Autores do impeachment de Dilma pedem diligências e oitivas

Os advogados Hélio Bicudo, Janaína Paschoal e Michel Reale Júnior, autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, protocolaram nesta quarta-feira (1º) na Comissão Processante do Impeachment do Senado um ofício no qual pedem uma série de diligências e oitivas. Os advogados defendem que Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal.

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Janaína Paschoal foi uma das autoras do pedido de impeachment

Janaína Paschoal foi uma das autoras do pedido de impeachment

Foto: Agência Brasil

No documento, os advogados pedem que a Caixa Econômica Federal seja notificada para listar as ações movidas contra o Tesouro Nacional. Os autores do pedido esperam que o banco seja oficiado para apresentar gráficos com as diferenças entre os procedimentos, chamados de pedaladas fiscais, praticadas pelos governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, detalhando número de operações e valores.

Nessa fase dedicada a reunir provas a favor e contra o pedido de impedimento, os juristas pedem que o Banco do Brasil informe quais foram os 20 maiores beneficiários do Plano Safra em 2014 e 2015, que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aponte os 20 maiores beneficiários do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) em 2014 e 2015 e que informe se a Petrobras recebeu valores do programa. Os advogados também solicitam que o BNDES revele os valores emprestados sigilosamente a Angola, Cuba e Venezuela e as perspectivas de essas nações ressarcirem os cofres da instituição brasileira.

"Os crimes se mostram consumados, independentemente da resposta a eles. Entretanto, o envio se faz necessário com o fim de espancar de vez o estéril argumento de que a Lei de Responsabilidade Fiscal teria restado lesada para favorecer a população carente, bem como para evidenciar as graves consequências dos crimes de responsabilidade perpetrados pela denunciada, consequências estas que devem refletir na pena", dizem os advogados, no documento.

A lista apresentada pelos advogados pede, mais uma vez, a vinda do representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira. Foi ele o responsável pela identificação das chamadas pedaladas fiscais na auditoria feita pelo TCU sobre as contas do governo Dilma. Além dele, os autores do pedido querem que o colegiado ouça o auditor-fiscal, Antonio Carlos Costa Carvalho, o professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP), José Maurício Conti, e a presidente da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil, Luciene Pereira da Silva.

Reunião

Na reunião marcada para amanhã (2) da Comissão Processante do Impeachment no Senado, o relator, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), e o presidente do colegiado, Raimundo Lira (PMDB-PB), devem encaminhar a votação desse e de outros pedidos. Antes porém, deve ser votado um cronograma de atividades da atual fase do processo.

Uma proposta de cronograma foi apresentada por Anastasia na semana passada, mas devido a um pedido de vista feito por senadores contrários ao impedimento de Dilma, que reclamam menos pressa na condução do processo, o calendário só será definido na renuão desta quinta-feira.

Anastasia defende que no dia 27 de julho ocorra a votação, na comissão, do parecer, que vai indicar se há comprovação da prática de crime de responsabilidade pela presidente afastada. Segundo o tucano, o plenário da Casa terá condições de votar o relatório da pronúncia até 2 de agosto. Tanto na comissão quanto no plenário, mais uma vez, a votação será por maioria simples, metade mais um dos senadores presentes na sessão.

Defesa

Hoje termina o prazo para que Dilma apresente sua defesa prévia na comissão. O documento deverá ser entregue às 17h pelo ex-advogado geral da União, José Eduardo Cardozo. Na peça, que só foi finalizada na madrugada, Cardozo deve reforçar a tese de que os atos pelos quais a presidente afastada é acusada não configuram crime de responsabilidade e que o processo de impeachment tem “vícios de origem”, porque, segundo ele, é motivado por “vingança do presidente afastado da Câmara” Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para Cardozo, Cunha voltou-se contra Dilma depois de não obter apoio de petistas para barrar o processo contra ele no Conselho de Ética na Casa.

A defesa de Dilma também deve apresentar sugestões de oitivas à comissão.

 

Agência Brasil e Terra

Desde a criação do real, inflação faz nota de R$ 100 valer R$ 18,59

Por Lucas Oleiro -

02/06/2016

 

Desde 1º de julho de 1994, quando o real começou a circular, até 31 de março de 2016, a moeda perdeu 81,41% do seu poder de compra. Isto quer dizer que uma nota de R$ 100 equivale a R$ 18,49 nos dias de hoje. A inflação funciona como um imposto invisível. Para oferecer financiamentos e outros privilégios a grupos específicos, é necessário produzir garantias em empréstimos e para isso, o estado “imprime” mais dinheiro do que a economia pode absorver.

