Comissão do Impeachment rejeita questões de ordem da defesa de Dilma

O presidente da Comissão Processante do Impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), retomou a reunião do colegiado rejeitando as questões de ordem apresentadas pela defesa da presidente Dilma Rousseff. O relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), também analisou requerimentos apresentados e acolheu dois deles.
A reunião foi suspensa por duas horas, no início da tarde, para almoço e descanso dos parlamentares. Na volta aos trabalhos, Anastasia voltou a rejeitar os requerimentos que pediam a inclusão, como provas, das gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de conversas com líderes do PMDB em semanas que precederam o afastamento da presidente Dilma. As gravações constam de delação premiada de Machado e o pedido de inclusão delas no processo já tinha sido feito pela defesa, mais cedo, e rejeitado pelo relator.
O relator acatou apenas os requerimentos que pediam o envio de ofícios ao Tribunal de Contas da União e à Secretaria do Tesouro Nacional para que prestem informações sobre os decretos de suplementação orçamentária e o Plano Safra, nas questões em que a presidente afastada é acusada de crime de responsabilidade.
Entre as questões de ordem rejeitadas por Lira, uma foi apresentada pelo senador José Pimentel (PT-CE), na qual ele fazia pedido de vista sobre os requerimentos acatados por Anastasia. Outro pedido rejeitado por Lira era uma nova arguição de suspeição contra o relator, questão que já tinha sido afastada outras vezes pela comissão.
Para a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), a insistência dos parlamentares e da defesa de Dilma Rousseff nesta questão é um “desrespeito” com a comissão. “Quero saber quantas vezes mais essa questão será apresentada e quantas vezes a decisão dessa comissão será desrespeitada”, questionou a senadora.


Dilma é um cheque sem fundo

Por Rodolfo Amstalden
Bruno Araújo, ministro das Cidades, em coletiva nesta tarde:
“Última gestão foi a maior passadora de cheque sem fundo”.
Isso resume a política econômica do ex-governo de Dilma Rousseff.
Lula passava cheques na conta das commodities, bombadas então pela China.
O valor das commodities se foi, os cheques continuaram.
Sem fundos.
Só que, a rigor, nada é sem fundo na economia.
Esses cheques foram “fundeados” (como se diz no mercado) pela inflação que corrói sua poupança, pelo desemprego que compromete sua renda e pelos juros que explodem suas dívidas.
O cheque sem fundo de Dilma foi um xeque nos nossos fundos.
Chegamos, assim, ao fundo do poço.
De onde agora estamos saindo.
Como?
Parando de gastar com propinas e ideias estúpidas.
Gastando apenas o que temos em conta.
E, inclusive, recebendo alguns cheques (com fundos) do exterior.
É fácil assinar um cheque no nome dos outros.
Também fácil governar com cheque em branco.
O difícil é se ver descontado na praça, com o nome limpo.
Começaram - para nosso bem - as dificuldades do Governo Temer.
 
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