemanha . [6] Como resultado, uma oficina na Itália e concertos neles foram Turim e Vercelli permite.

Em 2002, ela assumiu a direção musical dos antigos conjuntos Schiller Theatre para dois eventos de caridade. Em fevereiro de 2003, eles fizeram-lo como Para P'n'J-se na fase final das ARD talentos -Mostrar Alemanha. Eles também coletaram experiência internacional em concertos e festivais por toda a Europa. Às vezes, eles foram acompanhados por Roland Fidezius (baixo) e Susanne Folk (saxofone, clarinete, flauta). [7]

Após a dissolução do duo em 2004 Graziella mudou-se para Ingolstadt , onde conheceu seu marido e casar. Ele conversou com ela, a fazer música novamente.

carreira solo

No início de 2007 o jovem casal se mudou devido às muitas oportunidades de desempenho para Hamburgo . Da Graziella queria um novo começo, Berlin não era uma opção para eles. Ela trabalhou como aeromoça e secretária bilíngüe , mas levou com o seu programa de solo também musicalmente pé. Imediatamente, ela ganhou vários singer-songwriter Slams e outras competições. Eles aproveitaram todas as oportunidades para realizar, tanto longe do público nos hospitais e prisões, bem como na TV: Em 25 de outubro 2007, ela cantou na TV totalizar o título Nothing Compares 2 U pelo príncipe . [8] reduziu seu nome Schazad.

Em 2008, ela trabalhou com o produtor Benni Dernhoff em seu debut EP Graziella Schazad que foi lançado em agosto de 2008, sobre o Netlabel DooLoad. ela estava jogando sozinho, que de bom grado tomou Loops seus instrumentos em um amostrador provocada, e depois para tocar melodias ao vivo para pré-gravados. Isso fez de 2008, uma grande parte do fascínio de suas performances ao vivo feitas. Inúmeras performances ao vivo - 70, só em 2008 - incluindo Ines Kijoka [9] e Jasmin Rathcke aka. Nimsaj [10] - aumentou a sua visibilidade consideravelmente, até que finalmente a oportunidade de Warner Music no Speicherstadt audição em pessoa. Ela foi imediatamente levado sob contrato. [11]

Ela conseguiu o produtor Henrik Menzel, que já com Udo Lindenberg e Sasha tinha trabalhado e perguntou Tommy Peters (Petone) para o lado. [12] O desenvolvimento único ouOlhe EP at Me, que saiu em abril de 2009 em CD. Ele também produziu um vídeo.

Em paralelo, Graziella pela Warner Music foi no papel principal da web Bild.de Soap mediada cervos Lucy, que começou em 26 de janeiro de 2009. [13]

Em 7 de março de 2009, ela foi dada a oportunidade de um show unplugged com Look At Me at The Dome (RTL II), em Hannover . VIVA Live! Ou pelo Michel ( NDR ) [14] que eles têm retratado, Yahoo! escolheu Schazad em abril de 2009 recém-chegado do mês. [15]

Final de julho de 2009, teve o apoio de Joss Stone para o Festival Blue Balls em Lucerne e começou a trabalhar no seu primeiro álbum Sinta quem eu sou com sessões de co-escrita em Londres , Estocolmo , Hamburgo e Berlim com os autores Chris Braide ( James Morrison , Kylie Minogue ), Matty Benbrook ( Paolo Nutini ), Michel van Dyke ( real ,Ruben Cossani ) e Martin Gallop ( Annett Louisan ). O primeiro single a partir de uma em agosto de 2010 apareceu versão cover de A-ha -Klassikers Take On Me . [16] O álbumSinta Who I Am foi lançado em 15 de Outubro de 2010.

Graziella Schazad vive com o marido no Hamburgo Schanzenviertel e espera 2.012 primeiro filho. [17] Até à data, não quebram muito tempo bebê está planejado. [18]

Discografia [

álbuns

  • Azul Twine. Canções e baladas para um cavalo irlandês. O cavalo nas canções dos irlandeses viajantes (com Stefanie Sass) CD que acompanha Tinker pônei. Vistas de um cavalo Ulrike A. Pollay, edição não posso 2003.
  • Sinta-se quem eu sou, Warner Music, Outubro 2010
  • Sinta-se quem eu sou (relançamento), Warner Music, abril de 2011

Escolhe / EPs

  • EP Graziella Schazad, DooLoad mídia, agosto de 2008
  • EP e olhar único para mim, Warner Music, abril de 2009
  • Faça Individual On Me, Warner Music, agosto 2010
  • Individual Cofre, Warner Music, abril de 2011

Medalhas

  • 2001: 10. Award Folk na categoria "jovem", concedido pela MDR e Radio Alemanha para o CD "Blue guita"
  • 2011: Melhor Revelação de 2011 (Drums Music Award)

HEADLINES

  • Stefanie Sass: Azul Cordéis 2. Viajantes canções. Songbook. Edição Cant, Berlim de 2005, ISBN 3-9806622-4-1 .

Fontes

  1. Hochspringen nach:a b c d rastreamento Alemanha gráfico
  2. Hochspringen nach:um b Chartdiskografie Suíça
  3. Hochspringen↑ Heike Gätjen: Graziella Schazad: Uma mulher canta livre Hamburger Abendblatt 17th De setembro de 2010.
  4. Hochspringen↑ Misha Leuschen: Um turbilhão de menina, Hinz & Kunzt No. 201 / Novembro de 2009. 34/35.
  5. Hochspringen↑ Luigi Lauer: Desde um cavalo está no corredor, folker.de.
  6. Hochspringen↑ Mysongbook.de: Folk Notícias Junho / Julho de 2001 (8 vol 3 não ..).
  7. Hochspringen↑ Artefacto.de: banco de dados de artista, em 12 de fevereiro de 2004.
  8. Hochspringen↑ TV Total / Pro7 : SSDSDSSWEMUGABRTLAD - 1. Decisão Show, 25 Outubro de 2007.
  9. Hochspringen↑ http://www.myspace.com/kijokaines
  10. Hochspringen↑ http://jasmin-rathcke.de/page2/page2.html
  11. Hochspringen↑ kuestercom.de, Press Release
  12. Hochspringen↑ Biografia em warnermusic.de
  13. Hochspringen↑ imagem .com: "Deer Lucy"
  14. Hochspringen↑ NDR: Em torno do Michel, 05 de abril de 2009
  15. Hochspringen↑ Yahoo .com: Hitclip Look at Me, 2. Abril de 2009.
  16. Hochspringen↑ warnermusic.de, comunicado de imprensa.
  17. Hochspringen↑ http://www.graziellaschazad.com/news/2011-10-24/heute-tour-start-trailer
  18. Hochspringen↑ http://www.welt.de/print/die_welt/hamburg/article13679344/Die-schwangere-Musikerin-singt-in-der-Fabrik.html

Web Links

 

Wikipédia

 

Saiba mais:

 

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