Como consequência, temos a desvalorização do dinheiro que está no nosso bolso. A inflação acumulada é de 437,79% nos últimos 22 anos, independentemente do partido no poder, os responsáveis pelas políticas econômicas adotadas pouco se preocuparam com isso.

VIAUOL Economia e Instituto Liberal de São Paulo

 

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Gilmar Mendes decide prosseguir com investigação contra Aécio Neves

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POLITICA.ESTADAO.COM.BR

 

Propina com laquê. Viagens e conta do cabeleireiro de Dilma do Rio até Brasília eram pagas com...

Até o cabeleireiro de Dilma Rousseff foi pago com dinheiro roubado da Petrobras, diz O Antagonista. A fonte é o jornalista Merval Pereira, em O Globo, informa que…

CESARWEIS.COM

Cunha e os cupins do Congresso

Publicado em 2 de jun de 2016

Carlos Graieb, redator-chefe de Veja, comenta as últimas manobras de Eduardo Cunha para tentar se livrar da cassação do mandato e o indiciamento do presidente do Bradesco, Luis Carlos Trabuco, pela Polícia Federal. Acompanhe o Sem Edição.

 

Villa: 'Se Dilma voltar, o Brasil vai virar uma Venezuela'

Publicado em 2 de jun de 2016

O historiador Marco Antonio Villa analisa o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado e comenta o bombardeio do PT para tentar virar votos e atacar o presidente interino Michel Temer. Acompanhe o ‘Sem Edição’.

 

HAARP e o clima em São Paulo no Brasil - chove muito uma condição climática incomum para esta época

 

 

UFO Capturado em ITU no Brasil dia 21 de Maio de 2016 as 21:15 horas GMT

 

 

Iraque: Exército e milícias aliadas continuam batalha para libertar Fallujah do EI

 

 

Rússia: Tanque T-80U cai durante transporte em estrada na área de Naro-Fominsk

 

 

Estônia: sexto navio da frota dos EUA chega em Tallinn para os exercícios militares BALTOPS

 

 

 

 

 

 

 

 

Temer admite incluir idade mínima para aposentadoria na reforma da Previdência


Michel Temer (Reprodução de TV)
“Se for necessário, estipularemos regras de transição", disse o presidente interino Michel Temer, ao falar
sobre  a  questão  da  idade  mínima  para  a  aposentadoria  dos  trabalhadores             Reprodução de TV
O presidente da República interino Michel Temer admitiu, nesta quinta-feira (2), que a proposta de reforma da Previdência Social em discussão no governo incluirá a questão da idade mínima para a aposentadoria. Ele disse que o reajuste dos salários de servidores públicos já estava previsto no governo da presidente afastada Dilma Rousseff e prometeu que, caso haja “incriminações” de outros ministros na administração atual, eles serão demitidos.
“Se for necessário, estipularemos regras de transição. Se o prazo é de 35 anos de contribuição, talvez quem tenha, sei lá, 20 anos ou 15 anos, tenha que contribuir mais um ano, mais um ano e meio. Mas isso é em beneficio do próprio cidadão que no futuro vai se aposentar. Porque, se o poder público não tiver recursos quando ele se aposentar, pior para ele”, afirmou o presidente interino, ao abordar a questão da idade mínima para a aposentadoria em entrevista nesta noite ao jornal SBT Brasil.
Temer disse que voltou atrás na decisão de extinguir o Ministério da Cultura porque “só os autoritários não recuam quando percebem equívoco”. Ele alegou, porém, notar um movimento político por trás das manifestações de artistas contra as mudanças na pasta, já que o ministério foi recriado, e “os prédios continuam ocupados”.
Crime de responsabilidade
Questionado sobre o processo de impeachment que analisa se Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade, Temer respondeu que as chamadas pedaladas fiscais são uma violação à Constituição Federal. Embora diga que não tem feito movimentação para agilizar o julgamento no Senado, ele disse que a antecipação do julgamento traria um “benefício ao país”, porque a situação de transitoriedade “não é útil” para o governo, nem para o país, para Dilma ou para o próprio governo.
Indagado se a presidente afastada cometeu crime de responsabilidade, Temer afirmou que se encontra em uma “situação delicada” para responder à pergunta, mas frisou que esse tipo de crime é cometido quando há atentado a preceitos constitucionais.
“Eu posso dizer que pedalada é violação da Constituição. O princípio básico da Constituição é que o administrador público tem que obedecer rigorosamente ao princípio da legalidade. Se você desobedece a uma lei orçamentária, o impeachment está previsto no texto constitucional. Cabe ao Congresso Nacional fazê-lo. E o julgamento é político, que é diferente do chamado julgamento jurisdicional”.
Ministros
Sobre a saída de dois ministros, Temer disse que não demorou a  tomar uma atitude e afirmou que essa reação deve se tornar uma espécie de “jurisprudência” em sua administração.
Nesta semana, depois de 18 dias à frente da pasta, Fabiano Silveira deixou o cargo de ministro da Transparência após a divulgação de conversas gravadas em que ele aparece criticando a Operação Lava Jato e dando orientações para a defesa de investigados em esquema de desvio de recursos na Petrobras, como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
“Os ministros sairão, eu não tenho a menor dúvida disso. Se houver incriminações, eu acho que o próprio ministro tomará a providência”, disse o presidente interino.
Reajuste dos servidores
Sobre o aumento do funcionalismo, aprovado nesta quarta-feira pela Câmara dos Deputados, ele disse que foi uma coisa ajustada no governo anterior, quando todos os funcionários ansiavam pela aprovação do reajuste. "Por um lado, pacifica a relação do governo com várias categorias de servidores. É um aumento desejado há muito tempo. É um aumento discreto, que quase não cobre a inflação. É útil para o governo e para os trabalhadores. Sem dúvida [a aprovação levou em conta] o cálculo político e o cálculo econômico. Isso está previsto no Orçamento.”

ABC: ARGENTINA, BRASIL E CHILE: DESGASTE DOS PRESIDENTES!

1. Os presidentes da Argentina, Brasil e Chile enfrentam em 2016 uma onda de impopularidade. Em primeiro lugar Dilma e provavelmente Temer até que se possa avaliar a partir de seu primeiro mês de governo. Com a suspensão de Dilma da presidência, militantes saíram às ruas para protestar. E a partir das substituições feitas pelos Ministros, e Diretores de Autarquias, Fundações e Empresas, engrossou o número de participantes. E ainda virão muito mais substituições. Esses protestam, mas principalmente lutam pelos cargos que perderam e que sonham em retornar se no último julgamento no Senado Dilma não for impedida definitivamente. Dilma tinha e tem menos de 15% de aprovação nas pesquisas.
2. Michele Bachelet –presidente do Chile- intensificou sua curva de impopularidade quando veio a público o tráfico de influência de seu filho e nora. As reformas propostas por Bachelet ao Congresso do Chile produziram reações, em especial a reforma educacional e a tributária. E a economia chilena mudou de patamar de crescimento. Com a queda nos preços do Cobre –o petróleo chileno- a economia sofreu forte impacto. O patamar anterior que oscilava entre 4% e 6% do PIB, passou a 2% e menos nos últimos 2 anos. No dia do discurso anual no Congresso (23/05), os protestos ganharam violência no estilo black-block. Nos dias seguintes, se deslocaram para a capital Santiago, sendo massificados, mas sem as violências ocorridas em Viña del Mar. Porém, um pequeno grupo de estudantes burlou a segurança e gritou palavras de ordem dentro do Palácio de La Moneda (presidencial). A aprovação de Bachelet caiu para 22% semana passada.
3. A aprovação do presidente Macri também caiu e de forma significativa. Nesse momento, os que aprovam e os que desaprovam estão no mesmo patamar dos 45%, bem menor que há 2 meses atrás. Macri provavelmente contava com isso. Aplicou um choque de tarifas públicas e liberou o câmbio. A inflação de 4 meses subiu para 19% e a taxa de desemprego mantém-se muito alta. Macri recuperou credibilidade internacional mas os reflexos disso chegam ao cotidiano das pessoas em médio prazo. A aliança vitoriosa de Macri sofreu um arranhão pela esquerda com dúvidas da deputada Elisa Carrió que o apoiou.
4. (Natalio Botana, politólogo-historiador argentino - La Nacion, 27) 4.1. Nas últimas semanas as ruas estão gritando. As mobilizações vem acontecendo, o espaço público é agitado por protestos, enquanto os profetas da oposição anunciam crises e colapsos. Embora esta não seja a imagem que as pesquisas mostram, os desafios trazidos pelos efeitos da inflação e do aumento dos impostos vem mostrando que, em muitas ocasiões, o Governo passa a impressão de que caminha a reboque dos acontecimentos.
4.2. A disputa, na forma figurada de uma tempestade em um inverno antecipado, soma-se a três condições que a nova administração vem enfrentando desde 10 de dezembro: a terra arrasada deixada pela experiência kirchnerista em assuntos econômicos e morais, a profunda crise política e econômica que aflige o Brasil, e a catástrofe climática causada pelo fenômeno El Niño que afeta o setor mais dinâmico da nossa economia. Talvez esse jogo de iniciativas e respostas, em tempo ou não, seja inevitável porque o país está envolvido em uma grande disputa pelo poder: uma disputa pelo poder perdido, pelo poder ganho e pelo poder a recuperar ou preservar.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Gastos sociais concentraram mais de dois terços das despesas da União em 2015

Os gastos com a área social corresponderam a mais de dois terços das despesas da União em 2015, informou hoje (2) a Secretaria do Tesouro Nacional. O órgão divulgou um estudo em que informa que esse tipo de gasto cresceu de 59,9% das despesas totais em 2002 para 67,3% no ano passado.

A conta inclui tanto os gastos tributários (o que o governo deixou de arrecadar com renúncias fiscais) como os gastos diretos com transferência de renda, com benefícios trabalhistas e com a Previdência Social e dos servidores públicos, também considerada despesas sociais pelo estudo.

Se forem levadas em conta apenas as renúncias fiscais destinadas a ações sociais, o crescimento foi ainda maior. A parcela que o governo deixou de arrecadar passou de 17% das despesas da União em 2002 para 38,6% no ano passado. Em valores corrigidos pela inflação, as renúncias fiscais passaram de R$ 422 bilhões – 12,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) – para R$ 928 bilhões – 15,7% do PIB – na mesma comparação.

O levantamento dividiu os gastos sociais em sete categorias: assistência social; educação e cultura; organização agrária; trabalho e emprego; saneamento básico e habitação; Previdência Social (dos setores público e privado) e saúde.

De 2002 a 2015, os maiores saltos foram registrados nos gastos com a Previdência Social (0,97 ponto percentual do PIB), assistência social (0,78 ponto percentual) e educação e cultura (0,74 ponto percentual). Os gastos com saúde, no entanto, permaneceram estáveis em relação ao PIB por causa da Emenda à Constituição 29, de 2000, que determina a correção das despesas do setor pela variação do PIB nominal do ano anterior.

De acordo com o documento, o atendimento nos ambulatórios, nos hospitais e nas emergências concentrou 44% de todos os gastos com saúde, representando o maior dispêndio na área. Os outros programas que se destacaram foram o aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a atenção hospitalar e ambulatorial nesse sistema.

A despesa que mais impacta os gastos sociais diretos, no entanto, é a Previdência Social, tanto do setor privado como dos servidores públicos. Segundo o levantamento, o setor respondeu por mais da metade dos gastos sociais diretos entre 2002 e 2015. O Tesouro informou que o crescimento desse tipo de despesa precisa ser contido por meio de uma proposta de reforma da Previdência do setor privado, que, de acordo com o texto, será enviada em breve ao Congresso Nacional.

Embora, na comparação com o PIB, a Previdência tenha registrado o maior crescimento nos gastos sociais, a assistência social teve o maior crescimento percentual. As despesas do setor passaram de R$ 15,5 bilhões em 2002 para R$ 73,5 bilhões em 2015, alta de 375% em valores corrigidos pela inflação. A criação e o fortalecimento do Programa Bolsa Família, destacou o documento, foi determinante para o aumento dos gastos com assistência.

“Esse movimento de expansão teve início com o maior alcance do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social [para idosos e pessoas com deficiência], seguido do surgimento de políticas de transferência de renda com condicionalidades e, mais importante, alargamento e focalização do programa Bolsa Família”, informou o Tesouro. Além do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, o Tesouro considera como assistência social a renda mensal vitalícia para inválidos e idosos.

A política de valorização do salário mínimo, que corrige boa parte das aposentadorias e dos benefícios sociais e trabalhistas, custou R$ 179 bilhões entre 2008 e 2014. Desse total, R$ 47,5 bilhões foram registrados somente em 2014. Desde 2008, o salário mínimo é reajustado pela inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor mais a variação do PIB de dois anos antes.

Em relação aos benefícios trabalhistas, o estudo destacou que os gastos com o seguro-desemprego aumentaram de 0,4% do PIB em 2002 para 0,65% em 2015. Em termos reais (corrigidas pela inflação), as despesas avançaram 183% no período. Segundo o Tesouro, a alta reflete dois fatores: o aumento do desemprego provocado pela crise econômica de 2008 e pela atual recessão e a política de valorização do salário mínimo, que corrige os benefícios dos trabalhadores dispensados.

Em uma comparação internacional, o estudo situou o Brasil em uma categoria intermediária, maiores que o dos países da Ásia e da América Latina, mas abaixo dos países europeus. O levantamento foi divulgado horas depois da confirmação de Ana Paula Vescovi para assumir a Secretaria do Tesouro Nacional.

 

Agência Brasil

Comissão do Impeachment rejeita questões de ordem da defesa de Dilma

O presidente da Comissão Processante do Impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), retomou a reunião do colegiado rejeitando as questões de ordem apresentadas pela defesa da presidente Dilma Rousseff. O relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), também analisou requerimentos apresentados e acolheu dois deles.
A reunião foi suspensa por duas horas, no início da tarde, para almoço e descanso dos parlamentares. Na volta aos trabalhos, Anastasia voltou a rejeitar os requerimentos que pediam a inclusão, como provas, das gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de conversas com líderes do PMDB em semanas que precederam o afastamento da presidente Dilma. As gravações constam de delação premiada de Machado e o pedido de inclusão delas no processo já tinha sido feito pela defesa, mais cedo, e rejeitado pelo relator.
O relator acatou apenas os requerimentos que pediam o envio de ofícios ao Tribunal de Contas da União e à Secretaria do Tesouro Nacional para que prestem informações sobre os decretos de suplementação orçamentária e o Plano Safra, nas questões em que a presidente afastada é acusada de crime de responsabilidade.
Entre as questões de ordem rejeitadas por Lira, uma foi apresentada pelo senador José Pimentel (PT-CE), na qual ele fazia pedido de vista sobre os requerimentos acatados por Anastasia. Outro pedido rejeitado por Lira era uma nova arguição de suspeição contra o relator, questão que já tinha sido afastada outras vezes pela comissão.
Para a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), a insistência dos parlamentares e da defesa de Dilma Rousseff nesta questão é um “desrespeito” com a comissão. “Quero saber quantas vezes mais essa questão será apresentada e quantas vezes a decisão dessa comissão será desrespeitada”, questionou a senadora.


Dilma é um cheque sem fundo

Por Rodolfo Amstalden
Bruno Araújo, ministro das Cidades, em coletiva nesta tarde:
“Última gestão foi a maior passadora de cheque sem fundo”.
Isso resume a política econômica do ex-governo de Dilma Rousseff.
Lula passava cheques na conta das commodities, bombadas então pela China.
O valor das commodities se foi, os cheques continuaram.
Sem fundos.
Só que, a rigor, nada é sem fundo na economia.
Esses cheques foram “fundeados” (como se diz no mercado) pela inflação que corrói sua poupança, pelo desemprego que compromete sua renda e pelos juros que explodem suas dívidas.
O cheque sem fundo de Dilma foi um xeque nos nossos fundos.
Chegamos, assim, ao fundo do poço.
De onde agora estamos saindo.
Como?
Parando de gastar com propinas e ideias estúpidas.
Gastando apenas o que temos em conta.
E, inclusive, recebendo alguns cheques (com fundos) do exterior.
É fácil assinar um cheque no nome dos outros.
Também fácil governar com cheque em branco.
O difícil é se ver descontado na praça, com o nome limpo.
Começaram - para nosso bem - as dificuldades do Governo Temer.
 
Reunião de Pauta 02.06.2016
Reunião de Pauta 02.06.2016 - Tiramos o bode da sala
 

Filho de Machado tentou apagar rastros

O delator Expedito Neto, filho de Sérgio Machado, confessou ao MPF ter se mudado para Londres para movimentar os recursos ilegais do esquema da Transpetro, longe do controle das autoridades brasileiras... [leia o texto completo]

Filho de Machado “cuidava” da Odebrecht
Imóveis e diamante
 

Exclusivo: O plano da Odebrecht para anular a Lava Jato

Num dos anexos de sua delação, a Odebrecht detalhou o acordo entre José Eduardo Cardozo e Marcio Thomaz Bastos para anular a Lava Jato... [veja na íntegra]

JEC vai preso
 

Marqueteiro de Dilma e Lula será alvo novamente da Lava Jato

João Santana e a mulher e sócia dele, Mônica Moura, vão se encrencar mais. Em breve, devem ser apresentadas duas novas denúncias por evasão de divisas contra o casal, que segue preso... [leia mais]

Denúncias “mortais” contra Lula 
O alerta do filho de Teori
 

A Lava Jato está acabando

A Lava Jato está acabando. Os acordos com Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro vão permitir a prisão dos responsáveis pelo saque à Petrobras – em particular, Lula e Dilma Rousseff – e a explosão dos partidos que armaram o esquema: PT, PMDB e PP... [veja o texto completo]

Moro suspende processo contra Odebrecht
 

Os angolanos do PT

A Lava Jato já descobriu que as empreiteiras pagavam ao PT propina de 1% sobre o valor dos empréstimos do BNDES. Esse é o ponto que tem de ser delatado por Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro. O relatório apresentado ontem pelos técnicos do TCU dá uma dimensão do desfalque... [leia mais]
 

Até aliados de Dilma veem o óbvio: ela não pode voltar

Os aliados que restaram a Dilma Rousseff já disseram o óbvio à presidente: ainda que ela vença a batalha do impeachment no Senado, o que é improvável, não teria força para governar até 2018, diz reportagem de O Globo... [veja o texto completo]

25 de julho
 

Temer não chegou a pedalar, diz ministro do TCU

O ministro do TCU Augusto Nardes afirmou em entrevista ao UOL que Michel Temer não praticou crime ao assinar decretos de autorização de créditos suplementares. Para ele, só Dilma é uma ciclista... [leia mais]
 

STF mantém Cunha como réu

Os ministros do STF acabam de rejeitar, por unanimidade, recursos apresentados pela defesa de Eduardo Cunha contra inquérito por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato...  [veja na íntegra]
 

Torquato Jardim advogou para a Petrobras

Torquato Jardim está defendendo acordos de leniência espúrios com as empreiteiras do petrolão, porque advogou para a Petrobras junto ao Tribunal de Contas de União. Não confunda os papéis, ministro, estamos de olho.

Petrobras: fim das "amarras dogmáticas". E da roubalheira
 

História do estupro coletivo está cada vez mais esquisita

A delegada Cristiana Bento, encarregada do caso do estupro coletivo da adolescente carioca de 16 anos, disse que, com a saída da vítima do Rio de Janeiro, as investigações ficam comprometidas... [veja mais]





Parente diz que vai manter plano de desinvestimento da Petrobras

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, informou hoje (2) que seguirá com o plano de desinvestimentos (venda de ativos) da companhia e anunciou que manterá a atual diretoria da empresa.

O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, discursa na solenidade de transmissão de cargo

O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, discursa na solenidade de transmissão de cargoCristina Indio do Brasil/Agência Brasil

De acordo com Parente, esse tipo de plano vem sendo adotado por diversas companhias pelo mundo e é fundamental para reforçar o caixa da estatal e reduzir a dívida.  “A busca por uma relação adequada entre a dívida e o capital da companhia permanecerá como uma obsessão da direção da empresa”, disse no discurso na cerimônia de transmissão de cargo, na sede da Petrobras, no centro do Rio.

Para melhorar o desempenho da companhia, Parente destacou que é preciso nova governança corporativa para recuperar a credibilidade da empresa, o resgate da responsabilidade econômica,financeira e social da Petrobras e o fortalecimento da gestão de riscos, que inclui imagem, mercado de crédito e atenção redobrada para segurança operacional e socioambientais.

Diretoria

Depois da cerimônia, Parente anunciou, em entrevista coletiva, que toda a diretoria da empresa será mantida e que o trabalho será em conjunto. Ao classificar de "belíssima diretoria", Parente disse que a equipe vem fazendo um trabalho importante desde fevereiro do ano passado. “Fizemos juntos este discurso assim como o professor Nélson [Luiz Nélson Guedes de Carvalho- presidente do Conselho de Administração] também em nome do conselho. Fizemos juntos e procuramos trabalhar de uma maneira que pudesse expressar o ponto de vista da empresa exatamente pelos seus corpos diretivos”, destacou.

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Críticas

Em resposta às críticas encaminhadas por entidades representantes dos petroleiros ao Conselho de Administração da Petrobras sobre sua atuação na crise energética em 2001, Parente afirmou que foi aprovado no teste de integridade feito pela empresa para novos diretores.

As entidades argumentam que a Petrobras sofreu prejuízos naquele ano quando foi determinado o uso de termelétricas durante a crise de energia, que ficou conhecida como apagão. Na ocasião, Parente coordenou as ações do governo de Fernando Henrique Cardoso contra a crise. 

“Eu soube da resistência de uma das entidades sindicais, mas para mim o que é chave foi o que eu disse no meu discurso. Esse é um momento de reconstrução da empresa e o que fiz no discurso foi chamá-los para um diálogo desde que estejam imbuídos com o mesmo propósito, a partir do Conselho de Administração, da diretoria. Acredito, da imensa maioria dos colaboradores que é reconstruir, resgatar esta empresa. Essa empresa precisa ser resgatada. Se eles tiverem com este espírito, não teremos nenhum problema em dialogar”, completou.

O presidente do conselho, Luiz Nélson Guedes de Carvalho, disse que não foi encaminhada uma resposta formal aos representantes dos petroleiros. “Muito me alegra saber que os petroleiros estão preocupados com os prejuízos da Petrobras. Se eles tivessem este espírito há mais tempo talvez não teríamos chegado ao ponto que chegamos”.

Homenagem

Durante a cerimônia, Parente destacou que o maior desafio da sua vida é assumir a presidência da Petrobras. O novo presidente homenageou Heraldo Raimundo Pamplona, de 78 anos, o empregado com mais tempo na companhia, e a técnica química de petróleo, Érika Araújo Valoni, filha de petroleiro aposentado e, em 2002, ingressou na empresa, por meio de concurso público, após concluir a faculdade de farmácia.

Heraldo Pamplona trabalha na Petrobras há 58 anos. O primeiro posto foi de estagiário de engenharia, em Belém (PA). Hoje é consultor de engenharia submarina na unidade de Macaé (RJ). Ao contar sua história na empresa, Heraldo disse, emocionado, que a Petrobras é como sua segunda família, disse ter ficou triste com a descoberta de casos de corrupção na companhia, mas demonstrou confiança na recuperação. “Tenho certeza que isso vai acabar. Com essa determinação do presidente pedindo a união de todos, vamos transformar a Petrobras dessas cinzas e reerguê-la novamente”, disse à Agência Brasil.

A técnica Érika Valoni participa atualmente de uma pesquisa de decomposição de garrafas pet, na gerência de Biotecnologia. “Descobri que se fazia pesquisa de verdade, no Brasil, em uma empresa brasileira”, disse, afimando estar satisfeita em trabalhar no Centro de Pesquisas da Petrobras, na Ilha do Fundão, zona norte do Rio.

 

Agência Brasil

 

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Crise, que crise?

Márcio Neves/UOL

Sem fazer alarde, a Câmara aprovou a criação de 14.419 cargos federais, quase quatro vezes os 4.000 postos comissionados que Michel Temer prometeu eliminar neste ano.
A autorização passou batida até por deputados. Ela estava no projeto de lei que concedeu aumento a servidores da Suframa, aprovado em meio aos reajustes salariais que vão trazer impacto de R$ 58 bilhões às contas públicas. Além de passar pelo Senado, vai ser necessário realizar concursos para preencher essas vagas. Leia mais

 

 

Esquema com emendas parlamentares

Evaristo Sá/AFP Photo

Prestes a assumir a Secretaria de Políticas para as Mulheres, a ex-deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP) é apontada em investigação do Ministério Público Federal como integrante de uma 'articulação criminosa' para desviar R$ 4 milhões de emendas parlamentares.
Um relatório da Procuradoria-Geral da República dá mais detalhes da suspeita de envolvimento dela no esquema desmantelado pela Operação Voucher, em 2011.Leia mais

 

 

A investigação continua

Jefferson Rudy/Agência Senado

O ministro do STF Gilmar Mendes autorizou o prosseguimento do inquérito aberto para apurar a suposta participação do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), num esquema de corrupção em Furnas.
Com isso, vão ser executadas as investigações pedidas pela Procuradoria-Geral da República, como o depoimento do senador em 90 dias. Leia mais

 

Complicando...

Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo

O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró disse que a presidente afastada, Dilma Rousseff, mentiu sobre a compra da refinaria de Pasadena e supôs que a petista sabia que políticos do PT recebiam propina da estatal.
Na época em que Dilma era presidente do Conselho de Administração da petroleira, Cerveró disse que 'houve certa pressa' na aprovação do projeto. Dilma afirmou que aprovou o negócio porque não sabia de duas cláusulas que causaram prejuízo. O acordo de delação de Cerveró vai fazer com que ele deixe a prisão no dia 24 de junho, mas o ex-diretor da Petrobras vai ter que devolver cerca de R$ 18 milhões aos cofres públicos. Leia mais

 

Na Argentina também

Victoria Egurza/Telam/Xinhua

O governo do presidente argentino Mauricio Macri denunciou a Odebrecht por ter supostamente superfaturado uma obra de uma unidade compressora de gás no país.
O contrato foi fechado com o governo antecessor, de Cristina Kirchner, e distribuía trabalhos a preços até 400% superiores aos de uma outra planta semelhante construída no país também pela Odebrecht, de acordo com o jornal La Nación.  Leia mais

 

Feirão da casa própria

Getty Images

O feirão da casa própria da Caixa Econômica Federal começa hoje em São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza. O evento vai até domingo.
Mas especialistas recomendam planejamento e pesquisa antes de fechar negócio.Leia mais

 

Palmeiras fura a melhor defesa

 Ale Cabral/AGIF

O Palmeiras superou a melhor defesa do Brasileirão e venceu o Grêmio por 4 a 3 no Pacaembu. O placar tira o tricolor gaúcho da liderança do campeonato, e deixa o Internacional isolado na primeira colocação.
O Flamengo entrou no G-4 ao bater o Vitória por 1 a 0, gol de Felipe Vizeu. No fim de semana, Flamengo e Palmeiras duelam no estádio Mané Garrincha, em Brasília.Leia mais

 

Warriors vencem a primeira

(AP 
Photo/Marcio Jose Sanchez

O Golden State Warriors venceu a primeira partida da final da NBA contra o Cleveland Cavaliers por 104 a 89.
Com o astro Stephen Curry pouco inspirado, o destaque foi para a atuação do brasileiro Leandrinho Barbosa, autor de 11 pontos. Leia mais

Museus do Louvre e Orsay fechados devido à subida do Rio Sena

Publicado em 3 de jun de 2016

As chuvas torrenciais que atingem o centro da Europa afetam igualmente a capital francesa e os turistas que a visitam.
Devido à subida do nível da água no Rio Sena, os Museus do Louvre e de Orsay, esta sexta-feira, fecharam as portas e os turistas foram obrigados a adiar a visita.
Como medida de precaução, os museus do Louvre e d'Orsay já começaram a mudar as obras de arte que se encontravam armazenadas na cave.
A subida do nível da água no Rio Sena também obrigou ao cancelamento do serviço d…
LEIA MAIS: http://pt.euronews.com/2016/06/03/mus...
euronews está disponível em 13 línguas: https://www.youtube.com/user/euronews...
Site: http://pt.euronews.com
Facebook: https://www.facebook.com/euronews
Twitter: http://twitter.com/euronewspt
Crédito: Euronew

 

 

Alemanha: Exército mostrar mais recente drone militar no Berlin air show 2016

 

 

Alemanha: a caminho do ... céu? Boeing 747 do Iron Maiden descola de Berlim

 

 

 

 

 

 

 

França: Cheias do Sena ameaçam reservas do museu do Louvre em Paris